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1 UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS AVALIAÇÃO CLINICA E PSICOSSOCIAL EM ENFERMAGEM UNIVERSIDADE PAULISTA–UNIP RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS CURSO: ENFERMAGEM DISCIPLINA: AVALIAÇÃO CLINICA E PSICOSSOCIAL EM ENFERMAGEM NOME DO ALUNO: MILENA RAMOS DA CRUZ R.A: 2406117 DATA: 25 MAIO DE 2025 2 SUMÁRIO 1. Introdução .................................................................................................................... 3 2. Aula Prática – Roteiro 1: Lavagem das Mãos / Técnica de Calçar Luvas Estéreis .... 4 3. Aula Prática – Roteiro 2: Sinais Vitais ......................................................................... 9 4. Aula Prática – Roteiro 3: Dados Antropométricos – Adulto ....................................... 15 5. Aula Prática – Roteiro 4: Avaliação Neurológica ...................................................... 17 6. Aula Prática – Roteiro 5: Avaliação da Cabeça e Pescoço ....................................... 23 7. Aula Prática – Roteiro 6: Avaliação Cardiocirculatória .............................................. 27 8. Aula Prática – Roteiro 7: Avaliação Respiratória ...................................................... 29 9. Aula Prática – Roteiro 8: Avaliação Abdominal ......................................................... 33 10. Aula Prática – Roteiro 9: Exame Clínico das Mamas ............................................... 37 11. Aula Prática – Roteiro 10: Exame Clínico dos Órgãos Genitais Externos Femininos .. 39 12. Aula Prática – Roteiro 11: Exame Clínico dos Órgãos Genitais Externos Masculinos. 42 13. Aula Prática – Roteiro 12: Avaliação do Sistema Urinário ...................................... 44 14. Atividade - 1............................................................................................................... 46 15. Atividade – 2...............................................................................................................47 16. Atividade – 3..............................................................................................................48 17. Atividade – 4...............................................................................................................49 18. Atividade – 5...............................................................................................................50 14. Conclusão .................................................................................................................. 51 15. Bibliografia ................................................................................................................ 3 Introdução Este relatório tem como finalidade descrever as aulas práticas realizadas, que abordaram os seguintes procedimentos: lavagem das mãos, técnica de calçar luvas estéreis, verificação dos sinais vitais, coleta de dados antropométricos em adultos, avaliação neurológica, exame da cabeça e pescoço, avaliação do sistema cardiocirculatório, respiratório, abdominal, exame clínico das mamas, avaliação dos órgãos genitais externos femininos e masculinos, além da análise do sistema urinário. O principal objetivo foi reconhecer os materiais utilizados em cada procedimento, entender suas indicações, aprender as técnicas envolvidas nas avaliações clínicas e realizar o exame físico no paciente de forma adequada. As atividades práticas aconteceram no laboratório da Universidade UNIP, no campus de Coari – AM. Foram aulas ricas em conteúdo, proporcionando uma ampla aquisição de conhecimentos que certamente aplicarei em minha vida profissional. De modo geral, fiquei muito satisfeita com tudo o que aprendi ao longo dessas experiências 4 AULA PRÁTICA ROTEIRO 1 LAVAGEM DAS MÃOS/TÉCNICA DE CALÇAR LUVA ESTEREIS Higienização das mãos: Vimos que a “Higiene das mãos” é um termo geral, que se refere a qualquer ação de higienizar as mãos para prevenir a transmissão de micro-organismos e consequentemente evitar que pacientes e profissionais de saúde adquiram IRAS. Material: • Pia • Sabonete líquido • Papel toalha Higiene simples das mãos: Ato de higienizar as mãos com água e sabonete comum, sob a forma líquida. Higiene antisséptica das mãos: Ato de higienizar as mãos com água e sabonete associado a agente antisséptico. Fricção antisséptica das mãos com preparação alcoólica: Aplicação de preparação alcoólica nas mãos para reduzir a carga de microrganismos sem a necessidade de enxague em água ou secagem com papel toalha ou outros equipamentos. Preparação alcoólica para higiene das mãos sob a forma líquida: Preparação contendo álcool, na concentração final entre 60% a 80% destinadas à aplicação nas mãos para reduzir o número de micro-organismos. Recomenda-se que contenha emolientes em sua formulação para evitar o ressecamento da pele. Procedimento: As mãos devem ser higienizadas em momentos essenciais e necessários de acordo com o fluxo de cuidados assistenciais para prevenção de IRAS causadas por transmissão cruzada pelas mãos: “Meus cinco momentos para a higiene das mãos” 1. A ação correta no momento certo é a garantia de cuidado seguro para os pacientes. • Antes de tocar o paciente • Antes de realizar procedimento limpo/asséptico 5 • Antes de manusear um dispositivo invasivo, independentemente do uso ou não de luvas. • Ao se mover de um sítio anatômico contaminado para outro durante o atendimento do mesmo paciente. • Após o risco de exposição a fluidos corporais ou excreções • Após contato com fluidos corporais ou excretas, membranas mucosas, pele não íntegra ou curativo. • Ao se mover de um sítio anatômico contaminado para outro durante o atendimento do mesmo paciente. • Após remover luvas esterilizadas ou não esterilizadas • Após tocar o paciente Técnica para Higienização Simples das Mãos 1. Inicie molhando bem as mãos com água corrente; 2. Coloque uma quantidade adequada de sabonete líquido na palma da mão, suficiente para cobrir todas as áreas das mãos; 3. Esfregue as palmas das mãos uma contra a outra, espalhando o sabonete; 4. Friccione a palma da mão direita sobre o dorso da mão esquerda, entrelaçando os dedos, e repita o movimento com a outra mão; 5. Entrelace os dedos e esfregue bem os espaços entre eles; 6. Esfregue o dorso dos dedos de uma das mãos contra a palma da mão oposta, com movimentos de vai e vem, e repita com a outra mão; 7. Limpe o polegar esquerdo com a palma da mão direita em movimentos circulares e repita do outro lado; 8. Friccione as pontas dos dedos e as unhas de uma mão contra a palma da outra, fazendo movimentos circulares, e troque de lado; 9. Enxágue completamente as mãos com água para retirar todo o sabão; 10. Seque bem as mãos usando papel toalha descartável; 11. Utilize o papel toalha usado para fechar a torneira, caso ela seja de acionamento manual; 6 12. Ao final do processo, suas mãos estarão devidamente higienizadas e seguras. Higienização Antisséptica das Mãos com Antisséptico Degermante e Água Esse tipo de higienização tem como objetivo remover impurezas visíveis e eliminar a microbiota transitória presente nas mãos, além de reduzir significativamente a microbiota residente, utilizando um produto antisséptico. Técnica: A técnica utilizada na higienização antisséptica é a mesma da lavagem simples das mãos. A única diferença