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Sinais e Sintomas II
Discentes: Alice Danielle, Júllia Karolinne, Layra Layanna e
Maria Eduarda Nogueira
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO
 CAMPUS SANTA INÊS
 CURSO: BACHARELADO EM ENFERMAGEM
 DISCIPLINA: SEMIOLOGIA NA ENFERMAGEM
 DOCENTE: MARCOS PANHUSSATTI
 
1
SUMÁRIO
Rins e Vias Urinárias ...............................................31.
Órgãos Genitais Masculinos ..................................92.
Órgãos Genitais Femininos ..................................133.
Mamas ....................................................................194.
Sistema Hemolinfopoético ...................................255.
Ossos .......................................................................306.
Articulações ............................................................397.
Coluna Vertebral ....................................................478.
Bursas e Tendões ..................................................569.
Músculos .................................................................6110.
Sistema Endócrino .................................................6811.
Gônadas...................................................................8312.
Sistema Nervoso Central .......................................9113.
Sistema Nervoso Periférico ...................................9714.
Referências .............................................................10315. 2
RINS E VIAS URINÁRIAS
•O sistema urinário é responsável por regular o equilíbrio
hidroeletrolítico e eliminar substâncias tóxicas do
organismo.
•RINS:
-Filtram o plasma, formando a urina.
-Remove toxinas e resíduos metabólicos.
-Regula a pressão arterial, pH e
eletrólitos
•VIAS URINÁRIAS
-Ureteres: Transportam a urina dos rins à bexiga.
-Bexiga: Armazena a urina.
-Uretra: Excreta a urina para o meio externo.
3
RINS E VIAS URINÁRIAS
PATOLOGIA
Insuficiência Renal: O rim perde a capacidade
de filtrar os resíduos metabólicos do sangue.
-Aguda: súbita e rápida, reversível com
tratamento imediato.
-Crônica: lenta, progressiva e irreversível.
SINAIS E SINTOMAS
-Fadiga e cansaço
-Edema
-Alterações miccionais
-Dor ou pressão no peito
4
RINS E VIAS URINÁRIAS
PATOLOGIA
Litíase urinária: Formação de cálculos, popularmente
denominados “pedras”, no trato urinário. Os cálculos
ureterais são formações endurecidas localizados nos
ureteres, resultantes do acúmulo de cristais já existentes na
urina.
SINAIS E SINTOMAS
-Cólica renal
-Hematúria
-Urgência urinária
-Disúria
-Urina turva 5
RINS E VIAS URINÁRIAS
PATOLOGIA
SINAIS E SINTOMAS
Infecção do Trato Urinário(ITU): é uma inflamação desencadeada
pela invasão de microrganismo, como bactérias, no sistema
urinário. 
-Disúria
-Urgência urinária
-Retenção urinária
-Urina turva
-Hematúria
6
RINS E VIAS URINÁRIAS
Diagnóstico Semiológico:
•Anamnese: Hábitos miccionais, volume, frequência e
características da urina.
•Exames Físicos: 
-Inspeção: avaliação alterações na pele, como edema.
-Palpação: dos flancos e da região lombar, para detectar
dor ou aumento dos rins.
-Manobra de Giordano: percussão lombar para
identificar dor renal.
•Exames Complementares: Laboratorial e de imagem.
7
•Assistência ao paciente: administrar medicamentos prescritos,
estimular a hidratação e monitorar o padrão urinário.
•Educação em saúde: orientar sobre o autocuidado e informar
sobre sinais de alerta para infecções ou obstruções.
•Apoio psicológico: auxiliar pacientes com condições crônicas ou
incapacitantes a lidar com o impacto emocional e social dessas
condições.
RINS E VIAS URINÁRIAS
Atuação do Enfermeiro:
8
ÓRGÃOS GENITAIS MASCULINOS
•Os órgãos genitais masculinos têm uma dupla
função: sexual e urinária. Isso possibilita o
surgimento de distúrbios tantos miccionais
quanto sexuais, isoladamente, ou de maneira
associada. 
9
Doenças Inflamatórias/Infecciosas:
ÓRGÃOS GENITAIS MASCULINOS
Patologias:
Uretrite: 
-Infecção da uretra.
Prostatite:
-Infecção da próstata.
Epididimite:
-Infecção do epidídimo.
SINAIS E SINTOMAS
-Febre e calafrios
-Dor perineal
-Policiúria
-Hematúria
