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TCC RANA Ipemig - tcc: trabalho de conclusão de curso
Psicopedagogia (Faculdade de Venda Nova do Imigrante)
A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade
 (
lOMoARcPSD
|46420745
)
 (
Baixado 
por Sidiney Romildo Silva (sidiney.romildo@yahoo.com.br)
)
FACULDADE NOVA ATENEU / IPEMIG RANA CLAUDIA DE LIMA SILVA
PSICOPEDAGOGIA E EDUCAÇÃO INFANTIL
O aprimoramento dos usos sociais da escrita desde a Educação Infantil
ARARANGUÁ, SC 2022
RANA CLAUDIA DE LIMA SILVA
PSICOPEDAGOGIA E EDUCAÇÃO INFANTIL
O aprimoramento dos usos sociais da escrita desde a Educação Infantil
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) apresentado a Faculdade Nova Ateneu / IPEMIG como pré-requisito para obtenção do título de especialista em Psicopedagogia com
Ênfase nas Práticas Inclusivas.
Araranguá, SC 2022
SILVA, Rana Claudia De lima. PSICOPEDAGOGIA E EDUCAÇÃO INFANTIL - O
aprimoramento dos usos sociais da escrita desde a Educação Infantil. ARARANGUÁ/SC: Faculdade Nova Ateneu/IPEMIG, 2022. Especialização em Psicopedagogia Com Ênfase Nas Práticas Inclusivas.
RESUMO
No cotidiano da prática pedagógica praticar a leitura e a escrita nas atividades propostas pelo professor é importante para que se considere a linguagem como forma de interação social. É necessário que o aluno aprenda as características de cada um dos gêneros textuais para que possa reproduzi-los e identificá-los nas leituras que irá fazer, portanto, a linguagem não pode mais ser entendida apenas como expressão daquilo que pensamos, mas como um instrumento de comunicação. A linguagem faz parte de nossa vida e é através dela que interagimos com o mundo e com as pessoas, podemos concebê-la de três formas: a linguagem como expressão do pensamento; a linguagem como instrumento de comunicação e a linguagem como forma de interação.
Palavras-chave: linguagem; interação, comunicação.
ABSTRACT
In the daily practice of teaching practice reading and writing in the activities proposed by the teacher is important so that language is considered as a form of social interaction. It is necessary that the student learn the characteristics of each of the textual genres so that he can reproduce them and identify them in the readings that he will do, therefore, language can no longer be understood only as an expression of what we think, but as an instrument of communication. Language is part of our life and it is through it that we interact with the world and with people, we can conceive of it in three ways: language as expression of thought; language as an instrument of communication and language as a form of interaction.
Keywords: language; interaction, communication.
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO	1
Objetivos	1
Objetivo geral	1
Objetivos específicos	2
Justificativas	2
DESENVOLVIMENTO	3
CONSIDERAÇÕES FINAIS	4
REFERÊNCIAS	7
1 INTRODUÇÃO
Desde o nascimento interagimos com o mundo através da fala, e mesmo antes de sermos alfabetizados já convivemos com a escrita, em diversos momentos do nosso cotidiano, portanto, cabe dizer que a fala e a escrita são modalidades distintas que se interligam, apesar da fala ter surgido muito antes da escrita. Nosso cotidiano está repleto de letras e símbolos gráficos para todos os lados, e quando ainda não os conhecemos, não compreendemos a mensagem que querem passar, nosso interesse se dispersa, porém quando um aluno começa a conhecer estes símbolos, ou seja, começa a ler, não somente conhecer o alfabeto, mais ler e entender o que esta sendo dito, é um mundo novo, cheio de desafios, que faz com que esse sujeito, busque e tenha vontade de aprender cada vez mais, cabe a escola aprimorar os usos sociais da escrita desde a educação infantil, proporcionando aos alunos que a linguagem faça parte da interação deles com o mundo onde estão inseridos, e o professor deve ter uma concepção de linguagem que vá de encontro às situações reais de uso da linguagem, pois na educação infantil os educadores devem contribuir para que em sua prática pedagógica possam constituir sujeitos históricos capazes de ler criticamente o mundo a sua volta.
1.1 Objetivos
1.1.1 Objetivo geral
O objetivo geral desse estudo é desenvolver habilidades no aluno sobre o uso da linguagem: da língua oral, para que os alunos aprendam a adequar suas falas aos diferentes contextos do seu cotidiano, e da língua escrita, para que possa compreender que com o uso das diferentes formas em que ela se apresenta, tornem-se leitores e sejam capazes de construir e participar da sociedade onde está inserido, posicionando-se de maneira crítica e com responsabilidade nas diferentes situações do cotidiano, utilizando o diálogo para mediar os conflitos e tomar as decisões que vão de encontro com o coletivo.