está na substituição do sabonete líquido comum por um produto contendo antisséptico degermante, o que potencializa a ação de limpeza e redução dos microrganismos Fricção Antisséptica das Mãos com Preparação Alcoólica O uso de preparações alcoólicas para a higienização das mãos — disponíveis em formas comogel, espuma ou outras (com concentração mínima de 70%) e também em forma líquida (com concentração entre 60% e 80%) — tem como finalidade diminuir a quantidade de microrganismos presentes nas mãos. Esse método pode ser utilizado como substituto da lavagem com água e sabonete líquido, desde que as mãos não apresentem sujeira visível. Vale ressaltar que a fricção com álcool não remove sujidades físicas, apenas reduz a carga microbiana. Técnica: Para realizar corretamente a fricção antisséptica com preparação alcoólica, siga os passos abaixo: 1. Aplique uma quantidade suficiente da solução alcoólica na palma da mão em forma de concha, garantindo cobertura de toda a superfície das mãos; 2. Esfregue as palmas das mãos uma contra a outra; 3. Friccione a palma da mão direita sobre o dorso da mão esquerda, entrelaçando os dedos, e repita o movimento com a outra mão; 4. Esfregue as palmas das mãos entre si, mantendo os dedos entrelaçados; 5. Esfregue o dorso dos dedos de uma das mãos contra a palma da outra, segurando-os com movimentos de vai-e-vem, e faça o mesmo com a outra mão; 6. Esfregue o polegar esquerdo com a palma da mão direita em movimentos circulares e repita o processo com a outra mão; 7 7. Friccione as pontas dos dedos e as unhas de uma mão contra a palma da outra em movimentos circulares e depois troque. Finalidade: • Evitar a transmissão de patógenos ao paciente pelo contato direto ou indireto, prevenindo infecções hospitalares. A técnica correta de retirada também previne contaminação do profissional. Indicações: • Em todos os procedimentos que exijam técnica estéril Procedimento para calçar as luvas: • Retire todos os acessórios das mãos e pulsos, como anéis, pulseiras e relógio; • Realize a higiene correta das mãos, conforme descrito no Procedimento Operacional Padrão (POP) de Higienização das Mãos; • Mantenha distância do campo estéril para evitar contaminação; • Abra cuidadosamente a embalagem das luvas, tocando somente a parte externa, sem comprometer a esterilidade; • Com a mão contrária, segure a primeira luva utilizando uma pinça formada pelo polegar e o indicador, tocando apenas na parte interna da dobra do punho; • Calce a luva mantendo a palma da mão voltada para cima e os dedos juntos, evitando qualquer contato com superfícies, o corpo ou fontes de contaminação; • Com a mão já enluvada (exceto o polegar), segure a parte interna da dobra do punho da segunda luva, expondo sua abertura; • A palma da mão deve estar voltada para cima durante o processo; • Desenrole a dobra do punho com os dedos unidos, tocando unicamente a parte interna da dobra; • Ajuste corretamente as luvas nas mãos. 8 Procedimento para retirar as luvas: • Mantenha as luvas voltadas para baixo, considerando-as contaminadas; • Com a mão ainda enluvada, segure a parte externa da luva no punho; • Puxe a luva, virando-a do avesso ao retirá-la da mão; • Segure a luva removida com a mão que permanece enluvada; • Com a mão já sem luva, segure a parte interna da luva da outra mão, na altura do punho, e remova-a com cuidado. • Tracionar a luva com o mesmo movimento anterior, retirando-a de forma que uma luva permaneça dentro da outra e o lado contaminado para dentro. • Desprezar as luvas. • Realizar a higienização as mãos (ver POP de Higienização das Mãos). Discussões sobre calçar as Luvas Estéril, durante as aulas práticas. Nas aulas práticas, foi abordado, a colocação da luva, no que ela poderia acontecer caso se contaminasse durante a colocação. A professora ordenou, caso isso acontecer, teríamos que jogar a luva fora e começar a colocação do procedimento novamente. Sendo assim, tentar outra vez, sem contaminar a luva. Abordamos também, as consequências que poderiam causar, caso tivéssemos contaminado a luva e já ter o contato direto com o paciente. 9 AULA PRÁTICA ROTEIRO 2 SINAIS VITAIS Os sinais vitais (SSVV) são indicadores do estado de saúde e da garantia das funções circulatórias, respiratória, neural e endócrina do corpo. Podem servir como mecanismos de comunicação universal sobre o estado do paciente e da gravidade da doença. Verificação de: Temperatura, Pulso e frequência cardíaca, Respiração, Pressão arterial, Dor MATERIAIS NECESSÁRIOS: • Bandeja de aço inoxidável • Álcool 70% • Algodão ou gaze • Papel e Caneta • Relógio com ponteiro de segundos • Termômetro digital • Escalas de dor • Estetoscópio • Esfigmomanômetro • Pressão arterial Material: • Bandeja, • estetoscópio e esfigmomanômetro, recipiente com bolas de algodão embebidas em álcool 70%, papel e caneta Procedimento: • Após a lavagem das mãos, • Reunir todo o material e dirigir-se à unidade do paciente, • Orientando-o para o procedimento, O mesmo deve estar em repouso por pelo menos cinco minutos. Em abstenção de fumo ou cafeína nos últimos 30 minutos; 10 • O braço selecionado deve estar livre de vestimentas; • Relaxado e mantido ao nível do coração (aproximadamente no quarto espaço intercostal); • Quando o paciente está sentado, coloca-se o braço por sobre uma mesa; • A pressão arterial poderá estar falsamente elevada caso a artéria braquial fique abaixo do nível do coração. O pulso braquial deve ser palpado para verificar sua integridade. O manguito deve ser centralizado sobre a artéria braquial, com sua borda inferior posicionada cerca de 2,5 cm acima da dobra do cotovelo. O manguito é fixado e o braço deve ser mantido levemente flexionado. Método palpatório 1. Insufla-se o manguito, fechando-se a válvula e apertando-se a “Pêra” rapidamente até o desaparecimento do pulso radial; 2. Verifica-se o valor e acrescenta-se 30 mmHg; 3. Após desinfla-se lenta e completamente o manguito até o aparecimento do pulso, o que é considerado a pressão arterial máxima; 4. Desinfla-se a seguir o manguito rapidamente; O método palpatório só permite a verificação da pressão arterial máxima. Método auscultatório 1. Coloca-se o diafragma do estetoscópio suavemente por sobre a artéria braquial; 2. Insufla-se o manguito suavemente até o nível previamente determinado (30 mmHg acima da pressão arterial máxima verificada pelo método palpatório) e em seguida desinfla-se lentamente, à uma velocidade de 2 a 3 mmHg por segundo; 3. Verifica-se o nível no qual os ruídos são auscultados, o que corresponde à pressão arterial máxima; 4. Continua-se baixando a pressão até o abafamento das bulhas e a seguir o desaparecimento completo dos ruídos, o que corresponde à pressão arterial mínima. Pulso Pulso é uma expansão rítmica e o retrocesso das artérias. Pulso é o resultado de uma onda de pressão produzida pela contração do coração. Pode-se 11 sentir o pulso em qualquer artéria que passa sobre um osso que esteja suficientemente próximo à superfície do corpo. Material: • Bandeja, • Relógio com ponteiro de segundos, • Recipiente com bolas de algodão embebidas em álcool 70%, papel e caneta. Procedimento: 1.Lavar as mãos; 2. Orientar o paciente quanto ao procedimento; 3. Colocar o paciente em posição confortável, sentado ou deitado, porém sempre com o braço apoiado; 4. Realizar