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Motilidade
Controlada pelo sistema nervoso entérico (no esôfago, mas com maior
importância do segmento estômago à anûs)
Organizado por dois plexos:
Submucosa (Meissner) - glândulas e músculo liso na mucosa.
Mioentérico (Auerbach) - músculo liso circular e longitudinal ligado ao
sistema nervoso central
Compostos por fibras sensoriais
Sistema nervoso simpático - estimulante
Sistema nervoso parassimpático - inibidor
Eles se contrapõem
Plexos são integrados, dependendo também do sistema nervoso autônomo
agir
Músculo liso da submucosa - movimento das vilosidades
{Contração segmentar e peristaltismo
A força de contração depende da quantidade de cálcio extracelular que
entra na célula
As contrações estomacais e intestinais são geradas por ondas lentas que
são geradas espontaneamente (16 a 20 vezes por minuto)
Células intersticiais de Cajal (marcapasso) - As células intersticiais de
Cajal são uma parte do sistema nervoso autônomo, que regula processos
corporais, como a digestão dos alimentos, são chamadas de marca-passo
do trato gastrointestinal porque enviam sinais aos músculos do sistema
digestivo, de quando devem se contrair para impulsionar os alimentos e
líquidos
A distensão do íleo e a produção de gastrina (hormônio produzido em
consequência da distensão do estômago) levam ao relaxamento do
esfíncter para a passagem do conteúdo para o intestino grosso.
Distensão do cólon/ceco cria reflexo de fechamento do esfíncter ileal
cólon realiza peristaltismo anterógrado e retrógrado
MOTILIDADE - DEFECAÇÃO
Peristaltismo do cólon descendente
↓
Preenchimento do reto
↓
Fezes alcançam esfíncter anal interno
↓
Fibras aferentes > Medula > diminuição da atividade parassimpática dos
nervos esplâncnicos pélvicos > relaxamento do esfíncter interno
↓
Fezes atingem o esfíncter anal externo
↓
Fé no controle somático X reducao ao dos neurônios somáticos e
relaxamento do esfíncter anal externo associado a contracao de músculo
Vômito
Córtex superior - memória, medo, antecipação, sensações (dor, olfato,
visão) → BULBO (centro do vômito) →Reflexo do vômito
↑
Labirinto ⇗ Zona de Disparo Quimioreceptora
(Área Postrema - 4oV)
Quimioterapia, anestésicos, opióides
Estômago/Intestino delgado (Quimio, Cirurgia, Radioterapia) → Bulbo →
Reflexo do vômito
Secreção - Estômago
Regiões da mucosa gástrica:
- Região esofágica: aglandular (ausente em carnívoros / corresponde
ao rúmen, retículo e omaso em ruminantes)
- Região cárdica: produção de muco espesso e tampão (NaHCO3)
- Região fúndica: produção de enzimas proteolíticas, ácidos,
hormônios (muco em menor quantidade)
- Região pilórica: produção de muco, tampão (NaHCO3) e o
hormônio gastrina (em reflexo a distensão do estômago)
Secreção - Fúndica
Fovéolas gástricas
- Revestidas por muco e tampão (proteção contra ácidos e enzimas
proteolíticas)
- Ao fundo de cada fovéola encontram-se glândulas gástricas
profundas
- Na glândula gástrica profunda encontramos as células principais e
parietais (exclusivas da região fúndica)
Células principais: produção de pepsinogênio (inativo) que é
convertido à pepsina (ativo) pelo ácido clorídrico (presentes em
glândulas gástricas e lúmen estomacal). Outro produto dessas células
é a renina, importante para a digestão do leite pelo neonato. Pepsina
destoe os anticorpos do leite/proteínas e a resina mantém.
Células parietais: Secreção de H+ e Cl- (formação de ácido
clorídrico). Além disso produzem a ptn conhecida como fator
intrínseco (fator intrínseco + vitamina b12 são absorvidas no íleo)
Fatores de estímulo à secreção das células parietais:
- Histamina: produzidas pela célula enterocromafins
(enteroendócrinas) em reflexo ao aumento do ph estomacal.
Essa estimula a bomba de prótons.
- Gastrina: produzida pelas células enterocromafins em reflexo
ao aumento do ph estomacal e distensão do piloro, segue pela
corrente sanguínea e atua nas células parietais aumentando a
liberação de HCl. Também atua aumentando a secreção de
histamina.
- Atividade vagal (parassimpática): acetilcolina. Resposta
gerada pelo bulbo distensão estomacal e alterações de
osmolaridade do estômago. Além disso, os centros superiores
do cérebro (consciência) estimulam o nervo vago para a
liberação de mais ácido
Fatores que diminuem a secreção de ácido clorídrico:
Hormônios duodenais, dentre eles destacam-se a colecistocinina (CCK).
Estes atuam nas células parietais as inibindo. São produzidas pela entrada
de gorduras e aminoácidos no duodeno.
Obs: a secretina, produzida no duodeno não atua inibindo a produção de
ácido clorídrico, mas atua aumentando secreções alcalinas, como saliva,
secreção pancreática e das glândulas duodenais (gl, de Brunner)

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