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3º Trimestre de 2022 – Pré Adolescentes: Servindo a Deus com meus Talentos 
Portal Escola Dominical – www.portalebd.org.br 
Ajude a manter este trabalho – Deposite qualquer valor em nome de: Associação para promoção do 
Ensino Bíblico – Bancodo Brasil Ag. 1815-5 c/c 135720-4 – CNPJ 05.693.826-0001-05 (PIX) 
PORTAL ESCOLA DOMINICAL 
3º Trimestre de 2022– CPAD–PRÉ-ADOLESCENTES 
Servindo a Deus com meus Talentos 
Comentarista: Ezequiel Pereira da Silva 
Comentário: Prof. Jair César S. Oliveira 
 
OBSERVAÇÃO 
O subsídio da lição pré adolescentes, não é um comentário da lição da revista, mas sim, 
textos adicionais que podem ser usados para complementar a elaboração da aula. 
Alguns textos são de cunho pessoal, e outros de pesquisas, subsídios de outras faixas 
etárias, com suas respectivas fontes. 
Cabe ao professor, com a revista e os textos de subsídio em mãos, anotar os pontos mais 
importantes para serem abordados em aula, tendo sempre em mente alcançar os 
objetivos da lição. 
 
 
LIÇÃO 10 - O FUNCIONAMENTO DA IGREJA 
 
Texto da lição 
E rogamo-vos, irmãos, que reconheçais os que trabalham entre vós e que presidem 
sobre vós no Senhor, e vos admoestam; 
E que os tenhais em grande estima e amor, por causa da sua obra. Tende paz entre vós. 
1 Tessalonicenses 5:12,13 
 
Ou o que exorta, use esse dom em exortar; o que reparte, faça-o com liberalidade; o que 
preside, com cuidado; o que exercita misericórdia, com alegria. - Romanos 12:8 
 
 
A Bíblia diz: 
Pois, se alguém não sabe governar a sua própria família,como poderá cuidar da Igreja de 
Deus?” - 1 Timóteo 3.5 
 
Objetivos da lição 
CONSCIENTIZAR que a igreja deve respeitar as leis; 
ENSINAR que a igreja tem responsabilidades em pagar contas; 
MOSTRAR a igreja como uma organização. 
 
Introdução 
A Igreja é uma instituição divina fundada pelo próprio Cristo. Ele deu a Sua vida por 
ela, salvando seus membros da escravidão do pecado e do inferno. Também fez dela o 
seu povo e, sua propriedade particular. 
Jesus instituiu a Igreja para que viva em comunhão com o Pai. Ele elegeu-a e fez dela 
uma nação de sacerdotes, para que expresse sua fé e seu amor como família de Deus. 
Estar junto do Pai; andar na Sua presença; e, anunciar as Suas virtudes. 
Jesus também instituiu a Igreja para que os seus membros tenham comunhão entre si. 
Seu propósito é que todos vivam em perfeita unidade e sejam bênção na vida uns dos 
outros. Para isso Ele concedeu diferentes dons ao Seu povo, a fim de que um necessite 
do outro e todos como um só corpo O sirvam. 
3º Trimestre de 2022 – Pré Adolescentes: Servindo a Deus com meus Talentos 
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Fazer parte da Igreja de Cristo é uma bênção e grande privilégio. É fazer parte do povo 
de Deus e ter a certeza de um dia estar com Ele no céu. 
 
O maior e mais elevado propósito de ser a Igreja de Cristo, é a glória de Deus, que 
acima de tudo, precisa ser manifestada nas nossas vidas. (Pr. Paulo Eduardo da Silva) 
Fonte:https://pibvarginha.org.br/palavra-pastoral/igreja-uma-instituicao-divina/ 
 