o procedimento de acordo com a técnica descrita abaixo; 5. Contar durante 1 minuto inteiro; 6. Lavar as mãos; 7. Anotar no prontuário. Pulso radial A artéria radial encontra-se entre a apófise estiloide do rádio e o tendão dos flexores, sendo que para palpá-los emprega-se os dedos indicador e médio com o polegar fixado no dorso do punho do paciente, sendo que o examinador usa a mão direita para examinar o pulso esquerdo, e vice-versa. Pulso carotídeo As pulsações da carótida são visíveis e palpáveis medialmente aos músculos esternocleiomastoideo. Para suapalpação, devemos colocar o polegar esquerdo (ou o indicador e dedo médio) sobre a carótida direita, e vice-versa, no terço inferior do pescoço, adjacente à margem medial do músculo esternocleiomastoideo bem relaxado, aproximadamente ao nível da cartilagem cricóide Pulso braquial 12 Colocar a mão oposta por debaixo do cotovelo do paciente e utilizar o polegar para palpar a artéria braquial imediatamente medial ao tendão do músculo bíceps, sendo que o braço do paciente deve repousar com o cotovelo esticado e as palmas da mão para cima. Respiração A respiração é o processo através do qual os seres vivos absorvem e expelem o ar juntamente com as substâncias que o compõem Material: • Bandeja, • Relógio com ponteiro de segundos, • Recipiente com bolas de algodão embebidas em álcool 70%, papel e caneta. Procedimento: 1.Lavar as mãos; 2. Orientar o paciente quanto ao exame; 3. Não deixar o paciente perceber que estão sendo contados os movimentos; 4. Contagem pelo período de 1 minuto; 5. Lavar as mãos no término; 6. Anotar no prontuário Temperatura A temperatura corporal é o equilíbrio entre a produção e a perda de calor do organismo, mediado, pelo centro termorregulador, portanto, pode ser verificada na região axilar, inguinal, bucal ou retal. Material: • Bandeja, • termômetro clínico, • recipiente com bolas de algodão embebidas em álcool 70%, • papel e caneta. Procedimento: 1.Lavar as mãos; 2. Orientar o paciente quanto ao procedimento; 13 3. Reunir o material e levar à unidade do paciente; 4. Deixar o paciente deitado ou recostado confortavelmente; 5. Limpar o termômetro com algodão embebido em álcool; 6. Enxugar a axila se for o caso, com as próprias vestimentas do paciente; 7. Descer a coluna de mercúrio até o ponto mais baixo, segurando o termômetro firmemente e sacudindo-o com cuidado; 8. Colocar o termômetro na axila se for o caso, mantendo-o com o braço bem encostado ao tórax; 9. Retirar o termômetro após 5 a 7 minutos; 10. Ler a temperatura na escala; 11. Limpar com algodão embebido em álcool; 12. Lavar as mãos; 13. Anotar no prontuário da paciente DOR Dor é uma desagradável experiência sensorial e emocional, associada a uma lesão tecidual já existente ou potencial. Classificação: - Dor Aguda - Dor Crônica (acima de 6 meses) - Dor Recorrente (períodos de curta duração e que se repete com frequência) Intensidade - Leve - Moderada - Intensa - Muito intensa Serviço Social. Duração - Contínua - Cíclica ou periódica: duração de cada crise e intervalos. Técnica • Lavar as mãos; • Posicionar o paciente de forma confortável; • Explicar o procedimento; • Questionar e anotar conforme verbalização do paciente as características da dor; • Data de início (quando); 14 • Localização (onde), se necessário fazer uso do diagrama corporal (abaixo) o Intensidade (quanto), usar escalas de dor (abaixo) Qualidades (como); • Periodicidade e duração dos episódios; • Fatores de melhora e piora; • Sintomas associados; • Efeitos sobre as atividades da vida diária; • Anotar os resultados. Discussões sobre os Sinais Vitais, durante as aulas práticas. Foi abordado na sala de aula, os equipamentos necessários que precisamos ter em mãos, quando for realizar algum procedimento dos sinais vitais. Utilizamos a própria colegas como cobaia, para medir PA, verificar a FR, a Febre e aprendemos a importância de sempre estar com essas tabelas em mãos ou decoradas. Por que no dia a dia, será muito útil para nós. AULA PRÁTICA ROTEIRO 3 DADOS ANTROPOMÉTRICOS - ADULTO PESO E ALTURA: 15 Vimos que a mensuração do peso e da altura pode ser realizada antes ou durante as consultas eletivas e não é realizada como rotina em todas as unidades de internação. Esses parâmetros são fundamentais para a avaliação do paciente em algumas unidades de atendimento, tais como pediatria, endocrinologia, nefrologia, obstetrícia e cardiologia. ÍNDICE DE MASSA CORPÓREA (IMC): O IMC (ou índice de massa corporal) é um cálculo simples que permite avaliar se a pessoa está dentro do peso que é considerado ideal para a sua altura. MATERIAIS: Mensuração da altura e do peso Balança. 1. Mecânica com regra antropométrica; 2. Digital com regra antropométrica Estadiômetro; 3. Para mensurar com exatidão a altura do paciente; 4. Papel Toalha. Procedimento: • Lavar as mãos • Testar, tarar (nivelar) e travar a balança quando do tipo mecânica 3 • Forrar o piso da balança com papel toalha • Pedir ao paciente para retirar o calçado, o roupão ou excesso de roupa, carteira, celular, entre outros • Auxiliá-lo a subir na balança • Destravar a balança e deslocar o massor do quilograma até o valor do peso estimado do paciente – quando do tipo mecânica • Deslocar o massor do grama até o valor do peso estimado do paciente – quando do tipo mecânica • Registrar o peso do paciente • Auxiliá-lo a virar de costas para a régua antropométrica (Antropômetro) • Orientar e auxiliar o paciente em relação ao posicionamento adequado (cabeça reta, olhando para o horizonte) • Posicionar o Antropômetro de maneira que a barra toque na parte superior da cabeça e registrar a altura Manual de Estágio • Auxiliar o paciente a descer da balança • Auxiliar o paciente, se necessário, a vestir as peças de roupa e os calçados 16 • Higienizar as mãos • Proceder à anotação de enfermagem Discussões sobre Dados Antropométricos durante as aulas práticas. Foi abordado na sala de aula, como devemos tratar o paciente e explicar pra ele o procedimento e os cuidados que devemos ter na hora de pesar. A professora explicou como manusear a balança e lembrou de marcar certinho os pesos e a altura do paciente. AULA PRÁTICA ROTEIRO 4: AVALIAÇÃO NEUROLÓGICA Objetivo Geral: • Coletar informações essenciais para o cuidado de enfermagem. 17 • A frequência da avaliação dependerá da forma como o paciente foi admitido e de sua estabilidade clínica. Aspectos Observados: • Identificação de alterações no sistema nervoso; • Impacto dessas alterações na vida cotidiana do paciente; • Reconhecimento precoce de situações que possam colocar a vida em risco. Procedimentos: A avaliação neurológica será realizada de forma individualizada, respeitando o estado clínico do paciente, e pode ocorrer com ele: • Deitado • Sentado • Em pé Materiais Necessários: • Lanterna com pupilômetro • Escala de Coma de Glasgow • Escala de Força Muscular Avaliação do Nível de Consciência: • Capacidade de despertar • Estado de alerta • Manutenção da vigília • Avaliação do conteúdo da consciência (envolvendo as funções mentais cognitivas e emocionais) • Habilidade de se comunicar (linguagem) • Memória • Capacidade de julgamento e crítica • Percepção do ambiente • Respostas a estímulos (podem estar comprometidas em casos de perda de consciência) • Avaliação do Nível de Consciência Escala de Coma de Glasgow - Visa diminuir a subjetividade • Padronizar os registros • Linguagem uniforme 18 • Registro simples e fácil Avalia a consciência por meio de 3 indicadores: • Abertura ocular • Melhor resposta verbal • Melhor resposta motora Locais para estimulação física: • Pressão na extremidade dos dedos • Pinçamento do trapézio • Incisura supraorbitária Escala de Coma de Glasgow – Sem Avaliação da Reatividade Pupilar Pontuação: • Pontuação máxima: 15 pontos • Pontuação mínima: 3 pontos • Indicativo de coma: pontuação igual ou inferior a 8 Procedimento de Avaliação: 1. Observação Inicial: • Ao entrar no quarto ou enfermaria, já comece observando o pacienteà distância. • Aproxime-se e avalie se há abertura ocular espontânea. 