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Início 〉 Sala de Aula 〉 Disciplinas 〉 Atividade 2025A - Estruturas de Concreto Armado II - 005055 (005055) 〉 Semana 10 - Prova 〉 Prova Instruções da Atividade: Prazo final para entrega da atividade: 24/03/2025 Instruções da Prova: 1. Não é permitido consulta; 2. Abra a prova somente quando for responder; 3. Leia com calma todas as questões e entenda o que pede a questão: se pede a incorreta, a correta e qual o tema da questão; 4. Responda as questões dissertativas com suas próprias palavras de forma clara e objetiva; 5. Você tem 3h para finalizar a prova; 6. Lembre-se de Clicar no botão "Enviar"; 7. A nota da prova será somada às notas das atividades semanais. Boa sorte! Primeira Tentativa F6FE51D6-566E-BF7F-4F53-FE680B58AE1C Aguardando Correção fsdelgado@gmail.com - 22/03/2025 16:05:30 Visualizar Entrega Perguntas Pergunta 1. Pergunta 2. Pergunta 3. https://ava.uca.edu.br/aluno/sala-de-aula/disciplina/modulo/atividade/300898 https://ava.uca.edu.br/aluno/sala-de-aula/disciplina/modulo/atividade/300898 https://ava.uca.edu.br/aluno/sala-de-aula/disciplina https://ava.uca.edu.br/aluno/sala-de-aula/disciplina/modulo/atividade/:id/:nome javascript:void(0); Pergunta 4. Pergunta 5. Pergunta 6. Pergunta 7. Pergunta 8. Pergunta 9. Pergunta 10. Pergunta 11. Pergunta 12. Esta atividade têm tempo limite de 3 horas pontos: 0,200Pergunta 1. O projetista precisa ter em mente que o projeto de um sistema de protensao é complicado, pois tem diversas variáveis envolvidas, de modo que o melhor projeto é obtido de forma iterativa. Podem ser descritos três diferentes procedimentos para o projeto de peças protendidas à flexão, são eles: Múltipla Escolha: A. Para a condição de grandes vãos, a peça mais eficiente pode resultar tomando como base as tensões admissíveis do concreto na escolha da seção transversal, fazendo as tensões atuantes serem maiores que as tensões admissíveis. B. Podemos adotar a seção transversal e calcular o valor de excentricidade da força de protensão, considerando os carregamentos atuantes ou fase mais importante, verificando na sequência as tensões atuantes no concreto para diferentes estágios de carregamentos, fazendo as tensões atuantes serem menores ou iguais às tensões admissíveis. C. Temos a determinação da seção transversal, seguida pela determinação das forças de protensão e o perfil da armadura ativa, ao final podemos realizar modificações de forma a atender as tensões atuantes. javascript:void(0); D. Podemos adotar a seção transversal e calcular o valor de excentricidade da força de protensão, considerando os carregamentos atuantes ou fase mais importante, verificando na sequência as tensões atuantes no concreto para diferentes estágios de carregamentos, fazendo as tensões atuantes serem maiores ou iguais às tensões admissíveis. E. Para os problemas de verificação, é necessário conhecer somente os carregamentos atuantes e as tensões admissíveis, pois com esses fatores podemos verificar o ELS. pontos: 0,200Pergunta 2. Podemos compreender que a força de protensão no elemento estrutural reduz ou elimina a tensão de tração atuante na seção transversal, que por sua vez reduz a ocorrência de fissuração, em função do nível de protensão. Tal condição está vinculada com o nível de protensão, denominado como grau de protensão (Kp). Explique o conceito de grau de protensão, bem como sua relevância em projeto de elementos protendido. Múltipla Escolha: A. O grau de protensão (Kp), é definido como a relação entre o momento fletor de descompressão (M0) e o momento fletor máximo (Mmax) atuante na estrutura. O momento fletor de descompressão (Mo) é definido como o momento que atinge o Estado Limite de Descompressão (ELS-D), ou seja, que não proporciona uma tensão normal zero na