-Disúria
-Disúria
-Secreção uretral
-Prurido uretral
-Edema escrotal.
-Vermelhidão e calor no
escroto.
-Febre e mialgia.
10
•Anamnese: Histórico sexual, sintomas urinários e
histórico clínico.
•Exames Físicos:
-Inspeção: lesões, edemas, deformidades ou secreções.
-Palpação: avaliar tamanho, consistência e sensibilidade
do pênis e testículos. 
•Exames Complementares: Exames laboratoriais e de
imagem.
ÓRGÃOS GENITAIS MASCULINOS
Diagnóstico Semiológico:
11
ÓRGÃOS GENITAIS MASCULINOS
Atuação do Enfermeiro
•Cuidados diretos: tratamento de lesões ou infecções e
monitoramento de tratamentos 
•Suporte psicológico: promover um ambiente acolhedor e
fornecer informaçõs claras e acessíveis sobre a condição do
paciente
•Prevenção e Educação em Saúde: realizar campanhas de
conscientização e educativa sobre saúde masculina e ensinar
técnicas de autoexame testicular
12
ÓRGÃOS GENITAIS FEMININOS
•Os órgãos genitais femininos são estruturas do
sistema reprodutor feminino, responsáveis por funções
essenciais, como a reprodução, a proteção contra
infecções e o equilibrio hormonal.
13
ÓRGÃOS GENITAIS FEMININOS
PATOLOGIA
Sindrome dos Ovários Policístos (SOP): é uma doença caracterizada
pela presença de múltiplos cistos nos ovários, associados à
desregulação do ciclo ovulatório e dos hormônios femininos.
SINAIS E SINTOMAS:
-Distúrbios menstruais: ciclos mentruais
irregulares, oligomenorreia e amenorreia.
-Infertilidade ou dificuldade para engravidar
-Hirsutismo
14
ÓRGÃOS GENITAIS FEMININOS
PATOLOGIA
Candidíase Vaginal: infecção por fungos do gênero Candida, que
normalmente está presente em pequenas quantidades na flora
vaginal em equilíbrio. 
SINAIS E SINTOMAS:
-Secreção vaginal espessa
-Prurido intenso
-Disúria
-Dispareunia
15
ÓRGÃOS GENITAIS FEMININOS
PATOLOGIA
SINAIS E SINTOMAS:
Miomas uterinos: é um tumor benigno que se forma no tecido
muscular do útero e que também pode ser chamado de fibroma ou
leiomioma uterino.
-Dispareunia
-Menorragia
-Dor pélvica
-Distensão abdominal
16
ÓRGÃOS GENITAIS FEMININOS
Diagnóstico Semiológico
•Anamnese: ciclo menstrual, características do
fluxo e histórico ginecológico.
•Exames Físicos:
-Inspeção: avaliar alterações externas
-Palpação: toque vaginal (avaliação de massas,
alterações anatômicas ou dor).
•Exames Complementares:
-Laboratoriais hormonais e microbiológicos.
-Exames de imagem.
17
ÓRGÃOS GENITAIS FEMININOS
Atuação do Enfermeiro
•Cuidados diretos: realizar o papanicolau, curativos e
administrações de medicamentos para infecções ou
lesões.
•Detecção precoce: na anamnese ou no exame físico.
•Prevenção e Educação em Saúde: orientar sobre a
higiene íntima e saúde da mulher, além de incentivar a
realização de exames preventivos.
18
MAMAS
As mamas são glândulas anexas com funções
reprodutivas e metabólicas. Elas também
desempenham papel na sexualidade e sofrem
influências hormonais ao longo da vida.
19
MAMAS
Mastite: processos infecciosos que ocorrem no tecido
mamário, podendo ocorrer durante a gravidez e o
puerpério (mastite puerperal) ou não puerperais.
PATOLOGIA
SINAIS E SINTOMAS:
-Dor na mama
-Edema e endurecimento
-Rubor
-Secreção: purulenta ou sanguinolenta.
-Sensação de calor
-Febre e calafrios
20
MAMAS
PATOLOGIA
SINAIS E SINTOMAS:
Nódulos mamários: Formações sólidas ou císticas
(cheias de líquido) que podem surgir no tecido mamário.
Podem ser benignos ou malignos.
-Nódulo: massa firme ou macia; benignos(móveis), malignos(fixos).
-Dor
-Secreção mamilar: transparente, purulenta ou sanguinolenta.
-Aumento ou assimetria mamária: devido a presença do nódulo.
-Linfadenopatia: aumento dos gânglios linfáticos axilares. 21
MAMAS
Câncer de mama: tumor maligno que se desenvolve na mama
como consequência de alterações genéticas em algum conjunto de
células da mama, que passam a se dividir descontroladamente.
PATOLOGIA
SINAIS E SINTOMAS:
-Edema
-Nódulo
-Assimetria Mamária
-Secreção mamilar
-Dor ou sensibilidade
22
MAMASDiagnóstico Semiológico
•Anamnese
•Exames Físicos:
-Inspeção: avaliar alterações na pele ou no mamilo.
-Palpação: avaliar a consistência do tecido mamário,