2. Se houver abertura ocular espontânea: • Dê continuidade ao exame. • Verifique se o paciente está orientado quanto ao tempo, espaço e identidade pessoal. • Faça perguntas objetivas para avaliar memória, atenção, concentração e linguagem. 3. Se não houver abertura ocular espontânea: • Inicie estímulo auditivo com voz em tom normal. 19 • Se houver resposta verbal, avalie a orientação (tempo, espaço e identidade pessoal). • Faça perguntas pontuais para verificar memória, atenção, concentração e linguagem. 4. Se não houver resposta ao estímulo auditivo com voz normal: • Aumente o volume da voz. • Se ainda assim não houver resposta, tente estímulos como bater palmas ou estalar os dedos. • Caso haja resposta, avalie a orientação e faça perguntas específicas para analisar funções cognitivas. 5. Se continuar sem resposta: • Aplique estímulo tátil, tocando o braço do paciente. • Na ausência de resposta, recorra ao estímulo doloroso na base da unha (leito ungueal) ou na região esternal. • Aplique pressão no local escolhido. • Se o paciente responder verbalmente, avalie sua orientação e prossiga com perguntas pontuais sobre memória, atenção, concentração e linguagem. 6. Avaliação da Resposta Motora: • O ideal é que o paciente responda a comandos motores do profissional, movimentando os membros conforme solicitado. • Caso não haja resposta voluntária, aplique estímulo doloroso e observe: • Se o paciente leva a mão até o local do estímulo; • Se há flexão rápida do braço sem movimentos anormais; • Se há flexão dos braços com postura anormal (decorticação); • Se há extensão dos braços (descerebração); • Se não há movimento nos braços ou pernas e não existe impedimento motor. 7. Registro da Avaliação: • Em cada um dos três itens da escala, registre a melhor resposta obtida. • Se algum fator impossibilitar a avaliação de um item, marque como “Não Testável (NT)”. • Some os pontos dos três critérios. 8. Reatividade Pupilar (opcional): • Levante com cuidado as pálpebras do paciente e direcione uma luz para os olhos. 20 • Registre a resposta da pupila à luz. • Subtraia a pontuação da resposta pupilar do total previamente obtido. • Registre a pontuação final do paciente. AVALIAÇÃO PUPILAR Sua avaliação é feita através de um estímulo luminoso apontado ao olho, esperando obter resposta pupilar bilateral e simétrica, pela ativação do nervo oculomotor. Na avaliação das pupilas será importante pesquisar os seguintes dados: • Reatividade; • Simetria; • Forma; • Diâmetro. A reatividade demonstra o funcionamento dos III e IV pares cranianos. Quando ocorre reação pupilar à luz, é dita que houve reação foto motora (RFM +). Caso não houver reação pupilar, afirmamos que a reação é foto motora negativa (RFM –). Sendo assim, a simetria das pupilas é classificada de acordo com a reação foto motora aplicada a elas e também envolve a forma que está se apresenta. Técnica para avaliação das pupilas: O reflexo foto motor das pupilas depende do nervo óptico e do nervo oculomotor. • A foto reação é observada com o auxílio do foco de luz de uma lanterna. • Deve-se fechar o olho do paciente; • Aguardar alguns segundos; • Logo após, devemos levantar rapidamente a pálpebra dirigindo o foco de luz diretamente sobre a área da pupila; • Observar o resultado; • Repetir do outro lado • Registrar em prontuário os dados obtidos. Velocidade de reação • Normal: constrição rápida; • Alterações: constrição lenta, arreativa ou fixa. Tipos de pupilas • Isocóricas: são do mesmo tamanho e reagem à luz; • Anisocóricas: quando apresentam tamanhos diferentes, ou seja, uma está 21 contraída e a outra dilatada; • Midríase: quando estas se apresentam grandes e dilatadas; • Mióticas: quando ambas estão contraídas e não apresentam reação à luz. A avaliação pupilar deve ser utilizada em toda avaliação neurológica, com intervalos regulares, principalmente nos pacientes que possuem patologias neurológicas, estes devem ser avaliados de hora em hora nas primeiras 12 horas ou conforme orientação médica. Escala de Glasgow A escala de Glasgow foi criada em 1974, por Jennett e Teasdale, professores de neurologia no Instituto de Ciências Neurológicas de Glasgow, na Escócia. A unidade era líder em pesquisas sobre lesões cerebrais e o método de avaliação se tornou referência nesse campo. Essa escala se baseia em uma avaliação de valor máximo de 15 pontos, divididos em três categorias, utilizada para estimar e categorizar os resultados de lesões. As funções avaliadas são: • Resposta visual; • Resposta verbal; • Resposta motora. Classificação da lesão: Lesão leve (Pontuação: 13-15) • É o tipo mais comum de avaliação em lesões cranioencefálicas. • Algumas pessoas que sofrem esse tipo de lesão sofrem com os seus sintomas por um ano ou mais • Os sintomas incluem fadiga, dores de cabeça, tonturas, entre outros. Lesão moderada (Pontuação: 9-12) • As lesões moderadas são caracterizadas pela perda de consciência por mais de 30 minutos e apresentam danos físicos ou cognitivos. Lesão grave (Abaixo de 8) • Os pacientes que apresentam uma lesão com pontuação abaixo de oito (sendo três o valor mínimo) estão inconscientes, o que caracteriza o estado de coma, tendo a necessidade de intubação imediata. 22 Discussões sobre a Avaliação Neurológica, durante as aulas práticas. Durante as aulas práticas, foi discutida a Avaliação Neurológica, com destaque para os erros que podem ocorrer durante sua realização. A professora demonstrou o procedimento passo a passo, utilizando uma lanterna e um boneco de intubação, e compartilhou experiências de sua prática como enfermeira de plantão, destacando situações em que equívocos ocorreram, enriquecendo o aprendizado dos alunos. AULA PRÁTICA ROTEIRO 5 AVALIAÇÃO CABEÇA E PESCOÇO Objetivos gerais: Avaliar os órgãos do sentido, os quais são de importância para o indivíduo proteger- se das ameaças externas mediante a visão, audição, olfato e paladar. Procedimentos gerais: Reunir os materiais 23 Higienizar as mãos Garantir ambiente adequado Explicar o procedimento ao paciente Posicionar o paciente - quando possível deve ser colocado sentado O enfermeiro deverá utilizar técnicas de inspeção e palpação Materiais necessários: • Lanterna • Pupilômetro • Espátula • Otoscópio CABEÇA Observar a posição da cabeça Ideal: • Ereta • Equilíbrio • Sem movimentos anormais atentar-se a: • Má postura • Tiques • Inflamação das meninges CRÂNIO • Tamanho varia com a idade e biótipo adequado para idade • Microcefalia • Macrocefalia • Couro cabeludo • Higiene • Distribuição do cabelo • Quantidade de cabelo • Coloração do cabelo Manual de Estágio • Alopécia • Descamação o Seborreia o Parasitose • Lesões localizadas • Saliências (abaulamento) • Cistos sebáceos • Tumores ósseos • Hematomas • Depressão 24 FACE • Coloração • Palidez • Icterícia • Cianose • Manchas localizadas (eritema malar, cloasma gravídico) Fácies • Edema periorbicular bilateral • renal • Cushingoide • Hiperfunção suprarrenal • Acromegalia • hiperfunção hipófise • Etílica Serviço Social OLHOS • Pálpebras • avaliar Abertura • Fechamento – • Mobilidade do globo ocular (laterais, para cima e para baixo) • Presença de edema palpebral • Presença de processos inflamatórios folículos pilosos e glândulas sebáceas Conjuntiva • Coloração • Congestão • Presença de secreções • Hemorragia Esclerótica • Branca ou levemente amarelada nas extremidades • Presença de icterícia Córnea • Transparente • Pode apresentar lesões ulceradasou pacificadas TESTE INDEX NARIZ: • Testar coordenação nas extremidades superiores Técnica • Explicar o procedimento para o cliente 25 • Solicitar que o mesmo fique em pé • Pedir para estender os membros superiores lateralmente • Orientar o mesmo a tocar a ponta do nariz com o indicador, alternando lado D/E • Uma mão de cada vez, acelerando o movimento • Posteriormente com olhos fechados TESTE DE FORÇA MUSCULAR • Verificar a dependência ou independência do paciente para realizar atividades físicas • Comparar um membro com o membro do lado oposto do corpo • Tônus muscular • Força • usar escala de força muscular Técnicas: • Tônus muscular • Palpar os grupos musculares em repouso e em movimento: • Flacidez • lesão de neurônio inferior • Rigidez • lesão de gânglio basal • Espasticidade • lesão de neurônio motor superior Serviço Social Força muscular • Paciente consciente (aplicar escala de força muscular) MMSS • Estender os MMSS, cruzar o antebraço e solicitar para apertar as mãos do avaliador, ao mesmo tempo • Verificar se a força está igual no membro E/D • Também é aplicado o teste de resistência gravitacional • Solicitar que o paciente deixe os braços abertos • Forçar os mesmos contra a gravidade • Avaliar se o cliente consegue manter a posição • Deitar sobre a cama: estender, flexionar, elevar e abaixar um membro por vez • Observar o modo de caminhar • Observar o balanço dos braços • Firmeza na deambulação AVALIAÇÃO DA SENSIBILIDADE • Avalia-se se os receptores sensitivos do corpo (dermátomos) transmitem impulsos 26 para o córtex sensitivo • Solicitar que o paciente feche os olhos • Encostar gaze ou algodão seco na superfície corporal (MMSS, tronco e MMII) • Verificar se o paciente refere a percepção dos estímulos • Comparar o hemicorpo direito com o esquerdo • Solicitar que o paciente feche os olhos • Encostar e comprimir levemente um objeto de ponta romba na superfície corporal (MMSS, tronco e MMII) • Verificar se o paciente refere a percepção dos estímulos • Comparar o hemicorpo direito com o esquerdo • Solicitar que o paciente feche os olhos • Encostar um tubo de ensaio contendo água fria e água quente na superfície corporal (MMSS, tronco e MMII) • Verificar se o paciente refere a percepção dos estímulos • Comparar o hemi corpo direito com o esquerdo Discussões sobre avaliação cabeça e pescoço, durante as aulas práticas. Foi discutido com a turma, sobre as avaliações, a professora mostrou a inspeção e palpitação no boneco de intubação. Apresentou um Slide sobre o assunto abordado e foi explicando, conforme mostrava no boneco os passos AULA PRÁTICA ROTEIRO 6 AVALIAÇÃO CARDIOCIRCULATÓRIA Objetivos gerais: • Avaliar por meio das técnicas de inspeção, palpação e ausculta o aparelho circulatório. • Identificar características fisiológicas e possíveis alterações no aparelho cardiocirculatório. Procedimentos gerais: • Reunir os materiais • Higienizar as mãos • Garantir ambiente adequado 27 • Explicar o procedimento ao paciente • Posicionar o paciente • O enfermeiro deverá utilizar técnicas de inspeção, palpação e ausculta. Materiais necessários: • Estetoscópio Algodão Álcool 70% Manifestações clínicas mais comuns: • Dispneia • Fadiga • Precordialgia • Desconforto no peito • Palpitações • Desmaio • Edemas • Variações na PA e FC • Diurese • Cianose INSPEÇÃO E PALPAÇÃO Posicionamento do cliente no leito Confortável? Qual sua posição? Está em decúbito dorsal, posição ortostática ou sentado? Parece tranquilo ou inquieto? Apresenta dispneia ou cansaço ao responder as perguntas Avaliação da Jugular • Normalmente não são visíveis • Ingurgitamento deve desaparecer com decúbito de 30º • Se ingurgitada em decúbito acima de 45º: • Bilateral • Sugestivo de Insuficiência cardíaca • Unilateral • Compressão tronco braquiocefálico AVALIAÇÃO GERAL DO TÓRAX • Formato tórax (será focado na avaliação respiratória) 28 • Simetria • Condições da Pele • Coloração (manchas, palidez) • Pigmentação • Integridade • Irregularidades (massas, hematomas, cistos) • Movimentos torácicos (será focado na avaliação respiratória) • Simetria Discussões sobre Avaliação Cardiocirculatória, durante as aulas práticas. Foi abordado nas aulas práticas, os passos a passo sobre a avaliação cardíaca. A professora acrescentou uns vídeos mostrado os ruídos e sons do coração. Tivemos contato pela primeira vez com o Estetoscópio e eu escutei pela primeira vez a batida do meu coração e consegui identificar os focos. AULA PRÁTICA ROTEIRO 7 AVALIAÇÃO RESPIRATÓRIA Inclui os aspectos do exame físico geral pertinentes ao aparelho respiratório, como alterações da coloração da pele e mucosas, baqueteamento digital, formato do tórax, tipo de respiração, ritmo e amplitude da respiração, tiragem e utilização de musculatura acessória, expansibilidade, palpação, percussão e ausculta do tórax. INSPEÇÃO E PALPAÇÃO Ectoscopia: Observar a coloração das mucosas, baqueteamento, forma do tórax Padrão respiratório: Observar o tipo, ritmo e amplitude da respiração 29 Sinais de esforço e utilização de musculatura acessória: batimento de aletas nasais, musculatura cervical, tiragem intercostal, musculatura abdominal. Posições: Em decúbitos dorsal, laterais, sentado e ortostatismo Observar: • Abaulamentos; • Impulsões de borda esternal; • Retrações; • Malformações torácicas; • Batimentos ou Movimentos; • Frêmitos; • pontos dolorosos; • enfisema subcutâneo AVALIAÇÃO DA EXPANSIBILIDADE TORÁCICA Conceito: A parede torácica é composta por pele, tecido subcutâneo, músculos, cartilagens e ossos. Procedimento: • Lave as mãos antes e depois de examinar o paciente. • O profissional deve posicionar-se atrás do paciente. • O exame deve começar pelas regiões superiores dos pulmões (ápices), descendo gradualmente até as partes inferiores (bases). • Coloque as mãos abertas sobre o tórax, de forma que os polegares se encostem levemente em um ângulo quase reto. • Os demais dedos devem repousar suavemente sobre a parede torácica, ligeiramente dobrados. • Na região das bases pulmonares, os dedos devem estar firmemente aderidos ao tórax, e o examinador, preferencialmente, deve estar sentado. 