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Prof.ª Alessandra Camacho
REDE DE FRIO
Mestrandas: Raquel Queiroz e Mestrandas: Raquel Queiroz e 
Cintia RaquelCintia Raquel
REDE DE FRIOREDE DE FRIO
 É o processo de recebimento, armazenamento, 
conservação, manipulação, distribuição e transporte dos 
imunobiológicos do Programa Nacional de Imunizações.
 Condições adequadas de refrigeração, desde o laboratório 
produtor até o momento de sua utilização.
 Produtos termolábeis (capacidade de deterioração)
 Objetivo: assegurar que todos os imunobiológicos mantenham 
suas características iniciais, para conferir imunidade.
Ou seja...
COMPOSICOMPOSIÇÇÃO DA REDE DE FRIOÃO DA REDE DE FRIO
 Equipe técnica; 
 Equipamentos; 
 Instâncias de armazenamento; 
 Transporte entre as instâncias; 
 Controle de Temperatura; 
 Financiamento.
INSTÂNCIA NACIONAL
 Câmaras frigoríficas
 Armazenamento de todos os imunobiológicos, para posterior 
distribuição a todo o país (aérea/terrestre)
 Central Nacional de Armazenagem e Distribuição de Imunobiológicos 
(Cenadi) – Bairro da Rocha (Rio de Janeiro)
INSTÂNCIA ESTADUAL
 São armazenados todos os imunobiológicos para utilização pela rede 
de saúde da unidade federada. 
INSTÂNCIA REGIONAL
 São armazenados todos os imunobiológicos para utilização na rede 
de serviços de saúde dos municípios pertencentes a sua área de 
abrangência.
INSTÂNCIA MUNICIPAL
 São armazenados todos os imunobiológicos para utilização na rede 
de serviços de saúde pertencentes a sua área de abrangência.
INSTÂNCIA LOCAL
 São armazenados os imunobiológicos para utilização na sala de 
vacinação da unidade de saúde.
EQUIPAMENTOS DA REDE DE FRIOEQUIPAMENTOS DA REDE DE FRIO
 câmara frigorífica
 freezers ou congeladores
 refrigeradores tipo doméstico ou comercial
 caminhão frigorífico.
EQUIPAMENTOS DA REDE DE FRIOEQUIPAMENTOS DA REDE DE FRIO
1. Câmaras frigoríficas
•“ambientes especialmente projetados para a armazenagem de 
produtos predominantemente em baixas temperaturas e em 
grandes volumes”
•temperatura de +2ºC e -20°C
EQUIPAMENTOS DA REDE DE FRIOEQUIPAMENTOS DA REDE DE FRIO
2. Freezer ou Congelador
•destinados, preferencialmente, para estocagem de vacinas a -20ºC;
•equipamento mais eficiente e confiável para conservação em 
temperaturas negativa;
•local bem arejado, sem incidência da luz solar direta e longe de 
equipamentos que desprendam calor
EQUIPAMENTOS DA REDE DE FRIOEQUIPAMENTOS DA REDE DE FRIO
2. Freezer ou Congelador
•fazer a leitura da temperatura diariamente registrando-as no 
formulário próprio; 
•não deixar a porta aberta sem necessidade, somente para 
acondicionamento e retirada de imunobiológicos e gelo reciclável; 
•certificar-se de que a porta está vedando adequadamente
EQUIPAMENTOS DA REDE DE FRIOEQUIPAMENTOS DA REDE DE FRIO
3. Refrigeradores
•equipamentos de uso doméstico destinados à estocagem de 
imunobiológicos;
•temperaturas positivas +2ºC e +8ºC
Geladeira inadequada para conservação de vacinas.
Os refrigeradores utilizados pelo 
Programa Nacional de Imunização 
devem ser organizados de acordo com as 
seguintes recomendações:
OrganizaOrganizaçção Interna do Refrigerador Domão Interna do Refrigerador Doméésticostico
Na 1º prateleira: as vacinas virais (contra 
a poliomielite, sarampo, gripe, tríplice viral, 
dupla viral, febre amarela);
Na 2º prateleira: as vacinas bacterianas 
e toxóides (meningococos, pneumococos, 
tétano, haemophilus influenzae tipo B); no 
centro, coloca-se o termômetro de 
máxima e mínima na posição vertical;
Na 3º prateleira: podem-se colocar os 
diluentes ou caixas com as vacinas 
devendo-se ter o cuidado de permitir a 
circulação de ar entre as mesmas.
Gaveta de Legumes: Preencher com um 
número suficiente de garrafas com água 
e corante (tampadas), para que a 
temperatura se mantenha o mais estável
possível. Recomenda-se um número 
mínimo de três garrafas de 1 litro. 
