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Estratégia Redação Coringa ENEM 2025 
Marcos Vasconcellos (@marcos.vascc) 
 
Galera, fiz esse material 100% gratuito e autoral para ajudar vocês na 
redação do ENEM. 
Produzo conteúdos voltados para a preparação para o vestibular há mais de 
dois anos e comecei nesse meio justamente porque acompanhava muito 
vídeos desse tipo na minha preparação e sei da importância que isso teve 
para que eu conseguisse a aprovação acelerada em Medicina na UFRJ. 
Faço isso como uma forma de retorno perante o tanto que fui ajudado 
naquela época pelos conteúdos gratuitos que consumia no Youtube. 
A única contrapartida que peço para vocês é de que, se for possível, me 
sigam nas redes sociais e engajem nos vídeos que posto, para ajudar meu 
trabalho a crescer e a conseguir atingir mais estudantes. Se não for possível, 
tudo bem, só de você aprender alguma coisa aqui e eu conseguir ajudar 
nesse processo penoso que é o vestibular, já fico muito feliz. 
Youtube: https://www.youtube.com/@MarcosVasconcellos 
Instagram: https://www.instagram.com/marcos.vascc/ 
TikTok: https://www.tiktok.com/@marcos.vascc 
 
Últimos Temas ENEM: 
 
ENEM 2014: Publicidade infantil em questão no Brasil 
 
ENEM 2015: A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira 
ENEM 2015 - reaplicação e PPL: O histórico desafio de se valorizar o professor 
 
ENEM 2016 - 1ª aplicação: Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil 
ENEM 2016 - 2ª aplicação: Caminhos para combater o racismo no Brasil 
ENEM 2016 - reaplicação e PPL: Alternativas para a diminuição do desperdício de alimentos 
no Brasil 
 
ENEM 2017: Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil 
ENEM 2017 - reaplicação e PPL: Consequências da busca por padrões de beleza idealizados 
 
ENEM 2018: Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet 
ENEM 2018 - reaplicação e PPL: Formas de organização da sociedade para o enfrentamento 
de problemas econômicos no Brasil 
 
ENEM 2019: Democratização do acesso ao cinema no Brasil 
ENEM 2019 - reaplicação e PPL: Combate ao uso indiscriminado das tecnologias digitais 
de informação por crianças 
 
https://www.youtube.com/@MarcosVasconcellos
https://www.instagram.com/marcos.vascc/
https://www.tiktok.com/@marcos.vascc
 
 
 
ENEM 2020 impresso: O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira 
ENEM 2020 digital: O desafio de reduzir as desigualdades entre as regiões do Brasil 
ENEM 2020 - reaplicação e PPL: A falta de empatia nas relações sociais no Brasil 
 
ENEM 2021: Invisibilidade e registro civil: garantia de acesso à cidadania no Brasil 
ENEM 2021 - reaplicação e PPL: Reconhecimento da contribuição das mulheres nas 
ciências da saúde no Brasi 
 
ENEM 2022 - aplicação regular: Os desafios para a valorização das comunidades e povos 
tradicionais do Brasil 
ENEM 2022 - reaplicação e PPL: Medidas para o enfrentamento da recorrência da 
insegurança alimentar no Brasil 
 
ENEM 2023 - aplicação regular: Desafios para o enfrentamento da invisibilidade do trabalho 
de cuidado realizado pela mulher no Brasil 
ENEM 2023 - reaplicação e PPL: Desafios para a (re)inserção socioeconômica da 
população em situação de rua no Brasil 
 
Antes de irmos para o Modelo Coringa propriamente dito, veja esse 
passo a passo simplificado para você entender perfeitamente como 
fazer a redação do ENEM e sua estrutura clássica para tirar nota 
máxima, exemplificando no final com um tema difícil que já caiu no 
ENEM! 
 
1º: Leitura do Tema -> Um primeiro olhar, para você ter uma noção de que tipo de eixo 
temático será debatido. 
 
2º: Direcionamento a partir dos textos de apoio -> 
Nem sempre a leitura pura do tema significa o problema em si -> vide exemplo do tema do 
enem de 2014, “Publicidade infantil em questão no Brasil”, em uma primeira vista pode 
parecer que falaremos sobre os problemas associados às crianças participarem de 
propagandas no Brasil, mas a realidade é que lendo os textos de apoio entendemos que o 
que o tema quer que seja discutido é o problema das propagandas direcionadas às crianças 
no Brasil, e não a propaganda feita com crianças no país. 
O texto de apoio dá um importante direcionamento do que deve ser debatido no texto, muita 
atenção a ele para não correr o risco de tangenciar o tema. 
 