1.1.2 Objetivos específicos
· iniciar um processo de conscientização de sua realidade e de seu papel como
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sujeito na sociedade, estimulando atitudes que os façam exercer sua cidadania;
· identificar elementos que incentivam a reflexão sobre o registro alfabético com o objetivo de dar continuidade à reconstrução do sistema de escrita;
-utilizar	produções	escritas	para	que	através	das	atividades	possibilitem	a aprendizagem necessária, relacionando a linguagem verbal e não verbal;
· Possibilitar que através da leitura seja feita a descoberta de diferentes funções que ela apresenta: ler para encontrar novas informações e para se distrair, etc.;
1.2 Justificativas
O papel da escola enquanto formador social de um cidadão consciente e responsável deve oferecer aos alunos atividades variadas de leitura, produção oral e escrita que lhes permitam utilizar esse conhecimento construído nas classes escolares na comunicação com o mundo, pois através da leitura de textos de diferentes gêneros textuais e discursivos, serão capazes de através da prática em sala de aula desenvolver e sistematizar as falas que já trazem do seu cotidiano.
Nos tornamos leitores a partir das interações que vamos construindo ao longo de nossa vida pelo ato de ler, sendo assim, desenvolvemos habilidades individuais e coletivas onde somos capazes de interagir com o outro pela língua escrita e pela diversidade de gêneros textuais que dão sentido aos textos. Portanto, quando propomos ao nosso aluno ler, devemos possibilitar a ele que pela diversidade de textos ele consiga se desenvolver significativamente para a construção da interação com aquilo que lê, pois o desenvolvimento cognitivo se estabelece nesse processo de interação entre a criança e a linguagem escrita. Pois entender a leitura como interação requer que o leitor participe ativamente no processo de interagir com o autor do texto, dando sentido àquilo que lê a partir das vivências que já possui, desta forma, não podemos deixar de considerar que para que se construa sentidos naquilo que se lê, alguns papéis se tornam fundamentais, como: o leitor, o texto e a interação entre eles.
2 DESENVOLVIMENTO
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Ler e escrever fazem parte do cotidiano escolar, embora sejam atividades que se associam, são processos diferentes, pois para cada uma delas devemos ter habilidades e conhecimentos. Escrever é mais complexo do que ler, pois quando escrevemos construímos as relações entre as palavras de forma que organizadas passam uma ideia real para quem lê, o texto quando construído precisa ser contextualizado de forma que seja capaz de interagir com o leitor, por isso o professor em sala de aula deve estar mediando o processo de escrita do aluno para que possa identificar onde estão as falhas na coerência textual e o aluno possa estar reconstruindo seu texto, desta forma, o professor é capaz de perceber todas as habilidades que esse aluno possui e avaliá-lo a partir daquilo que ele mesmo escreve, se aproximando da linguagem do seu cotidiano e das diferentes esferas da atividade humana. A linguagem escrita não é composta apenas por regras que devem ser seguidas, um texto não é um produto acabado, mas uma possibilidade de interação entrequem lê e quem escreve. Deve ser contextualizado para que a o pensamento possa estar organizado, ser vinculado a um gênero textual/discursivo com o objetivo principal de construir conhecimento, é de extrema importância que o professor contextualize tudo aquilo que for trabalhado em sala de aula, seja de leitura ou de escrita, principalmente no Ensino Fundamental, trabalhando com textos variados para que os alunos adquiram o gosto pela leitura, pois desta forma estaremos combatendo a exclusão social.
O presente trabalho apresenta pontos importantes para que se conheça o cotidiano de funcionamento das instituições educacionais, tais como: o aprofundamento da leitura crítica de contexto do Ensino Fundamental, Educação Infantil, onde pelo estudo das disciplinas curriculares adquirimos o embasamento teórico necessário que nos orientaram no desenvolvimento do estágio na etapa de regência, construindo a fundamentação teórica a partir do estudo das disciplinas estudadas nos semestres anteriores.
Entendemos que a escola deve estar voltada para a formação de um aluno crítico e reflexivo, com princípios de dignidade e de direitos humanos, assim como de respeito às diferenças individuais e da sociedade, desta forma, deve funcionar como mediadora e os futuros professores devem buscar na formação acadêmica meios para que as transformações necessárias nas instituições escolares aconteçam de forma que na prática pedagógica suas atitudes sejam as de
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proporcionar ao aluno o desenvolvimento da aprendizagem, dando acesso aos saberes construir histórica e culturalmente numa sociedade que está em constante transformação.
3 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Ao concluirmos nossa formação, percebemos a importância de se possuir ainda no âmbito acadêmico uma boa formação, tanto na teoria quanto na prática, os PCNs (Língua Portuguesa, 1997:54) afirma que para formarmos um aluno com habilidades e competências para leitura é necessário que:
“(...)formar alguém que compreenda o que lê; que possa aprender a ler também o que não está escrito, identificando elementos implícitos; que estabeleça relações entre o texto que lê e outros já lidos; que saiba que vários sentidos podem ser atribuídos a um texto; que consiga justificar e validar a sua leitura a partir da localização de elementos discursivos.”
