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FISIOLOGIA VEGETAL Talita Antonia da Silveira Fotossíntese Objetivos de aprendizagem Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados: Reconhecer a importância da fotossíntese. Definir os fatores que influenciam na fotossíntese. Descrever os conceitos relacionados à produção da planta na agricultura. Introdução Sabemos que a fonte universal de energia da biosfera é o sol. Com exceção das bactérias quimioautotróficas, toda vida em nosso planeta é direta ou indiretamente dependente da fotossíntese dos organismos clorofilados. Os organismos não fotossintetizantes (heterotróficos), como os ani- mais, os fungos e as bactérias, dependem de moléculas orgânicas pré- -formadas, obtidas pela alimentação ou pela absorção, para o suprimento de suas demandas permanentes de energia e de matérias-primas. A degradação de moléculas orgânicas ricas em energia, por meio da fer- mentação ou respiração aeróbia, é responsável pela liberação da energia utilizada por esses organismos. A atividade fotossintética das plantas, das algas e de algumas bactérias promove a conversão e o armazenamento da energia solar em moléculas orgânicas ricas em energia, a partir de moléculas inorgânicas simples, como o CO 2 e a H 2 O. Somente esses organismos conseguem transformar energia luminosa em energia química, aumentando, assim, a energia livre disponível para os seres vivos como um todo. Importância da fotossíntese Podemos conceituar a fotossíntese como o processo fi siológico que a planta realiza nos tecidos clorofi lados, com objetivo de obter substâncias orgânicas, como a glicose a partir de substâncias inorgânicas (H2O e CO2), tendo como fonte de energia a luz solar. Em outras palavras, a planta utiliza a luz solar para fi xar o C do CO2 atmosférico em forma de substâncias orgânicas, também chamadas de fotoassimilados. Simultaneamente a esse processo, há a liberação de O2, fundamental para diversas formas de vida na terra. Equação geral da fotossíntese: 12 H2O + 6 CO2 Luz 6 O2 + C6H12O6 + 6 H2O É importante salientar, nesse momento, que parte da energia armazenada nos fotoassimilados é transferida, pelo processo denominado respiração, para compostos abundantes em energia química (ATP). Essa energia química, por sua vez, será utilizada para o crescimento e a manutenção da planta (PES; ARENHARDT, 2015). A estrutura do aparato fotossintético constitui-se, basicamente, por três estruturas: folha, cloroplasto e clorofila e outros pigmentos. A folha tem como função interceptar a energia solar e absorver o CO2 do ar. O cloroplasto faz parte das células da folha e é considerado o organoide funcional, estrutural e fisiologicamente completo da fotossíntese. Já a clorofila e outros pigmentos fazem parte do cloroplasto e são responsáveis pela absorção da energia lumi- nosa. A energia solar compõe-se de radiações de diferentes comprimentos de onda, que variam de 200 a 4.000 nm. As ondas eletromagnéticas podem ser classificadas e organizadas de acordo com seus diversos comprimentos de onda/frequências. Essa classificação é conhecida como o espectro eletromagnético. A Figura 1 mostra esse espectro, formado por todos os tipos de radiação eletromagnética que existem no nosso universo (LACERDA; ENÉAS FILHO; PINHEIRO, 2007). Fotossíntese2 Fi g u ra 1 . E sp ec tr o el et ro m ag né tic o. Fo nt e: K ha n A ca de m y (2 01 9, d oc um en to o n- lin e) . 