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SP 1.2 – “Voltando das férias...” 
Rebecca Castro e Vitória Freiberger 1 
 
Tutoria 
 
 
 
FASES DE CONTROLE NEURAL E HORMONAL: 
• Fase cefálica: 
Conceito: estímulos olfatórios, visuais e pensamentos 
sobre consumo de comida, que causam aumento do 
fluxo parassimpático excitatório neural para todo o 
trato gastrointestinal 
 
Esse fluxo parassimpático causa um aumento das 
secreções salivares, de ácido gástrico, enzimático e 
pancreático – as respostas aos estímulos prévios 
melhoram a capacidade do TGI de receber e digerir o 
alimento que virá. 
 
Digestão mecânica e química na boca: quando o 
alimento chega na boca, se encontra com a saliva que 
possui as funções de amolecer e lubrificar o alimento 
tornando-o mais fácil de deglutir. 
 
Possui amilase salivar (ptialina) e lipase lingual, função 
gustativa e função de defesa, pois possui a lisozima, 
que possui ação bacteriana e imunoglobulinas 
incapacitando bactérias e vírus. 
 
A digestão mecânica ocorre pelos dentes, língua e 
lábios – esses estímulos mecânicos e químicos 
(gustação), causam resposta parassimpática, pela 
presença do alimento na boca. 
 
Controle neural: a regulação da secreção salivar é 
exclusivamente neural – é estimulada tanto pela 
divisão simpática como pela parassimpática do SNA, 
porém o controle fisiológico primário das glândulas é 
feito pelo sistema parassimpático. 
 
Deglutição: o reflexo da deglutição inicia-se 
voluntariamente e depende dos receptores de 
estiramento na abertura da faringe. Impulsos desses 
receptores são recebidos por uma área no bulbo 
denominada centro da deglutição. 
 
A deglutição tem início quando se empurra a língua 
contra o palato duro, movendo o bolo alimentar em 
direção à faringe – dessa forma, receptores mecânicos 
são ativados e começa o reflexo da deglutição. 
1. língua empurra o bolo alimentar contra o 
palato duro e a parte posterior da boca, 
gerando o reflexo de deglutição (nervo 
glossofaríngeo - IX- comunicando-se com o 
bulbo). 
2. palato mole se eleva fechando a nasofaringe e 
o esfíncter esofágico superior se encontra 
contraído. 
3. respiração é inibida para a passagem do bolo 
alimentar, epiglote se dobra para baixo e o 
esfíncter esofágico superior relaxa. 
4. o bolo alimentar é transportado até o 
estômago pelos movimentos peristálticos e 
gravidade. 
 
 
• Fase gástrica 
Controle neural: estímulos mecânicos (distensão da 
parede) e químicos regulam a função motora gástrica 
por meio de vias neurais através dos reflexos 
vagovagais. 
 
A distensão da parede gástrica resulta na inibição da 
musculatura lisa na porção proximal do estômago e o 
subsequente reflexo de acomodação - entrada e o 
armazenamento do alimento com aumento da pressão 
intragástrica. 
 
A frequência das contrações fásicas do antro é 
determinada pelo marcapasso gástrico (células 
intersticiais de Cajal); no entanto a amplitude das 
contrações é regulada pela liberação de 
neurotransmissores pelos neurônios entéricos 
(reflexos), substância P e acetilcolina, que aumentam a 
despolarização da musculatura lisa. 
 
A maior força das contrações antrais durante a fase 
gástrica tentará empurrar o conteúdo gástrico em 
direção ao piloro, sendo que este passa mais tempo 
contraído e impede a saída do conteúdo, o que resulta 
na sua mistura e posterior liberação. 
SISTEMA NERVOSO ENTÉRICO 
SP 1.2 – “Voltando das férias...” 
Rebecca Castro e Vitória Freiberger 2 
 
Digestão: no estômago, a amilase é desnaturada 
devido ao pH ácido – há secreção de ácido clorídrico 
pelas células parietais, o que ativa enzimas 
importantes e elimina bactérias. 
 
O pepsinogênio é convertido em pepsina em pH ácido, 
iniciando a digestão das proteínas no bolo alimentar 
em peptídeos – nesse estágio, o peristaltismo é ativado 
pelo SNA. 
 
 
• Fase intestinal: 
Passagem do quimo em frações controladas para o 
intestino delgado. O quimo (bolo alimentar ácido) 
passa para o duodeno. 
 
As células S presentes liberam secretina, um hormônio 
que atua no pâncreas para liberar bicarbonato e 
neutralizar a acidez do quimo proveniente do 
estômago. 
Na segunda porção do duodeno, substâncias biliares e 
pancreáticas contribuem para a digestão. 
 