Portanto, o professor deve ter claro que para formar leitores os alunos não precisam apenas converter letras em som, mas o ato de ler é um processo de atribuir sentido ao que se lê, ou seja, a construção de significados do texto lido. Por isso, os textos devem ser adequados à faixa etária dos alunos para que a leitura aconteça de forma prazerosa, devem ter uma diversidade de gêneros textuais, o tema deve proporcionar equilíbrio entre a fantasia e a realidade e ainda, fidelidade ao suporte original do texto trabalhado.
Na primeira a linguagem era considerada como expressão daquilo que pensamos, ou seja, uma tradução do pensamento, e quando a língua era ensinada valorizava-se a importância das regras a serem seguidas, ou seja, estudos tradicionais da linguagem onde tinham como foco principal que se o sujeito não conseguia se expressar então não pensava. Na linguagem como instrumento de comunicação onde a língua é vista como um código que transmite uma mensagem, um conjunto de signos que se combinam conforme suas regras.
E finalmente, a linguagem como forma de interação possibilita uma transmissão de informações de alguém que emite para alguém que recebe, a linguagem faz parte da interação do indivíduo, pois ao falar a pessoa pratica ações que não conseguiria praticar se não estivesse falando, ao falar agimos sobre quem ouve, construindo vínculos e compromissos que não existiam antes da fala. Sendo assim, essa última
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concepção de linguagem vai de encontro com situações reais de uso da linguagem, pois enquanto professores devemos contribuir para que em nossa prática pedagógica possamos constituir sujeitos históricos capazes de ler criticamente o mundo a sua volta.
Vygotsky vê a linguagem como um sistema de símbolos que a partir deles podemos compreender e entender o mundo onde vivemos, é através dos signos que realizamos nossas ações e somos capazes de estabelecer relações, planejando e comparando, ou seja, operando mentalmente sobre a evolução humana. Ao conviver com a família e nas relações que desenvolve no convívio das pessoas é fundamental que a criança desenvolva habilidades cognitivas importantes para a aprendizagem da leitura, e o professor como mediador desse processo tem papel fundamental para que o aluno desenvolva tais competências, relacionando os conhecimentos trazidos pelos alunos com os que serão ensinados em sala de aula, pois não aprendemos a língua materna em livros, mas no convívio com as pessoas, ouvindo, falando e reproduzindo aquilo que escutamos, e assim é a criança quando chega a escola, ela já conhece a língua materna e precisa construir significados nas relações com outro a partir da relação histórico-cultural onde está inserida. O professor deve ter conhecimento sobre o que realmente a criança sabe e partir de determinado nível de conhecimento, para que possa ser desenvolvido o processo de ensino e aprendizagem do conteúdo a ser trabalhado.
A partir da ideia de Bakhtin podemos destacar que a criança se constitui a partir da interação com o outro, porque acredita que a língua é resultado das pessoas que falam, pois para que a fala se torne um ato de linguagem o contexto social fornece essas condições. À medida que interagem uns com os outros reconstroem a linguagem, pois a língua não está pronta, as falas vão se completando e se construindo a partir das interações de uns com os outros, sempre inseridos num contexto histórico e cultural. No processo de alfabetização devemos reconhecer que as variações linguísticas existentes e que a criança já fala quando sai de casa para vir à escola, precisamos ensiná-la que existe uma variedade padrão e muitas outras, e que a partir da interação dela com os diferentes discursos será capaz de construir o conhecimento necessário para que ocorra o ensino e aprendizagem dos conteúdos necessários para o desenvolvimento da linguagem.
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Por muito tempo alfabetizava-se pela relação entre fonemas e grafemas, pois ainda tínhamos muitos analfabetos em nossa sociedade e poucos leitores, porém com a modernidade, embora saibamos que ainda existam analfabetos, precisaram- se aprimorar as práticas de uso da língua escrita. Os alunos conhecem a língua maternalmente, porém vão conhecer a escrita no momento que buscam por este conhecimento e através do ensinamento por outra pessoa aprende a escrever. Logo após a escrita vem o interesse pela leitura, e neste processo podemos definir que a leitura também é uma forma fundamental para a aprendizagem da escrita, e neste processo de alfabetização a criança deverá compreender o princípio acrofônico do alfabeto, que é o som que cada letra tem ao ser pronunciada. Bem como o seu nome que é representado por este som, e deverá ainda compreender a categorização gráfica e funcional das letras. A categorização gráfica é uma variação de formas gráficas que representam uma letra e a categorização funcional é o valor que as letras apresentam dentro de um sistema de escrita.
