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EXERCÍCIOS RESPONDIDOS LIVRO NÃO ERRE MAIS

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anti-cristo. 
d) semi-intensivo, micro-organismo. 
e) cogestor, vice-líder. 
 
2. Todos os prefixos ou falsos prefixos a seguir terminam em vogal e as palavras com as quais eles 
formam derivadas se iniciam por r ou s. Assinale a palavra que foi grafada em desacordo com a nova 
regra: 
 
a) antessala. 
b) contrarregimento. 
c) pseudossábio. 
d) coseno. 
e) minissaia. 
 
3. Marque certo (C) ou errado (E), considerando as alterações ortográficas estabelecidas pelo novo 
Acordo Ortográfico: 
 
(E) O vicepresidente foi recentemente operado. 
(C) Preciso muito que você me apoie em minha decisão. 
(E) Que lindo chapeu! Onde você o comprou? 
(E) Nessa idade você ainda usa mini-saia? 
(E) Num gesto heróico, o rapaz correu para salvar a jovem. 
(C) Comparecerá ao evento da Marinha o contra-almirante. 
(E) Movimentos neo-nazistas são duramente combatidos em todo o mundo. 
(E) O pêlo do urso era castanho-escuro. 
(E) A vítima do sequestro foi atendida pela psicóloga. 
(E) Vão-se os aneis e ficam os dedos. 
 
4. A seguir são apresentadas palavras que certamente você raras vezes ou nunca ouviu. Por esse 
motivo, você pode ter dúvidas quanto à pronúncia delas. Além disso, os acentos gráficos, nos casos em 
que deveriam ocorrer, foram omitidos. Então, lembre-se das regras estudadas neste capítulo ao 
responder às perguntas que são feitas a respeito dessas palavras. 
 
a) Masseter (nome de um músculo da face): 
 
 Se essa palavra for oxítona, deve receber acento gráfico? Por quê? 
Masseter é palavra oxítona ( a terminação não justifica a presença de acento). 
 Se for proparoxítona, recebe acento? Por quê? 
Se fosse proparoxítona, receberia acento obrigatório. 
 
b) Ticopa (nome de um peixe): 
 
 Se for oxítona, recebe acento? Por quê? 
Se fosse oxítona, receberia acento, porque termina em a, seguido ou não de s. 
 
 Se for paroxítona, recebe acento? Por quê? 
Ticopa é palavra paroxítona cuja terminação não determina a presença do acento. 
 
c) Tilburi (certo tipo de carruagem): 
 
 Se for oxítona, recebe acento? Por quê? 
Se fosse oxítona, não seria acentuada (oxítonas terminadas em i, u não recebem acento). 
 
 Se for paroxítona, recebe acento? Por quê? 
Se fosse paroxítona, receberia acento obrigatório, porque a paroxítonas terminadas em i são 
acentuadas (exemplo: biquíni). 
 
 Se for proparoxítona, recebe acento? Por quê? 
Tílburi é palavra proparoxítona, por isso recebe acento obrigatório. 
 
5. Assinale a alternativa cujas palavras são acentuadas pela mesma razão: 
 
a) Inácio – até. 
b) fantástico – histórias. 
c) tecnológicos – básicos. 
d) vídeo – público. 
e) impossível – rápidas. 
 
6. Todas as palavras a seguir apresentam hiato. Indique a única que deve ser acentuada: 
 
a) traiste. (traíste) 
b) caindo. 
c) miudeza. 
d) raiz. 
e) moinho. 
 
7. Considere a regra para o emprego do verbo ter e de seus derivados e assinale a alternativa em que 
não se cometeu erro de acentuação: 
 
a) Aqueles frascos contém um veneno potente. 
b) A patrulha detêm todos os carros suspeitos. 
c) A babá entretém as crianças com jogos e brincadeiras. 
d) Eles não tem mais o sítio em Petrópolis. 
e) O condomínio mandou restaurar a pilastra que sustêm o teto da varanda. 
 
8. Todas as palavras a seguir são paroxítonas. Assinale o item em que se cometeu erro ao acentuá-las: 
 
a) nenúfar – notável – ônix. 
b) projéteis – hífen – memória. 
c) bônus – órgãos – táxis. 
d) pólen – elétron – látex. 
e) hífens – rubrícas – ítem. 
 
9. Na sequência são apresentadas formas verbais acompanhadas de pronomes oblíquos. A acentuação 
dessas formas segue as mesmas orientações para as palavras oxítonas e as que apresentam hiato. 
Indique qual delas não necessita do acento: 
 
a) construí-los. 
b) puní-los. 
c) enviá-las. 
d) resolvê-los. 
e) expô-las. 
 