A bile realiza a digestão dos lipídios por emulsificação, 
enquanto o pâncreas libera enzimas no suco 
pancreático para atuar em carboidratos, lipídios e 
proteínas – a secreção da bile é controlada 
principalmente pelo hormônio colecistoquinina (CCK), 
que é liberado em resposta à presença de alimentos no 
intestino delgado, especialmente quando alimentos 
ricos em gordura são detectados. 
 
A motilidade intestinal é estimulada pela inervação 
parassimpática, CCK (colecistoquinina) e pela gastrina 
– a absorção dos nutrientes ocorre nas vilosidades 
enquanto a secreção de fluidos e hormônios ocorre nas 
criptas. 
 
A maioria dos nutrientes absorvidos vai para os 
capilares sanguíneos conectados com o intestino 
enquanto as gorduras geralmente são transportadas 
pelo sistema linfático 
 
O sangue drenado do TGI vai para o fígado pelo sistema 
porta-hepático para ser filtrado pelos hepatócitos, que 
possuem isoenzimas e citocromo p450 que 
metabolizam os fármacos e os xenobióticos antes 
desses alcançarem a circulação sistêmica. 
 
Hormônios importantes: 
 
• Gastrina (secretada pelas células G) – em resposta da 
ingestão ou extensão do estômago, estimulando a 
secreção gástrica de ácido e o crescimento da mucosa 
gástrica. 
 
• CCK (secretada pelas células I) – em resposta aos 
produtos da digestão de gordura, ácidos graxos e 
monoglicerídeos, contrai vesícula biliar, expelindo bile 
para o intestino delgado e inibe a contração do 
estômago e também inibe o apetite. 
 
• Secretina (secretada pelas células S) - em resposta ao 
conteúdo gástrico ácido que é transferido do estômago 
ao duodeno pelo piloro, tem pequeno efeito na 
motilidade do trato gastrointestinal e promove a 
secreção pancreática de bicarbonato. 
 
Intestino grosso: reabsorve fluidos remanescentes e 
armazena produtos da digestão para posterior 
eliminação. 
 
O quimo entra para o intestino grosso através do óstio 
ileal (válvula ileocecal), região entre o íleo e o ceco. A 
papila ileal relaxa a cada onda peristáltica; no final do 
íleo apenas 1,5L de quimo não foi absorvido, o colo faz 
a maior parte da absorção, mais ou menos 0,1L de água 
é perdido com as fezes. 
 
Quando o quimo entra no colo, ele é misturado pelas 
contrações segmentares, e empurrado para a frente 
por uma onda de contração que diminui o diâmetro do 
colo e faz uma movimentação de massa – ela é 
responsável pela distensão súbita do reto, 
desencadeando a defecação. 
 
Reflexo da defecação: é desencadeado pelo 
movimento do material fecal para o reto que costuma 
estar vazio, a musculatura do esfíncter interno 
(involuntário) do ânus relaxa e as contrações 
peristálticas do reto empurram o bolo fecal ao ânus – 
em uma resposta voluntária, o esfíncter externo 
(voluntário) do ânus é relaxado e ocorre a defecação. 
 
 
SP 1.2 – “Voltando das férias...” 
Rebecca Castro e Vitória Freiberger 3 
 
A flora bacteriana do intestino grosso produz vitamina 
K e auxilia na degradação de carboidratos complexos e 
proteínas por meio da fermentação, gerando resíduos 
como o lactato e os ácidos graxos de cadeia curta que 
podem ser absorvidos por difusão simples. 
 
 
 
 
 
 
Carboidratos: a quebra dos carboidratos inicia-se na 
boca pela ação da amilase salivar – temos a quebra dos 
dissacarídeos maltose, sacarose e lactose em 
monossacarídeos, substâncias com capacidade de 
serem absorvidas pelo TGI, como a glicose, galactose e 
frutose. 
• Absorção de glicose no lúmen do intestino: 
entra com o Na pelo transportador SGLT e sai 
com o transportador GLUT2. 
• Absorção de frutose no lúmen intestinal: entra 
pelo transportador GLUT5 e saí da célula pelo 
GLUT2. 
 
Gorduras: devido a natureza aquosa do intestino, há 
uma emulsificação das gorduras por parte dos sais 
biliares formando micelas (formadas por ácidos graxos,mono e diacilgliceróis, colesterol e fosfolipídeos) – a 
lipase e a colipase secretadas pelo pâncreas quebram 
os triacilgliceróis. 
• Absorção: os monoacilgliceróis e os ácidos 
graxos entram na célula por difusão assim 
como o colesterol, estes se combinam dentro 
das células formando quilomícrons que 
alcançam a corrente sanguíneas 
 
Proteínas: são cadeias de aminoácidos que são 
quebradas pela pepsina no estômago e pela 
quimotripsina e tripsina no intestino delgado – as 
exopeptidases quebram essas cadeias proteicas 
menores em aminoácidos que podem ser absorvidos 
pelas células. 
• Os aminoácidos são absorvidos livres pelas 
células, pode haver a absorção de di ou 
tripeptídeos, isso ocorre com o transportador 
células PepT1. 
 
