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OT 2 - Modelos de Sistemas De Saúde no mundo 
Disparador 6:
Ler o recorte do texto: MARQUES, R.M. O direito à saúde no mundo. In: Sistema de saúde no Brasil: organização e financiamento / Rosa 
Maria Marques, Sérgio Francisco Piola, Alejandra Carrillo Roa (Organizadores). -Rio de Janeiro: ABrES; Brasília: Ministério da Saúde, 
Departamento de Economia da Saúde, Investimentos e Desenvolvimento; OPAS/OMS no Brasil, 2016.
AS ORIGENS E OS TIPOS DE PROTEÇÃO SOCIAL
É na sociedade capitalista que assistimos o aparecimento da garantia de acesso a ações e serviços de saúde de um segmento da população de um 
país. No antigo regime, a aristocracia e a população de mais alta renda tinha seus cuidados a cargo de médicos particulares; a população em 
geral, largamente rural, recebia os cuidados derivados do saber acumulado pela comunidade local
e os mais pobres recebiam a atenção propiciada por organizações religiosas católicas em seus hospitais. Contudo, como esclarece Foucault 
(1982):
Antes do século XVIII, o hospital era essencialmente uma instituição de assistência aos pobres. Instituição de assistência, como também de 
separação e exclusão. O pobre como pobre tem necessidade de assistência e, como doente, portador de doença e de possível contágio, é 
perigoso. Por estas razões, o hospital deve estar presente tanto para recolhê-lo quanto para proteger os outros do perigo que ele encarna. O 
personagem ideal do hospital, até o século XVIII, não é o doente que é preciso curar, mas o pobre que está morrendo. É alguém que deve ser 
assistido material e espiritualmente, alguém a quem se deve dar os últimos cuidados e o último sacramento. [...] E o pessoal hospitalar não era 
fundamentalmente destinado a realizar a cura do doente, mas a conseguir sua própria salvação (FOUCAULT, 1982, p. 99-100). 
A formação histórica dos sistemas de proteção social se confunde com a própria construção da sociedade capitalista. A proteção social atual, de 
diferentes tipos ou modelos, configura-se formas de organização e intervenção estatal na esfera social, abrangendo a saúde, a previdência e a 
assistência social. Em suas origens, encontram-se os mecanismos criados pelos trabalhadores assalariados da indústria, os quais constituíam 
amparo de tipo ajuda mútua. Formados pelos trabalhadores da indústria, com base na contribuição voluntária dos trabalhadores, visavam prover 
necessidades derivadas do desemprego, da doença, da morte e da velhice.
Em relação ao grau de cobertura e forma de financiamento, a primeira fase dos sistemas de proteção caracterizava-se por estar dirigida apenas 
aos trabalhadores urbanos e utilizar as contribuições de empregados e empregadores como fonte de recursos. No caso previdenciário, destaca-se, 
ainda, que o regime de custeio era de capitalização coletiva, isto é, o fundo acumulado era utilizado para o pagamento das pensões e 
aposentadorias dos contribuintes de acordo com a disponibilidade decorrente da rentabilidade de seus ativos. Não havia, portanto, benefícios 
definidos. Nessa formade organização da proteção, a solidariedade, de caráter compulsório, era estabelecida entre os próprios ativos 
(OLIVENNES, 1992). O segundo período digno de nota da construção dos sistemas de proteção inicia-se ao término da II Guerra Mundial, 
quando o regime fordista de acumulação tornou-se hegemônico no mundo. Apesar das diferenças nacionais, nos países da Europa Ocidental, as 
características básicas deste período são a ampliação paulatina da cobertura para novos segmentos de trabalhadores ou populacionais e a 
incorporação de novos riscos e problemas sociais como objeto de sua ação. Portanto, é própria desse período, que é conhecido como Welfare 
State (WS), a universalização da cobertura para o conjunto da população e o alargamento do próprio conceito de proteção, para além da 
assistência à saúde e das rendas de substituição derivadas da velhice, da doença e da invalidez. Afora a garantia de renda em caso de 
desemprego, alguns países chegaram a incluir a habitação, os cuidados com crianças pequenas e a reciclagem da mão de obra.
