Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

LISTA DE EXERCÍCIOS 2 - PRIMEIRA E SEGUNDA LEI DE MENDEL 
IB461 – Turma T02 
Professora Denise Monnerat Nogueira 
 
1. Qual foi o organismo modelo utilizado por Gregor Mendel para analisar a herança das características 
individuais e quais as vantagens apresentadas por este modelo para o estudo em questão? 
R: Utilizou como modelo a ervilha Pisum sativum, ou ervilha-de-jardim. Vantagens do modelo: as 
plantas são de porte pequeno, fácil cultivo sendo possível ter muitos indivíduos em um pequeno 
espaço; ciclo de vida curto, logo, podem ser analisadas muitas gerações em curto intervalo; produz 
muitas sementes por plantas, ou um grande número de descendentes, o que permite avaliar 
características herdadas em menor proporção e com confiança estatística; ele podia controlar a 
reprodução em decorrência do sistema reprodutivo da ervilha-de-jardim, que possui o sistema 
reprodutor feminino e masculino; a planta apresenta características contrastantes para sete 
caracteres: forma da semente, cor da semente, cor da flor, forma da vagem, cor da vagem, posição 
da flor e comprimento do caule. 
 
2. Que cuidados Mendel tomou que contribuíram para o sucesso do seu experimento? 
R: Focou inicialmente em uma característica por vez (monibridismo) e controlou todo o 
experimento. Fazia registros qualitativos e quantitativos dos resultados dos seus cruzamentos (além 
de pai da genética é tido com o pai da biometria, ou seja, foi o primeiro a usar a matemática para 
análise de dados biológicos). Iniciou o experimento com plantas de linhagens puras, ou seja, sempre 
que autofecundadas geravam descendentes onde as características da linhagem permaneciam 
inalteradas. Fez o mesmo experimento para as sete características estudadas da ervilha-de-jardim e 
só depois passou a analisar ao mesmo tempo como se dava a herança de duas características ao 
mesmo tempo (diibridismo). 
 
3. Nos experimentos desenhados por Mendel avaliando, por exemplo, a herança da forma da semente 
(lisa ou rugosa) descreva: 
a) O que Mendel denominou de geração P? Que características estavam presentes nesta geração? 
R: Geração P ou geração parental é a geração inicial onde foram cruzadas plantas de linhagens 
puras para cada característica sob análise. Neste caso foi feito a fecundação cruzada entre 
plantas puras da linhagem que gerava sementes lisas com plantas puras da linhagem que 
apresentava sementes rugosas. 
b) E a geração F1? Que características estavam presentes? E que tipo de experimento foi realizado 
com estes indivíduos? 
R: A F1 é o resultado da fecundação cruzada da geração P, ou seja, a primeira geração filial. 
Mendel observou na F1 apenas sementes lisas, ou seja, 100% de sementes lisa; portanto, a 
forma rugosa (uma das características de um parental) não estava presente na F1. Estas 
sementes foram plantadas e nasceram as plantas onde ele permitiu que ocorresse a 
autofecundação (F1xF1). 
c) Explique o que Mendel denominou de F2 e o que observou em relação à forma das sementes 
nesta geração. 
R: F2 = segunda geração filial. Prole resultante da autofecundação das plantas da F1. Encontrou 
uma proporção de 3 plantas com sementes lisas para cada 1 com semente rugosa, ou seja, a 
característica de um dos parentais e ausente na F1 reaparece na F2, em menor proporção. 
 
4. De que modo Mendel estabeleceu os princípios de dominância e recessividade em relação às 
características lisa e rugosa das sementes. 
R: Observando na F1 o desaparecimento de uma das características da geração P (no caso, semente 
rugosa oriunda de plantas puras) e o seu reaparecimento na F2 sempre em menor proporção (25%) 
em relação à única característica presente na F1 e predominante na F2 (semente lisa) ele concluiu 
que a característica lisa era dominante sobre a característica rugosa, a qual ele denominou de 
recessiva. 
 
