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No cumprimento de sentença não há instauração de nova relação processual.
Não serão devidos pelo credor e a desistência 
ocorrer antes dos embargos. Mas pode ocorrer 
se houver advogado constituído para indicar 
bens à penhora, pedir extinção.
Se houver embargos o credor arcará com os 
honorários de sucumbência.
INTRODUÇÃO
Cumprimento de sentença e
para título executivo judiciais
Execução
,
moriamente ditaa para títulos executivos extrajudicial
Execuçãoéum procedimento expropriatório (não há procedência on im
procedência). A defesa deveser feita através dos embargos à execução, que , se fo
em julgados mocedentes, extinguema execução .I
Face -D
Fase de execu
#1111 / cumprimento
de sentença
Pet sentença
ini Execução
- -
Rito Comun
Execução é o conjunto de atividades atribuídas cor órgão judiciários paraaS
realização prótica de uma vontada concreta da lei previamente consopada em
um título.
Princípios do processo de execução :
Realidade,
satisfatividade,utilidade, economia, especificidade epermitir
da a substituição em casos de impossibilidade) , ami devedor),
, dignidade ,
disponibilidade (credor não é obrigado a executar seu título).
Honorários na desistência-
Originária – a que decorre do próprio título executivo e compreende o credor e o Ministério Público.
Superveniente – compreende as situações jurídicas formadas posteriormente à criação do título – 
sucessão: inter vivos e mortis causa.
No título judicial, credor ou exequente será o vencedor da causa, apontado na sentença;
No título extrajudicial, será a pessoa em favor de quem se contraiu a obrigação.
Exemplo: execução no cível da sentença penal condenatória quando a 
vítima for pobre, para obter a indenização do dano.
Art. 346. A sub-rogação opera-se, de pleno direito, em favor:
I - do credor que paga a dívida do devedor comum;
II - do adquirente do imóvel hipotecado, que paga a credor 
hipotecário, bem como do terceiro que efetiva o pagamento para 
não ser privado de direito sobre imóvel;
III - do terceiro interessado, que paga a dívida pela qual era ou 
podia ser obrigado, no todo ou em parte.
Art. 347. A sub-rogação é convencional:
I - quando o credor recebe o pagamento de terceiro e 
expressamente lhe transfere todos os seus direitos;
II - quando terceira pessoa empresta ao devedor a quantia 
precisa para solver a dívida, sob a condição expressa de ficar o 
mutuante sub-rogado nos direitos do credor satisfeito.
I - o devedor, reconhecido como tal no título executivo;
II - o espólio, os herdeiros ou os sucessores do 
devedor;
III - o novo devedor que assumiu, com o consentimento 
do credor, a obrigação resultante do título executivo;
IV - o fiador do débito constante em título extrajudicial;
V - o responsável titular do bem vinculado por garantia 
real ao pagamento do débito;
VI - o responsável tributário, assim definido em lei.
A obrigação é do devedor. A responsabilidade é patrimonial. Não há execução sobre a pessoa do devedor. A 
execução é real. A prisão é medida de coação (alimentos). Não realiza a obrigação.
SUJEITOS
LEGITIMAÇÃO ATIVA
↳ deve ser capaz ou esta representado e outorgar mandato a ado.
Extraordinária do MP-
Superveniente s espólio, herdeiros, sucessores, casionario, sub-rogado /inde
pende de consentimento do executado ↳
LEGITIMAÇÃO PASSIVA
- interesseeconômico
COMPETÊNCIA
-> domicílio do reu
RESPONSABILIDADE
PATRIMONIAL
* Bens presentes e futuros ·
Impenhoráveis -s art. 833.
A execução atinge bens que não são do devedor, mas de 
terceiro que não se obrigou e, mesmo assim, respondem 
pelo cumprimento das obrigações daquele.
Responsabilidade secundária ve
↳
I.Execução de bem
doacessor singular :
↑
REQUISITOS
Da execução -s título executivo e inadimplemento .
&
Título executivo a deve ser legalmente qualificado, autorizaraexecução,
definir sua finalidade e fixar seus limites. A obrigação de ser certa, lí-
quida e exigível .
Particular: é o título originado do negócio jurídico privado
e elaborado pelas próprias partes;
Público: é o que se constitui por meio de documento 
oficial emanado de algum órgão da administração 
pública.
