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Anestésicos Gerais 
Lucas Torres - Farmacologia 
 
 
Anestésicos Gerais Inalatórios 
O que são? 
Anestésicos gerais inalatórios são agentes que produzem depressão geral do SNC de forma 
reversível e controlada, administrados por meio da ventilação do animal. 
Progressão dos efeitos do SNC: 
Sedação > Sono > Hipnose > Anestesia > Coma > Morte 
Mecanismos de Ação 
*O mecanismo de ação dos anestésicos inalatórios ainda são compreendidos, porém existem teorias 
● Teoria da expansão das membranas: anestésicos se ligam a proteínas hidrofóbicas da 
membrana, modificando sua conformação e atividade. 
 
● Teoria dos hidratos (obsoleta!): interações com água no SNC com formação de hidratos. 
 
● Lipossolubilidade correlaciona-se com potência: quanto maior, mais potente. 
(atravessa BHE mais rapidamente) 
 
*Ação Celular: 
● Hiperpolarizam neurônios > inibição da condução e liberação de neurotransmissores 
excitatórios. 
(Lembrar da Niédi, célula hiperpolarizada não faz potencial de ação) 
 
● Potencializam GABA e inibem receptores excitatórios como NMDA. 
 
● Inibem sinapses excitatórias e aumentam sinapses inibitórias. 
 
Farmacodinâmica / Concentração Alveolar Mínima 
● CAM (Concentração Alveolar Mínima): concentração que causa inconsciência em 50% dos 
indivíduos mesmo com estímulo doloroso. 
(Elaborada em meio acadêmico, aplicação relativa na prática) 
 
 
● Reflete potência: quanto menor a CAM, maior a potência. 
(Só pensar, quanto menor a CAM, menos agente está indo para o paciente, logo, mais potente) 
 
Fatores que diminuem a CAM (necessita menos anestésico): 
● Acidose metabólica, hipotermia, idade avançada, gestação, hiponatremia, drogas depressores 
do SNC. 
 
Fatores que aumentam a CAM (necessita mais anestésico): 
● Hipertermia, hipernatremia, estimulantes do SNC (ex: anfetaminas, efedrina). 
 
Farmacocinética 
Coeficientes de Partição: 
● Sangue:Gás: velocidade de indução e recuperação 
 = Quanto menor, mais rápido o início e término. (menor absorção sistêmica e maior fração para 
o SNC) 
 
● Óleo:Gás: potência = quanto maior, mais potente. 
 
● Borracha:Gás: absorção pelo circuito = perdas de anestésico para o equipamento. 
 
*tabela do Prof. Martielo (CC1) 
 
 
 
 
Biotransformação: 
● Baixa para maioria dos anestésicos modernos = segurança aumentada. 
 
● Exceção: halotano (20-40% metabolizado = maior risco hepático). 
 
Agentes Anestésicos Inalatórios 
Halotano 
● CAM: baixa = potente. 
 
● Solubilidade alta = indução/recuperação lenta. 
 
● Hepatotóxico, muito associado à hepatite fulminante 
 
● Reduz DC, levando a hipotensão. Sensibiliza miocárdio a catecolaminas. 
 
● Aumenta o fluxo sanguíneo cerebral, sendo contraindicado no TCE. 
 
● Baixo custo. 
 
Isoflurano 
● CAM média, solubilidade baixa = rápida indução/recuperação. 
 
● Vasodilatação cerebral menor = escolha em TCE. 
 
● Menor impacto sobre o DC que halotano; ocorre uma taquicardia compensatória à vasodilatação 
periférica. 
 
● Não inflamável (era um problema nas cirurgias das antigas k) 
 
● Menos tolerado em máscara (odor irritante). 
 
● Indicado em pacientes de alto risco hepático ou renal. 
 
Sevoflurano 
● Indução ultra-rápida (até 10 min na máscara). 
 
● Muito bem tolerado em máscara (odor agradável). 
 
● Leve vasodilatação e queda de Resistência Vascular Sistêmica/Pós Carga (Niédi). 
 
● Pode formar compostos nefrotóxicos se usado com fluxo baixo ( risco de nefrotoxicidade. 
 