3Fotossíntese Processo da fotossíntese O processo da fotossíntese compõe-se por duas fases: Fase clara (fase fotoquímica) — dependente da presença de luz. A luz é absorvida pelos pigmentos vegetais (clorofi la e outros) e convertida em energia química (ATP) e calorífi ca. Fase escura (fase bioquímica) — independente da presença de luz. Nessa fase, ocorrem as reações de assimilação do C, desde o CO2 atmosférico até a formação de glicose. Aqui, utiliza-se a energia gerada durante a fase clara da fotossíntese. Essa glicose formada na fotossíntese pode ser convertida em várias outras substâncias orgânicas, como amido, proteína, lipídio, celulose, pigmentos, hormônios, vitaminas, lignina, etc. Os produtos da fotossíntese são constantemente transferidos no interior de uma planta, das folhas e de outros tecidos fotossinteticamente ativos para os locais de consumo ou armazenamento pelo floema. O cloroplasto é o local no qual ocorre a fotossíntese. Trata-se de organelas circundadas por uma dupla membrana e com um sistema de membranas internas conhecido como tilacoide. Fatores que influenciam a fotossíntese Determinados fatores podem ser considerados determinantes para a efi ciência da fotossíntese realizada pela planta, como descrito a seguir. Luz As espécies vegetais apresentam diferentes respostas ao efeito da intensidade luminosa. Algumas plantas somente atingem altas taxas de fotossíntese com altas intensidades luminosas. Já outras, que vivem à sombra de outras plantas, atingem a máxima taxa de fotossíntese da espécie, com pouca intensidade Fotossíntese4 luminosa. Em relação à duração do período luminoso, a insolação varia con- forme a época do ano, sendo maior no período do verão, podendo limitar a produtividade da cultura no período hibernal, no qual, além de dias mais curtos, temos maior infl uência da nebulosidade. É importante salientar que as plantas são capazes de realizar fotossíntese durante longos períodos de luz (iluminação sem interrupção por dias consecutivos), sem declínio signifi cativo. Já a qualidade da luz está relacionada aos diferentes comprimentos de onda da radiação solar. São reconhecidos dois “picos” para a fotossíntese: um próximo a 655 nm (luz vermelha) e outro próximo de 450 nm (luz azul). Por isso, o crescimento de plantas sombreadas é baixo (menos luz e de menor qualidade). Temperatura Os vegetais apresentam um intervalo de temperatura para a fotossíntese que varia de –6°C a 58°C, enquanto, nas plantas tropicais, a faixa de maior inten- sidade da fotossíntese está entre 5°C e 35°C. No geral, a temperatura aumenta na taxa fotossintética até ± 35°C. Porém, a respiração, com o aumento da temperatura, aumenta mais que a fotossíntese. Assim, em altas temperaturas, a produção vegetal sofre uma redução. Os limites superior e inferior nos quais iniciam as perdas de produtividade variam conforme a origem da cultura. Assim, plantas oriundas de clima tropical se adaptam melhor a altas temperaturas, enquanto que as de clima temperado toleram um limite menor, apresentando, por isso, perdas em temperaturas mais altas. O principal efeito da temperatura sobre a fotossíntese é observado pelo aumento expressivo da área folhar (crescimento) quando a temperatura aumenta de 20°C para 30°C. Isso se reflete em uma área maior para realizar a fotossíntese, influenciando diretamente na produção vegetal. Água O défi cit hídrico provoca diminuição da fotossíntese, sobretudo pelo fato de os estômatos se fecharem e a entrada de CO2 ser impedida. Além disso, a murcha das folhas provoca redução da superfície de absorção de luz, contribuindo para reduzir a taxa fotossintética. Gás carbônico As plantas retiram do ar atmosférico o CO2 que utilizam na fotossíntese. Assim, a taxa fotossintética pode aumentar consideravelmente com a elevação da 5Fotossíntese concentração de CO2 no ambiente; como consequência, teremos um aumento da produção vegetal. Nutrientes A correta nutrição da planta tem relação direta com a taxa fotossintética. Dos 17 nutrientes considerados essenciais, 12 estão diretamente envolvidos com a fotossíntese. A defi ciência de nutrientes prejudica a fotossíntese por limitar o crescimento da planta, a renovação de tecidos e, principalmente, a atividade enzimática, parte fundamental para a ocorrência de diversas reações do processo fotossintético. Oxigênio O O2 desempenha um