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1 SENTIDOS GERAIS E ESPACIAIS 2 Sentidos gerais As sensações ocorrem devido à presença de uma variedade de receptores sensoriais que compõem a via aferente de transmissão de informações ao SNC. As sensações gerais incluem a sensação somática (sensações táteis, dor, temperatura, propriocepção) e a sensação visceral. Os sentidos especiais incluem visão, audição, olfato e paladar SENTIDOS GERAIS E ESPACIAIS 3 Nervo aferente é o nervo que recebe os estímulos nervosos. Os nervos aferentes são aqueles afetados por seus arredores, e conhecidos como neurônios sensoriais. Eles sentem o ambiente (tal como dor, calor, pressão) e quaisquer alterações no ambiente, e informam ao Sistema Nervoso Central. São vias aferentes aquelas que levam informações do corpo para o Sistema nervoso central, ou seja, são vias de entrada para o cérebro e estão associadas às nossas funções sensoriais. SENTIDOS GERAIS E ESPACIAIS 4 SENTIDOS GERAIS E ESPACIAIS 5 Sentidos gerais As sensações ocorrem devido à presença de uma variedade de receptores sensoriais que compõem a via aferente de transmissão de informações ao SNC. As sensações gerais incluem a sensação somática (sensações táteis, dor, temperatura, propriocepção) e a sensação visceral. Os sentidos especiais incluem visão, audição, olfato e paladar (GUYTON; HALL, 2006; TORTORA; DERRICKSON, 2010; WIDMAIER; RAFF; STRANG, 2013). IMPORTANTE: A apoptose difere da necrose por ser um evento programado e controlado que não afeta as células vizinhas àquela lesada. CALCIFICAÇÃO 6 A calcificação patológica é um processo comum em uma ampla variedade de estados patológicos e se caracteriza pelo depósito anormal de sais de cálcio, com pequenas quantidades de ferro, magnésio e outros minerais. Quando ela ocorre em tecidos mortos ou que estão morrendo, é denominada calcificação distrófica. Algumas vezes o cálcio pode se depositar em tecidos sem qualquer lesão, geralmente esse fenômeno é decorrente de distúrbios do metabolismo do cálcio. 7 8 A inflamação é uma resposta natural do corpo que acontece quando o organismo se encontra frente a uma infecção por agentes infecciosos como bactérias, vírus ou parasitas, veneno ou quando há alguma lesão por calor, radiação ou trauma. Nessas situações, o organismo dá início à resposta inflamatória que tem como objetivo eliminar a causa da lesão, eliminar as células mortas e os tecidos danificados, assim como iniciar a sua reparação. CLASSIFICAÇÃO DOS RECEPTORES 9 Os receptores sensitivos podem ser separados por classes. De acordo com as características morfológicas dos receptores, podemos dividi‑los em: Terminações nervosas livres : São formadas por dendritos sem revestimento, e são os receptores para dor, temperatura, cocegas, prurido e algumas sensações táteis. Terminações nervosas encapsuladas: Possuem dendritos envolvidos por uma capsula, são os receptores para sensações somáticas e viscerais que incluem a pressão, a vibracao e outras sensações táteis. Células especializadas: Estão presentes nos sentidos especiais (visão, audição, olfato e paladar) e fazem sinapses com neurônios sensitivos. 10 11 12 13 14 Capaz 15 16 17 18 19 A Fibrose é conhecida como a formação ou então o desenvolvimento de tecido conjuntivo em determinado órgão ou tecido como parte de um processo de cicatrização . Em consequência das modificações na arquitetura do órgão (remodelação) e das alterações na função das células parenquimatosas secundárias à fibrose, podem surgir distúrbios funcionais e doenças próprias. Doenças relacionadas à fibrose: Fibrose pulmonar (pulmões) Fibrose cística (pulmões e aparelho digestivo) Cirrose hepática (fígado) Fibrose endomiocárdica (coração) Mielofibrose idiopática (medula óssea) Fibrose retroperitoneal (partes moles do peritoneu) Doença de Crohn (intestino) Queloide (pele) Esclerodermia (pele, pulmões) Fibromatose peniana (lesão durante o ato sexual) 20 EDEMA • Acúmulo anormal de líquido no espaço intersticial ou intercelular, bem como nas cavidades corporais. (Földi, 1998) Fatores determininantes da formação do Edema Desequilíbrio entre: pressão hidrostática (do interior dos vasos) Pressão oncótica (das proteínas) Aumento da permeabilidade das paredes dos vasos 23 24 25 TROMBOSE A trombose é, portanto, uma desregulação causada por um dos três pilares da tríade de Virchow: lesão endotelial, estase ou turbulências no fluxo sanguíneo e transtornos dos fatores de coagulação que causem hipercoagulabilidade. Um êmbolo é uma massa intravascular sólida, líquida ou gasosa transportada pelo sangue a um local distante da sua origem. Quase a