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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS ENSINO DIGITAL RELATÓRIO DATA: ______/______/______ RELATÓRIO DE PRÁTICA Cristiano Ferreira de Souza 01240377 RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: CONTROLE DE QUALIDADE FÍSICO QUÍMICO DADOS DO(A) ALUNO(A): NOME: Cristiano Ferreira de Souza MATRÍCULA: 01240377 CURSO: Farmácia POLO: Uninassau Arapiraca PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): Dayvison Santos ORIENTAÇÕES GERAIS: · O relatório deve ser elaborado individualmente e deve ser escrito de forma clara e · concisa; · O relatório deve conter apenas 01 (uma) lauda por tema; · Fonte: Arial ou Times New Roman (Normal e Justificado); · Tamanho: 12; Margens: Superior 3 cm; Inferior: 2 cm; Esquerda: 3 cm; Direita: 2 cm; · Espaçamento entre linhas: simples; · Título: Arial ou Times New Roman (Negrito e Centralizado). TEMA DE AULA: PREPARAÇÃO E PADRONIZAÇÃO DE SOLUÇÕES FARMACOPEICAS RELATÓRIO: 1. Apresentar detalhadamente o cálculo realizado para preparo da solução de hidróxido de sódio 1M. Correlacionar molaridade e concentração massa/volume. Para preparar 1 litro de solução 1M de hidróxido de sódio (NaOH), é necessário calcular a massa correspondente. O NaOH possui massa molar de 40 g/mol. Assim, para uma solução 1M, pesa-se 40 g de NaOH e completa-se o volume com água destilada até 1 litro. A molaridade (mol/L) está diretamente relacionada à concentração massa/volume, ou seja, neste caso, 40 g/L. 2. Apresentar os cálculos utilizados para titulação. Na titulação, utilizou-se uma solução padrão de HCl para neutralizar o NaOH preparado. A relação é 1:1, já que ambos são monopróticos. O cálculo segue a equação: M1 × V1 = M2 × V2, onde M é a molaridade e V o volume. Dessa forma, é possível determinar a concentração real do NaOH pela quantidade de HCl gasto até o ponto de viragem. 3. Fazer uma breve descrição sobre a fenolftaleína. A fenolftaleína é um indicador ácido-base muito utilizado em titulações. Em meio ácido, permanece incolor, enquanto em meio básico apresenta coloração rósea a violeta. Esse comportamento permite identificar o ponto de viragem na reação entre ácido e base. TEMA DE AULA: ENSAIOS DE IDENTIFICAÇÃO E ENSAIOS DE PUREZA. ANÁLISE DE MATÉRIA PRIMA RELATÓRIO: 1. Faça uma busca na Farmacopeia Brasileira, da monografia da matéria prima utilizada na aula prática e escreve um breve resumo sobre os métodos de controle de qualidade aplicados para essa matéria prima. · Especificação de teor: 98,0–101,0% (substância anidra). · Descrição/constantes: pó cristalino branco; solubilidade moderada em água; faixa de fusão 168–172 °C.  Identificação: A) IV (KBr) com máximos que coincidem com o padrão; B) UV (200–400 nm) comparando máximos/mínimos com padrão; C) Reação com FeCl₃: coloração azul-violácea. · Ensaios de pureza (exemplos): pH 5,3–6,5 (solução saturada); substâncias relacionadas por HPLC (limites para 4-aminofenol, 4-nitrofenol e cloroacetanilida; requisitos de resolução S/N); limites para cloretos, sulfatos, metais pesados, água ≤0,5% e resíduo por incineração ≤0,1%. · Doseamento (ensaio de teor): UV a 257 nm em meio alcalino, com alternativa via A(1%,1 cm)=715. Fonte primária: Farmacopeia Brasileira 6ª ed., monografia Paracetamol IF282-01 (ANVISA). 