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Distúrbios do Crescimento e da Diferenciação Celular Processos de adaptação celular (Hipotrofia, Hipertrofia, Hipoplasia, Hiperplasia e Metaplasia) Evngelista.adaptacoes-celulares-metaplasia-hiperplasia-hipertrofia-hipotrofia-e-atrofia As células tipicamente se comunicam utilizando sinais químicos. Estes sinais químicos, que são proteínas ou outras moléculas produzidas por uma célula emissora, são geralmente secretados na célula e liberados no espaço extracelular Adrenalina/Fármaco Leva a uma mudança na célula, como a alteração da atividade de um gene ou até mesmo a indução de todo um processo inteiro, como a divisão celular. Assim, o sinal intercelular (entre células) original é convertido em sinal intracelular (dentro das células) que aciona uma resposta. Sinalização Celular Sinalização Celular Categorias básicas de sinalização química encontradas em organismos multicelulares 2 -Sinalização autócrina, Sinal celular por sí só, liberando um ligante que se liga a receptores em sua própria superfície (ou, dependendo do tipo de sinal, em receptores dentro da célula). 3- Sinalização endócrina: A s moléculas sinalizadoras (hormônios) são secretadas e, pela corrente sanguínea, chegam até sua célula-alvo 1-Sinalização parácrina Corre em células que estão perto uma da outra se comunicam por meio da liberação de mensageiros químicos (ligantes que podem difundir-se através do espaço entre as células). Esse tipo de sinalização, na qual as células se comunicam em distâncias relativamente curtas. 4- Sinalização por Contato direto: A comunicação por contato direto ocorre através de junções comunicantes, chamadas de junções GAP Sinalização Celular https://pt-pt.facebook.com/APhysiio/posts/tipos-de-comunica%C3%A7%C3%A3o-intercelularas-c%C3%A9lulas-comunicam-se-entre-si-por-meio-de-me/1014612638665694/ Sinalização Celular pt.khanacademy.org/ Ex 1- Sinalização Celular Ex Parácrina Células nervosas transmitem sinais por meio de um processo denominado de sinapse, que é a junção entre duas células nervosas, onde ocorre a transmissão de sinal. Quando o neurônio emissor dispara, um impulso elétrico move-se rapidamente pela célula, viajando por uma fibra de longa extensão chamada axônio Ao o impulso alcança a sinapse, ele provoca a liberação de ligantes chamados neurotransmissores, os quais rapidamente cruzam o pequeno espaço entre as células nervosas e chegam na célula receptora, eles ligam-se a receptores e causam uma alteração química dentro da célula (muitas vezes, abrindo canais iônicos e mudando o potencial elétrico através da membrana). Ex. 2 – Sinalização imunológica – é autócrina As células respondem às substâncias sinalizadoras que elas próprias produziram. Isso significa que uma célula secretará moléculas sinalizadoras que se ligarão aos seus próprios receptores de superfície. Esse processo é geralmente encontrado, sobretudo, em contextos onde a célula precisa regular sua própria atividade ou responder a mudanças em seu ambiente imediato. Um exemplo é a autorregulação de certas células do sistema imunológico, respostas inflamatórias, dor. Sinalização Celular https://sparql.aau.edu.et/brin/inibidores-de-mao.html Ex. 3 – Sinalização endócrina Hormônio Ocorre a longas distâncias, as células endócrinas secretam os hormônios na corrente sanguínea, transportando as moléculas sinalizadoras por todo o corpo até atingir os órgãos-alvo. Sinalização Celular 4 - Sinalização por meio do contato entre células • Junções comunicantes são pequenos canais que conectam diretamente células vizinhas. Estes canais cheios de água permitem que pequenas moléculas sinalizadoras, chamadas mediadores intracelulares, se difundam entre as duas células. Pequenas moléculas e íons são capazes de se mover entre as células, mas grandes moléculas como proteínas