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Ciência política e Teoria Geral do Estado Professora: Anielle Fernanda Eduardo Silva Contato: anielle.silva@funcesi.br (31) 98514-9805 O que é Política? A palavra “política” está à nossa volta, a todo momento, nos jornais, na televisão, associada aos protestos e manifestações que presenciamos e, certamente, em tudo a nossa volta. Vivemos a política sem ao menos darmos conta do impacto dela no nosso cotidiano. Por ser um conceito bastante amplo, pode causar alguma confusão e, por isso, é fundamental iniciar o módulo de políticas com a apresentação de sua definição e o esclarecimento de certas questões, por exemplo, políticas e políticas públicas seriam a mesma coisa? O que é Política? A palavra política tem origem no vocábulo grego politikós. Esta palavra era utilizada para se expor todos os assuntos associados a polis (Cidade-Estado) e à vida em comunidade. Desta forma, podemos afirmar que a política está diretamente relacionada à vida em sociedade, no que concerne a fazer com que todos os indivíduos que vivem naquela comunidade expressem suas particularidades e conflitos sem que este cenário seja transformado em uma desordem social. Apesar de afirmarem que gregos e romanos tenham sido os criadores da política, destaca-se a obra de Aristóteles, “Política” e “Ética”, onde é inegável a presença de relações de comando e autoridade em civilizações antecedentes. Portanto, vamos conceituar: O que é Política? O primeiro conceito de política foi exposto na obra Ética, de Aristóteles, para quem a investigação em torno do que deve ser o bem e o bem supremo pertenceria à ciência mais importante: Essa ciência parece ser a política. Com efeito, ela determina quais são as ciências necessárias nas cidades, quais as que cada cidadão deve aprender, e até que ponto. A palavra “política” é originária do grego politikós, que vem de pólis. A Grécia estava organizada em cidades-estado, que eram chamadas de pólis. A política se refere ao que é urbano, civil, público, enfim, ao que é da cidade.(ENCINAS, 2023, p. 3). O zoon politikon aristotélico Portanto, a política se referiria ao estudo da vida em sociedade, na pólis. Segundo Aristóteles “o homem é naturalmente um animal político”. Com isso, ele queria dizer que a vida em sociedade é uma necessidade humana, que surge naturalmente. O Estado, para Aristóteles, constitui a expressão mais feliz da comunidade em seu vínculo com a natureza. Assim como é impossível conceber a mão sem o corpo, é impossível conceber o indivíduo sem o Estado. (ENCINAS apud ARISTÓTELES, 2023, p.4). Perspectiva política de Aristóteles Contudo, o termo “política” só foi ganhar maior divulgação após a obra de Aristóteles intitulada Política, que, segundo Bobbio, deve ser considerada como o primeiro tratado sobre a natureza, funções e divisão do Estado, e sobre as várias formas de Governo. Nesta obra podemos identificar um segundo significado de política: Está claro que existe uma ciência à qual cabe indagar qual deve ser a melhor constituição: qual a mais apta a satisfazer nossos ideais sempre que não haja impedimentos externos; e qual a que se adapta às diversas condições em que se possa ser posta em prática. Como é quase impossível que muitas pessoas possam realizar a melhor forma de governo, o bom legislador e o bom político devem saber qual é a melhor forma de governo em sentido absoluto e qual a melhor forma de governo em determinadas condições(ENCINAS apud Aristóteles, 2023, p.4). Perspectiva política de Aristóteles A tarefa da política seria investigar qual a melhor forma de governo e instituições capazes de garantir a felicidade coletiva. Neste sentido, Aristóteles afirma que a política teria duas funções: descrever a forma de Estado ideal; e determinar a forma do melhor Estado possível em relação a determinadas circunstâncias. Perspectiva política de Platão O termo “político” foi usado durante séculos para designar os textos que se dedicaram ao estudo das atividades que se referem de alguma forma às coisas do Estado. Em outro