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Dentística Sara Silva Pires 4° Período Odontologia Cariologia A multifatorial, provocada pela ação de bactérias que produzem ácidos que atacam os tecidos dos dentes. cárie é uma doença Conceito Fatores que influenciam Salivação alimentação sacarose), escovação, bactéria (Streptococcus Mutans) e tempo. (pouca salivação), (carboidrato- A saliva tem capacidade tampão (tamponamento), ou seja, fornece mineral ao dente controlando o ph da boca, diminuindo a acidez e prevenindo a cárie. Portanto, quanto menor a salivação, maior chance de ter cárie. Salivação É necessário a presença desses fatores, simultaneamente, para que ocorra o deselvolvimento da cárie. O ph salivar deve ser entre 6,8 e 7,2 A placa bacteriana adere à superfície dentária, diminuindo o ph. Se forma de 8 em 8h e é removida através da escovação (forma mecânica). Bactéria que produz ácidos e se reproduz em meio ácido, dissolvendo o mineral através da fermentação bacteriana. Placa bacteriana/Biofilme Streptococcus Mutans O ph ácido induz a desmineralização do esmalte. Barreira de proteção, auxilia na remineralização, fortalecimento do dente e inibe as bactérias. Produz o mineral fluorapatita, no qual atua resistindo ao ataque ácido das bactérias. Repõe cálcio e fosfato nas áreas do esmalte desmineralizadas, revertendo as lesões de cárie. Flúor Fluorose Dentaria: é uma condição causada pela ingestão excessiva de flúor, durante a infância, quando os dentes ainda estão em desenvolvimento. Evolução da placa bacteriana Película adquirida (É uma camada que se forma sobre a superfície do dente, composta por proteínas e glicoproteínas da saliva. É altamente adesiva, o que facilita a fixação de bactérias) Biofilme dental (formado após 8h quando as bactérias se colonizam e crescem na superfície do dente) Amadurecimento do biofilme (multiplicação bacteriana) Cárie dentária Processo Des-Re Desmineralização A desmineralização é a perda de cálcio do dente. O carboidrato/açúcar ingerido é convertido em sacarose. A Streptococcus Mutans auxilia na fermentação da sacarose formando o ácido. Dessa forma, os minerais são dissolvidos (cálcio e fosfato), deixando o ph abaixo de 5,5, sendo um ambiente favorável à cárie. A remineralização consiste no fornecimento de mineral ao dente novamente. Nesse caso, a saliva realiza o efeito tampão, no qual vai limpando os dentes e controlando o ph da boca para >5,5, fornecendo mineral para o dente e evitando a cárie. Remineralização Obs: o flúor ajuda na remineralização Diagnóstico de cárie Exame clínico: profilaxia, uso de espelho clínico e sonda exploradora, com o objetivo averiguar a presença de cavidades e tecidos amolecidos. Radiografia: Avaliar o exame radiográfico. Em uma radiografia, a cárie é radiolúcida (escura), pois ela é caracterizada pela perda dos minerais dos dentes. Lesão ativa Lesão inativa Desmineralização paralisada ou já remineralizada Aspecto liso e brilhante (esmalte) Aspecto duro e escuro (dentina) Desmineralização Aspecto poroso e branco (esmalte) Aspecto amolecido (dentina) Lesão ativa cavitada em esmalte Lesão inativa não cavitada em esmalte obs: Dentina terciária é formada após agressão, coloração escura Lesão ativa de cárie cavitada em dentina (seta branca) Lesão inativa (seta preta) Lesão de cárie cavitada inativa em dentina Lesão de cárie não cavitada inativa em esmalte Anatomia dental (nomenclatura dos dentes) Incisivo Central Incisivo Lateral Canino 1° pré-molar2° pré-molar 2° molar 1° molar 3° molar