1 - A igreja respeita as leis 
Você consegue se imaginar vivendo em uma sociedade sem leis? Talvez alguns, por 
brincadeira ou ingenuidade, respondam que sim. Contudo, o fato é que não podemos 
caminhar sem algum tipo de lei ou norma, caso contrário, o resultado seria o caos. As 
leis são extremamente necessárias, pois elas ditam as “regras do jogo”, permitem que 
vivamos bem em sociedade e que tenhamos um mundo com mais equidade para todos. 
No âmbito espiritual, também temos leis que regem a nossa conduta cristã. O destaque 
são os Dez mandamentos, do qual as demais leis são derivadas. Dado que a vida 
abundante em Cristo não acontece automaticamente, o cristão tem uma responsabilidade 
e uma tarefa a cumprir, ou seja, a obediência às leis de Deus. Aliás, a lei de Deus é uma 
expressão do Seu caráter santo, puro e moral. Por isso, a lei é eterna, justa e perfeita, 
pois o seu Legislador detém todos esses atributos. Por essa razão, precisamos obedecê-
la, pois aqueles que se negam a fazê-lo, estão em franca desobediência a Deus e sujeitos 
ao julgamento e condenação oriundos dessa lei (Tg 2.10-11). 
Entretanto, a tarefa de identificar, interpretar e aplicar a lei de Deus é bastante complexa 
e exige que façamos uma análise de toda a Escritura, para que sejamos coerentes com o 
que o Senhor deseja do seu povo. Analisada seriamente, a lei será aplicada corretamente 
e mostrará o caminho para a restauração e salvação. Como disse o salmista: “A lei do 
SENHOR é perfeita e restaura a alma” (Sl 19.7 a). 
Diante de tão profundo desafio, o que faremos? Alguns erroneamente abraçam o 
antinomismo (significa, literalmente ser contra a lei) esses são os que dizem, sem 
nenhum discernimento ou análise bíblica, que o fim da lei é Cristo, que vivemos no 
tempo da graça e não devemos observar a lei de Deus. Mas, os verdadeiros fiéis 
respeitam e obedecem aos preceitos divinos, entendendo como o apóstolo Paulo – “Por 
conseguinte, a lei é santa; e o mandamento, santo, e justo, e bom”. (Rm 7.12). 
Entendem ainda, que devem observar a lei, não para a salvação, mas por amor a Deus, 
pois só Cristo foi capaz de cumprir toda a lei, e é por causa de Seus méritos que haverá 
salvação. 
Como proceder? Será que o melhor é ignorar a Lei e dizer não à obediência? 
Certamente não! Comparando, seria agir da mesma forma com a qual algumas pessoas 
agem quando evitam ir ao médico e fazer exames para que não tenham más notícias. 
Pensam que, ao ignorar os sintomas de sua doença ela desaparecerá e assim não a tratam 
e morrem por causa disso. Através da lei, somos expostos à nossa maior doença – o 
pecado, e reconhecemos a nossa carência, impossibilidade de cura e somos apresentados 
a Cristo Jesus, o único capaz de nos curar da enfermidade do pecado (Jo 1.29). 
Infelizmente, não é possível esgotar aqui todas as vertentes sobre o assunto e as dúvidas 
que surgem quando nos aprofundamos mais nesse tema. Mas, a título de indicação do 
melhor e mais bíblico caminho a seguir, quero orientar a você o que é considerado o 
melhor caminho: 
Devemos observar os servos de Deus no Antigo Testamento: Quando focamos a nossa 
atenção em Abraão, Isaque, Jacó, Noé, Moisés, Josué, Jó, etc, verificamos que esses 
homens buscavam obedecer toda a vontade de Deus expressa em sua lei (Dt 6.4-9); 
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Devemos observar os servos de Deus no Novo Testamento: Os apóstolos ao ensinar a 
igreja, foram firmes em passar para eles tudo o que Cristo Jesus ensinou e nunca 
negaram a lei (Rm 3.31). Os cristãos da chamada Igreja Primitiva, viviam em atenção e 
obediência ao ensino dos apóstolos (Atos 2.42) e com certeza, a lei fazia parte dessa 
instrução. 
Devemos observar o nosso Senhor Jesus: Jesus, no chamado Sermão do Monte, ao falar 
sobre a lei declarou: “Não penseis que vim revogar a Lei ou os profetas; não vim para 
revogar, vim para cumprir”. (Mt 5.17). O Senhor Jesus cumpriu toda a Lei e por essa 
razão tem poder para salvar e conduzir ao Pai, os que nele creem. 
Através da lei de Deus, somos desafiados a amar a Deus e aos nossos semelhantes, 
somos encaminhados ao Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo – Jesus – e ainda 
nos deparamos com o caráter, com o coração, com a revelação de Deus ao homem – 
através de Cristo e de Sua Palavra. Por fim, somos instruídos, a cada instante, pelo 
próprio Espírito Santo de Deus. Nada se comparaà alegria de conhecer a Deus e buscar 
obedecer a sua Lei.Fonte: https://www.ipcampobelo.com.br/a-lei-e-a-obediencia/ 
 