5. Como explicar a proporção dos caracteres da semente, lisa e rugosa observado por Mendel nas 
sucessivas gerações até a F2. 
R: Mendel concluiu que as proporções observadas na F1 e F2 só poderiam ocorrer se esta 
característica fosse determinada por dois fatores hereditários e os identificou com letras. No caso R 
para semente lisa, o caráter que chamou de dominante e r para identificar o caráter que chamou de 
recessivo, semente rugosa. Logo na geração P, sendo linhagens puras de plantas, teriam fatores 
iguais, ou seja, as da linhagem lisa RR (genótipo homozigoto dominante) e as da linhagem rugosa rr 
(genótipo homozigoto recessivo). Na geração F1 para manter os dois fatores por planta, cada 
indivíduo recebe dos genitores apenas um fator (que é o mesmo que dizer que cada genitor 
transmite para os descendentes apenas um dos fatores), ou seja, todos os indivíduos da F1 carreiam 
os fatores Rr distintos que denominamos como sendo híbridos ou com genótipo heterozigoto. Na 
autofecundação da F1, por serem heterozigotos, há uma possibilidade maior de combinações dos 
dois fatores hereditários R e r gerando uma F2 com ambas as características lisa e puras na razão de 
3R (lisas):1r(rugosa) ou proporção de 3/4R e 1/4r ou frequência de 75%R e 25%r. Na F2 a 
característica que estava ausente na F1 reaparece sempre em menor proporção. 
 
6. Utilizando o quadrado de Punnet explique o resultado observado por Mendel na F2 do cruzamento 
de monohibridismo. 
R: Utilizando o quadrado de Punnet abaixo as possibilidades de herança da F2 e proporções das 
combinações dos dois fatores estão representadas. Neste caso, cada genitor pode transmitir apenas 
um fator hereditário para o descendente que por reprodução sexuada é gerado pela união dos dois 
fatores durante a fecundação. No caso da F1 o gameta feminino tem a chance ou probabilidade de 
0,5 ou de 50% (1/2) de carrear o fator R e 0,5 ou 50% (1/2) de r. O mesmo ocorre para o gameta 
masculino. Logo a chance de um descendente da F2 herdar ambos os fatores RR é ½ x ½ = ¼ ou 0,25 
ou 25%, Rr idem, porém isso pode ocorrer duas vezes logo, 2/4 ou ½ ou 0,5 ou 50% de chance de 
resultar em um heterozigoto e para rr = ½ x ½ = ¼ ou 0,25 ou 25%. 
 
 ♀ 
♂ 
R (1/2) r (1/2) 
R (1/2) 
 
RR 
 
Rr 
 
r (1/2) 
Rr 
 
rr 
 
 
OBS: Os fatores hereditários a que Mendel se referia, hoje denominamos de genes. Os diferentes 
fatores hereditários para uma mesma característica denominamos, alelos que são formas 
alternativas do mesmo gene. 
 
7. Defina genótipo e quais as proporções genotípicas da F1 e F2? 
R: Genótipo é a combinação dos alelos presentes em um mesmo locus ou loco gênico. Quando dois 
alelos iguais ocupam o mesmo locus gênico o indivíduo é um homozigoto. Se carreia ambos os alelos 
dominantes, é homozigoto dominante. Se carreia ambos os alelos recessivos é um homozig oto 
recessivo. Se carreia alelos diferentes no mesmo locus gênico é denominado heterozigoto. Na F1 
100% dos indivíduos têm o genótipo heterozigoto. Na F2: ¼ homozigoto dominante: 2/4 
heterozigotos: ¼ homozigoto recessivo. 
 
8. Como você pode associar as conclusões de Mendel e a Meiose. 
R: Quando Mendel disse que os fatores (por exemplo, Rr – poderia ser RR ou rr também) se separam 
na formação dos gametas ele sem saber estava descrevendo o que ocorre na primeira divisão da 
meiose também denominada de reducional, quando os homólogos com as cromátides duplicadas se 
separam para as duas células-filhas geradas R (em um cromossomo) e r (no seu homólogo). Na 
segunda divisão meiótica ou equacional há a disjunção das cromátides-irmãs dividindo apenas o 
mesmo fator. No caso do heterozigoto 50% dos gametas terão o alelo R e 50% o alelo r. 
 
9. Qual a Primeira Lei de Mendel? 
R: A Primeira Lei de Mendel é conhecida como a Lei da Segregação dos Fatores: todas as 
características dos indivíduos são determinadas por dois fatores que se segregam (separam-se) 
durante a formação dos gametas, sendo que cada genitor transmite apenas um “fator” para seus 
descendentes. 
OBS: Neste caso, o termo (fatores hereditários)pode ser substituído por genes alelos ou alelos. 
Agora vamos testar os princípios da Primeira Lei de Mendel em espécies animais 
10. Em bovinos o caráter ausência de chifres (mocho) é determinado por um alelo dominante em 
relação ao seu alelo para presença de chifres. Do acasalamento entre dois animais de fenótipos 
iguais nasceram dois descendentes um com chifres e um mocho. Quais os genótipos e fenótipos dos 
dois reprodutores? 
R: Os genótipos seriam Cc e Cc, apresentando ambos o fenótipo mocho. 
 