3º: Identificação da problemática principal trazida pelo tema (CUIDADO) -> 
(Faça perguntas: qual o problema? por que ele existe? por que as causas existem? 
quais as consequências? quem atinge? como pode ser resolvido? 
quais benefícios de resolver?) 
É aqui que muita gente erra. Por vezes, o problema está implícito ou a pessoa identifica o 
problema errado no tema. A exemplo, vemos o tema do enem 2020, “estigma associado às 
doenças mentais no brasil”, muitas pessoas fizeram a redação focados em fatores que 
favorecem o surgimento das doenças mentais ou em dificuldades no tratamento delas. Isso 
é tangenciar o tema, já que o foco deveria ser no PRECONCEITO com doentes mentais no 
País. 
 
4º: Causas desse problema 
Estado Negligente 
Compactuação/Imobilidade da Sociedade 
Mídia Omissa 
 
5º: Repertórios relacionados ao argumento -> PRODUTIVOS E PERTINENTES AO 
ARGUMENTO 
 
6º: Repertório da introdução -> 
Priorizar algo no mesmo eixo do tema é bem visto pelos corretores. 
Mas, se não conseguir, pode ser algo relacionado à cidadania ou ao bem estar social. 
Não é obrigatório. 
 
7º: Proposta de Intervenção -> Agente, Ação, Meio, Detalhamento, Finalidade 
A deve B, por meio de C. Isso pode ser feito com D, a fim de E. 
ou 
Para E, A deve B, por meio de C. Isso pode ser feito com D. 
 
8º: Passar para Folha Final -> Com o planejamento do texto estruturado, tendo a ideia 
chave do que iria falar em cada parágrafo, NO MEU CASO já escrevia na folha final. Não 
fazia rascunho, preferia já ir direto para a folha oficial por conta do tempo. Mas entendo que 
têm pessoas que vão funcionar melhor fazendo rascunho, isso é muito particular de cada 
um. 
Argumentação Coringa: 
 
