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Prévia do material em texto

Bases Histológicas
Mecanismos Celulares, Moleculares e Bases 
Histológicas
Prof. Dr. Igor Luiz Souza da Cruz
igor.cruz@faa.edu.br
07 de agosto de 2025.
ME 
CONTA 
AÍ:
Dias Conteúdo
07/08/2025 Métodos de Estudo em Histologia
14/08/2025 Introdução ao Estudo das Células
21/08/2025 Tecido Epitelial de Revestimento e Glandular
28/08/2025 Tecido Conjuntivo
04/09/2025 Tecido Adiposo e Cartilaginoso
11/09/2025 Tecido Ósseo e Muscular
18/09/2025 Tecido Nervoso
25/09/2025 Tecido Sanguíneo e Sistema Circulatório
02/10/2025 P1
09/10/2025 P1
16/10/2025 Semana Desestressa
23/10/2025 Sistema Digestório
30/10/2025 Sistema Respiratório
06/11/2025 Sistema Urinário e Sistemas Genitais Masculino e Feminino
13/11/2025 Sistema Imunitário e Sistema Endócrino
20/11/2025 Feriado
27/11/2025 P2
04/12/2025 P2
11/12/2025 P3
18/12/2025 P3
C
R
O
N
O
G
R
A
M
A
P1
P2
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527739283
https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527739283
Objetivos de Aprendizagem do dia
• Compreender as técnicas de microscopia para a visualização do 
material histológico.
• Descrever as etapas de processamento histológico.
O QUE É 
HISTOLOGIA?
Introdução
- Histologia é o estudo das células, tecidos e sua organização
na formação dos órgãos do corpo humano.
- Por se tratar de estruturas microscópicas, seu estudo
depende de técnicas específicas de preparação e do uso de
microscópios.
(do grego hystos = tecido + logos = estudos)
Por que estudar histologia?
Biologia 
celular
BioquímicaFisiologia 
Patologia
A compreensão dos tecidos depende da integração com outras áreas da biomedicina.
Preparação de Amostras para Microscopia Óptica
- Microscópio de luz (óptico/fotônico):
• Imagem formada por raios de luz que atravessam a
amostra.
• Método mais comum: cortes histológicos.
- Observação de estruturas vivas:
• Possível com células vivas, camadas finas ou
tecidos transparentes.
• Observação direta em lâminas de vidro ou placas
de Petri.
• Permite estudo em tempo real, sob diferentes
condições fisiológicas.
BLADE: o caçador de vampiros. Direção: Stephen Norrington. Produção: Peter Frankfurt, Wesley 
Snipes, Robert Engelman. [S.l.]: New Line Cinema, 1998. 1 filme (120 min), son., color.
Preparação de Amostras para Microscopia Óptica
- Tecidos espessos:
• Não permitem a passagem da luz diretamente.
• Necessário fazer cortes muito finos (cortes
histológicos).
• Esses cortes são colocados sobre lâminas para
observação.
- Como são feitos os cortes?
• Utiliza-se um equipamento chamado micrótomo.
• Antes do corte, o tecido passa por tratamentos
específicos.
PREPARAÇÃO DOS TECIDOS
MICROTOMIA
DESIDRATAÇÃO E 
DIAFANIZAÇÃO
INCLUSÃO MONTAGEM E COLORAÇÃO DOS 
CORTES
FIXAÇÃO
A fixação preserva a estrutura do tecido por meio de agentes 
químicos, como formol, que criam ligações cruzadas nas 
proteínas, mantendo sua aparência semelhante à do tecido vivo.
Fixação
- Por que fixar?
• Evitar autólise (degradação por enzimas celulares ou
bactérias).
• Preservar a estrutura e composição molecular.
• Endurecer a amostra para facilitar o corte.
- Como é feita a fixação?
• Fixação química (mais comum):Tecidos imersos em
soluções fixadoras (formam ligações entre moléculas).
Exemplo: Formaldeído 4% (microscopia óptica).
• Exemplo: Glutaraldeído + Tetróxido de ósmio
(microscopia eletrônica).
• Fixação física: Menos usada; métodos como
congelamento rápido e aquecimento.