e DNA não cabem nestes canais e para atravessá-los precisam de assistência especial. • A transferência de moléculas sinalizadoras transmite o estado atual de uma célula à sua célula vizinha. Isso permite que um grupo de células coordene a sua resposta a um sinal que somente uma delas possa ter recebido. • Outra forma de sinalização direta, duas células podem se ligar uma à outra porque carregam proteínas complementares em suas superfícies. Quando as proteínas se ligam umas às outras, esta interação muda a forma de uma ou de ambas as proteínas, transmitindo o sinal. Este tipo de sinalização é especialmente importante no sistema imune, onde células do sistema imune usam marcadores de superfície celular para reconhecerem células "próprias" (as células do próprio corpo) e células infectadas por patógenos. Sinalização Celular • Entender os conceitos básicos de crescimento e diferenciação celular. • Identificar os principais distúrbios relacionados ao crescimento e diferenciação celular. • Discutir exemplos clínicos e mecanismos subjacentes a esses distúrbios. • Relacionar os conhecimentos adquiridos com implicações terapêuticas e diagnósticas Objetivos da Aula: Distúrbios do crescimento e diferenciação celular Respostas Celulares à Agressão Distúrbios do crescimento e diferenciação celular A comunicação desenvolve a resposta em atenção a manutenção da homeostasia https://www.facebook.com/photo/?fbid=273964094681066&set=a.176427744434702 O crescimento celular é um processo fundamental no ciclo de vida de uma célula, pode ocorrer: Aumento no tamanho da célula, o que pode incluir tanto o volume citoplasmático quanto o conteúdo de organelas. Esse processo pode ocorrer em preparação para a divisão celular ou em resposta a sinais externos, como fatores de crescimento. Pode ser dividido em duas categorias principais: Crescimento de volume celular: Envolve o aumento no tamanho da célula, que inclui o aumento da quantidade de citoplasma e a replicação de organelas. Crescimento por proliferação celular: Relacionado à multiplicação das células, que ocorre através da mitose, onde uma célula se divide em duas células filhas geneticamente idênticas. pt.slideshare.net é o processo pelo qual uma célula indiferenciada, como uma célula-tronco, se especializa em um tipo celular específico com funções e características distintas. Durante esse processo, as células ativam certos genes e desativam outros, resultando em mudanças na morfologia, fisiologia e funções da célula. Esse processo é crucial para o desenvolvimento de organismos multicelulares, permitindo a formação de tecidos e órgãos especializados a partir de células inicialmente idênticas. Diferentes fatores, como sinais químicos e interações celulares, regulam a diferenciação celular, assegurando que as células se desenvolvam de acordo com as necessidades do organismo. A diferenciação celular Principais tipos de Adaptações Diminuição do tamanho Hipo(atrofia) ou Hipertrofia. Ocorre em células com capacidade limitada de se dividir. Aumento do número de células hiperplasia. Alteração no número de células e na diferenciação celular Aumento do tamanho Celular e organelas Adaptações são alterações reversíveis em número, tamanho, fenótipo, atividade metabólica ou das funções celulares em resposta às alterações no seu meio, seja este fisiológico ou patológico. fisiológicas: Aumento na demanda funcional, na hipertrofia muscular estriada esquelética, no exercício físico. Aumento da mama e do útero, induzido por hormônio, durante a gravidez. patológicas: Aumento cardíaco na hipertensão ou doença de valva aórtica. Hipertrofia do rim na hidronefrose. Respostas Celulares à Agressão Distúrbios do crescimento e diferenciação celular Durante o reparo na célula Ocorrem modificações estruturais que podem culminar com surgimento de novas células ou mesmo