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HANSENÍASE Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES Programa Multiprofissional de Residência em Saúde da Família Enfermeiros Residentes: Amanda Lopes Franco Ana Cecilia Dias Batista Anny Eloysy De Paula Souza Edcarla de Souza Saraiva Felipe Alves Pereira Lucas Fernandes Silva Freitas Rhaissa Souza Dias Samara Atanielly Rocha Thays Pereira Rodrigues 1 SEM DESIDRATAÇÃO TRATAMENTO 12 MESES Diagnóstico clínico-dermatológico RIFAMPSINA DAPSONA CLOFAZIMINA Perda parcial ou total da sensibilidade. Comum haver comprometimento assimétrico dos nervos nódulos eritemato- acastanhados ou placas, aspecto de ferrugem (MULTIBACILAR) HANSENIASE DIMORFA MANIFESTAÇÕES CLINICAS várias manchas brancas na pele,sendo, avermelhadas ou esbranquiçadas, com bordas elevadas, mal delimitadas na periferia, ou por múltiplas lesões bem delimitadas. 2 SEM DESIDRATAÇÃO TRATAMENTO 12 MESES Diagnóstico clínico-dermatológico RIFAMPSINA DAPSONA CLOFAZIMINA Perda parcial ou total da sensibilidade. Comum haver comprometimento assimétrico dos nervos nódulos eritemato- acastanhados ou placas, aspecto de ferrugem (MULTIBACILAR) HANSENIASE DIMORFA MANIFESTAÇÕES CLINICAS várias manchas brancas na pele,sendo, avermelhadas ou esbranquiçadas, com bordas elevadas, mal delimitadas na periferia, ou por múltiplas lesões bem delimitadas. 3 True False "A hanseníase dimorfa apresenta apenas uma ou duas manchas na pele." ● Loading... Submit A forma dimorfa geralmente apresenta múltiplas lesões de pele, com formatos e colorações variadas, podendo incluir placas, nódulos e áreas com perda de sensibilidade. MITO OU VERDADE? True False "A hanseníase dimorfa pode afetar os nervos periféricos, levando à perda de força muscular." ● Loading... Submit Pacientes com hanseníase dimorfa têm maior risco de apresentar reações hansênicas, especialmente o Eritema Nodoso Hansênico, que pode agravar o quadro clínico se não for tratado adequadamente. 4 True False "O tratamento da hanseníase dimorfa é feito com antibióticos por até 6 meses." ● Loading... Submit A hanseníase dimorfa é considerada uma forma multibacilar e o tratamento padrão é a poliquimioterapia por 12 meses. True False "Mesmo sendo uma forma intermediária da doença, a hanseníase dimorfa pode evoluir com reações inflamatórias e agravamento dos sintomas." ● Loading... Submit MITO OU VERDADE? Pacientes com hanseníase dimorfa têm maior risco de apresentar reações hansênicas, especialmente o Eritema Nodoso Hansênico, que pode agravar o quadro clínico se não for tratado adequadamente. 5 SEM DESIDRATAÇÃO •Extremamente contagiosa •Lesões assimétricas •Maculas e Nódulos HANSENIASE VIRCHOWIANA MANIFESTAÇÕES CLINICAS Mandarose, congestão nasal e aumento dos pavilhões auriculares, infiltração difusa das mãos e pés, pápulas e nódulos cutâneos, assintomáticos e de consistência firme (hansenomas), geralmente com coloração acastanhada ou ferruginosa, hipoestesia ou anestesia dos pés e mãos, dormências, câimbras e formigamentos, comprometimento da sudorese, hiperidrose compensatória em áreas não afetadas, como axilas e couro cabeludo espessamento de nervos periféricos baciloscopia positiva do esfregaço intradérmico TRATAMENTO RIFAMPSINA DAPSONA CLOFASIMINA 6 Apesar da classificação multibacilar não há necessidade de isolamento. O paciente não transmite a doença após o início do tratamento. MITO OU VERDADE? Essa forma é caracterizada por múltiplas lesões na pele, geralmente mal delimitadas, e comprometimento severo dos nervos periféricos. 