seção transversal da peça. O grau de protensão avalia se na seção em que atua o momento fletor máximo ocorre ou não tensão de compressão. B. O grau de protensão (Kp), é definido como a relação entre o momento fletor de descompressão (M0) e o momento fletor máximo (Mmax) atuante na estrutura. O momento fletor de descompressão (Mo) é definido como o momento que atinge o Estado Limite de Descompressão (ELS-D), ou seja, que proporciona uma tensão normal zero em algum ponto da seção transversal da peça (geralmente a borda tracionada pelo momento fletor máximo). O grau de protensão avalia se na seção em que atua o momento fletor máximo ocorre ou não tensão de compressão. Por exemplo, Uma viga fletida com kp = 1 está sob protensão total, e valores inferiores definem a protensão limitada e a protensão parcial. C. O grau de protensão (Kp), é definido como a relação entre o momento fletor de descompressão (M0) e o momento fletor máximo (Mmax) atuante na estrutura. O momento fletor de javascript:void(0); descompressão (Mo) é definido como o momento que atinge o Estado Limite de Descompressão (ELS-D), ou seja, que proporciona uma tensão normal zero em algum ponto da seção transversal da peça (geralmente a borda tracionada pelo momento fletor máximo). O grau de protensão avalia se na seção em que atua o momento fletor máximo ocorre ou não tensão de tração. Por exemplo, Uma viga fletida com kp = 1 está sob protensão total, e valores inferiores definem a protensão limitada e a protensão parcial. D. O grau de protensão (Kp), é definido como a relação entre o momento fletor de descompressão (M0) e o momento fletor máximo (Mmax) atuante na estrutura. O momento fletor de descompressão (Mo) é definido como o momento que atinge o Estado Limite de Descompressão (ELS-D), ou seja, que não proporciona uma tensão normal zero na seção transversal da peça. O grau de protensão avalia se na seção em que atua o momento fletor máximo ocorre ou não tensão de tração. E. O grau de protensão (Kp), é definido como a relação entre o momento fletor de descompressão (M0) e o momento fletor máximo (Mmax) atuante na estrutura. O momento fletor de descompressão (Mo) é definido como o momento que atinge o Estado Limite Último (ELU), ou seja, que proporciona uma tensão normal zero em algum ponto da seção transversal da peça (geralmente a borda tracionada pelo momento fletor máximo). O grau de protensão avalia se na seção em que atua o momento fletor máximo ocorre ou não tensão de tração. pontos: 0,200Pergunta 3. O comportamento das tensões internas no elemento protendido é fundamental para o entendimento do conceito de protensão. Desta forma, temos na figura abaixo as tensões que atuam no meio do vão de uma viga, realize assim uma análise interpretativa dos valores encontrados na combinação final das tensões normais. Figura: Tensões normais no meio do vão. Múltipla Escolha: A. javascript:void(0); Podemos verificar que existe uma tensão residual de tração na borda inferior da viga, logo, a viga pode receber carga acidental ainda maior, porém temos que controlar as aberturas de fissuras. B. Podemos verificar que existe uma tensão residual de compressão na borda inferior da viga, logo, a viga pode receber carga acidental ainda maior, ou melhor, temos uma margem de segurança na questão de aberturas de fissuras. C. Podemos verificar que existe uma tensão residual na borda superior, logo, a viga pode receber carga acidental ainda maior, ou melhor temos uma margem de segurança na questão de aberturas de fissuras. D. Podemos verificar que existe uma tensão residual de compressão na borda inferior, logo, a viga pode receber carga acidental ainda maior, porém não temos margem de segurança na questão de aberturas de fissuras. E. Podemos verificar que a tensão de na borda inferior