Esmalte Dentina Polpa Osso Alveolar Coroa Raiz Gengiva Canal Composição dental Esmalte 97% tecido mineralizado; Contém prismas de esmalte; Formado de hidroxiapatita em forma de prisma; Baixa presença de água – praticamente desprezível Cor translúcida; Formado após a dentina; Cemento Dentina É um tecido conjuntivo avascular, mineralizado, que forma o corpo do dente e protege a polpa, no qual é formado desde o nascimento até os últimos dias de vida do indivíduo. Funções: Elasticidade, Reparo, Permeabilidade, Sensibilidade, transmissão de estímulos e sustentação do esmalte. Túbulos Dentinários: estruturas cilíndricas que se estendem por toda dentina e levam nutrientes e fluídos dentinários. Junção Amelo-Dentinária Responsável por unir a dentina e esmalte Túbulos Dentinários OBS: O adesivo irá adentrar nos túbulos dentinários e no momento da fotopolimerização, serão polimerizados (endurece). Dentina primária: Primeira dentina formada a partir dos odontoblastos, se forma até o fechamento do ápice radicular. Dentina secundária: produzida após a erupção do dente e continua se formando lentamente ao longo da vida. Possui estrutura semelhante à primária, mas com disposição mais irregular e reduz seu tamanho com o passar dos anos. Dentina terciária: Formada quando há uma agressão ao tecido pulpar como cáries, atrição, restaurações. Polpa Tecido conjuntivo vascularizado e inervado Tem as funções nutritiva, sensorial e defensiva do dente. Se localiza no interior da cavidade pulpar (circundada pela dentina). A cavidade pulpar é dividida em câmara pulpar (na coroa) e canais radiculares (na raiz). Tecido mineralizado especializado que recobre as raízes dos dentes, revestindo a dentina radicular, composto de 46% de material inorgânico. Tem um papel importante na inserção de fibras do ligamento periodontal (gonfose, tipo específico de articulação fibrosa do corpo). Cemento Faces dos dentes Face vestibular- voltada para os lábios e bochecha Face lingual - voltada para a língua Face palatina- voltada para ao palato Face oclusal - face que entra em contato entre os superiores e inferiores, mastigação (molar e pré molar) Face incisal - borda do dente (caninos e incisivos) Face mesial- mais próximo a linha média Face distal- mais distante da linha média Face cervical - próximo a gengiva Obs: na visão lateral dos dentes, a face vestibular é maior do que a face lingual ou palatina. A face mesial é sempre mais larga que a distal. Detalhes anatômicos da coroa dental Cíngulo: parte arredondada na cervical na face lingual ou palatina (anteriores) Fossa Lingual: é um "buraco" da face lingual delimitada pela borda incisal, cristas marginais e cíngulo Crista marginal: o esmalte que fica nas partes distal e mesial da face lingual de dentes anteriores e oclusal prémolares e molares Crista mediana: elevação de esmalte presente na face lingual dos caninos Cúspides: Saliência em forma de pirâmides quadrangulares que compõe a face oclusal dos dentes posteriores. Essas faces são denominadas livres ou triturantes. As faces livres são aquelas que quando o dente está em contato com o dente antagonista, ficam livres, ou seja, sem contato com outras faces Ponte de esmalte: Eminência linear que une cúspides interrompendo um sulco principal. Tubérculo: Saliência menor que a cúspide e sem forma definida. Sulco principal: Depressão em forma de sulco que separa as cúspides dos dentes. Sulco secundário: Depressão menos profunda que o sulco principal. Aparece em forma e número variados, principalmente