A universalização da cobertura implicou a superação da proteção social voltada para os trabalhadores assalariados e urbanos e a eleição da 
cidadania como princípio para a concessão dos direitos. Uma das consequências dessa profunda modificação foi o uso, cada vez mais 
significativo, das receitas de impostos no interior de sistemas basicamente dependentes das contribuições sobre a folha salarial. Em alguns 
países, como se verá mais adiante, a saúde passou a ser integralmente financiada por impostos e o acesso tornou-se universal, mesmo sem 
considerar a situação de quase pleno emprego.
Quadro 1 -Tipos de sistema de proteção social 
Residual ou liberal
Políticas seletivas e focadas. O Estado intervém apenas quando os canais tradicionais(família,
mercado, redes comunitárias) são insuficientes.
Baixo potencial de promoção
de justiça social
Corporativista ou
meritocrático
Políticas sociais amplas, mas com benefícios estratificados por grupos ou corporações.
Contrapõe-se de maneira limitada ao efeito das forças de mercado na alocação de recursos.
Potencial intermediário de
promoção de justiça social
Institucional - Redistributivo
ou social democrata
O Estado provê o acesso universal a uma vasta gama de bens e serviços, "desmercantilizando"
os cidadãos e igualando os desiguais. A premissa é de que o mercado produz riscos sociais que
devem ser eliminados
Elevado potencial de promoção
de justiça social
OT 2  Modelos de Sistemas De Saúde no mundo 1
Resumo
Esquema Comparativo dos Principais Modelos de Sistema de Saúde com o Sistema Único de Saúde (SUS)
1. Modelos de Sistemas de Saúde
1.1. Modelo Bismarckiano (Seguro Social)
Origem: Alemanha, final do século XIX.
Características:
Financiamento baseado em contribuições obrigatórias de empregadores e empregados.
Administração por fundos de seguro de saúde, que são entidades privadas sem fins lucrativos.
Cobertura universal para trabalhadores e suas famílias.
Serviços prestados por médicos e hospitais privados.
Exemplos: Alemanha, França, Bélgica, Países Baixos.
1.2. Modelo Beveridgiano (Sistema Nacional de Saúde)
Origem: Reino Unido, após a Segunda Guerra Mundial.
Características:
Financiamento através de impostos gerais.
Administração pelo governo central ou por agências públicas.
Cobertura universal para todos os cidadãos.
Serviços prestados principalmente por médicos e hospitais públicos.
Exemplos: Reino Unido, Suécia, Noruega, Dinamarca.
1.3. Modelo de Mercado Privado
Características:
Financiamento principalmente através de seguros privados pagos pelos indivíduos ou por seus empregadores.
Acesso aos serviços de saúde dependente da capacidade de pagamento.
Competição entre provedores privados de saúde.
Cobertura parcial, com exclusão de populações de baixa renda e sem seguro.
Exemplos: Estados Unidos, até a implementação parcial do Affordable Care Act.
1.4. Modelo Mistos
Características:
Combinação de financiamento público e privado.
Presença de um sistema público básico de saúde, com a opção de seguros privados para quem pode pagar.
Cobertura universal garantida pelo sistema público.
Exemplos: Canadá, Austrália, Japão.
2. Sistema Único de Saúde (SUS) – Brasil
2.1. Princípios e Diretrizes
Universalidade: Acesso garantido a todos os cidadãos.
Integralidade: Cuidado completo e contínuo em todos os níveis de complexidade.
Equidade: Priorização das necessidades específicas dos diferentes grupos sociais.
Descentralização: Gestão dividida entre União, Estados e Municípios.
