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Sistema Cardíaco Potencial de ação das células cardíacas: é um fenômeno elétrico que ocorre nas células cardíacas, permitindo a condução de impulsos que resultam na contração coordenada do músculo cardíaco. 1. potencial de repouso: Canais de Na+ se abrem 2. Repolarização: Fechamento dos canais Na+ e a abertura dos canais rápidos de K+ 3. Platô: fechamento dos canais rápidos de K+ e abertura dos canais lentos de Ca+ ● Presença de estímulos contínuos e contração muscular mais longa! 4. Repolarização: Fechamento dos canais lentos de Ca+ Potencial de ação das células estriadas esqueléticas O potencial de ação das células estriadas esqueléticas é um processo elétrico essencial para a contração muscular. Esse processo se desenvolve da seguinte maneira: 1. Despolarização: um estímulo nervoso libera acetilcolina (ACh) na junção neuromuscular, abrindo canais de sódio (Na+) na membrana de fibra muscular. A entrada de Na+ despolariza a membrana. 2. Propagação do Potencial de ação: Se o limiar for atingido, mais canais de Na+ se abrem, propagando o potencial de ação ao longo da fibra muscular. 3. Repolarização: Os canais de Na+ se fecham e os canais de potássio (K+) se abrem , permitindo a saída de K+ e repolarizando a membrana. 4. Retorno ao Potencial de Repouso: As bombas de Na+/K+ restauram os gradientes iônicos, preparando a célula para um novo potencial de ação. células cardíacas ≠ células estriadas esqueléticas. A diferença entre o potencial de ação das células cardíacas e das células estriadas esqueléticas são a presença do platô e os canais lentos de Ca+ Eletrocardiograma Fases: ● Onda P: Despolarização e contração atrial *Potencial de ação é gerado no nó sino atrial ( marca passo cardíaco) e propaga para os átrios ● Onda T: Repolarização ventricular e encerramento do Potencial de ação cardíaco. Segmentos: ● Segmento PQ: Despolarização atrial completa ● Segmento ST: Início da repolarização inicial ● Segmento R-R: Onda cardíaca complexa Complexos: ● Complexo QRS: Despolarização e contração ventricular *Potencial de ação é gerado no nó sino atrial e propagado para os feixes de His. Sistema Respiratório Mecanismo de controle respiratório: Os mecanismos de controle respiratório é um processo complexo regulado pelo sistema nervoso central para manter níveis adequados de oxigênio (O²) e dióxido de carbono (CO²) no sangue. Esse processo envolve: 1. Centro Respiratório no tronco cerebral ● Bulbo e Ponte: Contêm os principais centros de controle respiratório, incluindo o grupo respiratório incluindo o grupo respiratório dorsal (DRG) e do grupo respiratório ventral (VRG), que gerenciam o ritmo básico da respiração. ● Centro Pneumotáxico: Localizado na ponte, modula a frequência e a profundidade das respirações, evitando a hiperinflação dos pulmões. 2. Quimiorreceptores ● Centrais: Localizados nos bulbos, monitoram o pH do líquido cefalorraquidiano, que reflete os níveis de CO² no sangue. ● Periféricos: Localizados nos corpos carotídeos e aórticos, detectam mudanças nos níveis de O², CO², e pH no sangue arterial. 3. Receptores Pulmonares ● Receptores de Estiramento: Respondem à distensão dos pulmões, ajudando a regular a duração da inalação e exalação. ● Receptores J: Detectam mudanças na pressão interstical e participam da resposta ao edema pulmonar 4. Regulação pelo sistema nervoso: ● Reflexos: como o reflexo de Hering-Breuer, que previne a super distensão pulmões. ● Influência Voluntária: O córtex cerebral pode modificar o padrão respiratório durante atividades como falar, cantar ou prender a respiração. 