11. Em coelhos, o caráter comprimento dos pelos é controlado por um par de genes com dominância 
entre alelos e apresenta as formas curto e longo. Do cruzamento entre um coelho de pelo curto e 
outro de pelo longo, o único descendente nascido apresentou pelo longo. Esse descendente, mais 
tarde acasalado com todas as fêmeas de pelos longos obtidas em uma geração F2, apresentou uma 
descendência numerosa e homogênea, onde todos os animais tinham pelos longos. Qual dos dois 
alelos é, mais provavelmente, o dominante? Justifique sua resposta. 
R: O alelo dominante é o que determina pelos curtos. Pelo curto é, portanto, determinado pelo alelo 
dominante e o indivíduo do primeiro cruzamento é heterozigoto Cc e a fêmea de pelo longo cc. 
Nasce então um (01) indivíduo de pelo longo (ll) que representa 50% de chance de nascimento (ou 
nascem descendentes Cc – com pelo curto ou cc – com pelo longo). Este ao acasalar com qualquer 
fêmea da F2 (obtida a partir de um cruzamento entre heterozigotos Ll x Ll) de pelos longos cc, 
independentemente do número de descendentes, todos terão pelos longos, ou seja, serão cc 100%. 
Se o alelo que determina pelo curto fosse o recessivo, o indivíduo do primeiro cruzamento seria 
obrigatoriamente cc e o de pelo longo C_ quer dizer poderia ser homozigoto dominante ou 
heterozigoto, se fosse CC aí sim todos teriam pelos longos Cc, ou se fosse heterozigoto, também 
poderia gerar um descendente heterozigoto Cc com pelos longos (50% de chance) – até aqui tudo 
bem. Porém, ao acasalar este heterozigoto com fêmeas de uma F2 elas poderiam ter genótipos CC ou 
Cc, logo tendo uma descendência grande ela não seria homogênea pois ao acasalar com fêmeas Cc 
haveria 25% de chance de nascerem descendentes cc, ou seja, com pelo curto. Apenas se fosse o 
indivíduo cruzado CC aí nasceriam todos com pelos longos. 
 
12. No experimento de diibridismo, Mendel seguiu o mesmo princípio utilizado no experimento de 
monohibridismo. Iniciou o cruzamento com a geração parental formada por linhagens puras para 
duas características e obteve a F1 formada somente por 100% de indivíduos com apenas um 
fenótipo parental. As características de um dos genitores da linhagem pura (P) haviam desaparecido, 
como no monohibridismo. Ao fazer a autofecundação da F1 ele observou que na F2 houve o 
reaparecimento do fenótipo da geração P ausente na F1 e que havia indivíduos com combinações 
fenotípicas que não estavam presentes na geração P e nem na F1. Isto chamou a atenção de Mendel 
sobre a independência dos fatores hereditários que hoje denominamos genes, responsáveis pelas 
duas características analisadas, por exemplo, cor e forma da semente. 
Escolha outras duas características da ervilha de jardim, e empregue os mesmos símbolos usados 
por Mendel para descrever os genótipos e fenótipos dos indivíduos da geração P e da F1. Utilize o 
quadrado de Punnet para demonstrar o genótipo e fenótipo da F2 do seu experimento 
descrevendo ao final a razão genotípica e fenotípica observada. 
 
R: Sementes amarelas e lisas e sementes verdes e rugosas. Na F1 todos os indivíduos são VvRr logo, 
considerando a segregação independente dos genes que determinam a cor e a forma da semente há 
quatro possibilidades de segregação do par de genes alelos para a formação dos gametas masculinos 
e femininos, cada qual com mesma probabilidade de ocorrência (25% ou ¼). 
 
 ♀ 
♂ 
VR (1/4) Vr (1/4) vR (1/4) Vr (1/4) 
VR (1/4) VVRR VVRr VvRR VvRr 
Vr (1/4) VVRr VVrr VvRr Vvrr 
vR (1/4) VvRR VvRr vvRR vvRr 
Vr (1/4) VvRr Vvrr vvRr vvrr 
 
Para exibir o fenótipo dominante basta ter uma cópia do alelo dominante, para exibir o fenótipo 
recessivo são necessárias duas cópias do alelo recessivo. 
Logo são observadas as seguintes classes fenotípicas nas seguintes proporções: 
V_R_ amarelas e lisas (podemos representar VR como classes fenotípicas) – 9/16 
V_rr amarelas e rugosas (classe fenotípica Vr) – 3/16 
vvR_ verdes e lisas (classe fenotípica vR) – 3/16 
vvrr verdes e rugosas (classe fenotípica vr) – 1/16 
Transformando o resultado em razão fenotípica 9VR: 3Vr: 3vR:1vr. Como os denominadores são os 
mesmos, a razão é expressa pelos numeradores que somados = 16 (total de eventos). 
 