OT 2  Modelos de Sistemas De Saúde no mundo 2
Participação Social: Controle social através de Conselhos e Conferências de Saúde.
2.2. Estrutura Organizacional
Níveis de Gestão:
Federal: Ministério da Saúde.
Estadual: Secretarias Estaduais de Saúde.
Municipal: Secretarias Municipais de Saúde.
Rede de Serviços:
Atenção Primária: Estratégia Saúde da Família (ESF).
Atenção Secundária e Terciária: Hospitais e especialidades.Serviços Complementares: Vigilância em saúde, promoção e prevenção.
3. Comparação entre Modelos de Sistema de Saúde e o SUS
Aspecto Modelo Bismarckiano Modelo Beveridgiano
Modelo de Mercado
Privado
Modelos Mistos
Sistema Único de Saúde
(SUS)
Financiamento
Contribuições de
empregados e
empregadores
Impostos gerais Seguros privados
Impostos e seguros
privados
Impostos gerais
Cobertura
Universal para
trabalhadores
Universal para todos
os cidadãos
Depende da capacidade
de pagamento
Universal (público) +
privado opcional
Universal para todos os
cidadãos
Administração
Entidades privadas sem
fins lucrativos
Governamental Empresas privadas
Governamental e
privado
Governamental em três
níveis
Prestação de
Serviços
Privada Pública Privada Mista
Principalmente pública,
com parceria privada
Participação
Social
Limitada Moderada Muito limitada Moderada
Alta, através de
Conselhos e Conferências
Principais
Desafios
Sustentabilidade
financeira e equidade
Longas esperas e
custos crescentes
Acesso desigual e altos
custos
Coordenação entre
setores
Financiamento e
desigualdades regionais
4. Indicadores de Saúde Melhorados pelo SUS
Expectativa de Vida: Aumento significativo.
Mortalidade Infantil: Redução drástica.
Cobertura Vacinal: Elevada e abrangente.
Mortalidade Materna: Redução substancial.
Acesso a Serviços de Saúde: Expansão significativa na atenção primária.
5. Desafios da Atenção Básica no SUS
Financiamento Insuficiente: Recursos limitados dificultam a expansão e melhoria dos serviços.
Desigualdades Regionais: Diferenças na infraestrutura e oferta de serviços entre regiões.
Gestão Ineficiente: Problemas administrativos e burocráticos.
Capacitação Profissional: Necessidade de formação e valorização dos profissionais de saúde.
Alta Demanda e Sobrecarga: Alta demanda por serviços que sobrecarrega as unidades de atenção básica.
6. Marcos Históricos do Desenvolvimento do SUS
Reforma Sanitária (décadas de 1970 e 1980): Movimento pela universalização da saúde.
Constituição de 1988: Institucionalização do direito à saúde e criação do SUS.
Leis Orgânicas da Saúde (1990): Lei nº 8.080 e Lei nº 8.142 estabelecendo a organização e participação social no SUS.
8ª Conferência Nacional de Saúde (1986): Bases para a criação do SUS.
OT 2  Modelos de Sistemas De Saúde no mundo 3
7. Contribuições da Regionalização e Controle Social
Regionalização: Facilita a coordenação dos serviços de saúde em regiões, melhorando a alocação de recursos e a resposta às 
necessidades locais.
Controle Social: Aumenta a transparência, accountability e participação da comunidade na formulação e fiscalização das políticas de 
saúde.
8. Conselhos de Saúde
Definição: Fóruns deliberativos permanentes para formulação de estratégias e controle da execução das políticas de saúde.
Composição: Representantes do governo, prestadores de serviço, profissionais de saúde e usuários.
9. Conquistas da 8ª Conferência Nacional de Saúde
Universalização da Saúde: Proposta de acesso universal.
Participação Social: Fortalecimento do controle social e da participação comunitária.
Integralidade do Cuidado: Adoção do conceito de saúde abrangente.
