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P E D I A T R I A GABRIELE DURANTE PROVA PRÁTICA: Reanimação neonatal Reanimação pediátrica Anemia Falciforme Anafilaxia APLV/Intolerância a lactose Sífilis Congênita Toxoplasmose Congênita Icterícia Neonatal Reanimação Neonatal Quanto Menor a 16 su peso ao Nascer, maior o risco e necessi dade de REANIMAÇÃO. Temperatura da Sala Sempre tem que EQUIPE E MATERIAL 23 - 25ter Anamnese Materna : Intercorrênciasclínicas ; Gestacionais : Intercorrências no TP ou em partos anteriores ; Equipe: Pelo menos um profissional que saiba realizar os passos iniciais e a ventilação com máscara facial S - Recepção do RN e Condutas Imediatas : 1. Tonies Muscular AVALIAR TONUS , EHORO e PADRÃO RESPIRATÓRIO 2 . 1G/termo de 372 a 42s) 3 Respiração e Chor CLAMPEAMENTO DO CORDÃO DE ACORDO COM A IDADE GESTACIONAL Avaliação iniCiBL : GESTAÇÃO 7 345 RESP. ou choro presente ? - TONus Muscular em flexão ? Sim para as 3 perguntas? ↳ C . Do Cordão (VEra) , pele-pele junto a parturiente, manter normotermia , Vas pérvios avaliar Vitalidade. QualquerNão Estímulo Tátil (DOrso) > Respondeu? C . Tarpio ↳ Não Respondeu? C . Imediato até 301//BERÇO AQUECIDO 100 bpm/Resp . rítmica e regular : posicionar junto à mãs, contato pele a pele , avaliar v. Amamentar na 18h. Se FC 200 bpm/ Aprecia de Resp . irregular : VPP UPP (VENTILAÇÃO POR PRESSÃO POSITIVA) 100 bpm & - Iniciar com 20 em 120 e v/n 130-40 crH20) Após as 5 primeiras ventilações reajustar PA pl visualizar movimento tora I aco leve e auscultur a entrada de DR nos pulmões. OBSERVAR : 1) ADAPTACÃO DA MASCARD A FACE DO RN 4) Observar se os cabos 2) PERMEABILIDADE DAS V . D's estão encaixados 3) ExpanSibiLIDADE Pulmonar 5) Se todos disp . funcionam Se o RN não melhorar : checar técnica Se técnica correta e RN não melhora : Ventilar com balão ecânula traqueal. Após 30 segundos da mandra de VPP : Reavaliar o ritmo respiratório e FC Se FC 100 ou Apreia/RESPIRAÇÃO Irregular/BRADICÓRDico revizar da ventilação Analizar a máscara é de tamanho adequado se está bem ADEQUADO Analizar se o toráx está elevando-se ALGum ponto inadequado, corrigi-lo e realizar VPP por 385 ou 60 Bom ↳ interrompe massagem cardíaca e persiste na ventilação. Se após Massagem CARDÍDCA O RN Tiver FC 100bpm e Resp Esp ↳ Interrompe massagem e também a ventilação. Se após 60s a FC continuar 60 bpm ↳ continuar compressão torácica ↓ Administrar APRENDINA (porcatetersitical C ADRENALIND : 1/20 . 000 1 Mr / 10. 00 + 9mh SF ~ > El de ADRENDIINA 1 Lusa-se de 0 . 1 a 0 . 3 mh/kg ode repetir de 3 a 5 min Se após adM De ADRENALINA a FC continuar 60 bpm ↳ Verifico posição da CET, técnica da VPP e Massagem Cardíaca, repito Adrenalina EV 1/10 . 000 a cada 3-5 min na dose de 03 m// Kg Se após adM De ADRENALINA a FC continuar 60 bpm mesmo com VPP com Cañula traqueal com 02 a 100. % e compressão torácica comtécnica Correta : ↳ Considerar Hipovolemia e expandir volume. Expansores de volume : SF0 ,9/ ↑ a seringas de 20mL/ 10 milkg 4 Via veial. tempo de infusão de 5-10 min. Após isso não melhorou ? OBITO - SITUAÇÕES ESPECIAIS RN BANHADO EM MECÔNIO (Matéria fecal estrit verde escura) Manter mesmo sequência Se Reanimação Aspirar V . D. HERNID DIA FRAGMÁTICA : VpP apenas com cânula traqueal, a seja , faz I . T. direto. ELHANDO CLAMPEAMENTO DO C . U . NO RN 100 Ok MESD DE REDNIMAÇÃO : 1G2345 Sonda 6 ou 8 IG pulso >100 REGULAR ~ 3 eletrodos de rotina bpm lombro , face ant . da coxa VENTILACÃO COM PRESSÃO e ambro I 4 100 Apncia ou 1 Positiva NORMAL Sonda 6 bpan ~ VPP + Monitorização an esperoGASPING ↳ FC e Sat Mecônio SATO2 na REDNIMAÇÃO NEONATAL : MINUTOS DE VIDA SATO2 até 5 70-80% 5 - 10 80-90 ./ > 10 85-95 ./ REANIMAÇÃO PEDIÁTRICA Quando ocorre aParada Cardio Respiratória ↳ Interrupção da Circulação sanguínea, como resultado da ausência ou ineficácia da atividade mecânica car díaca. · Interrupção temporária das funções do e do e resulta na cessação total da circulação deS oxigênio e sangue no organismo. 