10. (Inep, 1999) Diante da visão de um prédio com uma placa indicando SAPATARIA PAPALIA, um 
jovem deparou com a dúvida: como pronunciar a palavra papalia? 
 
Levado o problema à sala de aula, a discussão girou em torno da utilidade de conhecer as regras de 
acentuação e, especialmente, do auxílio que elas podem dar à correta pronúncia de palavras. Após 
discutirem sobre pronúncia, regras de acentuação e escrita, três alunos apresentaram as seguintes 
conclusões a 
respeito dessa palavra: 
 
I. Se a sílaba tônica for o segundo pa, a escrita deveria ser papália, pois a palavra seria paroxítona 
terminada em 
ditongo crescente. 
 
II. Se a sílaba tônica for li, a escrita deveria ser papalía, pois i e a estariam formando um hiato. 
 
III. Se a sílaba tônica for li, a escrita deveria ser papalia, pois não haveria razão para o uso de acento 
gráfico. 
 
A conclusão está correta apenas em: 
a) I. 
b) II. 
c) III. 
d) I e II. 
e) I e III. 
 
 
CAPÍTULO 2 
 
Verifique seu aprendizado 
 
p.94 
 
1. (Unama-AM)* 
Lutar com palavras 
É a luta mais vã 
Entanto lutamos 
Mal rompe a manhã. 
[...] 
(Andrade, 1987) 
 
A coesão sequencial se tece nessa estrofe por meio dos termos em destaque. Esses coesivos 
introduzem no texto ideias que expressam, respectivamente: 
 
a) oposição e tempo. 
b) consequência e proporção. 
c) causa e consequência. 
d) finalidade e comparação. 
e) consequência e causa. 
 
2. (UFMA-MA)** Leia com atenção: 
 
I. João joga futebol todos os dias no clube. Pedro faz o mesmo. 
II. Decidi devolver o dinheiro, mas somente o farei por consideração à Luísa. 
III. Marta se parece com o pai. Douglas faz o mesmo. 
IV. O sobrinho de Antônio está na 3ª série do Ensino Médio. José faz a mesma. 
 
Da análise dos exemplos anteriores, é possível concluir que: 
 
a) somente as frases em I apresentam coesão entre si. 
b) somente as frases em II apresentam coesão entre si. 
c) somente as frases em III não apresentam nenhuma coesão. 
d) todas as frases da questão apresentam coesão entre si. 
e) somente as frases em I e II apresentam coesão entre si. 
 
3. Assinale o item em que a presença do elemento coesivo tornou incoerente o texto: 
 
a) Visitei um palácio em Roma cuja escadaria era de mármore róseo. 
b) À proporção que subíamos a montanha, a temperatura ficava mais agradável. 
c) Embora tenha chovido bastante, não saíamos de casa. 
d) Como estava muito apressado, não parou para conversar comigo. 
e) A pressa do rapaz era tamanha que me deixou falando sozinho. 
 
Leia o texto a seguir para responder às questões 4, 5 e 6. 
 
O avião que caiu centenas de vezes 
No mundo real, de aço, tijolo e gente, o avião da TAM caiu uma vez só. Foi em São Paulo, no aeroporto 
de Congonhas. Mas na televisão, pelas telas do Brasil inteiro, o mesmo avião se destroçou centenas de 
vezes. Reconstituições animadas, chamas em câmara lenta, tudo se fez para prolongar o horror. Por 
que é que tem de ser assim? 
Existe a resposta cínica: É notícia, um desastre com tais proporções merece todo o destaque nos meios 
de comunicação. Sem cinismo, a resposta não seria tão fácil. Que é notícia ninguém há de negar. Que os 
cidadãos devem ser informados sobre cada detalhe, também não se contesta. Mas o festival 
ininterrupto que perpetua o desastre na televisão não tem nada a ver com informação ou notícia. É 
show. Soa mórbido, mas é isso mesmo; como o desfile das escolas de samba ou as Olimpíadas, as 
catástrofes se convertem em show de TV, com a diferença de que o Carnaval e as Olimpíadas são 
shows um pouco menos apelativos. 
A TV tem na informação jornalística um produto secundário. 
Seu negócio fundamental é o entretenimento. Daí a vocação para o espetáculo, o apelo à emoção. 
Mesmo os documentários não podem fugir à obrigação de emocionar. É o critério da emoção que faz 
com que imagens que já não informam nada de novo sejam repetidas sem parar. O gol de placa tem 
replays ao longo da semana. 
A trombada que matou Ayrton Senna também. O objetivo é fazer durar a emoção. Por isso,