totalidade dos êmbolos representa alguma parte de um trombo fragmentado. A principal complicação da embolia é a obstrução vascular total ou parcial, levando a isquemias dos tecidos acometidos 26 27 28 29 Trombo arterial: chamado também de “trombo branco”, é caracterizado pela presença principalmente de plaquetas em uma trama de fibrina. Trombo venoso: também conhecido como “trombo vermelho”, contém normalmente mais eritrócitos (hemácias) do que plaquetas. Vanessa Cunha Trombo arterial x Trombo venoso Tratamento farmacológico para trombo venoso: ANTICOAGULANTES 1) Heparina: Além da Heparina propriamente dita, existem também no mercado farmacológico fragmentos (enoxaparina e dalteparina), heparina de heparina de baixo peso molecular (LHMW) e pentassacarídeo sintético (fondaparinux). Vanessa Cunha Vanessa Cunha Tratamento farmacológico para trombo venoso: ANTICOAGULANTES Mecanismo de ação A heparina liga-se a antitrombina III, alterando sua conformação de forma a aumentar sua afinidade por serina-proteases. No caso da heparina, seu efeito maior é sobre a trombina. Já a heparina de baixo peso molecular potencializam a ação da trombina sobre o Fator Xa. A antitrombina III é responsável por inibir a trombina e outras serina- proteases (como o Fator Xa) através de sua ligação ao sítio ativo de serina. Vantagens e desvantagens: Heparina x LMHW a) Heparina: Vantagens : baixo custo, alta eficiência e fácil reversão do efeito anticoagulante com protamina. Desvantagens: necessária bomba de infusão para administração e monitoramento laboratorial e trombocitopenia induzida por heparina. b) LMHW: Vantagens : menor afinidade pelo fator plaquetário 4 relacionado com a trombocitopenia induzida por heparina, meia-vida longa, não necessita de monitoramento laboratorial (não se liga a proteínas plasmáticas) ou de bomba de infusão para sua administração. Desvantagens: custo elevado e ausência de antagonistas efetivos para reversão do seu efeito anticoagulantes. Vanessa Cunha 1) Aspirina: Inibe a síntese de tromboxano A2 pelas plaquetas por um mecanismo irreversível* no sítio ativo da COX-1. Vanessa Cunha Tratamento farmacológico para trombo arterial: ANTIPLAQUETÁRIOS Mecanismo de ação Efeito no ENDOTÉLIO: A inibição da COX-1 no endotélio produz efeito pró-agregante plaquetário, uma vez que impede a ativação de prostaglandinas (anti- agregante). Efeito nas PLAQUETAS: A inibição da COX-1 nas de plaquetas bloqueia a síntese tromboxano (pró-agregante). * Mecanismo: acetilação irreversível de um resíduo de serina no sítio ativo da COX-1. A aspirina apresenta maior afinidade pela ciclooxigenase 1 presente nas plaquetas. Além disso, as plaquetas não possuem núcleo; logo, não são capazes de sintetizar o tromboxano A2. Assim, o efeito da aspirina sobre as plaquetas é muito mais pronunciado. Vanessa Cunha Tratamento farmacológico para trombo arterial: ANTIPLAQUETÁRIOS Por que não causa efeito pró- agregante? Efeitos adversos Em doses muito elevadas pode levar a hepatotoxicidade e problemas no trato gastrintestinal. Farmacocinética Administração via oral CHOQUE HEMODINÂMICO FORTALEZA ESPORTE CLUBE CAMPEÃO CHOQUECARDIOGÊNICO O choque cardiogênico é resultante de uma falha na bomba cardíaca. Pode ser devido a um dano miocárdico (como no infarto agudo), arritmias ventriculares ou obstrução ao fluxo sanguíneo (como na tromboembolia pulmonar). Podem causar o choque cardiogênico: - infarto agudo do miocárdio; - insuficiência cardíaca congestiva; - arritmias; - miocardiopatias; - rejeição de transplante do coração. CHOQUE HIPOVOLÊMICO O choque hipovolêmico é consequência da perda de sangue, que pode ser devido à hemorragia, perda de líquidos em grandes queimados e traumatismos. CHOQUE DISTRIBUTIVO O choque distributivo difere do hipovolêmico pois não há diminuição no volume de sangue circulante, mas é o tônus vascular que se torna insuficiente para manter a pressão mínima a fim de perfundir órgãos e tecidos. A principal patologia que causa o choque distributivo é a sepse, na qual os mediadores inflamatórios presentes em altas concentrações no sangue levam a uma vasodilatação significativa das principais artérias que promovem hipotensão e hipóxia tecidual periférica. CHOQUE DISTRIBUTIVO Choque Anafilático Choque Séptico Choque Neurogênico CHOQUE ANAFILÁTICO CHOQUE ANAFILÁTICO CHOQUE ANAFILÁTICO CUTÂNEAS Prurido RESPIRATÓRIAS Asfixia após obstrução das vias aéreas por edema e broncoespasmo. VASCULARES Vasodilatação generalizada. TRATAMENTO Manter VAS permeáveis. Suplementar Oxigênio Acesso venoso Monitorização hemodinâmic a Administrar soluções cristalóides Uso de drogas