Os cristãos têm que obedecer às leis da terra?Romanos 13:1-7 diz: “Todo homem esteja 
sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e 
as autoridades que existem foram por ele instituídas. De modo que aquele que se opõe à 
autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos 
condenação. Porque os magistrados não são para temor, quando se faz o bem, e sim 
quando se faz o mal. Queres tu não temer a autoridade? Faze o bem e terás louvor dela, 
visto que a autoridade é ministro de Deus para teu bem. 
Entretanto, se fizeres o mal, teme; porque não é sem motivo que ela traz a espada; pois é 
ministro de Deus, vingador, para castigar o que pratica o mal. É necessário que lhe 
estejais sujeitos, não somente por causa do temor da punição, mas também por dever de 
consciência. Por esse motivo, também pagais tributos, porque são ministros de Deus, 
atendendo, constantemente, a este serviço. Pagai a todos o que lhes é devido: a quem 
tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem respeito, respeito; a quem honra, 
honra.” 
Essa passagem torna as coisas bastante claras. Devemos obedecer ao governo que Deus 
põe sobre nós. Deus criou o governo para estabelecer a ordem, punir o mal e promover a 
justiça (Gênesis 9:6; 1 Coríntios 14:33; Romanos 12:8). Devemos obedecer ao governo 
em tudo – pagando impostos, seguindo as regras, demonstrando respeito, etc. Se não o 
fizermos, estaremos no fim das contas demonstrando desrespeito contra Deus, pois foi 
Ele quem pôs o governo sobre nós. 
Quando o apóstolo Paulo escreveu Romanos 13:1-7, ele estava sob o governo de Roma, 
durante o reinado de Nero, talvez o mais maligno de todos os imperadores romanos. 
Paulo mesmo assim reconhecia a autoridade do governo sobre ele. Como vamos fazer 
menos do que isso? 
A próxima questão é: “Há alguma ocasião em que não devamos obedecer às leis da 
terra?” A resposta para essa pergunta pode ser encontrada em Atos 5:27-29: 
“Trouxeram-nos, apresentando-os ao Sinédrio. 
E o sumo sacerdote interrogou-os, dizendo: Expressamente vos ordenamos que não 
ensinásseis nesse nome; contudo, enchestes Jerusalém de vossa doutrina; e quereis 
lançar sobre nós o sangue desse homem. Então, Pedro e os demais apóstolos afirmaram: 
Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens”. Disto, podemos ver claramente 
que enquanto as leis da terra não se choquem com as leis de Deus, devemos obedecê-
las. Assim, quando a lei da terra contradizer o mandamento de Deus, devemos violá-la e 
escolher obedecer à lei de Deus. No entanto, mesmo neste caso, devemos aceitar a 
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autoridade do governo sobre nós. Isto é demonstrado pelo fato de Pedro e João não 
terem protestado por terem sido açoitados, e sim terem se regozijado ao sofrer por 
obedecer a Deus (Atos 5:40-42). 
Fonte:https://www.gotquestions.org/Portugues/cristaos-obedecer-leis-terra.html 
 
 
2- A igreja para as contas 
Afinal, Igreja evangélica paga imposto? Essa é uma questão que gera muitas dúvidas 
para pastores e interessados no assunto. Por isso, criamos esse post, com o intuito de 
esclarecer esse assunto tão importante que envolve as Igrejas Evangélicas. 
 
