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DADOS DO ALUNO:
	Aluno: [Nome completo]
	GAYZA GABRIELA MIGUEL
	RA: [Número do RA do aluno]
	410279199271
	POLO / UNIDADE:
	LONDRINA/PR - CATUAI I
	CURSO:
	ARQUITETURA E URBANISMO - BACHARELADO
	COMPONENTE CURRICULAR:
	PROJETO DE EXTENSÃO I - ARQUITETURA E URBANISMO
	PROGRAMA DE EXTENSÃO:
	PROGRAMA DE CONTEXTO À COMUNIDADE.
	
	FINALIDADE E MOTIVAÇÃO:
	O Programa de Contexto à Comunidade para a extensão do curso de Arquitetura e Urbanismo, busca o desenvolvimento de competências e soft skills por parte dos alunos no âmbito de sua interação junto à comunidade. Ao identificar as necessidades de seu entorno, os alunos poderão efetuar ações que trazem apoio para a comunidade e contribuem para a difusão do ensino. Os locais que poderão contemplar esse projeto são: ONGs, Centros Culturais, Prefeitura, Associações de Bairros, Associações Comerciais, Escolas, Conselho, Associações ligadas à profissão e diversos Órgãos Públicos.
	COMPETÊNCIAS:
	I - Realizar leitura e análise de contextos locais, regionais e globais;
II - Reconhecer as questões da paisagem que subsidiam as ações de projeto;
III - Conceber projetos de arquitetura, de urbanismo e de paisagismo em todas as suas escalas.
	PERFIL DO EGRESSO:
	O perfil do egresso do curso de Arquitetura e Urbanismo idealizado pela IES busca incentivar uma formação crítica, generalista, reflexiva, humanística e inovadora na concepção de soluções de arquitetura, urbanismo e paisagismo, comprometida com os desafios da sociedade contemporânea no âmbito do mercado da arquitetura e afins. Sendo capaz de identificar as necessidades da comunidade e desenvolver ações, pesquisas e criação dentro de sua área de atuação.
	SOFT SKILLS (COMPETÊNCIAS SOCIOEMOCIONAIS):
	Análise e resolução de problemas
Planejamento e organização
Liderança
	OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM:
	Os objetivos da extensão do curso de Arquitetura e Urbanismo vinculados ao Programa de Contexto à Comunidade buscam contribuir com disseminação do saber e da cultura em uma troca com a comunidade locorregional. Preparando o egresso para uma atuação global, focado no mercado de trabalho e atuante junto a comunidade.
	CONTEÚDOS:
	I - Projeto de Arquitetura;
II - Projeto de Urbanismo e de Paisagismo;
III - Planejamento urbano e regional.
	INDICAÇÕES BIBLIOGRÁFICAS:
	LEGGITT, James. Desenho de arquitetura. Porto Alegre: Bookman, 2008.
CHING, Francis D K.; ECKLER, James F. Introdução à arquitetura. Porto Alegre, Bookman, 2014.
WALL, Ed; WATERMAN, Tim. Desenho Urbano. Porto Alegre: Bookman, 2012.
	RELATÓRIO FINAL:
	Aluno e Aluna, após realizar suas atividades de extensão, é necessário que você o formalize, enviando esse Relatório Final para ser avaliado junto ao seu Ambiente Virtual (AVA) e também para você poder comprovar sua atuação.
Para o preenchimento, busque as anotações junto ao TEMPLATE PCDA para auxiliar na apresentação das atividades desenvolvidas.
Todos os campos são de preenchimento obrigatório!
	DESCRIÇÃO DA AÇÃO COM RESULTADOS ALCANÇADOS
	Metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) aderentes a este projeto:
CAMPO OBRIGATÓRIO – busque no seu Template PDCA quais Metas você selecionou como aderentes ao seu projeto, conforme cada Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) que você explorou no seu planejamento. 
Liste as Metas selecionadas (pelo menos uma opção):
	ODS 3 – Saúde e Bem-estar:
Promover o bem-estar emocional das crianças por meio de um ambiente mais acolhedor e agradável, com arte que transmite afeto e segurança.