5. Resposta a estímulos químicos e mecânicos ● Aumento de CO²: Principal estímulo para aumentar a frequência e profundidade respiratória. ● Redução de O²: menos sensível que o CO², mas em condições de hipóxia grave, pode estimular a respiração. Alterações na gasometria arterial que desencadeiam modificações do mecanismo de ventilação A alteração na gasometria arterial, que mede os níveis de gases no sangue arterial, desencadeiam respostas que ajudam a ventilação para manter a homeostase dos gases sanguíneos. As principais variáveis medidas são a pressão parcial de oxigênio ( PaCO²), a pressão parcial de dióxido de carbono ( PaCO²) e o PH. As mudanças nestes parâmetros desencadeiam respostas específicas como: 1. Aumento de PaCO² (Hipercapnia): ● Estímulo Principal: O aumento da PaCO² é o principal estímulo para a ventilação; ● Quimiorreceptores Periféricos: localizado no bulbo, detectam o aumento da PaCO² indiretamente pelo aumento do íon H+ no líquido cefalorraquidiano (LCR), devido à difusão de CO² no LCR e sua conversão em ácido carbônico. ● Resposta: Aumenta a frequência e a profundidade respiratória para exalar mais CO²e reduz a PaCO². 2. Diminuição de PaO² (Hipoxemia): ● Quimiorreceptores: Localizados nos corpos carotídeos e aórticos, detectam diretamente a baixa PaO²; ● Resposta: quando a PaO²cai significativamente ( abaixo de 60 mmHg), a ventilação aumenta para elevar a oxigenação sanguínea; 3. Alteração no pH (Acidose): ● Acidose (pH baixo): pode ser resultado do aumento da PaCO² (acidose respiratória) ou aumento de ácido metabólico (acidose metabólica); ● Quimiorreceptores centrais e periféricos: detectam a acidose. A resposta é o aumento da ventilação para expelir mais CO² e reduzir a acidose; ● Alcalose (pH alto): pode ser causada por redução da PaCO² ( alcalose respiratória) ou perda de ácidos metabólicos ( alcalose metabólica); ● Resposta: Diminui a ventilação para aumentar a retenção de CO² e corrigir a alcalose. 4. Resumo: ● Hipercapnia: aumenta a ventilação para exalar CO²; ● Hipoxemia: aumenta a ventilação para melhorar a oxigenação; ● Acidose: aumenta a ventilação para reduzir o H+ ao exalar CO² ● Alcalose: Reduza a ventilação para aumentar o CO² e reduzo pH. Esses mecanismos de feedback são essenciais para manter o equilíbrio ácido-base e garantir a adequada troca gasosa nos pulmões. Filtragem do sangue e a produção de urina processo realizado pelo rim para manter a homeostase no corpo, regulando a composição química do sangue, eliminando resíduo e equilibrando os fluidos corporais, além de manter a composição do sangue dentro dos limites normais. Etapas: ● Filtração Glomerular: ● Localização: Glomérulos no néfrons (unidades funcionais dos rins) ● Processo: o sangue entra nos glomérulos através das arteríolas eferentes. A pressão arterial força a água e pequenos solutos ( como sais, glicose, aminoácidos e ureia) através das paredes dos capilares glomerulares para a cápsula de Bowman, formando o filtrado glomerular. ● Resultado: O filtrado contém substâncias que o corpo precisa absorver e resíduo que precisam ser eliminados. ● Reabsorção Tubular: ● Localização: túbulo contorcido proximal, alça de henle, túbulo contorcido distal e túbulo coletor ● Processo: substância úteis ( água, sais, glicose, aminoácidos) são reabsorvidas do filtrado de volta para o sangue através das células tubulares ● Reabsorção no túbulo contorcido proximal: Reabsorve cerca de 65% do filtrado, incluindo quase toda a glicose e aminoácidos ● Reabsorção na alça de Henle: reabsorver água e íons (Na+, Cl-), crucial para a concentração de urina; ● Reabsorção no túbulo contorcido distal e túbulo coletor: ajuda a reabsorção de íons e água, regulada por hormônios como a aldosterona e ADH (hormônio antidiurético) ● Secreção Tubular ● Localização: túbulos renais ( principalmente túbulo contorcido distal e túbulo coletor ) ● Processo: substâncias adicionais (como íons de hidrogênio, potássio e certos medicamentos) são secretadas do sangue para o filtrado, ajudandoa manter o equilíbrio ácido-base e eliminar substâncias tóxicas 4. Excreção ● Localização: túbulo coletor e ductos coletores; ● Processo: o filtrado final, agora chamado de urina, flui dos túbulos coletores para os ductos coletores, depois para a pelve renal e finalmente para a