Fixação
Cassete histológico
Fixação
https://www.youtube.com/watch?v=VFxWpNDrgYE&t=180s
PREPARAÇÃO DOS TECIDOS
MICROTOMIA
DESIDRATAÇÃO E 
DIAFANIZAÇÃO
INCLUSÃO MONTAGEM E COLORAÇÃO DOS 
CORTES
FIXAÇÃO
Os tecidos são desidratados usando banhos de álcool em 
concentrações crescentes (50% → 100%) e, em seguida, 
tornados transparentes através do processo de diafanização 
usando xileno (xilol). 
Desidratação e Diafanização
- Por que desidratar e diafanizar?
• Preparar o tecido para inclusão em parafina ou
resina.
• Remover água (incompatível com parafina).
• Substituir a água por solventes orgânicos miscíveis
com a substância de inclusão.
• Clarear o tecido, tornando-o translúcido.
- Como é feita?
• Desidratação: Imersão em banhos de etanol com
concentrações crescentes (70% a 100%).
• Diafanização (clareamento): Substituição do
etanol por solvente orgânico (xilol ou toluol).
• O solvente orgânico torna o tecido transparente,
indicando que está pronto para a inclusão.
DIAFANIZAÇÃO
Desidratação e Diafanização
Desidratação Diafanização
PREPARAÇÃO DOS TECIDOS
MICROTOMIA
DESIDRATAÇÃO E 
DIAFANIZAÇÃO
INCLUSÃO MONTAGEM E COLORAÇÃO DOS 
CORTES
FIXAÇÃO
Para permitir o corte em lâminas finas e a observação das estruturas 
celulares, o tecido é incluído em um meio apropriado. Na microscopia 
óptica, utiliza-se geralmente parafina. O tecido é infiltrado com parafina 
fundida e, em seguida, moldado em um bloco que endurece ao esfriar, 
preparando-o para o corte no micrótomo.
Inclusão
- Por que incluir o tecido?
• Permitir o corte preciso em secções finas no
micrótomo.
• Diferenciar melhor as células e a matriz extracelular.
• Preservar a integridade da amostra durante o corte.
- Como é feita?
• O tecido é totalmente infiltrado com parafina fundida
(microscopia óptica) ou resina (microscopia
eletrônica).
• Após a impregnação, é transferido para um molde
com parafina fundida e deixado até endurecer.
• Forma-se um bloco de parafina, que será cortado
posteriormente em lâminas delgadas.
Inclusão
https://www.youtube.com/watch?v=VFxWpNDrgYE&t=180s
PREPARAÇÃO DOS TECIDOS
MICROTOMIA
DESIDRATAÇÃO E 
DIAFANIZAÇÃO
INCLUSÃO MONTAGEM E COLORAÇÃO DOS 
CORTES
FIXAÇÃO
Depois de os blocos terem sido aparados de modo a remover o excesso de 
material de inclusão, eles são preparados para a microtomia. Esta tarefa é 
efetuada utilizando-se um micrótomo, uma máquina equipada com uma 
navalha ou lâmina e um braço que avança o bloco de tecido em 
incrementos específicos uniformes. Para a microscopia óptica, a espessura 
de cada corte é de cerca de 5 a 10 μm.
Microtomia
- Por que cortar o bloco?
• Produzir lâminas finas o suficiente para a passagem
da luz no microscópio.
• Observar detalhes celulares e teciduais com nitidez.
- Como é feita?
• O bloco é aparado para remover excesso de
parafina/resina.
• Em seguida, é colocado no micrótomo, que realiza
cortes finos e regulares.
• Espessura dos cortes (microscopia óptica): entre 5 a
10 µm.
• As lâminas obtidas são recolhidas para montagem em
lâminas de vidro.
Criossecção de tecidos fixados e 
congelados
https://www.youtube.com/watch?v
=mP6aLHo6P2Y&ab_channel=Mont
realNeuro
Microtomia
PREPARAÇÃO DOS TECIDOS
MICROTOMIA
DESIDRATAÇÃO E 
DIAFANIZAÇÃO
INCLUSÃO MONTAGEM E COLORAÇÃO 
DOS CORTES
FIXAÇÃO
Os cortes de parafina são montados (colocados) em lâminas de vidro e 
corados em seguida com corantes solúveis em água, possibilitando a 
diferenciação de vários componentes celulares.
