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GRUPO SER EDUCACIONAL CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM Luiz Eduardo de Andrade Zanellatto 01669098 RELATÓRIO DE PRÁTICAS HOSPITALARES Guarulhos/SP2025 LISTA DE FIGURAS Figura 1 – Título. xx Figura 2 – Título. xx Figura 3 – Título. xx Figura 4 – Título. xx Figura 5 – Título. xx SUMÁRIO INTRODUÇÃO 4 CONTEXTUALIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO 5 OBJETIVOS 6 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS 7 CONSIDERAÇÕES FINAIS 8 REFERÊNCIAS 9 ANEXOS - DOCUMENTOS 10 1 INTRODUÇÃO A disciplina de Cuidado Integral à Saúde do Adulto I visa oferecer aos alunos de enfermagem o conhecimento teórico e prático necessário para proporcionar uma assistência humanizada, segura e completa ao adulto em variados níveis de atenção à saúde. Nas aulas, foram discutidos tópicos essenciais, como a avaliação clínica do paciente adulto, monitoramento de sinais vitais, administração de medicamentos, tratamento de feridas e práticas de biossegurança, sempre alinhados aos princípios do SUS e à política nacional de humanização (Brasil, 2004). A metodologia da disciplina incluiu aulas expositivas, simulações realistas em laboratório e atividades práticas supervisionadas, promovendo a integração entre teoria e prática. Este modelo educacional favorece o desenvolvimento do raciocínio clínico, assim como o aprimoramento de habilidades técnicas e interpessoais, em conformidade com os princípios éticos e legais da profissão de enfermagem (COFEN, 2017). As atividades práticas ocorreram entre 29 de março e 5 de abril de 2025, em centros de saúde que atendem adultos em diversos contextos clínicos. Essa experiência de campo proporcionou uma imersão na realidade do cuidado, funcionando como um ambiente privilegiado para o aprendizado por meio da observação e da realização supervisionada de procedimentos, do acolhimento aos pacientes e do trabalho em equipe. Essa vivência fortaleceu minha autonomia profissional, além de aprimorar minha capacidade crítica e meu compromisso com a qualidade do atendimento. Adicionalmente, foi essencial para a minha formação como enfermeiro, especialmente na promoção de uma postura ética, empática e dedicada ao bem-estar do paciente (Freire, 1996). Ao vivenciar variadas situações clínicas, consegui entender de maneira mais profunda a complexidade do cuidado ao adulto, bem como a relevância da integralidade e da escuta ativa no processo de enfermagem. ( 10 ) ( Relatório práticas hospitalares – Enfermagem ) 2 CONTEXTUALIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO A atividade prática da disciplina de Cuidado Integral à Saúde do Adulto I foi realizada na Clínica de Enfermagem da Universidade de Guarulhos, um espaço acadêmico dedicado ao ensino, pesquisa e extensão, que oferece atendimentos sem custos à comunidade local, supervisionados por professores e preceptores qualificados. A clínica faz parte dos ambientes formativos da instituição e está preparada para atender pacientes em diversas condições de saúde, proporcionando a aplicação prática dos conhecimentos adquiridos nas aulas, conforme previsto na Resolução CNE/CES nº 3/2001, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação na área da saúde. O ambiente da clínica é projetado para replicar a realidade dos serviços de saúde, oferecendo desde consultas de enfermagem até procedimentos ambulatoriais, dentro de uma abordagem de cuidado humanizado e integral. As atividades foram realizadas entre 29 de março e 5 de abril de 2025, com horários diários das 8h às 17h, totalizando uma semana de práticas intensivas. Nesse período, os alunos se envolveram em diversas tarefas, como recepção de pacientes, medição de sinais vitais, avaliações clínicas, realização de curativos e administração de medicamentos, sempre sob a supervisão da preceptora Juliana Peixoto Sales, enfermeira encarregada de orientar diretamente as práticas. Juliana possui um título em enfermagem, com especialização em Saúde Coletiva e uma ampla experiência em ensino clínico, o que foi fundamental para a qualidade do acompanhamento e para a formação técnica e ética dos estudantes durante o estágio (Brasil, 2014). A supervisão atenta e qualificada criou um ambiente de aprendizado seguro, promovendo reflexões contínuas sobre a atuação profissional e estimulando a autonomia e a responsabilidade dos futuros enfermeiros. 