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Lesão celular reversível e irreversível.
Msc. Lanna Printes
1
VISÃO GERAL DAS RESPOSTAS CELULARES AO ESTRESSE E AOS ESTÍMULOS NOCIVOS
As células são participantes ativos em seu ambiente, ajustando constantemente sua estrutura e função para se adaptarem às demandas de alterações e de estresse extracelular. 
Normalmente, as células mantêm um estado normal chamado homeostasia, no qual o meio intracelular é mantido dentro de uma faixa razoavelmente estreita dos parâmetros fisiológicos
Visão geral da lesão celular e morte celular
Lesão celular ocorre quando as células são:
estressadas tão excessivamente que não são mais capazes de se adaptar
quando são expostas a agentes lesivos 
são prejudicadas por anomalias intrínsecas, ex. no DNA ou nas proteínas. 
Quando encontram um estresse fisiológico ou um estímulo patológico, podem sofrer uma adaptação, alcançando um novo estado constante, preservando sua viabilidade e função. 
As principais respostas adaptativas são hipertrofia, hiperplasia, atrofia e metaplasia. Se a capacidade adaptativa é excedida ou se o estresse externo é inerentemente nocivo, desenvolve-se a lesão celular.
Estágios da resposta celular ao estresse e estímulos nocivos. 
Visão geral da lesão celular e morte celular
Morte celular
A morte celular é um dos eventos mais cruciais na evolução da doença em qualquer tecido ou órgão. 
É resultante de várias causas, incluindo isquemia (redução do fluxo sanguíneo), infecções, toxinas e reações imunes. 
A morte celular constitui também um processo essencial e normal na embriogênese, no desenvolvimento dos órgãos e na manutenção da homeostasia. 
Relações entre células miocárdicas normais, adaptadas, lesadas de modo reversível e mortas.
ADAPTAÇÕES CELULARES AO ESTRESSE 
Normalmente representam respostas celulares à estimulação normal pelos hormônios ou mediadores químicos endógenos (p. ex., o aumento da mama e do útero, induzido por hormônio, durante a gravidez). 
São respostas ao estresse que permitem às células modularem sua estrutura e função escapando, assim, da lesão. Tais adaptações podem ter várias formas distintas. 
As adaptações são alterações reversíveis em número, tamanho, fenótipo, atividade metabólica ou das funções celulares em resposta às alterações no seu ambiente. 
Adaptações Fisiológicas 
Adaptações Patológicas 
Hipertrofia
É um aumento do tamanho das células que resulta em aumento do tamanho do órgão. 
Quando pura não existem células novas, apenas células maiores, contendo quantidade aumentada de proteínas estruturais e de organelas.
Células possuem capacidade limitada de se dividir.
Pode ser fisiológica ou patológica e é causada pelo aumento da demanda funcional ou por fatores de crescimento ou estimulação hormonal específica.
Hipertrofia Muscular
Hipertrofia Fisiológica
Hipertrofia Patológica
É o aumento cardíaco que ocorre com hipertensão ou doença de valva aórtica. 
Durante a gravidez, o aumento fisiológico maciço do útero ocorre como consequência da hipertrofia e hiperplasia do músculo liso estimulado pelo estrogênio.
Hipertrofia fisiológica do útero durante a gravidez 
A, Aparência macroscópica do útero normal (direita) e do útero grávido removido por hemorragia pós-parto (esquerda). B, Células musculares lisas uterinas, pequenas e fusiformes de útero normal. C, Células musculares lisas de útero grávido, roliças, grandes e hipertrofiadas, comparadas com B. (B e C no mesmo aumento.).
Hiperplasia
A proliferação celular é estimulada por fatores de crescimento que são produzidos por vários tipos celulares.
É uma resposta adaptativa em células capazes de replicação.
Ocorre simultaneamente a hipertrofia. 
Os dois tipos de hiperplasia fisiológica são: 
hiperplasia hormonal, exemplificada pela proliferação do epitélio glandular da mama feminina na puberdade e durante a gravidez 
hiperplasia compensatória, na qual cresce tecido residual após a remoção ou perda da porção de um órgão. 
Fígado parcialmente removido, a atividade mitótica das células restantes inicia-se 12 horas depois, restaurando o fígado ao seu peso normal. 
Atrofia 
Diminuição do tamanho da célula, pela perda de substância celular, é conhecida como atrofia. 
Quando um número suficiente de células está envolvido, todo o tecido ou órgão diminui em tamanho, tornando-se atrófico.
Deve ser enfatizado que, embora as células atróficas tenham sua função diminuída, elas não estão mortas. 
As causas da atrofia incluem:
A diminuição da carga de trabalho (p. ex., a imobilização de um membro para permitir o reparo de uma fratura), 
a perda da inervação, 
a diminuição do suprimento sanguíneo, 
a nutrição inadequada, 
a perda da estimulação endócrina e 
o envelhecimento (atrofia senil). 