Coloração dos Cortes
- Por que colorir os cortes?
• A maioria das células e tecidos é incolor.
• A coloração permite visualizar estruturas celulares ao microscópio óptico.
• Sem coloração, o contraste é insuficiente (exceto em técnicas especiais,
como contraste de fase).
- Como é feita?
• A parafina é removida com xilol ou toluol (desparafinização).
• Os cortes são reatribuídos à água por banhos com etanol em concentrações
decrescentes.
• Após a hidratação, os cortes são corados com soluções aquosas de corantes.
- Coloração mais comum:
• Hematoxilina e Eosina (HE) – destaca núcleo, citoplasma e matriz
extracelular.
• Existem diversas colorações específicas para diferentes estruturas e
componentes celulares.
Coloração dos Cortes
https://www.youtube.com/watch?v=2D0rj0m6dV
s
Coloração dos Cortes
Adrenal
Hematoxilina/Eosina(HE):
- Hematoxilina é um corante básico, cora
componentes ácidos como o núcleo.
- Eosina é um corante ácido, cora componentes
básicos como o citoplasma.Núcleos Citoplasma
Coloração dos Cortes
- Como funciona a coloração?
• Corantes básicos → afinidade por componentes 
ácidos → estruturas basófilas
Ex: núcleo, nucléolo, ergastoplasma, MEC 
da cartilagem hialina.
Exemplos: azul de metileno, azul de 
toluidina, hematoxilina.
Cor: azul ou roxo-azulado.
• Corantes ácidos → afinidade por componentes 
básicos → estruturas acidófilas
Ex: citoplasma, mitocôndrias, colágeno, 
miofibrilas.
Exemplos: eosina, orange G.
Cor: rosa ou amarelo-alaranjado.
Myocardial histology of patient 1: Acid 
Fuchsin Orange G staining of myocardium [×
200] showing hypertrophy with thickened 
muscular fibres (Grünert et al., 2020).
Pele, mastocitoma de baixo grau, 
observar os grânulos 
intracitoplasmáticos dos mastócitos 
corados de azul e infiltrado de 
eosinófilos e neutrófilos, canino, 
fêmea, Shih-tzu, 10 anos e 11 meses, 
Azul de Toluidina, 40x (Calandro et 
al., 2011)
Coloração dos Cortes
Fotomicrografia de um corte histológico corado pelos 
corantes hematoxilina e eosina. A maior parte da imagem 
contém hepatócitos, células do fígado organizadas em 
cordões e que deixam espaços entre si preenchidos por 
capilares sanguíneos. O citoplasma dos hepatócitos está 
corado em cor-de-rosa pela eosina. A hematoxilina cora a 
cromatina dos núcleos e os nucléolos em azul-arroxeado. 
(Grande aumento. Imagem de P. Abrahamsohn.)
Microscópio Óptico
Microscópio Óptico
• A resolução de um microscópio depende
principalmente da lente objetiva, sendo também
influenciada pela qualidade e pelo ajuste do
condensador.
• As oculares ampliam a imagem, mas não
aumentam a resolução.
• A lente objetiva é uma lente convexa
(convergente). Ao atravessar essa lente, os raios
de luz vindos da amostra convergem e se cruzam
em um ponto focal, o que inverte a imagem.
• Ocular + objetiva = ampliação
• Condensador = qualidade da luz (sem ampliação)
Microscópio Óptico
Microscópio Monocular Microscópio Binocular Microscópio Trinocular
Lâminas
Lâminas com borda lisa e borda fosca
A borda lisa se apresenta totalmente transparente, enquanto a fosca tem uma extremidade utilizada para 
anotação e identificação da lâmina.
Lamínulas
Utilizada sobre a lâmina para cobrir a 
amostra, evitando aberrações da 
imagem e refração dos raios luminosos.