é nula, logo, a viga não pode receber carga acidental ainda maior. pontos: 0,200Pergunta 4. Sobre a traçado de cabos de protensão, podemos apontar que a armadura de protensão (atviva) atribui comportamentos favoráveis ao elemento estrutural, tais comportarmos estará vinculado com seu posicionamento. Analise a figura abaixo e descreva de forma sucinta o significado do posicionamento do cabo naviga em função dos diagramas de tensões normais: javascript:void(0); Múltipla Escolha: A. Considerando um cabo de protensão retilíneo com seu posicionamento passando pelo eixo baricêntrico da viga, que por sua vez gera tensões desuniforme de compressão, que irá combater com as tensões de tração produzidas pelo carregamento externo, resultando em configurações desfavoravel para o elemento estrutural. B. Considerando um cabo de protensão retilíneo com seu posicionamento passando próximo ao eixo baricêntrico da viga, que por sua vez gera tensões uniformes de compressão, que irá combater com as tensões de tração produzidas pelo carregamento externo, resultando em configurações favoráveis para o elemento estrutural. C. Considerando um cabo de protensão retilíneo com seu posicionamento passando pelo eixo baricêntrico da viga, que por sua vez gera tensões uniformes de tração, que irá combater com as tensões de compressão produzidas pelo carregamento externo, resultando em configurações favoráveis para o elemento estrutural. D. Considerando um cabo de protensão retilíneo com seu posicionamento passando fora do núcleo da viga, que por sua vez gera tensões uniformes de compressão, que irá combater com as tensões de tração produzidas pelo carregamento externo, resultando em configurações favoráveis para o elemento estrutural. E. Considerando um cabo de protensão retilíneo com seu posicionamento passando pelo eixo baricêntrico da viga, que por sua vez gera tensões uniformes de compressão, que irá combater com as tensões de tração produzidas pelo carregamento externo, resultando em configurações favoráveis para o elemento estrutural. pontos: 0,200Pergunta 5. Podemos compreender que a fixação da armadura de protensão no elemento estrutural deve considerar dispositivos apropriados, de forma que os cabos de protensão, em suas extremidades, garantam o alinhamento de seus eixos com os eixos dos respectivos dispositivos de ancoragem. Sobre tal processo executivo, explique o conceito físico que ocorre nas extremidades de fixação dos cabos. Múltipla Escolha: A. javascript:void(0); O detalhe de ancoragem para o trecho parábola + reto, é descrito como um sistema de fixação incorreto, pois gera forças de corte na ancoragem. B. Podemos observar que o comportamento do cabo de protensão na saída da ancoragem pode existir forças de corte na ancoragem, porém como fisicamente isso é impossível, o cabo fará uma dobra neste ponto, que possivelmente poderá ser uma patologia futura, configurado por um sistema de cabo com ancoragem de trecho parábola + reto. C. Podemos observar que o comportamento do cabo de protensão na saída da ancoragem pode existir forças de corte na ancoragem, porém como fisicamente isso é impossível, o cabo fará uma dobra neste ponto, que possivelmente poderá ser uma patologia futura, configurado por um sistema de cabo totalmente parabólico próximo a fixação. D. Os dispositivos de ancoragens precisam ser instalados com inclinação, de forma a respeitar o comportamento do traçado do cabo. E. O trecho totalmente parabólico refere-se ao posicionamento do cabo onde não terá contato com a ancoragem, apenas a cunha de ancoragem está em contato direto. pontos: 0,200Pergunta 6. Os reservatórios são elementos utilizados para abastecimento, compostos por um conjunto de placas ou lajes interligadas, a ligação entre as paredes e o fundo é um dos pontos mais