efeito inibidor da fotossíntese em algumas espécies de plantas pelo aumento da taxa de fotorrespiração. Em algumasespécies, o aumento da concentração de O2 causa redução na taxa fotossintética. Idade das folhas A plena capacidade da folha em realizar fotossíntese se dá quando ela atinge o máximo de sua expansão, ou seja, até sua maturidade. Após atingir esse estágio, a capacidade reduz bastante com a idade da folha. Arquitetura das folhas A arquitetura das folhas diz respeito à sua disposição e ao seu ângulo de incli- nação em relação ao solo. A melhor arquitetura é aquela que permite uma maior penetração de luz e evita o sombreamento de outras folhas da planta. Nesse sentido, a distribuição vertical das folhas possibilita satisfazer a esses critérios. Índice de área folhar Entende-se por índice de área folhar (IAF) a relação entre a área folhar verde da planta e determinada área de solo. Em um primeiro momento, podemos imaginar que, quanto maior o IAF, maior será a atividade fotossintética. Porém, a partir de determinado IAF, uma área folhar recebe luz e outra fi ca autossombreada. Essas folhas, além de terem baixa capacidade de realizar fotossíntese, mantêm a própria atividade à custa da respiração. Por isso, para Fotossíntese6 cada espécie vegetal, existe um IAF ideal, no qual a interceptação da radiação é elevada e o autossombreamento mínimo. Poda da planta frutífera Também interfere na fotossíntese, pela disposição dos ramos e das folhas na planta. Se não for realizada adequadamente, alguns ramos e folhas crescerão sombreados por outros, o que acarretará menor incidência de radiação solar e, consequentemente, menor taxa fotossintética. Em condições de campo, somos dependentes das condições meteorológicas. Porém, na propagação em viveiros ou em sistemas de cultivo protegido (estufas), a escolha dos materiais e a estratégia de iluminação artificial devem influenciar o processo fotossintético. Produção das plantas Ao longo de milhões de anos, a humanidade se interessa em entender melhor como ocorre o processo da fotossíntese. Contudo, somente nos últimos anos, realmente aprendemos o quanto esse processo pode ser ou não efi ciente. Se pensarmos, por exemplo, com base na quantidade de carbono fi xado por uma cultura de milho, durante um período de crescimento normal, apenas cerca de 12% da energia solar incidida sobre o campo, é recuperada como novos produtos da fotossíntese. Em plantas cultivadas, a efi ciência da fotossíntese é de apenas 0,2%. Em cana-de-açúcar, uma das culturas mais efi cientes, 8% de luz absorvida pela planta é mantida como a energia química. Pesquisas sobre a fotossíntese têm mostrado como produzir novas varieda- des de culturas aproveitam melhor a luz solar que absorvem. A investigação nessa área é fundamental, pois estudos recentes mostram que a produção agrícola está chegando a um momento de aumento crescente da demanda por alimentos e outros produtos agrícolas. Como sabemos, as plantas dependem da fotossíntese para sobreviver, e a interferência incorreta nesse processo pode promover a morte da planta. 7Fotossíntese Vários herbicidas, por exemplo, atuam em processos importantes da fotos- síntese. Compreender os detalhes da fotossíntese pode levar à concepção de novos herbicidas, reguladores de crescimento altamente seletivos e de plantas com potencial de ser ambientalmente seguras. As condições ambientais na agricultura compreendem um dos segmentos mais importantes da cadeia produtiva — o ambiente, basicamente solo e clima, controla o crescimento e o desenvolvimento das plantas. Consequentemente, as condições ambientais devem ser avaliadas de modo adequado antes da implantação de uma atividade agrícola. O primeiro passo em qualquer pla- nejamento deve ser a identificação das áreas com alto potencial de produção, isto é, áreas nas quais o clima e o solo sejam adequados para a cultura. Com relação