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Faculdade Anhanguera Curso: Farmácia Disciplina: Tecnologia farmacêutica II FORMAS FARMACÊUTICAS LÍQUIDAS: SOLUÇÕES São Luís – MA 2024 Formas Farmacêuticas Sólidos Pós Granulados Comprimidos Drágeas Cápsulas Líquidos Soluções Suspensões Xarope Elixir Semi Sólidos Pomadas Cremes Géis Emulsões Gasosas Aerossóis Inalantes Sprays Formas Farmacêuticas Liquidas - Soluções Misturas de uma ou mais substâncias (soluto/solvente), que resultam em formulações de fase única. Preparações líquidas que contêm uma ou mais substâncias químicas dissolvidas em um solvente ou em um mistura de solventes. Solução Vantagens Flexibilidade de dosagem Facilidade de administração Rápida absorção Desvantagens Dificuldade de mascarar odor e sabor Facilidade de alterações físico-químicas e contaminação. Tipos de Soluções Xaropes; Elixires; Orais; Oftálmicas (estéreis); Auriculares; Tópicas. Componentes das Soluções Princípios ativos; Adjuvantes: Solubilizantes Edulcorantes Flavorizantes Corretivos de pH Antioxidantes Conservantes Isotonizante (equilibra a pressão osmótica em soluções oftálmicas) Veículo. Solubilidade Solubilidade de uma substância num determinado solvente indica a [ ] máxima na qual uma solução com aquela substância e aquele solvente pode ser preparada Forças de atração → coesão; Forças de repulsão → impede interpenetração Energia potencial Min.= estabilidade Fatores que influenciam na solubilidade SOLUÇÃO Constituição química do soluto Velocidade de dissolução Temperatura Lembrando que: “SEMELHANTE DISSOLVE SEMELHANTE” Adaptado de: Farmacopeia Brasileira, 2010. Fonte: google imagens Manipulação de Soluções Controle de qualidade Matéria prima Solubilização/Mistura Controle de Qualidade do produto final Solubilização Dissolução dos componentes no solvente Utilização de calor Redução do tamanho das partículas Utilização de agente solubilizante Agitação Solventes Água: potável (incomp. química); Purificada: menos impureza sólida. Solventes auxiliares: álcool (tóxico- crianças): 0,5% crianças entre 6 a 12 anos; 5% mais de 12 anos e adultos: 10%, propilenoglicol e glicerina; Solventes Acetona Óxido etílico Álcool isopropilíco TÓXICOS Técnica de Solubilização Adiciona-se o Soluto sobre o Solvente; Inicia-se a manipulação pelo produto de menor solubilidade; Só deve-se adicionar outro soluto ou maior quantidade do mesmo soluto quando a quantidade anterior já encontra-se dissolvida Técnica de Solubilização Deve-se preparar o ambiente para receber o fármaco. EX: substância antioxidante acrescida previamente à deve ser ativo. incorporação do princípio ascórbico). (Hidroquinona, usa-se ácido Manipulação de Soluções Pulverizar/ Triturar/ Tamisar – diminuição do tamanho da partícula para incorporação na solução. Solubilização dos pós – incorporação do pó na formulação Filtração/ Decantação/ Concentração Controle de Qualidade do Produto Final Volume médio da Solução; Densidade; Viscosidade; Limpidez/ Cor Fonte: google imagens Contaminação Microbiológica; Teor de ativos; pH; Sabor/Odor; Controle de Qualidade do Produto Final Fonte: google imagens Xaropes Conceito Formas farmacêuticas aquosas contendo dois terços do seu peso de sacarose Sacarose - função edulcorante e conservante Podem ser utilizados como veículos não medicamentosos. Xarope Simples – base de formulação para outros xaropes. Fonte: google imagens Xaropes Vantagens Boa conservação Possibilidade de correção do sabor Desvantagens Não podem ser utilizados por diabéticos Estabilidade Fonte: google imagens Xaropes Componentes: Principio ativos Açúcar (60 a 80%) Adjuvantes Solubilizantes Edulcorantes Flavorizantes Corretivos de pH Antioxidantes Conservantes Veículo Fonte: google imagens Xaropes sem Açúcar Componentes: Principio ativos Substâncias glicogênicas Sorbitol; propilenoglicol ou glicerina Substâncias não glicogênicas Metilcelulose; hidroxietilcelulose Adjuvantes Solubilizantes Edulcorantes Flavorizantes Corretivos de pH