 
	
Sistema parassimpático e TG: 
Ele é excitatório, aumenta a motilidade, as secreções e 
o fluxo sanguíneo no SGI. 
 
Possui o nervo vago e nervo pélvico. 
• 75% fibras aferentes 
• 25% fibras eferentes (longas) e emergem da 
região crânio sacral 
• Fazem sinapse com plexos intramurais SNE 
(submucoso e mioentérico) 
• Fibras colinérgicas (acetilcolina) 
 
Sistema simpático e TG: 
Ele causa diminuição da motilidade, das secreções e do 
fluxo sanguíneo do SGI. 
 
Fibras eferentes (50%) são curtas e emergem da 
medula tóraco-lombar. 
 
Atravessam a cadeia ganglionar paravertebral e lançam 
fibras pós-sinápticas. 
• Neurotransmissor: noradrenalina 
 
Sistema nervoso entérico e TG: 
É o sistema nervoso próprio do TG. Fica localizado na 
parede intestinal do esôfago ao ânus. Tem importância 
para o controle de secreção e movimentos intestinais. 
 
Composto por dois plexos: 
• Plexo miontérico: controla quase todos os 
movimentos do TG – localizado na camada 
muscular da mucosa (longitudinal e circular). 
• Plexo submucoso: controla secreção 
gastrointestinal e fluxo sanguíneo local – 
localizado na submucosa. 
 
Reflexos curtos integrados no SNE: são os reflexos que 
são iniciados, integrados e finalizados inteiramente no 
TGI, sem a participação de sinais externos. Assim, os 
plexos nervosos entéricos da parede intestinal atuam 
como “pequenos cérebros” ao permitir que neurônios 
sensoriais recebam sinais do lúmen, integrem a 
informação no SNE e iniciem a resposta, como o 
estímulo secretor (pelo plexo submucoso) e de 
motilidade (pelo plexo mioentérico). 
 
Reflexos longos são integrados no SNC: são os reflexos 
que são iniciados pela estimulação de dentro ou de 
fora do TGI e envolvem o SNC e nervos vegetativos 
extrínsecos. Nesse caso, os músculos lisos e as 
DIGESTÃO DE DIFERENTES TIPOS DE 
MACROMOLÉCULAS 
SISTEMA NERVOSO E TG 
SP 1.2 – “Voltando das férias...” 
Rebecca Castro e Vitória Freiberger 4 
 
glândulas do TGI estão sob controle autonômico, sendo 
a divisão parassimpática excitatória e a simpática 
inibitória das funções gastrointestinais. Reflexos 
cefálicos são reflexos longos originados 
completamente fora do sistema digestório, tendo o 
encéfalo como origem e envolvem reflexos 
antecipatórios e emocionais (fase cefálica) – além 
disso, as respostas emocionais, podem repercutir no 
TGI. 
 
Neurotransmissores neurônios entéricos: 
• Acetilcolina (excita atividade gastrointestinal) 
• Norepinefrina (quase sempre inibe atividade 
gastrointestinal, e a Epinefrina também) 
• Serotonina (Muito relacionado com motilidade) 
• Dopamina, e outros. 
 
 
 
 
 
Faz a motilidade, transportam o alimento por todo o 
TGI, mistura e quebra-o mecanicamente para 
maximizar a absorção dos nutrientes com o aumento 
da área de contato. 
 
O musculo liso é caracterizado por feixes ou folhetos 
de células fusiformes alongadas com extremidades 
afiladas, curtas, alongadas, com núcleo central e único, 
sendo encontrados nas paredes das vísceras. Elas se 
contraem juntas, já que são ligadas por muitas junções 
comunicantes, das quais os íons fluem livremente de 
uma célula para outra, de forma que os potenciais de 
ação, ou o simples fluxo de íons, podem passar de uma 
fibra para a seguinte e fazer com que se contraiam em 
conjunto. 
 
A sua contração se dá por despolarização e 
repolarização, denominados de potenciais de ondas 
lentas, originadas nas células inters:ciais de cajal 
(envolvido na transmissão da informação dos 
neurônios do SNE para a musculatura lisa), localizadas 
entre as camadas de músculos e plexos nervosos. As 
ondas lentas não necessariamente a:ngem o limiar a 
cada ciclo a contração muscular apenas acontece se a 
onda for supralimiar. 
 
Os músculos circulares contraem o segmento apical a 
um bolo de alimento – empurra o bolo para a frente 
até um segmento receptor – músculos circulares estão 
relaxados – segmento receptor contrai – continua o 
movimento para a frente. 
 