● Risco de convulsões (exacerba descarga neuronal em altas doses - hiperexcitabilidade). 
 
● Depressão respiratória mais evidente. 
 
● Quase não utilizado atualmente. 
 
Óxido Nitroso (N₂O) - Famoso gás do riso 
● Pouco potente (CAM altíssima) → não utilizado isoladamente (apenas por dentistas) 
 
● Analgésico > usado como adjuvante. 
 
● Estável hemodinamicamente. 
 
● Pode causar hipóxia de difusão > interromper 10 min antes e ventilar com O₂ 100%. 
 
● Contraindicado em herbívoros por risco de cólica e distensão gasosa (timpanismo/meteorismo). 
 
 
 
 
 
 
Efeitos Adversos em Geral 
Sistema Efeito 
SNC Aumento do fluxo sanguíneo cerebral (exceto isoflurano) 
Cardiovascular (CV) Hipotensão, taquicardia (exceto halotano), depressão 
miocárdica (halotano) 
Respiratório Depressão respiratória dose-dependente 
Hepático Risco de lesão hepática com halotano 
Renal Risco com sevoflurano (composto A) e enflurano 
Outros Hipertermia maligna (halotano, sevo, desflu), interação com 
absorventes secos 
 
Aplicações Clínicas 
Fármaco Indicações 
Halotano Custo baixo; animais sem disfunção hepática 
Isoflurano Alto risco (TCE, hepato/nefróticos); rotina clínica 
Sevoflurano Indução em máscara, pequenos animais, indução rápida 
Desflurano Situações que exigem recuperação muito rápida (curtas 
cirurgias); pouco usado por custo 
Enflurano Obsoleto por risco de convulsões e toxicidade renal 
Óxido Nitroso (N₂O) Analgesia suplementar (associado a isoflurano ou halotano) 
 
Anestésicos Gerais Intravenosos 
Introdução 
● Primeira aplicação na Veterinária: 1875 em equinos. 
 
● Agentes como tiopental, pentobarbital e hidrato de cloral dominaram por décadas. 
 
● Utilizados para indução da anestesia (principalmente associada à manutenção com 
anestésicos inalatórios). 
 
Muitos fármacos têm janela terapêutica estreita (IT baixo) = cuidar a dose, via de adm e espécie. 
 
Classes e Seus Principais Fármacos 
Barbitúricos 
Fármacos: 
● Tiopental (ultracurta) 
 
● Pentobarbital (curta) 
 
● Fenobarbital (longa) 
 
Mecanismo de ação: 
● Agonistas alostéricos do GABA-A > aumentam influxo de Cl⁻ > hiperpolarização. 
 
● Depressão dose-dependente do SNC, do tálamo, córtex e áreas motoras. 
 
Farmacocinética: 
● Altamente lipofílicos, ou seja, rápida distribuição no SNC. (efeito rápido) 
 
● Redistribuição para gordura define duração do efeito / recuperação. 
(acumulação em reservatório) 
 
● Ligação plasmática alta (tiopental: 70-85%), modulada pelo pH. 
 
● Metabolismo hepático (exceto fenobarbital: pouco biotransformado). 
Precauções e Efeitos adversos: 
● Depressão respiratória grave em altas doses. (geralmente ocorre apneia na indução) 
 
● Necrose se extravasar do vaso (pH 10–11). 
 
● Contraindicado em choque, ICC, cesáreas. 
 
● Indicado em TCE (diminui a PIC (pressão intracraniana)). 
*Tiopental: solução deve ser refrigerada (estável por 7 dias). 
*Não misturar com soluções ácidas ou Ringer Lactato. 
 
Etomidato (composto imidazólico) 
Mecanismo de ação: 
● Agonista GABA-A: aumenta o tempo de abertura dos canais de Cl⁻. 
 
 
● Potencializa GABA endógeno (neurotransmissor). 
 
Características clínicas: 
● Hipnótico puro, sem analgesia. 
 
● Indicado em cardiopatas e críticos: não altera a hemodinâmica (PA e FC) 
 
● Duração: 10–15 minutos (redistribuição rápida). 
 
● Não tem efeito cumulativo. 
 
Efeitos adversos e precauções: 
● Vômitos, mioclonias, excitação, dor à injeção. 
 