Art. 784. São títulos executivos extrajudiciais:
I - a letra de câmbio, a nota promissória, a duplicata, a debênture e o cheque;
II - a escritura pública ou outro documento público assinado pelo devedor;
III - o documento particular assinado pelo devedor e por 2 (duas) testemunhas;
IV - o instrumento de transação referendado pelo Ministério Público, pela Defensoria Pública, pela Advocacia Pública, pelos 
advogados dos transatores ou por conciliador ou mediador credenciado por tribunal;
V - o contrato garantido por hipoteca, penhor, anticrese ou outro direito real de garantia e aquele garantido por caução;
VI - o contrato de seguro de vida em caso de morte;
VII - o crédito decorrente de foro e laudêmio;
VIII - o crédito, documentalmente comprovado, decorrente de aluguel de imóvel, bem como de encargos acessórios, tais como 
taxas e despesas de condomínio;
IX - a certidão de dívida ativa da Fazenda Pública da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, correspondente 
aos créditos inscritos na forma da lei;
X - o crédito referente às contribuições ordinárias ou extraordinárias de condomínio edilício, previstas na respectiva convenção 
ou aprovadas em assembleia geral, desde que documentalmente comprovadas;
XI - a certidão expedida por serventia notarial ou de registro relativa a valores de emolumentos e demais despesas devidas 
pelos atos por ela praticados, fixados nas tabelas estabelecidas em lei;
XI-A - o contrato de contragarantia ou qualquer outro instrumento que materialize o direito de ressarcimento da seguradora 
contra tomadores de seguro-garantia e seus garantidores; (Incluído pela Lei nº 14.711, de 2023)
XII - todos os demais títulos aos quais, por disposição expressa, a lei atribuir força executiva.
§ 1º A propositura de qualquer ação relativa a débito constante de título executivo não inibe o credor de promover-lhe a 
execução.
§ 2º Os títulos executivos extrajudiciais oriundos de país estrangeiro não dependem de homologação para serem executados.
§ 3º O título estrangeiro só terá eficácia executiva quando satisfeitos os requisitos de formação exigidos pela lei do lugar de sua 
celebração e quando o Brasil for indicado como o lugar de cumprimento da obrigação.
§ 4º Nos títulos executivos constituídos ou atestados por meio eletrônico, é admitida qualquer modalidade de assinatura 
eletrônica prevista em lei, dispensada a assinatura de testemunhas quando sua integridade for conferida por provedor de assinatura. 
(Incluído pela Lei nº 14.620, de 2023)
- contrato de honorários de advogado (Lei 8.906/94, art. 24)
- créditos da Previdência Social (Lei 8.212/91, art. 39)
- cédulas de crédito rural (Dec. Lei 167/1967, art. 41)
- cédulas de crédito industrial (Dec. Lei 413/1969, art. 10)
-contratos de alienação fiduciária em garantia (Dec. Lei 911/69, art. 5º)
- cédula de crédito imobiliário (CCI) (Lei 10.931/2004, art. 20)
- cédula de crédito bancário (Lei 10.931/2004, art. 28)
- TAC – Lei 7.347/85, art. 5º, § 6º.
Títulos executivos extrajudiciais -
AUTOR : LOCADOR/REV : LOCATÁRIO
Art. 509. Quando a sentença condenar ao 
pagamento de quantia ilíquida, proceder-se-á à sua 
liquidação, a requerimento do credor ou do devedor:
I - por arbitramento, quando determinado pela 
sentença, convencionado pelas partes ou exigido pela 
natureza do objeto da liquidação;
II - pelo procedimento comum, quando houver 
necessidade de alegar e provar fato novo.
§ 1º Quando na sentença houver uma parte líquida e 
outra ilíquida, ao credor é lícito promover simultaneamente 
a execução daquela e, em autos apartados, a liquidação 
desta.
§ 2º Quando a apuração do valor depender apenas 
de cálculo aritmético, o credor poderá promover, desde 
logo, o cumprimento da sentença.
§ 3º O Conselho Nacional de Justiça desenvolverá e 
colocará à disposição dos interessados programa de 
atualização financeira.
§ 4º Na liquidaçãoé vedado discutir de novo a lide 
ou modificar a sentença que a julgou.
