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Alunos com necessidades educativas especiais surdez, deficiência auditiva, cegueira e baixa visão

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Exercícios 
 Envio: 09/04/2025 - 21:15 
 Tentativa: 3 de 3 
 Acertos: 5/5 
 
Detalhes da atividade 
Tentativas: 3 
Tentativa válida: Maior nota 
Vale: 6 
 
Questão 1 
1,2/1,2 
As deficiências sensoriais podem ser congênitas (presentes desde o nascimento) ou 
adquiridas ao longo da vida devido a lesões, doenças ou condições genéticas. É importante 
oferecer suporte adequado e adaptar o ambiente para ajudar as pessoas com deficiências 
sensoriais a viverem com mais autonomia e qualidade de vida. Entre as deficiências 
sensoriais está a visual, que inclui desde a cegueira parcial até a cegueira total. 
Marque a alternativa que apresenta uma adequação arquitetônica importante para 
conferir autonomia para a pessoa com deficiência visual. 
Selecione a resposta: 
• A 
Sinalização visual. 
Comentários da resposta 
Uma adequação arquitetônica importante para a inclusão e autonomia de pessoas 
com deficiência visual é o uso de pisos táteis, como piso direcional e piso alerta, para 
indicar caminhos, escadas, portas e outras áreas importantes. 
O uso de recursos visuais como sinalização visual, comunicação visual, sistemas de 
alerta visual e intérprete de língua de sinais são importantes para as pessoas que 
têm deficiência auditiva. 
• B 
Comunicação visual. 
Comentários da resposta 
Uma adequação arquitetônica importante para a inclusão e autonomia de pessoas 
com deficiência visual é o uso de pisos táteis, como piso direcional e piso alerta, para 
indicar caminhos, escadas, portas e outras áreas importantes. 
O uso de recursos visuais como sinalização visual, comunicação visual, sistemas de 
alerta visual e intérprete de língua de sinais são importantes para as pessoas que 
têm deficiência auditiva. 
• C 
Sistemas de alerta visual. 
Comentários da resposta 
Uma adequação arquitetônica importante para a inclusão e autonomia de pessoas 
com deficiência visual é o uso de pisos táteis, como piso direcional e piso alerta, para 
indicar caminhos, escadas, portas e outras áreas importantes. 
O uso de recursos visuais como sinalização visual, comunicação visual, sistemas de 
alerta visual e intérprete de língua de sinais são importantes para as pessoas que 
têm deficiência auditiva. 
• D 
Sinalização tátil. 
Você acertou! 
Comentários da resposta 
Uma adequação arquitetônica importante para a inclusão e autonomia de pessoas 
com deficiência visual é o uso de pisos táteis, como piso direcional e piso alerta, para 
indicar caminhos, escadas, portas e outras áreas importantes. 
O uso de recursos visuais como sinalização visual, comunicação visual, sistemas de 
alerta visual e intérprete de língua de sinais são importantes para as pessoas que 
têm deficiência auditiva. 
• E 
Intérprete de língua de sinais. 
Comentários da resposta 
Uma adequação arquitetônica importante para a inclusão e autonomia de pessoas 
com deficiência visual é o uso de pisos táteis, como piso direcional e piso alerta, para 
indicar caminhos, escadas, portas e outras áreas importantes. 
O uso de recursos visuais como sinalização visual, comunicação visual, sistemas de 
alerta visual e intérprete de língua de sinais são importantes para as pessoas que 
têm deficiência auditiva. 
 
Questão 2 
1,2/1,2 
As causas das deficiências sensoriais, de forma geral, são variadas, podendo ser congênitas 
ou adquiridas. Ambos os tipos podem surgir por diferentes motivos, o que varia é 
justamente o momento da vida no qual a deficiência incide, surge ou se manifesta. 
Com base no texto, marque a alternativa que aponta uma causa congênita para a incidência 
de deficiência visual. 