do aumento do seu conteúdo ou mesmo a sua diminuição Principais tipos de Adaptações Aumento do tamanho das células, resultando em aumento do tamanho do órgão que ela compõe, em respostaao aumento da carga de trabalho. Em função do aumento dos fatores do crescimento ou da diferenciação de células tronco •É uma procura de equilíbrio entre a demanda e capacidade funcional da célula. •Célula fica maior devido aumento de organelas e proteínas estruturais, isso acontece em células incapazes de se dividir. Não produzem células novas Hipertrofias fisiológicas pode ser de 2 tipos: 1- Hormonal: exemplificada pela proliferação do epitélio glandular da mama feminina na puberdade e durante a gravidez. 2- Compensatória: na qual cresce tecido residual após a remoção ou perda da porção de um órgão. Por exemplo, quando o fígado é parcialmente removido, a atividade mitótica das células restantes inicia-se 12 horas depois, restaurando o fígado ao seu peso normal. Atividade Física, Demanda funcional aumentada 1 - HIPERTROFIA Ex: Hiperplasia prostática benigna, Leucemia mieloide crônica. 1 - HIPERTROFIA Principais tipos de Adaptações Mecanismo da hipertrofia Robins 5ª ed 2 – HIPERPLASIA Aumento no número de células de um órgão ou tecido por aumento da proliferação celular e/ou diminuição da apoptose Ocorre apenas em células com capacidade replicativa como as células epiteliais, hematopoiéticas e do tecido conjuntivo. As células do SNC, musculares cardíacas ou esqueléticas têm pouca ou nenhuma capacidade para crescimento hiperplásico Principais tipos de Adaptações https://www.lecturio.com Causas 1 - Patológica é causada, na maioria das vezes, por estimulação excessiva Hormonal ou por fatores do crescimento, Como, na hiperplasia endometrial pela ação do estrogênio infecções virais, papilomavírus – verrugas-. adenoma de hipófise causando hiperplasia do córtex adrenal, hiperplasia de tireoide. Aumento cardíaco que ocorre com hipertensão ou doença de valva aórtica. Hipertrofia do rim na hidronefrose. Hiperplasia patológica é um solo fértil para surgimento posterior de proliferação câncer 2 - HIPERPLASIA Estimulação hormonal excessiva: adenoma de hipófise causando hiperplasia do córtex hiperplasia do córtex adrenal com hiperplasia de tireoide Em alguns casos pode ser uma alteração pré-neoplásica A atrofia é caracterizada por diminuição do tamanho da célula, pela perda de substância celular. Quando um número suficiente de células está envolvido, todo o tecido ou órgão diminui em tamanho, tornando-se atrófico. Ressalta-se que, embora as células atróficas tenham sua função diminuída, elas não estão mortas. Principais tipos de Adaptações 3 - ATROFIA ATROFIA ↑CATABOLISMO PROTEINA ↓MITOCONDRIA S ORGANELAS ↓RETICULO ENDOPLASM. ↓SINTESE PROTEINAS A redução da massa celular pode ser fisiológica: Ex: Involução do miométrio pós parto; Ex: diminuição do músculo do idoso Ex: atrofia testicular por diminuição gonadotrófica A demanda funcional reduzida leva a uma redução no número ou no tamanho das células: Ex: autofagia de proteínas estruturais. Ex: Apoptose https://docs.fct.unesp.br 3 - ATROFIA Principais tipos de Adaptações 3 - ATROFIA C A U SA S Embriogênese DESUSO DENERVAÇÃO DIMIUÇÃO SUPRIMENTO SG NUTRIÇÃO DEFICIENTE PERDA DE ESTIMULO SENIL PRESSÃO Defeito de formação de um órgão ou parte dele redução da carga de trabalho a função de um músculo esquelético depende de seu suprimento nervoso. Diminuição do suprimento sanguíneo (isquemia): pode ser consequência de doença oclusiva arterial que acaba causando atrofia tecidual. desnutrição protéico-calórica está associada ao uso do músculo esquelético como fonte de energia, após a exaustão das outras fontes de reservas (tecido adiposo). redução ou ausência de estímulos que normalmente mantêm a sua atividade. Desusso u denervação envelhecimento): este processo