● Sempre haverá culpa atrelada ao Estado em relação ao problema. Então, o fato de 
o Estado não se mobilizar para resolver a problemática expressa pelo tema já é uma 
possível linha argumentativa para isso. 
● Em uma segunda possibilidade de linha argumentativa, podemos culpabilizar a 
Sociedade, por não se mobilizar o suficiente contra o problema, por compactuar 
com a situação ou por ser reprodutora social dela. 
● Em uma terceira possibilidade de linha argumentativa, podemos culpabilizar a 
omissão da Mídia, que não divulga informações suficientes acerca do problema 
● Em uma quarta possibilidade, podemos culpar a sede de Lucro do sistema 
capitalista, de forma a perpetuar o problema 
● Em uma quinta possibilidade, há como culpar a Formação Histórica do Brasil 
Resumindo: Para tirar uma boa nota na redação do ENEM, você deve encontrar o 
problema principal existente no tema proposto e desenvolver o seu texto a partir daí. Na 
introdução, você vai apresentar esse tema e mostrar pro corretor que entendeu o que deve 
ser debatido. Nos desenvolvimentos, você deve explicar as causas e/ou as consequências 
atreladas à existência dessa problemática. E, na conclusão, você vai trazer uma resolução 
para esse problema, obrigatoriamente com os 5 elementos que citei (AGENTE, AÇÃO, 
MEIO, DETALHAMENTO e FINALIDADE) 
Modelo Pronto de Redação: 
(Marcos Vasconcellos) 
No livro “Brasil, País do Futuro”, o autor austríaco Stefan Zweig expressou confiança 
no desenvolvimento exponencial da nação brasileira. No entanto, décadas depois, o país 
ainda enfrenta desafios que impedem esse avanço, sendo [PROBLEMA DO TEMA] um 
grande obstáculo ao progresso nacional. Por certo, a negligência estatal e a omissão social 
são as principais causas da persistência desse cenário. 
Primordialmente, é importante destacar a insuficiência da ação estatal em relação ao/à 
[PROBLEMA]. Sob essa perspectiva, o filósofo Nicolau Maquiavel argumenta que o 
principal objetivo do governante é a manutenção do poder, relegando a segundoplano a 
busca pelo bem comum. Nesse prisma, observa-se um descaso por parte do governo, com 
escassos investimentos em [EXEMPLO PROBLEMA], uma vez que políticas voltadas a 
essa questão não oferecem significativo retorno eleitoral aos político. Isso ocorre porque 
grande parte da população não enxerga [PROBLEMA] como uma prioridade e, por isso, 
não apoia governantes que proponham [RESOLUÇÃO DO PROBLEMA]. Como resultado, 
[CONSEQUÊNCIA PRÁTICA DO TEMA]. 
Ademais, a omissão social diante de [PROBLEMA] contribui significativamente para 
sua perpetuação. Nesse âmbito, a filósofa Hannah Arendt, em sua teoria da “Banalidade do 
Mal”, sustenta que a sociedade se cala perante determinados problemas sociais, o que 
acaba por naturalizar situações problemáticas. Sob esse viés, é notória a incidência do 
pensamento de Arendt na situação do [PROBLEMA], já que a maioria da sociedade 
enxerga [EXEMPLO DO PROBLEMA] como algo banal e de baixa relevância, sendo 
escassas as discussões acerca desse tema no cotidiano. Com isso, há a normalização de 
[PROBLEMA] e pouca pressão da sociedade no governo para mudança desse paradigma, 
o que contribui para a persistência do imbróglio. 
Portanto, cabe ao Estado — detentor de recursos para a transformação social — promover 
campanhas de conscientização popular, como [SUGESTÃO NOME DE CAMPANHA], por 
meio de oficinas educativas e comerciais televisivos, a fim de mitigar os impactos do 
[PROBLEMA]. Além disso, a mídia deve ampliar a divulgação sobre essa temática para 
pressionar o Governo a superar a inércia diante do problema. Assim, o Brasil poderá 
finalmente trilhar o caminho para se tornar o "país do futuro" idealizado por Zweig. 
Considerações finais: 
- O mais importante é você entender a linha de raciocínio construída nesse tema e a estrutura utilizada. Eu 
explico isso em detalhes no vídeo em que divulguei esse modelo. 
- Você deve substituir os espaços em amarelo pelas particularidades existentes relacionadas ao tema 
proposto. Veja no exemplo da página anterior como fiz essas adaptações. 
- Não precisa necessariamente decorar palavra por palavra do modelo, você pode fazer suas adaptações 
próprias. 
- Esse modelo se aplica em mais de 90% dos temas que classicamente caem no ENEM. 
- Se esse conteúdo te ajudou, não esqueça de me seguir nas redes socias, irei postar mais modelos de texto e 
dicas de argumentação por lá (Marcos Vasconcellos e @marcos.vascc) 
 
 
 
 
EXEMPLOS DA APLICAÇÃO DO TEXTO: 
 