Selecione a resposta: 
• A 
Trauma ocular. 
Comentários da resposta 
As causas congênitas incluem a prematuridade, por retinopatia ou por excesso de 
oxigênio na incubadora; a toxoplasmose, que pode levar a coriorretinite; a rubéola 
e infecções na gestação, que podem levar a catarata ou glaucoma. 
A deficiência visual também pode decorrer de problemas durante o parto, que 
envolvem hipoxia, anoxia ou infecções perinatais, as quais podem levar à atrofia 
óptica. 
Aspectos hereditários como glaucoma congênito, degenerações retinianas 
(síndrome de Leber) e doenças hereditárias como diabetes também são fatores 
causadores da deficiência visual. 
Com relação às causas adquiridas, podem ser destacados os traumas oculares, as 
lesões cerebrais por acidente, doenças como diabetes, descolamento de retina, 
glaucoma, catarata, degeneração senil, infecções virais e tumores cerebrais. 
Também podem ocorrer lesões cerebrais em que o aparelho ocular se encontra em 
funcionamento normal, mas as mensagens visuais não são corretamente 
interpretadas e processadas pelo cérebro, o que leva à deficiência visual cortical. 
• B 
Lesões cerebrais. 
Comentários da resposta 
As causas congênitas incluem a prematuridade, por retinopatia ou por excesso de 
oxigênio na incubadora; a toxoplasmose, que pode levar a coriorretinite; a rubéola 
e infecções na gestação, que podem levar a catarata ou glaucoma. 
A deficiência visual também pode decorrer de problemas durante o parto, que 
envolvem hipoxia, anoxia ou infecções perinatais, as quais podem levar à atrofia 
óptica. 
Aspectos hereditários como glaucoma congênito, degenerações retinianas 
(síndrome de Leber) e doenças hereditárias como diabetes também são fatores 
causadores da deficiência visual. 
Com relação às causas adquiridas, podem ser destacados os traumas oculares, as 
lesões cerebrais por acidente, doenças como diabetes, descolamento de retina, 
glaucoma, catarata, degeneração senil, infecções virais e tumores cerebrais. 
Também podem ocorrer lesões cerebrais em que o aparelho ocular se encontra em 
funcionamento normal, mas as mensagens visuais não são corretamente 
interpretadas e processadas pelo cérebro, o que leva à deficiência visual cortical. 
• C 
Diabetes. 
Comentários da resposta 
As causas congênitas incluem a prematuridade, por retinopatia ou por excesso de 
oxigênio na incubadora; a toxoplasmose, que pode levar a coriorretinite; a rubéola 
e infecções na gestação, que podem levar a catarata ou glaucoma. 
A deficiência visual também pode decorrer de problemas durante o parto, que 
envolvem hipoxia, anoxia ou infecções perinatais, as quais podem levar à atrofia 
óptica. 
Aspectos hereditários como glaucoma congênito, degenerações retinianas 
(síndrome de Leber) e doenças hereditárias como diabetes também são fatores 
causadores da deficiência visual. 
Com relação às causas adquiridas, podem ser destacados os traumas oculares, as 
lesões cerebrais por acidente, doenças como diabetes, descolamento de retina, 
glaucoma, catarata, degeneração senil, infecções virais e tumores cerebrais. 
Também podem ocorrer lesões cerebrais em que o aparelho ocular se encontra em 
funcionamento normal, mas as mensagens visuais não são corretamente 
interpretadas e processadas pelo cérebro, o que leva à deficiência visual cortical. 
• D 
Prematuridade. 
Você acertou! 
Comentários da resposta 
As causas congênitas incluem a prematuridade, por retinopatia ou por excesso de 
oxigênio na incubadora; a toxoplasmose, que pode levar a coriorretinite; a rubéola 
e infecções na gestação, que podem levar a catarata ou glaucoma. 
