Prévia do material em texto
Estratégia MED Prof. Camila Moma | Diabetes Mellitus tipo 2 2ENDOCRINOLOGIA PROF. CAMILA MOMA APRESENTAÇÃO: E aí, Estrategista? Vamos relembrar pontos importantes do diabetes mellitus tipo 2? Minha orientação inicial é que você crie a imagem do paciente diabético tipo 2 na sua mente, para que fique mais fácil memorizar a epidemiologia e os fatores de risco: geralmente adulto, com sobrepeso/obesidade, presença de outras comorbidades (como hipertensão ou dislipidemia) e com sinais de resistência à insulina (adiposidade abdominal, acantose nigricans e síndrome dos ovários policísticos). Depois, recordaremos os critérios diagnósticos. Você deve estar pensando: “de novo, professora?” Sim, de novo. Há muitas questões de DM tipo 2 que você terá que fazer o diagnóstico e dar a conduta. E, enfim, terminaremos com o tratamento do paciente diabético. As bancas por todo o Brasil adoram explorar esse tópico! Cuidado que, mesmo sendo um serviço do SUS, serão cobradas drogas que não fazem parte do rol terapêutico oferecido, portanto, você tem que saber todas as medicações. Meu conselho: nos enunciados das questões, sempre destaque as comorbidades presentes no paciente diabético, pois podem influenciar na decisão do tratamento! Bom, respire fundo e vamos lá! @profa.camilamoma @estrategiamed /estrategiamed Estratégia Med t.me/estrategiamed https://www.instagram.com/profa.camilamoma/ https://www.instagram.com/profbruno.souza/ https://www.instagram.com/estrategiamed/ https://www.instagram.com/estrategiamed/ https://www.facebook.com/estrategiamed1 https://www.facebook.com/estrategiamed1 https://www.youtube.com/channel/UCyNuIBnEwzsgA05XK1P6Dmw https://www.youtube.com/channel/UCyNuIBnEwzsgA05XK1P6Dmw?app=desktop https://t.me/estrategiamed https://t.me/estrategiamed Estratégia MED 3 ENDOCRINOLOGIA Prof. Camila Moma | Resumo Estratégico | Fevereiro 2021 Diabetes Mellitus tipo 2 SUMÁRIO 1.0 EPIDEMIOLOGIA E FATORES DE RISCO 4 4.0 MECANISMOS FISIOPATOLÓGICOS DO DM TIPO 2 8 5.0 CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS E LABORATORIAIS 9 6.0 TRATAMENTO 10 6.1 TRATAMENTO NÃO MEDICAMENTOSO 10 6.2 TRATAMENTO MEDICAMENTOSO 10 6.2 TRATAMENTO CIRÚRGICO 17 7.0 LISTA DE QUESTÕES 18 8.0 CONSIDERAÇÕES FINAIS 19 Estratégia MED Prof. Camila Moma | Resumo Estratégico | Fevereiro 2021 ENDOCRINOLOGIA 4 Diabetes Mellitus tipo 2 1.0 EPIDEMIOLOGIA E FATORES DE RISCO O DM tipo 2 corresponde a 90% dos casos de diabetes mellitus. No Brasil, são 16,8 milhões de indivíduos acometidos, segundo os dados da International Diabetes Federation, de 2019. É uma condição mais frequente em adultos, porém, devido à rápida urbanização e piora do estilo de vida, com hábitos sedentários e alimentação hipercalórica, tem ocorrido aumento vertiginoso na sua incidência, inclusive em faixas etárias mais jovens. A distribuição entre homens e mulheres é semelhante, porém, na adolescência, as meninas tendem a ser mais acometidas. O DM tipo 2 é um distúrbio poligênico, porém, com alta herdabilidade. Por causa disso, é muito frequente o achado de familiares acometidos pela doença. Além do componente genético, são de extrema importância os fatores de risco, como: • Obesidade; • Sedentarismo; • Dieta hipercalórica, rica em gorduras saturadas e açúcares; • Tabagismo; • Baixo peso ao nascer e ganho ponderal excessivo durante a infância; • Etnias específicas: afro-americanos, índios americanos, hispânicos, populações de determinadas ilhas no oceano Pacífico. No Brasil, devido à miscigenação, é complicado