 
 
Tipos de contração: 
• Contrações tônicas: mantidas por minutos ou 
horas em alguns esfíncteres de músculo liso na 
porção apical do estômago 	
• Contrações fáceis: ciclos de contração e 
relaxamento mantidos por alguns segundos 
apenas, ocorre na região distal do estômago e 
no intestino delgado 	
• Complexo motor migratório: ocorre entre as 
refeições com o TGI vazio, esse varre os restos 
de bolo alimentar e bactérias para o intestino 
grosso. 	
• Peristaltismo: ondas progressivas de contração 
muscular que empurram o bolo alimentar de 
uma seção para a outra no TGI 	
• Contrações segmentares: servem para agitar o 
conteúdo intestinal e mantê-lo em contato 
constante com o epitélio absortivo. O músculo 
circular contrai enquanto o longitudinal relaxa, 
se alternando constantemente. 	
	
Ruídos intestinais: são sons normais dos intestinos que 
se apresentam como borbulhamentos e cliques, 
ocorrendo pela presença de ar que se movimenta nas 
alças intestinais por intermédio dos movimentos 
peristálticos. 
 
 
 
 
 
MUSCULATURA LISA E TG 
SP 1.2 – “Voltando das férias...” 
Rebecca Castro e Vitória Freiberger 5 
 
 
	
 
O equilíbrio hidroeletrolítico se refere manutenção de 
um correto estado de hidratação e abastecimento de 
minerais. Um defeito em um desses dois componentes 
pode causar efeitos prejudiciais ao corpo. Ele vai ser 
determinado pela quantidade de água e íons ingeridos 
e excretados pelo nosso corpo. 
 
O sistema digestório atuará nesse sistema de equilíbrio 
através absorção de água e eletrólitos. 
 
 
 
A absorção de água pelo sistema digestório envolve a 
osmolaridade e a difusão facilitada. E é absorvida no 
intestino delgado e uma parte (0,5 L) no cólon. 
 
Processo de absorção no intestino delgado: 
Quando os nutrientes e os eletrólitos são absorvidos 
pelas células do revestimento intestinal, eles criam 
uma diferença de concentração (gradiente osmótico) 
entre o interior das células e a luz intestinal. Essa 
diferença de concentração faz com que a água flua das 
áreas de menor concentração (intestino) para as áreas 
de maior concentração (células intestinais), passando 
pelas membranas celulares, sendo absorvida junto 
com os eletrólitos. 
• Ingestão excessiva de água (osmolaridade do 
LEC diminui): a água move-se para o interior 
das células e elas incham. 	
• Ingestão de sal (osmolaridade do LEC 
aumenta): a água se move para fora das células 
e elas encolhem. 	
	
Esse líquido precisa ser absorvido pelo epitélio 
intestinal que possui canais e proteínas para o 
transporte de solutos e água, se isso não ocorrer o 
corpo irá se encontrar extremamente desidratado. 
 
 
 
 
É o movimento rápido do material fecal pelo intestino 
grosso. Ela ocorre quando há desequilíbrio entre 
absorção e secreção de fluidos pelo intestino devido a 
uma enterotoxina ou lesão que acarrete uma 
diminuição da absorção, mediada por agressão direta 
por microorganismos ou citotoxina. 
 
Diarreias agudas tem a duração de menos de 2 
semanas, geralmente são causadas por gastroenterites 
virais. quando possuir duração maior que duas 
semanas é classificada como persistente e se passar de 
4 semanas é chamada de diarreia crônica e geralmente 
estão associadas com parasitoses não tratadas. 
 
Tiposde diarreia: 
• Osmótica: presença de solutos osmoticamente 
ativos que não absorvíveis pelo intestino, o que 
causa um acúmulo de líquidos e diarreia. 
Exemplos: lactulose, manitol, induzida por 
magnésio, disabsorção de carboidratos e uso de 
antibióticos. 
• Secretória: geralmente causado por toxina, 
drogas ou patologia intestinal e ocorre com um 
distúrbio do transporte hidroeletrolítico (ex: 
cólera e salmonela).	
• Inflamatória: alteração na absorção da mucosa 
por alteração inflamatória, que lesiona e leva a 
morte dos enterócitos, e não consegue absorver 
ou transportar açúcares, aminoácidos ou 
eletrólitos, ocorre a diarreia. (ex: Colites, 
tuberculose, doença inflamatória intestinal). 	
• Esteatorreia: desabsorção secundária de lipídios, 
má absorção ou digestão (ex: insuficiência 
exócrina do pâncreas) 	
• Psicogênica: quando vem junto de período de 
tensão nervosa. Tem estimulação do sistema 
nervoso parassimpático com a libração de 
adrenalina (estresse) que excita a motilidade e 
excesso de secreção de muco. 	
 