A deficiência visual também pode decorrer de problemas durante o parto, que 
envolvem hipoxia, anoxia ou infecções perinatais, as quais podem levar à atrofia 
óptica. 
Aspectos hereditários como glaucoma congênito, degenerações retinianas 
(síndrome de Leber) e doenças hereditárias como diabetes também são fatores 
causadores da deficiência visual. 
Com relação às causas adquiridas, podem ser destacados os traumas oculares, as 
lesões cerebrais por acidente, doenças como diabetes, descolamento de retina, 
glaucoma, catarata, degeneração senil, infecções virais e tumores cerebrais. 
Também podem ocorrer lesões cerebrais em que o aparelho ocular se encontra em 
funcionamento normal, mas as mensagens visuais não são corretamente 
interpretadas e processadas pelo cérebro,o que leva à deficiência visual cortical. 
• E 
Infecções virais. 
Comentários da resposta 
As causas congênitas incluem a prematuridade, por retinopatia ou por excesso de 
oxigênio na incubadora; a toxoplasmose, que pode levar a coriorretinite; a rubéola 
e infecções na gestação, que podem levar a catarata ou glaucoma. 
A deficiência visual também pode decorrer de problemas durante o parto, que 
envolvem hipoxia, anoxia ou infecções perinatais, as quais podem levar à atrofia 
óptica. 
Aspectos hereditários como glaucoma congênito, degenerações retinianas 
(síndrome de Leber) e doenças hereditárias como diabetes também são fatores 
causadores da deficiência visual. 
Com relação às causas adquiridas, podem ser destacados os traumas oculares, as 
lesões cerebrais por acidente, doenças como diabetes, descolamento de retina, 
glaucoma, catarata, degeneração senil, infecções virais e tumores cerebrais. 
Também podem ocorrer lesões cerebrais em que o aparelho ocular se encontra em 
funcionamento normal, mas as mensagens visuais não são corretamente 
interpretadas e processadas pelo cérebro, o que leva à deficiência visual cortical. 
 
Questão 3 
1,2/1,2 
A definição de surdez não é tarefa simples e causa conflitos na literatura. Para alguns 
autores, ela consiste realmente em uma deficiência, contudo, para outros, a surdez não 
constitui deficiência. 
Sob os motivos para a não classificação de surdez como deficiência, analise as afirmativas 
a seguir: 
I. A pessoa surda é capaz de se comunicar. 
II. A surdez não impõe limitação de grande magnitude, uma vez que existe a língua de 
sinais. 
III. A sociedade é que dificulta e cria barreiras para as pessoas surdas. 
É correto o que se afirma em: 
Selecione a resposta: 
• A 
I, apenas. 
Comentários da resposta 
Para muitos pesquisadores, a surdez não constitui uma deficiência, já que a pessoa 
surda é capaz de se comunicar; as limitações nessa área lhe são impostas pela 
sociedade, que não reconhece o seu meio natural de comunicação: a língua de sinais. 
Para os autores que se dedicam a pesquisar sobre a surdez pelo viés cultural, como 
Lopes (2007), Perlin (2007) e Skliar (2010), essa questão está bastante clara, ou seja, 
com a oficialização e regulamentação da Libras, houve um deslocamento importante 
do que se entende das especificidades do sujeito surdo e do que se entende pelo 
conceito da surdez. Ou seja, a Libras proporcionou ao sujeito surdo a possibilidade 
de ser reconhecido a partir da sua especificidade linguística, permitindo que ele se 
comunique por meio de outra língua e faça parte de outra cultura, no caso, a cultura 
surda. Nesse sentido, o sujeito surdo é reconhecido pelo enfoque cultural. 
• B 
I e III, apenas. 
Comentários da resposta 
Para muitos pesquisadores, a surdez não constitui uma deficiência, já que a pessoa 
surda é capaz de se comunicar; as limitações nessa área lhe são impostas pela 
sociedade, que não reconhece o seu meio natural de comunicação: a língua de sinais. 