está associado a perda celular, mais visto em tecidos de células permanentes como coração e cérebro um tumor benigno crescente pode comprimir o tecido circundante, causando atrofia isquêmica devido a diminuição do suprimento sanguíneo pela pressão realizada pelo tecido em expansão. Aumento da autofagia, com aumento do número de vacúolos autofágicos, neste restos podem resistir gerando grânulos , qdo. em quantidade suficiente podem ser corados Neste evento o processo a célula privada de nutrientes digere seus próprios componentes no intuito de encontrar nutrição e sobreviver. mecanismos da atrofia uma combinação síntese proteica diminuída degradação proteica aumentada Síntese de proteínas diminui (redução da atividade metabólica) Degradação das proteínas celulares Ocorre pela via ubiquitina-proteossoma (deficiência nutrientes e desuso) degradação de ptn nos proteossomos, proteólise, catabolismo A atrofia Principais tipos de Adaptações 3 - ATROFIA Atrofia simples : devida a redução no volume celular, sem alteração no número de células. Atrofia numérica : devida a redução no número das células. Ex. atrofia dos túbulos seminíferos na hanseníase. Ex: atrofia de fibras musculares esqueléticas na desnervação Atrofia numérica com proliferação. Ex vacuo : devida a redução no número das células do prenquima com proliferação de fibroblastos e adipositárria 3 - ATROFIA https://docs.fct.unesp.br 3 - ATROFIA https://docs.fct.unesp.br A redução na massa celular ocorre em alguns estados patológicos • Imobilização • Desnevação • Isquemia Atrofia tem cura Distrofia não tem cura Ex Distrofia muscular de Duchenne. Respostas adaptativas resultando em redução da massa tecidual https://docs.fct.unesp.br 3 - ATROFIA Uma célula sensível a determinado estresse é substituída por outro tipo celular capaz de suportar o ambiente hostil. A metaplasia é o resultado da reprogramação de células-tronco que se diferenciam ao longo de outra via, em vez de uma alteração fenotípica de células já diferenciadas. Ainda pode resultar em redução das funções ou tendência aumentada para transformação maligna. 4 - Metaplasia Principais tipos de Adaptações É uma alteração reversível na qual um tipo celular adulto, epitelial ou mesenquimal, é substituído por outro tipo celular adulto. Transformação de um tecido em outro diferente (mais resistente ao ambiente adverso), mas de mesma origem embrionária. Uma substituição adaptativa reversível em tecidos renováveis (epitélios e conjuntivos). 4 - Metaplasia Metaplasia Escamosa, Epidermóide ou Córnea: Transformação do epitélio simples pseudoestratificado colunar ciliado com células caliciformes das vias aéreas (nos fumantes crônicos e nas broncopneumonias parasitárias), das vias genitais (infeções, traumatismos), ductos das glândulas salivares (na sialolitíase) e ductos pancreáticos (na pancreolitíase), em epitélio estratificado pavimentoso (mais resistente ao ambiente adverso). eoftalmo1.hospedagemdesites.ws/ https://www.youtube.com/watch?app=desktop&v=QAaq1cGzbCk https://docs.fct.unesp.br 4 - Metaplasia A Mielomeningocele é uma malformação congênita da coluna vertebral do feto que ocorre no início da gravidez. Isso faz com que os ossos da coluna do bebê não se desenvolvam adequadamente. AGENESIA https://fetali.com.br As alterações no desenvolvimento da massa celular reduzida A agenesia renal é o nome atribuído a ausência congênita de tecido parenquimatoso renal, podendo ser uni ou bilateral. agenesia do corpo caloso e hipoplasia dos ventrículos laterais vérmis cerebelar. definida pela ausência completa ou quase completa do cerebelo, podendo ser acompanhada de hipoplasia do tronco encefálico, por vezes relacionada a mutações no gene PTF1A. AGENESIA https://docs.fct.unesp.br HIPOGENESIA https://docs.fct.unesp.br Displasia é um termo geral usado para designar o surgimento