sentido, a política como arte e ciência de governo é o conceito que Platão expôs e defendeu como aquele que considera de que maneira surgiu um governo e de que maneira, depois de surgir, pôde ser conservado durante o maior tempo possível (ENCINAS apud Aristóteles, 2023, p.4) Perspectiva política de Maquiavel Foi este o conceito de política cujo realismo de Maquiavel acentuou com as palavras famosas: E muitos imaginaram repúblicas e principados que nunca foram vistos nem conhecidos como existentes. Porque é tanta a diferença entre como se vive e como se deveria viver, que quem deixa o que faz pelo que deveria fazer aprende mais a arruinar-se do que a preservar-se, pois o homem que em tudo queira professar-se bom é forçoso que se arruíne em meio a tantos que não são bons. Donde ser necessário ao príncipe que, desejando conservar-se, aprenda a poder não ser bom e deixar de sê-lo ou não, segundo a necessidade (ENCINAS apud Maquiavel, 2023, p.4). Perspectiva política de Maquiavel Dessa forma, a política se distanciaria aqui da definição do que seria o melhor governo para se aproximar daquilo que seria o comportamento adequado para chegar e permanecer no poder. Segundo Bobbio, uma das possíveis definições de política é considerá-la como “uma forma de poder que não tem outro fim senão o próprio poder”. (BOBBIO apud MAQUIAVEL, 2023, p. 38). Perspectiva política de Carl Schmitt A pluralidade faz com que a vida em sociedade seja complexa e frequentemente implique em conflitos: de opinião, de interesses, de valores, etc. Entretanto, para que a sociedade possa sobreviver e progredir, o conflito deve ser mantido dentro de limites administráveis. Para isto, existem apenas dois meios: a coerção pura e simples e a política. O problema com o uso da coerção é que, quanto mais é utilizada, mais reduzido se torna o seu impacto e mais elevado se torna o seu custo. Restaria, então, a política. Aqui, é importante salientar que o conceito de política está estritamente ligado ao de poder (SCHMITT, 1965). Perspectiva política de Carl Schmitt Política é a resolução de conflitos ou um conjunto de procedimentos formais e informais que expressam relações de poder e que se destinam à resolução pacífica dos conflitos quanto a bens públicos. De uma maneira mais simples podemos definir política como “a ciência da governança de um Estado ou Nação e também uma arte de negociação para compatibilizar interesses”(SCHMITT, 1965). Afinal, o que é política? Política é uma palavra que pode ter muitos significados diferentes. O principal conceito é ligado ao ato de governar e de tomar decisões. A política é ligada ao governo, às suas decisões e ao conceito de Estado. Assim política está intimamente ligada a tudo o que o governo realiza e a todas as decisões que atendam os interesses dos cidadãos. Política também pode se referir ao relacionamento entre as pessoas, principalmente quando a finalidade é chegar a um consenso ou um objetivo em comum (TIE LENZI, 2018). O que é Política? PARA GUARDAR: Cinco sentidos de política: ● Estudo da vida em sociedade; ● Aquilo que se refere ao Estado; ● Como conquistar e permanecer no poder; ● Ato de governar e de tomar decisões; ● Resolução pacífica de conflitos. Conceito de Políticas Públicas Políticas públicas são ações e programas que são desenvolvidos pelo Estado para garantir e colocar em prática direitos que são previstos na Constituição Federal e em outras leis. São medidas e programas criados pelos governos dedicados a garantir o bem estar da população. Além desses direitos, outros que não estejam na lei podem vir a ser garantidos através de uma política pública. Isso pode acontecer com direitos que, com o passar do tempo, sejam identificados como uma necessidade da sociedade. Conceito de PolíticasPúblicas Maria das Graças Rua (1998, p. 1) conceitua política pública como o conjunto de ações e decisões que versam sobre a imposição de valores. Para ela, política pública e decisão política são conceitos que não se confundem. A política pública envolve diversas ações para implementar as