Para os autores que se dedicam a pesquisar sobre a surdez pelo viés cultural, como 
Lopes (2007), Perlin (2007) e Skliar (2010), essa questão está bastante clara, ou seja, 
com a oficialização e regulamentação da Libras, houve um deslocamento importante 
do que se entende das especificidades do sujeito surdo e do que se entende pelo 
conceito da surdez. Ou seja, a Libras proporcionou ao sujeito surdo a possibilidade 
de ser reconhecido a partir da sua especificidade linguística, permitindo que ele se 
comunique por meio de outra língua e faça parte de outra cultura, no caso, a cultura 
surda. Nesse sentido, o sujeito surdo é reconhecido pelo enfoque cultural. 
• C 
II e III, apenas. 
Comentários da resposta 
Para muitos pesquisadores, a surdez não constitui uma deficiência, já que a pessoa 
surda é capaz de se comunicar; as limitações nessa área lhe são impostas pela 
sociedade, que não reconhece o seu meio natural de comunicação: a língua de sinais. 
Para os autores que se dedicam a pesquisar sobre a surdez pelo viés cultural, como 
Lopes (2007), Perlin (2007) e Skliar (2010), essa questão está bastante clara, ou seja, 
com a oficialização e regulamentação da Libras, houve um deslocamento importante 
do que se entende das especificidades do sujeito surdo e do que se entende pelo 
conceito da surdez. Ou seja, a Libras proporcionou ao sujeito surdo a possibilidade 
de ser reconhecido a partir da sua especificidade linguística, permitindo que ele se 
comunique por meio de outra língua e faça parte de outra cultura, no caso, a cultura 
surda. Nesse sentido, o sujeito surdo é reconhecido pelo enfoque cultural. 
• D 
I, II e III. 
Você acertou! 
Comentários da resposta 
Para muitos pesquisadores, a surdez não constitui uma deficiência, já que a pessoa 
surda é capaz de se comunicar; as limitações nessa área lhe são impostas pela 
sociedade, que não reconhece o seu meio natural de comunicação: a língua de sinais. 
Para os autores que se dedicam a pesquisar sobre a surdez pelo viés cultural, como 
Lopes (2007), Perlin (2007) e Skliar (2010), essa questão está bastante clara, ou seja, 
com a oficialização e regulamentação da Libras, houve um deslocamento importante 
do que se entende das especificidades do sujeito surdo e do que se entende pelo 
conceito da surdez. Ou seja, a Libras proporcionou ao sujeito surdo a possibilidade 
de ser reconhecido a partir da sua especificidade linguística, permitindo que ele se 
comunique por meio de outra língua e faça parte de outra cultura, no caso, a cultura 
surda. Nesse sentido, o sujeito surdo é reconhecido pelo enfoque cultural. 
• E 
II, apenas. 
Comentários da resposta 
Para muitos pesquisadores, a surdez não constitui uma deficiência, já que a pessoa 
surda é capaz de se comunicar; as limitações nessa área lhe são impostas pela 
sociedade, que não reconhece o seu meio natural de comunicação: a língua de sinais. 
Para os autores que se dedicam a pesquisar sobre a surdez pelo viés cultural, como 
Lopes (2007), Perlin (2007) e Skliar (2010), essa questão está bastante clara, ou seja, 
com a oficialização e regulamentação da Libras, houve um deslocamento importante 
do que se entende das especificidades do sujeito surdo e do que se entende pelo 
conceito da surdez. Ou seja, a Libras proporcionou ao sujeito surdo a possibilidade 
de ser reconhecido a partir da sua especificidade linguística, permitindo que ele se 
comunique por meio de outra língua e faça parte de outra cultura, no caso, a cultura 
surda. Nesse sentido, o sujeito surdo é reconhecido pelo enfoque cultural. 