vasoativas Adrenalina Avaliar e comunicar a existência de alergias ou reações prévias aos antígenos; Avaliar risco para reação alérgica a contrastes administrados durante a realização de exames diagnósticos; Orientar os pacientes quanto a carteirinha de identificação de alergias; CUIDADOS DE ENFERMAGEM CHOQUE SÉPTICO Queda do débito cardíaco e da perfusão tissular Resposta imune Liberação de mediadores bioquímicos Reação Inflamatória Grave Aumento da permeabilidade capilar Diminuição da volemia Microorganismo nos tecidos corporais FISIOPATOLOGIA CHOQUE SÉPTICO Temperatura (> 38,3°C ou 90 bpm); Taquipnéia (> 20 irpm); Leucocitose ou leucopenia (> 12.00 ou 10%); Sinais Vitais SEPSE = INFECÇÃO + 2 CRITÉRIOS DE SIRS-Critérios de SIRS (Síndrome de Resposta Inflamatória Sistêmica): TRATAMENTO Reconhecimento do agente etiológico. ANTIBIOTICOTERAPI A Observar parâmetros: Nível de consciência; FR, FC, Cor da pele, Enchimento capilar, Hidratação, PA, PVC, Temperatura, Diurese Monitorização hemodinâmica Reposição volêmica com soluções cristalóides Uso de vasoconstrictores e vasodilatadores CUIDADOS DE ENFERMAGEM Monitorar sítios de punção arterial e venosa, incisões cirúrgicas, sondas urinárias, feridas traumáticas e úlceras de pressão para os sinais de infecção. Realizar todos os procedimentos invasivos com técnica asséptica, após cuidadosa higienização das mãos. Comunicar alterações da temperatura corporal; Administrar medicamentos com segurança. CHOQUE NEUROGÊNICO Lesões da medula espinhal; Anestesia espinhal. CAUSAS Lesão do sistema nervoso; Efeito depressor de medicamentos. CAUSAS Uso de drogas; Hipoglicemia. CAUSAS CHOQUE NEUROGÊNICO CHOQUE NEUROGÊNICO Manifestações Clínicas Diminuição da PA Manifestações Clínicas Extremidades quentes acima da lesão, e frias, abaixo TRATAMENTO Infusão de cristalóides para restauração do volume Tratar a causa primária Imobilização. Aplicar meias de compressão elástica. Elevar e manter a cabeceira do leito em 30º para evitar choque neurogênico quando o paciente está recebendo anestesia epidural. Administrar heparina de baixo peso molecular, conforme prescrição médica, para evitar a formação de trombos. CUIDADOS DE ENFERMAGEM CHOQUE OBSTRUTIVO CHOQUE OBSTRUTIVO Pneumotórax Hipertensivo Ausculta abolida Hipoxemia Tamponamento•Estase Jugular Cardíaco Taquicardia Dispnéia Pulso paradoxal Estase jugular Cardiomegalia TEP Maciço Trombólise/ anticoagulação Coarctação da Aorta SINAIS DE CHOQUE Manter vias aéreas pérvias e garantir ventilação Volume e vasopressores e tratar doença subjacente TRATAMENTO CUIDADOS DE ENFERMAGEM Imobilização Tratar de acordo com cada causa Não administrar qualquer substância ou líquido via oral (em casos de sede apenas umedeça os lábios); Monitorar os sinais vitais e estado de consciência em intervalos curtos e regulares; Acesso venoso calibroso. image2.png image10.png image11.png image12.png image13.png image14.png image15.png image16.png image17.jpeg image18.png image19.png image20.jpeg image21.jpeg image22.jpeg image23.jpeg image24.png image25.jpeg image26.png image27.png image28.png image29.png image30.png image31.png image32.png image33.png image34.png image35.jpeg image36.png image37.png image38.png image39.jpg image40.jpg image41.png image42.jpg image43.png image44.jpg image45.png image46.jpg image47.png image48.png image49.png image50.png image51.png image52.png image53.png image54.png image55.png image56.jpg image57.png image58.png image59.png image60.png image61.png image62.png image63.png image64.png image65.png image66.png image67.png image68.jpg image77.png image78.png image79.png image80.png image81.png image82.png image83.png image84.png image85.png image86.png image69.jpg image87.png image70.png image71.png image72.png image73.png image74.png image75.png image76.png image88.png image89.png image90.png image91.png image92.png image93.png image94.png image95.png image96.jpg image97.png image98.png image99.png image100.png image101.jpg image102.jpg image111.png image112.png image113.png image114.png image115.png image116.png image117.png image118.png image119.png image120.png image103.png image121.png image104.png image105.png image106.png image107.png image108.png image109.png image110.png image122.png image123.png image124.png image125.png image126.png image127.png image128.png image129.png image130.png image131.jpg image132.jpg image133.png image134.png image135.png image136.png image137.jpg image138.png image139.png image140.png image141.png image142.png image143.png image144.png image145.png image146.png image147.png image148.png image1.png image7.png image8.png image9.png