30 • Peça ao paciente que respire profundamente e observe o movimento das mãos, principalmente a separação dos polegares a partir da linha média da coluna (linha médio-espinhal). • A expansão pulmonar pode ser considerada normal ou reduzida (de forma unilateral ou bilateral). Como Registrar um Exame Normal: • Expansibilidade torácica normal e simétrica. AVALIAÇÃO DO FRÊMITO TÓRACO-VOCAL (FTV) Conceito: É o exame das vibrações percebidas pela mão do examinador, encostada na parede torácica, quando o paciente emite algum som. Procedimento: Antes e após examinar um paciente lave as mãos. O examinador deve se colocar atrás do paciente. Iniciar o exame pelo alto e ir deslocando a mão em direção às bases, em cada uma das faces torácicasPousar a mão espalmada, ora de um lado, ora do outro, com os dedos levemente estendidos, sobre as regiões do tórax a serem examinadas ao mesmo tempo em que o paciente vai falando em voz alta ―trinta e três‖. Compara-se um lado com o outro e observa-se o aumento, a diminuição e o desaparecimento do FTV, (unilateral ou bilateralmente). REGISTRO DO EXAME NORMAL: FTV normal e simétrico PERCUSSÃO TORÁCICA Procedimentos: Antes e após examinar um paciente lave as mãos. Para a percussão das faces anterior e laterais, o paciente pode estar deitado ou assentado. Na percussão das faces laterais o paciente deve colocar a mão na cabeça. Já a percussão da parede posterior deve serfeita com o paciente na posição sentada. Utiliza-se a percussão dígito-digital, indo de cima para baixo em cada face. 31 Ir golpeando os espaços intercostais ora de um lado, ora do outro, e ir comparando os sons obtidos. Manter a força do golpe constante. Identificar os 3 sons pulmonares à percussão e as áreas em que ocorrem. Comparar o exame com pessoas magras, musculosas e obesas. Percussão do tórax: hipersonoridade, submacicez e macicez REGISTRO DO EXAME NORMAL: Sons pulmonares normais e sem sinais de cardiomegalia. AUSCULTA PULMONAR A ausculta constitui o método semiótico por excelência da exploração clínica do tórax para o exame dos pulmões. Percorrer todo o tórax anterior e posterior, sempre comparando regiões homólogas. SONS ANORMAIS Tipos: Som traqueal, respiração brônquica, respiração bronco-vesicular, murmúrio vesicular. Podem estar: fisiológicos; aumentados; diminuídos; abolidos. Material: • Estetoscópio Procedimentos: Antes e após examinar um paciente lave as mãos. Colocar o paciente em posição assentada. Colocar corretamente as olivas do estetoscópio nas orelhas. Solicitar ao paciente que respire lenta e profundamente, com a boca aberta. Iniciar o exame pelos ápices e ir deslocando o estetoscópio em direção às bases. Compara-se um lado com o outro, observando-se os sons pulmonares fisiológicos e a presença de ruídos adventícios (extras, anormais). Observam-se também as fases de inspiração ou de expiração e se há prolongamentos dela Discussões sobre a Avaliação Respiratória, durante as aulas práticas. Foi discutido na sala o assunto abordado acima. A professora mostrou os vídeos em relação aos Roncos, e o que pode ser. Explicou perfeitamente passo a passo de como escutar e palpitar o tórax. 32 AULA PRÁTICA ROTEIRO 8 AVALIAÇÃO ABDOMINAL Preparo: Paciente com abdome despido e mantendo demais áreas cobertas. Atentar para ambiente aquecido, bem como estetoscópio. Cercar com biombos. Higienização das mãos. Materiais: • Estetoscópio, • Fita métrica ou régua (20 cm), • Caneta marcadora e dois travesseiros pequenos. Posição: Decúbito dorsal com travesseiro sob a cabeça e outro sob os joelhos ou joelhos dobrados, braços ao longo do corpo. Semiotécnica: inspeção, ausculta, percussão e palpação. Inspeção: Frontal e tangencial: Observar forma e contorno (plano, escavado, 33 globoso, protuso, avental); simetria (abaulamentos, retrações, herniações, massas visíveis); Deformidades Frontal: Características da pele (cicatrizes, lesões e estrias, icterícia, equimoses, pele distendida e brilhante na ascite, demais alterações); Ocorrência de movimentos e pulsações visíveis na pele (movimento respiratório abdominal, peristaltismo, pulso aórtico); Presença de circulação colateral; Localização da cicatriz umbilical(invertida/evertida); Parâmetro normal: Ruídos hidroaéreos presentes (RHA+). Avaliar intensidade: normais, hipo ou hiperativos. Sons hiperativos tipo borborigmos são normais em área de projeção do estômago ou na ocorrência de gases e aumento da motilidade. Anormal: Ausência de sons auscultar por 5 minutos. Ruídos vasculares: observar presença de ruídos vasculares sobre as artérias aorta, renais, ilíacas e femorais. Usualmente nenhum som é detectado, mas pode ser detectado normalmente som sistólico e anormalmente um sopro. Percussão Auxilia na determinação do tamanho e localização das vísceras sólidas e na avaliação da presença e distribuição de gases, líquidos e massas. Inicia-se no quadrante inferior direito. Sons produzidos: Timpânico é o som predominante, característico sobre intestino e espaço de Traube. Hipertimpanismo presente quando há distensão gasosa. Maciços ou submaciços são percebidos sobre órgãos sólidos como o fígado, o baço ou sobre vísceras preenchidas por líquido ou fezes. Palpação Palpação superficial(1cm): pressiona-se de forma delicada a superfície abdominal, aproximadamente 1 cm, com os movimentos suaves e em sentido horário, evitando golpes súbitos. Permite reconhecer a sensibilidade, a integridade anatômica e a tensão da parede abdominal e identificar massas. Parâmetro normal: É indolor à palpação, abdome flácido. Distinguir entre resistência voluntária, chamada de defesa, e a contratura muscular involuntária, característica da resposta inflamatória do peritônio. Palpação profunda(5cm): Delimita mais precisamente os órgãos abdominais e 34 detecta massas menos evidentes. Com o paciente respirando pela boca, com a mandíbula entreaberta, a parede abdominal é deprimida em profundidade (5cm) a cada expiração. Com maior pressão, verifica-se tamanho, forma, consistência, localização, sensibilidade, mobilidade e pulsações de órgãos ou massas. Pode-se usar as duas mãos, uma sobre a outra, técnica bimanual. Observar expressão do paciente em busca de manifestação de desconforto ou dor. Procedimentos: Sinal de descompressão brusca dolorosa na avaliação da dor abdominal sugestiva de irritação peritoneal e associado a apendicite aguda. Conhecido como sinal de Blumberg, Dor ou piora da dor à compressão e descompressão súbita do ponto de McBurney (situado dois terços da distância da cicatriz umbilical à espinha ilíaca anterossuperior direita). - Sinal de Rosving: é identificado pela palpação profunda e contínua do quadrante inferior esquerdo que produz dor intensa no quadrante inferior direito, mais especificamente na fossa ilíaca direita, sinal este também sugestivo de apendicite aguda. Sinal de Murphy: QSD, sob borda hepática, comprimir e solicitar ao paciente que inspire profundamente. A resposta de dor intensa no ponto pressionado e a interrupção súbita da inspiração caracterizam o sinal de Murphy, indicativo de colecistite aguda. Sinal de Jobert Presença de timpanismo na região da linha hemiclavicular direita onde normalmente se encontra macicez hepática, caracteriza pneumoperitônio, ar livre na cavidade abdominal por perfuração de víscera oca. Palpação: Posicione o paciente em decúbito lateral direito, mantenha-se à direita com o dorso voltado para a cabeceira da cama. Com as mãos paralelas fletidas em garra, deslize-as desde a linha axilar média, hipocôndrio E até o epigástrio. Esse órgão somente é palpável nas esplenomegalias resultantes de alterações patológicas. Fígado **O fígado normal é indolor, com borda firme, macia e