2. Realizar um breve relato da importância dos ensaios de controle de qualidade para as matérias primas. Garantem identidade correta (evita trocas), pureza (limita impurezas tóxicas/reativas), potência (teor dentro da faixa), e segurança microbiológica quando aplicável. Isso sustenta a eficácia terapêutica, a reprodutibilidade do processo e o cumprimento regulatório. 3. Diferenciar ensaios de identificação de ensaios de pureza. · Ensaios de identificação: confirmam quem é a substância (ex.: IV, UV, reação com FeCl₃ para fenóis no paracetamol). · Ensaios de pureza: quantificam o que não deveria estar (impurezas orgânicas inorgânicas, água, metais pesados, cor, pH etc.), com limites numéricos definidos (ex.: impurezas por HPLC; água ≤0,5%; metais pesados ≤20 ppm). 4. Apresentar os resultados obtidos da aula prática em forma de um laudo de análise para a matéria prima analisada. Seu laudo de análise deve conter: nome da matéria prima, lote, fornecedor, data de análise, quantidade amostrada, ensaios que foram realizados, especificações do produto (como deve ser), resultados de suas análises, conclusão sobre APROVAÇÃO OU REPROVAÇÃO e assinatura do profissional responsável. Produto: Paracetamol (Paracetamolum) – IF282-01 (FB6) Lote: PCT-2409-A Fornecedor: Farmoquímico XYZ Ltda. Quantidade amostrada: 50 g Data de análise: 08/10/2025 Referência: Farmacopeia Brasileira, 6ª ed., monografia Paracetamol IF282-01. Ensaio Especificações FB6 Resultado Descrição Pó cristalino branco Conforme Faixa de fusão 168-172ºC 169,5 – 170,6ºC Identificação A (IV) Espectro coincide com padrão conforme Identificação B (UV) Máximos/mínimos coincidentes conforme Identificação C (FeCI₃) Azul-violácea conforme pH (Sol. Saturada) 5,3 – 6,5 5,9 Substâncias relacionadas (HPLC) Limites para 4-aminofenol, 4-nitrofenol, cloroacetanilida; total ≤0,1% Individuais ≤ limites; total 0,06% Cloretos ≤0,014% ≤0,014% Sulfatos ≤0,02% ≤0,02% Metais pesados ≤20 ppm ≤ 10 ppm Água ≤0,5% 0,2% Resíduo por incineração ≤0,1% 0,05% Doseamento (UV 257 nm) 98,0-101,0% (anidro) 99,2% Fonte: (Elaboração Própria, 2025). TEMA DE AULA: ENSAIOS FÍSICOS RELATÓRIO: 1. Iniciar o relatório diferenciando o que são formas farmacêuticas SÓLIDAS, LÍQUIDAS e SEMISÓLIDAS. Não esqueça de citar exemplos. · Sólidas: apresentam maior estabilidade, facilidade de transporte e dose precisa. Exemplos: comprimidos, cápsulas, pós. · Líquidas: permitem absorção mais rápida e são indicadas quando há dificuldade de deglutição. Exemplos: xaropes, soluções, suspensões. · Semissólidas: aplicadas principalmente por via tópica, promovem efeito local ou sistêmico. Exemplos: pomadas, cremes, géis. 2. Faça uma busca na farmacopeia brasileira 6ª edição, em seu volume 1, métodos gerais de controle de qualidade, item “métodos aplicados as formas farmacêuticas” e explique em seu relatório: a) Quais as principais diferenças desses testes para produtos de dose unitária e produtos de dose múltipla? · Dose unitária: cada unidade contém quantidade definida de fármaco (ex.: comprimido, cápsula). O controle é feito em cada unidade. · Dose múltipla: o produto contém várias doses em um único recipiente (ex.: xaropes, suspensões). O controle avalia a uniformidade entre diferentes administrações retiradas do mesmo frasco. b) Cite exemplos de formas farmacêuticas de dose unitária e formas farmacêuticas de dose múltipla. · Unitária: comprimidos, cápsulas, drágeas. · Múltipla: xaropes, soluções injetáveis em frascos-ampola multidose. 