ODS 4 – Educação de Qualidade:
Estimular o aprendizado e o desenvolvimento cognitivo através de elementos visuais lúdicos nos espaços comuns do orfanato.
ODS 11 – Cidades e Comunidades Sustentáveis:
Contribuir para espaços urbanos mais inclusivos, seguros e acolhedores, levando arte e revitalização aos muros do orfanato.
	Local de realização da atividade extensionista:
	Orfanato Nuselon
Rua Benjamin Franklin, 31 – Parque Jamaica, Londrina – PR, 86063-240
	Durante a ação:
	Eu participei do levantamento das medidas dos muros frontais do orfanato Nuselon, em Londrina. Junto com a equipe, analisei o espaço disponível para definir quais trechos seriam revitalizados com pintura. Auxiliei na elaboração das primeiras propostas de arte e participei das conversas com a coordenadora da instituição para entender melhor a realidade das crianças acolhidas. Durante essas conversas, descobrimos que as crianças são divididas em casas separadas por faixa etária e vínculo familiar, e que existiam conflitos entre alguns grupos, o que poderia dificultar uma ação coletiva envolvendo todas elas.
A partir disso, contribuí para a reavaliação da proposta inicial, que era uma árvore com folhas feitas pelas mãos das crianças, e ajudei a pensar em novas alternativas visuais que pudessem transmitir acolhimento e carinho sem gerar conflitos. Também participei da organização dos materiais necessários, da articulação com os colegas para dividir tarefas e registrar todo o processo com fotos e anotações. A experiência exigiu sensibilidade, escuta ativa e adaptação, além de aplicar conhecimentos do curso para planejar uma intervenção urbana que fosse visualmente agradável e emocionalmente respeitosa para as crianças que vivem ali.
	Caso necessário, houve mudança de estratégia para alcançar o resultado:
	Sim. Inicialmente, havíamos planejado realizar uma pintura coletiva com a participação direta das crianças do orfanato, criando uma árvore com as mãos delas como folhas. No entanto, após conversas com a coordenadora da instituição, fomos informados de que as crianças eram divididas em diferentes casas dentro do orfanato, separadas por idade, vínculos familiares e situações emocionais, o que gerava conflitos entre alguns grupos.
Com base nisso, percebemos que envolver todas as crianças ao mesmo tempo poderia causar desconfortos e situações indesejadas. Por respeito a essa realidade e para garantir um ambiente mais tranquilo, decidimos mudar a proposta artística. Optamos por desenvolver uma arte mais neutra e simbólica, ainda lúdica e acolhedora, mas feita apenas pela equipe do projeto, sem envolver diretamente todas as crianças na execução. Essa mudança de estratégia foi essencial para manter a harmonia no espaço e garantir que o resultado final transmitisse uma mensagem positiva para todas as crianças, sem gerar divisões.
	Resultado da ação:
	Até o momento, conseguimos realizar o levantamento completo das medidas dos muros do orfanato e tivemos reuniões produtivas com a coordenação da instituição, o que nos permitiu compreender melhor o contexto social e emocional das crianças acolhidas. Reestruturamos a proposta artística com base nessas informações, buscando uma alternativa que transmitisse acolhimento, respeito e alegria, sem gerar conflitos entre os grupos.
A nova arte está sendo desenvolvida com foco em elementos lúdicos e simbólicos, e já conseguimos iniciar a organização dos materiais para a pintura. A expectativa é que, com a finalização da intervenção, os muros tragam mais cor, vida e afeto ao ambiente, contribuindo para o bem-estar emocional das crianças e valorizando o espaço que elas frequentam diariamente. O projeto também tem gerado crescimento pessoal e profissional para os envolvidos, ao nos desafiar a aplicar nossos conhecimentos de forma sensível, prática e socialmente responsável.
	Conclusão:
	Participar desse projeto de extensão foi uma experiência muito significativa para mim. Pude aplicar, na prática, conhecimentos que aprendi durante o curso, como medição, organização espacial e planejamento visual, mas o que mais me marcou foi o aspecto humano. Estar em contato com a realidade das crianças do orfanato me fez enxergar o quanto nosso trabalho pode ir além da técnica — pode tocar vidas, transformar ambientes e levar carinho por meio da arte.
