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Descrição de lesão 1 ☠ Descrição de lesão Created CCR PATOLOGIA ESPECIAL DESCRIÇÃO E INTERPRETAÇÃO DAS ALTERAÇÕES MACROSCÓPICAS TÉCNICAS DE DESCRIÇÃO MACROSCÓPICA Descrição macroscópica = um relato objetivo das lesões em um ou mais tecidos Diagnóstico macroscópico/morfológico = um breve resumo do órgão e do processo patológico que está ocorrendo nele Qual a patologia; ex: edema pulmonar Só há insuficiência hepática quando mais de 70% do fígado estiver comprometido @May 30, 2022 1:38 PM Descrição de lesão 2 ASPECTOS A DESCREVER EM UMA LESÃO Distribuição FOCAL = apenas uma lesão MULTIFOCAL = de várias a muitas lesões separadas por tecido normal MULTIFOCAL A COALESCENTE = multifocais se juntam e formam lesões maiores MILIAR = semelhantes a sementes de painço DIFUSA = tudo no campo parece afetado SIMÉTRICA = ? FOCALMENTE EXTENSA = um único local, mas com uma grande extensão, não caracterizando ainda difusa Cor Ex: vesícula urinária com conteúdo vermelho escuro ⇒ pode ser hematúria, pode ser hemoglobinúria, pode ser mioglobinúria → acúmulo de mioglobina na vesícula biliar Hemoglobinúria é oriundo da lise de hemácias Mioglobina é a base de eritrócitos - lesão muscular → necrose muscular Descrição de lesão 3 Vermelho Hemorragias X Congestão Pigmento (Hemoglobina/Mioglob) Amarelo Inflamação, bilirrubina, gordura Branco Cicatriz, necrose, neoplasia Preto Antracose, melanose, pseudomelanose Forma SALIENTE OU ELEVADA = geralmente algo foi adicionado Líquido (edema e hemorragia) Crescimento celular normal (hiperplasia) Crescimento celular anormal (neoplasia) DEPRIMIDA = algo foi retirado do tecido Formas geométricas bem demarcadas Triangular: vascular (infarto renal) Circular: micótica, cística Tamanho Maior que o normal Menor que o normal Consistência Líquida = edema, sangue Macia = rica em líquido/pobre em células ou estroma Firme = pobre em líquido/rico em células ou estroma Dura = cartilagem e osso Textura Descrição de lesão 4 Aspectos especiais Odor fétido = putrefação Odor amoníaco = uremia Som = crepitante (ar-enfisema) TIPOS DE INFLAMAÇÃO SEROSA Exsudação de soro sanguíneo Inicio de uma reação inflamatória AGUDA Macro: Fluido aquoso ocupando cavidades do corpo ou espaços de tecidos Micro: precipitado homogêneo que se cora em rosa CATARRAL OU MUCOSO Limitadas a mucosas Macro: conteúdo esbranquiçado e viscoso Micro: filamentos azulados ou acinzentados aderidos à membrana mucosa PURULENTA/SUPURATIVA Grandes quantidades de pus Causas: bactérias piogênicas Macro: consistência cremosa, podendo ser desde aquoso até sólido Micro: ? GRANULOMATOSA Monócitos e macrófagos Fungos, bacilos da tuberculose, partículas inertes Desenvolvem-se mais lentamente que lesões purulentas FIBRINOSA Exsudato fibrinoso Principalmente nas membranas mucosas e serosas Macro: filamentos esbranquiçados/amarelados aderidos a superfície subjacente Variações: fibrinopurulenta , fibrinonecrótica Descrição de lesão 5 Inflamação fibrinosa significa que o agente etiológico é altamente patogênico, causando alteração de permeabilidade com extravasamento de fibrina COMO FORMULAR UM DIAGNÓSTICO MACROSCÓPICO/morfológico Diagnóstico macroscópico/morfológico = 1. pulmão; 2. edema; 3. difuso; 4. acentuado; 5. aguda; → inflamação, neoplasia Diagnóstico morfológico: Resumo da lesão sem especificar a causa Órgão afetado Tipo de lesão Distribuição da lesão Severidade da lesão (leve, moderada ou acentuada) Idade da lesão (aguda, subaguda, crônica) Formular diagnóstico Diagnóstico morfológico Diagnóstico etiológico Etiologia (agente específico) Descrição de lesão 6