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UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - CEDERJ 
LICENCIAURA EM PEDAGOGIA 
DISCIPLINA: DINÂMICA E ORGANIZAÇÃO ESCOLAR 
 
AULA 06 - NÍVEIS E MODALIDADES DA 
EDUCAÇÃO NACIONAL 
• OBJETIVOS 
Compreender como a Educação Nacional está organizada e dividida; 
Identificar as diferentes formas de oferta das etapas da Educação Nacional. 
• ORIENTAÇÕES 
Leia o material com atenção. 
Caso já atue na área da educação, busque associar as discussões aqui com 
a organização da sua escola. Caso ainda não atue, observe escolas da sua 
região ou de seus filhos, ou, ainda, converse com professores sobre o 
tema. 
1. INTRODUÇÃO 
 
Iremos observar como a Educação Nacional está dividida, entender quais são suas 
etapas e quais as formas disponíveis de oferta. A organização atual foi dada pela Lei de 
Diretrizes e Bases vigente e é de suma importância que possamos compreender essa 
organização. 
Além da organização sistêmica de níveis e modalidades, falaremos um pouco 
sobre a organização curricular, que também tem passado por alterações importantes. É 
válido lembrar que, segundo a legislação que já estudamos, quaisquer propostas 
curriculares devem considerar saberes comuns à toda a população brasileira, mas respeitar 
as diferenças regionais. Com isso em mente, vamos iniciar as leituras desta semana. 
 
2. SISTEMA EDUCACIONAL: VISÃO GERAL 
 
Sistema. S.f.: Combinação de partes que, coordenadas, concorrem para certo fim. (Fonte: 
Dicionário Aurélio). 
 
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DISCIPLINA: DINÂMICA E ORGANIZAÇÃO ESCOLAR 
 
Iniciamos aqui recuperando o conceito de sistema. Vamos recorrer a uma situação 
do nosso cotidiano. Para chegarmos ao nosso local de trabalho, nossa escola ou ao local 
de encontro com nossos amigos podemos nos servir do sistema de transportes local. 
Quando nos referimos a esse sistema, pensamos nas estradas e ruas, nos ônibus, trens ou 
demais transportes disponíveis. Pensamos nos trajetos, nas conexões entre diferentes 
meios de transporte que se façam necessárias, os horários, os tempos de deslocamento, o 
trabalho dos condutores dos veículos e sua preparação para a função, a manutenção dos 
veículos, a sinalização e a manutenção das vias, a organização dos fluxos de circulação, 
embarque e desembarque ou seja, na intrincada articulação de recursos materiais e 
humanos envolvidos nesse sistema. Já se pode imaginar a complexidade dessa 
articulação. Ela antecipa a ideia de que um sistema pode ser constituído de múltiplos 
subsistemas. 
A característica principal de um sistema é exatamente a articulação de processos, 
instrumentos e procedimentos para que uma função específica seja exercida 
adequadamente. Falando de uma forma mais estruturada, um sistema pode ser definido 
como um conjunto de elementos que se inter-relacionam e interagem para desempenhar 
uma determinada função. 
Usando essa analogia para pensar no sistema educacional brasileiro, entendemos 
que a educação se faz com a relação entre diversas instituições, pessoas e recursos. Fazem 
parte do sistema educacional brasileiro escolas, alunos, professores e profissionais de 
gestão, administração e apoio educacional. A vida escolar, a formação e as atribuições 
dos que atuam na escola é regulada por leis e determinações técnico-pedagógicas, está 
estruturada em níveis educacionais e se conecta a outros sistemas voltados à cultura, à 
saúde e à alimentação. 
 
3. NÍVEIS DA EDUCAÇÃO NACIONAL 
 
Se analisarmos sob o ponto de vista de etapas, verificamos que o sistema 
educacional brasileiro é organizado em níveis de ensino. Além disso, tais níveis 
encontram-se acessíveis em diversas modalidades, que atendem necessidades ou questões 
específicas. 
O sistema brasileiro de ensino tem passado por diversas modificações, como 
temos estudado ao longo do curso em diversas disciplinas. Uma das mudanças 
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importantes está relacionada aos níveis e modalidades da Educação Nacional. Nas últimas 
décadas a educação obrigatória e gratuita deixou de durar 4 anos (da antiga 1° a 4° série) 
– conforme vimos instituído nas Constituições da década de 1930 – e passou a durar 14 
anos, isto é, toda a Educação Básica. 
Nos acostumamos a lidar com a educação no sistema de séries e graus, e, mesmo 
hoje – mais de 17 anos após a promulgação da atual lei, ainda ouvimos comentários como 
“ele está no 1° grau”, “ela passou para o 2° grau”. Atualmente, entretanto, a educação 
nacional está interligada de forma diferente, sendo seus níveis mais fluidos entre si. 
Falamos de níveis, etapas e anos de escolaridade. Cada nível ou etapa tem suas 
particularidades e, por isso, pode ser ofertado em modalidades distintas. 
Em primeiro lugar, precisamos entender quais são os níveis da Educação 
Nacional. O processo escolar no Brasil, neste momento, está dividido em dois grandes 
níveis: Educação Básica e Ensino Superior. Esses níveis se subdividem em etapas e são 
ofertados em distintas modalidades. 
 