bexiga através dos ureteres ● Resultados: a urina é armazenada na bexiga até a excreção pela uretra; A. Resumo: os rins filtram o sangue removendo resíduos e substâncias em excesso através de 1. Filtração glomerular: formação do filtrado glomerular 2. Reabsorção tubular: recuperação de substâncias úteis 3. Secreção tubular: eliminação de substâncias adicionais 4. Excreção: formação e armazenamento da urina Fatores que alteram na filtragem do sangue e/ou na produção de urina Vários fatores pode influenciar na filtragem do sangue e na produção de urina nos rins ( fatores como: fisiológico, patológicos e ambientais). 1. Pressão arterial: ● Aumento da Pressão Arterial: eleva a pressão nos glomérulos, aumentando a taxa de filtração glomerular (TFG). Isso pode resultar em maior produção de filtrado e urina. ● Redução da Pressão Arterial: diminuição da pressão nos glomérulos, reduzindo a TFG. Pode levar a menor produção de filtrado e urina. 2. Permeabilidade de Membrana Glomerular: ● Danos ou Inflamação: doença como glomerulonefrite pode aumentar a permeabilidade, permitindo a passagem de proteínas e células sanguíneas no filtrado, alterando a composição da urina; ● Espessamento da membrana: condições como nefropatia diabética podem reduzir a permeabilidade, diminuindo a TFG 3. Fluxo sanguíneo Renal ● Aumento do Fluxo Sanguíneo: melhora a TFG, aumentando a produção de urina; ● Redução do Fluxo Sanguíneo: ocorrendo em situações de choque ou estenose da artéria renal, diminui a TFG e produção de urina 4. Hormônios ● Aldosterona: aumenta a reabsorção de sódio e água nos túbulos coletores,reduzindo a produção de urina ● Hormônio Antidiurético (ADH): aumenta a reabsorção de água nos túbulos coletores, concentrando a urina e diminuindo seu volume ● Hormônios Natriuréticos (ANP e BNP): promove a excreção de sódio e água, aumentando a produção de urina 5. Estado Hídrico do Corpo ● Hidratação: aumenta a TFG e reduz a reabsorção de água, aumentando o volume urinário ● Desidratação: reduz a TFG e aumenta a reabsorção de água, diminuindo o volume urinário. 6. Substâncias Externas: ● Diuréticos: medicamentos que aumenta a excreção de sódio e água, elevando o volume de urina ● cafeína e Álcool: podem atuar como diuréticos leves, aumentando a produção de urina ● Drogas e Toxinas: podem causar dano renal, afetando a filtração e a produção de urina. 7. Doenças e Condições Médicas ● Insuficiência Renal Aguda Crônica: reduzem a TFG, levando à diminuição da produção de urina e acúmulo de toxinas no sangue ● Diabetes Mellitus: pode causar danos aos glomérulos, afetando a filtração e aumentando a excreção de glicose na urina ● Hipertensão: pode danificar os vasos sanguíneos renais, afetando a função de filtração 8. Fatores Nervosos ● Sistema Nervoso Simpático: em resposta ao estresse, pode reduzir o fluxo sanguíneo renal e a TFG,diminuindo a produção de urina ● Relaxamento e Repouso: podem aumentar o fluxo sanguíneo renal e a produção de urina Sistema Renina angiotensina aldosterona É um complexo sistema hormonal que regula a pressão arterial, o volume sanguíneo e o equilíbrio de eletrólitos. Ele desempenha um papel crucial na homeostase cardiovascular e renal. O SRAA é ativado por uma série de eventos que levam à produção de substâncias que ajudam a controlar a pressão arterial e o balanço de fluidos. 1. Renina: ● Produção: a renina é uma enzima secretada pelas células justaglomerulares dos rins em respostas a fatores como: - Baixa pressão arterial; - Redução volume sanguíneo; - Baixa concentração de sódio (Na+) no filtrado glomerular - Estimulação pelo sistema nervoso simpático ● Função: cliva o angiotensinogênio ( uma proteína produzida pelo fígado) no sangue, convertendo-o em angiotensina 2. Angiotensina I e Angiotensina II ● Conversão de Angiotensina I em angiotensina II: - Angiotensina I: substância relativamente inativa que é convertida em angiotensina II pela enzima conversora de angiotensina (ECA), presente nos pulmões. ● Função da Angiotensina II: - vasoconstrição: constrição dos vasos sanguíneos, aumentando a pressão arterial; - estimulação da Secreção de Aldosterona: angiotensina II estimula a liberação de ADH pela hipófise, aumentando a reabsorção de água nos rins - estimulação da Secreção de Sede: aumenta a ingestão de água 3. Aldosterona ● Produção: é secretada pelo córtex da glândula adrenal em resposta à estimulação pela angiotensina II e ao aumento de potássio (K+) no sangue ● Função: - reabsorção de Sódio (Na+): aumenta a reabsorção de Na+ nos túbulos distais e ductos coletores dos rins; - excreção de Potássio (K+): promove a excreção de K+ na urina; - aumento de Reabsorção de Água: a reabsorção de Na+ promove a reabsorção de água, aumentando o volume sanguíneo e a pressão arterial. Resuminho good vibes: 1. Baixa pressão arterial ou volume sanguíneo estimula a liberação de renina pelos rins 2. renina converte angiotensinogênio em angiotensina I 3. Angiotensina I é convertida em angiotensina II pela ECA 4. Angiotensina II causa a vasoconstrição e estimula a liberação de aldosterona e ADH 5. Aldosterona aumenta a reabsorção de Na+ e água, e a excreção de K+nos rins, elevando o volume sanguíneo e a pressão arterial. Sistema Renal = Pressão Arterial O sistema Renal desempenha um papel fundamental crucial na regulação da pressão arterial através de diversos mecanismos complexos que envolvem a filtração do sangue, o equilíbrio de fluidos e eletrólitos, e a liberação de hormônios. 1. Regulação do Volume Sanguíneo: ● Filtração Glomerular: os rins filtram o sangue, removendo o excesso de água e eletrólitos. A quantidade de líquido reabsorvida ou excretada na urina afeta diretamente o volume sanguíneo. ● Reabsorção e Excreção de Sódio e Água: os túbulos renais reabsorvem sódio (Na+) e água, regulando o volume de líquido extracelular. Um aumento na reabsorção de sódio e água aumenta o volume sanguíneo, elevando a pressão arterial. Por outro lado, a excreção aumentada de sódio e água reduz o volume sanguíneo e a pressão arterial; 2. Sistema Renina Angiotensina Aldosterona (SRAA): ● Renina: quando a pressão arterial ou o volume sanguíneo está baixo, os rins liberam a enzima renina. A renina converte o angiotensinogênio (produzido pelo fígado) em angiotensina I ● Angiotensina II: a enzima conversora da angiotensina (ECA), presente principalmente nos pulmões,converte a angiotensina I em angiotensina II, um potente vasoconstritor que eleva a pressão arterial ● Aldosterona: angiotensina II estimula a liberação de aldosterona pelo córtex adrenal. A aldosterona aumenta a reabsorção de sódio e água nos túbulos renais, elevando o volume sanguíneo e a pressão arterial 3. Hormônio Antidiurético (ADH): ● Liberação de ADH: em resposta à angiotensina II e à alta osmolaridade do sangue, a hipófise posterior libera ADH. O ADH aumenta a permeabilidade dos túbulos coletores nos rins, promovendo a reabsorção de água e aumentando o volume sanguíneo e a pressão arterial; 4. Peptídeos Natriuréticos: ● ANP e BNP: os peptídeos natriuréticos atrial (ANP) e cerebral (BNP) são liberados pelo coração em resposta ao aumento do volume sanguíneo e da pressão arterial. Eles promovem a excreção de sódio e água pelos rins, diminuindo o volume sanguíneo e a pressão arterial 5. Regulação do Tônus Vascular: ● Vasoconstrição e Vasodilatação:angiotensina II causa vasoconstrição, aumentando a resistência periférica e elevando a pressão arterial. Por outro lado, substâncias como óxido nítrico, liberadas pelos rins, podem causar vasodilatação, reduzindo a pressão arterial; 6. Feedback Autônomo: ● Sistema Nervosos Simpático: em situações de estresse ou baixa pressão arterial, o sistema nervoso simpático estimula a liberação de renina, aumentando a produção de angiotensina II e aldosterona, o que leva a pressão arterial. Resumo good vibes 1. Regulação do volume sanguíneo através da filtração e reabsorção de água e sódio