mobilidade e sensibilidade das mamas e axilas.
•Exames complementares:
-Exames de imagem
-Biopsia
23
MAMAS
Atuação do Enfermeiro
•Cuidados diretos: realização da anamnese e do exame
físico das mamas.
•Apoio psicológico: apoio emocional a mulheres
diagnosticadas com doenças mamárias e acompanhamento
do processo de reabilitação.
•Prevenção e Educação em Saúde: orientação sobre a
importância de manter os exames relacionados a saúde da
mulher em dias e informar sobre fatores de riscos para
câncer de mama.
24
SISTEMA HEMOLINFOPOIÉTICO
O sistema hemolinfopoético regula a produção e
destruição de células sanguíneas e participa da
resposta imunológica.
25
SISTEMA HEMOLINFOPOIÉTICO
PATOLOGIA
Leucemia: um tipo de câncer que afeta os glóbulos brancos, causado por
uma produção anormal e descontrolada dessas células na médula óssea,
comprometendo a produção normal de sangue e a função imunológica.
SINAIS E SINTOMAS
-Anemia: cansaço, palidez e falta de ar.
-Dor óssea ou articular
-Hematomas e sangramentos fáceis: relacionados à redução de
plaquetas.
-Linfonodos inchados: especialmente no pescoço, axilas e virilha.
-Febre persistente ou inexplicada 26
SISTEMA HEMOLINFOPOIÉTICO
Patologias:
Linfomas: câncer que afeta o sistema linfático, principalmente
os linfócitos, um tipo de célula de defesa do organismo.
SINAIS E SINTOMAS
-Fadiga
-Sudorese noturna
-Aumento dos linfonodos
-Febre persistente
-Perda de peso inexplicada
-Prurido generalizado(coceira) 27
•Anamnese: Investigar sintomas como fraqueza, sangramentos
anormais, dor óssea e febre.
•Exames Físicos:
-Inspeção: obervar palidez, icterícia, lesões cutâneas.
-Palpação: examinar linfonodos(tamanho, consistência,
mobilidade e sensibilidade)
-Ausculta: identificar sopros cardíacos ou alterações
hemodinâmicas.
•Exames complementares: Exames laboratoriais.
SISTEMA HEMOLINFOPOIÉTICO
Diagnóstico Semiológico
28
SISTEMA HEMOLINFOPOIÉTICO
Atuação do Enfermeiro
Cuidados diretos: realizar avaliação inicial, monitorar
sinais e sintomas, preparar, administrar e monitorar
medicamentos.
Suporte Emocional: oferecer supote psicológico aos
pacientes e famílias, promovendo acolhimento e escuta
ativa.
Educação em Saúde: orientar pacientes e familiares
sobre a importância da adesão ao tratamento e sobre
cuidados higiênicos para previnir infecções.
29
OSSOS
Ossos são tecidos vivos que sustentam o corpo,
protegem órgãos, permitem movimentos e
armazenam minerais.
30
PATOLOGIA:
Traumas: fraturas e lesões ósseas, causadas por impactos, quedas,
acidentes ou outras formas de lesão física.
SINAIS E SINTOMAS:
Dor intensa;
Edema e hematoma; 
Deformidade visível;
Dificuldade ou incapacidade de movimentar;
Crepitação;
Sensibilidade;
OSSOS
31
PATOLOGIA:
Raquitismo: condição metabólica óssea, caracterizada pela deficiência de
vitamina D, cálcio ou fosfato, resultando em ossos fracos, moles e
deformados.
SINAIS E SINTOMAS:
Fraqueza muscular; 
Fraturas frequentes;
Ostealgia;
Deformidades ósseas;
Atraso no crescimento;
Fadiga;
OSSOS
32
PATOLOGIA:
Osteoporose: doença óssea caracterizada pela perda de densidade óssea,
o que torna os ossos mais frágeis e propensos a fraturas. 
SINAIS E SINTOMAS:
Fraturas frequentes;
Cifose;
Dificuldade de movimento;
Sensação de instabilidade ou desequilíbrio;
Dor crônica nas costas;
OSSOS
33
PATOLOGIA:
 Doença de Paget: é um distúrbio ósseo crônico que afeta a
remodelação normal dos ossos, levando ao crescimento ósseo
desorganizado.
SINAIS E SINTOMAS:
Ostealgia;
Fraturas;
Deformidades ósseas;
Complicações vasculares;
Cefaleia;
OSSOS
34
Osteomielite: é uma infecção óssea, ocorre em pessoas com
sistemas imunológicos enfraquecidos e aquelas com doenças
crônicas, como diabetes.
SINAIS E SINTOMAS:
Ostealgia severa;
Edema e rubor;
Febre;
Fadiga e mal-estar ;
Dificuldade ou incapacidade de movimentar;
PATOLOGIA:
OSSOS
35
Neoplasias ósseas: crescimento anormal de células nos ossos, que
pode resultar em tumores benignos ou malignos. 
SINAIS E SINTOMAS: 
Dor óssea persistente;
Edema e sensibilidade;
Perda de mobilidade;
Comprometimento funcional;
Fraturas;
PATOLOGIA:
OSSOS
36
 