TEMA: “Desafios para a alfabetização de crianças no Brasil” 
No livro "Brasil, País do Futuro", o autor austríaco Stefan Zweig expressou confiança 
no desenvolvimento exponencial da nação brasileira. No entanto, décadas depois, o país 
ainda enfrenta desafios que impedem esse avanço, sendo a deficitária alfabetização infantil 
no Brasil um grande obstáculo ao pleno progresso nacional. Por certo, a negligência estatal 
e a omissão social são as principais causas da persistência desse inaceitável cenário. 
Primordialmente, é importante destacar a insuficiência da ação estatal em relação ao 
analfabetismo infantil. Sob essa perspectiva, o filósofo Nicolau Maquiavel argumenta que o 
principal objetivo do governante é a manutenção do poder, relegando a segundo plano a 
busca pelo bem comum. Nesse prisma, observa-se um descaso governamental, com 
escassos investimentos em infraestrutura educacional e formação de professores da 
educação básica, já que políticas voltadas à alfabetização não trazem retorno eleitoral 
imediato. Isso ocorre porque grande parte da população não enxerga o analfabetismo 
infantil como prioridade e, por isso, não apoia governantes que propõem soluções para esse 
problema. Como resultado, muitas crianças concluem o ensino fundamental sem a 
habilidade básica da leitura e escrita, favorecendo um ciclo de pobreza e exclusão social. 
Ademais, a omissão social diante da alfabetização deficiente de crianças contribui 
significativamente para sua perpetuação. Nesse âmbito, a filósofa Hannah Arend03t, em 
sua teoria da "Banalidade do Mal", sustenta que a sociedade se cala perante determinados 
problemas sociais, o que acaba por naturalizar situações problemáticas. Sob esse viés, é 
notória a aplicação do pensamento de Arendt na questão da alfabetização infantil, uma vez 
que grande parte da classe dominante enxerga o analfabetismo em regiões pobres como 
algo distante e natural, sendo raras as discussões sobre esse tema no cotidiano. Com isso, 
a falta de letramento em crianças se normaliza e não há pressão suficiente sobre o governo 
para mudanças concretas, o que contribui para a persistência do imbróglio. 
Portanto, cabe ao Estado - detentor de recursos para a transformação social - 
promover campanhas de conscientização popular, como "Alfabetização Para o Futuro", por 
meio de oficinas educativas e comerciais televisivos, a fim da resolução do quadro do 
analfabetismo infantil. Além disso, a mídia deve ampliar a divulgação sobre essa temática, o 
que pressionará o Governo a superar a inércia diante da questão. Dessa forma, o Brasil 
poderá finalmente trilhar o caminho para se tornar o "país do futuro" idealizado por Zweig. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TEMA: “Obstáculos para a preservação do meio ambiente no 
Brasil” 
No livro "Brasil, País do Futuro", o autor austríaco Stefan Zweig expressou confiança no 
desenvolvimento exponencial da nação brasileira. No entanto, décadas depois, o país ainda 
enfrenta desafios que impedem esse avanço, sendo a degradação ambiental um grande 
obstáculo a ser superado para o pleno progresso nacional. Por certo, a negligência estatal e a 
omissão social são as principais causas da persistência desse cenário. 
Primordialmente, é importante destacar a insuficiência da ação estatal em relação à preservação 
do meio ambiente. Sob essa perspectiva, o filósofo Nicolau Maquiavel argumenta que o principal 
objetivo do governante é a manutenção do poder, relegando a segundo plano a busca pelo bem 
comum. Nesse prisma, observa-se um descaso governamental, com escassos investimentos em 
fiscalização e proteção de importantes biomas brasileiros, como a Amazônia e o Cerrado - áreas 
em que o desmatamento avança de forma alarmante. Isso ocorre porque políticas ambientais 
não geram significativo retorno eleitoral aos políticos, o que faz com que governantes não deem 
prioridade a medidas que visem a proteção do meio ambiente. Como consequência, o 
desmatamento e a poluição avançam, de modo que agravam as mudanças climáticas e 
ameaçam a biodiversidade brasileira. 