 
Questão 4 
1,2/1,2 
Para entender um pouco melhor de que forma ocorre uma perda auditiva, é fundamental 
conhecer como funciona o ouvido. 
Leia atentamente as alternativas a seguir e marque aquela que apresenta uma afirmativa 
correta sobre o funcionamento fisiológico do ouvido: 
Selecione a resposta: 
• A 
O ouvido externo é responsável por interpretar os sons. 
Comentários da resposta 
O ouvido externo é responsável pela captura dos sons, formado pelo pavilhão 
auricular (orelha) e pelo canal auditivo; em continuidade, o som é conduzido até o 
ouvido médio, onde se choca contra a membrana timpânica, produzindo ondas 
vibratórias que chegam a três pequenos ossos, também conhecidos como cadeia 
ossicular do ouvido, quais sejam: o martelo, a bigorna e o estribo. Esses três 
pequenos ossos formam uma ponte entre o ouvido médio e o ouvido interno. Essa 
interação é responsável por intensificar e ampliar as ondas sonoras antes que elas 
cheguem à janela oval, o ouvido interno. 
É no ouvido interno que está localizada a cóclea, cujo formato é de um caracol que 
contém um sistema de canais cheio de um líquido aquoso. Quando as ondas sonoras 
fazem a janela oval vibrar, o líquido se movimenta e mexe células muito pequenas, 
as quais chamamos de células ciliadas, que o nervo auditivo capta e leva as 
informações ao cérebro. 
As vibrações são transformadas em impulsos elétricos no órgão de Corti (ou órgão 
espiral),as ondas sonoras, como são conhecidas, que são transmitidas pelo ar. São 
sons captados por nossa via aérea. Também é possível captar os sons por via óssea. 
No caso de uma pessoa com audição normal, o som é escutado por via aérea e, 
somente quando o som for muito grave e intenso, sente-se a vibração por via óssea, 
como o bater de um tambor. 
• B 
Os ossos são responsáveis por propagar as vibrações sonoras. 
Você acertou! 
Comentários da resposta 
O ouvido externo é responsável pela captura dos sons, formado pelo pavilhão 
auricular (orelha) e pelo canal auditivo; em continuidade, o som é conduzido até o 
ouvido médio, onde se choca contra a membrana timpânica, produzindo ondas 
vibratórias que chegam a três pequenos ossos, também conhecidos como cadeia 
ossicular do ouvido, quais sejam: o martelo, a bigorna e o estribo. Esses três 
pequenos ossos formam uma ponte entre o ouvido médio e o ouvido interno. Essa 
interação é responsável por intensificar e ampliar as ondas sonoras antes que elas 
cheguem à janela oval, o ouvido interno. 
É no ouvido interno que está localizada a cóclea, cujo formato é de um caracol que 
contém um sistema de canais cheio de um líquido aquoso. Quando as ondas sonoras 
fazem a janela oval vibrar, o líquido se movimenta e mexe células muito pequenas, 
as quais chamamos de células ciliadas, que o nervo auditivo capta e leva as 
informações ao cérebro. 
As vibrações são transformadas em impulsos elétricos no órgão de Corti (ou órgão 
espiral), as ondas sonoras, como são conhecidas, que são transmitidas pelo ar. São 
sons captados por nossa via aérea. Também é possível captar os sons por via óssea. 
No caso de uma pessoa com audição normal, o som é escutado por via aérea e, 
somente quando o som for muito grave e intenso, sente-se a vibração por via óssea, 
como o bater de um tambor. 
• C 
O ouvido externo é formado por martelo, bigorna e estribo. 
Comentários da resposta 
O ouvido externo é responsável pela captura dos sons, formado pelo pavilhão 
auricular (orelha) e pelo canal auditivo; em continuidade, o som é conduzido até o 
ouvido médio, onde se choca contra a membrana timpânica, produzindo ondas 
vibratórias que chegam a três pequenos ossos, também conhecidos como cadeia 
ossicular do ouvido, quais sejam: o martelo, a bigorna e o estribo. Esses três 
pequenos ossos formam uma ponte entre o ouvido médio e o ouvido interno. Essa 
interação é responsável por intensificar e ampliar as ondas sonoras antes que elas 
cheguem à janela oval, o ouvido interno. 