importantes da estrutura, sabendo de tal condição. Explicar de forma sucinta a função das mísulas nos reservatórios ? Múltipla Escolha: A. A mísula deve ter ligação somente entre paredes e fundo, para aumentar o grau de engastamento entre as placas, reduzir os riscos de fissuração e facilitar a aplicação da impermeabilização. B. As ligações entre as paredes e entre estas e o fundo devem possuir mísulas, para reduzir o grau de engastamento entre as placas, reduzir os riscos de fissuração e facilitar a aplicação da impermeabilização. javascript:void(0); C. As ligações entre as paredes e entre estas e o fundo não precisam possuir mísulas, pois sua colocação contribui aumentar o grau de engastamento entre as placas, aumentando o consumo de armadura. D. As ligações entre as paredes e entre estas e o fundo devem possuir mísulas, para aumentar o grau de engastamento entre as placas, reduzir os riscos de fissuração e facilitar a aplicação da impermeabilização. E. As ligações entre as paredes e entre estas e o fundo devem possuir mísulas, para aumentar o grau de engastamento entre as placas, reduzir os riscos de fissuração, porém dificulta a aplicação da impermeabilização, levando em alguns casos sua não execução. pontos: 0,200Pergunta 7. Podemos observar que as perdas de protensão estão vinculadas ao concreto protendido e ao aço, e são instantâneas ou dependentes do tempo, considerando a ocorrências de perdas no elemento estrutural, ilustre quais sãos as perdas instantâneas e as que dependentes do tempo. Múltipla Escolha: A. Dentro do grupo das perdas instantâneas, temos: Encurtamento elástico inicial; Fluência; atrito; Escorregamento na ancoragem. Para o grupo das perdas que dependem do tempo, temos: Retração; Relaxação do aço; Encurtamento elástico final. B. Dentro do grupo das perdas instantâneas, temos: Encurtamento elástico inicial; atrito; Escorregamento na ancoragem. Para o grupo das perdas que dependem do tempo, temos: Retração; Fluência; Relaxação do aço; Encurtamento elástico final. C. Dentro do grupo das perdas instantâneas, temos: Encurtamento elástico inicial; Fluência; atrito; Escorregamento na ancoragem. Para o grupo das perdas que dependem do tempo, temos: Retração; Relaxação do aço. D. Dentro do grupo das perdas instantâneas, temos: Encurtamento elástico inicial; atrito; Escorregamento na ancoragem. Para o grupo das perdas que dependem do tempo, temos: javascript:void(0); Retração; Fluência; Relaxação do aço. E. Dentro do grupo das perdas instantâneas, temos: Encurtamento elástico inicial; Fluência; atrito. Para o grupo das perdas que dependem do tempo, temos: Retração; Escorregamento na ancoragem; Relaxação do aço; Encurtamento elástico final. pontos: 0,200Pergunta 8. Os projetos de escada devem oferecer segurança e qualidade ao usuário, desta forma, é necessário que o projetista elabore um levantamento de carga real e espessura adequada para seu dimensionamento. Determinar o vão da escada, espessura (H), composição de cargas para uma escada de uma edificação residencial, que apresenta dois vãos perpendiculares, conforme a figura. Os degraus têm uma altura de 17 cm e uma largura de 25 cm. Considerar carga acidental de 2,5 kN/m², reboco 0,2 kN/m², revestimento cerâmico 0,85 kN/m². Múltipla Escolha: A. Vão principal com 2,20 m e secundário com 2,18 m ; Espessura: 10 cm, composição de cargas: vão secundário recebe 8,61 kN/m²; vão principal: 12,85 kN/m². B. Vão principal com 2,20 m e secundário com 2,20 m ; Espessura: 12 cm, composição de cargas: vão secundário recebe 8,61 kN/m²; vão principal: 12,85 kN/m². C. javascript:void(0); Vão principal com 2,20 m e secundário com 2,18 m ; Espessura: 10 cm, composição de cargas: vão secundário recebe 8,61 kN/m²; vão principal: 14,85 kN/m². D. Vão principal com 2,15 m e secundário