10. Lei nº 8.080/1990
Regula: Ações e serviços de saúde em todo o território nacional.
Principais Pontos: Organização do SUS, princípios e diretrizes, competências dos entes federativos.
11. Lei nº 8.142/1990
Complementa: Lei nº 8.080, abordando a participação da comunidade e o financiamento do SUS.
Principais Pontos: Funcionamento dos Conselhos de Saúde e realização de Conferências de Saúde.
12. Proteção Social e os 5 Tipos de Segurança
Proteção Social: Conjunto de políticas e programas para garantir o bem-estar dos cidadãos.
Cinco Tipos de Segurança:
1. Segurança de Renda
2. Segurança Alimentar
3. Segurança de Saúde
4. Segurança Habitacional
5. Segurança Educacional
13. Tipos de Financiamento de Saúde
Impostos Gerais
Contribuições Sociais
Pagamentos Diretos
Seguros Privados
Transferências Internacionais
14. Sustentabilidade Financeira e Proteção Social
Impacto: Crucial para garantir a continuidade e eficácia das políticas de proteção social.
Desafios: Planejamento cuidadoso, gestão eficiente e fontes de financiamento estáveis.
15. Relação entre Sistema Público e Privado
Pontos Positivos:
Complementaridade
Diversificação de Recursos
OT 2  Modelos de Sistemas De Saúde no mundo 4
Pontos Negativos:
Desigualdade de Acesso
Fragmentação do Sistema
16. Políticas Públicas
Definição: Conjunto de ações e decisões governamentais para resolver problemas públicos e promover o bem-estar da população.
Objetivos: Promover justiça social, reduzir desigualdades e garantir direitos fundamentais.
QA’s
Diretrizes do SUS
Princípios Doutrinários:
1. Universalidade: Acesso a todos os cidadãos, sem qualquer forma de discriminação.
2. Integralidade: Oferta de serviços de saúde em todos os níveis de complexidade, considerando o ser humano de forma integral.
3. Equidade: Atendimento às necessidades específicas de cada grupo ou indivíduo, buscando reduzir desigualdades.
Princípios Organizativos:
1. Descentralização: Gestão descentralizada com transferência de responsabilidades para estados e municípios.
2. Regionalização: Organização dos serviços de saúde por regiões para melhor atender as necessidades locais.
3. Hierarquização: Estruturação dos serviços de saúde em níveis de complexidade crescente (atenção primária, secundária e terciária).
4. Participação Social: Envolvimento da comunidade na formulação e controle das políticas de saúde por meio de conselhos e 
conferências.
Indicadores de Saúde que Melhoraram com o Surgimento do SUS:
Expectativa de Vida: Aumento da expectativa de vida da população brasileira.
Mortalidade Infantil: Redução significativa das taxas de mortalidade infantil.
Cobertura Vacinal: Ampliação da cobertura vacinal e controle de doenças imunopreveníveis.
Mortalidade Materna: Redução das taxas de mortalidade materna.
Acesso aos Serviços de Saúde: Aumento do acesso a serviços de saúde, especialmente na atenção básica.
Desafios da Atenção Básica:
1. Financiamento Insuficiente: Recursos limitados dificultam a ampliação e a qualidade dos serviços.
2. Desigualdades Regionais: Diferenças na distribuição de serviços e infraestrutura entre regiões.
3. Gestão Ineficiente: Problemas administrativos e burocráticos.
4. Capacitação Profissional: Necessidade de formação e valorização dos profissionais de saúde.
5. Alta Demanda e Sobrecarga: Alta demanda de serviços que sobrecarrega as unidades de atenção básica.
Principais Marcos Históricos do Desenvolvimento do SUS:
1. Décadas de 1970 e 1980: Movimento da Reforma Sanitária e pressão social pela universalização da saúde.
2. Constituição de 1988: Institucionalização do direito à saúde e criação do SUS.
3. Leis Orgânicas da Saúde (1990): Lei nº 8.080 e Lei nº 8.142 que detalham a organização e participação social no SUS.
4. 8ª Conferência Nacional de Saúde (1986): Definição das bases para a criação do SUS.