estimar riscos específicos; entretanto, descendentes de asiáticos tendem a ter mais resistência à insulina. • Comorbidades: » Síndrome metabólica; » Doenças cardiovasculares: IAM, IC, hipertensão arterial; » Síndrome dos ovários policísticos; » DM gestacional. CAPÍTULO Estratégia MED Prof. Camila Moma | Resumo Estratégico | Fevereiro 2021 ENDOCRINOLOGIA 5 Diabetes Mellitus tipo 2 O rastreamento deve ser realizado, basicamente, em todos os indivíduos com ≥ 45 anos, ou em qualquer idade na presença de obesidade/sobrepeso e com algum fator de risco adicional para diabetes: RASTREAMENTO DE DIABETES MELLITUS EM ADULTOS 1. Indivíduos ≥ 45 anos. 2. Indivíduos em qualquer idade com sobrepeso (IMC 25-29,9 kg/m2) ou obesidade (IMC ≥ 30 kg/m2) e na presença de, pelo menos, mais 1 dos fatores abaixo. Asiáticos ou descendentes devem ser rastreados se IMC ≥ 23 kg/m2. • Hipertensão arterial; • História familiar de DM tipo 2; • Doença cardiovascular; • Síndrome dos ovários policísticos; • HDL-colesterol 250 mg/dL; • Sedentarismo; • Presença de obesidade grave: grau 2 (IMC 35-39,9 kg/m2) ou grau 3 (IMC ≥ 40 kg/m2); • Presença de sinais de resistência à insulina (acantose nigricans); • Etnias em que o risco de DM tipo 2 é maior que o da população em geral. 3. Indivíduos com pré-diabetes devem ser testados, pelo menos, anualmente. 4. Mulheres com diabetes gestacional devem ser testadas, pelo menos, a cada 3 anos. 5. Indivíduos com teste de rastreamento normal devem ser testados a cada 3 anos ou em intervalo inferior, se o risco aumentar (por exemplo, se no período houver o diagnóstico de hipertensão, o paciente deve ser novamente testado). RASTREAMENTO DE DM TIPO 2 EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES Toda criança ou adolescente com sobrepeso (IMC ≥ percentil 85) ou obesidade (IMC ≥ percentil 95), com, pelo menos, um dos fatores abaixo: • História materna de DM ou crianças nascidas de mães com diabetes gestacional; • Familiares de primeiro ou segundo grau com DM tipo 2; • Etnias de maior risco para DM tipo 2; • Sinais ou condições associadas à resistência insulínica: acantose nigricans, SOP, hipertensão, dislipidemia ou nascido pequeno para a idade gestacional (PIG). Se os testes forem normais, repetir a cada 3 anos ou em intervalos menores, se o IMC continuar a subir. 2.0 RASTREAMENTO CAPÍTULO Estratégia MED Prof. Camila Moma | Resumo Estratégico | Fevereiro 2021 ENDOCRINOLOGIA 6 Diabetes Mellitus tipo 2 Os testes utilizados no rastreamento são os mesmos para o diagnóstico de diabetes mellitus: CRITÉRIOS DIAGNÓSTICOS PARA DIABETES MELLITUS Glicemia em jejum TOTG1 HbA1c2 Glicemia aleatória Normal 7% do peso inicial), atividade física regular (pelo menos 150 minutos/semana) e adequação dietética (individualizada, mas é importante reduzir gorduras saturadas e açúcares e aumentar fibras). Em relação ao uso de medicações, várias já foram testadas na prevenção do diabetes mellitus tipo 2, entretanto apenas a metformina é recomendada, uma vez que as demaisnão demonstraram manutenção do benefício a longo prazo. Apesar de ser menos efetiva do que as mudanças de hábitos, a metformina pode ser utilizada nas seguintes situações: • Pacientes muito obesos: IMC > 35 kg/m2; • Pacientes com antecedente de diabetes gestacional; • Hiperglicemia mais acentuada (hemoglobina glicada > 6%); • Elevação de hemoglobina glicada, apesar das modificações de estilo de vida. Prevenção de diabetes mellitus tipo 2 = modificações de estilo de vida (perda ponderal, readequação dietética e atividade física). A metformina é a única droga a ser considerada como adjuvante às mudanças de hábitos! 