 
É um reflexo protetor do TGI onde ocorre a expulsão 
forçada do conteúdo gástrico e duodenal pela boca, 
para impedir que elementos tóxicos sejam absorvidos. 
É coordenado pelo centro de vômito no bulbo que 
recebe estímulo através do nervo vago e vias aferentes 
e surge após algum estímulo sensorial, como equilíbrio 
perturbado, substância química no sangue ou pela 
estimulação da parede posterior da faringe, podendo 
ser acompanhado de náusea ou não. O vômito 
excessivo pode gerar alcalose metabólica. 
Os estímulos psíquicos, podem estimulá-lo (libera 
adrenalina e cortisol, fazendo com que o corpo 
produza ácido do suco gástrico em excesso, alta acidez 
deixa todo o sistema digestivo irritado – tóxico – 
vômito). 
Sinais aferentes do centro do vômito promovem uma 
onda peristáltica retrógrada par:ndo do intestino que 
combinado com contrações abdominais que geram um 
aumento da pressão intra-abdominal, fazendo com 
que o conteúdo gástrico volte pela cavidade oral. 
TG E O CONTROLE HIDROELETROLÍTICO/ 
ÁCIDO BÁSICO 
DIARREIA 
VÔMITO (EMESE) 
SP 1.2 – “Voltando das férias...” 
Rebecca Castro e Vitória Freiberger 6 
 
ATO: (1) respiração profunda; (2) elevação do osso 
hióide e da laringe para a abertura do espncter 
esofágico superior; (3) fechamento da glote para 
impedir o fluxo de vômito para os pulmões; (4) 
elevação do palato mole para fechar as narinas 
posteriores. (5) forte contração do diafragma e 
contração simultânea dos músculos da parede 
abdominal, comprimindo o estômago entre o 
diafragma e os músculos abdominais, elevando a 
pressão intragástrica. 
 
 
 
 
As fibras solúveis (forma gel), estão relacionadas com a 
prevenção e controle da diarreia por serem altamente 
fermentáveis pelas bactérias anaeróbicas, formando 
maior quantidade de ácidos graxos de cadeia curta 
(AGCC). Esses AGCC são essenciais para fornecer 
energia às células do cólon, regular as funções do 
intestino, promover a absorção de água e eletrólitos 
(como sódio), diminuir o crescimento de bactérias 
patogênicas intestinais e, consequentemente, 
contribuir para a melhora da diarreia. Exemplos desses 
tipos de fibras são: goma guar parcialmente hidrolisada 
e frutooligossacarídeos (FOS). 
 
As fibras insolúveis (não forma gel) têm como principal 
benefício melhorar o trânsito intestinal e combater a 
prisão de ventre, pois elas aumentam o volume das 
fezes e estimulam os movimentos peristálticos, 
fazendo com que a comida passe mais rapidamente e 
com maior facilidade pelo intestino. 
 
Ao contrário das fibras solúveis, as insolúveis não 
absorvem água, e passam pelo estômago sem sofrer 
alterações. Elas estão presentes principalmente em 
alimentos como farelo de trigo, arroz integral, feijão e 
cereais matinais integrais. 
 
 
 
Usado no tratamento de úlceras gástricas, duodenais, 
esofagite de refluxo, síndromes e outros. 
Ele é um antiácido que suprime a secreção do acido 
gástrico que possui HCL por meio da sua ligação à 
enzima ATPase trocadora de H+/K+ (bomba de 
prótons) nas células parietais gástricas promovendo a 
supressão da secreção de ácido tanto basal quanto 
estimulada. 
As principais contraindicações são pessoas com 
hipersensibilidade, gestantes e lactantes pois podem 
ter os efeitos colaterais de náuseas, dores abdominais 
e diarreia. 
TBL 
 
 
 
 
SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO: 
Parte do SN responsável pelas atividades autonômicas 
(involuntárias) e que controla a maioria das funções 
viscerais 
• Pressão arterial 
• Frequência respiratória 
• Motilidade e secreção gastrointestinal 
• Esvaziamento da bexiga… 
 
Parte somática (voluntária): relaciona o ser com o 
meio externo. As alterações do ambiente estimulam a 
parte somática do sistema nervoso, que por uma 
cadeia de neurônios leva as informações até centros 
superiores (via aferente). Após o processamento das 
informações, os centros superiores influenciam órgãos 
alvos (os músculos estriados esqueléticos – via 
eferente). 
DIGESTÃO DE DIFERENTES TIPOS 
DE ALIMENTOS 
MECANISMO DE AÇÃO – OMEPRAZOL 
VIAS AUTONÔMICAS: DIVISÃO DO 
SISTEMA NERVOSO (SNA) 
SP 1.2 – “Voltando das férias...” 
Rebecca Castro e Vitória Freiberger 7 
 
Parte visceral (involuntária): informações 
provenientes das vísceras são transmitidas aos centros 
superiores (via aferente). Após o processamento das 
informações estímulos eferentes são levados para os 
músculos lisos, músculo estriado cardíaco ou glândulas 
(via eferente). 
SNA SIMPÁTICO: 
Modula atividades de órgãos e tecidos em situações 
de estresse, gerando respostas que visam manter a 
integridade dos diferentes sistemas. 
 
