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RELATÓRIO ANÁLITICO DE ESTÁGIO I Autor Maria Vikeline Gomes Orientador Local Poleana Araujo de Lacerda Fortes Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI Curso de Bacharelado em Serviço Social (2024/2) – Estágio I 05/12/2024 1 INTRODUÇÃO O presente relatório foi produzido através da experiência de estágio na Associação Pestalozzi Delmiro Gouveia, uma instituição sem fins lucrativos que oferece serviços de educação, saúde, assistência social, cultura e lazer para crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e seus responsáveis. O relatório tem como objetivo esclarecer como é a prática do assistente social frente às demandas e posicionamento, com base na observação e acompanhamento no ambiente de estágio. O trabalho do assistente social está pautado nos fundamentos teóricos e metodológicos do serviço social no código de ética e competências. Durante o estágio I foram observadas as realizações de acolhimento, avaliação social, visita domiciliar, orientações com as famílias, reuniões de promoção à saúde como rodas de conversas sobre assuntos importantes com os responsáveis dos assistidos. 2. RELATO E ANÁLISE DO PROCESSO DE TRABALHO A Associação Pestalozzi Delmiro Gouveia é composta por uma equipe multidisciplinar, responsável técnica, assistente social, psicopedagoga, educadora física, oficineiro, recepcionista e voluntários. O atendimento é iniciado com a assistência social para avaliar os critérios específicos para poder direcionar as possíveis avaliações subsequentes ao projeto terapêutico singular, avaliação especializada, atendimento individualizado, atendimento em grupo, orientações sobre direitos e benefícios do assistido. A função do assistente social é recepcionar os novos usuários dos serviços ofertados, acompanhar a evolução dos assistidos e apoiar seus familiares. Oferecendo rodas de conversas sobre assuntos relacionados à saúde, prevenções, deficiência intelectual, distúrbios do desenvolvimento, dificuldades enfrentadas por mães atípicas, para junto com outras mães poderem compartilhar experiências, empoderamento. No período do estágio foram observadas várias atividades na instituição sob a supervisão da orientadora de campo e assistente social Poleana Araujo de Lacerda Fortes, como acompanhamento no acolhimento e avaliação social com os responsáveis pelos futuros assistidos, preenchimentos de relatórios sociais, fichas Des e Dreef, visita domiciliar, rodas de conversa, preparação para as rodas de conversa, festividade do dia das crianças e reuniões de equipe. 2.1 PROCESSO DE INSERÇÃO E ATIVIDADES REALIZADAS O primeiro contato foi através da presidente Thayane Cavalcanti, onde a mesma fez a apresentação das instalações, dos profissionais e direcionamento para a assistente social. A assistente social Poleana Araujo me permitiu acompanhar como funciona a avaliação social através de uma escuta qualificada e humanizada, todo o processo de preenchimentos de relatórios sociais, fichas Des e Dreef, como e porque da visita domiciliar, planejamento e importância das rodas de conversa. 2.2 AVALIAÇÃO DO PROCESSO DE SUPERVISÃO 2.2.1 Auto-Avaliação A observação do estágio I proporciona o conhecimento da prática, das intervenções, a importância da responsabilidade de lidar com informações pessoais e delicadas, causa sentimentos de empatia e de determinação. 2.2.2 Avaliação das Condições Institucionais Pode-se destacar que o espaço físico da assistente social para acolhimento é pequeno e pouco ventilado. Os demais espaços tem acessibilidade, são climatizados, aconchegantes e bem receptivos. 2.2.3 Avaliação da Dinâmica De Supervisão A supervisora de campo repassou com maestria a função do assistente social na instituição, acompanhou cada passo, cada etapa, esclarecendo dúvidas e proporcionando ao estagiário sua passagem de um saber teórico para um saber teórico-prático, tornando a aprendizagem mais significativa e favorecendo experiência e conhecimento durante todo o estágio. 3 CONCLUSÃO O estágio I é o momento de observar, conhecer na prática e ter o primeiro contato com as competências e ações do assistente social. Essa inserção no campo de estágio permite a compreensão dos estudos teóricos que foram realizados em aula. Entender as diferenças de cada nível de atenção só foi possível através da vivência do campo de estágio, onde foram realizadas tarefas cotidianas como observação de relatório social, parecer social, bem como de todos os documentos inerentes ao processo de cada avaliação. Na instituição notou-se a grande preocupação em relatórios bem executados uma vez que compõe o dossiê do assistido, e que em algum momento poderá ser necessário para este mesmo. Conclui-se que o estágio obrigatório supervisionado I foi de extrema importância para compreender a teoria como prática, fornecendo trabalho em equipe e uma qualificação técnica emocional e social. REFERÊNCIAS BRASI L, Lei nº 8662, de 07 de junho de 1993. Dispõe sobre a profissão de Assistente Social e dá outras providências. https://www.jusbrasil.com.br/legislacao/127629/lei-8662- 93?msockid=0396faee190062d11197efea18fb6327 Site Fenapestalozzi- Federação Nacional das Associações Pestalozzi- Disponível em: https://fenapestalozzi.org.br/ https://www.jusbrasil.com.br/legislacao/127629/lei-8662-93?msockid=0396faee190062d11197efea18fb6327 https://www.jusbrasil.com.br/legislacao/127629/lei-8662-93?msockid=0396faee190062d11197efea18fb6327 https://fenapestalozzi.org.br/