com 2,18 m ; Espessura: 10 cm, composição de cargas: vão secundário recebe 8,61 kN/m²; vão principal: 12,85 kN/m². E. Vão principal com 2,20 m e secundário com 2,18 m ; Espessura: 10 cm, composição de cargas: vão secundário recebe 8,61 kN/m²; vão principal: 8,61 kN/m². pontos: 0,200Pergunta 9. Podemos compreender que os problemas que envolvem flexão em peças de concreto protendido podem ser divididos em dois grupos, que são problemas de verificação ou problemas de dimensionamento, sobre tal condição, podemos afirma que: Múltipla Escolha: A. Quando temos os problemas de verificação, temos que ter um controle sobre os materiais, os carregamentos atuantes, seção transversal, às áreas de armaduras (ativas e passivas), e o valor e ponto de aplicaçãoda força de protensão, pois com essas informações temos assim o caminho para a determinação das tensões normais atuantes no concreto da seção. B. Quando temos os problemas de dimensionamento, temos que ter um controle sobre os materiais, os carregamentos atuantes, seção transversal, às áreas de armaduras (ativas e passivas), e o valor e ponto de aplicação da força de protensão, pois com essas informações temos assim o caminho para a determinação das tensões normais atuantes no concreto da seção. C. Para os problemas de verificação, é necessário conhecer os materiais, os carregamentos atuantes e as tensões admissíveis. De tal forma que o projetista deve determinar a forma e dimensões da seção transversal de concreto, bem como a intensidade, posição da força de protensão e as quantidades de armaduras (passivas e ativas). D. Quando temos problemas de dimensionamento, temos que ter um controle sobre os materiais, os carregamentos atuantes, seção transversal, às áreas de armaduras (ativas e passivas), e o valor e javascript:void(0); ponto de aplicação da força de protensão, pois com essas informações temos assim o caminho para a determinação do ELS. E. Para os problemas de verificação, é necessário conhecer somente os carregamentos atuantes e as tensões admissíveis, pois com esses fatores podemos verificar o ELS. pontos: 0,200Pergunta 10. A queda de tensão que ocorre na armadura ativa se deve ao fato da armadura sofrer diferentes perdas ao longo da vida útil da peça, de tal forma, que quando somadas temos a chamada perda de protensão total, que por sua vez deve ser calculada, para poder prever a força de protensão efetiva final, atuante no elemento estrutural. Para tal, defina as perdas individuais que ocorrem no elemento estrutural. Múltipla Escolha: A. Podemos definir como perdas individuais: Escorregamento da armadura dentro da bainha; Relaxação da armadura; Encurtamento elástico inicial do concreto; Retração do concreto; Fluência do concreto; Atrito entre a bainha e o aço de protensão, especialmente em cabos curvos, que por sua vez diminui a tensão aplicada no aço. B. Podemos definir como perdas individuais: Escorregamento na ancoragem; Relaxação da armadura; Encurtamento elástico inicial do concreto; Retração do concreto; Fluência do concreto; Atrito entre a bainha e o aço de protensão, especialmente em cabos retos, que por sua vez diminui a tensão aplicada no aço. C. Podemos definir como perdas individuais: Escorregamento na ancoragem; Relaxação da armadura; Encurtamento elástico inicial do concreto; Retração do concreto; Fluência no aço; Atrito entre a bainha e o aço de protensão, especialmente em cabos curvos, que por sua vez diminui a tensão aplicada no aço. D. Podemos definir como perdas individuais: Escorregamento na ancoragem; Relaxação da armadura; Encurtamento elástico inicial do concreto; Retração do concreto; Fluência do concreto; deslizamento entre a bainha e o aço de protensão, especialmente em cabos retos, que por sua vez diminui a tensão aplicada no aço. javascript:void(0); E. Podemos