Clínico: avaliação da dor, deformidades e manifestações
sistêmicas.
Imagem: radiografia, tomografia, ressonância magnética.
Laboratorial: hemograma, marcadores ósseos, exames
de infecção.
Exames e Diagnósticos:
OSSOS
37
 
Avaliação e Monitoramento: identificar sinais precoces de dor,
infecção e deformidades.
Educação em Saúde: orientar sobre prevenção de quedas, dieta rica
em cálcio e vitamina D.
Cuidados Pós-Operatórios: manejo da dor, prevenção de infecções.
Suporte Psicológico: lidar com impacto emocional das deformidades e
limitações físicas.
Atuação do enfermeiro:
OSSOS
38
 
As articulações são estruturas que conectam os ossos, permitindo
movimento, estabilidade e absorção de impactos. 
Elas são compostas por cartilagem, líquido sinovial, membrana
sinovial, ligamentos e músculos. 
ARTICULAÇÕES
39
 
Artrite Reumatoide: doença autoimune que causa inflamação
crônica das articulações, especialmente as pequenas.
SINAIS E SINTOMAS:
Artralgia;
Edema e calor nas articulações;
Rigidez matinal;
Perda de movimento;
Deformidades articulares;
Nódulos reumatoides;
ARTICULAÇÕES
PATOLOGIA:
40
 
Osteoartrose: doença degenerativa que afeta a cartilagem articular,
levando a dor e limitação.
SINAIS E SINTOMAS: 
Artralgia;
Rigidez;
Edema;
Limitação de movimento;
Crepitação;
Sensibilidade ao toque;
Deformidades articulares;
ARTICULAÇÕES
PATOLOGIA:
41
 
Gota: condição metabólica causada por depósitos de cristais de ácido
úrico nas articulações.
SINAIS E SINTOMAS:
Artralgia severa;
Rubor e edema;
Sensibilidade ao toque;
Rigidez articular;
Recorrência de crises;
ARTICULAÇÕES
PATOLOGIA:
42
 
Lúpus Eritematoso Sistêmico: doença autoimune que pode afetar as
articulações, além de outros órgãos.
SINAIS E SINTOMAS: 
Artralgia;
Rigidez articular;
Edema;
Fadiga intensa;
Alopecia;
Linfadenopatia;
Fotossensibilidade;
ARTICULAÇÕES
PATOLOGIA:
43
 
PATOLOGIA:
Febre Reumática: complicação de infecções estreptocócicas, causando
inflamação migratória das articulações.
SINAIS E SINTOMAS: 
Dor intensa;
Edema e rubor;
Calor local;
Reversibilidade;
Rigidez articular;
Erupção cutânea;
Fadiga extrema;
ARTICULAÇÕES
44
 
Clínicos: Avaliação de dor, rigidez, deformidades e sinais inflamatórios.
Imagem: Radiografias, ultrassom, ressonância magnética para identificar
degeneração, inflamação ou deformidades.
Laboratoriais:
 Marcadores inflamatórios: PCR, VHS.
 Autoanticorpos: Fator reumatoide, FAN (lúpus, artrite reumatoide).
 Dosagem de ácido úrico (gota).
Exames e Diagnósticos
ARTICULAÇÕES
45
 
Atuação do enfermeiro:
ARTICULAÇÕES
Avaliação: Identificação precoce de sintomas, como dor e sinais inflamatórios,
monitorando evolução.
Educação: Orientar sobre prevenção de lesões articulares, exercícios, dieta
balanceada e controle de peso.
Cuidados:
 Aplicação de medidas para alívio da dor (compressas, analgesia prescrita).
 Prevenção de complicações com mobilização e exercícios assistidos.
 Apoio emocional.
46
 
COLUNA VERTEBRAL
A coluna vertebral é uma estrutura que suporta o corpo, protege a medula
espinhal e permite mobilidade.
 É composta por 33 vértebras divididas em regiões cervical, torácica,
lombar, sacral e coccígea, unidas por discos intervertebrais que atuam
como amortecedores.
47
 
 Espondiloartrose: afeta as articulações da coluna vertebral. É uma
condição degenerativa que ocorre devido ao desgaste progressivo das
articulações intervertebrais, dos discos intervertebrais e de outras estruturas
ao longo da coluna
SINAIS E SINTOMAS:
Dor localizada;
Rigidez;
Limitação de movimento;
Formigamento ou dormência;
Cefaleia;
PATOLOGIA
COLUNA VERTEBRAL
48
 
 Hérnia dedisco: é um problema da coluna vertebral que provoca
compressão dos nervos.
SINAIS E SINTOMAS:
Dor;
Parestesia;
Fraqueza muscular;
Rigidez;
Disestesias;
Perda de controle esfincteriano;
PATOLOGIA
COLUNA VERTEBRAL
49
 
 Espondilite anquilosante: é uma doença inflamatória crônica.
SINAIS E SINTOMAS:
Rigidez axial e dorsalgia;
Rigidez progressiva;
Fadiga;
Febre baixa em alguns casos;
Perda de peso;
Deformidade postural;
PATOLOGIA
COLUNA VERTEBRAL
50
 
 Fraturas vertebrais: uma ou mais vértebras da coluna vertebral
sofrem rupturas devido a traumas, condições médicas ou sobrecarga
estrutural.
SINAIS E SINTOMAS: 
Dor localizada;
Deformidade;
Mobilidade reduzida;
Dispneia;
Paraplegia ou tetraplegia;
PATOLOGIA
COLUNA VERTEBRAL
51
 