Art. 510. Na liquidação por arbitramento, o juiz 
intimará as partes para a apresentação de pareceres ou 
documentos elucidativos, no prazo que fixar, e, caso não 
possa decidir de plano, nomeará perito, observando-se, no 
que couber, o procedimento da prova pericial.
Art. 511. Na liquidação pelo procedimento comum, o 
juiz determinará a intimação do requerido, na pessoa de 
seu advogado ou da sociedade de advogados a que 
estiver vinculado, para, querendo, apresentar contestação 
no prazo de 15 (quinze) dias, observando-se, a seguir, no 
que couber, o disposto no Livro I da Parte Especial deste 
Código .
Art. 512. A liquidação poderá ser realizada na 
pendência de recurso, processando-se em autos 
apartados no juízo de origem, cumprindo ao liquidante 
instruir o pedido com cópias das peças processuais 
pertinentes.
LIQUIDAÇÃO DESENTENÇA
E EXECUÇÃO PROVISÓRIA
-o já pode executa a líquida eailé-
a seiem guido demos
Pepurado
La EX : danos morais de 10mil+ danos materiais LaEx: adicionar junos
-Dnãomeiade a
quando depende de perícia
P
maio peritopara
DEX:atro-
pelamento, cirurgias realizados e averem realiza-
das
DEX: Voto que fiz da chácara
junos podem ser discutidos, condenação não
&Éfacultativo, o autos pode esperar , quan
do horos vanso,a decisão que reforma
mantém a sentença chegar , para fazer a li- ↳AI CAIR NA PROVA!!!
quidação. Entretanto,é interessante fazer durn-↳
te oacuso,pois ganha tempo e adianta esse Pois serve só para queras valores,adi
moens ! antando uma parte da execução,
para adiantes o processo.Se a senten
a for líquida e tiver recusa, basto
esperar a decisão do vanse,semha*memoqueo recurso ver liquidação, pois nãoe necessária.
Quando o valor for gerado e o
vcuso ainda etiver pendente de jul
famento , basta aguardar !
Art. 520. O cumprimento provisório da sentença 
impugnada por recurso desprovido de efeito suspensivo será 
realizado da mesma forma que o cumprimento definitivo, 
sujeitando-se ao seguinte regime:
I - corre por iniciativa e responsabilidade do exequente, 
que se obriga, se a sentença for reformada, a reparar os 
danos que o executado haja sofrido;
II - fica sem efeito, sobrevindo decisão que modifique 
ou anule a sentença objeto da execução, restituindo-se as 
partes ao estado anterior e liquidando-se eventuais prejuízos 
nos mesmos autos;
III - se a sentença objeto de cumprimento provisório for 
modificada ou anulada apenas em parte, somente nesta 
ficará sem efeito a execução;
IV - o levantamento de depósito em dinheiro e a prática 
de atos que importem transferência de posse ou alienação de 
propriedade ou de outro direito real, ou dos quais possa 
resultar grave dano ao executado, dependem de caução 
suficiente e idônea, arbitrada de plano pelo juiz e prestada 
nos próprios autos.
§ 1º No cumprimento provisório da sentença, o 
executado poderá apresentar impugnação, se quiser, nos 
termos do art. 525 .
§ 2º A multa e os honorários a que se refere o § 1º do 
art. 523 são devidos no cumprimento provisório de sentença 
condenatória ao pagamento de quantia certa.
§ 3º Se o executado comparecer tempestivamente e 
depositar o valor, com a finalidade de isentar-se da multa, o 
ato não será havido como incompatível com o recurso por ele 
interposto.
§ 4º A restituição ao estado anterior a que se refere o 
inciso II não implica o desfazimento da transferência de 
posse ou da alienação de propriedade ou de outro direito real 
eventualmente já realizada, ressalvado, sempre, o direito à 
reparação dos prejuízos causados ao executado.
§ 5º Ao cumprimento provisório de sentença que 
reconheça obrigação de fazer, de não fazer ou de dar coisa 
aplica-se, no que couber, o disposto neste Capítulo.
pendente de recurso sem efeito unpensiv
a daqui para trás
-> cos o credor queira expropriar
↳ recurso
Preclusão- perda da portunidade
da prótico do ato.
La Temporal : perda de prezo.
↳ Consumativa : já comumei o ato,
mas esqueci de algo.. Não posso mais
argui aquela ponto , jáfoi
↳ Lógica : prótica de algum ato in-
compatível con aquele que deveria ser
maticado.

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