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O que são vacinas? Fonte: Centro Universitário Barão de Mauá . A vacinação é uma das medidas mais importantes de prevenção contra doenças. É muito melhor e mais fácil prevenir uma doença do que tratá-la, e é isso que as vacinas fazem. Elas protegem o corpo humano contra os vírus e bactérias que provocam vários tipos de doenças graves, que podem afetar seriamente a saúde das pessoas e inclusive levá-las à morte. Quando nosso organismo é atacado por um vírus ou bactéria, nosso sistema imunológico — de defesa — dispara uma reação em cadeia com o objetivo de frear a ação desses agentes estranhos. Infelizmente, nem sempre essa ‘operação’ é bem-sucedida e, quando isso ocorre, ficamos doentes. O que as vacinas fazem é se passarem por agentes infecciosos de forma a estimular a produção de nossas defesas, por meio de anticorpos específicos contra o “inimigo”. Assim, elas ensinam o nosso organismo a se defender de forma eficaz. Aí, quando o ataque de verdade acontece, a defesa é reativada por meio da memória do sistema imunológico. É isso que vai fazer com que a ação inimiga seja muito limitada ou, como acontece na maioria das vezes, totalmente eliminada, antes que a doença se instale. Fonte: Pfiizer. O que são vacinas? A história da vacina iniciou-se no século XVIII, quando o médico inglês Edward Jenner utilizou a vacina para prevenir a contaminação por varíola, uma doença viral extremamente grave que causava: Febre alta; Dores de cabeça; Dores no corpo; Lesões na pele; Morte. Fonte: Vitta. História da vacina Ele observou pessoas que se contaminaram, ao ordenharem vacas, por uma doença de gado e chegou à conclusão de que essas pessoas tornavam-se imunes à varíola. A doença, chamada de cowpox, assemelhava-se à varíola humana pela formação de pústulas (lesões com pus). Diante dessa observação, em 1796, Jenner inoculou o pus presente em uma lesão de uma ordenhadora chamada Sarah Nelmes, que possuía a doença (cowpox), em um garoto de oito anos de nome James Phipps. Phipps adquiriu a infecção de forma leve e, após dez dias, estava curado. Posteriormente, Jenner inoculou em Phipps pus de uma pessoa com varíola, e o garoto nada sofreu. Surgia aí a primeira vacina. Fonte: Scielo. História da vacina Em 1798 divulgou seu trabalho “Um Inquérito sobre as Causas e os Efeitos da Vacina da Varíola”, mudando, a partir daí, completamente a ideia de prevenção contra doenças. Apesar de enfrentar resistência, em pouco tempo, sua descoberta foi reconhecida e espalhou-se pelo mundo. Em 1799, foi criado o primeiro instituto vacínico em Londres e, em 1800, a Marinha britânica começou a adotar a vacinação. A vacina chegou ao Brasil em 1804, trazida pelo Marquês de Barbacena. A varíola foi a primeira doença infecciosa que foi erradicada por meio da vacinação. Curiosidade: A palavra vacina deriva do latim vaccinus, que significa “derivado da vaca”, uma referência à forma como a vacina foi criada. História da vacina Em 1904, o Rio de Janeiro sofria com a falta de saneamento básico, apresentando ruas cheias de lixo e tratamento de água e de esgoto ineficientes. Esse quadro desencadeava uma série de epidemias, inclusive de varíola. Nesse contexto preocupante, o então presidente da República, Francisco de Paula Rodrigues Alves, deu início a diversas medidas para melhorar o saneamento e reurbanizar o Rio de Janeiro. Fonte: Catraca Livre. História – Revolta das Vacinas Para reduzir o número de doenças, o médico e sanitarista Oswaldo Cruz iniciou uma série de ações, como remoção do lixo e tentativas de matar os mosquitos causadores da febre amarela. A varíola era outro problema, o qual o médico pretendia resolver com a chamada Lei da Vacina Obrigatória. A obrigatoriedade da vacinação imposta por Oswaldo Cruz e a falta de informação sobre a eficácia e segurança das vacinas causaram grande descontentamento na população, que já estava sofrendo com a reestruturação da cidade. Por essa razão, várias pessoas saíram às ruas em protesto contra a vacinação obrigatória. O Rio de Janeiro vivenciou grandes confrontos entre a população e as forças da polícia e exército. Esses confrontos, que ocorreram no período de 10 a 16 de novembro de 1904, causaram a morte de um grande número de pessoas. Essa semana de tensão tornou-se o maior motim da história do Rio, configurando aquilo que ficou conhecido como Revolta da Vacina. Fonte: Veja. História – Revolta das Vacinas Existem três principais métodos para se desenvolver uma vacina: Utilização do um vírus ou bactéria inteiros; Estruturas que ativam o sistema imunológico; Material genético que fornece as instruções para