nos rins 2. A ativação que eleva a pressão arterial através da vasoconstrição e aumento da reabsorção de sódio e água 3. Liberação do hormônio antidiurético (ADH) para aumentar a reabsorção de água, elevando o volume sanguíneo e a pressão arterial 4. Ação do tônus vascular (ANP e BNP) para promover a excreção de sódio e água, diminuindo a pressão arterial 5. Regulação do tônus vascular simpático através da vasoconstrição (mediada por angiotensina II) e vasodilatação 6. Feedback automático do sistema nervoso simpático para ajudar a liberação de renina e outros hormônios, influenciando a pressão arterial. Hormônio T3 e T4 no organismo Os hormônios triiodotironina (T3) e tiroxina (T4) são produzidos pelas glândula tireoide e desempenham papéis vitais na regulação do metabolismo, crescimento e desenvolvimento do corpo. 1. Regulação do metabolismo: ● Aumento da Taxa Metabólica Basal (TMB): T3 e T4 aumenta a taxa metabólica basal, o que eleva o consumo de oxigênio e a produção de calor pelas células. Isso resulta em um aumento da taxa de metabolismo basal, ajudando a manter a temperatura corporal ● Metabolismo de Carboidratos: Esses hormônios promovem a gliconeogênese e a glicogenólise,aumentando a disponibilidade de glicose no sangue ● Metabolismo de Proteínas: Influenciam a síntese e a degradação de proteínas, sendo importantes para o crescimento e reparo dos tecidos. 2. Desenvolvimento e Crescimento: ● Desenvolvimento Neural: T3 e T4 são essenciais para o desenvolvimento normal do sistema nervoso central,especialmente durante a fase fetal e na infância. Deficiência nesses hormônios durante essas fases podem levar a atrasos no desenvolvimentos cognitivos e motor ● Crescimento ósseo: estimulam a maturação e o crescimento ósseo. São importantes para a ossificação e a maturação da densidade óssea. 3. Função Cardiovascular: ● Aumento da Frequência Cardíaca: T3 e T4 aumentam a frequência e a força das contrações cardíacas, melhorando o débito cardíaco ● Dilatação Vascular: Promovem a vasodilatação, o que aumenta o fluxo sanguíneo para vários órgão e tecidos, ajudando a suprir as necessidades metabólicas elevadas. 4. Função Digestiva: ● Estimulação do Peristaltismo: Esses hormônios aumenta a motilidade gastrointestinal, o que facilita a digestão e absorção de nutrientes 5. Função Reprodutiva: ● Regulação Hormonal: influenciam a produção de hormônios sexuais e a função reprodutiva. Níveis adequados de T3 e T4 são importantes para a fertilidade e a maturação de gravidez. 6. Termogênese ● Produção de Calor: Aumentam a termogênese, a produção de calor pelo corpo, o que ajuda a manter a temperatura corporal em ambientes frios 7. Mecanismo de Ação: ● Transporte e Conversão: T4 é o hormônio mais abundante produzido pela tireoide, mas T3 é a forma mais ativa. T4 é convertido em T3 nos tecidos periféricos por desiodases ● Receptores Nucleares: T3 e, em menor grau, T4, se ligam a receptores nucleares nas células, regulando a transcrição de genes específicos que controlam o metabolismo e outros processos celulares Resumo good vibes: ● Metabolismo: aumenta a taxa metabólica basal e regula o metabolismo de carboidratos, lipídios e proteínas; ● Crescimento e Desenvolvimento: essenciais para o desenvolvimento neural, crescimento ósseo e maturação; ● Função Cardiovascular: aumentam a frequência cardíaca e promovem a vasodilatação; ● Função Digestiva: estimula o peristaltismo gastrointestinal; ● Função Reprodutiva: influenciam a produção de hormônios sexuais e a fertilidade ● Termogênese: aumentam a produção de color no corpo. Função da insulina, glicose e glucagon no organismo 1. Insulina: Reduz os níveis de glicose no sangue, promovendo a captação, o armazenamento e a utilização da glicose pelas células 2. Glicose: principais fontes de energia para as células do corpo 3. Glucagon: aumenta os níveis de glicose no sangue, promovendo a liberação de glicose armazenada e a produção de nova glicose pelo fígado.