No congelador: colocar gelo reciclável 
ou saco plástico com gelo, na posição 
vertical, ocupando todo espaço;
Na porta:
- não 
colocar
imunobiológ
icos.
- não 
colocar
qualquer 
outro
produto ou 
objeto.
Cuidados básicos
 Fazer a leitura da temperatura, diariamente, no início da 
jornada de trabalho e no final do dia e anotar no formulário de 
controle diário de temperatura;
 manter afixado na porta aviso para que esta não seja aberta fora 
do horário de retirada e/ou guarda das vacinas;
 usar tomada exclusiva para cada geladeira;
 instalá-la em local arejado, distante de fonte de calor, sem 
incidência de luz solar direta, em ambiente climatizado, bem 
nivelada e afastada 20cm da parede;
Cuidados básicos
 colocar na base da geladeira suporte com rodas;
 não permitir armazenar outros materiais (laboratório 
odontológico, alimentos, bebidas, etc). 
 não armazenar absolutamente nada na porta;
 certificar-se de que a porta está vedando adequadamente;
 fazer o degelo a cada 15 dias ou quando a camada de gelo for 
superior a 0,5cm;
 não colocar qualquer elemento na geladeira que dificulte a 
circulação de ar.
TEMPERATURA:TEMPERATURA: +2º C e +8º C.
Deve-se fazer a leitura da temperatura, diariamente, no início da jornada de trabalho 
e no final do dia e anotar no formulário de controle diário de temperatura;
Termômetro Digital
Termômetro 
Analógico
Este tipo de termômetro é utilizado para verificar a temperatura do momento, 
principalmente das caixas térmicas:
a) onde estão acondicionadas as vacinas para serem transportadas;
b) no uso diário da sala de vacina;
c) no trabalho extramuro. Pode ser utilizado também nos demais equipamentos da Rede de 
Frio, para verificação contínua de temperatura
Este equipamento é de tecnologia de última geração, 
sendo de grande utilidade principalmente para a 
verificação de temperatura dos imunobiológicos nos 
volumes (caixas térmicas), recebidos ou expedidos. 
Tem a forma de uma
pistola, com um gatilho que ao ser pressionado aciona 
o envio de um feixe de raio laser que ao atingir o 
objetivo e verificada sua temperatura, registra no 
display digital do aparelho a temperatura real do 
momento
• verificar as condições da caixa, observando se existem 
rachaduras, furos; se está vedado e verificar as condições da 
tampa;
• lavar e secar cuidadosamente as caixas após cada uso. Manter 
as caixas térmicas sem a tampa, até que estejam completamente 
secas. Após a secagem, tampá-las e armazená-las em local 
adequado;
Cuidados básicos com a caixa 
térmica
Arrumação das caixas térmicas para
transporte de vacinas em todas as instâncias
Situações de emergência
Defeito técnico :
“os imunobiológicos deverão ser acondicionados em caixas térmicas mantendo a 
temperatura recomendada de +2ºC a +8ºC, onde poderão permanecer até 24 
horas” (FUNASA, 2001, p.22).
Queda de energia:
Se a geladeira está em perfeito estado de funcionamento, apresentando variação 
de temperatura de +2°C a +4°C, deve-se mantê-la fechada por um período máximo 
de oito horas
Caso a geladeira em uso não apresente um perfeito estado de funcionamento e 
sua temperatura variar entre +6°C e +8°C, a permanência dos imunobiológicos nesse 
equipamento não deverá ser por mais que duas horas e meia, a partir do início da 
falta de fornecimento de energia elétrica
Sem estimativa do tempo: acondicionamento dos imunobiológicos em caixas 
térmicas, utilizando-se a devida técnica
Situações de emergência
E se a corrente elétrica não se restabelecer até o encerramento 
dos trabalhos da unidade de saúde? 
Transferir as caixas térmicas com os imunobiológicos para o serviço de saúde 
mais próximo ou para a instância regional.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
SILVA,CRL;SILVA,RCL;VIANA,DL. Compacto dicionário ilustrado de saúde e principais legislações de 
enfermagem. Ed. Yendis. 4ª edição,2009.
BRUNTON LL, LAZO JS, PARKER KL; GOODMAN & GILMANN. As Bases Farmacológicas da 
Terapêutica. Ed.Mcgraw-Hill. 11ªedição. 2007.
Manual de Rede de Frio / elaboração de Cristina Maria Vieira da Rocha et al. - 3. ed. - Brasília: 
Ministério da Saúde:Fundação Nacional de Saúde; 2001. 80p. il.
1. Imunização I. Rocha, Cristina Maria Vieira II. Brasil. Ministério da Saúde. III. Brasil. Fundação 
Nacional de Saúde.
Email: raquel.queiroz28@yahoo.com.br

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