sobre as cúspides e na delimitação das cristas marginais. Torna a superfície oclusal menos lisa de forma que a mastigação se torne mais eficaz. Fossetas ou fóssulas principais: Depressões encontradas na terminação de sulcos principais. Normalmente estão presentes na face vestibular de molares inferiores e nas terminações dos sulcos principais junto às cristas marginais. Fossetas ou fóssulas secundárias: Depressões menos profundas formadas no encontro de um sulco principal com um ou mais sulcos secundários. Fossa: Escavação ampla e pouco profunda encontrada na face lingual ou palatina de dentes anteriores. São vistas mais facilmente nos incisivos superiores. Entre a fossa e o cíngulo pode surgir uma depressão denominada forame cego. Anatomia dental Crista Marginal 90°Mamelos Sulcos de desenvolvimento Incisivo Central Superior A face mesial é maior e mais reta do que a face distal (90°) O ângulo distalé mais arredondado Raiz sem muita curvatura Fossa Palatina Cíngulo Lóbulos de desenvolvimento Borda Incisal Incisivo Lateral Superior A face mesial e distal são mais arredondadas Raiz curvada para distal Ao contrário do incisivo central, o lateral raramente apresenta sulcos Cíngulo proporcionalmente menor Cristas marginais mais altas Fossa central mais profunda; Pode apresentar dois mamelões Crista Marginal Fossa Palatina Cíngulo 90° Ra íz p ar a di st al Ângulo distoincisal Sulcos de desenvolvimento Lóbulos de desenvolvimento Canino Superior Cíngulo e crista marginal bem evidente Fossa palatina mais profunda Dente robusto e achatado Mesial mais plana e distal mais curva Lóbulos de desenvolvimento Sulcos de desenvolvimento Ápice da coroa Cíngulo Crista Marginal Fossa Palatina 1° Pré-molar Superior Cúspide vestibular é maior do que a palatina 2 raízes VestibularPalatina Crista Marginal Lóbulos de desenvolvimento Sulcos de desenvolvimento Sulco Central Sulcos Secundários 2° Pré-molar Superior Pouca diferença de tamanho entre a vestibular e palatina 1 raíz Mais simétrico e arredondado Sulcos e lóbulos menos evidenciados Crista Marginal mais larga VestibularPalatina Sulcos de desenvolvimento Lóbulos de desenvolvimento Sulco Principal Crista Marginal 2 raízes na face vestibular 1 raíz palatina 4 cúspides Tubérculo de carabeli: cúspide mésiopalatina 1° Molar Superior Tubérculo de carabeli Ponte de Esm alte M esialD istal Vestibular Palatina Raíz palatina Raíz mesiovestibular Raíz distovestibular Cr is ta M ar gi na l Cr is ta M ar gi na l Sulcos Principais 2° Molar Superior 2 raízes na face vestibular 1 raíz palatina 4 cúspides (pode ter 3) Muitos sulcos secundários Cr is ta M ar gi na l Cr is ta M ar gi na l Sulcos Principais Sulcos Secundários Incisivo Central Inferior Dente simétrico com todos os ângulos de 90° Incisal reta Cíngulo bem centralizado Cíngulo Mesial Incisivo Lateral Inferior Curvatura da raíz para distal Maior que o Incisivo Central e menos simétrico Cíngulo deslocado para distal 90° Mesial ângulo arredondado Cíngulo Distal Canino Inferior Mesial é mais plana do que a distal Distal mais arredondada e menor Menor, mais estreito e menos robusto que o canino superior Crista marginal rasa Cíngulo menos evidenciado Cíngulo MesialDistal Cr is ta M ar gi na l 1° Pré-molar Inferior Face vestibular é maior do que a lingual 2 cúspides Ponte de esmalte MesialDistal Lóbulos de desenvolvimento Sulcos de desenvolvimento Vestibular Li ng ua l Ponte de Esm alte Desvio para a distal 2° Pré-molar Inferior Aspecto redondo e volumoso Simétrico Vestibular maior do que