Regionalização e Controle Social:
Regionalização:
Facilita a coordenação e integração dos serviços de saúde em diferentes regiões.
Melhora a distribuição dos recursos e a capacidade de resposta às necessidades locais.
Controle Social:
OT 2  Modelos de Sistemas De Saúde no mundo 5
Envolvimento da população na formulação e fiscalização das políticas de saúde.
Aumenta a transparência e a accountability do sistema de saúde.
Conselhos de Saúde:
Conselhos de Saúde: Fóruns deliberativos e permanentes que atuam na formulação de estratégias e no controle da execução das 
políticas de saúde.
Composição: Representantes do governo, prestadores de serviço, profissionais de saúde e usuários.
Conquistas da 8ª Conferência Nacional de Saúde:
Universalização da Saúde: Proposta de acesso universal à saúde como direito de todos.
Participação Social: Fortalecimento do controle social e da participação comunitária.
Integralidade do Cuidado: Adoção do conceito de saúde como um direito abrangente.
Lei nº8.080/1990:
Disposição: Regula as ações e serviços de saúde em todo o território nacional.
Principais Pontos:
Organização e funcionamento do SUS.
Princípios e diretrizes para a prestação de serviços de saúde.
Estrutura e competências dos entes federativos no SUS.
Lei nº 8.142/1990:
Disposição: Complementa a Lei nº 8.080, abordando a participação da comunidade e o financiamento do SUS.
Principais Pontos:
Funcionamento dos Conselhos de Saúde.
Realização de Conferências de Saúde.
Transferência de recursos financeiros do governo federal para estados e municípios.
Proteção Social e os 5 Tipos de Segurança:
Proteção Social:
Conjunto de políticas e programas que visam garantir o bem-estar e a segurança dos cidadãos.
Cinco Tipos de Segurança:
1. Segurança de Renda: Programas de assistência social e previdência.
2. Segurança Alimentar: Acesso a alimentos adequados e suficientes.
3. Segurança de Saúde: Acesso a serviços de saúde de qualidade.
4. Segurança Habitacional: Acesso a moradia digna.
5. Segurança Educacional: Acesso à educação de qualidade.
Tipos de Financiamento de Saúde:
1. Impostos Gerais: Arrecadação de tributos gerais que financiam os serviços de saúde.
2. Contribuições Sociais: Contribuições específicas para a seguridade social.
3. Pagamentos Diretos: Despesas diretas dos indivíduos com serviços de saúde.
4. Seguros Privados: Planos de saúde financiados por prêmios pagos pelos beneficiários.
5. Transferências Internacionais: Assistência financeira de organismos internacionais.
Sustentabilidade Financeira e Proteção Social:
Impacto: A sustentabilidade financeira é crucial para garantir a continuidade e a eficácia das políticas de proteção social.
Desafios: Requer um planejamento cuidadoso, gestão eficiente e fontes de financiamento estáveis.
Relação entre Sistema Público e Privado:
Pontos Positivos:
OT 2  Modelos de Sistemas De Saúde no mundo 6
Complementaridade: O setor privado pode complementar o público na oferta de serviços.
Diversificação de Recursos: Possibilidade de maior financiamento e inovação.
Pontos Negativos:
Desigualdade de Acesso: Pode aumentar a desigualdade entre aqueles que podem pagar por serviços privados e os que dependem do 
sistema público.
Fragmentação do Sistema: Dificuldades na coordenação e integração entre os setores.
Políticas Públicas:
Definição: Conjunto de ações e decisões governamentais destinadas a resolver problemas públicos e promover o bem-estar da 
população.
Objetivos: Promover a justiça social, reduzir desigualdades e garantir direitos fundamentais.
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