Antioxidantes Conservantes Veículo Fonte: google imagens Produção de Xaropes Controle de qualidade de matéria prima Dissolução Clarificação Controle de Qualidade do produto final Manipulação de Xaropes Xaropes Dissolução por agitação Dissolução por aquecimento Adição de sacarose a líquidos com ativos Manipulação de Xaropes Dissolução com aquecimento Componentes termoresistentes Eliminação do anidrido carbônico Sacarose pode ser hidrolisada convertida em monossacarídeos → açúcar invertido Sabor doce acentuado Caramelização da sacarose Coloração ambar Fonte: google imagens Açúcar Invertido Potente adoçante Cristaliza de forma mais lenta em regiões de clima frio Maior prazo de validade Utilizado para produção de doces, balas e sorvetes Fonte: google imagens Manipulação de Xaropes Dissolução por agitação Evita a inversão da sacarose Processo mais demorado Adição de sacarose a líquidos com ativos Adição de xaropes a extratos e tinturas Fonte: google imagens Clarificação de Xaropes Processo de eliminação de substâncias não dissolvidas no processo de dissolução. Pode ser feito por: Filtração simples Filtros de papel; resinas; milipore® Utilização de substâncias adsorventes Talco; carbonato de magnésio Fonte: google imagens Controle de qualidade do produto final Características organolépticas Características físicas Viscosidade Densidade Características químicas Avaliação do teor de sacarose açúcar invertido Avaliação do teor de princípios ativos Estabilidade microbiológica Fonte: google imagens Elixires Conceito Formas farmacêuticas hidroalcoólicas transparentes, edulcoradas e geralmente flavorizadas Não medicinais- função veículos Medicinais- efeitos terapêuticos Menos doces, menos viscosos; Solventes: álcool, água, glicerina e propilenoglicol; Edulcorantes: xarope de sacarose/ sorbitol/ glicerina/ edulcorantes artificiais Desvantagem ↑ Teor alcóolico Vantagem Dose Manipulação dos elixires Elixires Dissolução por agitação Dissolução por mistura de duas ou mais matérias- primas Técnica de preparação Adiciona-se a solução aquosa à solução alcoólica Máx. possível da [ ] alcoólica; Mín. separação dos componentes solúveis em álcool Mistura turva- óleos flavorizantes Glicerina, sorbitol e xarope: efeito solvente Aumenta a viscosidade e diminui velocidade de filtração Espíritos Conceito Formas farmacêuticas alcoólicas ou hidroalcoólicas de substâncias voláteis [ ]- acima de 60% Medicinais- efeitos terapêuticos Misturados em água- substâncias voláteis se separam= Preparação leitosa; Flavorizantes Uso tópico e oral ( diluição em água) Colódios Conceito Formas farmacêuticas líquidas compostas de piroxilina (4% p/v) dissolvida em mistura de solventes, em geral etanol e éter (3:1) , com ou sem substâncias ativas; Piroxilina: inflamável; Uso externo- evaporação do solvente- filme de piroxilina; Referências bibliográficas Ansel, H. C. et al – Farmacotécnica, Formas Farmacêuticas & Sistemas de Liberação de Fármaco, 6ª ed. Baltimore : Ed. Premier, 2000. Brasil. Farmacopeia Brasileira, volume 2 / Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília: Anvisa, 2010. Conselho Federal de Farmácia (CFF): www.cff.org.br. Farmacologia Básica e Clínica – Bertram G. Katzung – Oitava Edição image1.jpg image2.png image3.png image4.png image13.png image14.png image15.png image16.png image17.png image18.png image19.png image20.png image21.png image22.png image5.png image23.png image24.png image25.png image6.png image7.png image8.png image9.png image10.png image11.png image12.png image26.jpg image27.jpg image28.jpg image29.jpg image30.jpg image31.jpg image32.jpg image33.jpg image34.jpg image35.png image36.png image37.png image38.png image39.png image40.png image41.png image42.jpg image43.jpg image44.png image45.png image46.png image47.jpg image48.jpg image49.jpg image50.jpg image51.jpgimage52.jpg image53.jpg image54.jpg image55.jpg image56.jpg image57.jpg image58.jpg image59.png image60.png image61.jpg image62.jpg image63.jpg image64.jpg image65.jpg