definir como perdas individuais: Escorregamento na ancoragem; Relaxação da armadura; Encurtamento elástico inicial do concreto; Retração do concreto; Fluência do concreto; Atrito entre a bainha e o aço de protensão, especialmente em cabos curvos, que por sua vez diminui a tensão aplicada no aço. pontos: 1,000Pergunta 11. As vigas confeccionadas com concreto protendido estão submetidos, entre outros esforços à ação das forças cortantes e que pode ocorrer a redução desse tipo de esforço por ação da força de protensão na sua direção. Nesse sentido, considere uma viga com carga total (permanente e acidental) de 40 kN/m uniformemente distribuída em um vão de 22 m e calcule a cortante total, considerando o alívio. Considere a força de protensão de 500kN e o ângulo de inclinação médio = 2. Resposta Dissertativa: pontos: 1,000Pergunta 12. Elenque e explique as exigências de projeto para reservatórios de água em concreto armado. Resposta Dissertativa: Força cortante: Vmax =2w×L Vmax =240×22 =440kN Alívio de protensão: Vp =P⋅sin(α) onde P=500 kNP=500kN e sin (2∘)≈0.0349sin(2∘)≈0.0349. Vp=500×0.0349=17.45 kNVp =500×0.0349=17.45kN Cortante Total Considerando o Alívio: Vtotal=Vmax−VpVtotal =Vmax −Vp Vtotal=440−17.45=422.55 kNVtotal =440−17.45=422.55kN javascript:void(0); 1. Resistência Estrutural Esforços mecânicos: Todas as partes do reservatório devem ser dimensionadas para resistir ao peso próprio, à pressão hidrostática da água armazenada e a cargas externas, como revestimentos ou forças acidentais. Empuxo do solo: Em reservatórios enterrados, é fundamental considerar as forças exercidas pelo solo ao redor da estrutura. 2. Estanqueidade Vedação eficaz: O reservatório deve ser estanque para evitar vazamentos. Isso requer o uso de juntas bem vedadas e concretos de alta qualidade com baixa permeabilidade. Revestimentos impermeabilizantes: Aplicar materiais que impeçam a passagem de água e reforcem a proteção. Controle de fissuração: O uso de mísulas (reforços) entre fundo e paredes ajuda a evitar trincas em pontos críticos. 3. Durabilidade Ataques químicos: Concretos devem incluir proteções contra substâncias químicas presentes na água ou no ambiente. Prevenção de corrosão: Armaduras precisam ser dimensionadas e protegidas para minimizar danos pela corrosão. Proteção climática: A estrutura deve resistir a exposição prolongada ao sol, chuva e outros agentes externos. 4. Tipos de Reservatórios Elevados: Construídos em suportes elevados para fornecer pressão hidráulica adequada. Apoiados: Descansam diretamente sobre o solo ou vigas. Enterrados: Exigem cuidados extras com impermeabilização e drenagem para evitar infiltrações e danos pelo solo. javascript:void(0); Fechar Visualização 〈 Voltar aos Módulos 5. Dimensionamento e Altura Máxima Alturas convencionais devem estar entre 2,0 e 2,5 m. Para alturas superiores a 3,0 m, recomenda-se a análise com modelos numéricos devido aos esforços adicionais gerados por maiores profundidades. 6. Critérios Normativos NBR 5626: Proíbe contato direto do reservatório com o solo para evitar contaminação. NBR 6120: Especifica as cargas permanentes e acidentais que devem ser consideradas no cálculo estrutural. 〈 Anterior Próxima 〉 Faculdade Católica Paulista Contato WhatsApp : (14) 9.8826-3000 https://www.instagram.com/faculdadecatolicaead/ https://facebook.com/ucaead https://www.youtube.com/@UcaEduBr https://www.linkedin.com/school/faculdade-catolica-paulista/?originalSubdomain=br https://api.whatsapp.com/send?phone=5514988263000&text=Suporte javascript:void(0); Endereço Avenida Cristo Rei, 305 – Banzato Marília, São Paulo – CEP: 17515-200 Horário De Funcionamento Segunda a quinta, das 8:00 às 20:00 horas As sextas, das 8:00 às 18:00 horas. 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