Ademais, a omissão social diante da degradação ambiental contribui significativamente para sua 
perpetuação. Nesse âmbito, a filósofa Hannah Arendt, em sua teoria da "Banalidade do Mal", 
sustenta que a sociedade se cala perante determinados problemas sociais, o que acaba por 
naturalizar situações problemáticas. Sob esse viés, é notória a aplicação do pensamento de 
Arendt, uma vez que a maioria da população trata a devastação ambiental como um problema 
de pouca relevância, não percebendo os impactos a longo prazo, como o aumento de enchentes 
e o avanço das zonas de seca. Com isso, a falta de senso de preservação do meio ambiente é 
normalizada e não há uma postura ativa da sociedade para interromper o uso desenfreado dos 
recursos naturais, o que contribui para persistência do imbróglio. 
Portanto, cabe ao Estado — detentor de recursos para a transformação social — promover 
campanhas de conscientização popular, como "Preservar é Viver", por meio de oficinas 
educativas e comerciais televisivos, a fim de mitigar os impactos da degradação ambiental. Além 
disso, a mídia deve ampliar a divulgação sobre essa temática para pressionar o Governo a 
superar a inércia diante do problema. Assim, o Brasil poderá finalmente trilhar o caminho para 
se tornar o "país do futuro" idealizado por Zweig. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TEMA: “Desafios para a valorização da prática esportiva no 
Brasil” 
No livro "Brasil, País do Futuro", o autor austríaco Stefan Zweig expressouconfiança no 
desenvolvimento exponencial da nação brasileira. No entanto, décadas depois, o país ainda 
enfrenta desafios que impedem esse avanço, sendo a desvalorização da prática esportiva um 
grande obstáculo ao progresso nacional. Por certo, a negligência estatal e a falta de incentivo 
social são as principais causas da persistência desse cenário. 
Primordialmente, é importante destacar a insuficiência da ação estatal em relação à 
valorização do esporte. Sob essa perspectiva, o filósofo Nicolau Maquiavel argumenta que o 
principal objetivo do governante é a manutenção do poder, relegando a segundo plano a busca 
pelo bem comum. Nesse prisma, observa-se um descaso governamental, com escassos 
investimentos na criação e manutenção de espaços públicos, como quadras esportivas e 
centros de treinamento acessíveis, além da ausência de programas que incentivem a prática 
esportiva nas escolas, sobretudo em regiões de vulnerabilidade. Isso ocorre porque políticas 
esportivas, ao contrário de programas assistenciais imediatos, não geram retorno eleitoral 
imediato. Como consequência, o sedentarismo cresce, limitando a formação de novos atletas e 
agravando os índices de doenças como diabetes e hipertensão. 
Ademais, a omissão social diante da desvalorização da prática esportiva contribui 
significativamente para sua perpetuação. Nesse âmbito, a filósofa Hannah Arendt, em sua teoria 
da "Banalidade do Mal", sustenta que a sociedade se cala perante determinados problemas 
sociais, o que acaba por naturalizar situações problemáticas. Sob esse viés, observa-se que 
grande parte da população enxerga o esporte como algo secundário, ignorando seus benefícios 
para o desenvolvimento de disciplina, cooperação e saúde, especialmente entre os jovens. Por 
conseguinte, há a banalização do mal que representa a escassez de políticas que estimulem a 
prática esportiva e essa visão limitada inibe a mobilização social necessária para exigir do 
governo a criação de projetos que promovam o esporte como uma ferramenta de inclusão e 
cidadania. 
Portanto, cabe ao Estado — detentor de recursos para a transformação social — 
promover campanhas de conscientização popular, como "Esporte é Vida", por meio de oficinas 
educativas e comerciais televisivos, a fim de mitigar os impactos da desvalorização da prática 
esportiva. Além disso, a mídia deve ampliar a divulgação sobre essa temática para pressionar o 
Governo a superar a inércia diante do problema. Assim, os brasileiros irão valorizar mais a 
prática esportiva e o país estará no caminho para se tornar o "país do futuro" idealizado por 
Zweig. 
 