A Igreja Evangélica perante a ConstituiçãoA Constituição Federal do Brasil, em seu 
artigo 150, impede que a união, estados e municípios cobrem impostos sobre “templos 
de qualquer culto”. Ou seja, na prática, isto significa que todas as religiões estabelecidas 
no Brasil não precisam pagar qualquer tipo de imposto sobre a sua arrecadação. 
Mas para que as Igrejas Evangélicas se enquadrem nessa condição de imunidade 
tributária, elas devem seguir os requisitos do artigo 12 da Lei 9.532/97, se enquadrando 
nos seguintes termos: 
- Não remunerar seus dirigentes de forma ilícita; 
- Aplicar integralmente seus recursos na manutenção e desenvolvimento dos seus 
objetivos sociais; 
- Manter escrituração contábil de suas receitas e despesas; 
- Conservar pelo prazo de cinco anos os documentos que comprovem as operações 
financeiras e patrimoniais; 
- Apresentar Declaração de Rendimentos à Receita Federal do Brasil; 
- Recolher os tributos retidos sobre os rendimentos de seus empregados e cumprir as 
obrigações acessórias daí decorrentes. 
 
Igreja Evangélica paga Imposto sim!Mesmo a Igreja Evangélica sendo considerada de 
natureza tributária imune, ela não está dispensada de reter o imposto de renda na fonte 
nos pagamentos de salários de empregados registrados e prestadores de serviços de 
qualquer natureza cuja remuneração ultrapasse a tabela de Imposto de Renda de Pessoa 
Física. 
 
A Igreja Evangélica também fica obrigada, caso possua funcionário, a recolher todas as 
contribuições previdenciárias e contribuições sindicais, correndo o risco de ser 
penalizada caso não proceda de maneira correta. 
Além disso, na qualidade de consumidora, assim como qualquer outra pessoa física ou 
jurídica, a Igreja Evangélica paga imposto pelos produtos que consome, que possuem 
seus valores embutidos no preço de venda. A legislação também não isenta a Igreja 
Evangélica de pagamento taxas, como as cobradas em cartórios e prefeituras. 
Igreja Evangélica paga IPTU?A Constituição Federal determina que o IPTU(Imposto 
Predial e Territorial Urbano) deve ser cobrado pelos municípios. Porém, em relação às 
Igrejas Evangélicas, prevalece o princípio da imunidade, não podendo os Municípios 
efetuar o lançamento nem promover a cobrança desse imposto em relação aos imóveis 
de propriedade de qualquer organização religiosa. 
A imunidade deve ser aplicada à todos os imóveis onde se encontram as diversas 
edificações da Igreja Evangélica, abrangendo todo o terreno, área ou lote. Porém, para 
usufruir da imunidade tributária, a Igreja deve atender aos seguintes requisitos: 
-Estar devidamente registrada em Cartório de Registro de Pessoas Jurídicas; 
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-Possuir CNPJ; 
-Utilizar o imóvel para cultos e outras atividades relacionadas com os fins essenciais da 
organização religiosa; 
-Provar por meio de documento idôneo que detém a posse ou a propriedade do imóvel. 
A imunidade tributária do IPTU deve ser requerida junto a Secretaria Municipal de 
Fazenda do município onde estiver localizado o imóvel da Igreja Evangélica. 
Obrigações e ResponsabilidadesPor ser considerada uma entidade imune ou isenta, 
muitos acham que a Igreja Evangélica não possui obrigações a cumprir. As Igrejas 
Evangélicas precisam ser abertas e regularizadas juridicamente e manterem registros 
contábeis em dia. 
Fonte:https://etikasolucoes.com.br/igreja-evangelica-paga-imposto/3- A igreja é uma organização 
A NATUREZA DA IGREJA 
A palavra Igreja aparece 73 vezes no novo testamento. Vem da palavra grega “ekklesia” 
(igreja), literalmente, refere-se à reunião de um povo, por convocação. O conjunto de 
povo de Deus reunido com o propósito de adorar ao todo criador, como cidadãos dos 
céus. Porém vamos tratar desta natureza de duas perspectivas diferentes: A Igreja como 
organização e a Igreja como organismo. 
 
 
COMO ORGANIZAÇÃO 
Organização significa um conjunto de pessoas, ou um processo onde várias pessoas 
buscam um relacionamento, a fim de atingirem um objetivo comum. Como 
organização, a Igreja aparece em vários trechos da Bíblia, porém, os capítulos 2 e três 
do livro de Apocalipse nos trazem um entendimento melhor sobre o tema. A mensagem 
de Cristo as sete Igrejas locais existentes no Oeste da Ásia Menor, com o propósito de 
instruir, advertir e edificar, é uma revelação do que Jesus ama e quer ver nas Igrejas 
locais, cada uma com suas particularidades. 
 