3.1: EDUCAÇÃO BÁSICA 
 
A Educação Básica, obrigatória e gratuita, tem a duração mínima de 14 anos e está 
dividida em três etapas. Dessa forma, podemos compreender que as propostas educativas 
feitas nestas etapas – antes de forma isolada – precisam se tornar fluidas e contínuas 
(desde o acesso ao conhecimento até o processo de avaliação). 
 
Etapas da Educação Básica: Educação Infantil > Ensino Fundamental > Ensino Médio 
 
A primeira etapa é a Educação Infantil, que pode durar 5 anos, tendo o último 
segmento obrigatório, ou seja, a pré-escola, com duração de dois anos e prevista para 
crianças na faixa etária entre 04 e 05 anos de idade. A Educação Infantil se tornar parte 
da Educação Básica é uma conquista. Até então o ingresso das crianças nesta faixa etária 
não era obrigatório, e a falta de acesso a esta etapa causava impactos no desempenho 
escolar das crianças que ingressavam no Ensino Fundamental. Além disso, a 
regulamentação para esta etapa era insipiente, deixando que esta etapa se alterasse com 
propostas variadas dos sistemas onde era oferecida – muitas vezes não havia preocupação 
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com vagas suficientes, com metodologias, com a formação docente adequada, entre 
outras questões. 
Com a organização atual, os municípios (responsáveis diretos pela oferta da 
Educação Infantil) precisaram se organizar quanto à oferta de vagas, quanto ao espaço 
escolar, quanto às propostas metodológicas e quanto ao perfil docente para atuar nesta 
etapa. 
A segunda etapa é o Ensino Fundamental, com duração de 09 anos e previsto 
para crianças na faixa etária entre 06 e 14 anos. O ingresso das crianças de 06 anos no 
Ensino Fundamental atende às demandas e pesquisas que discutem a alfabetização como 
algo processual, e não como algo estanque. Portanto, não parece adequado pensar que a 
alfabetização esteja determinada a apenas um ano de escolaridade. 
Aqui vale resgatar na memória que há algumas décadas havia uma série 
denominada ‘Classe de Alfabetização’ – chamada também de C.A. – que antecedia a 
primeira série do primeiro grau. Isto é, as crianças deveriam ingressar no antigo primeiro 
grau já alfabetizadas, segundo esta proposta. Com a alteração proposta, a primeira etapa 
do ensino fundamental ganhou um ano (referente à faixa etária de 6 anos de idade) e pensa 
a alfabetização como um processo que pode se estender por mais de um ano. 
Na disciplina de Alfabetização, provavelmente você teve ou terá acesso a 
discussões sobre a importância dessa modificação. Para muitos pesquisadores, a 
‘alfabetização’, o processo de se tornar um bom leitor, que consiga compreender 
informações e usar a leiturano seu dia a dia, é um processo contínuo. Continuamente 
somos expostos à novas ferramentas, novos tipos de textos e, até mesmo, a novas formas 
de escrever. Não podemos esquecer que a organização escolar está diretamente 
relacionada com nossa vida cotidiana. Sendo assim, os processos de aprendizagem e 
ensino estão constantemente sendo avaliados e reavaliados. 
Falando um pouco mais sobre o Ensino Fundamental, é importante salientar, que 
esta etapa é composta por dois segmentos: 
➢ 1° segmento: do 1° ao 5° ano de escolaridade 
➢ 2° segmento: do 6° ao 9° ano de escolaridade 
 Cada etapa é organizada de maneira distinta. Atualmente, até o quinto ano de 
escolaridade são os profissionais pedagogos e pedagogas que atuam nas turmas, enquanto 
do sexto ao nono ano são profissionais com formação em licenciaturas específicas. 
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A terceira etapa da educação Básica é o Ensino Médio, com duração mínima de 
03 anos e previsto para jovens dos 15 aos 17 anos de idade. Tais jovens devem ter 
oportunidade de se preparar para a participação social como cidadãos ativos, inclusive 
tendo acesso qualificado ao mercado de trabalho. E, ainda, ter condições de galgar para o 
próximo nível educacional. O Ensino Médio ainda abarca a Educação Profissional 
Técnica que pode ser articulada, ou seja, no mesmo período que o curso de nível médio: 
de forma integrada (uma matrícula única para formação profissional e médio) ou 
concomitante (matrícula para curso de nível médio e matrícula distinta para curso 
profissionalizante); e subsequente, isto é, realizada após a conclusão do curso de nível 
médio. 
 