a lingual Não tem ponte de esmalte 3 cúspides MesialDistal 1 2 3 1° Molar Inferior 5 cúspides Cúspide mésiovestibular é a maior (1) Sulco vestibular bem evidente MesialDistal Vestibular 1 2 3 4 5 Mesial Distal Lingual Sulco vestibular 2° Molar Inferior 4 cúspides Dente mais quadrado e simétrico Sulco vestibular menos evidente Sulco principal (oclusal) em + Distal Mesial 1 2 3 4 Função dos dentes Preensão: Apreender os alimentos Incisão: Cortar os alimentos em fragmentos menores Incisivos Caninos Pré-molares e Molares Trituração: Moer os alimentos em partículas menores, que são umedecidas pela saliva para formar o bolo alimentar Dilaceração: Rasgar e reduzir os alimentos a partículas menos compactadas Funções Passivas Estética Proteção e sustentação dos tecidos moles Fonação Oclusão Formação da articulação temporomandibular 2 faces 3 ou mais faces Classificação das cavidades Simples Composta Complexa Paredes circundantes: ao redor do dente Paredes de fundo: axial e pulpar 1- Parede Distal 2- Parede Pulpar 3- Parede Axial 4- Parede Gengival 5- Ângulo Cavo Superficial 6- Parede Vestibular 7- Parede Lingual 1 face Cavidades em regiões de cicatrículas e fissuras, na face oclusal de pré- molares e molares, 2/3 oclusais da face vestibular dos molares, face lingual ou palatina dos incisivos e caninos superiores, na face palatina dos molares superiores Classe I Cavidades nas faces proximais dos molares e pré-molares (exclusivamente proximal, oclusal e proximal, oclusal e ambas as proximais) SEMPRE que envolver PROXIMAL é CLASSE II Classificação das cavidades Classe II Classe III Cavidades preparadas nas faces proximais dos dentes anteriores (incisivos e caninos) SEM ENVOLVIMENTO INCISAL Envolve INCISAL de dentes anteriores nas proximais Classe IV Classe V Cavidades no terço gengival, nas faces vestibular e lingual de todos os dentes (não em regiões de cicatrículas) Classe I Classe II Classe III Classe IV Classe V Passo a passo das restaurações Anestesia A anestesia é o primeiro passo a ser realizado após a profilaxia. Nervo Infraorbital Nervo Alveolar Inferior Nervo Mentoniano / Incisivo Nervo Alveolar Superior Anterior Superior Médio Superior Posterior Nervo Nasopalatino Nervo Palatino Maior Nervo Bucal Lingual Restaurações Remoção do Tecido Cariado Com o paciente já anestesiado, o próximo passo é remover o tecido cariado Utilizar caneta de alta rotação, baixa rotação e colher de dentina Iniciar com a caneta de alta rotação para iniciar a abertura da cavidade Para remover o tecido amolecido, utilizar a colher de dentina ou caneta de baixa rotação (contra-ângulo) Restaurações Isolamento Absoluto Após a remoção da lesão cariosa é necessário realizar o isolamento absoluto. Materiais utilizados: Dique de Borracha, Arco de Young, Perfurador de Ainsworth, Pinça Porta-Grampo, grampos. Dique de Borracha Arco de Young Perfurador de Ainsworth Pinça Porta-Grampo Restaurações Perfurador de Ainsworth Grampos Isolamento Absoluto - Passo a Passo Selecionar um lençol de borracha; Prender o lençol no Arco de Young, com a parte brilhante para baixo; Levá-los em boca para marcar o dente a ser restaurado; Perfurar o espaço do grampo no lençol (caso necessário, perfurar mais dentes); Colocar o grampo escolhido no “buraco” feito pelo perfurador; Com ajuda da pinça porta-grampo, prender o grampo e levar em direção a boca. Restaurações Passo a passo 1.Raspagem e profilaxia 2.Anestesia (infiltrativa) 3.Remoção do tecido cariado e preparo cavitário (colher de dentinha, brocas de baixa rotação) 