Aprendi que é preciso sensibilidade para lidar com contextos sociais delicados, saber ouvir e adaptar estratégias quando necessário. A mudança da proposta inicial mostroua importância de respeitar o ambiente onde estamos atuando, colocando o bem-estar das crianças em primeiro lugar. Essa vivência reforçou em mim o papel social da arquitetura e da universidade, e me motivou a continuar contribuindo com projetos que promovam acolhimento, dignidade e beleza nos espaços em que as pessoas vivem.
	Depoimentos (se houver):
	Durante a primeira visita ao orfanato Nuselon, tivemos uma grata surpresa ao encontrar no local uma empresa que também atuava de forma voluntária. Os profissionais dessa empresa demonstraram bastante interesse pelo nosso projeto e, de forma espontânea, nos ofereceram orientações técnicas sobre os tipos de tinta mais adequados para áreas externas, considerando a exposição ao sol, à chuva e à textura do muro.
Esse momento foi muito marcante para mim, porque mostrou que existem pessoas e empresas dispostas a contribuir com causas sociais, mesmo sem vínculo direto com a universidade ou com a instituição. Foi bonito perceber que o nosso projeto não estava sozinho — outras pessoas também se preocupam com o bem-estar das crianças, com a valorização dos espaços e com o impacto social dessas ações. Além disso, esse contato nos ensinou muito sobre materiais e soluções práticas, agregando conhecimento à nossa atuação e fortalecendo a proposta como um todo.
	RELATE SUA PERCEPÇÃO DAS AÇÕES EXTENSIONISTAS REALIZADAS NO PROGRAMA DESENVOLVIDO:
CAMPO OBRIGATÓRIO – relate em no mínimo 15 (quinze) linhas sua experiência com as ações extensionistas. O texto deve ser de sua autoria e inédito, evite plágio. 
Questões norteadoras:
(1) Você notou que suas habilidades profissionais foram aprimoradas, com a atuação nas ações extensionistas?
(2) Você identificou melhoria/resolução do problema identificado?
(3) Você conseguiu articular os conhecimentos adquiridos no curso com as ações extensionistas?
Ao escrever seu texto evite deixá-lo em forma de respostas as questões norteadoras, relate sua experiência em forma de texto dissertativo com justificativas.
	Participar deste projeto de extensão foi uma das experiências mais ricas que já tive dentro da universidade. Desde o primeiro contato com o orfanato Nuselon, percebi a importância de estar atenta não apenas aos aspectos técnicos da arquitetura, mas também ao impacto humano e social das nossas ações. Durante o projeto, tive a oportunidade de aplicar habilidades como medição, análise de espaço e desenvolvimento visual, mas o que mais me marcou foi aprender a escutar, adaptar e agir com empatia.
Uma das figuras mais importantes nesse processo foi a Regiele, coordenadora do orfanato, que nos acolheu com muito carinho e abriu as portas para que o projeto acontecesse. Com as informações que ela nos trouxe sobre as crianças e a dinâmica entre os grupos, conseguimos entender melhor o ambiente e adaptar nossa proposta inicial. Isso exigiu flexibilidade e sensibilidade da minha parte, o que contribuiu muito para o meu crescimento pessoal e profissional.
Essa vivência também me fez refletir sobre a responsabilidade social do arquiteto. Não estamos apenas desenhando ou decorando, estamos transformando espaços que impactam diretamente a vida das pessoas. Percebi uma grande evolução na minha capacidade de resolver problemas em equipe, de encontrar soluções viáveis e respeitosas, e de articular conhecimentos técnicos com a realidade concreta do local. O projeto me ensinou que, muitas vezes, o mais importante não é a grandiosidade da obra, mas o cuidado com o outro, o respeito ao contexto e a intenção de gerar acolhimento e bem-estar.
Com certeza, saio desse projeto muito mais preparada e motivada para continuar colocando em prática o que aprendo em sala de aula, sempre com o olhar voltado para a comunidade.