ao clima, para alcançar produtividade econômica, cada cultura necessita de condições favoráveis durante todo o seu ciclo vegetativo, isto é, exigem determinados limites de temperatura nas várias fases do ciclo, de uma quantidade mínima de água e de um período seco nas fases de maturação e colheita. O atendimento dessas exigências fará determinada região ser con- siderada apta para uma dada cultura. No entanto, no cultivo protegido, há a possibilidade de certo controle de variáveis climáticas, como temperatura, umidade do ar, radiação solar e vento. Esse controle se traduz em ganho de eficiência produtiva, além de reduzir o efeito da sazonalidade, favorecendo a oferta mais equilibrada ao longo dos meses. Esse benefício é mais evidente em regiões de clima frio, já que o calor acumulado dentro das estufas viabiliza a produção de certas culturas fora de época, além de encurtar o ciclo de produção. Os gastos com controle de pragas e doenças também podem reduzir no cultivo protegido, especialmente na produção de mudas. As plantas geradas em estufas, por exemplo, têm menor incidência de pragas e doenças, o que torna o produto “mais limpo” ao ser plantado comercialmente em campo aberto ou fechado. O cultivo protegido mais conhecido é aquele realizado em estufas, mas pode se dar também em túneis e ripados, construídos com estruturas de madeira ou metálicas. Porém, existem pontos importantes a serem levantados antes da implantação do cultivo protegido: na propriedade do produtor, deve-se considerar tanto os aspectos econômicos quanto técnicos, que farão total diferença em relação aos resultados. Em primeiro lugar, nem todo hortifruti é viável economicamente em cultivo protegido. É importante escolher culturas com alto valor agregado e que sejam mais suscetíveis a adversidades climáticas. Alguns esforços do cultivo protegido não se restringem à implantação da infraestrutura (estufas, túneis, etc.), permanecendo a adoção de uma série de medidas específicas de manejo. As informações técnicas são extremamente importantes não somente Fotossíntese8 para o conhecimento sobre a construção, mas também para tudo que envolve a cultura, como as técnicas de manejo e controle do ambiente protegido. Algumas condições relacionadas à produção das plantas em ambiente protegido são descritas a seguir. Luminosidade — a luminosidade tem infl uência direta no crescimento e desen- volvimento da planta e pode ser controlada/ajustada conforme o tipo de material que cobrirá a estufa (plástico ou tela) e o posicionamento da estrutura no terreno. Uma construção orientada em relação ao sol no sentido leste-oeste recebe somente 74% da radiação solar da mesma construção orientada no sentido norte-sul. Em ambiente protegido, a fração da radiação solar que passa se difunde mais do que em campo aberto, atingindo com maior efi ciência a região foliar. Após a implantação da estufa, é preciso se atentar para a limpeza do plástico. A deposição de poeira tende a reduzir a luminosidade no interior da estrutura, causando o estiolamento da planta. A indústria de plástico tem ofertado diferentes materiais que fi ltram comprimentos de onda nocivos à planta — deixando passar somente aqueles benéfi cos ao desenvolvimento da cultura — e melhoram o controle da temperatura dentro da estufa. A cor vermelha, por exemplo, aumenta a taxa fotossintética das plantas. Outros são térmicos, biodegradáveis, antiestáticos (permitem que os plásticos fi quem limpos por mais tempo), apresentam aditivados contra raios UV, difusor de luz e ação inibidora do desenvolvimento de fungos. Avaliação econômica do investimento — o investimento inicial em uma estrutura de cultivo protegido é elevado. Assim, é importante uma avaliação crítica do retorno desse capital. O retorno fi nanceiro esperado deverá ser sufi ciente tanto para recuperar o montante investido quanto para manter o fl uxo de caixa da