3 OBJETIVOS O principal propósito da atividade prática na disciplina de Cuidado Integral à Saúde do Adulto I foi oferecer aos alunos a oportunidade de experimentar diretamente o cuidado de pacientes adultos, através da combinação do conhecimento teórico adquirido nas aulas com a prática assistencial realizada em campo. O objetivo foi desenvolver habilidades técnicas, éticas e relacionais essenciais para a profissão de enfermagem, enfatizando a promoção da integralidade, a escuta ativa e a humanização do atendimento, em conformidade com a Política Nacional de Humanização do SUS (Brasil, 2004). Além disso, a prática também visou incentivar o raciocínio clínico, a colaboração em equipes multiprofissionais e a tomada de decisões fundamentadas em evidências cientificas, de acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos na área da saúde (Brasil, 2001). Além disso, buscou-se promover a autonomia profissional do aluno, possibilitando a realização supervisionada de atividades como medição de sinais vitais, administração de medicamentos, realização de curativos e orientações ao paciente, sempre em conformidade com os princípios éticos e bioéticos na área da saúde (COFEN, 2017). A atividade prática também teve como meta estimular um olhar crítico e reflexivo sobre a realidade dos serviços de saúde e suas limitações, encorajando o engajamento social do futuro profissional em relação à equidade e ao acesso a cuidados de saúde de qualidade. Ao conectar o estudante com a realidade clínica, a prática favoreceu uma compreensão mais ampla do processo de trabalho em enfermagem, preparando-o para atuar com habilidade técnica e sensibilidade humana diante das necessidades de saúde do adulto. 4 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS No período do estágio na disciplina Cuidado Integral à Saúde do Adulto I, foram executadas várias atividades práticas com o objetivo de aprimorar as habilidades técnicas e éticas dos estudantes de enfermagem. As atividades foram estruturadas de acordo com o formulário de avaliação da disciplina e serão detalhadas nas seções seguintes, incluindo tanto a execução prática quanto a observação guiada das ações, em conformidade com os protocolos de segurança do paciente estabelecidos pela instituição e as orientações do Ministério da Saúde (BRASIL, 2014). 4.1 Envolvimento em processos particulares da área de estudo Uma das primeiras iniciativas práticas consistiu na discussão acerca da sepse e a relevância da higienização das mãos como uma medida essencial para sua prevenção, uma vez que a maior parte das infecções hospitalares está ligada à transmissão cruzada por meio do contato (ANVISA, 2017). Tive a oportunidade de participar de uma roda de conversa coordenada pela preceptora, onde foram apresentados casos clínicos reais e enfatizada a responsabilidade do enfermeiro na prevenção da sepse, principalmente por meio da técnica correta de lavagem das mãos. 4.2 Higienização adequada das mãos Sob orientação, executei a técnica completa de higienização das mãos seguindo os cinco momentos estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde. Utilizei água, sabão líquido e papel toalha, além de realizar a desinfecção com álcool a 70%. Essa atividade prática enfatizou a relevância da adesão ao protocolo de limpeza como uma tática para diminuir infecções associadas aos cuidados de saúde (OMS, 2009). A prática foi reiterada até que todos os estudantes dominassem a técnica e compreendessem os momentos apropriados para a higienização. 4.3 Montagem da caixa para descarte A construção da caixa para descarte de materiais perfurocortantes foi feita de maneira prática, garantindo o encaixe correto da tampa e o posicionamento seguro da caixa nas proximidades do local onde osprocedimentos são realizados. O objetivo da atividade foi a prevenção de acidentes no ambiente de trabalho e o descarte apropriado de resíduos, conforme estabelecido pela NR-32 (BRASIL, 2005). Estive envolvido na montagem e na discussão sobre os riscos ligados ao descarte inadequado de agulhas e lâminas. 4.4 Método para colocar luvas estéreis Pratiquei a técnica apropriada para vestir luvas estéreis, empregando campos cirúrgicos e vestuário adequado, focando na preservação da esterilidade ao longo de toda a prática. Apesar das dificuldades iniciais, a repetição supervisionada pela preceptora contribuiu para aprimorar minha habilidade e confiança. Além disso, observar os colegas facilitou meu aprendizado por meio da comparação de métodos e da identificação de falhas recorrentes. 4.5 Insumos para acesso venoso e aplicação de injeções Foi feita uma apresentação teórica a respeito dos dispositivos empregados na punção venosa periférica e na aplicação de medicamentos, incluindo seringas, agulhas, escalpes, cateteres e conjuntos de infusão. Em seguida, pratiquei com esses instrumentos em um ambiente controlado. Em virtude das restrições deste ambiente (uso de manequins e membros artificiais), as atividades foram realizadas em formato de simulação. Essa fase foi crucial para identificar os diversos tamanhos de agulhas e suas finalidades clínicas (PORTO, 2018). 