 A igreja como organização é provavelmente o primeiro contato dos crentes com a 
Eclesiologia. É uma prática normal para os crentes, ou pelo menos para a maioria, 
quando encontra outro que não o conhece, porém percebe que o tal também é crente, 
logo pergunta: de que Igreja você faz parte? Em outras palavras, querem saber de que 
organização eclesiástica aquela pessoa pertence. Se o interrogado responde que faz parte 
de uma organização eclesiástica semelhante a nossa, logo estabelecemos amizade, caso 
contrário, dificilmente estabelecemos vínculo de comunhão. Meditar (Mc 9.38-41). 
 
 
COMO ORGANISMO 
 A Igreja como organismo, tem várias ilustrações na Bíblia, porém, o Apóstolo Paulo 
quando escreveu aos Efésios, nos deixou várias possibilidades de entendimento e 
melhor compreensão a respeito do assunto. Segue nove referências que evidenciam a 
Igreja como organismo: 
 
1. “E pôs todas as coisas debaixo dos pés, e para ser o cabeça sobre toda as coisas, o deu 
a 
Igreja” (Ef 1.22). 
 
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2. “Para que, pela Igreja, a multiforme sabedoria de Deus se torne conhecida, agora, dos 
principados e potestades nos lugares celestiais” (Ef 3.10). 
 
3. “A Ele seja a glória, na Igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o 
sempre, amém” (Ef 3.21). 
 
4. “Porque o marido é o cabeça da mulher, como Cristo é o cabeça da Igreja, sendo este 
mesmo o Salvador do Corpo” (Ef 5.23). 
 
5. “Como, porém, a Igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em 
tudo 
submissas ao seu marido” (Ef 5.24). 
 
6. “Maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a Igreja e a si mesmo se 
entregou por ela” (Ef 5.25). 
 
7. “Para apresentar a si mesmo Igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa 
semelhante, porém santa e sem defeito” (Ef 5.27). 
 
8. “Porém ninguém jamais odiou a própria carne, antes, a alimenta e dela cuida, como 
também Cristo o faz com a Igreja” (Ef 5.29). 
 
9.“Grande é este mistério, mas eu me refiro a Cristo e à Igreja” (Ef 5.32). 
 
 
Vejamos agora cinco diferenças entre a Igreja como organização e como organismo. 
 
 
COMO ORGANIZAÇÃO COMO ORGANISMO 
É visível É invisível 
Notamos aqui duas grandes diferenças: de um lado a Igreja é visível, do outro é 
invisível. Podemos dizer que o lado visível da Igreja é o mais prático e fácil de entender. 
Dizemos que é o lugar físico, onde as pessoas reunem-se para cultuar. Onde fica tua 
Igreja? Alguém pergunta. Você logo responde, fica na rua tal, nº tal, bairro tal. Agora 
imaginemos o susto que a pessoa iria levar se disséssemos que não sabíamos, pois nossa 
Igreja era invisível. 
 
Outros aspectos da Igreja visível incluem: 
Seu patrimônio físico: Construções, móveis, instrumentos, veículos, telefones, etc. 
Os símbolos: Sua bandeira, brasão, papel timbrado, cartões de membros e credenciais 
de lideranças. Também incluem as saudações convencionais como, por exemplo, na 
Assembléia de Deus no Brasil: “A paz do Senhor para os irmãos”. 
Seu patrimônio não físico: Herança doutrinária e cultural e suas obras marcantes que 
contribuem para sua história. 
Seus estatutos e regimentos internos que expressam seus padrões de doutrinas e cultura. 
Seus membros e congregados, e suas lideranças. 
Ainda existem outros itens, porém, estes já nos bastam para entendermos o assunto. 
 