3.2: ENSINO SUPERIOR 
 
O segundo nível da Educação Nacional é o Ensino Superior. Tal nível é 
constituído de cursos acadêmicos que têm como base, além do ensino, a pesquisa e a 
extensão. Diferente da Educação Básica, não é obrigatório e não tem idade prevista para 
seu ingresso. Os cursos acadêmicos são os de Graduação e Pós-Graduação. Os cursos de 
graduação podem ser de Bacharelados ou Licenciatura. 
Os cursos de pós-graduação só podem ser acessados por estudantes que tenham 
concluído a graduação e se dividem em Lato sensu (cursos de especialização) ou Stricto 
Sensu (Mestrado acadêmico, mestrado profissional, doutorado e pós-doutorado). Apesar 
de não ser um nível de matrícula obrigatória, muito se discute sobre formas de ampliar ao 
acesso a esta etapa, com políticas específicas para este nível. 
 
4. MODALIDADES DA EDUCAÇÃO NACIONAL. 
 
Modalidades podem ser descritas como as distintas possibilidades de oferta de 
cada nível ou etapa de escolaridade. A modalidade é transversal, isto é, independe do 
nível. Porém, alguns níveis oferecem certas restrições ou orientações específicas acerca 
das modalidades em que podem ser ofertados. São exemplos de modalidade 
 
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Modalidade Presencial: modalidade mais ‘tradicional’ e comum. É a modalidade 
da primeira etapa da Educação Básica (Educação Infantil) e a preferencial para a segunda 
etapa (Ensino fundamental) para quem se encontra dentro da faixa etária esperada. 
 Ensino a distância: modalidade que possibilita superar os desafios de tempo e 
espaço para o curso de determinado nível ou etapa. Nesta modalidade, o aluno pode ter 
acesso ao processo educativo através de meios tecnológicos, sem ir a um espaço de estudo 
predeterminado. Com a pandemia fechando muitas escolas, vemos um desdobramento de 
atividades ‘não presenciais’, são as chamadas atividades remotas. Para esclarecer: ensino 
remoto e ensino a distância NÃO são iguais. Apresentam diferenças nas propostas e 
concepções. O ensino remoto, como modalidade emergencial, acumula recursos 
utilizados no ensino a distância, mas tem sido visto como uma forma de manter o vínculo 
escola-estudante-comunidade, com características específicas. 
Educação para população de zona rural (Educação para o 
campo): modalidade que busca atender as peculiaridades e necessidades de estudantes 
que vivem em áreas rurais. Muitas dessas áreas precisam seguir distintas formas de 
organização do calendário – já que as atividades rurais distinguem-se das atividades 
urbanas. Além disso, reconhece-se a diferença de acesso a recursos e materiais existentes 
entre o ambiente rural e urbano. 
 Educação Especial (Atendimento Educacional Especializado): modalidade 
que colabora com estratégias específicas para estudantes com deficiências ou transtornos, 
que necessitam de complementação ou suplementação das atividades regulares, ou ainda, 
uma oferta da etapa com recursos materiais específicos. É válido lembrar que as noções 
de educação inclusiva, educação especial e atendimento educacional especializado são 
distintas. 
Quando falamos de educação inclusiva, por exemplo, falamos de um 
planejamento escolar (independente da modalidade) que busque atender a todos os 
estudantes ali matriculados. Como confirmação, podemos lembrar dos princípios 
estabelecidos na legislação nacional que fala de igualdade de condições de acesso e 
permanência. 
A Educação Especial/Educação Especializada é uma oferta que irá demandar uma 
transformação no ambiente, nos materiais ou na forma de oferta, quando a permanência 
numa classe regular não atender às necessidades daquele estudante. Podemos citar como 
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exemplo, as classes especializadas de educação de surdos que são pensadas e planejadas 
diretamente em língua brasileira de sinais. 
O Atendimento Educacional Especializado por sua vez é o que visa complementar 
ou suplementar o atendimento educacional. Isto é, além do acesso às turmas regulares, o 
estudante tem direito à complementar ou suplementar seus estudos em uma oferta 
específica que atenda às suas necessidades. 
Educação Bilíngue: modalidade que permite que o processo educativo contemple 
estudantes falantes de outras línguas, ou, ainda, que permita que os estudantes tenham 
acesso a duas línguas concomitantemente. Muitas são as propostas de educação bilíngue. 
Nas regiões de fronteira, por exemplo, existem escolas com educação bilíngue, bem como 
em comunidades de imigrantes. Há também famílias que buscam escolas com educação 
bilíngue devido à natureza do trabalho dos pais, que estão constantemente em viagens. 
Ou ainda, há famílias que buscam educação bilíngue como forma de ampliar 
oportunidades culturais e de trabalho de seus filhos. 
Educação de jovens e adultos: modalidade que visa possibilitar que estudantes 
que não tiveram acesso ao processo de escolarização na idade indicada possam retomar 
seus estudos com materiais e estratégias adequados. Essa modalidade está bastante 
associada às políticas de universalização do ensino. Já que buscam atender pessoas que 
por quaisquer razões tenham ficado fora da escola na infância ou 
adolescência. 
Veja abaixo uma síntese dos níveis e modalidades da Educação Nacional: 
Níveis 
Duração 
mínima 
Etapas Subdivisões 
Faixa 
etária 
Duração do ano 
letivo 
Exemplos de 
Modalidades de oferta 
E
d
u
ca
çã
o
 B
ás
ic
a 
14 anos 
Educação 
infantil 
Creche 
até 03 
anos e 11 
meses 
 