de anomalias durante o desenvolvimento de um órgão ou tecido corporal, em que ocorre uma proliferação celular que resulta em células com tamanho, forma e características alteradas. É um termo geral usado para designar o surgimento de anomalias durante o desenvolvimento de um órgão ou tecido corporal,em que ocorre uma proliferação celular que resulta em células com tamanho, forma e características alteradas. Alteração inequívoca do programa de crescimento e diferenciação celular cm alterações na o processo de maturação do mesmo. A lesão celular é caracterizada por uma modificação do DNA que causa a alteração da morfologia e / ou função celular. Se houver um aumento no número de células, torna-se uma hiperplasia. As células displásicas sofrem proliferação e alterações atípicas que afetam seu tamanho, forma e organização. Isso pode ser indicativo de que eles estão em um estágio inicial de evolução para a transformação em uma neoplasia. 5 - Displasia Doença resultante de agressões causadas pelo tratamento de recém-nascidos prematuros ou com doenças pulmonares, tais como infecções, acúmulo de líquidos, malformações pulmonares, etc. Os pulmões não estão completamente formados ao nascimento, de tal modo que o número de alvéolos aumenta muito nos 2 primeiros anos de vida. Ex Recém nascido prematuro tratado com ventilação mecânica para sua sobrevivência, essa resulta numa inflamação pulmonar, que produz cicatrizes pulmonares e interfere com o desenvolvimento normal dos pulmões. DISPLASIA BRONCOPULMONAR www.msdmanuals.com Doenças degenerativas Estão associadas a uma série de mecanismos celulares que levam à progressiva perda de função e estrutura dos tecidos afetados. Alguns dos principais mecanismos celulares envolvidos incluem: Dano ao DNA: O acúmulo de danos ao DNA ao longo do tempo, devido a fatores como estresse oxidativo e falhas nos mecanismos de reparo do DNA, pode resultar em mutações que comprometem a função celular e levam à morte celular. Estresse oxidativo: A produção excessiva de espécies reativas de oxigênio (ROS) pode danificar lipídios, proteínas e DNA, contribuindo para a disfunção celular e a morte celular programada (apoptose). Disfunção mitocondrial: As mitocôndrias são fundamentais para a produção de energia celular (ATP). O comprometimento de sua função leva a uma diminuição na produção de energia e ao aumento da produção de ROS, promovendo a degeneração celular. Doenças degenerativas Acúmulo de proteínas malformadas: Doenças como Alzheimer e Parkinson estão associadas ao acúmulo de proteínas malformadas ou agregados proteicos, como beta-amiloide ou alfa- sinucleína, que comprometem a função celular e desencadeiam respostas inflamatórias. Autofagia comprometida: A autofagia é um processo celular que degrada e recicla componentes celulares danificados. A falha nesse processo pode levar ao acúmulo de detritos celulares e à disfunção celular. Inflamação crônica: A inflamação prolongada pode causar dano tecidual e exacerbar a degeneração celular, contribuindo para a progressão de doenças degenerativas. Alterações na sinalização celular: Disfunções nas vias de sinalização, como as vias do fator de crescimento e da apoptose, podem contribuir para a sobrevivência anormal de células danificadas ou a morte prematura de células saudáveis. A DISPLASIA consiste em uma alteração de diferenciação celular, em que ocorre uma proliferação celular excessiva em que as células apresentam pouca ou nenhuma diferenciação. A NEOPLASIA por sua vez consiste em um distúrbio em que há uma produção excessiva de novas células, podendo ser benigna ou maligna. A METAPLASIA também é uma alteração de diferenciação, só que as células, ao invés de serem indiferenciadas, sofrem alterações que as dão características de outro tipo de célula adulta. https://www.youtube.com/watch?v=SfFbgOAMAPk