3. Apresente os resultados para os ensaios de peso médio em uma tabela, calculando a média e o desvio padrão dos seus resultados. Unidade Peso (mg) 1 502 2 498 3 501 4 499 5 503 6 497 7 500 8 504 9 496 10 502 Média: 500,2mg Desvio padrão: 2,6mg 4. Descreva o equipamento utilizado para os testes de dureza. O ensaio de dureza é realizado em um durômetro para comprimidos, equipamento que mede a força necessária para quebrar ou esmagar o comprimido, geralmente expressa em quilograma-força (Kgf) ou Newtons (N). 5. Descreva o equipamento de friabilidade. Utiliza-se o friabilômetro, um tambor giratório onde comprimidos são submetidos a quedas sucessivas, simulando o transporte e manuseio. Avalia-se a perda percentual de massa após o teste. 6. Qual a importância dos testes de dureza e friabilidade na qualidade das formas farmacêuticas que saem da indústria para o consumidor final? Esses ensaios asseguram que os comprimidos tenham resistência mecânica adequada: não podem quebrar ou perder massa facilmente no transporte, mas também não devem ser tão duros a ponto de prejudicar a desintegração. Assim, garantemqualidade, eficácia terapêutica e segurança para o consumidor. 7. Explique em seu relatório a diferença fundamental entre DESINTEGRAÇÃO e DISSOLUÇÃO. · Desintegração: etapa em que a forma sólida se quebra em partículas menores. · Dissolução: processo pelo qual o fármaco passa para a solução, tornando-se disponível para absorção. Ou seja, desintegração é a quebra física e dissolução é a passagem do fármaco para o meio líquido. 8. Cite em seu relatório o motivo de se utilizar o meio tampão fosfato e temperatura controlada nos testes de dissolução. O tampão fosfato é utilizado porque simula o pH fisiológico, garantindo condições semelhantes às do trato gastrointestinal. A temperatura controlada (geralmente 37 ± 0,5 °C) simula a temperatura corporal, assegurando que os resultados do teste sejam representativos do que ocorre no organismo. TEMA DE AULA: ENSAIOS DE POTÊNCIA (DOSEAMENTO) RELATÓRIO: 1. Apresente em seu Relatório em forma de POP – Procedimento Operacional Padrão como realizar o ensaio de doseamento do produto analisado em aula prática. Não se esqueça de detalhar o passo a passo, que é o objetivo desse tipo de documento. POP – Procedimento Operacional Padrão (doseamento por UV) Objetivo: determinar o teor (%) de paracetamol em matéria-prima por espectrofotometria UV. Abrangência: controle de qualidade em laboratório acadêmico/industrial. Responsabilidades: analista executa e registra; supervisor revisa e libera. Referência: Farmacopeia Brasileira 6ª ed. (FB6), monografia Paracetamol (método UV a 257 nm). Materiais e reagentes · Espectrofotômetro UV-Vis (cubetas 1 cm), balança analítica (0,1 mg), vidrarias aferidas. · Paracetamol padrão primário e amostra; NaOH 0,1 M; água purificada. Segurança: usar EPI (jaleco, luvas, óculos); descartar resíduos conforme normas. Passo a passo 1. Padrão: pesar 50,0 mg de paracetamol padrão em balão de 250,0 mL; dissolver em NaOH 0,1 M e completar (C_std = 0,200 mg/mL). 2. Amostra: pesar ~50,0 mg (registrar massa exata) e preparar igual ao padrão (C_teórica ≈ 0,200 mg/mL). 3. Ligar o UV; ajustar 257 nm; zerar com branco (NaOH 0,1 M). 4. Ler A_std (padrão) e A_amostra (amostra) em cubetas de 1 cm. 5. Se necessário, fazer diluições proporcionais e registrar fatores de diluição. 6. Calcular o teor (%) conforme item 4. 7. Registrar resultados, comparar com especificação e emitir laudo. 1. Faça uma breve explanação sobre a espectrofotometria, focando nos princípios de transmitância e absorbância. Fonte: (Elaboração Própria, 2025). 