● Reduz síntese de cortisol/aldosterona por até 8h (supressão adrenal) 
 
● Associar midazolam ou relaxantes musculares para reduzir efeitos indesejados. 
 
● Administração lenta: 30-60 s. 
 
Propofol (alquilfenol) 
Mecanismo de ação: 
● Agonista GABA-A: ação direta epotencialização. 
Farmacocinética e uso: 
● Altamente lipofílico = indução rápida, duração curta. 
 
● Biotransformação hepática e extra-hepática = seguro em hepatopatas. (cuidado com a infusão 
contínua em felinos por conta da deficiência de glicuronidação = maior recuperação) 
 
● Utilizado para indução e manutenção, inclusive em procedimentos rápidos. 
 
● Seguro para uso em grandes e pequenos animais. (muito mais usado em pequenos e 
pequenos ruminantes por conta do custo) 
Efeitos adversos: 
● Hipotensão significativa, maior cuidado em pacientes geriátricos, hipovolêmicos ou com doença 
cardiovascular. 
 
● Sem analgesia. (necessita adjuvantes analgésicos ou bloqueios locorregionais associados) 
 
● Em felinos: toxicidade oxidativa em uso repetido (baixa capacidade de conjugação de fenóis). 
 
● Dor à injeção IV; não causa necrose. 
 
● Geralmente deprime o sistema respiratório, fazendo apnéia. 
 
Formulação e Conservação (é um baita meio de cultura): 
● Contém lecitina de ovo > risco de contaminação. 
 
● Usar no mesmo dia ou descartar. 
 
● Nanoemulsões: menor dor à injeção e maior estabilidade. 
Derivados da Fenciclidina (Anestésicos Dissociativos) 
Fármacos: 
● Cetamina 
 
● Tiletamina (vendida associada ao zolazepam (BZD) 
Mecanismo de ação: 
● Bloqueio de receptores NMDA > impede transmissão nociceptiva, além de possuir 
propriedades em inibir neuromodulação (reduz dor crônica somática no pós) 
 
● Bloqueiam recaptação de NE, serotonina, dopamina. 
 
● Estimulam áreas do SNC > anestesia dissociativa (animal parece acordado, mas está 
anestesiado) *não tem boa analgesia visceral, por isso deve ser associado nesses casos 
Características clínicas: 
● Mantêm reflexos (protetores, pupilar, pupilas dilatadas, salivação). 
 
● Ótima analgesia somática. 
 
● Pode ser usado por várias vias: IV, IM, SC. 
 
● Associar com: 
 
○ Benzodiazepínicos, α2 agonistas (xilazina/dex), fenotiazínicos (acepromazina). 
*importante para a prática: em doses anestésicas a cetamina deve ser preferencialmente associada a 
um miorrelaxante (BZD ou α2) para evitar a catalepsia 
Farmacocinética: 
● Metabolismo hepático > norcetamina (metabólito ativo). 
 
● Ação rápida (IM: 5-12 min; IV: 30-90 s). 
 
● Recuperação com agitação possível, principalmente em cães. 
 
 
● Em gatos: zolazepam dura mais = recuperação tranquila. 
 
Efeitos adversos e precauções: 
● Taquicardia, hipertensão, elevação da PIC e PIO. (Efeito simpatomimético) 
 
● Contraindicado em cardiopatas com taquiarritmias, cardiomiopatias hipertróficas, TCE. 
 
● Sialorreia é comum, especialmente em felinos e ruminantes. 
Outros Sedativos Adjuvantes (Pré-anestésicos) 
Acepromazina (fenotiazínico) 
● Tranquilizante = efeito não dose-dependente. 
 
● Antiemético, antisialagogo (-saliva), antiarrítmico, hipotensor (diminui RVS, efeito inotrópico 
negativo). 
 
● Evitar em instabilidade hemodinâmica. 
 