decisões que foram tomadas em relação ao problema. No que versa sobre a decisão política, essa é a escolha em uma gama de possibilidades para atender determinada demanda. Em que pese a política pública ser fruto de uma decisão política, nem toda decisão política se torna uma política pública. Sociedade O vocábulo “Sociedade” tem sido empregado como a palavra mais genérica que existe para referir “todo o complexo de relações do homem com seus semelhantes” (BOBBIO, 2011, p. 22). Sociedade e Comunidade Ao refletir sobre o conceito de sociedade, Tönnies afirma a possibilidade de existência de diversos grupos comunitários em seu interior. Desse modo, é possível inferir que a extensão do coletivo de indivíduos a que cada conceito se refere é um importante elemento para diferenciá-los. Sendo assim, uma sociedade pode ser entendida como coletivo de comunidades. A compreensão da amplitude de relações que é abarcada pelo conceito de sociedade é importante para entender outra característica do processo que ele determina: sua dinamicidade. As sociedades são marcadas por uma grande diversidade de sujeitos que partilham características em comum (BONAVVIDES, 2011, pp. 24/25). Sociedade e Comunidade A Comunidade é matéria e substância, a Sociedade é forma e ordem. A Sociedade se governa pela razão, a Comunidade pela vida e pelos instintos. A Comunidade é um organismo, a Sociedade, uma organização (Berdeaeff) ou segundo Poch, citado por Agesta, na Comunidade (a Família, por exemplo) nós somos, na Sociedade nós estamos . Diz Agesta que “simbólica ou alegoricamente a Comunidade é um organismo, a Sociedade um contrato” (BONAVIDES, 2011, p. 25). Sociedade A vida em sociedade traz evidentes benefícios ao homem mas, por outro lado, favorece a criação de uma série de limitações que, em certos momentos e em determinados lugares, são de tal modo numerosas e frequentes que chegam a afetar seriamente a própria liberdade humana. E, apesar disso, o homem continua vivendo em sociedade. Como se explica este fato? (DALLARI, 2011, p. 25). Teorias Naturalistas Vejamos, em primeiro lugar, as teorias favoráveis à ideia da sociedade natural, que têm, atualmente, maior número de adeptos e que exercem maior influência na vida concreta do Estado. O antecedente mais remoto da afirmação clara e precisa de que o homem é um ser social por natureza encontra-se no século IV a.C, com a conclusão de ARISTÓTELES de que “o homem é naturalmente um animal político" (DALLARI, 2011, p. 25). Teorias Naturalistas Em Roma, no século 1 a.C., a afirmação de CÍCERO de que “a primeira causa da agregação de uns homens a outros é menos a sua debilidade do que um certo instinto de sociabilidade em todos inato; a espécie humana não nasceu para o isolamento e para a vida errante, mas com uma disposição que, mesmo na abundância de todos os bens, a leva a procurar o apoio comum”(DALLARI, 2011, p. 25). Teorias Naturalistas Já SÃO TOMÁS DE AQUINO, o mais expressivo seguidor de Aristóteles, afirmava que “o homem é, por natureza, animal social e político, vivendo em multidão, ainda mais que todos os outros animais, o que se evidencia pela natural necessidade”. Reafirma-se, portanto, a existência de fatores naturais determinando que o homem procure a permanente associação com os outros homens, como forma normal de vida. (DALLARI, 2011, p. 25). Teorias Contratualistas Opondo-se aos adeptos do fundamento natural da sociedade encontram-se muitos autores, alguns dos quais exerceram e ainda exercem considerável influência prática, sustentando que a sociedade é, tão somente o produto de um acordo de vontades, ou seja, de um contrato hipotético celebrado entre os homens. (DALLARI, 2011, p. 25). Teorias Contratualistas O contratualismo aparece claramente no “Leviatã”, publicado em 1651. Para HOBBES, o homem vive inicialmente em “estado de natureza”, designando-se por esta expressão não só os estágios mais primitivos da História mas, também, a situação de desordem que se verifica sempre que os homens não têm suas ações reprimidas, ou pela voz da razão ou pela presença