É no ouvido interno que está localizada a cóclea, cujo formato é de um caracol que 
contém um sistema de canais cheio de um líquido aquoso. Quando as ondas sonoras 
fazem a janela oval vibrar, o líquido se movimenta e mexe células muito pequenas, 
as quais chamamos de células ciliadas, que o nervo auditivo capta e leva as 
informações ao cérebro. 
As vibrações são transformadas em impulsos elétricos no órgão de Corti (ou órgão 
espiral), as ondas sonoras, como são conhecidas, que são transmitidas pelo ar. São 
sons captados por nossa via aérea. Também é possível captar os sons por via óssea. 
No caso de uma pessoa com audição normal, o som é escutado por via aérea e, 
somente quando o som for muito grave e intenso, sente-se a vibração por via óssea, 
como o bater de um tambor. 
• D 
A captação sonora é realizada pelo ouvido interno. 
Comentários da resposta 
O ouvido externo é responsável pela captura dos sons, formado pelo pavilhão 
auricular (orelha) e pelo canal auditivo; em continuidade, o som é conduzido até o 
ouvido médio, onde se choca contra a membrana timpânica, produzindo ondas 
vibratórias que chegam a três pequenos ossos, também conhecidos como cadeia 
ossicular do ouvido, quais sejam: o martelo, a bigorna e o estribo. Esses três 
pequenos ossos formam uma ponte entre o ouvido médio e o ouvido interno. Essa 
interação é responsável por intensificar e ampliar as ondas sonoras antes que elas 
cheguem à janela oval, o ouvido interno. 
É no ouvido interno que está localizada a cóclea, cujo formato é de um caracol que 
contém um sistema de canais cheio de um líquido aquoso. Quando as ondas sonoras 
fazem a janela oval vibrar, o líquido se movimenta e mexe células muito pequenas, 
as quais chamamos de células ciliadas, que o nervo auditivo capta e leva as 
informações ao cérebro. 
As vibrações são transformadas em impulsos elétricos no órgão de Corti (ou órgão 
espiral), as ondas sonoras, como são conhecidas, que são transmitidas pelo ar. São 
sons captados por nossa via aérea. Também é possível captar os sons por via óssea. 
No caso de uma pessoa com audição normal, o som é escutado por via aérea e, 
somente quando o som for muito grave e intenso, sente-se a vibração por via óssea, 
como o bater de um tambor. 
• E 
A cóclea está localizada no ouvido externo. 
Comentários da resposta 
O ouvido externo é responsável pela captura dos sons, formado pelo pavilhão 
auricular (orelha) e pelo canal auditivo; em continuidade, o som é conduzido até o 
ouvido médio, onde se choca contra a membrana timpânica, produzindo ondas 
vibratórias que chegam a três pequenos ossos, também conhecidos como cadeia 
ossicular do ouvido, quais sejam: o martelo, a bigorna e o estribo. Esses três 
pequenos ossos formam uma ponte entre o ouvido médio e o ouvido interno. Essa 
interação é responsável por intensificar e ampliar as ondas sonoras antes que elas 
cheguem à janela oval, o ouvido interno. 
É no ouvido interno que está localizada a cóclea, cujo formato é de um caracol que 
contém um sistema de canais cheio de um líquido aquoso. Quando as ondas sonoras 
fazem a janela oval vibrar, o líquido se movimenta e mexe células muito pequenas, 
as quais chamamos de células ciliadas, que o nervo auditivo capta e leva as 
informações ao cérebro. 