Conjunto de Lâminas
ITENS DO KIT:
Conjunto de lâminas preparadas para estudo em Histologia, 
composição:
1- Epitélio colunar Sec
2- Epitélio ciliado Sec
3- Epitélio escamoso simples Sec
4- Epitélio Escamoso Estratificado Sec
5- Célula endotelial Sec
6- Folículo cabelo humano Sec
7- Glândula sudorípara humana Sec
8- Tecido Adiposo Sec
9- Tecido Conjuntivo Frouxo W.M.
10- Tecido Conjuntivo Denso Tendão L.S.
11- Cartilagem hialina Sec
12- Cartilagem elástica Sec
13- Osso desgastado X.S.
14- Corte osso descalcificado X.S.
15- Corte osso descalcificado L.S.
16- Tecido Capilar Vessel C.S
17- Músculo esquelético X.S
18- Músculo esquelético L.S
19- Músculo esquelético L.S e X.S
20- Músculo liso X.S
21- Músculo liso L.S
22- Músculo liso L.S e X.S
23- Músculo liso separado W.M
24- Corte de músculo cardíaco C.S
25- Corte de músculo cardíaco L.S
26- Medula Espinhal C.S
27- Medula Espinhal L.S
28- Neurônio - motor W.M
29- Terminação neurônio motor W.M
30- Feixe de Nervos X.S
31- Nervo C.S
32- Nervo L.S
33- Ganglio espinhal L.S
34- Medula Óssea Vermelha sec.
35- Linfonodo sec.
36- Glândula Tireoide Sec
37- Glândula parótida Sec
38- Glândula submandibular Sec
39- Glândula Sublingual Sec
40- Testículo but sec.
41- Língua L.S
42- Corte da Traqueia Sec
43- Esôfago C.S
44- Junção esôfago com estomago.
45- Corte da parede Gástrica Sec
46- Corte do duodeno Sec
47- Corte do jejuno Sec
48- Corte de íleo X.S
49- Colón X.S
50- Reto X.S3
51- Apêndice Sec
52- Corte do Fígado Sec
53- Corte do pulmão Sec
54- Corte da vesícula biliar Sec
55- Ducto biliar Sec
56- Baço sec.
57- Corte de pâncreas Sec
58- Artéria X.S
59- Veia C.S
60- Artéria venosa C.S
61- Corte do cérebro Sec
62- Cerebelo Sec
63- Rim C.S
64- Rim L.S
65- Corte da bexiga urinária
66- Ureter C.S
67- Vesícula seminal C.S
68- Trompa de Falópio
69- Ovário C.S
70- Corte do útero
71- Cervix sec.
72- Glândula mamaria humana Sec
73- Testículo do Rato Sec
74- Testículo C.S
75- Epidídimo Sec
76- Esfregaço de espermatozóides (H)
77- Pênis C.S
78- Corte de próstata
79- Células epiteliais orais
80- Complexo de Golgi
Observação: As lâminas poderão sofrer 
alterações de lote para lote, sem aviso 
prévio.
?
?
Microscópio
Óleo de Imersão
Função:
- Reduz perda de luz 
e refração
- Melhora resolução e 
nitidez
- Protege a objetiva 
de arranhões
?
?
Objetivas
Microscopia Eletrônica
Microscópio 
eletrônico de 
varredura
Microscópio 
óptico
Até 1.000x Até 
1.000.000x
Utiliza um feixe de elétrons para produzir uma 
imagem ampliada de uma amostra
MEV
Microscopia Eletrônica de Varredura
US$ 1.000.000 = R$ 5.450.000
Fonte: Costa-Bauzá. A.; Grases, F. & Julià F. The power of desktop scanning electron microscopy with elemental analysis for analyzing urinary stones. Urolithiasis, v. 51, 2023.
?
MET
Microscopia Eletrônica de Transmissão
US$ 10.000.000 = R$ 54.500.000Fonte: Zhao J. et al. Cell morphological analysis of SARS-CoV-2 infection by transmission electron microscopy. J Thorac Dis. v. 12, n. 8, p. 4368–4373, 2020. ?
Processamento das Amostras
- Distorções e Artefatos
• A imagem do corte histológico é o resultado de várias
etapas, desde a fixação até a colocação da lamínula
sobre o tecido.