Por fim, este processo nos mostra a importância de aprender a ler e entender o que está lendo, conseguir compreender, discutir o assunto lido, tirar suas próprias conclusões, pois conseguindo ler e gostando de ler, seja símbolos, desenhos ou letras a pessoa consequentemente, irá aprender a escrever.
A escola deve proporcionar ao docente trabalhar com projetos de letramento, pois estes visam não só ensinar a criança a escrever, mas também para atingir outros fins como o de ensinar a ler e escrever a partir daquilo que já sabem e trazem consigo quando chegam à escola, porque eles já falam e seu comunicam com os demais. O professor deve portanto estar motivando o aluno para que busquem as respostas de seus questionamentos e desta forma desenvolvam estratégias de ensino e aprendizagem,por isso deve se originar sempre ancorado nos interesses dos alunos.
É através do projeto de letramento que o professor consegue ressignificar o ensino da língua escrita, fazendo com que o aluno seja capaz de aprender os conteúdos necessários que envolvem o ato da escrita sem pensar nas dificuldades, pela situação problema criada pelo professor que deve estar de acordo com o cotidiano do aluno, ou seja, a partir de suas vivências, ele será capaz de entender os significados reais daquilo que ele precisa aprender de fato, porque a partir da história do projeto inicial, citado no texto como a galinha ruiva, o professor será
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capaz de desenvolver esse projeto de forma que o dinamismo e flexibilidade foram se diversificando a cada etapa do processo.
E na Educação Infantil os educadores ainda receiam trabalhar com projetos de letramento, pelo simples fato de acharem que seus alunos serão alfabetizados prematuramente, frente a tantos projetos desenvolvidos tornou-se necessário então que se denomina-se terminologias diferentes, o que na verdade o letramento nada mais é do que um modelo de alfabetização. O professor quando planeja deve ser organizar de forma que os conteúdos curriculares devem ser planejados para o hoje, a médio e longo prazo, dentre eles o mais importante e que é vivenciado nesse momento pela criança é o primeiro, que observa o que a criança gosta realmente de fazer e quais serão as atividades propostas que sejam capazes de envolver o aluno para que ocorra a aprendizagem dos conteúdos propostos.
Trabalhar com projetos de letramento permite ao aluno se envolver nas atividades de que realmente ela gosta, trabalhar com o lúdico, com atividades que serão produzidas em sala de aula, desenvolver habilidades e estratégias de ensino que as fazem entender o mundo ao qual fazem parte, e o professor será capaz de romper com o modelo tradicional de aprendizagem.
4 REFERÊNCIAS
Agenda dos Compromissos dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. Governo Federal e dos Municípios. Disponível em: Acesso em: 29/08/2014.
BLOG. Sustentabilidade ambiental. Blog desenvolvido pelas alunas Daiana Kuhn, Franciele de Bairros e Juliana Porn, do curso de Engenharia Ambiental da Universidade de Santa Cruz do Sul-UNISC. 13 de março de 2009. Disponível em: Acesso em: 01/09/2022.
BRASIL, Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Diretrizes curriculares nacionais para a educação infantil. Brasília: MEC, SEB, 2010. 36p. il.
MARCOS SORRENTINO; RACHEL TRAJBER; PATRÍCIA MENDONÇA; LUIZ
ANTONIO FERRARO JUNIOR. Educação ambiental como política pública. Artigo de Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 31, n. 2, p. 285-299, maio/ago. 2005.
Disponível em: Acesso em: 01/09/2022.
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Nós podemos Santa Catarina. O Movimento Nós Podemos Santa Catarina (MNPSC), oficialmente chancelado pela ONU – Organização das Nações Unidas e pelo PNUD – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. Disponível em:
 Acesso em: 09/10/2022.
PEDRO JACOBI; Educação ambiental, cidadania e sustentabilidade. Cadernos de Pesquisa, n. 118, março/ 2003 Cadernos de Pesquisa, n. 118, p. 189-205, março/ 2003. Disponível em: Acesso em: 15/10/2022.
PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e docência: diferentes concepções. Revista Poíesis. 2006. V.3. n.3 e 4. p. 7-13.
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA ESCOLA. Escola de Educação Básica Professora Maria Garcia Pessi. Araranguá, 2022.
PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO CEI. Centro Educacional Infantil Carmem Matos Borges. Balneário Arroio do Silva. 2022.
SALSIER BNADO; Impacto ambiental da irrigação no Brasil. Artigo Disponível em: Acesso em: 15/10/2022.
SANTA CATARINA, Secretaria de Estado da Educação e do Desporto. Proposta curricular de Santa Catarina: Educação infantil, ensino fundamental e médio: disciplinas curriculares. Florianópolis: COGEN, 1998. 244 p.
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