4. Isolamento absoluto 5.Capeamento pulpar (se necessário) 6.Condicionamento ácido - Ácido fosfórico 37% (Aplicar 30 segundos no esmalte e 15 segundos na dentina - lavar abundantemente e secar, mantendo a dentina umedecida - bolinha de algodão durante o jato de ar) 7. Adesivo (Aplicar a primeira camada do adesivo, aguardar cerca de 20 segundos para a evaporação do solvente, aplicar a segunda camada e fotopolimerizar 20 segundos) 8. Aplicação da Resina Composta (Colocação da resina em incrementos - técnica Incremental) 9. Fotopolimerização (de cada camada de resina) 10. Acabamento inicial 11. Acabamento e polimento final - após 24h Remoção do tecido cariado + Preparo cavitário classe I Condicionamento ácido (30 seg esmalte e 15 seg dentina) Lavagem abundante e secagem + bolinha de algodão na dentina Aplicar 2 camadas de adesivo e fotopolimerizar 20 seg Aplicação da resina composta (técnica incremental) Fotopolimerizar cada camada Acabamento e Polimento Restauração de resina composta em dente posterior: Luiz Fernando D'Altoé https://www.youtube.com/@lfdaltoe OBS: O condicionamento ácido cria os buracos (nos tubos dentinários), o adesivo entra e com a luz azul endurece, depois ao aplicar a resina composta e fotopolimerizar, é iniciada a polimerização (a luz azul é um catalizador que inicia a polimerização) Classe 2 - Matriz, cunha de madeira, porta matriz Classe 4 - bisel, iniciar com a resina pela palatina, usar matriz poliéster na palatina Classe 3 - bisel, iniciar com a resina pela palatina, cunha de mateira, matriz (tec incremental) Materiais de restauração Adesão baixa ao dente biocompatívelLiberação de flúor (inibe desmineralização - cárie) Coeficiente de expansão térmica proximo Negativo: muito hidrossolúvel e sem adesão Bactericida e Bacteriostático Proteção térmica / Ph alcalino Estimula formação da dentina terciária Negativo: muito hidrossolúvel e sem adesão ou resistência Material restaurador temporário ou capeamento pulpar, usado em restauração de crianças. Bactericida (mata), bacteriostático (controla) A dentina terciária é escura e se forma após agressão a dentina. Hidróxido de cálcio Cimento Ionômero de vidro Ionômero de vidro quimicamente ativado Remoção do tecido cariado Condicionamento com ácido poliacrílico por 15 segundos (seguir as orientações do fabricante), lavar e secar; Caso não tenha o ácido poliacrílico: Aplicar a parte líquida do ionômero de vidro na cavidade, não é necessário lavar, apenas esfregar com o microbrush, aguardar e secar com bolinha de algodão. Manipulação do ionômero de vidro (pó e líquido, Proporcionar as medidas em placa de vidro) Inserção (pode ser realizada com o auxílio de seringa centrix ou espátula); Ajuste oclusal Ionômero de vidro fotopolimerizável Aplicar ácido e adesivo e fotopolimerizar Técnicas de proteção dentino-pulpar Cavidade Rasa Cavidade Média Cavidade Profunda Proteção Pulpar Indireta Restauração Forramento capeamento pulpar indireto Proteção Pulpar Direta Cavidade Profunda com Exposição Pulpar Capeamento pulpar direto Cimento hidróxido de calcio + cimento ionômero de vidro+ ácido e adesivo (fotopolimeriza) e por fim resina. CHC + CIV + ADESIVO Preparo cavitário - Isolamento absoluto Capeamento pulpar - Adesivo - Restauração Cavidade Rasa Apenas material restaurador: ácido, adesivo e resina Cavidade Profunda CIV (cimento ionomero de vidro) + material restaurador Cavidade Média Cavidade Profunda e exposição pulpar Hidróxido de cálcio PA (pó) (um pouquinho só em cima do sangue exposto) + cimento