3.0 PREVENÇÃO CAPÍTULO Estratégia MED Prof. Camila Moma | Resumo Estratégico | Fevereiro 2021 ENDOCRINOLOGIA 8 Diabetes Mellitus tipo 2 4.0 MECANISMOS FISIOPATOLÓGICOS DO DM TIPO 2 A principal característica do DM tipo 2 é a resistência à ação da insulina! Porém, não se esqueça de que há várias alterações patogênicas que levam ao desenvolvimento da doença: • Resistência à ação da insulina, com consequentes: » Hipersecreção de insulina (porém, de modo disfuncional, pois os grânulos de insulina passam a ser secretados em sua forma imatura). Assim, ao diagnóstico, encontramos hiperinsulinemia associada à hiperglicemia, pois as células beta pancreáticas estão tentando manter a homeostase da glicose através do aumento de secreção de insulina; » Diminuição da captação periférica de glicose; » Aumento da produção hepática de glicose (glicogenólise e gliconeogênese); » Perda progressiva de função de células beta pancreáticas. Com o decorrer da doença, há redução da secreção de insulina, levando à necessidade de otimização terapêutica, com adição de mais drogas ao tratamento e, por fim, à insulinização. CAPÍTULO • Diminuição de GLP-1, implicando em redução do estímulo à secreção de insulina prandial e aumento dos níveis circulantes de glucagon; • Aumento da reabsorção renal de glicose por maior expressão de transportadores de sódio e glicose (SGLT) nos túbulos proximais; • Alteração dos centros hipotalâmicos de controle de apetite, potencializando o ganho ponderal e, consequentemente, a piora da resistência à insulina. Estratégia MED Prof. Camila Moma | Resumo Estratégico | Fevereiro 2021 ENDOCRINOLOGIA 9 Diabetes Mellitus tipo 2 5.0 CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS E LABORATORIAIS CAPÍTULO As características principais do DM tipo 2 estão resumidas no quadro a seguir. CARACTERÍSTICAS DO PACIENTE COM DM TIPO 2 Herança poligênica Anticorpos contra células beta negativos Sinais de resistência à insulina • Aumento da circunferência abdominal • Acantose nigricans • Síndrome dos ovários policísticos (hiperandrogenismo + irregularidade menstrual/amenorreia) Geralmente são pacientes com sobrepeso (IMC 25-29,9 kg/m2) ou obesidade (IMC ≥ 30 kg/m2) Hiperinsulinemia (↑ insulina e/ou ↑ peptídeo C aos exames) e hiperglicemia ao diagnóstico Podem estar presentes comorbidades que aumentam risco cardiovascular (HAS, dislipidemia, IAM, insuficiência cardíaca) Estratégia MED Prof. Camila Moma | Resumo Estratégico | Fevereiro 2021 ENDOCRINOLOGIA 10 Diabetes Mellitus tipo 2 6.0 TRATAMENTO 6.1 TRATAMENTO NÃO MEDICAMENTOSO Por se tratar de doença crônica, que inicialmente é oligossintomática, é necessário construir vínculo, educar o paciente e a família e individualizar o tratamento. O objetivo é obter a maior adesão possível, evitando/reduzindo o risco de complicações crônicas. Quanto às orientações alimentares, devemos individualizá-las, respeitando costumes e hábitos culturais do paciente, e realizar a divisão dos nutrientes conforme a recomendação para a população em geral: • Carboidratos: 45-60% do valor energético total (VET); • Proteínas: 15-20% do VET; • Gorduras: 20-30% do VET. As únicas diferenças na orientação alimentar residem na composição dos carboidratos (preferir aqueles de baixo índice glicêmico, a fim de evitar picos hiperglicêmicos pós-prandiais), na restrição às gorduras saturadas (máximo de 10% do VET) e à adição de frutose e no aumento de fibras (20 g para cada 1000 kcal/dia). A dieta do mediterrâneo e as low-carbs possuem benefícios no controle glicêmico, porém aqui também vale mais a adesão do que “empurrar” prescrições dietéticas específicas (lembre-se de que a ideia é manter a readequação alimentar!). Em relação à atividade física, as orientações incluem um mínimo de 150 minutos/semana (divididos em, pelo menos, 3 sessões), com intensidade moderada e associada à atividade de força/resistência. Em pacientes idosos, prioriza-se atividades de equilíbrio e flexibilidade, a fim de promover maior autonomia nas funções da vida diária. » Pacientes sintomáticos do ponto de vista cardiológico, ou com algum fator de risco adicional, ou que desejam iniciar atividade física intensa devem ser rastreados para doença miocárdica isquêmica. » Pacientes com retinopatia diabética proliferativa só podem realizar exercícios leves. Pacientes com retinopatia diabética não proliferativa grave não podem ser submetidos a exercícios intensos ou com risco de impacto. 6.2 TRATAMENTO MEDICAMENTOSO Antes de iniciarmos as orientações, vamos decorar quais são as drogas pertencentes a cada classe terapêutica: CAPÍTULO Estratégia MED Prof. Camila Moma | Resumo Estratégico | Fevereiro 2021 ENDOCRINOLOGIA 11 Diabetes Mellitus tipo 2 Metformina Glibenclamida Gliclazida Glimepirida Glipizida Clorpropamida BIGUANIDA SULFONILUREIAS ANÁLOGOS DE GLP-1 Pioglitazona Acarbose Repaglinida Nateglinida Linagliptina Sitagliptina Vildagliptina Alogliptina Saxagliptina TIAZOLIDINEDIONAS GLINIDAS INIBIDORES DE DPP-4 INIBIDORES DE SGLT-2 INIBIDORES DE ALFA GLICOSIDADE Empagliflozina Dapagliflozina Canagliflozina Liraglutida Lixisenatida Exenatida Semaglutida Dulaglutida Terminam em “glip�na” Terminam em “gliflozina” Terminam em “�da” Estratégia MED Prof. Camila Moma | Resumo Estratégico | Fevereiro 2021 ENDOCRINOLOGIA 12 Diabetes Mellitus tipo 2 Uma vez feito o diagnóstico de DM tipo 2, precisamos iniciar o tratamento. Abaixo estão as orientações da Sociedade Brasileira de Diabetes: Sintomas leves + HbA1cas drogas não relacionadas à secreção de insulina, como a metformina, os inibidores de SGLT-2, a pioglitazona e a acarbose. Várias bancas adoram cobrar os mecanismos de ação das drogas utilizadas no tratamento do DM tipo 2: METFORMINA PIOGLITAZONA ACARBOSE iSGLT-2 SULFONILUREIAS GLINIDAS iDPP-4 AGONISTAS DO RECEPTOR DE GLP-1 Bloqueia a gliconeogênese Inibe a α-glicosidase, enzima que cliva poli em monossacarídeos Por meio de receptores específicos, despolarizam a célula beta, levando à secreção contínua de insulina Secreção de insulina independe dos níveis glicêmicos Inibem a dipeptidil peptidase-4, enzima que degrada o GLP-1 Efeito incretínico (↑ insulina e ↓ glucagon) ↓ absorção intestinal da glicose Atuam de forma semelhante ao GLP-1 e tem duração maior Inibem os transportadores de sódio-glicose tipo 2 no túbulo proximal, causando glicosúria ↑ Captação periférica de glicose ↓ Resistência à ação da insulina Estratégia MED Prof. Camila Moma | Resumo Estratégico | Fevereiro 2021 ENDOCRINOLOGIA 14 Diabetes Mellitus tipo 2 Tenha em mente que a metformina é a droga de primeira escolha, salvo as contraindicações abaixo. Observe que todas incluem situações que aumentam o risco de acidose láctica: Contraindicações à metformina 1. TFG 30mL/min) com albuminúria positiva, a classe terapêutica de escolha são os iSGLT-2, pois reduzem a progressão para doença renal terminal. Porém, se o paciente apresentar doença renal crônica com TFG 15mL/min) e a insulina. Apesar