13. Qual a Segunda Lei de Mendel? 
R: A Segunda Lei de Mendel, também chamada de Lei da Segregação Independente, estabelece 
que “os fatores (alelos) para duas ou mais características se distribuem independentemente durante 
a formação dos gametas e se combinam ao acaso”. 
 
Vamos iniciar alguns cálculos para a análise genética. 
n = número de pares de genes em heterozigose (híbridos) 
Cálculo desejado 
2 pares em 
heterozigose 
3 pares em 
hetero 
número de diferentes gametas produzidos – 2n 22 23 
número de ≠ genótipos em uma geração F2 – 3n 32 33 
número de ≠ fenótipos – 2n (relativo ao alelo 
dominante ou recessivo) 
22 23 
total de combinações genotípicas possíveis na F2 – 4n 42 43 
tipos ǂ de genótipos homozigotos na F2 – 2n 22 23 
Tipos ǂ de genótipos heterozigotos na F2 – 3n – 2n 32 – 22 33 – 23 
Total de genótipos heterozigotos na F2 – 4n – 2n 42 – 22 43 – 23 
 
14. O que são as constantes Mendelianas? 
R: Proporções genotípicas e fenotípicas na Herança Mendeliana que se mantem entre as gerações 
de acordo com os genótipos dos genitores. Resultam em fórmulas que nos permitem encontrar 
rapidamente os resultados desejados quando estamos estudando mais de dois pares de genes. 
 
15. Quantos diferentes tipos de gametas podem ser formados a partir de uma espermatogônia 
considerando os seguintes genótipos: 
a) AaBbccDdEEFf 
R: 24 – 16 diferentes tipos de gametas 
b) aaBbccDdEEFf 
R: 23 – 8 diferentes tipos de gametas 
c) AABbccddEEFf 
R: 22 – 4 diferentes tipos de gametas 
d) AABBCCDDEEFF 
R: 20 – 1. Só é formado 1 tipo de gameta em relação a estes pares de genes. 
16. Na questão acima considere que tenham sido formadas 2400 gametas. Considerando os quatro 
diferentes genótipos apresentados, quantos gametas provavelmente de cada tipo foram formados? 
R: a) 150 de cada tipo; b) 300; c) 600; d)2400 de um só tipo. 
 
17. Considere que na questão 15 os gametas tivessem sido formados a partir de 1200 espermatogônias. 
Considerando os seis diferentes genótipos apresentados, quantos gametas provavelmente de cada 
tipo foram formados? 
R: Cada espermatogônia forma 4 gametas, logo 1200x4=4800. a) 300; b) 600; c) 1200; d) 4800. 
 
18. O que você entende por genes independentes ou que segregam independentemente? 
R: São genes localizados em diferentes pares de cromossomos. 
 
19. Considerando presente apenas ação de dominância entre alelos, quais as proporções genotípicas e 
fenotípicas encontradas na descendência dos cruzamentos abaixo, relativos a genes de segregação 
independentes? 
a) AaBb x aabb? b) Aabb x aaBb? c) AaBb x AaBb? 
R: Sendo independentes podemos analisá-los separadamente e multiplicar o resultado para cada par 
de alelos individuais no mesmo cruzamento, por exemplo: 
a) (1/2Aa, 1/2aa) x (1/2Bb, 1/2bb), logo as proporções genotípicas serão= 1/4AaBb, 1/4Aabb, 1/4aaBb, 
1/4aabb; as proporções fenotípicas serão ¼ AB, ¼ Ab, ¼ aB e ¼ ab. 
b) (1/2Aa, 1/2aa) x (1/2Bb, 1/2bb) idem ao anterior 
c) (1/4AA, 2/4Aa,1/4aa) x (1/4BB, 2/4Bb, 1/4bb) 
logo as proporções genotípicas serão= 1/16 AABB, 2/16 ou 1/8 AABb, 1/16 AAbb, 2/16 ou 1/8 AaBB, 
4/16 ou 1/4 AaBb, 2/16 ou 1/8 Aabb, 1/16 aaBB, 2/16 ou 1/8 aaBbe 1/16 aabb; 
e as proporções fenotípicas serão 9/16 AB, 3/16 Ab, 3/16 aB e 1/16 ab.

Mais conteúdos dessa disciplina