de hidróxido de cálcio + cimento ionômero de vidro + adesivo (fotopolimeriza) e resina HC(PÓ) + CHC + CIV + ADESIVO Ordem dos procedimentos Após o forramento esperar cerca de 15 dias e avaliar a dor, caso não haja dor restaurar normalmente Sistemas adesivos Ácido fosfórico 37% Primer Adesivo Aplicação do ácido fosfórico por 30 segundos no esmalte e 15 segundos na dentina, lava e seca totalmente o esmalte deixando a dentina meio úmida. Colocar uma bolinha de algodão na dentina e secar com a seringa tríplice Aplicar o primer Aplicar a primeira camada de adesivo e aguardar um pouco secar Aplicar a segunda camada de adesivo e fotopolimerizar 40 seg Técnica Convencional 3 passos Ácido + Primer + Adesivo Técnica Convencional 2 passos Aplicação do ácido fosfórico por 30 segundos no esmalte e 15 segundos na dentina, lava e seca totalmente o esmalte deixando a dentina meio úmida. Colocar uma bolinha de algodão na dentina e secar com a seringa tríplice Aplicar a primeira camada de primer/adesivo e aguardar um pouco secar Aplicar a segunda camada de primer/adesivo e fotopolimerizar 40 seg 1 frasco com primer e adesivo juntos Ácido + Primer / Adesivo Técnica Autocondicionante 2 passos 1 frasco com primer/ácido juntos Aplicação do ácido fosfórico por 30 segundos APENAS NO ESMALTE, lava e seca totalmente deixando a dentina úmida. Aplicar a primeira camada de adesivo e aguardar um pouco secar Aplicar a segunda camada e fotopolimerizar 40 seg Restaurar Ácido / Primer + Adesivo Técnica Autocondicionante 1 passo 1 frasco com primer/adesivo/ácido juntos Aplicar a primeira camada de adesivo/ ácido/primer e aguardar um pouco secar Aplicar a segunda camada e fotopolimerizar 40 seg Restaurar Não precisa aplicar ácido em esmalte Ácido / Primer / Adesivo Resinas Compostas Matriz Orgânica Matriz Inorgânica Agente de união Iniciador Composição Retenção micromecânica Matriz Orgânica Matriz resinosa/monômeros Monômeros: BIS-GMA ou UDMA Maior viscosidade Inibidores de polimerização Matriz Inorgânica Objetivo de reduzir a quantidade de matriz orgânica Quanto mais carga, menos matriz orgânica Agente de União Unem cargas a matriz orgânica Silanos Iniciadores Inicia a polimerização (quimicamente ativado ou fotopolimerizáveis) Lesões cervicais não cariosas Abrasão Escovação excessiva e incorreta e abrir coisas com a boca Livres de placa bacteriana, envolvem vários dentes Vestibular, superfície com arranhões Atrito Desgaste da oclusal e incisal Morder caneta, roer unha, bruxismo Na cervical, bruxismo Forma afiada em cunha ou V Pode acontecer em um dente só Abfração Ataque ácido sem bactérias (limão,coca, frutas cítricas) Extrinsica (vem de fora), intrinsica (de dentro- vômitos ou refluxo), idiopática (n sabe explicar) Erosão Tratamento O tratamento das LCNCs consiste na remoção do fator etiológico e na restauração em casos específicos. A erosão deve ser tratada por meio do diagnóstico da fonte de ácido, se for extrínseca, deve-se orientar o paciente a consumir alimentos menos ácidos, se intrínseca, deve-se tratar do distúrbio gástrico, já em casos de erosão provocada por ambiente ácido, o dentista deve confeccionar uma placa de acetato ou silicone. O tratamento da atrição consiste na confecção de uma placa miorrelaxante e no tratamento da dor temporomandibular (DTM). A abrasão deve ser tratada por meio de instruções de higiene oral (escovação adequada com uma escova de cerdas macias e arredondadas). O tratamento da abfração é realizado por meio de ajuste oclusal e/ou tratamento ortodôntico.