Presencial 
 
Bilíngue 
 
Educação Especial 
Pré-escola 
04 e 05 
anos 
800horas divididas 
em 200 dias Ensino 
Fundamental 
1º segmento ou 
anos iniciais 
06 a 10 
anos 
Presencial 
 
Educação a Distância 
 
Bilíngue 
 
Educação Especial 
 
Educação de Jovens e 
Adultos 
2º segmento ou 
anos finais 
11 a 14 
anos 
Ensino Médio 15 a 17 
anos 
800 horas 
(aumentando 
progressivamente 
para 1400) 
divididas em 200 
dias 
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E
n
si
n
o
 S
u
p
er
io
r 
3 anos 
Graduação 
Bacharelados 
Licenciaturas 
 
200 dias de 
atividades 
acadêmicas, 
divididos em 
semestres (100 dias 
letivos por 
semestre) 
Presencial 
Educação a Distância 
Pós-Graduação 
Especialização 
 Mestrado 
Doutorado 
Pós Doutorado 
 
 
5. CONCLUSÃO 
 
Conforme estudamos a Educação Nacional está cuidadosamente organizada 
através de documentos legais que determinam seus princípios norteadores, formas de 
oferta e assim por diante. Para concluir esta aula, trazemos a atenção mais algumas 
informações importantes. O currículo escolar também norteado por documentos. Isto é, 
os conteúdos, a forma e as etapas em que serão oferecidos também estão determinados. 
Nos últimos anos, diversas alterações curriculares têm surgido. A tabela abaixo 
demonstra de forma sintetizada tais propostas. Após observar o quadro com atenção, 
retome a leitura da LDBEN e procure os conteúdos indicados no quadro, relacionando as 
informações aqui apresentadas com o texto da Lei. 
Para conhecer mais a fundo o currículo nacional da Educação Básica, visite a 
página: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_publicacao.pdf e 
compare com as definições traçadas na LDB vigente, que pode ser acessada 
em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9394.htm. 
 
ATIVIDADES 
Caso já atue na educação, verifique na sua instituição escolar: 
· Quais etapas da Educação Nacional são ali oferecidas? 
· Quais modalidades estão presentes na escola. 
(Caso ainda não atue, converse com professores, observe a escola de seus filhos ou da sua 
região) 
 
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_publicacao.pdf
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9394.htm
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MATERIAL COMPLEMENTAR 
 
Para conhecer mais a fundo o currículo nacional da Educação Básica, visite a 
página: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_publicacao.pdf e compare 
com as definições traçadas na LDB vigente, que pode ser acessada em: 
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9394.htm. 
 
 
REFERÊNCIAS 
 
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular: Educação é a Base. 
Brasília: MEC, 2017. Disponível em: 
http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_publicacao.pdf. 
BRASIL. Lei nº 13.415 de 16 de fevereiro de 2017. 
BRASIL. Lei nº 11.274 de 6 de fevereiro de 2006. 
BRASIL. Lei nº 9.436 de 20 de dezembro de 1996. 
BRASIL. Ensino Fundamental De Nove Anos: Orientações Para A Inclusão Da Criança 
De Seis Anos De Idade. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 
2007. 
ORGANIZAÇÃO DOS ESTADOS IBEROAMERICANOS (OEI). Capítulo 
4: Estrutura geral do sistema educacional de Brasil. In: Sistema educativo nacional de 
Brasil. Disponível em: http://www.oei.es/quipu/brasil/estructura.pdf 
 
 
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9394.htm
http://www.oei.es/quipu/brasil/estructura.pdf

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