Temos a capacidade de 
promover a liberação de 
adrenalina a partir das glândulas 
adrenais, também conhecidas 
como glândulas suprarrenais, e 
isso acontece mediante a 
atividade dessas células por 
neurônios pré-ganglionares 
simpáticos. 
As fibras nervosas se originam 
na medula espinhal junto com os nervos espinhais 
entre os segmentos T1 e L2, projetando-se para a 
cadeia simpática e daí para os tecidos e órgãos. 
• Estresse → SN → SNA → resposta de luta/fuga 
• Pré curto e pós longo (+ próximo do tecido alvo) 
 
• Pré-ganglionar: acetilcolina 
• Pós-ganglionar: noradrenalina 
 
 
Possui uma grande variedade de receptores 
adrenérgicos alfa e beta. Essa variedade faz com que 
a adrenalina e noradrenalina produzam efeitos 
diferentes em diferentes órgãos efetores: 
Receptor alfa: possui dois tipos, alfa 1 e 2. Possuem 
grande afinidade com a noradrenalina e pouca com a 
adrenalina. 
Receptor beta: possui 3 tipos diferentes de afinidade, 
beta 1, 2 e 3. 
• Beta 1: afinidade maior com adrenalina e 
noradrenalina. 
• Beta 2: afinidade maior com adrenalina. 	
• Beta 3: afinidade maior com noradrenalina. 	
 
SNA PARASSIMPÁTICO: 
Modula as atividades dos 
diferentes órgãos e tecidos 
em situações de repouso. 
 
As fibras nervosas 
parassimpáticas deixam o 
SNC: 
- Tronco encefálico (nervos 
cranianos): destaque para o 
nervo vago 
- Região sacral (nervos 
espinais): sacrais 
 
• Pré-ganglionar: noradrenalina 
• Pós-ganglionar: acetilcolina 
 
 
 
 
DIFERENÇA SNC E SNA: 
• SNC - 1 neurônio motor (vai chegar direto no tecido 
alvo) 
• SNA - 2 neurônios motores (tem neurônio pré 
ganglionar + pós ganglionar) 
 
QUESTÕES CORRIGIDAS: 
1) Analise as afirmações abaixo sobre o Sistema 
Nervoso autônomo: 
I - O hipotálamo é o responsável pela homeostase e os 
neurônios desta região modulam a atividade dos 
neurônios pré-ganglionares simpáticos e 
parassimpáticos. 
II - Os neurônios do sistema nervoso simpático 
SP 1.2 – “Voltando das férias...” 
Rebecca Castro e Vitória Freiberger 8 
 
modulam as funções viscerais durante as situações de 
estresse. 
É correto o que se afirma em: 
a) Apenas em I 
b) Apenas em II 
c) Nas duas afirmações 
d) Em nenhuma afirmação 
 
2) Analise as afirmações abaixo sobre a organização 
do Sistema Nervoso Autônomo: 
I - Os axônios dos neurônios pré-ganglionares 
simpáticosdeixam o Sistema Nervoso Central pelos 
níveis torácicos e lombares da medula espinal. 
II - Os axônios dos neurônios pré-ganglionares 
parassimpáticos deixam o Sistema Nervoso Central 
apenas pelos níveis sacrais da medula espinal. (região 
sacral e tronco encefálico – crânio sacral) 
É correto o que se afirma em: 
a) Apenas em I 
b) Apenas em II 
c) Nas duas afirmações 
d) Em nenhuma afirmação 
 
3) Analise as afirmações abaixo: 
I - O neurônio pré-ganglionar simpático libera 
noradrenalina no gânglio simpático. (PRÉ - 
ACETILCOLINA; PÓS - NORADRENALINA) 
II - A cadeia de gânglios simpáticos está localizada 
próximo à medula espinal. 
III - O neurônio pós-ganglionar parassimpático libera 
acetilcolina nos tecidos alvos. 
É correto o que se afirma em: 
a) I e II 
b) II e III 
c) I e III 
d) I, II e III 
 
4) Analise as afirmações abaixo e assinale a 
alternativa correta: 
I - O Sistema nervoso simpático consiste em um 
conjunto dos neurônios que modulam as atividades 
dos diferentes órgãos e tecidos mediante as situações 
de repouso. (ESTRESSE) 
II - As vertentes simpática e parassimpática do SNA 
trabalham por controle antagonista em todos os 
alvos. (exceção para as glândulas sudoríparas e o 
músculo liso dos vasos) 
a) As duas afirmações são corretas. 
b) Apenas a afirmação I é correta. 
c) Apenas a afirmação II é correta. 
d) As duas afirmações são incorretas. 
 
