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03 - S2ID Decretação de SE e ECP

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23/01/2025
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S2ID / Decretação de SE e ECP
CAPACITAÇÃO COMPDEC’s
PROTEÇÃO E DEFESA CIVIL
ACESSE
CURSOS ENAP
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Iniciativa da Secretaria 
Nacional de Defesa Civil 
(SEDEC).
Visa qualificar as informações 
sobre a ocorrência de 
desastres no território nacional 
e dar transparência às 
informações.
Originário de um projeto que 
visava levantar informações 
sobre desastres registrados 
entre 1991 e 2010.
Com a colaboração de todos os 
Estados e DF, deu origem:
1.Banco de Dados e Registros de 
Desastres;
2. Atlas Brasileiro de Desastres 
Naturais.
O objetivo do S2ID é:
Informatizar a solicitação de 
reconhecimento de Situação de 
Emergência ou de Estado de 
Calamidade Pública
E do processo de Transferência de 
recursos federais para Estados ou 
Municípios afetados por desastres.
Portaria GM/MI n. 526, de 6 de setembro de 2012, tornou obrigatório o uso do sistema
Com a colaboração de todos os 
Estados e DF, deu origem:
1.Banco de Dados e Registros de 
Desastres;
2. Atlas Brasileiro de Desastres 
Naturais.
O objetivo do S2ID é:
Informatizar a solicitação de 
reconhecimento de Situação de 
Emergência ou de Estado de 
Calamidade Pública
E do processo de Transferência de 
recursos federais para Estados ou 
Municípios afetados por desastres.
Iniciativa da Secretaria 
Nacional de Defesa Civil 
(SEDEC).
Visa qualificar as informações 
sobre a ocorrência de 
desastres no território nacional 
e dar transparência às 
informações.
Originário de um projeto que 
visava levantar informações 
sobre desastres registrados 
entre 1991 e 2010.
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Com a colaboração de todos os 
Estados e DF, deu origem:
1.Banco de Dados e Registros de 
Desastres;
2. Atlas Brasileiro de Desastres 
Naturais.
O objetivo do S2ID é:
Informatizar a solicitação de 
reconhecimento de Situação de 
Emergência ou de Estado de 
Calamidade Pública
E do processo de Transferência de 
recursos federais para Estados ou 
Municípios afetados por desastres.
Iniciativa da Secretaria 
Nacional de Defesa Civil 
(SEDEC).
Visa qualificar as informações 
sobre a ocorrência de 
desastres no território nacional 
e dar transparência às 
informações.
Originário de um projeto que 
visava levantar informações 
sobre desastres registrados 
entre 1991 e 2010.
1ª FASE
2ª FASE
3ª FASE
SOLICITAÇÃO DE 
RECONHECIMENTO E HOMOLOGAÇÃO
SOLICITAÇÃO DE RECURSOS FEDERAIS
PRESTAÇÃO DE CONTAS
S2ID
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LOGIN
NOVO CADASTRO
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HORA DA PRÁTICAS2ID
Observações:
1. O desastre será o que acontece frequentemente no seu município;
2. Os dados para preenchimento do FIDE podem ser fictícios, ou 
consultados na internet;
3. Para preenchimento do DMATE, fazer uma breve descrição (5 a 10 linhas);
4. Para o relatório fotográfico – baixar o App Timestamp Câmera, ativar a 
localização e fazer fotos georefenciadas. (FOTOS ILUSTRATIVAS)
Os alunos se dividirão em Equipes de Trabalho e 
realizarão o preenchimento do FIDE e DMATE.
PROCEDIMENTOS e CRITÉRIOS
Decretação de 
PORTARIA MDR nº 260
Situação de Emergência
Estado de Calamidade Pública
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PORTARIA MDR nº 260
Estabelece procedimentos e critérios para o
reconhecimento federal e para declaração
de SE ou ECP pelos municípios, estados e
pelo Distrito Federal.
PORTARIA MDR Nº 260
DE 02 DE FEVEREIRO DE 2020
PORTARIA MDR nº 260
DA DECLARAÇÃO DE 
SITUAÇÃO DE ANORMALIDADE
CAPÍTULO II
Art. 4º. O Chefe do Poder Executivo Municipal, Estadual ou do Distrito Federal, 
integrante do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil (SINPDEC)
Poderá declarar Situação de Emergência (SE) ou Estado de 
Calamidade Pública (ECP) quando for necessária a adoção de medidas 
administrativas excepcionais no território afetado por desastre.
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PORTARIA MDR nº 260
§ 1º. O ESTADO poderá declarar a situação de
anormalidade, nos municípios em seu território:
Art. 4º.
Quando mais de um município for afetado
concomitantemente por desastre resultante do MESMO
EVENTO ADVERSO
Ou, quando um município estiver com sua capacidade
administrativa prejudicada pelo evento adverso.
INTRUÇÃO NORMATIVA 02
a) Nível I - Desastres de pequena intensidade
b) Nível II - Desastres de média intensidade
c) Nível III - Desastres de grande intensidade
Situação de Emergência
Situação de Emergência
Estado de Calamidade Pública
Art. 5º. Quanto à intensidade os desastres são
classificados em três níveis:
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PORTARIA MDR nº 260 1. Desastres de Nível I
Pequena intensidade
Mas que, a situação de normalidade pode ser
restabelecida com os recursos mobilizados a nível local
Aqueles em que há danos humanos, materiais e
ambientais além de prejuízos econômicos e sociais
PORTARIA MDR nº 260
2. Desastres de Nível II 
Média intensidade
Aqueles em que há danos humanos, materiais e ambientais
além de PREJUÍZOS ECONÔMICOS E SOCIAIS EXPRESSIVOS.