As vibrações são transformadas em impulsos elétricos no órgão de Corti (ou órgão 
espiral), as ondas sonoras, como são conhecidas, que são transmitidas pelo ar. São 
sons captados por nossa via aérea. Também é possível captar os sons por via óssea. 
No caso de uma pessoa com audição normal, o som é escutado por via aérea e, 
somente quando o som for muito grave e intenso, sente-se a vibração por via óssea, 
como o bater de um tambor. 
 
Questão 5 
1,2/1,2 
A classificação da deficiência auditiva é fundamental para garantir que as pessoas com essa 
condição recebam o suporte e os recursos adequados para viverem com autonomia, 
acessibilidade e inclusão. 
Sobre a classificação da deficiência auditiva, marque a alternativa correta. 
Selecione a resposta: 
• A 
A surdez moderada é classificada pela perda auditiva entre 50 e 70 dB. 
Comentários da resposta 
O volume ou a intensidade dos sons é medido por unidades chamadas decibéis (dB): 
Surdez leve: perda auditiva de até 40 dB. Essa perda impede a percepção perfeita 
dos fonemas da palavra, mas não impede a aquisição normal da linguagem. Pode, no 
entanto, acusar algum problema articulatório ou dificuldade na leitura e/ou escrita. 
Surdez moderada: perda auditiva entre 40 e 70 dB. Esses limites se encontram no 
nível da percepção da fala, sendo necessário uma voz de certa intensidade para que 
seja claramente percebida. A pessoa apresenta maior dificuldade de discriminação 
auditiva em ambientes ruidosos. Ela identifica as palavras mais significativas, mas 
tem dificuldade na compreensão de certos termos de relação e/ou frases 
gramaticais complexas. 
Surdez severa: perda auditiva entre 70 e 90 dB. Essa perda permite a identificação 
de alguns ruídos familiares e apenas a percepção da voz de timbre mais forte. A 
compreensão verbal vai depender da utilização da percepção visual e da observação 
do contexto das situações. Surdez profunda: perda auditiva superior a 90 dB. Essa 
perda é muito grave e pode privar a pessoa da percepção e identificação da voz 
humana, impedindo-a de adquirir naturalmente a linguagem oral. 
• B 
A surdez leve é classificada pela perda auditiva de até 40 dB. 
Você acertou! 
Comentários daresposta 
O volume ou a intensidade dos sons é medido por unidades chamadas decibéis (dB): 
Surdez leve: perda auditiva de até 40 dB. Essa perda impede a percepção perfeita 
dos fonemas da palavra, mas não impede a aquisição normal da linguagem. Pode, no 
entanto, acusar algum problema articulatório ou dificuldade na leitura e/ou escrita. 
Surdez moderada: perda auditiva entre 40 e 70 dB. Esses limites se encontram no 
nível da percepção da fala, sendo necessário uma voz de certa intensidade para que 
seja claramente percebida. A pessoa apresenta maior dificuldade de discriminação 
auditiva em ambientes ruidosos. Ela identifica as palavras mais significativas, mas 
tem dificuldade na compreensão de certos termos de relação e/ou frases 
gramaticais complexas. 
Surdez severa: perda auditiva entre 70 e 90 dB. Essa perda permite a identificação 
de alguns ruídos familiares e apenas a percepção da voz de timbre mais forte. A 
compreensão verbal vai depender da utilização da percepção visual e da observação 
do contexto das situações. Surdez profunda: perda auditiva superior a 90 dB. Essa 
perda é muito grave e pode privar a pessoa da percepção e identificação da voz 
humana, impedindo-a de adquirir naturalmente a linguagem oral. 
• C 
A surdez severa representa perda auditiva entre 90 e 100 dB. 
Comentários da resposta 
O volume ou a intensidade dos sons é medido por unidades chamadas decibéis (dB): 
Surdez leve: perda auditiva de até 40 dB. Essa perda impede a percepção perfeita 
dos fonemas da palavra, mas não impede a aquisição normal da linguagem. Pode, no 
entanto, acusar algum problema articulatório ou dificuldade na leitura e/ou escrita. 