de indicada, a pioglitazona não é uma prescrição rotineira na TFG 15-30 mL/minuto devido à retenção hídrica e consequente risco de hipervolemia. Estratégia MED Prof. Camila Moma | Resumo Estratégico | Fevereiro 2021 ENDOCRINOLOGIA 16 Diabetes Mellitus tipo 2 Outra situação especial é quando o paciente apresenta IC; naqueles indivíduos com fração de ejeção reduzida (mesmo não diabéticos) a classe terapêutica de escolha são os iSGLT-2, pois diminuem a taxa de hospitalizações por descompensação. A pioglitazona é contraindicada em classes funcionais NYHA III e IV, pois aumenta a retenção de sódio e água, incrementando a volemia e, portanto, aumentando o risco de descompensar o quadro cardíaco. Outro tópico bastante cobrado são os efeitos colaterais das drogas: • Distenção abdominal, diarreias e cólicas • Acidose láctica • Deficiência de vitamina B12 METFORMINA • Hipoglicemia • Ganho de peso • ↓ pré-condicionamento cardíaco GLINIDAS SULFONILUREIAS • Edema periférico • Congestão cardíaca • Edema macular • Ganho de peso • Fraturas PIOGLITAZONA • ITU • Discreto ↑ LDL-coliSGLT-2 • Nasofarinfites • Outras IVASiDPP-4 • Náuseas, vômitos • Constipação ou diarreia • Pancreatite AgR GLP-1/ ANÁLOGOS de GLP-1 • Flatulência • Dor abdominal • Diarreia • Transaminases ACARBOSE A maioria das drogas são de uso oral, com exceção dos agonistas de receptor de GLP-1, que são medicações injetáveis, de administração subcutânea. A semaglutida e a dulaglutida são de uso semanal, enquanto as demais (liraglutida, exenatida, lixisenatida) são de uso diário. Na faixa etária pediátrica, as medicações permitidas para uso são: • Metformina: a partir de 6 anos; • Liraglutida: a partir de 10 anos; • Insulina: qualquer idade. As classes medicamentosas apresentam diferenças na potência de reduzir HbA1c. Decore que a metformina, as sulfonilureias e as glinidas são as drogas com maior redução. De todos os efeitos colaterais, os mais cobrados são: Estratégia MED Prof. Camila Moma | Resumo Estratégico | Fevereiro 2021 ENDOCRINOLOGIA 17 Diabetes Mellitus tipo 2 6.2 TRATAMENTO CIRÚRGICO A cirurgia bariátrica é indicada para pacientes com DM tipo 2, na presença de obesidade, nas seguintes situações: Indicações de cirurgia bariátrica no DM tipo 2 1. DM tipo 2 e IMC ≥ 35 kg/m2, com acompanhamento adequado por, pelo menos, 2 anos e falha na perda ponderal. 2. DM tipo 2 e IMC ≥ 30 kg/m2, com descontrole glicêmico, apesar de tratamento otimizado. » Pacientes devem terhttps://bit.ly/3dbIRAO Estratégia MED Prof. Camila Moma | Resumo Estratégico | Fevereiro 2021 ENDOCRINOLOGIA 19 Diabetes Mellitus tipo 2 CAPÍTULO 8.0 CONSIDERAÇÕES FINAIS O diabetes mellitus tipo 2 é um dos temas mais cobrados em Endocrinologia nas provas e, como vimos, não é para menos: alta prevalência, incidência vem aumentando ao longo do tempo e é responsável por grande morbimortalidade. Assim, recomendo fortemente que você coloque este resumo como um dos prioritários dentre todos da especialidade! Resolva as questões para sedimentar o conhecimento! E vamos em frente, juntos, rumo à sonhada vaga da residência! Voa coruja! Estratégia MED Prof. Camila Moma | Resumo Estratégico | Fevereiro 2021 ENDOCRINOLOGIA 20 Diabetes Mellitus tipo 2 https://med.estrategiaeducacional.com.br 1.0 Epidemiologia e fatores de risco 4.0 MECANISMOS FISIOPATOLÓGICOS DO DM TIPO 2 5.0 Características clínicas e laboratoriais 6.0 TRATAMENTO 6.1 Tratamento não medicamentoso 6.2 Tratamento medicamentoso 6.2 Tratamento cirúrgico 7.0 Lista de Questões 8.0 Considerações Finais