E, complementados com o aporte de recursos dos demais 
entes federativos;
A situação de normalidade precisa ser restabelecida com os 
recursos mobilizados em nível local
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PORTARIA MDR nº 260
Aqueles em que há VULTOSOS DANOS humanos, materiais e
ambientais além de prejuízos econômicos e sociais, com
SÉRIO E RELEVANTE comprometimento do funcionamento
das Instituições Públicas locais ou regionais.
Impondo a mobilização e AÇÃO COORDENADA DAS TRÊS ESFERAS
de atuação do SINPDEC, e, eventualmente ajuda internacional, para
o restabelecimento da situação de normalidade.
3. Desastres de Nível III 
Grande intensidade
PORTARIA MDR nº 260 CAPÍTULO III
DO RECONHECIMENTO FEDERAL
Art. 6º. O Poder EXECUTIVO FEDERAL, especialmente por meio da
Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil do Ministério do
Desenvolvimento Regional, poderá reconhecer o decreto de situação de
anormalidade dos entes federados, por meio de portaria.
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PORTARIA MDR nº 260
O atendimento de requisito previsto em lei para realização de
transferências de recursos da União aos órgãos e entidades dos Estados,
Distrito Federal e Municípios para a execução de ações de resposta e de
recuperação em áreas atingidas por desastres.
§ 1º O reconhecimento mencionado no
caput tem por objetivos principais:
A adoção de medidas administrativas excepcionais por parte Sistema
Federal de Proteção e Defesa Civil, e
PORTARIA MDR nº 260
ART. 9º - DOCUMENTAÇÃO PARA RECONHECIMENTO FEDERAL:
1. Ofício de Solicitação de Reconhecimento;
2. Decreto de Situação de Emergência;
3. FIDE;
4. Parecer Técnico do órgão de Proteção e Defesa Civil Municipal;
5. Relatório Fotográfico Georreferenciado;
6. Outros documentos que esclareçam ou ilustrem o desastre.
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I – No caso de DESASTRES SÚBITOS
10 (dez) DIAS da OCORRÊNCIA DO DESASTRE
II - No caso dos DESASTRES GRADUAIS ou de evolução crônica
10 (dez) contados da DATA DO DECRETO do ente federado que
declara situação anormal
PORTARIA MDR nº 260
§ 2º O requerimento para reconhecimento federal deverá
ser realizado por meio do S2ID no prazo máximo de:
ART. 8º
PORTARIA MDR nº 260
A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil poderá reconhecer
sumariamente a situação de anormalidade decretada, com base no:
1. Ofício de requerimento;
2. No relatório do órgão de proteção e defesa civil local; e
3. No Decreto do ente federado, devidamente publicado, acrescido, além
do FIDE, de pelo menos um dos seguintes subsídios:
ART. 15º
I. Informação técnica de monitoramento do desastre;
II. No caso do §1º do art. 10 desta Portaria, informação técnica da
equipe de campo ou do Grupo de Apoio a Desastres (GADE); e
III. Relatório de mídia.
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PORTARIA MDR nº 260
SEÇÃO III
DA ANÁLISE TÉCNICA
PORTARIA MDR nº 260
I. Cumprimento do prazo para a solicitação;
II. Apresentação e conformidade da documentação
obrigatória recebida;
III. Enquadramento às normas vigentes; e
IV. Informaçõesoficiais de monitoramento do desastre
e do relatório de mídia sempre que houver.
Art. 10. A análise técnica das solicitações de reconhecimento
federal compreende as seguintes verificações:
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PORTARIA MDR nº 260
§ 1º Em casos excepcionais, deliberados pela autoridade competente,
será realizada visita ao ente federado onde ocorreu o desastre, para
apoio à análise técnica, hipótese em que os documentos oficiais
elaborados em campo devem ser anexados no processo.
§ 2º O Formulário de Verificação Documental, constante no S2ID, é
ferramenta de apoio para a análise técnica e destina-se ao registro de
eventuais pendências e ajustes necessários nas devoluções
processuais pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil.
ART. 15º
PORTARIA MDR nº 260
SEÇÃO IV
Do recurso ao indeferimento da 
Solicitação de Reconhecimento
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PORTARIA MDR nº 260
O ente federado que discordar do indeferimento do pedido de
reconhecimento poderá apresentar recurso administrativo por meio
do S2ID, dirigido ao Secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil,
no prazo de 10 (dez) dias úteis do recebimento da notificação oficial.
ART. 14º
§ 1º O recurso administrativo deverá ser fundamentado,
indicando a legislação, as razões e justificativas, bem como
outros documentos comprobatórios do pedido de reexame.
§ 2º Caso o Secretário não reconsidere a decisão no prazo de
5 (cinco) dias úteis, o recurso será encaminhado para decisão
do Ministro de Estado do Desenvolvimento Regional.
“ A mente que se abre à uma 
nova ideia jamais voltará ao 
seu tamanho original. ”

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