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Universidade de Brasília Instituto de Física Disciplina: Física 1 Experimental (Turma: 10) Primeiro Semestre de 2024 Relatório 4 Coeficiente de Restituição Data: 09/01/2025 (experimento) e 15/01/2025 (análise de dados) Número do Grupo: T10,T10G1 Membros que efetivamente participaram da prática: Arthur Guimarães Amorim (241028721) Jéter Lourenço Gomes (221007241) Ana Beatriz (211052234) 1. INTRODUÇÃO TEÓRICA Neste experimento, iremos estudar a colisão de um carrinho que se move sobre um trilho de ar inclinado, com um elástico posicionado na parte inferior do trilho. O objetivo é caracterizar o comportamento da colisão, analisando os eventos antes, durante e depois do impacto As colisões são comumente classificadas em elásticas e inelásticas, dependendo da quantidade de Energia Mecânica que se perde durante o impacto. Em uma colisão perfeitamente elástica, não há perda de energia, o que implica que o módulo da velocidade relativa dos corpos que colidem se mantém constante após o impacto. No outro extremo, temos as colisões perfeitamente inelásticas, onde as partes que colidem se unem e a velocidade relativa entre elas se torna zero após o impacto. Entre esses dois extremos, as colisões podem apresentar diferentes graus de elasticidade. Para classificar a elasticidade de uma colisão, utilizamos o coeficiente de restituição, definido como: ε = 𝑉' 𝑉 onde e são, respectivamente, os módulos das velocidades relativas após e antes da colisão. 𝑉' 𝑉 Em uma colisão perfeitamente elástica, o coeficiente de restituição é igual a 1 1, enquanto ε = em uma colisão perfeitamente inelástica, 0. ε = No experimento, se a colisão entre o carro e a mola for elástica (ou seja, 0sim um aumento progressivo da distância devido ao impulso da mola. 7. CONCLUSÕES O experimento demonstrou que, ao realizar colisões entre o carro e a mola, a distância ΔX aumentou com o número de colisões, indicando que a mola reimpulsiona o carro a uma posição cada vez mais distante. A análise dos gráficos confirmou que a relação entre ΔXe o número de colisões é crescente, e não decrescente, como seria esperado em um sistema com amortecimento. Além disso, os resultados mostraram que o volume de água no tubo afeta a eficiência do impulso da mola, influenciando o coeficiente de restituição e a dinâmica do movimento do carro. Assim, o experimento permitiu compreender como o sistema de colisões com mola pode ser influenciado por variáveis como o volume de água no tubo. 8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1- TAYLOR, John.R Introdução à Análise de Erros - O estudo de Incertezas em Medições Físicas. 2 edição rev. Bookman 2012. Análise do formato da curva Construção do gráfico em escala logarítmica Determinação de α e ε