● Reduz dose de anestésicos gerais. 
*muito comum fazer esplenomegalia por conta do sequestro esplênico 
Resumo e Aplicações Clínicas 
Fármaco Mecanismo Analgesia Cardiovascular Duração Aplicação 
clínica 
Tiopental GABA-A Não ↓ DC e 
hipotensão 
Ultracurta TCE, rápida 
indução 
Etomidato GABA-A Não Estável Curta Cardiopatas, 
risco 
hemodinâmico 
Propofol GABA-A Não ↓ RVS = 
hipotensão 
Curta Hepatopatas, 
indução boa 
Cetamina NMDA Sim ↑ FC, PA, PIC Média Dor intensa, IM 
Tiletamina-
Zolazepam 
NMDA + GABA-A Sim ↑ FC, PA Média Silvestres, IM 
 
 
 
Comparação dos Anestésicos Gerais 
Comparação entre Anestésicos Inalatórios 
Fármaco Efeitos Adversos Aplicação Clínica 
Halotano Hepatotoxicidade, sensibilização do 
miocárdio a catecolaminas, ↑ fluxo 
cerebral = evitar em TCE 
Custo baixo; uso limitado por efeitos 
colaterais graves 
Isoflurano Taquicardia leve, vasodilatação, irritação 
respiratória 
Pacientes de alto risco (TCE, hepatopatas, 
nefropatas) 
Sevof Formação de composto nefrotóxico com 
baixo; hipertermia maligna (raro) 
Pequenos animais; indução em máscara; 
anestesia rápida 
Desf Irritação respiratória intensa, alto custo, 
necessidade de vaporizador especial 
Situações que exigem recuperação rápida; 
uso limitado 
Enflurano Nefrotoxicidade; risco de convulsões 
em altas doses; depressão respiratória 
Obsoleto na prática 
N₂O Hipóxia de difusão, distensão gasosa, 
contraindicado em herbívoros 
Associado a halotano ou isoflurano; nunca 
usado isoladamente 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Comparação entre Anestésicos Intravenosos 
Fármaco Mecanismo de Ação Efeitos Adversos Aplicação Clínica 
Tiopental GABA-A; potente, 
rápido 
Depressão respiratória, 
necrose no 
extravasamento, 
acumulação em dose 
repetida, hipotensão 
TCE (↓PIC), indução rápida 
Pentobarb. GABA-A; curta duração Depressão do SNC e 
respiração; recuperação 
lenta 
Indução pontual, eutanásia 
Etomidato GABA-A Vômitos, mioclonias, 
supressão adrenal, dor à 
injeção 
Cardiopatas, pacientes instáveis 
hemodinamicamente 
Propofol GABA-A; lipofílico, 
ação direta e rápida 
Apneia e Hipotensão 
significativa se infusão, 
toxicidade em felinos em 
infusão, dor à injeção 
Indução, hepatopatas, 
procedimentos curtos, manutenção 
Cetamina Antagonista NMDA; 
dissociativo 
Taquicardia, hipertensão, 
↑PIC, ↑PIO, sialorreia, 
excitação na recuperação 
(principalmente cães) 
Analgesia intensa, uso IM/IV, 
silvestres 
Tiletamina 
+ 
Zolazepam 
NMDA + GABA-A 
(BZD) 
Sem relaxamento muscular 
ideal sozinho, mas bom 
quando associado; 
excitação em cães; boa 
recuperação em felinos 
Indução IM em silvestres e felinos; 
anestesia completa em doses 
únicas 
*Anestésicos inalatórios têm maior controle fino da profundidade e eliminação pulmonar rápida, mas 
exigem equipamentos especializados. 
*Anestésicos Intravenosos oferecem indução rápida, são usados amplamente na indução anestésica 
e em também em manutenção, em situações que contraindicam inalatória ou por preferência
 
 
*Como a Anestesiologia Veterinária Funciona na 
Prática (meu extra) 
Na prática, a anestesia não é feita com uma única droga, nem de forma aleatória. O anestesiologista 
organiza um protocolo anestésico a partir de três momentos: 
1. Medicação Pré-Anestésica (MPA) 
 
2. Indução anestésica 
 
3. Manutenção da anestesia 
 
Pensar dessa forma é interessante, pois permite um manejo mais tranquilo e menos estressante para o 
animal e o profissional, além de reduzir as doses dos fármacos em geral. 
MPA 
A MPA serve para acalmar o animal, reduzir o estresse, facilitar o manejo, e diminuir a dose dos 
fármacos utilizados posteriormente. 
Nessa etapa as classes mais utilizadas são: 
● Tranquilizantes ou sedativos, como fenotiazínicos (acepromazina), benzodiazepínicos (ex: 
midazolam) ou α2-agonistas (como a xilazina ou dexmedetomidina). 
 