Espondilodiscite: é uma infecção que afeta tanto os discos
intervertebrais quanto as vértebras da coluna.
SINAIS E SINTOMAS: 
Dorsalgia;
Febre;
Rigidez;
Perda de peso;
Abscessos epidurais ;
Disfunção neurológica;
PATOLOGIA
COLUNA VERTEBRAL
52
 
 Escoliose: é uma condição em que a coluna vertebral apresenta uma
curvatura anormal lateral, formando um "C" ou "S" ao invés de ser reta.
SINAIS E SINTOMAS:
Curvatura visível;
Assimetria escapular;
Desalinhamento pélvico;
Dorsalgia;
Fadiga;
PATOLOGIA
COLUNA VERTEBRAL
53
 
História Clínica: Caracterização da dor (localização, irradiação,
intensidade).
Exame Físico: Avaliação da mobilidade, palpação de pontos dolorosos e
testes específicos como o de Lasègue.
Radiografia: Avaliação de alterações ósseas.
Ressonância Magnética: Identificação de hérnia de disco e compressão
nervosa.
Tomografia Computadorizada: Útil em casos de trauma ou tumores.
Exames Laboratoriais: Para descartar infecções ou doenças
inflamatórias.
Exames e Diagnósticos:
COLUNA VERTEBRAL
54
 
Atuação do enfermeiro:
COLUNA VERTEBRAL
Avaliação e Monitoramento: Identificar sinais de dor, déficits funcionais e
progressão da condição.
Educação em Saúde: Orientar sobre ergonomia, exercícios posturais e
prevenção de crises.
Cuidados Diretos: Auxiliar na mobilização, controle da dor e administração
de medicamentos prescritos.
Apoio Psicológico: Acompanhar pacientes com dor crônica, promovendo
qualidade de vida e adesão ao tratamento.
55
 
BURSAS E TENDÕES
As bursas são pequenas bolsas
cheias de líquido sinovial,
localizadas perto das articulações,
com a função principal de reduzir
o atrito entre os tendões,
ligamentos e ossos. Existem cerca
de 78 bursas em cada lado do
corpo. 
Já os tendões conectam
os músculos aos ossos,
facilitando os
movimentos articulares.
56
 
Bursite: Inflamação das bursas, geralmente causada por trauma,
doenças autoimunes (como a artrite reumatoide), gota ou infecções
bacterianas.
SINAIS E SINTOMAS:
Artralgia localizada;
Edema;
Calor e rubor;
Dor à palpação;
Limitação de movimento;
Rigidez articular;
BURSAS E TENDÕES
PATOLOGIA:
57
 
Tendinite: Inflamação dos tendões, frequentemente associada ao
uso excessivo ou a lesões repetitivas.
SINAIS E SINTOMAS:
Dor;
Edema;
Sensibilidade ao toque;
Rigidez;
Crepitação;
Alteração na biomecânica;
BURSAS E TENDÕES
PATOLOGIA:
58
 
História Clínica: Avaliação do início da dor, fatores desencadeantes e
atividade física do paciente.
Exame Físico: Palpação da área afetada para verificar sinais de dor, inchaço
ou calor.
Ultrassonografia: Útil para visualizar inflamações ou lesões nos tendões e
bursas.
Ressonância Magnética: Pode ser usada em casos mais graves ou para
detectar lesões associadas.
Exames Laboratoriais: Quando há suspeita de uma condição sistêmica,
como a artrite reumatoide ou gota, exames de sangue podem ser solicitados.
BURSAS E TENDÕES
Exames e Diagnósticos:
59
 
Avaliação da Dor e Função Articular: Monitorar a dor e a limitação dos
movimentos, avaliando a resposta ao tratamento.
Cuidados com Medicamentos: Administrar analgésicos, anti-inflamatórios e,
quando indicado, antibióticos (em caso de infecção).
Orientação ao Paciente: Ensinar técnicas de descanso, elevação e
compressão para aliviar a dor e a inflamação.
Prevenção de Novos Episódios: Ensinar posturas e cuidados para prevenir a
sobrecarga nas articulações e tendões, além de orientações para evitar lesões
futuras.
BURSAS E TENDÕES
Atuação do enfermeiro:
60
 
MÚSCULOS
Função Muscular: Contração voluntária para movimentação corporal.
Músculos Esqueléticos: Controlam movimentos e são conectados ao
sistema nervoso central.
Processo de Contração: Estímulos nervosos acionam fibras
musculares, permitindo o movimento.
61
 
Miopatias: São doenças que afetam diretamente os músculos, levando a
fraqueza muscular, dificuldade de movimento e, em casos graves, atrofia
muscular.
SINAIS E SINTOMAS:
Fraqueza muscular;
Mialgia;
Cãibras musculares;
Fadiga;
Atrofia muscular;
Hipotonia muscular;
MÚSCULOS
PATOLOGIA:
62
 
PATOLOGIA:
Distrofias musculares: doenças genéticas caracterizadas pela
degeneração progressiva dos músculos esqueléticos.
SINAIS E SINTOMAS:
Fraqueza muscular progressiva;
Dificuldade para caminhar;
Atrofia muscular;
Pseudohipertrofia;
Dificuldade respiratória;
Hipotonia muscular;
MÚSCULOS
63
 