	DEPOIMENTO DA INSTITUIÇÃO PARTICIPANTE
CAMPO OBRIGATÓRIO - insira depoimento(s) do(s) gestor(es) da instituição/órgão/associação participante que contribuam como um feedback da ação realizada por você. 
	Na primeira visita que fizemos ao orfanato Nuselon, tive a oportunidade de conversar com a coordenadora, Regielle, que nos recebeu com muito carinho e pediu para chamá-la de Regi. Mesmo com a rotina corrida, ela separou um tempo para nos ouvir e conhecer nossa proposta. Durante a conversa, ela me disse que ficou muito tocada com a iniciativa e que toda ajuda ali é bem-vinda, porque nem sempre as pessoas lembram das crianças acolhidas.
Ela falou algo que me marcou muito: que, infelizmente, a sociedade costuma excluir essas crianças e que, se não formos nós mesmos, como cidadãos e comunidade, a fazer alguma coisa, dificilmente outras pessoas farão. Ela reforçou que atitudes como a nossa fazem diferença sim, e que a presença de jovens dispostos a ajudar já traz esperança para quem vive realidades tão difíceis. Ouvir isso dela me deu ainda mais certeza de que o projeto tem um propósito importante e que, por menor que pareça, nossa ação tem valor.
	REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CAMPO OBRIGATÓRIO – Siga a normas ABNT, para isso consulte sua Biblioteca Virtual;
Utilize como referências bibliográficas as indicações do Campo: Indicações Bibliográficas e as demais referências utilizadas no desenvolvimento do seu projeto.
	BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira. Brasília: MEC, 2018. Disponível em: https://www.gov.br/mec/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/educacao-superior/extensao. Acesso em: 16 maio 2025.
NAÇÕES UNIDAS. Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). ONU Brasil, 2015. Disponível em: https://brasil.un.org/pt-br/sdgs. Acesso em: 16 maio 2025.
ZANELLA, Adriana. Arte e espaço público: a arte urbana como forma de requalificação dos espaços da cidade. Revista Arteriais, v. 1, n. 1, 2018.
CHUVA, Maria Paula. Cores e formas na infância: o impacto da arte no desenvolvimento emocional. São Paulo: Editora do Educador, 2017.
	AUTOAVALIAÇÃO DA ATIVIDADE: 
	Realize a sua avaliação em relação à atividade desenvolvida considerando uma escala de 0 a 10 para cada pergunta, assinalando com um X:
	1. A atividade permitiu o desenvolvimento do projeto de extensão articulando as competências e conteúdos propostos junto ao Curso?
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	2. A atividade possui carga horária suficiente para a sua realização?
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	3. A atividade é relevante para a sua formação e articulação de competências e conteúdos?
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	4. A atividade contribui para o cumprimento dos objetivos definidos pela Instituição de Ensino (IES) e Curso, observando o Plano de Desenvolvimento Institucional e Projeto Pedagógico de Curso vigentes?
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	5. A atividade contribui para a melhoria da sociedade por meio dos resultados demonstrados no relatório ou pelos relatos apresentados pelos envolvidos?
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	6. A atividade permite o desenvolvimento de ações junto à Iniciação Científica e ao Ensino?
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	7. Caso queira contribuir com maior detalhamento, traga seu depoimento/ sugestão.
	O projeto que executamos foi uma experiência maravilhosa e transformadora, tanto para nós, estudantes, quanto para a comunidade atendida. No entanto, enfrentamos algumas dificuldades ao buscar patrocínio e doações de materiais, especialmente em relação às tintas e demais insumos necessários para a execução da pintura.
Acredito que seria de grande importância e incentivo se a própria faculdade pudesse contribuir com algum tipo de suporte nessas questões logísticas, seja por meio de parcerias institucionais, fornecimento de materiais básicos ou mesmo orientações sobre como captar recursos de forma mais eficiente. Esse apoio tornaria as ações extensionistas ainda mais viáveis e completas,permitindo que os alunos concentrem seus esforços na prática e no impacto social do projeto.
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