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RESUMO DO FILME: AMOR SEM ESCALAS (ATIVIDADES CULTURAIS) 
 
A obra contextualiza um assunto atemporal: o comportamento humano. Ryan Bingham, 
interpretado por George Clooney, um executivo de pouca bagagem e muitas viagens, 
apresenta conflitos profissionais e pessoais com duas mulheres, Alex, interpretado por 
Vera Farmiga, e Natalie, interpretado por Anna Kendrick. O filme a borda um profissional que 
está cercado de pessoas, mas que vive solitariamente. Assim, é a terceira obra do 
cineasta Jason Reitman, lançada em Los Angeles em 2009. O contexto histórico da 
sociedade, é marcado pe la crise econômica nos Estados Unidos, com altas taxas de 
desemprego. Dessa forma, é um momento de expansão da empresa que Ryan (indivíduo) 
trabalha, uma terceirizada contratada par a demitir pessoas em outras organizações. 
Assim, devido a carga emocional negativa, diante dos vários relatos ouvidos no desempenho 
de sua função, ele a parenta ser frio, sem demonstrar suas verdadeiras emoções. Além 
disso, é notório a autorrealização dele no trabalho – termo definido por Abraham Maslow 
em seus estudos em 1943, relacionado às necessidades simples e fundamentais -, já 
que, passou 322 dias viajando, e 43 dias infelizes e m casa – características típicas de 
âncora na competência gerencial -, deixando assim, a sua vi da pessoal de lado 
(MILKOVICH; BOU DRE AU, 2006). Ryan também gosta de estereótipos – o que pode ser 
negativo - , e classifica as pessoas por sua aparência, é muito econômico, tem resistências a 
mudanças, não aceita ser contrariado e valoriza a lealdade. 
Nesta perspectiva, sua filosofia da mochila vazia, na qual deve -se viver com a quilo que não é 
um peso em seus ombros , começa a ser impactada a o se de parar no ambiente de trabalho 
(grupo) com Natalie, jovem genial – não foi aceita de início por possuir ideias muito 
inovadoras para o contexto – que desenvolve o “Glocal: o nosso global te m que virar 
local”, ou seja, ela defende uma redução de 85% das viagens a trabalho dos executivos 
como Ryan, ao fazer as demissões por videoconferência. No entanto, Ryan se mostra muito 
resistente a mudanças e não aceita essa ide ia, assim, ela passa a viajar com ele, o que 
Milkovich e Boudreau (2006) classificam como treinamento a serviço. N essas várias 
viagens, é notório observar o que Robbins (2005) classifica como dissonância emocional, 
pois eles expressam uma emoção de seriedade, frieza a qual não es tão sentindo, visto 
que eles se comovem – Natalie por vezes se emociona. 
Com os relatos das pessoas demitidas, mas precisam passar um discurso otimista e uma 
aparência neutra, tornando-se assim, robotizados. Um dos demitidos, Bob, merece desta que, 
quando questiona o que seus filhos irão pensar, por ter sido demitido. Assim, Ryan responde: 
“as crianças gostam de atletas porque os pais gostam, e porque eles seguem seus 
sonhos ”. Logo, questiona a Bob: quanto eles te pagaram para que você desistisse dos seus 
sonhos? Quando você ia parar para fazer aquilo que te deixa feliz? 
O filme apresenta desdobramentos de todos os personagens no contexto de mudança, 
viver novas oportunidades e sair da zona de conforto, seja na esfera pessoal ou 
profissional. Especialmente, a ideia do Glocal de Natalie, também pode ser associada ao 
contexto atual, no aumento das aulas remotas e o trabalho Home Office, impulsiona do pela 
COVID-19, acarretando na redução dos custos de locomoção (estrutura). Assim como a 
resistência que o nível superior tem de aceitar ideias de jovens inovadores. Porém, o 
filme também possui a velha cultura romantizada, na qual os homens precisam encontrar a 
“mulher padrão”, como Alex – loira, alta, magra, olhos claros e bem- sucedida. A jovem 
Natalie, considerada intensa a o demonstrar suas e moções, questionadora e incapaz de 
assumir sua vaga, causou maior impacto. 
Diante do exposto, o filme é indicado por trazer diversas abordagens, tanto no equilíbrio 
da vida pessoal e profissional, quanto na invasão emocional que o trabalho pode trazer, 
abrindo margens para a s reflexões, sobre individualismo, solidão e felicidade. Logo, é 
notório sua relação com o comportamento organizacional, que segundo Robbins (2005) 
estuda três base s nas organizações: indivíduos, grupos e estruturas.

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