de instituições políticas eficientes. Assim, pois, o estado de natureza é uma permanente ameaça que pesa sobre a sociedade e que pode irromper sempre que a paixão silenciar a razão ou a autoridade fracassar. (DALLARI, 2011, p. 25). Teorias Contratualistas O contratualista John Locke (1632-1704) refutou a teoria de Hobbes sobre um estado de guerra constante. Para ele, não há um estado de guerra, mas os seres humanos são naturalmente egoístas, o que leva a disputas de interesses. (DALLARI, 2011, p. 25). Teorias Contratualistas MONTESQUIEU em sua obra fundamental, “Do Espírito das Leis", também se refere ao homem em estado natural, anterior ao estabelecimento das sociedades. Diz, porém, que tal homem sentiria, sua fraqueza e estaria constantemente atemorizado, acrescentando que nesse estado todos se sentem inferiores e dificilmente alguém se sente igual a outrem. (DALLARI, 2011, p. 25). Teorias Contratualistas Para MONTESQUIEU existem também leis naturais que levam o homem a escolher a vida em sociedade. Essas leis são as seguintes: a) o desejo de paz; b) o sentimento das necessidades, experimentado principalmente na procura de alimentos; c) a atração natural entre os sexos opostos**, pelo encanto que inspiram um ao outro e pela necessidade recíproca; d) o desejo de viver em sociedade, resultante da consciência que os homens têm de sua condição e de seu estado. ** fundamento desatualizado. (DALLARI, 2011, p. 25). Teorias Contratualistas Afirma ROUSSEAU que a ordem social é um direito sagrado que serve de base a todos os demais, mas que esse direito não provém da natureza, encontrando seu fundamento em convenções. Assim, portanto, é a vontade e não a natureza humana, o fundamento da sociedade. Acreditando num estado de natureza, precedente ao estado social e no qual o homem, essencialmente bom, só se preocupa com sua própria conservação. (DALLARI, 2011, p. 25). Elementos da Sociedade Quais são os elementos necessários para que um agrupamento humano possa ser reconhecido como uma sociedade? Esses elementos, encontrados em todas as sociedades, por mais diversas que sejam suas características, são três: a) uma finalidade ou valor social; Teoria Determinista e Finalista b) manifestações de conjunto ordenadas; União dos interesses c) o poder social. imposição e submissão bilateral. O objetivo é o bem comum de forma ordenada. (DALLARI, 2012, p. 25). Sociedade e Estado O Estado é uma parte da sociedade. Trata-se de uma estrutura política e organizacional que se sobrepõe à sociedade ao mesma tempo que dela faz parte. Origem do Estado A denominação Estado (do latim status = estar firme), significando situação permanente de convivência e ligada à sociedade política, aparece pela primeira vez em “O Príncipe” de Maquiavel, escrito em 1513, passando a ser usada pelos italianos sempre ligada ao nome de uma cidade independente, como, por exemplo, stato di Firenze. (DALLARI, 2012, p. 47). Origem do Estado Sobre o ponto de vista da época do aparecimento do Estado, as inúmeras teorias existentes podem ser reduzidas a três posições fundamentais: a) Para muitos autores, o Estado, assim como a própria sociedade, existiu sempre, pois desde que o homem vive sobre a Terra acha-.se integrado numa organização social, dotada de poder e com autoridade para determinar o comportamento de todo o grupo.(DALLARI, 2012, p. 48) Origem do Estado b) Uma segunda ordem de autores admite quea sociedade humana existiu sem o Estado durante um certo período. Depois, por motivos diversos, que serão indicados quando tratarmos das causas que levaram à formação do Estado, este foi constituído para atender às necessidades ou às conveniências dos grupos sociais. Segundo esses autores, que, no seu conjunto, representam ampla maioria, não houve concomitância na formação do Estado em diferentes lugares, uma vez que este foi aparecendo de acordo com as condições concretas de cada lugar. (DALLARI, 2012, p. 48) Origem do Estado c) A terceira posição é a que já foi referida: a dos autores que só admitem como Estado a sociedade política dotada