7 Verdadeiro Falso "É preciso isolar o paciente com hanseníase Virchowiana." ● Loading... Resposta Verdadeiro Falso "Hanseníase virchowiana afeta principalmente a pele e os nervos" Verdade." ● Loading... Resposta SEM DESIDRATAÇÃO HANSENÍASE TUBERCULOIDE MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS Baciloscopia não detectável em esfregaço intermediário. Comprometimento restrito à pele e nervos Lesão cutânea única e bem delimitada. Presença de granulomas tuberculoides na derme. Comprometimento acentuado dos filetes nervosos. Características das lesões cutâneas Placas com bordas nítidas, elevadas e geralmente eritematosas Podem ser únicas ou em pequeno número, centro pode ser hipocrômico ou não. Alterações sensoriais Hipoestesia ou anestesia nas lesões. Diminuição dos pelos nas áreas afetadas. Nervos periféricos Poupados ou espessados de forma localizada e assimétrica. Pode haver comprometimento sensitivo e motor intenso na área do nervo afetado. Comprometimento sensitivo sem lesão visível Possibilidade de áreas com perda de sensibilidade mesmo sem alterações na pele. 8 True False “ O paciente com hanseníase tuberculoide tem hipoestesia ou antesia em toda região do corpo. " ● Loading... Submit acentuada hipoestesia ou anestesia nas lesões dermatológicas, facilmente demonstrada pelos testes de sensibilidade térmica, tátil e dolorosa. True False “ As lesões da pele são placas com bordas nítidas, elevadas, geralmente eritematosas e micropapulosas, que surgem como lesões únicas ou em pequeno número." ● Loading... Submit MITO OU VERDADE? 9 SEM DESIDRATAÇÃO QUANTO ÀS MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS CUTÂNEAS: Manchas na pele em pequeno número, hipocrômicas, sem alteração do relevo ou textura. OU pode se manifestar por distúrbios da sensibilidade, sem alteração da cor da pele. QUANTO AO COMPROMETIMENTO DA SENSIBILIDADE: ·Sensibilidade térmica: pode haver hipoestesia ou diminuição da sensibilidade; ·Sensibilidade dolorosa: RARA, mas pode haver diminuição; ·Sensibilidade tátil: preservada. Forma INICIAL da doença, que surge com manifestações DISCRETAS. A quantidade de bacilos é muito pequena, e via de regra a baciloscopia é NEGATIVA. Suas manifestações clínicas não se relacionam à resposta imune específica. HANSENIASE INDETERMINADA MANIFESTAÇÕES CLINICAS QUANTO AO COMPROMETIMENTO AUTONÔMICO: Pode estar presente ou não: ·Diminuição da sudorese ·Rarefação de pêlos nas lesões. QUANTO AO COMPROMETIMENTO DE NERVOS PERIFÉRICOS: Não há comprometimento, portanto, não se observam repercussões neurológicas nas mãos, pés e olhos. Tendo em vista o caráter discreto e assintomático dessas lesões, é mais raro que os pacientes busquem o serviço de saúde espontaneamente nessa fase da doença. 10 Verdadeiro Falso "Na Hanseníase Indeterminada há um comprometimento de Sensibilidade tátil nas lesões e alterações no relevo e textura da pele circundante." ● Loading... Resposta Verdadeiro Falso "A tuberculose indeterminada, via de regra, não é detectável por baciloscopia, mas pode evoluir para outras formas clínicas, havendo risco de dano neurológico irreversível." ● Loading... Resposta MITO OU VERDADE? As ações de busca ativa com campanhas de diagnóstico e especialmente o exame de contatos, são essenciais para a detecção precoce de casos.” 