4.6 Dispositivos de descompressão e sondas nasoenterais Estive presente na apresentação da técnica para a sondagem vesical de alívio e na colocação de sonda nasoenteral em manequins, conforme os protocolos de biossegurança e cuidados com o paciente. O evento foi totalmente observacional devido à natureza invasiva dos procedimentos, que requerem um treinamento especializado. A instrutora destacou os perigos associados à inserção inadequada da sonda e a necessidade de verificar seu posicionamento (BRASIL, 2014). 4.7 Técnicas de punção venosa em membros artificiais Sob orientação direta, executei a punção venosa com o uso de braços simulados, praticando a seleção do local para a punção, a antissepsia da pele e a inserção da agulha, seguida da fixação. Essa prática propiciou o aprimoramento de habilidades motoras e visuais essenciais para a condução segura do procedimento, levando em conta os princípios de assepsia e os potenciais riscos de complicações, como o extravasamento e a flebite (PORTO, 2018). Apesar de ter sido uma atividade simulada, o realismo do braço artificial foi fundamental para o meu aprendizado. 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS A experiência prática na disciplina Cuidado Integral à Saúde do Adulto I foi de grande importância para minha formação acadêmica e profissional. As condições de trabalho proporcionadas pela Clínica de Enfermagem da Universidade de Guarulhos foram satisfatórias, com disponibilidade de materiais necessários, uma infraestrutura bem-organizada e um ambiente favorável ao aprendizado. A recepção da supervisora Juliana Peixoto Sales foi calorosa e educativa; sua abordagem estimulou a participação ativa dos alunos, favorecendo um contexto de ensino-aprendizagem fundamentado no respeito, na ética e na escuta atenta, alinhando-se aos princípios da Educação Permanente em Saúde (BRASIL, 2007). Ao longo do estágio, percebi que o conhecimento teórico adquirido nas aulas forneceu uma base robusta para executar as atividades propostas, principalmente nos âmbitos técnicos e éticos da assistência ao adulto. Essa experiência prática permitiu reforçar os conhecimentos sobre a prevenção de infecções, a administração de medicamentos, técnicas de punção venosa, além dos cuidados com sondas e curativos. Isso ressaltou a relevância do raciocínio clínico e da tomada de decisões fundamentadas em protocolos e evidências (COFEN, 2017). Essa vivência aumentou minha confiança em minhas ações e esclareceu as responsabilidades do enfermeiro na assistência direta ao paciente, aspectos que serão essenciais para minha futura atuação no mercado de trabalho, pois refletem habilidades valorizadas em contextos clínicos e hospitalares. Identifiquei a importância de intensificar os momentos de simulação antes do ingresso no campo prático, especialmente em relação a procedimentos mais invasivos. Recomendo que as disciplinas anteriores ao estágio incluam mais atividades laboratoriais, centrando-se no desenvolvimento de habilidades práticas e na comunicação terapêutica. Ademais, seria vantajoso que a duração do estágio fosse ampliada, permitindo que os estudantes acompanhem a evolução dos cuidados e a reação dos pacientes às intervenções. Em resumo, a experiência prática contribuiu não só para o aprimoramento técnico, mas também para o fortalecimento do compromisso ético-social em promover um cuidado humanizado, conforme estabelecido pelas Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos na área da saúde (BRASIL, 2001). REFERÊNCIAS BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação da Área da Saúde. Brasília: MEC, 2001. BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Humanização da Atenção e Gestão do SUS – PNH. Brasília: Ministério da Saúde, 2004. BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA. Segurança do Paciente: Higienização das Mãos em Serviços de Saúde. Brasília: ANVISA, 2017. BRASIL. Ministério da Saúde. Programa Nacional de Segurança do Paciente – PNSP. Brasília: Ministério da Saúde, 2014. BRASIL. Ministério da Saúde. A Educação Permanente em Saúde e o SUS. Brasília: Ministério da Saúde, 2007. BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. Norma Regulamentadora nº 32 – Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde. Brasília: MTE, 2005. COFEN – Conselho Federal de Enfermagem. Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem. Resolução COFEN nº 564/2017. Brasília: COFEN, 2017. OMS – Organização Mundial da Saúde. WHO Guidelines on Hand Hygiene in Health Care. Geneva: WHO Press, 2009. PORTO, C. C. Exames Clínicos. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018. ANEXO – DOCUMENTOS image1.jpeg image2.jpeg