 
 
 
 
 
 
 
TEMA: “Democratização do acesso à internet no Brasil” 
No livro "Brasil, País do Futuro", o autor austríaco Stefan Zweig expressou confiança no 
desenvolvimento exponencial da nação brasileira. No entanto, décadas depois, o país ainda 
enfrenta desafios que impedem esse avanço, sendo a falta de democratização do acesso à 
internet um grande obstáculo ao progresso nacional. Por certo, a negligência estatal e a 
exclusão digital são as principais causas da persistência desse cenário. 
Primordialmente, é importante destacar a insuficiência da ação estatal em relação à 
democratização do acesso à internet. Sob essa perspectiva, o filósofo Nicolau Maquiavel 
argumenta que o principal objetivo do governante é a manutenção do poder, relegando a 
segundo plano a busca pelo bem comum. Nesse prisma, nota-se que o governo investe de 
forma limitada na expansão de infraestrutura digital em regiões mais afastadas, como o Norte e 
o Nordeste do Brasil, onde as populações enfrentam grandes dificuldades para acessar serviços 
básicos, como educação online, atendimento médico remoto e qualificação profissional. Isso 
ocorre porque políticas de conectividade em áreas menos habitadas e de baixo retorno 
econômico não trazem grande retorno político, o que desfavorece a lógica da manutenção do 
poder, levando à concentração de investimentos em regiões economicamente mais promissoras. 
Como consequência, milhões de brasileiros permanecem excluídos digitalmente, ampliando a 
desigualdade no acesso à informação e limitando seu desenvolvimento social e econômico. 
Ademais, a omissão social diante da falta de democratização do acesso à internet 
contribui significativamente para a perpetuação desse problema. Nesse âmbito, a filósofa 
Hannah Arendt, em sua teoria da "Banalidade do Mal", sustenta que a sociedade se cala 
perante determinados problemas sociais, o que acaba por naturalizar situações problemáticas. 
Sob esse viés, observa-se que a população mais favorecida trata a exclusão digital como uma 
questão secundária, ignorando que a falta de internet afeta diretamente o futuro de milhões de 
jovens que dependem da conectividade para estudar e qualificar-se para o mercado de trabalho. 
Por conseguinte, essa percepção limitada retarda o debate público e impede que medidas 
governamentais sejam implementadas com urgência, perpetuando a exclusão digital. 
Portanto, cabe ao Estado — detentor de recursos para a transformação social — 
promover campanhas de conscientização popular, como "Inclusão digital", por meio de 
comerciais televisivos e projetos de acesso gratuito à internet em áreas carentes, a fim de 
mitigar os impactos da exclusão digital. Além disso, a mídia deve ampliar a divulgação sobre 
essa temática para pressionar o Governo a superar a inércia diante do problema. Assim, o Brasil 
poderá finalmente trilhar o caminho para se tornar o "país do futuro" idealizado por Zweig. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TEMA: “Evasão escolar em questão no Brasil” 
No livro "Brasil, País do Futuro", o autor austríaco Stefan Zweig expressou confiança no 
desenvolvimento exponencial da nação brasileira. No entanto, décadas depois, o país ainda 
enfrenta desafios que impedem esse avanço, sendo a evasão escolar um grande obstáculo ao 
progresso nacional. Por certo, a negligência estatal e a exclusão social são as principais causas 
da persistência desse cenário. 
Primordialmente, é importante destacar a insuficiência da ação estatal em relação ao 
combate à evasão escolar. Sob essa perspectiva, o filósofo Nicolau Maquiavel argumenta que o 
principal objetivo do governante é a manutenção do poder, relegando a segundo plano a busca 
pelo bem comum. Nesse prisma, é possível observar que, embora a educação seja um direito 
fundamental, as políticas voltadas para evitar a evasão escolar, como investimentos em 
infraestrutura, transporte e programas de apoio financeiro, são frequentemente negligenciadas, 
especialmente em regiões mais vulneráveis. Isso ocorre porque essas iniciativas, voltadas para 
populações historicamente marginalizadas, não trazem retorno eleitoral significativo, uma vez 
que os grupos afetados são aqueles que muitas vezes não têm tanta voz política. Como 
consequência, milhões de jovens abandonam a escola, limitando o crescimento social e 
econômico do país. 
Ademais, a omissão social diante da evasão escolar contribui significativamente para a 
perpetuação desse problema. Nesse contexto, a filósofa Hannah Arendt, em sua teoria da 
“Banalidade do Mal”, argumenta que a sociedade, ao se habituar a determinados problemas, os 
naturaliza, tratando-os como inevitáveis. Sob esse viés. tal perspectiva se reflete no modo como 
a sociedade brasileira encara a evasão escolar, enxergando-a como uma consequência 
previsível da pobreza e não como uma falha estrutural a ser combatida. Por conseguinte, essa 
indiferença coletiva dificulta a pressão popular necessária para que medidas efetivas sejam 
tomadas, como a ampliação de programas de suporte psicológico e financeiro aos alunos em 
risco de abandono escolar. 
Portanto, cabe ao Estado — detentor de recursos para a transformação social — 
promover campanhas de conscientização popular, como "Estudar dá futuro", por meio de 
comerciais televisivos e parcerias com ONGs locais, a fim de mitigar os impactos da evasão 
escolar. Além disso, a mídia deve ampliar a divulgação sobre essatemática para pressionar o 
Governo a superar a inércia diante do problema. Assim, o Brasil poderá finalmente trilhar o 
caminho para se tornar o "país do futuro" idealizado por Zweig. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TEMA: “Desafios para a melhoria da infraestrutura urbana no 
Brasil” 
 