 Miastenia gravis: doença autoimune neuromuscular
caracterizada pela fraqueza muscular progressiva.
SINAIS E SINTOMAS:
Fraqueza muscular;
Ptose palpebral;
Diplopia;
Disartria;
Disfagia;
Fadiga;
MÚSCULOS
PATOLOGIA:
64
 
Miosites: inflamação dos músculos esqueléticos, que são
responsáveis pelo movimento do corpo. 
SINAIS E SINTOMAS:
Fraqueza muscular;
Mialgia;
Fadiga;
Erupções cutâneas;
Febre;
Disfagia;
MÚSCULOS
PATOLOGIA:
65
 
História Clínica e Exame Físico: Avaliação da fraqueza e da
função muscular.
Eletroneuromiografia: Avalia a função nervosa e muscular.
Ressonância Magnética: Identificação de alterações nos
músculos.
Testes de Força Muscular: Avaliação da capacidade de contração
e resistência muscular.
MÚSCULOS
Exames e Diagnósticos:
66
 
Avaliação Contínua: Monitoramento da força muscular e
mobilidade.
Controle da Dor: Uso de medicamentos analgésicos e técnicas de
relaxamento.
Assistência na Mobilidade: Orientação sobre uso de dispositivos
de apoio (bengalas, cadeiras de rodas).
Educação em Saúde: Ensinar sobre o manejo da doença,
fisioterapia e autocuidado.
Prevenção de Complicações: Exercícios de alongamento e
fortalecimento muscular.
MÚSCULOS
Atuação do enfermeiro:
67
SISTEMA ENDÓCRINO 
Regula e controla diversas funções do nosso organismo através de secreções. 
PRINCIPAIS GLÂNDULAS
Hipofise
hipotalamo
Tireóide
Paratireoides 
Suprarenais
68
PATOLOGIAS 
DIABETES MELLITUS 
É uma alteração na produção ou utilização da insulina, levando a altos
níveis de açúcar no sangue.
SISTEMA ENDÓCRINO
69
SISTEMA ENDÓCRINO
TIPO I 
 O pâncreas encontra-se doente e
produz pouca ou nenhuma insulina
TIPO II
 Caracterizada pela resistência do
organismo à insulina, resultando em
níveis elevados de açúcar no sangue. 
70
SINAIS E SINTOMAS
Polifagia 
Polidipsia
Urina frequente
infecções recorrentes 
Feridas de difícil cicatrização
Hálito Cetônico 
Visão turba 
SISTEMA ENDÓCRINO
71
SISTEMA ENDÓCRINO
DIAGNÓSTICO - EXAME LABORATORIAL 
GLICEMIA EM JEJUM
Realizado após um período de 8
horas de jejum. 
VALORES REFERENTES A GLICEMIA
Normal: inferior a 99 mg/dL
Alterada: entre 100mg e 125 mg/dL
Diabetes: igual ou superior a 126 mg/dL
Hipoglicemia: igual ou inferior a 70
mg/dL
HEMOGLOBINA GLICADA
Indicado para diagnosticar a pré-
diabetes e diabetes de pacientes que
ainda não sabem da doença.
72
Monitoramento de sinais vitais: Acompanha parâmetros como
glicemia, pressão arterial e frequência cardíaca.
Educação e orientação: Ensinar sobre o autocuidado, como
controle da glicemia e uso adequado de medicamentos.
Administração de medicamentos: Responsável pela aplicação
de insulina e outros tratamentos.
Apoio psicológico: Oferece suporte emocional e orientar sobre a
importância do tratamento contínuo.
SISTEMA ENDÓCRINO
ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO
73
SISTEMA ENDÓCRINO
HIPOFISE 
 É considerada a "glândula mestra" do sistema
endócrinoporque produz hormônios que controlam
várias funções fisiológicas essenciais.
74
SINDROME DE SHEEHAN: É uma condição que ocorre
após o parto, geralmente em mulheres que sofrem
hemorragia significativa durante o parto. 
SISTEMA ENDÓCRINO
PATOLOGIA
SINAIS E SINTOMAS
 
Falha na lactação
Insuficiência Adrenal
Amenorreia
Diminuição do libido e disfunção sexual
75
SISTEMA ENDÓCRINO
DIAGNÓSTICO - EXAME DE IMAGEM
RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DO CÉREBRO
Principal exame de imagem para avaliar a
glândula pituitária. 
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SISTEMA ENDÓCRINO
ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO
Monitoramento de sinais e sintomas (como
alterações hormonais e metabólicas).
Educação sobre a doença e tratamentos,
incluindo o uso correto de medicamentos.
Apoio emocional para lidar com mudanças
psicológicas.
Cuidados pré e pós-operatórios, especialmente
em casos de cirurgia de tumores hipofisários.
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SISTEMA ENDÓCRINO
HIPOTALAMO
Região do cérebro que regula a
temperatura corporal, sede, fome e
sono. 
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SISTEMA ENDÓCRINO
PATOLOGIA
Obesidade Hipotalâmica
É uma disfunção que pode levar a uma
sensação constante de fome, levando à
obesidade.
SINAIS E SINTOMAS
Aumento excessivo do apetite
Ganho de peso rápido e excessivo
Resistência a insulina
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SISTEMA ENDÓCRINO
DIAGNÓSTICO 
Exames hormonais: Avaliar níveis de hormônios relacionados
ao apetite e ao metabolismo, como:
Leptina 
Glicemia em jejum 
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SISTEMA ENDÓCRINO
TIREÓIDE
Desempenha um papel fundamental no metabolismo e no equilíbrio
hormonal do corpo.
 