cultura. Temperatura — tem ação direta nas funções vitais da planta, da germinação até a frutifi cação. O manejo varia de acordo com a cultura. No caso das alfaces, a americana apresenta melhores resultados com sombreado nas horas mais quentes do dia. Além dastelas sombreadas, o produtor pode usar cortinas laterais móveis, que possibilitam o aquecimento e o resfriamento do ambiente. Já em relação à temperatura do solo, a prática mais simples para a manutenção da temperatura é a irrigação. Adubação — o manejo incorreto da adubação é uma das principais causas apontada por agrônomos para a baixa produtividade em cultivo protegido anos após a implantação. A carência ou o excesso de nutrientes promove um desequilíbrio nutricional. 9Fotossíntese Acesse o link a seguir para ler o texto “Mecanismos de ação de herbicidas”, de Ferreira et al. https://goo.gl/DjtZ6r Fotossíntese — processo fotoquímico que consiste na produção de energia pela luz solar e pela fixação de carbono proveniente da atmosfera. Fase clara — refere-se a reações na presença de luz que acontecem nas lamelas dos tilacoides do cloroplasto. Fase escura —ocorre o ciclo das pentoses, na ausência e na presença de luz, no estroma do cloroplasto. H 2 O e CO 2 — substâncias necessárias para a realização da fotossíntese. Fatores que influenciam a fotossíntese: Luz — a influência da luz pode ser analisada de acordo com a sua intensidade, duração e qualidade. Temperatura — o principal efeito da temperatura sobre a fotossíntese é observado pelo aumento expressivo da área folhar (crescimento), quando a temperatura aumenta de 20°C para 30°C. Isso se reflete em maior área para a realização da fotossíntese, influenciando diretamente na produção vegetal. Água — o déficit hídrico provoca diminuição da fotossíntese, principalmente pelo fato de os estômatos se fecharem e a entrada de CO 2 ser impedida. Gás carbônico — as plantas retiram do ar atmosférico o CO 2 que utilizam na fotossíntese. Nutrientes — a correta nutrição da planta tem relação direta com a taxa fotossintética. Oxigênio — o O 2 desempenha um efeito inibidor da fotossíntese em algumas espécies de plantas em virtude do aumento da taxa de fotorrespiração. Idade das folhas — a plena capacidade da folha em realizar fotossíntese se dá quando ela atinge o máximo de sua expansão, ou seja, até sua maturidade. Arquitetura das folhas — diz respeito à sua disposição e ao seu ângulo de inclinação em relação ao solo. Índice de área folhar — relação entre a área folhar verde da planta e determinada área de solo. Poda da planta frutífera — também interfere na fotossíntese, pela disposição dos ramos e das folhas na planta. Fotossíntese10 KHAN ACADEMY. Luz: ondas eletromagnéticas, espectro eletromagnético e fótons. 2019. Disponível em: https://pt.khanacademy.org/science/physics/light-waves/introduction- -to-light-waves/a/light-and-the-electromagnetic-spectrum. Acesso em: 25 mar. 2019. LACERDA, C. F.; ENÉAS FILHO, J.; PINHEIRO, C. B. Fisiologia vegetal [apostila]. Fortaleza, 2007. Disponível em: http://www.fisiologiavegetal.ufc.br/apostila.htm. Acesso em: 25 mar. 2019. PES, L. Z.; ARENHARDT, M. H. Fisiologia vegetal. Santa Maria, RS: Colégio Politécnico UFSM, 2015. Disponível em: http://estudio01.proj.ufsm.br/cadernos_fruticultura/ter- ceira_etapa/arte_fisiologia_vegetal.pdf. Acesso em: 25 mar. 2019. Leituras recomendadas DALAZEN, G. Mecanismo de ação dos herbicidas. São Paulo: Arysta, 2019. Disponível em: http://www.manejoderesistencia.com.br/uploads/ebooks/1491589671_EBOOK_ ARYSTA__MECANISMOS_DE_A__O_DOS_HERBICIDAS.pdf. Acesso em: 25 mar. 2019. MESQUITA, H. C. Uso de herbicidas. 2019. Disponível em: https://docente.ifrn.edu.br/ helidamesquita/disciplinas/defesa-sanitaria-vegetal/aula-04-uso-de-herbicidas. Acesso em: 25 mar. 2019. TAIZ, L. et al. Fisiologia e desenvolvimento vegetal. 6. ed. Porto Alegre: Artmed, 2017. 11Fotossíntese