lisa. Frequentemente é impalpável Palpação Técnica Bimanual: Mantenha-se à direita; mão esquerda sob o tórax posterior direito do paciente, na altura da 11 ª e 12ª costelas. A mão direita é colocada sobre o abdome e exerce compressão para dentro e para frente, enquanto a mão esquerda pressiona o tórax posterior para cima e o paciente inspira profundamente, de modo a deslocar o fígado para baixo, tentando-se sentir sua 35 borda Palpação Técnica com as mãos em garra: Á direita do paciente, voltado na direção de seus pés, palpando o abdome na linha do rebordo costal direito. Solicita-lhe que inspire profundamente, ao mesmo tempo em que pressiona a parede do abdome para dentro e para cima. O fígado normal é palpável, durante a inspiração, cerca de 3 cm abaixo do rebordo costal à direita na linha hemiclavicular. Percussão (hepatimetria): Envergadura do fígado normal entre 6 e 12cm na LHD. Aorta Palpação: Utilizando o polegar e os dedos opostos, palpe a pulsação aórtica na região epigástrica, discretamente para a esquerda na linha média. Largura normal 2,5 a 4 cm e pulsa em direção anterior. Técnicas de para verificação de Ascite este do piparote e teste da macicez móvel. Discussões sobre Avaliação Abdominal, durante as aulas práticas. Foi presentado no Slide, professora explicou super bem. Usamos nossa colega de sala como cobaia. Nelapodemos identificar os quadrantes e fazer a Ausculta do abdômen dela. 36 AULA PRÁTICA ROTEIRO 9 EXAME CLÍNICO DAS MAMAS Exame Clínico das Mamas O exame das mamas é dividido em três etapas: inspeção estática, inspeção dinâmica e palpação. Inspeção Estática A paciente deve estar sentada, de frente para o examinador, com o tórax descoberto e os braços relaxados ao longo do corpo. Nessa fase, observam-se possíveis alterações na pele, como mudanças de cor, cicatrizes, assimetrias entre as mamas, alterações nos contornos, retrações ou áreas abauladas. Dá-se atenção especial às aréolas e papilas mamárias. Em adolescentes ou pacientes com suspeitas de síndromes genéticas, é importante avaliar o estágio de desenvolvimento mamário conforme a classificação de Tanner. Essa classificação utiliza critérios relacionados ao crescimento das mamas e ao aparecimento de pelos pubianos, permitindo identificar o grau de maturação sexual feminina durante a puberdade. 37 Inspeção Dinâmica Esta etapa utiliza manobras específicas para destacar possíveis retrações ou deformações que podem indicar alterações malignas, além de verificar o envolvimento de músculos, pele e estruturas ósseas do tórax. As manobras incluem: • Pedir que a paciente levante os braços acima da cabeça e depois os abaixe, pressionando com as mãos os ossos do quadril, ativando os músculos peitorais. • Solicitar que incline o tronco para frente com os braços estendidos lateralmente, útil especialmente em pacientes com mamas volumosas ou pendulares, facilitando a visualização de retrações no complexo aréolo-papilar, o que pode indicar presença de lesão maligna. Palpação A palpação deve abranger as mamas, axilas e fossas supra e infraclaviculares. A paciente deve estar deitada de costas (decúbito dorsal), com os braços posicionados atrás da cabeça. Utiliza-se a face palmar da mão para examinar a mama em movimentos circulares no sentido horário, começando pela parte mais externa e indo até o centro, onde se localiza o complexo aréolo-papilar. Quando necessário, complementa-se o exame com a ponta dos dedos (polpas digitais), aplicando pressões de diferentes profundidades (superficial, média e profunda). Para a palpação da axila esquerda, o examinador deve apoiar o braço esquerdo da paciente com seu próprio braço esquerdo (em ângulo de 90° em relação ao tórax), e usar a mão direita para examinar todos os níveis da cadeia axilar e as fossas claviculares. Para o lado direito, faz-se o inverso: o braço direito da paciente é sustentado com o braço direito do examinador, que utiliza a mão esquerda para a palpação. Expressão Papilar A expressão (compressão) dos mamilos deve ser feita de forma sistemática somente se houver relato de secreção espontânea ou se forem encontrados nódulos. Caso realizada, devem ser anotados: cor, consistência, volume e localização precisa da secreção. Discussões sobre Exame Clínico das Mamas, durante as aulas práticas. 38 Foi explicado e dado pra gente, uma amostra de 3 Mamas, uma normal, outra com nódulos e a última com bastante nódulos. Nela conseguimos identificar, aprender a realizar o exame AULA PRÁTICA ROTEIRO 10 EXAME CLÍNICO DOS ÓRGÃOS GENITAIS EXTERNOS FEMININOS Procedimentos gerais: Higienizar as mãos Garantir ambiente adequado Explicar o procedimento ao paciente Posicionar o paciente O enfermeiro deverá utilizar as técnicas de inspeção e palpação Materiais necessários: Luvas de procedimento Foco de luz Exame da Genitália Externa Feminina Para realizar o exame da genitália externa, a paciente deve ser posicionada adequadamente na posição ginecológica. Solicita-se que ela deslize até a extremidade da mesa de exame, de modo que as nádegas ultrapassem ligeiramente sua borda. As coxas devem permanecer fletidas, abduzidas e rotacionadas externamente ao nível dos quadris. A paciente deve estar coberta da metade do abdômen até os joelhos, com a cabeça apoiada em um travesseiro. Antes de iniciar o exame, o profissional de saúde deve explicar cada etapa do procedimento à paciente. O examinador deve se posicionar sentado em frente à genitália, com iluminação 39 adequada previamente ajustada, utilizar luvas descartáveis e realizar todos os movimentos com delicadeza, evitando ações bruscas ou inesperadas, sempre observando as reações da paciente. Inspeção da Vulva A observação da genitália externa inclui: • Monte de Vênus • Grandes lábios • Região perineal Ao afastar os grandes lábios, inspecionam-se: • Pequenos lábios (lateralmente) • Clitóris • Meato uretral • Vestíbulo vulvar • Hímen ou carúnculas himenais • Fúrcula vaginal A palpação das glândulas de Bartholin é indicada caso haja histórico de infecção ou cisto na região. O procedimento é feito introduzindo o dedo indicador na vagina, próximo à extremidade posterior do introito, enquanto o polegar pressiona externamente a parte posterior dos grandes lábios. Em adolescentes ou pacientes com suspeitas de síndromes genéticas, é realizada a avaliação da pilificação púbica conforme os estágios de Tanner, que servem como referência para o desenvolvimento sexual. Aspectos Específicos na Inspeção: • Monte de Vênus: Avaliar o padrão de pelos pubianos, que normalmente tem forma triangular com a base voltada para cima, mesmo em pacientes que fazem depilação. Em casos de queixa de coceira, deve-se descartar doenças dermatológicas. 