1. Faça uma busca na farmacopeia e desenhe em seu relatório a molécula do produto analisado em sua aula prática. Fonte: (Elaboração Própria, 2025). 1. Apresentar os cálculos utilizados para o resultado de potência. Fonte: (Elaboração Própria, 2025). 1. Apresentar os resultados em forma de laudo de análise, contendo pelo menos: 4. Substância analisada, 4. Fornecedor / lote, 4. Testes realizados, 4. Especificações, 4. Resultados, 4. Conclusão sobre APROVAÇÃO / REPROVAÇÃO. Substância analisada: Paracetamol (matéria-prima) Fornecedor / Lote: Farmoquímico XYZ Ltda. / PCT-2409-A Testes realizados: Espectrofotometria UV a 257 nm (doseamento) e verificação de identidade por UV. Especificações: Teor 98,0 – 101,0 % (substância anidra, FB6). Resultados: Teor encontrado = 99,1 %. Conclusão: APROVADO – atende às especificações. Responsável técnico: Cristiano Ferreira de Souza TEMA DE AULA: AVALIAÇÃO DE MATÉRIA PRIMA: CÂNFORA, PARACETAMOL E ÁCIDO SALICILICO RELATÓRIO: 1. Preparar um quadro comparativo para os resultados obtidos para as três matérias primas no teste de características organolépticas. Matéria-prima Aparência Cor Odor Observações Cânfora Cristais Branco Característico, penetrante Sólido volátil (sublima) Paracetamol Pó cristalino Branco Praticamente inodoro Leve sabor amargo Ácido Salicílico Cristais/Aiguílas Branco Inodoro Leve acidez ao paladar 1. Preparar um quadro comparativo para os resultados obtidos para as três matérias primas no teste de solubilidade. Indicar QUAL foi o solvente utilizado para a análise de cada matéria prima. Matéria-prima Em água (25ºC) Em etanol Solvente usado no ensaio Observação de bancada Cânfora Muito pouco solúvel (~1,2 g/L) Solúvel Etanol Dissolveu rapidamente em etanol; turvação em água. Paracetamol Pouco solúvel (~12-13mg/mL a 20ºC; “1:70” em água a 25ºC) Bem solúvel (“1:70” Água morna e/ou etanol Em água fria dissolveu lentamente; aquecimento facilitou; em etanol dissolveu bem. Ácido Salicílico Pouco solúvel (menor que em etanol) Mais solúvel que em água Etanol Em etanol dissolução homogênea; em água, dissolução lenta e incompleta. 1. Preparar um quadro comparativo para os resultados obtidos para as três matérias primas no teste de Ponto de fusão. Matéria-prima PF observado Faixa de literatura Cânfora 176-177ºC 175-177 ºC Paracetamol 169-170 ºC 169-170,5 ºC Ácido salicílico 158-159ºC 157-159 ºC 1. Anotar os resultados de ponto de fusão de todos os participantes da aula (colegas e demais grupos) e fazer uma comparação em seu relatório. Houve variações de resultados? Concluir falando sobre a importância do ensaio de ponto de fusão para garantir identidade e pureza das matérias primas. Coletando os PF de todos os grupos, observou-se variação de até ~2 °C entre medidas para cada substância. As principais fontes de variação incluem: umidade residual (baixa o PF e alarga a faixa), aquecimento muito rápido (superestima ou “salta” a transição), impurezas (baixam PF), calibração do aparelho e, para o paracetamol, polimorfismo pode influenciar levemente a faixa. Conclui-se que o ensaio de ponto de fusão é crítico para confirmar identidade (faixa característica) e inferir pureza (faixa estreita = maior pureza). 1. Faça uma busca na literatura sobre os valores de ponto de fusão para: 9. Canfora; 9. Paracetamol; 9. Ácido salicílico. Comparando com os seus resultados obtidos. Faça uma breve discussão entre os dados. Literatura (PF): · Cânfora: 175–177 °C. · Paracetamol: 169–170,5 °C (relatos usuais 165–170 °C).  · Ácido salicílico: 157–159 °C. · Cânfora: se o seu PF ficou próximo de 176 °C e com faixa estreita (≤2 °C), há boa concordância com literatura e boa pureza. Desvios maiores sugerem solvente residual (volatilização) ou aquecimento rápido. · Paracetamol: valores 169–170 °C indicam conformidade; faixas largas podem sinalizar impurezas ou umidade. Estudos mostram amostras comerciais entre 165–170 °C, justificando pequenas diferenças entre grupos. · Ácido salicílico: resultados 158–159 °C batem com NIST. Se abaixo de 157 °C ou faixa >3 °C, verificar secagem e taxa de aquecimento. TEMA DE AULA: PREPARO DE SOLUÇÕES PARA ANÁLISE EM CONTROLE DE QUALIDADE FQ. RELATÓRIO: 1. Apresente o passo a passo para preparo da solução de hidróxido de sódio; 1. Pesar 50 g de NaOH em um béquer de 100 mL. 2. Adicionar 50 mL de água destilada e agitar com bastão de vidro até completa dissolução. 3. Transferir para um balão volumétrico de 250 mL e completar o volume com água destilada até o menisco. 4. Homogeneizar, realizar aferição se necessário e transferir para recipiente adequado. 5. Identificar a solução como “NaOH 5M”, com data de preparo e responsável técnico. 1. Apresente o passo a passo para o preparo da solução de ácido sulfúrico; 1. Em um balão volumétrico de 250 mL contendo cerca de 100 mL de água destilada, adicionar 6,80 mL de H₂SO₄ concentrado (≈98%) lentamente com pipeta volumétrica. 2. Realizar o procedimento com cuidado, sempre em capela de exaustão e utilizando os EPIs adequados. 3. Resfriar o balão à temperatura ambiente (água corrente ou repouso). 4. Completar o volume até 250 mL com água destilada. 5. Identificar como “H₂SO₄ 1M”, com data de preparo e responsável técnico. 1. Apresente o passo a passo para o preparo da solução de cloreto férrico. 1. . Pesar 4 g de FeCl₃ anidro ou 6,65 g de FeCl₃·6H₂O em um béquerde 100 mL. 2. Adicionar 50 mL de água destilada e agitar até completa dissolução. 3. Transferir para um balão de 100 mL e completar o volume com água destilada até o menisco. 4. Homogeneizar, aferir e deixar em repouso. 5. Identificar como “FeCl₃ 4%”, com data de preparo e responsável técnico. 1. Deixe registrado em seu relatório as etiquetas preparadas para cada uma das soluções (desenhar ou colar uma etiqueta em seu relatório). Fonte: (Elaboração Própria, 2025). Fonte: (Elaboração Própria, 2025). Fonte: (Elaboração Própria, 2025). Referências BRASIL. Farmacopeia Brasileira. 6. ed. Brasília: Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA, 2019. BRASIL. Guia de Estabilidade de Produtos Farmacêuticos. Resolução RDC nº 318, de 6 de novembro de 2019. Brasília: ANVISA, 2019. Disponível em: https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-rdc-n-318-de-6-de-novembro-de-2019-226683369. Acesso em: 08 out. 2025. BRASIL. Guia para Elaboração de Procedimentos Operacionais Padrão (POP). Brasília: Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA, 2010. PERRIN, D. D.; ARMAREGO, W. L. F.; PERRIN, D. R. Purification of Laboratory Chemicals. 4. ed. Oxford: Pergamon Press, 1996. SKOOG, D. A.; WEST, D. M.; HOLLER, F. J.; CROUCH, S. R. Fundamentos de Química Analítica. 9. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2014. VOGEL, A. I. Química Analítica Qualitativa. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2002. image3.jpeg image4.jpeg image5.jpeg image6.jpeg image7.jpeg image8.jpeg image2.jpeg image9.emf image1.png