2 Inconsciência2 Principal Causa Hipóxia2 GaspinG ou Apria ausência de pubso Em crianças a PCR normalmente NÃO é súbita e ocorre à causar secundárias, tais como : IR e choque nauficiência Respiratória : Enoque : Pneumonia Sepse arma - Poli traumatismos Bronquidle Aspiração Pulmonar Intoxicações Afogamento Queimaduras Sínd . Da Angústia Resp . AGUDA (SARD) ↳ ESCALDURDS é a d comum Causas Cardíacas Primárias Cardiopatias congênitas arritmias Pos operatório de cirurgia cardiaca Causas Reversíveis de PCR 6 Hs 5Ts Hipovolemia Toxinas Hipóxia Tamponamento Cardíaco Hidrogênio (ACIDOSE) Tensão no Torax Hiper / Hipo potassemia (preumotoras hipertencial Hipotermia Trombose Coronária Hipoglicemia Trombose Pulmonar Trauma ? - SUPORTE BASICO DE VIDA (SBV) ↳ AMBIENTE EXTRA HOSPITALAR Dinâmica de equipe é ESSENCIAL V ordem do SBV : Compressão, Via aérea, Ventilações CDB DBORDAGEM EXTRA HOSPITALAR : 1) Checar segurança do local 2) Checar consciência 2 anos Chamar ajuda / Citar por ajuda, acionar serviço de emergência e pedir DEB ( Desfibrilador Automático Ext. ) 4) Avaliação Resp e checagem de pubso. ↳ Entre 5 e 101. Lactentes (LANOS pulso braquial >1 ano : pulso caro a femoral tídeo femoral MESMO Se não conserguimos sentir o pulso em 10s , deve-se iniciar as mandras IMEDIDTA MENTE . 5) Compressões torácicas : ciclo dura 2 minutos. I a 8 anos Região hipoteñar de uma das mãos . Posso usar uma segunda mão de apoio para ter equilíbrio, sem pesar sobre a criança 100 a 120 cpum /1 do Tx Relação V/ 15 : 2 (se + de 1 socorrista) 30 : 2 /se estou sozinho como socorrista) # > 8 ANOS : Igual no adulto. Não dominante sob mão não do minante afundamento de 1 anteroposterior do Toráx 100 a 120 com 15 : 2 (SE + 1 SOCORRISIA) Relação V/C vi 30 : 2/SE Estou SOZINHO Sobr as compressões Permitir que o TV retorne ; Usar superfície firme ; não fletir os cotovelos. 6) ABERTURA DAS VIDS DÉREDS (Manual) : CHIN WiFT ~> Elevação do Mento. ↳ mandra de escolha Mão na testa li não realizar se lesão de coluna cervical. Dois dedos da não na mandíbula mento elevando - a Jaw-Thrust REGIDO TENDR NA pontas dos Dedosl Anteriorização da mandíbulaZONA ZiGOMÁTICA EXERCENDO FORÇA E ANTERIORIZANDO A MANDIBULA mandra de escolha quando tem lesão cervical. Também usada quando o paciente está usan- do bolsa-máscara. 7) VENTi LAÇÃO : Boca-Boca 21 ANO 7 1 ANO Se for lactente, a boca do socarista deve acoplar bora e variz do lactente. Se paciente 1 ano, tapar narina e fazer boca a boca. 8) DED ( Distributador automático externa 8 anos : Preferível o uso de PAS PEDIAFRICAS. 18 anos : Lusa-se as PÁS DE ADULTOS. não podem se sobrepor ouze tocarem. Se o paciente tem PARADA RESPIRATÓRIA EXCLUSIVA (não respira, mas tem pubso ↳ Faço VPP : Iv a cada 2/3 segundos. Se fc 60 iniciar compressões Se FC > Go continuar ventilações e reavaliar a cada 2 minutos. Se parada respiratória associada a sinais de Hipoperfusãoe FC 60 ↳ Compressão torácica se neonatal al pediátrico com FC60 + Hipoperfusão e PR. Paciente com colapso súbito (típico de Cardiopatia ↳ Se sei o tempo de hipóxia, chamo ajuda e após issoabordo o paciente. Se não sei o tempo : abordo, inicio com pressões e depois solicito ajuda. RITMOS NÃO CHOCÁVEIS DE PCR ↳ Como não precisa de croque, mantenho as compressões por ciclo de 2min , pego acesso e administro EPINEFRIND. 