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Teoria das Filas e Otimização de Processos: resenha crítica A teoria das filas, enquanto arcabouço matemático e ferramenta analítica, sustentou durante décadas a construção racional de sistemas produtivos, serviços e infraestruturas de TI. Nesta resenha dissertativo-argumentativa com tom científico, defendo que a teoria das filas permanece indispensável para a otimização de processos, mas somente quando integrada a práticas empíricas, simulação e gestão de variabilidade. Argumento que sua força reside na capacidade de transformar incerteza estocástica em métricas operacionais, mas que suas limitações exigem uma abordagem híbrida para obtenção de resultados robustos em ambientes reais. Em primeiro plano, destaca-se a elegância conceitual dos modelos clássicos: processos de chegada e atendimento descritos por cadeias de Markov (por exemplo M/M/1), a generalidade dos modelos M/G/1 e G/G/1, e a rede de filas como representação de sistemas interconectados. Propriedades como a estabilidade (λ