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SISTEMA ENDÓCRINO
Hipotireoidismo:
É uma condição em que a tireoide não produz hormônios suficientes (T3 e T4),
levando à lentificação do metabolismo.
Fadiga e cansaço excessivo.
Intolerância ao frio.
Ganho de peso.
Depressão ou apatia.
Pele seca e áspera
Constipação intestinal
SINAIS E SINTOMAS
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GÔNADAS
Produzir espermatozoides
(gametas).
Secretam testosterona, essencial
para as características sexuais
masculinas e reprodução.
Produz óvulos (gametas).
Secretam estrogênio e
progesterona, regulando o ciclo
menstrual e a reprodução.
Gônadas masculinas 
(testículos):
Gônadas femininas
(ovários):
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Criptorquidia: testículo não descido, risco de infertilidade e
câncer testicular.
Orquite: Inflamação testicular, frequentemente associada à
caxumba.
Hidrocele: Acúmulo de líquido no escroto; inchaço indolor.
Torção testicular: Dor súbita e intensa devido à torção do
cordão espermático; emergência cirúrgica.
Câncer testicular: nódulo ou massa indolente; geralmente em
homens jovens.
GÔNADAS
Patologias Testiculares Comuns
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Síndrome dos ovários policísticos (SOP): distúrbio
hormonal que causa menstruações irregulares, infertilidade,
acne e hirsutismo.
Cisto ovariano: bolsas cheias de líquido no ovário; pode
causar dor pélvica.
Endometriose: Tecido endometrial fora do útero,
geralmente afetando os ovários; causa dor crônica e
infertilidade.
Câncer de ovário: inchaço abdominal, dor pélvica e
diagnóstico em estágio avançado.
GÔNADAS
Patologias Ovarianas Comuns
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Homens:
Baixa libido, infertilidade.
Características sexuais secundárias
reduzidas (por exemplo, pelos no
corpo).
Ginecomastia e atrofia testicular.
Mulheres:
Menstruação irregular ou ausente.
Infertilidade.
Hirsutismo, sintomas da menopausa
(por exemplo, ondas de calor, secura
vaginal).
GÔNADAS
Sinais Clínicos de disfunção das Gônadas
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Inspeção e Palpação:
Tamanho, posição e massas testiculares em homens.
Sinais de sensibilidade ou inchaço na região pélvica em mulheres.
Características sexuais secundárias:
Distribuição de pelos, desenvolvimento dos seios e avaliação da
genitália.
Testes Complementares:
Ultrassonografia, exames hormonais e biópsia quando necessário.
GÔNADAS
Exames Físico das Gônadas
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Função geral: Soma de reações químicas que mantêm a
vida.
Inclui anabolismo (construção de moléculas) e catabolismo
(quebra de moléculas para obter energia).
Principais órgãos envolvidos: Fígado, pâncreas,
tireoide, glândulas suprarrenais e tecido adiposo.
 METABOLISMO
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Diabetes Mellitus:
Causas: Deficiência ou
resistência à insulina.
Sinais e Sintomas: Poliúria,
polidipsia, perda de peso (tipo
1), fadiga, alterações na visão e
neuropatia.
Distúrbios metabólicos comuns
Hipotireoidismo:
Causas: Redução da produção
do hormônio tireoidiano.
Sinais e Sintomas: Fadiga,
ganho de peso, intolerância ao
frio, pele seca e bradicardia.
Hipertireoidismo:
Causas: Excesso de
hormônios tireoidianos (por
exemplo, doença de Graves).
Sinais e Sintomas: Perda de
peso, intolerância ao calor,
taquicardia, nervosismo e
tremores.
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Distúrbios metabólicos adicionais
Síndrome Metabólica:
Causas: Obesidade, resistência
à insulina, hipertensão,
dislipidemia.
Sinais e Sintomas: Gordura
abdominal, alto nível de açúcar
no sangue, triglicerídeos altos.
Obesidade:
Causas: Desequilíbrio calórico.
Sinais e Sintomas: IMC alto,
fadiga e aumento dos riscos de
doenças
cardiovasculares/metabólicas.
Gota:
Causas: Acúmulo de ácido
úrico no sangue/articulações.
Sinais e Sintomas: Dor
intensa nas articulações,
inchaço, vermelhidão
(especialmente no dedão do
pé).
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Cérebro: Controle das funções cognitivas, emocionais e motoras.
Cerebelo: Coordenação motora e equilíbrio.
Tronco encefálico: Regulação de funções necessárias (respiração,
frequência cardíaca).
Medula espinhal: Transmissão de impulsos entre o cérebro e o
corpo.
Sistema Nervoso Central
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1. Acidente Vascular Cerebral (AVC)
Causa: Interrupção do fluxo sanguíneo cerebral (isquêmico) ou
ruptura de vasos sanguíneos (hemorrágico).