1) ASSISTOLID : SEM atividade eletrica no ECG. representada por uma linha reta. CA-GA-DD checar se o cabo está conecta CABO GANHO Derivação do , mudar o ganho e mu ~ dar derivações. Se manter linha reta após isso, estou em Assistais Causas Afogamento, hipotermia, sepse e intoxicações. 2) DESP : Atividade elétrica no ECE mas paciente sem pubso central pal- pável. Pode voluir para assistolia Causas Afogamento, hipovolemia grave, - preumotórax hipertensivo, tamponamento Cardiaco. VASOPRESSORES : Epinefrina promove vasoconstrição por meio de re ceptores 1 adrenérgicos, pressão diastólica aórtica e ↑ p. de perfuzão coronariana. Se o ritmo for Não Chocável EPINEFRINA IME DiDTA Dose IV/10 4 0 . 01 mg/kg /0, 1 mb/kg na concentração de 1 : 10 .00 Repetir a cada 3 ou 5 minutos Sem acesso IV fazer Endo T : 0 . 1mL/kg ~> 1 : 10 . 000 RITMOS CHOCDVEIS DE PCR Ritmos que precisam de um CHOQUE ELÉTRICO , por meio de um DESFIBRILADOR, para restaurar o ritmo cardíaco. 1) FIBRI Lacão VENTRICULAR Ausência de ri I to organizado ao ECG e de contrações cor denadas (atividade elétrica caótical Causas Patologias Cardíacas, intoxica ções , choque elétrico, ↳ não é necessário checar afogamento e trauma pubso. 2) TAQUICARDID VENTRICULAR SI PULSO Parada sem pubs, de origem ventricular. &RS organizados e LARGOS ↳ É necessário checar pulso , pois pode te arritmia ou ritmo de parada e o que diferen cia é a presença/ ausência de pulso. DESFIBRILD DO RES ↳ Da não tem monitor , não sabe dizer qual ritmo, não consegue Lazer calculo de Carga. Mas diz se o ritmo é CHOCÁVEL ou Não. Toráx pequeno, utiliza-se uma pá na frente e outra atrás SUPORTEAVANÇADO ISAV DE VIDA ↳ Ambiente Intra HOSPITALAR Objetivo é que ocorrao RCE de um par Ciente em PCR . 1) Box de emergência 2) "MOVE" (monitor - oxigênio-Veia-E(G) ↳ monitor cardíaco, oximetria de pulso AmBV para oxigenar Fração de Oxigênio sempre 100 ./ I 2 S . venosos periféricos calibrosos ECG em tempo real 3) Ritmo 4) Acesso Vascular ↳ VID EV , intraóssea e/ou Vid ENDOT. 5) Desfibrilação 6) To medicamentoso 7) Manejo de V . S. avançada Comprimir 1 3 do diâmetro torácico anteroposi. Frequência de 100-120c/min Aguardar retorno do TX Minimizar interrupções nas compressões e V ventilação excessiva. Se estiver sem V. D . avancada : 15/2. Carga do Choque : 1 : choque 25/kg 2: choque 4 5/Kg Choques subsequentes 4 J/kg , máximo de 105/kg ou carga para adulto. TERAPIA FARMACOLÓGICA : VASOPRESSORES : Epinefrina promove vasoconstrição por meio de re ceptores 1 adrenérgicos, pressão diastólica aórtica e ↑ p. de perfuzão coronariana. Se o ritmo for Não Chocável EPINEFRINA IME DiDTA Dose IV/10 4 0 . 01 mg/kg /0, 1 mb/kg na concentração de 1 : 10 .00 Repetir a cada 3 ou 5 minutos Sem acesso IV fazer Endo T : 0 . 1mL/kg ~> 1 : 10 . 000 AnTiARRITMICOS : Amiodarona IV/10 ↳ bolus de Smg/kg durante PCR Pode ser repetida até 2 vezes para F ou TVSP refratário. bidocaína IV/10 ↳ 1mg/kg VID DERED AVANCADA 2 Todo paciente parado tem indicação de tubo rubos sempre com balonetes/ cuff para menor chance de extubação acidental Intubação endotraqueal ou V . D . AVANCADA Supraglótica I TETs com cuff são sugeridos para reduzir o va zamento de ar e a necessidade de traar de tubos para pacientes de qualquer idade Com necessidade de intubação 1 ventilação a cada 2-3 segundos 120/30 vent por minuto com compressões torácicas contínuas assincronia. - mascara Lâmina Reta Cânula OROT. 2(1 - 4 and 0 16 m-1 and 11 ANO 13 , 5) & 3 14-9 anos' I 11-2 and 1-2 Anos 14 , 0 19-12 anos 2 ( >2 anda