40 • Grandes lábios: Observar presença de lesões (granulomatosas, herpéticas, condilomatosas), alterações de cor, doenças epiteliais benignas ou possíveis sinais de câncer. • Pequenos lábios: Analisar simetria e coloração, já que são estruturas influenciadas pelos hormônios estrogênicos e podem ser acometidas por infecções ou lesões malignas. • Clitóris: Verificar o tamanho, que normalmente não ultrapassa 1 cm. • Meato uretral: Observar se há presença de carúncula uretral. • Vestíbulo vulvar: É a área delimitada anteriormente pelo clitóris, lateralmente pelos pequenos lábios e posteriormente pela fúrcula vaginal. Nessa região estão os orifícios da uretra, das glândulas de Skene e da vagina, onde podem surgir infecções, secreções (leucorreias), distopias ou lesões malignas. • Hímen: Estrutura que separa o vestíbulo da vagina, podendo estar íntegro ou rompido, formando carúnculas himenais. • Fúrcula vaginal: Resultado da junção dos grandes lábios na parte posterior mediana da vulva. • Região perineal: Área entre a fúrcula vulvar e o ânus, onde devem ser observadas possíveis cicatrizes, geralmente decorrentes de partos vaginais. Inspeção Dinâmica Para complementar o exame visual, pode-se realizar a manobra de Valsalva, que consiste em pedir à paciente que faça força como se estivesse evacuando. Isso permite avaliar a presença de distopias genitais (como prolapsos) e incontinência urinária. Discussões sobre Exame Clínico dos Órgãos Genitais Externos Femininos, durante as aulas práticas. Durante a aula, foi discutido e explicado como são realizados os exames de toque ginecológico e os procedimentos utilizados pela médica ginecologista para a visualização e avaliação da região íntima da paciente. Também foi apresentado um modelo anatômico que permitia observar apenas as estruturas externas dos órgãos genitais femininos, facilitando a compreensão da anatomia e da técnica utilizada nos exames clínicos 41 AULA PRÁTICA ROTEIRO 11 EXAME CLÍNICO DOS ÓRGÃOS GENITAIS EXTERNOS MASCULINOS Procedimentos gerais: Higienizar as mãos Garantir ambiente adequado Explicar o procedimento ao paciente Posicionar o paciente O enfermeiro deverá utilizar as técnicas de inspeçãoe palpação. Materiais necessários Luvas de procedimento Foco de luz EXAME FÍSICO DOS ORGÃOS SEXUAIS Para uma melhor inspeção tanto da região inguinal quanto dos órgãos genitais externos, o paciente deverá estar em pé, com as pernas afastadas, e o clínico sentado. Para a região ano-retal, o paciente deverá curvar-se para frente, afastando as nádegas com suas próprias mãos ou, melhor, deve estar deitado em decúbito lateral com leve anteflexão do tronco e da coxa. Observar e palpar cadeias ganglionares e quaisquer outras tumorações, ulcerações, fístulas, fissuras etc. Notar possíveis desvios do eixo peniano, aberturas anômalas da uretra, assimetria 42 testicular, processo inflamatório da bolsa escrotal. Quando for efetuado o toque retal à procura de tumorações, saliências e de alterações da próstata, recomenda-se o uso de lubificantes Discussões sobre Exame Clínico dos Órgãos Genitais Externos Masculinos, durante as aulas práticas. Durante a aula, foi discutido e explicado como são realizados os exames de próstata, incluindo os procedimentos utilizados para avaliação clínica dessa glândula. Também foi apresentado um modelo anatômico que permitia visualizar apenas as estruturas externas dos órgãos genitais masculinos, auxiliando na compreensão da anatomia e na contextualização dos exames 43 AULA PRÁTICA ROTEIRO 12 AVALIAÇÃO DO SISTEMA URINÁRIO Procedimentos gerais: Higienizar as mãos Garantir ambiente adequado Explicar o procedimento ao paciente Posicionar o paciente O enfermeiro deverá utilizar as técnicas de inspeção, percussão e palpação Sinais e Sintomas: Poliúria, Oligúria, Anúria, Polaciúria, Hematúria, Piúria, Dor, Anemia, Aumento de ureia Creatinina plasmáticas, Alteração nos eletrólitos Náuseas e vômitos. Hipovolemia: Estágio • Ganho ponderal • Edema de MMII Hipertensão arterial Anamnese: Queimação, dor, urgência miccional ou hesitação para urinar; Hematúria; Cor e odor da urina Presença de febre nos últimos dias; Dores nas costas – D ou Dores nas costas que irradiam para baixo-ventre e seguem em direção às coxas; Perdas urinárias aos esforços; Sensação de urgência para urinar; Urina residual; Nictúria. Inspeção realizar inspeção da urina: Coloração, Aspecto, Odor, verificar insuficiência renal. Observar edema: Periorbital, Sacral, Extremidades Mudança na coloração da pele 44 Turgescência da pele Estado mental Peso, Débito urinário Observar abaulamentos no flanco e em fossa ilíaca correspondente: Hidronefrose, Tumor renal Retenção Urinária com distensão vesical: Observar se é possível visualizar abaulamento na região suprapúbica, que pode estender-se até a região umbilical. Percussão da Bexiga: Sua realização se dá na região suprapúbica 5 cm acima da sínfise púbica Percussão direta ou indireta. Discussões sobre Avaliação do Sistema Urinário, durante as aulas práticas. Foi explicado na aula o assunto abordado e mostrado um vídeo de como era realizado a palpitação e ausculta do Sistema urinário. Não foi mostrado pessoalmente nas aulas 45 46 47 48 49 50 51 Conclusão As aulas práticas realizadas na sala de Enfermagem proporcionaram uma valiosa oportunidade de aprofundar o conhecimento psicossocial e as técnicas de avaliação clínicas abordadas ao longo das atividades. Foram estudadas estratégias adequadas para o acolhimento e o tratamento humanizado dos pacientes, bem como a identificação de sinais clínicos, como os sopros cardíacos. Durante as práticas, utilizamos equipamentos fundamentais da rotina de enfermagem, como o estetoscópio, esfigmomanômetro, relógio com ponteiro de segundos, escalas de avaliação da dor e termômetro. Além disso, tivemos acesso a materiais didáticos específicos, como modelos anatômicos de mamas e um manequim utilizado para simulações de intubação. Esses recursos foram essenciais para o aprendizado das técnicas de ausculta, palpação e inspeção, permitindo uma experiência prática enriquecedora e alinhada à formação profissional em enfermagem 52 BIBLIOGRAFIA. BARROS, Alba Lúcia Bottura Leite de; COLS. Anamnese e exame físico: avaliação diagnóstica de enfermagem no adulto. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2016. KAWAMOTO, Emilia Emi; FORTES, Julia Ikeda; TOBASE, Lucia. Fundamentos de enfermagem. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. POSSO, Maria Belén Salazar. Semiologia e semiotécnica de enfermagem. São Paulo: Atheneu, 2010. SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA. 7ª diretriz brasileira de hipertensão arterial. Arquivos Brasileiros de Cardiologia, v. 107, supl. 3, p. 1-83, 2016. BRASIL. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Assistência segura: uma reflexão teórica aplicada à prática. Série Segurança do Paciente e Qualidade em Serviços de Saúde. Brasília: ANVISA, 2013. BRASIL. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Higienização das mãos em serviços de saúde. Brasília: ANVISA, 2007. Disponível em: http://www.anvisa.gov.br/servicosaude/controle/higienizacao_oms/Folder%20quando%20e% 20como%20fazer.pdf. Acesso em: 27 mar. 2018. BRASIL. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. Resolução RDC nº 42, de 25 de outubro de 2010. Dispõe sobre a obrigatoriedade de disponibilização de preparação alcoólica para fricção antisséptica das mãos pelos serviços de saúde do país e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 26 out. 2010. http://www.anvisa.gov.br/servicosaude/controle/higienizacao_oms/Folder%20quando%20e%20como%20fazer.pdf http://www.anvisa.gov.br/servicosaude/controle/higienizacao_oms/Folder%20quando%20e%20como%20fazer.pdf AVALIAÇÃO DA EXPANSIBILIDADE TORÁCICA Exame Clínico das Mamas Inspeção Estática Inspeção Dinâmica Palpação Expressão Papilar Exame da Genitália Externa Feminina Inspeção da Vulva Aspectos Específicos na Inspeção: Inspeção Dinâmica