● Opióides, como metadona, morfina, ou butorfanol, que já iniciam a analgesia e também são 
adjuvantes na sedação. 
*pode ser utilizada também a cetamina, principalmente em silvestres ou animais mais estressados ou 
agressivos 
Tudo isso não é receita de bolo, leva em consideração a espécie, temperamento e a clínica do animal. 
Indução anestésica 
A indução é o momento de gerar a perda de consciência, permitir intubação orotraqueal e preparar o 
animal para a manutenção. 
Na rotina, geralmente é usado: 
● Propofol: é o mais comum. Rápido, suave, muito usado em cães e gatos. Deve ser aplicado 
com cuidado em animais instáveis, pois pode causar hipotensão. 
● Etomidato: usado quando é necessário manter pressão arterial estável, como em cardiopatas 
ou em pacientes críticos. 
● Cetamina + Propofol*: pode ser utilizada a cetamina associada ao propofol, para reduzir a dose 
dele, principalmente. 
● Cetamina + Midazolam*: esse especificamente é o principal indutor em equinos. 
 
 
Manutenção Anestésica 
Na manutenção, os mais utilizados ainda hoje na anestesiologia veterinária são anestésicos 
inalatórios, geralmente: 
● Isoflurano: é o mais utilizado. Tem baixo custo, segurança elevadae fácil controle da 
profundidade anestésica. 
● Sevoflurano: mais caro, mas com vantagens como indução mais rápida e odor mais agradável. 
Usado especialmente em pequenos animais, filhotes ou quando se quer uma recuperação mais 
rápida. Hoje em dia tem sido um pouco mais utilizado. 
O anestésico inalatório é administrado com oxigênio, por meio de circuito anestésico (inalatório 
reinalante ou não-reinalante), e permite que o anestesista aumente ou reduza a quantidade de 
anestésico que vai para o paciente conforme o plano anestésico (superficial/adequado/profundo) 
 
*Vaporizador calibrado de Isoflurano 
 
*Vaporizador calibrado de Sevoflurano 
 
*Analisador de gases mostrando precisamente a % de anestésico expirado pelo paciente 
 
Quando o uso de inalatórios não é possível (por exemplo, em campo), indicada (pneumopatas) ou por 
preferência do profissional, o anestesista pode optar por: 
● Anestesia Total Intravenosa (TIVA) - Propofol 
● Uso de associações IM -cetamina com outros sedativos 
● Éter Gliceril Guaiacol - equinos a campo 
● Infusão de Detomidina - equinos em estação 
 
*Cálculo das taxas de infusão de propofol para TIVA 
 
 
	Anestésicos Gerais 
	Anestésicos Gerais Inalatórios 
	O que são? 
	Mecanismos de Ação 
	Farmacodinâmica / Concentração Alveolar Mínima 
	Farmacocinética 
	Coeficientes de Partição: 
	Biotransformação: 
	Agentes Anestésicos Inalatórios 
	Halotano 
	Isoflurano 
	Sevoflurano 
	Desflurano 
	Enflurano 
	Óxido Nitroso (N₂O) - Famoso gás do riso 
	Efeitos Adversos em Geral 
	Aplicações Clínicas 
	Anestésicos Gerais Intravenosos 
	Introdução 
	Classes e Seus Principais Fármacos 
	Barbitúricos 
	Etomidato (composto imidazólico) 
	Propofol (alquilfenol) 
	Derivados da Fenciclidina (Anestésicos Dissociativos) 
	Outros Sedativos Adjuvantes (Pré-anestésicos) 
	Acepromazina (fenotiazínico) 
	Resumo e Aplicações Clínicas 
	 
	Comparação dos Anestésicos Gerais 
	Comparação entre Anestésicos Inalatórios 
	Comparação entre Anestésicos Intravenosos 
	*Como a Anestesiologia Veterinária Funciona na Prática (meu extra) 
	MPA 
	Indução anestésica 
	Manutenção Anestésica