de certas características muito bem definidas. Justificando seu ponto de vista, um dos adeptos dessa tese, CARL SCHMITT, diz que o conceito de Estado não é um conceito geral válido para todos os tempos, mas é um conceito histórico concreto, que surge quando nascem a ideia e a prática da soberania, o que só ocorreu no século XVII. (DALLARI, 2012, p. 49) Formação do Estado Ao se estudarem as causas do aparecimento dos Estados é preciso, antes de tudo, lembrar que há duas questões diferentes a serem tratadas: de um lado, existe o problema da formação originária dos Estados, partindo de agrupamentos humanos ainda não integrados em qualquer Estado; diferente dessa é a questão da formação de novos Estados a partir de outros preexistentes, podendo-se designar esta forma como derivada (DALARI, 2012, p. 49). Formação do Estado Examinando-se as principais teorias que procuram explicar a formação originária do Estado, chega-se a uma primeira classificação, com dois grandes grupos, a saber: a) Teorias que afirmam a formação natural ou espontânea do Estado, não havendo entre elas uma coincidência quanto à causa, mas tendo todas em comum a afirmação de que o Estado se formou naturalmente, não por um ato puramente voluntário (DALARI, 2012, p. 49). Formação do Estado Examinando-se as principais teorias que procuram explicar a formação originária do Estado, chega-se a uma primeira classificação, com dois grandes grupos, a saber: b) Teorias que sustentam a formação contratual dos Estados, apresentando em comum, apesar de também divergirem entre si quanto às causas, a crença em que foi a vontade de alguns homens, ou então de todos os homens, que levou à criação do Estado (DALARI, 2012, p. 49). Formação do Estado A criação de Estados por formação derivada, isto é, a partir de Estados preexistentes. Há dois processos típicos opostos, ambos igualmente usados na atualidade, que dão origem a novos Estados: o fracionamento e a união de Estados. Tem-se o fracionamento quando uma parte do território de um Estado se desmembra e passa a constituir um novo Estado (DALARI, 2012, p. 49). Formação do Estado O outro processo típico de constituição de novos Estados por formação derivada é a união de Estados. Neste caso, dois ou mais Estados resolvem unir-se, para compor um novo Estado, perdendo sua condição de Estados a partir do momento em que se completar a união e integrando-se, a partir daí, no Estado resultante. (DALARI, 2012, p. 49). Forma de Estado Consiste na organização política-administrativa do Estado. Esta subdivide-se em: ● Federação; ● Estado unitário; ● Confederação. Forma de Estado- Federação A formação de Estados, tendo como origem a união de outros preexistentes, tem sido mais comum através da constituição de federações, preferindo-se esta forma porque, não obstante submeter todos os componentes a um poder central único, bem como a uma Constituição comum, permite a preservação de autonomias locais e das características socioculturais de cada componente da federação (DALLARI, 2012, p. 53). Forma de Estado- Confederação A confederação é instituída por tratado e a sua pertença não determina uma perda de soberania, mas tão-só uma limitação, na medida das atribuições estabelecidas no pacto confederativo (DALLARI, 2012, p. 53). Forma de Estado Unitário Nada impede, porém, que alguns Estados resolvam unir-se para compor um novo Estado, preferindo dar a este uma organização unitária, não federal. O que é característico no processo de constituição de um Estado pela união de Estados preexistentes é que estes últimos perdem a condição de Estados no momento em que se concretiza a união. (DALLARI, 2012, p. 53). Elementos constitutivos do Estado Povo, Território e Soberania. QUESTIONAMENTOS E REFLEXÕES Referências bibliográficas Dallari, Dalmo de Abreu. Elementos de Teoria Geral do Estado. São Paulo: Saraiva, 2018. 304 p. ISBN: 9788502638617. Referências bibliográficas • CUNHA, Paulo Ferreira D. Teoria geral do Estado e ciência política. São Paulo: Saraiva, 2018. 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