• Essas etapas podem causar distorções nos tecidos,
fazendo com que a imagem final seja diferente da
estrutura real dos tecidos vivos.
• Essas distorções são chamadas de artefatos de técnica.
- Causas comuns de artefatos
• Retração da amostra provocada pelo fixador,
desidratação e pelo calor da parafina na inclusão.
• A retração pode criar espaços artificiais dentro e
entre as células.
• A retração é menor quando os tecidos são
incluídos em resinas, que endurecem e preservam
melhor a estrutura.
Limitações dos Cortes Histológicos
- As colorações não revelam todos os
componentes celulares em um só
preparo.
- Técnicas diferentes são necessárias para
visualizar estruturas específicas.
- Cortes são 2D de estruturas 3D — podem
gerar interpretações equivocadas.
- Estruturas como núcleos podem
aparecer incompletas (“calotas” ou
“sombras”).
O que aprendemos hoje?
O que aprendemos hoje?
O que aprendemos hoje?
Material Extra
Maleck, M., do Nascimento, J. C. ., Souza da Cruz, I. L. ., & 
Pitta de Resende Côrtes, P. . (2020). Técnicas histológicas 
adaptadas para tecidos de ratos. Revista De Saúde, 11(1), 
25–28. https://doi.org/10.21727/rs.v11i1.1996
A
B
1
2
3
4
5
5
43
2
1
Figura 1: Face dorsal papilas
filiformes, técnica sem adaptações
(A) e técnica com adaptações (B). 1-
Queratina; 2- Papila filiforme; 3-
Tecido epitelial de revestimento; 4-
Lâmina própria; 5- Tecido muscular
estriado esquelético.
O que veremos no 
próximo encontro?
FEEDBACK DA AULA
• Qual é a ordem correta das etapas de preparação histológica para
análise na microscopia?
R: Fixação, desidratação, diafanização, inclusão, microtomia, montagem e
coloração dos cortes.
• Descreva qual é a coloração histológica mais amplamente utilizada em
análises microscópicas e explique o que essa coloração cora nos
tecidos.
R: Hematoxilina (corante básico) cora o ácido (núcleo); eosina (corante
ácido) cora o básico (citoplasma).
• Dúvidas?
Avisos:
TRAZER JALECO!
	Slide 1: Bases Histológicas
	Slide 2
	Slide 3
	Slide 4
	Slide 5
	Slide 6
	Slide 7: Introdução
	Slide 8: Por que estudar histologia?
	Slide 9: Preparação de Amostras para Microscopia Óptica
	Slide 10
	Slide 11: Preparação de Amostras para Microscopia Óptica
	Slide 12: PREPARAÇÃO DOS TECIDOS
	Slide 13: Fixação
	Slide 14: Fixação
	Slide 15: Fixação
	Slide 16: PREPARAÇÃO DOS TECIDOS
	Slide 17: Desidratação e Diafanização
	Slide 18: Desidratação e Diafanização
	Slide 19: PREPARAÇÃO DOS TECIDOS
	Slide 20: Inclusão
	Slide 21: Inclusão
	Slide 22: PREPARAÇÃODOS TECIDOS
	Slide 23: Microtomia
	Slide 24: Microtomia
	Slide 25: PREPARAÇÃO DOS TECIDOS
	Slide 26: Coloração dos Cortes
	Slide 27: Coloração dos Cortes
	Slide 28: Coloração dos Cortes
	Slide 29: Coloração dos Cortes
	Slide 30: Coloração dos Cortes
	Slide 31: Microscópio Óptico
	Slide 32: Microscópio Óptico
	Slide 33: Microscópio Óptico
	Slide 34: Lâminas
	Slide 35: Lamínulas
	Slide 36: Conjunto de Lâminas
	Slide 37: Microscópio
	Slide 38: Objetivas
	Slide 39: Microscopia Eletrônica
	Slide 40: MEV
	Slide 41: MET
	Slide 42: Processamento das Amostras
	Slide 43: Limitações dos Cortes Histológicos
	Slide 44
	Slide 45
	Slide 46
	Slide 47
	Slide 48
	Slide 49
	Slide 50
	Slide 51

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