CASO DE APLICAÇÃO: 
Um adolescente passeava livremente em um parque 
quando se deparou com uma serpente. 
Imediatamente a frequência cardíaca e frequência 
respiratória do jovem se elevou. 
Como é possível explicar esta alteração repentina de 
controle parassimpático para controle simpático, 
além da liberação de 
adrenalina pelos neurônios pós-ganglionares 
simpáticos? 
R= Natureza especial das terminações nervosas 
simpáticas na medula adrenal. 
 
 
LIBERAÇÃO DE ADRENALINA NA CORRENTE 
SANGUÍNEA, GERANDO EFEITO 
SISTÊMICO AMPLIFICADO 
COM aumento da FC, FR e resposta de fuga 
 
 
Laboratório Morfofuncional 
 
SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO: 
A homeostase é um equilíbrio dinâmico entre as 
subdivisões autonômicas 
• descanso/sugestão = parassimpático ↑ 
• luta/fuga = simpática ↑ 
 
 
 
 
SISTEMA NERVOSO ENTÉRICO 
SP 1.2 – “Voltando das férias...” 
Rebecca Castro e Vitória Freiberger 9 
 
 
 
 
 
Estruturas simpático e parassimpático: 
 
 
MEDULA ESPINAL: 
Componentes do nervo espinal: 
 
• Tronco simpático 
• Gânglios para-
vertebrais e pré-
vertebrais 
(celíacos 
aorticosrrenais, 
mesentéricos 
superiores e 
inferiores) 
 (tronco + gânglio 
= cadeia) 
• Ramos 
comunicantes 
branco e cinzento 
• Nervos 
esplâncnicos (nervos relativos às vísceras) 
• NERVO VAGO 
 
INERVAÇÃO SOMÁTICA E VISCERAL: 
 
 
PLEXOS ABDOMINAIS E OS NERVOS 
ESPLÂNCNICOS (vão para as vísceras) 
 
 
 
SP 1.2 – “Voltando das férias...” 
Rebecca Castro e Vitória Freiberger 10 
 
 
 
INERVAÇÃO SOMÁTICA E VISCERAL: 
 
 
GÂNGLIOS SIMPÁTICOS: 
 
 
TRAJETO DAS FIBRAS MOTORAS SIMPÁTICAS: 
 
 
 
 
SISTEMA NERVOSO ENTÉRICO: 
Plexos submucosos e mioentéricos fazem parte do 
conjunto de neurônios do trato gastrointestinal, que se 
estendem desde o esôfago até o intestino, se 
organizando em dois plexos: 
 
1. Plexo submucoso: 
• Encontrado na submucosa; 
• Seus neurônios motores comandam as células 
secretoras do epitélio da túnica mucosa; 
• Estimulam o processo de secreção na mucosa da 
parede do trato gastrointestinal. 
 
2. Plexo mioentérico: 
• Localizado entre as fibras circulares e 
longitudinais; 
• Seus neurônios motores comandam as camadas 
musculares lisas longitudinais e circulares da 
túnica muscular; 
SP 1.2 – “Voltando das férias...” 
Rebecca Castro e Vitória Freiberger 11 
 
• Garantem que as células possam fazer processos 
de frequência e força de contração, promovendo 
a motilidade. 
 
 
Tanto o SN simpático quanto o parassimpático 
conseguem modular a atividade do sistema digestório 
por meio desses plexos. 
 
• Parassimpático: induzirá a atividade digestiva 
- Induz o plexo submucoso a aumentar os processos de 
secreção. 
- Induz o plexo miontérico ao aumento de motilidade. 
- Neurônio pré ganglionar (crânio sacral). 
 
• Simpático: tende a diminuir as atividades digestivas 
- Induz o plexo submucoso na diminuição do processo 
de secreção. 
- Induz o plexo mioentérico na diminuição dos 
processos de motilidade. 
- Neurônio pré ganglionar (toracolombar). 
 
* Nervo vago: é o nervo craniano que fornece fibras 
parassimpáticas à maioria das partes do canal 
alimentar 
 
ESTÔMAGO: 
Termina no óstio pilórico, nele existe um músculo 
esfíncter, que contrai permitindo ou não a passagem 
do alimento. 
 
 
 
 
QUESTÕES DE APRENDIZAGEM: 
1. Julgue os itens a seguir: 
I. No sistema nervoso simpático, os neurônios pré-
ganglionares localizam-se no tronco encefálico e na 
parte sacral da medula espinal. (toracolombar) 
II. Os neurônios pré-ganglionares do sistema nervoso 
parassimpático localizam-se nas partes torácica e 
lombar da medula espinal (cranio sacral) 
III. No sistema nervoso simpático, a fibra pré-
ganglionar é curta e a pós-ganglionar é longa; já no 
sistema nervoso parassimpático, temos o contrário. 
Está correto o que se afirma em: 
a) I, apenas. 
b) II, apenas. 
c) III, apenas. 
d) I, II e III. 
 