11 TRATAMENTO PAUCIBACILAR (FI E FT) 6 meses MULTIBACILAR (FD E FV) 12 MESES PESO ACIMA DE 50 KG CRIANÇAS OU ADULTOS COM PESO ENTRE 30-50 KG CRIANÇACriança de 15 kg (1 mg x 15 kg x 7 dias = 105 mg) Deverá tomar uma cápsula de 50 mg 2x na semana. 13 SEM DESIDRATAÇÃO Reação de hipersensibilidade celular com sinais e sintomas mais restritos, desencadeada por resposta imunológica contra antígenos do M. leprae. REAÇÕES HANSÊNICAS Manifestações INFLAMATÓRIAS AGUDAS causadas por uma ativação de resposta imune contra o M. leprae que pode ocorrer antes, durante ou após o tratamento. EXARCEBAÇÃO DE SINAIS E SINTOMAS, acometendo até 50% dos pacientes. AFETAM COM + FREQUÊNCIA: PELE E NERVOS PERIFÉRICOS. + COMUM na formas dimorfas; Pode ocorrer tanto em casos PB ou MB; Geralmente surgem novas lesões na pele e/ou nervos e/ou ocorre infiltração em lesões pré- existentes: tornam-se mais visíveis, coloração eritemato- vinhosa, edemaciadas, algumas vezes dolorosas – também pode haver desenvolvimento de ulcerações nas lesões ou abcessos em nervos periféricos. Podem causar dor aguda, de forte intensidade, espontânea ou à palpação em nervos periféricos e ramos nervosos cutâneos. Muitas vezes, a neurite vem acompanhada por comprometimento das funções sensitivas, motoras e/ou autonômicas. TRATAMENTO É feito com CORTICOSTERÓIDES SISTÊMICOS em DOSES ALTAS durante 6 MESES: Prednisona, via oral, na dose inicial de 1mg/kg/dia, com redução gradual dessa dose diária, a cada 15 dias, em torno de 10mg. Ao atingir a dose de 20mg/dia, deve-se passar a reduzir 5mg a cada 15 dias. Ao atingir a dose de 5mg/dia, deve-se manter a dose por 15 dias seguidos e, posteriormente, manter 5mg em dias alternados por mais 15 dias. *No início deve-se fazer a profilaxia da estrongiloidíase disseminada, com albendazol ou ivermectina. *Durante os episódios reacionais, a PQT-U deve ser mantida. *Tratamento infantil: utiliza-se base terapêutica de adultos, adaptada para peso e idade da criança. REAÇÃO HANSÊNICA TIPO 1 OU REVERSA 14 SEM DESIDRATAÇÃO REAÇÃO HANSÊNICA TIPO 2 OU ERITEMA NOSOSO HANSÊNCIO Acomete EXCLUSIVAMENTE pacientes MB, especialmente --> forma virchowiana e dimorfos; Quadro pode vir acompanahdo de febre, artralgias, mialgias, edema periférico e linfadenomegalia, comprometimento inflamatório de nervos periféricos, olhos , testículos e rins. Outras manifestações incluem: leucocitose com neutrofilia, plaquetose, elevação da velocidade de hemossedimentação e proteína C reativa, proteinúria e hematúria. SÍNDROME mediada por IMUNOCOMPLEXOS (antígeno+anticorpo) gerando um quadro SISTÊMICO e acomentendo órgãos e tecidos. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS CUTÂNEAS: A manifestação clássica é ENH: NÓDULOS SUBCUTÂNEOS, DOLOROSOS, geralmente múltiplos. Podem surgir em qualquer área da pele e não se relacionam à localização de lesões prévias. Em casos SEVEROS, pode ocorrer NECROSE e ulceração das lesões. O ENH pode ser classificado, de acordo com a sua evolução, em: Agudo: episódio que persiste por 28 dias após a interrupção do tratamento; Crônico: episódios que perduram por > 6 meses, durante os quais o paciente necessita de tratamento constante ou tem períodos de remissão inferiores a 28 dias. 15O TRATAMENTO é é feito com corticosteroides, similar à reação tipo 1 (em casos de orquite, episclerite e/ou neurite aguda). Nos demais casos, a reação tipo 2 é tratada com talidomida VO 100 a 400mg/dia ou pentoxifilina. REAÇÕES HANSÊNICAS Verdadeiro Falso "Quadros atípicos de resposta imune também podem ocorrer na hanseníase, dificultando a classificação de alguns casos reacionais e simulando doenças como artrite, doenças reumatológicas, nefrites, hepatites, dentre outras." ● Loading... Resposta Verdadeiro Falso "A reação tipo 1 pode ser direcionada contra bacilos mortos ou fragmentos bacilares que permanecem no organismo por períodos longos após a antibioticoterapia." ● Loading... Resposta MITO OU VERDADE? 16 Deve-se atentar às queixas do paciente em relação à piora das dores nos membros, queda mais frequente dos objetos das mãos e surgimento ou aumento da dormência nas mãos e pés. Formulário: Avaliação Neurológica Simplificada 17 INVESTIGAÇÃO DE CONTATOS Ofertar imunoprofilaxia (vacina BCG) aos contatos de pacientes com hanseníase, maiores de um ano de idade; Pessoas não vacinados; A comprovação da vacinação prévia deve ser feita por meio do cartão de vacina; Os contatos diagnosticados com hanseníase devem ser encaminhados para iniciar a PQT-U (poliquimioterapia); Contatos de hanseníase que possuam sorologia anti-PGL-1 positiva e que não apresentem critérios para o diagnóstico clínico ou laboratorial da doença deverão ser avaliados anualmente nas unidades básicas de saúde. É CONSIDERADO CONTATO: RECOMENDAÇÕES: Qualquer pessoa que resida ou tenha residido, conviva ou tenha convivido com o doente de hanseníase, no âmbito domiciliar, nos últimos cinco anos anteriores ao diagnóstico da doença, podendo ser familiar ou não A investigação de contatos é o método de detecção de casos de hanseníase com a melhor base de evidências científicas. 18 INVESTIGAÇÃO DE CONTATOS INICIAR TRATAMENTO 19 INVESTIGAÇÃO DE CONTATOS 20 21 CASO CLÍNICO CONTEXTO: APÓS BUSCA ATIVA DE CONTATOS DE PACIENTE PORTADOR DE TUBERCULOSE O PACIENTE BRASILINO (CONTATO) COMPARECE NA UBS PARA MOSTRAR EXAMES (...) Fonte: Quora FIgura 1- Paciente portador de Hanseníase, face leonina. Identificação do paciente: Sexo masculino, 70 anos, pardo. EXAME: 30/08/2024 – PPD: Não reator. QUEIXA PRINCIPAL: MOSTRAR EXAMES E DORMÊNCIA E MANCHAS VERMELHAS NO CORPO” HMP: HAS. HM: LOSARTANA 50MG 1-0-1. EXAME FÍSICO: ORIENTADO EM TEMPO E ESPAÇO, EUPNEICO, NORMOCORADO, FACIE LEONINA, AUSÊNCIA DE SOBRANCELHAS, PULSOS CHEIOS E SIMETRICOS, ACV: BNRNF EM 2T, SEM SOPROS, AR: MVF SEM RA. ABD NORMOTENSO, RH+. -PRESENÇA DE LESÕES HIPOCRÔMICAS, COM MARGENS ERITEMATOSAS, DISSEMINADAS EM MEMBROS SUPERIORES, DORSO E ABDOME. SENSIBILIDADE TERMICA PRESERVADA. SENSIBILIDADE DOLOROSA LEVEMENTE REDUZIDA. HSE: RESIDE COM IRMÃO. CONDUTA: DISCUTO CASO COM O MÉDICO QUE SOLICITA: RX DE TORAX, SOLICITO EXAMES LABORATORIAIS, TESTES RÁPIDOS P/ IST´S, RETORNO E BACILOSCOPIA PARA HANSENIASE + MATRICIAMOS O CASO COM UM MÉDICO ESPECIALISTA EM DOENÇAS TROPICAIS 22 CASO CLÍNICO (PARTE 2) APÓS A CONSULTA Identificação do paciente: BRASILINO