Veremos agora sobre o aspecto invisível da Igreja como organismo. 
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Esta parte da Igreja como organismo é um pouco mais difícil de entender, ou melhor, de 
aceitarmos alguns pontos que são polêmicos. A Igreja como organismo refere-se à união 
mística de todos aqueles que são salvos em Jesus Cristo. Quando pensamos a cerca do 
povo de Deus reunidos lá no céu, será que conseguimos pensar que haverá lá pessoas de 
outras organizações eclesiásticas? Tomara que sim! Agora vamos imaginar onde se 
encontram esses irmãos hoje. Será naquela igrejinha, onde passamos por ela e a 
desprezamos por ser diferente. Ou naquela denominação que parece nos ofender? 
 
Irei um pouco mais além. Será que conseguimos imaginar que na nossa Igreja existam 
pessoas membros, que de fato não fazem parte da Igreja invisível de Cristo? As coisas 
tornam-se um pouco complicadas se não entendermos a diferença entre Igreja como 
organização visível e Igreja como organismo invisível. Para um melhor entendimento: 
(Ap 3.14-21). Jesus se encontrava do lado de fora da Igreja visível, mas queria entrar na 
vida daquela que conseguisse ouvir sua voz. Irmãos deixo aqui uma grande pergunta: 
Como está a nossa Igreja invisível com Jesus, Ele está do lado de dentro ou do lado de 
fora? Como organização visível, ela está aprovada ou reprovada? É triste como uma 
Igreja pode se enganar enquanto organização. A igreja de Laudicéia se achava rica, 
abastada, não lhes faltava nada, mas Jesus a via como pobre, miserável, cega e nua! 
 
 
COMO ORGANIZAÇÃO COMO ORGANISMO 
É local É universal 
Observamos que tanto o aspecto local, como o universal, são conceitos geográficos. 
Existem Igrejas que têm trabalhos em outros países, em outros estados ou em outras 
cidades. Mas mesmo tendo uma difusão fora de suas fronteiras, mesmo assim, como 
organização ela não deixa de ser local. Somente a Igreja como organismo é universal. 
Ela ajunta todos os salvos do mundo inteiro, como povos, línguas e tribos, e estes se 
encontrarão juntos no céu. Todos os crentes unidos formam o corpo de Cristo. 
 
Tiramos aqui grades lições da diferença entre Igreja local e universal: 1) A nossa Igreja, 
por maior que seja, é pequena em relação à Igreja de nosso Senhor Jesus Cristo, que é 
universal. 2) Como membros de uma Igreja local, nunca devemos esquecer a 
importância maior de sermos membros da Igreja universal. Devemos nos esforçar não 
apenas em favor de nossa Igreja, mas em favor de toda Igreja de nosso Senhor no 
mundo. Quando oramos em favor da Igreja, devemos sempre ter em mente que Jesus 
não se equaciona ou se iguala ao crescimento de nossa Igreja local. Jesus está 
edificando a sua Igreja, não a nossa! 
 
 
COMO ORGANIZAÇÃO COMO ORGANISMO 
É humanaÉ divina 
A igreja é uma instituição humana, mas como organismo é uma criação de Deus. A 
Igreja como organização é uma instituição humana, mas isso, não quer dizer que Deus 
não se envolveu na sua criação. Muitos homens receberam o chamado de Deus, foram 
inspirados pelo Espírito Santo, pregaram o Evangelho, o povo se converteu, daí então 
criaram as organizações civis de acordo com as leis do país e suas preferências 
culturais. Não vejo nada de errado nisso. 
 
Torna-se um problema, quando alguém pensa que todos os costumes de sua Igreja 
vieram de Deus. Se analisarmos bem, até na mesma denominação há diferenças e 
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divergências em relação a costumes. Mas isso é normal, todos nós temos nossas 
individualidades, um gosta de uma coisa, outro de outra e assim por diante. 
 
No entanto, a Igreja como organismo, é uma criação de Deus e todos os membros têm 
as mesmas características - membros de um corpo. Todos nasceram do Espírito Santo e 
este testifica com cada um, que é de fato filhos de Deus, co-herdeiros com Jesus Cristo, 
e que tem uma cidadania estrangeira – não somos mais desta terra, nossa cidadania está 
nos céus. Quem pertence à Igreja de nosso Senhor Jesus Cristo, confessa que, na 
verdade não temos aqui cidade permanente, mas buscamos a que há de vir (Hb 13.14). 
 