2. Avalie as asserções a seguir e a relação proposta 
entre elas. 
I. A parte simpática do sistema nervoso autônomo é 
geralmente chamada de “parte de luta” ou “parte de 
fuga”. 
PORQUE 
II. As atividades simpáticas causam um aumento da 
atenção e das atividades metabólicas que preparam o 
corpo para uma emergência. 
 
Acerca dessas asserções, assinale a opção correta. 
a) As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a 
II é uma justificativa correta da I. 
b) As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas 
a II não é uma justificativa correta da I. 
c) A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é 
uma proposição falsa. 
SP 1.2 – “Voltando das férias...” 
Rebecca Castro e Vitória Freiberger 12 
 
d) A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma 
proposição verdadeira. 
 
3. Analise as afirmações: 
I. Os neurônios motores do plexo mioentérico 
controlam a motilidade do canal alimentar. 
II. Os neurônios motores do plexo submucoso 
controlam as secreções dos órgãos do canal 
alimentar. 
III. Os neurônios sensitivos do sistema nervoso 
entérico têm receptores que detectam estímulos no 
lúmen do canal alimentar. 
a) I, apenas. 
b) II, apenas. 
c) III, apenas. 
d) I, II e III. 
 
4. Qual nervo craniano fornece fibras 
parassimpáticas à maioria das partes do canal 
alimentar? 
a) Nervo vago. 
b) Nervo acessório. 
c) Nervo hipoglosso. 
d) Nervo troclear. 
 
5. Quais são os neurotransmissores da divisão 
autônoma do sistema nervoso? 
a) Acetilcolina e glutamato. 
b) Acetilcolina e norepinefrina. 
c) Norepinefrina e glutamato. 
d) Norepinefrina e GABA 
 
Medicina Laboratorial 
 
 
ENZIMAS: 
São catalisadoras biológicas de alta especificidade 
(para cada enzima existe um substrato). Aceleram as 
reações químicas e diminuem a energia de ativação, 
transformando substrato em produto. 
 
Catalisar uma reação é alterar a sua velocidade, ou 
seja, a quantidade de massa de reagente transformada 
na unidade de tempo. 
 
Tem-se dois tipos: 
• Biológicas: produzidas pelo corpo 
• Alta especificidade: para cada enzima há um 
substrato específico 
Substrato: substância que sofre a transformação 
Produto: resultado da transformação do substrato 
 
v = reagentes transformados 
tempo 
 
ESTRUTURA DAS ENZIMAS: 
A maioria das enzimas são proteicas (holoenzima) mas 
algumas são produzidas por RNA (ribozimas). 
• Holoenzima: formada por parte proteica 
(apoproteína) e associada a um cofator (pode 
ser íon inorgânico ou molécula orgânica). 
Quando o cofator for orgânico passa a ser 
chamada de CoEnzima. A maioria das 
coenzimas derivam de vitaminas lipossolúveis. 
 
Os grupos prostéticos são um subgrupo de cofatores; 
ao contrário das coenzimas, encontram-seligados de 
forma permanente à proteína. 
 
 
FATORES QUE INFLUENCIAM NA ATIVIDADE 
ENZIMÁTICA: 
• Temperatura: as enzimas trabalham em uma 
temperatura ideal de 35°, ao aumentá-la ou diminui-la 
a velocidade de reação também irá diminuir, causando 
uma desnaturação (perda de forma e função). 
 
Quanto ↑temperatura, ↑atividade enzimática, até 
chegar na temperatura ótima (se passar disso começa 
a desnaturar). 
 
• pH: cada enzima específica possui um pH ideal, se o 
aumentar ou o diminuir a velocidade de reação 
também irá diminuir, causando uma desnaturação e 
mudança do estado de ionização dos aminoácidos da 
enzima (grupos ionizáveis em diferentes estados de 
ionização). 
 
FATORES QUE INFLUENCIAM A 
ATIVIDADE ENZIMÁTICA 
SP 1.2 – “Voltando das férias...” 
Rebecca Castro e Vitória Freiberger 13 
 
• Concentração das enzimas: a velocidade de reação 
irá crescer proporcionalmente a quantidade de enzima 
utilizada. 
(↑enzimas = ↑velocidade de reação) 
 
 
• Concentração de substratos: 
(↑substrato = ↑velocidade de reação) 
 
Substrato = velocidade de reação → formação de um 
platô, transformando substrato em produto. 
 
 
• Presença de inibidores: qualquer substância que 
reduz a atividade enzimática. 
 
Eles podem ser: reversíveis e irreversíveis. 
 
 
ENZIMAS DIGESTIVAS: 
• Amilase salivar: (±7) → produzida nas glândulas 
salivares. Quebra as ligações glicosídicas do amido 
até chegar em maltose. 
• Pepsina: (±3) → age no estômago sobre as 
proteínas 
• Lipase: (±6) → quebra o lipídio. 
• Tripsina: (±8) → produzida no pâncreas. Quebra a 
proteína no intestino.

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