Sinais e Sintomas: Déficits motores (hemiparesia, hemiplegia).
Alterações na fala (afasia). Assimetria facial (desvio da rima
labial). Alterações visuais ou perda de visão. Cefaleia intensa
(em AVC hemorrágico).
Sistema Nervoso Central
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2. Esclerose Múltipla (EM)
Causa: Doença autoimune que destrói a mielina do SNC.
Sinais e Sintomas: Fraqueza muscular e espasticidade.
Alterações sensoriais (formigamento, dormência). Perda de
equilíbrio e coordenação. Fadiga e dificuldade cognitiva.
Neurite óptica (dor e perda da visão em um olho).
Sistema Nervoso Central
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3. Doença de Parkinson
Causa: Degeneração de neurônios produtores de dopamina na
substância negra.
Sinais e Sintomas: Tremor de repouso. Rigidez muscular.
Bradicinesia (lentidão nos movimentos). Alterações posturais
(inclinação para frente). Dificuldade na fala e na escrita.
Sistema Nervoso Central
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Déficits Motores: Fraqueza, paralisia, espasticidade.
Alterações Sensoriais: Dormência, formigamento, perda sensorial.
Alterações Cognitivas: Confusão, perda de memória, dificuldade de concentração.
Crises Convulsivas: Episódios de atividade muscular involuntária ou alteração do
estado de consciência.
Alterações Posturais e de Equilíbrio: Tremores, dificuldade para caminhar,
quedas frequentes.
Alterações no Humor e Comportamento: Depressão, apatia, agitação.
Sinais e Sintomas Gerais de
Patologias do SNC
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Inspeção: Postura, tônus muscular, tremores, fasciculações.
Avaliação Neurológica: Reflexos (profundos e superficiais).
Força muscular e coordenação. Sensibilidade superficial e profunda.
Testes Cognitivos: Avaliação da memória, linguagem e funções executivas.
Complementares: Imagem (TC, RM). Exames de líquor (em casos suspeitos de
meningite).
Exame Físico do SNC
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Nervos Motores: Conduzem impulsos do SNC para os músculos
esqueléticos, gerando movimento.
Nervos Sensoriais: Transmitem informações sensoriais (toque,
dor, temperatura, etc.) ao SNC.
Nervos Autonômicos: Regulam funções involuntárias, como
pressão arterial, frequência cardíaca e digestão
Sistema Nervoso Periférico
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1. Neuropatia Periférica
Causa: Danos aos nervos periféricos, frequentemente associados ao diabetes,
infecções ou deficiências nutricionais.
Sinais e Sintomas:
Dormência e formigamento nas extremidades.
Perda de sensibilidade ou hipersensibilidade.
Fraqueza muscular e reflexos reduzidos.
Dor neuropática (queimação ou choque).
Sistema Nervoso Periférico
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2. Miastenia Gravis
Causa: Doençaautoimune que afeta a junção neuromuscular.
Sinais e Sintomas:
Fraqueza muscular flutuante.
Ptose palpebral (queda da pálpebra).
Diplopia (visão dupla).
Fadiga acentuada após atividade muscular.
Sistema Nervoso Periférico
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3. Neuralgia do Trigêmeo
Causa: Compressão ou irritação do nervo trigêmeo.
Sinais e Sintomas:
Dor facial intensa e em choque, unilateral.
Episódios desencadeados por estímulos leves, como tocar
o rosto.
Sistema Nervoso Periférico
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Fraqueza Muscular: Geralmente assimétrica e localizada em grupos
musculares específicos.
Alterações Sensoriais: Dormência, formigamento ou dor neuropática.
Alterações nos Reflexos: Hiporreflexia ou arreflexia em áreas afetadas.
Atrofia Muscular: Nos casos crônicos, devido à denervação.
Sintomas Autonômicos: Sudorese alterada, hipotensão postural,
disfunções urinária e intestinal.
Sinais e Sintomas Gerais de
Patologias do SNP
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Inspeção: Atrofia muscular, fasciculações, deformidades (ex., mão em
garra).
Palpação: Identificação de áreas de dor ou sensibilidade nos nervos
periféricos.
Teste de Força Muscular: Avaliação da capacidade de contração muscular
contra resistência.
Reflexos Profundos: Identificação de hipo ou arreflexia.
Testes Específicos: Manobra de Tinel: Dor ao percutir o trajeto do nervo
(túnel do carpo).
Manobra de Phalen: Exacerbação de sintomas ao manter flexão
prolongada do punho.
Exame Físico do Sistema
Nervoso Periférico
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REFERÊNCIAS

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