RESULTADO: NÃO REAGENTES PARA HIV, HEPATITE B e C E REAGENTE PARA SIFILIS. Figura 3- Informação do guia prático sobre a Hanseníase, 2019. Fonte: Guia prático sobre a Hanseníase, 2019. CONDUTA: -SOLICITO VDRL QUANTITATIVO + FTA-BS, REALIZO A COLETA DA SOROLOGIA NA ESF E ENCAMINHO A COLETA AO SAE AMPLIADO. RETORNO COM RESULTADOS. Figura 3- Manchas hipocrômicas. Fonte: Guia prático sobre a Hanseníase, 2019. LITERATURA 23 CASO CLÍNICO (PARTE 3) RETORNO Identificação do paciente: BRASILINO RESULTADO: BACILOSCOPIA DIRETA (03/09/2024): LD-LB: 0 LE-IB:1 CD-IB: 4 MANHCHAS NAS COSTAS - IB: 2 IB MÉDIO: 1.75 OBS: PRESENÇA DE BACILOS INTEGROS E FRAGMENTADOS, ISOLADOS E AGRUPADOS. ALGUNS ALGOMERADOS DE BACILOS. VDRL (03/09/24): 1:32 FTA BS (04/09/24): IGG: REAGENTE E IGM: NÃO REAGENTE. CONDUTA: -PRESCRITO RIFAMPICINA + DAPSONA + CLOFAZIMINA - 12 MESES RIFAMPICINA 600 MG/MÊS SUPERVISIONADO + DAPSONA 100 MG/MÊS SUPERVISIONADO E 100 MG/DIA AUTOADMINISTRADO + CLOFAZIMINA 300 MG/MÊS SUPERVISIONADO E 50 MG/DIA AUTOADMINISTRADO. - RETORNO PARA DOSE SUPERVISIONADA MENSAL. ORIENTO SOBRE OS SINAIS DE ALARME E A NECESSIDADE DE RETORNO ANTES DO AGENDADO. - SOLICITO A PRESENÇA DE UM FAMILIAR PARA FORMAR UMA REDE DE APOIO. Figura 3- Manchas hipocrômicas. Fonte: Guia prático sobre a Hanseníase, 2019. 24 CASO CLÍNICO (PARTE 4) RETORNO Identificação do paciente: BRASILINO CONDUTA: - Encaminho para o médico: Tratamento farmacológico da reação hansênica tipo 1 ou Reação Reversa com prednisona + albendazol ou ivermectina.Médico encaminha ao SAE AMPLIADO DERMATOLOGIA. - Acompanhamento na UBS agendado e entregue ao acompanhante. Figura 4- Descamação da pele. Fonte: Guia prático sobre a Hanseníase, 2019. QUEIXA PRINCIPAL: “PELE DESCAMANDO, MUITA COCEIRA E INCHAÇO NAS PERNAS E MANCHAS PELAS PERNAS” 25 CASO CLÍNICO (PARTE 5) BUSCA ATIVA Identificação do contato: ARGENTINO CONDUTA: - SOLICITO E REALIZO TESTE RÁPIDO PARA HANSENÍASE: REAGENTE. -ENCAMINHO PARA APLICAÇÃO DE BCG. - RETORNO COM 01 ANO OU SE APARECER SINAIS SINTOMAS. QUEIXA PRINCIPAL: SEM QUEIXAS ANS: SEM ALTERAÇÕES. REFERÊNCIAS: 26 MINISTÉRIO DA SAÚDE. PCDT Resumido – Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Hanseníase. Brasília, 2023. Disponível em: https://www.gov.br/conitec/pt- br/midias/protocolos/resumidos/PCDTResumidoHanseniase.pdf. Acesso em: 22 abr. 2025. MINISTÉRIO DA SAÚDE. PCDT de Hanseníase – Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Hanseníase. Brasília, 2022. Disponível em: https://www.gov.br/conitec/pt- br/midias/protocolos/publicacoes_ms/copy_of_20230131_PCDT_Hanseniase_2022_ele tronica_ISBN.pdf. Acesso em: 20 abr. 2025. BRASIL. Ministério da Saúde. Nota Técnica nº 3/2023-CGDE/DEDT/SVSA/MS: orientações sobre o fornecimento e uso do teste rápido imunocromatográfico para determinação qualitativa de anticorpos IgM anti-Mycobacterium leprae para avaliação de contatos de hanseníase na Atenção Primária à Saúde. Brasília, 2023. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/notas- tecnicas/2023/nota-tecnica-no-3-2023-cgde-dedt-svsa-ms. Acesso em: 19 abr. 2025. BRASIL. Ministério da Saúde. Guia de Vigilância em Saúde – 5ª edição revisada e atualizada. Brasília, 2022. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/guia_vigilancia_saude_5ed_rev_atual.pdf. Acesso em: 19 abr. 2025.