 
COMO ORGANIZAÇÃO COMO ORGANISMO 
É temporária É perpétua 
 Falar da natureza da Igreja como temporária assusta muitas pessoas. Os próprios 
Discípulos de Jesus ficaram assustados com as palavras de Jesus. Quando eles saíram 
do Templo, ficaram maravilhados com a beleza do mesmo, pois muitos deles eram do 
interior, não estava acostumados com construções tão magníficas como aquela. Quase 
delirando um deles exclamou: “Mestre, que pedras, que construção! Mas Jesus lhe 
disse: Vês estas grandes construções? Não ficará pedra sobre pedra, que não seja 
derribada. No monte das Oliveiras, defronte do Templo, achava-se Jesus assentado, 
quando Pedro, Tiago, João e André lhe perguntaram em particular: Dize-nos quando 
sucederão” (Mc13.1-4). 
 
Como organização, a Igreja é temporária. Sua Igreja, minha Igreja, todas elas tiveram 
um início, um meio e certamente terão um fim! Todo dinheiro empregado em 
construções está eventualmente perdido! Não ficará pedra sobre pedra! Pedro, Tiago, 
João e André estavam espantados, por isso queriam saber quando! O importante para 
nós não é saber quando nem como, gravar a verdade. Chegará um dia em que não 
existirá a minha Igreja, minha denominação, mas não fique triste! Tudo isso há de 
passar para que o permanente possa se manifestar. 
 
A igreja como organização é apenas como se fosse o andaime que precisamos para 
levantar a estrutura da Igreja como organismo. Uma vez que a construção é terminada, 
por que lamentar o desmantelamento do andaime? Somos nós, não nossos prédios, a 
Igreja do Senhor, que por sua vez é perpétua, quando cessar aqui na terra, continuará 
nos céus. 
 
COMO ORGANIZAÇÃO COMO ORGANISMO 
É imperfeita É perfeita 
Provavelmente não é tão necessário frisar a imperfeição da organização eclesiástica que 
pertencemos. Geralmente todos nós já experimentamos essa imperfeição de alguma 
forma. Eventualmente todos nós já verificamos a necessidade de alguma melhoria em 
nossa Igreja como organização. Por mais perfeita que seja, a igreja como organização a 
única utilidade: Ser dispensada e trocada pela mais perfeita. Não quero sugerir de forma 
alguma, que devemos deixar de nos preocuparmos, de zelarmos por nossa Igreja como 
organização, pelo contrário, devemos zelar por ela e fazer com que o Reino de Deus 
apareça nela. 
 
Por outro lado, a perfeição da Igreja como organismo, não significa que ela já alcançou 
plena maturidade. Mas ela está a caminho. Redimida pelo Sangue de Jesus, nascida do 
3º Trimestre de 2022 – Pré Adolescentes: Servindo a Deus com meus Talentos 
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Espírito Santo, está se desenvolvendo na direção da perfeição, debaixo da graça de 
Jesus (Ef 4.11-16). 
Fonte: https://www.recantodasletras.com.br/artigos-de-religiao-e-teologia/3049554 
 
 
Conclusão 
Por que precisamos de organização nas igrejas? 
Toda instituição precisa ser organizada, e o mesmo ocorre com a igreja local. Uma 
igreja deve ser organizada para receber bem seus membros e visitantes, ter pessoas 
responsáveis atuando nos diversos ministérios e departamentos, checar se o santuário 
está aberto e em condições de receber pessoas para os momentos de culto e orações. 
Entretanto, mais do que os aspectos citados, a igreja precisa ser organizada, porque isso 
agrada a Deus. O Senhor tem planos e Ele anuncia seus planos aos seus filhos fazendo 
com que sejam realizados, e isso é organização. 
Se Deus preza por organização, não poderíamos imaginar que a sua Igreja deveria 
seguir um padrão diferente. Uma igreja desorganizada não reflete a perfeição do 
Evangelho. 
 
Fonte: https://escola-ebd.com.br/licao-3-organizacao-da-igreja/ 
 
 
Colaboração para o Portal Escola Dominical – Prof. Jair César S. Oliveira

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