Surdez moderada: perda auditiva entre 40 e 70 dB. Esses limites se encontram no 
nível da percepção da fala, sendo necessário uma voz de certa intensidade para que 
seja claramente percebida. A pessoa apresenta maior dificuldade de discriminação 
auditiva em ambientes ruidosos. Ela identifica as palavras mais significativas, mas 
tem dificuldade na compreensão de certos termos de relação e/ou frases 
gramaticais complexas. 
Surdez severa: perda auditiva entre 70 e 90 dB. Essa perda permite a identificação 
de alguns ruídos familiares e apenas a percepção da voz de timbre mais forte. A 
compreensão verbal vai depender da utilização da percepção visual e da observação 
do contexto das situações. Surdez profunda: perda auditiva superior a 90 dB. Essa 
perda é muito grave e pode privar a pessoa da percepção e identificação da voz 
humana, impedindo-a de adquirir naturalmente a linguagem oral. 
• D 
A surdez profunda é classificada por uma perda auditiva superior a 80 dB. 
Comentários da resposta 
O volume ou a intensidade dos sons é medido por unidades chamadas decibéis (dB): 
Surdez leve: perda auditiva de até 40 dB. Essa perda impede a percepção perfeita 
dos fonemas da palavra, mas não impede a aquisição normal da linguagem. Pode, no 
entanto, acusar algum problema articulatório ou dificuldade na leitura e/ou escrita. 
Surdez moderada: perda auditiva entre 40 e 70 dB. Esses limites se encontram no 
nível da percepção da fala, sendo necessário uma voz de certa intensidade para que 
seja claramente percebida. A pessoa apresenta maior dificuldade de discriminação 
auditiva em ambientes ruidosos. Ela identifica as palavras mais significativas, mas 
tem dificuldade na compreensão de certos termos de relação e/ou frases 
gramaticais complexas. 
Surdez severa: perda auditiva entre 70 e 90 dB. Essa perda permite a identificação 
de alguns ruídos familiares e apenas a percepção da voz de timbre mais forte. A 
compreensão verbal vai depender da utilização da percepção visual e da observação 
do contexto das situações. Surdez profunda: perda auditiva superior a 90 dB. Essa 
perda é muito grave e pode privar a pessoa da percepção e identificação da voz 
humana, impedindo-a de adquirir naturalmente a linguagem oral. 
• E 
Na surdez completa, o indivíduo retém 15% da capacidade de audição. 
Comentários da resposta 
O volume ou a intensidade dos sons é medido por unidades chamadas decibéis (dB): 
Surdez leve: perda auditiva de até 40 dB. Essa perda impede a percepção perfeita 
dos fonemas da palavra, mas não impede a aquisição normal da linguagem. Pode, no 
entanto, acusar algum problema articulatório ou dificuldade na leitura e/ou escrita. 
Surdez moderada: perda auditiva entre 40 e 70 dB. Esses limites se encontram no 
nível da percepção da fala, sendo necessário uma voz de certa intensidade para que 
seja claramente percebida. A pessoa apresenta maior dificuldade de discriminação 
auditiva em ambientes ruidosos. Ela identifica as palavras mais significativas, mas 
tem dificuldade na compreensão de certos termos de relação e/ou frases 
gramaticais complexas. 
Surdez severa: perda auditiva entre 70 e 90 dB. Essa perda permite a identificação 
de alguns ruídos familiares e apenas a percepção da voz de timbre mais forte. A 
compreensão verbal vai depender da utilização da percepção visual e da observação 
do contexto das situações. Surdez profunda: perda auditiva superior a 90 dB. Essa 
perda é muito grave e pode privar a pessoa da percepção e identificação da voz 
humana, impedindo-a de adquirir naturalmente a linguagem oral.

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