No livro "Brasil, País do Futuro", o autor austríaco Stefan Zweig expressou confiança no 
desenvolvimento exponencial da nação brasileira. No entanto, décadas depois, o país ainda 
enfrenta desafios que impedem esse avanço, sendo a precariedade da infraestrutura urbana um 
grande obstáculo ao progresso nacional. Por certo, a negligência estatal e a falta de 
planejamento urbano adequado são as principais causas da persistência desse cenário. 
Primordialmente, é importante destacar a insuficiência da ação estatal em relação à 
melhoria da infraestrutura urbana no Brasil. Sob essa perspectiva, o filósofo Nicolau Maquiavel 
argumenta que o principal objetivo do governante é a manutenção do poder, relegando a 
segundo plano a busca pelo bem comum. Nesse contexto, observa-se que as políticas voltadas 
para saneamento básico e urbanização de áreas vulneráveis são frequentemente 
negligenciadas. Isso ocorre porque investimentos nessa área, apesar de essenciais para a 
qualidade de vida, não trazem retorno eleitoral significativo, levando os governantes a 
priorizarem obras mais visíveis, como grandes construções e melhorias pontuais em áreas 
centrais. Como resultado, milhões de brasileiros sofrem com a precariedade urbana, convivendo 
diariamente com problemas como enchentes, infraestrutura inadequada e favelização. 
Ademais, a omissão social diante da precariedade da infraestrutura urbana também 
contribui para a perpetuação desse problema. Nesse âmbito, a filósofa Hannah Arendt, em sua 
teoria da “Banalidade do Mal”, sustenta que a sociedade se acostuma com determinadas 
condições problemáticas e as trata como normais. Esse pensamento se reflete na passividade 
com que a população, especialmente em áreas menos favorecidas, lida com problemas como a 
falta de saneamento adequado e transportes públicos ineficientes. A aceitação desse cenário 
como uma fatalidade dificulta a mobilização popular para exigir mudanças profundas, permitindo 
que as condições urbanas se deteriorem ainda mais, afetando diretamente a saúde e a 
mobilidade dos cidadãos e restringindo o crescimento sustentável das cidades brasileiras. 
Portanto, cabe ao Estado — detentor de recursos para a transformação social — 
promover campanhas de conscientização popular, como "Cidades Sustentáveis", por meio de 
projetos educacionais e comerciais televisivos, a fim de mitigar os impactos da precariedade da 
infraestrutura urbana. Além disso, a mídia deve ampliar a divulgação sobre essa temática para 
pressionar o Governo a superar a inércia diante do problema. Assim, o Brasil poderá finalmente 
trilhar o caminho para se tornar o "país do futuro" idealizado por Zweig. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
INTRODUÇÃO EXEMPLO: 
MODELO PADRÃO 
 No livro "Brasil, País do Futuro", Stefan Zweig, autor austríaco, em sua visita ao 
Brasil, expressou sua confiança de que a nação brasileira se desenvolveria 
exponencialmente. Contudo, 80 anos depois, a sociedade brasileira vivencia uma realidade 
bem diferente da prevista por Stefan, uma vez que [PROBLEMA DO TEMA] reflete um 
importante obstáculo ao pleno progresso do país. Por certo, a inaplicabilidade das leis e a 
negligência social são fatores que favorecem a existência desse quadro. 
EXEMPLO 1: Desafios para o enfrentamento da invisibilidade do trabalho de 
cuidado realizado pela mulher no Brasil 
 No livro "Brasil, País do Futuro", o autor austríaco Stefan Zweig, em sua visita ao 
Brasil, expressou sua confiança de que a nação se desenvolveria exponencialmente. 
Contudo, 80 anos depois, a sociedade brasileira vivencia uma realidade bem diferente da 
prevista por Zweig, uma vez que o enfrentamento à invisibilidade do trabalho de cuidado 
realizado por mulheres no Brasil reflete um importante obstáculo ao pleno progresso do 
país. Por certo, a inaplicabilidade das leis e a negligência social são fatores que favorecem 
a persistência desse quadro. 
 
EXEMPLO 2: Desafios para a alfabetização infantil no Brasil 
No livro "Brasil, País do Futuro", o autor austríaco Stefan Zweig, em sua visita ao 
Brasil, expressou sua confiança de que a nação se desenvolveria exponencialmente. 
Contudo, 80 anos depois, a realidade brasileira está longe da prevista por Zweig, uma vez 
que a alfabetização infantil no Brasil ainda é muito deficitária e reflete um importante 
obstáculo ao pleno progresso nacional. Por certo, a inaplicabilidade das leis e a negligência 
social são fatores que favorecem a permanência desse problema. 
 
EXEMPLO 3: Obstáculo para democratização da internet no Brasil 
No livro "Brasil, País do Futuro", o autor austríaco Stefan Zweig, em sua visita ao 
Brasil, expressou sua confiança de que a nação se desenvolveria exponencialmente. 
Contudo, 80 anos depois, a realidade brasileira está longe da idealizada por Zweig, uma vez 
que os a democratização da internet - meio de comunicação fundamental para o pleno 
exercício da cidadania nos dias atuais - no Brasil refletem um importante entrave ao pleno 
progresso nacional. Por certo, a negligência social e a baixa efetividade das políticas 
públicas são fatores que favorecem a permanência desse problema.

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