Atrofia. A, Cérebro normal de adulto jovem. B, Atrofia do cérebro em homem de 82 anos com doença cerebrovascular, resultante da redução do suprimento sanguíneo. Notar que a perda de substância do cérebro adelgaça o giro e alarga os sulcos. As meninges foram retiradas da metade direita de cada espécime para mostrar a superfície do cérebro.
Metaplasia do epitélio colunar normal (esquerda) para epitélio escamoso (direita) em brônquio, mostrado esquematicamente em (A) e histologicamente em (B).
É uma alteração reversível na qual um tipo celular adulto (epitelial ou mesenquimal) é substituído por outro tipo celular adulto. 
Nesse tipo de adaptação celular, uma célula sensível a determinado estresse é substituída por outro tipo celular mais capaz de suportar o ambiente hostil. 
Acredita-se que a metaplasia surja por uma reprogramação de células-tronco que se diferenciam ao longo de outra via, em vez de uma alteração fenotípica (transdiferenciação) de células já diferenciadas. 
Metaplasia 
Ex.: mudança escamosa que ocorre no epitélio respiratório em fumantes habituais de cigarros. 
VISÃO GERAL DA LESÃO CELULAR E MORTE CELULAR 
A lesão celular ocorre quando as células são estressadas tão excessivamente que não são mais capazes de se adaptar ou quando são expostas a agentes lesivos ou são prejudicadas por anomalias intrínsecas (p. ex., no DNA ou nas proteínas). Os diferentes estímulos lesivos afetam muitas vias metabólicas e organelas celulares. A lesão pode progredir de um estágio reversível e culminar em morte celular
Características celulares da necrose (esquerda) e da apoptose (direita).
Lesão celular reversível. Nos estágios iniciais ou nas formas leves de lesão, as alterações morfológicas e funcionais são reversíveis se o estímulo nocivo for removido. Nesse estágio, embora existam anomalias estruturais e funcionais significativas, a lesão ainda não progrediu para um dano severo à membrana e dissolução nuclear. 
Morte celular. Com a persistência do dano, a lesão torna-se irreversível e, com o tempo, a célula não pode se recuperar e morre. Existem dois tipos de morte celular — necrose e apoptose — que diferem em suas morfologias, mecanismos e papéis na fisiologia e na doença. Quando o dano às membranas é acentuado, as enzimas extravasam dos lisossomos, entram no citoplasma e digerem a célula, resultando em necrose. 
Características da Necrose e da Apoptose 
CAUSAS DA LESÃO CELULAR 
As causas da lesão celular variam de trauma físico grosseiro de um acidente de automóvel a defeito em um único gene que resulta em uma enzima defeituosa, caracterizando uma doença metabólica específica. A maioria dos estímulos nocivos pode ser agrupada nas seguintes categorias. 
Privação de Oxigênio 
Agentes Químicos 
Agentes Infecciosos 
Reações Imunológicas 
Fatores Genéticos 
Desequilíbrios Nutricionais 
Agentes Físicos 
Envelhecimento 
MORFOLOGIA DA LESÃO CELULAR E TECIDUAL 
A função celular pode ser perdida antes que ocorra a morte celular, e as alterações morfológicas na lesão (ou morte) celular surgem mais tarde.
Os desarranjos celulares da lesão reversível podem ser reparados e, se o estímulo nocivo cessa, a célula retorna à sua normalidade. Entretanto, a lesão persistente ou excessiva faz com que as células passem do nebuloso “ponto de nãoretorno” para lesão irreversível e morte celular. 
Aumento do volume celular, com alteração da proporção citoplasma/núcleo e vacuolização citoplasmática que aumenta de volume, frequência e intensidade de acordo com o estágio da lesão.
Lesão Reversível 
As duas principais características morfológicas da lesão celular reversível são a tumefação celular e a degeneração gordurosa. 
A tumefação celular é resultado da falência das bombas de íons dependentes de energia na membrana plasmática, levando a uma incapacidade de manter a homeostasia iônica e líquida. 
A degeneração gordurosa ocorre na lesão hipóxica e em várias formas de lesão metabólica ou tóxica e manifesta-se pelo surgimento de vacúolos lipídicos, grandes ou pequenos, no citoplasma. 
A, Túbulos renais normais com células epiteliais viáveis. B, Lesão isquêmica inicial (reversível) mostrando, em células ocasionais, bolhas na superfície, eosinofilia aumentada do citoplasma e tumefação celular. C, Necrose (lesão irreversível) de células epiteliais com perda dos núcleos, fragmentação das células e extravasamento dos conteúdos. 
Alterações morfológicas na lesão celular reversível e irreversível (necrose)
Atividade Proposta
Construção de mapa conceitual coletivo. 
Pergunta norteadora: 
Quais as diferenças entre lesão celular reversível e irreversível?
24
EAD (Ambiente virtual de aprendizagem)
Leitura do material da disciplina no AVA: 
Unidade I: Manifestações celulares à agressão (Seção 01); 
Assistir ao vídeo no AVA: 
Unidade I: Manifestações celulares à agressão (duração de 3m15s) e Lesão celular (2m52s). 
Obrigada
Lanna Printes!!!
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