fazer proteínas específicas e não o vírus inteiro. Fonte: Bio em Foco. Métodos para desenvolvimento de uma vacina Utilização do um vírus ou bactéria inteiros Fonte: Bio em Foco. Tipos de Vacina Vacina inativada A primeira forma de fazer uma vacina é a partir de um vírus ou bactéria que carrega a doença, ou um muito semelhante a ele, e inativá-lo ou matá-lo usando produtos químicos, calor ou radiação. Essa abordagem usa tecnologia que comprovadamente funciona em pessoas – é assim que as vacinas contra gripe e poliomielite são feitas – e as vacinas podem ser fabricadas em uma escala razoável. No entanto, requer instalações laboratoriais especiais para cultivar o vírus ou bactéria com segurança, pode ter um tempo de produção relativamente longo e provavelmente exigirá duas ou três doses para serem administradas. Fonte: Bio em Foco. Tipos de Vacina Vacina viva atenuada Uma vacina viva atenuada usa uma versão viva, mas enfraquecida do vírus ou uma versão muito semelhante. A vacina contra sarampo, caxumba, rubéola (MMR), varicela e herpes zoster são exemplos desse tipo. Esta abordagem usa tecnologia semelhante à vacina inativada e pode ser fabricada em grande escala. No entanto, vacinas como essa podem não ser adequadas para pessoas com sistema imunológico comprometido. Fonte: Bio em Foco. Tipos de Vacina Vacina de vetor viral Este tipo de vacina usa um vírus seguro para entregar subpartes específicas – chamadas proteínas – do organismo de interesse para que possa desencadear uma resposta imunológica sem causar doenças. Para fazer isso, as instruções para fazer partes específicas do patógeno de interesse são inseridas em um vírus seguro. O vírus seguro serve então como uma plataforma ou vetor para entregar a proteína ao corpo. A proteína desencadeia a resposta imunológica. A vacina do Ebola é uma vacina de vetor viral e este tipo pode ser desenvolvido rapidamente. Fonte: Bio em Foco. Tipos de Vacina A abordagem de subunidade Uma vacina de subunidade é aquela que usa apenas as partes específicas (as subunidades) de um vírus ou bactéria que o sistema imunológico precisa reconhecer. Ele não contém o micro-organismo inteiro nem usa um vírus seguro como vetor. As subunidades podem ser proteínas ou açúcares. A maioria das vacinas do calendário infantil são vacinas de subunidade, protegendo as pessoas de doenças como coqueluche, tétano, difteria e meningite meningocócica. Fonte: Bio em Foco. Tipos de Vacina Abordagem genética A vacina de ácido nucleico usa apenas um fragmento do material genético que fornece as instruções para proteínas específicas, ao contrário das abordagens de vacinas que usam um micro-organismo inteiro enfraquecido, morto ou partes de um. A princípio, o DNA e RNA são as informações que nossas células usam para produzir proteínas. Em nossas células, o DNA é primeiro transformado em RNA mensageiro (mRNA), que é então usado como o projeto para fazer proteínas específicas. Uma vacina de ácido nucléico fornece um conjunto específico de instruções às nossas células, como DNA ou mRNA, para que façam a proteína específica que queremos que nosso sistema imunológico reconheça e responda. A abordagem do ácido nucléico é uma nova forma de desenvolver vacinas. Fonte: Bio em Foco. Tipos de Vacina Vacina contra o COVID-19 A vacina contra o SARS-CoV-2 é fundamental para a resolução da pandemia de covid-19 e reaberturadas cidades de forma segura. As vacinas contra a Covid-19 não impedem de contrair o novo coronavírus. No entanto, os casos (raros) de pessoas que ficam doentes mesmo após tomar as duas doses de algum dos imunizantes disponíveis não significam que eles não funcionem. Vacinas Existentes Isso pode acontecer porque nenhuma vacina disponível no mundo atualmente tem eficácia de 100% contra o vírus Sars-CoV-2, ou seja, não impede que o indivíduo seja infectado e passe a doença para outras pessoas. Mas elas são eficazes de evitar os casos graves da doença, que levam à intubação e à morte. Fonte: Dasa. Método Vacina Vírus inativado Coronavac Vetor viral Oxford/AstraZeneca, Janssen (Johnson & Johnson) Subunidade Novavax Abordagem genética Moderna, Pfizer Vacina dupla para difteria e tétano (fabricada com produtos de bactérias –toxinas) Dose: Única Difteria A difteria é causada por uma bactéria, que é contraída pelo contato com secreções de pessoas infectadas. Ela afeta o sistema respiratório, causa febres e dores de cabeça, em casos graves, pode evoluir para uma inflamação no coração. Fonte: Ramos Filho. Vacinas Existentes Tetáno A toxina da bactéria causadora do tétano compromete os músculos e leva a espasmos involuntários. A musculatura respiratória é uma das mais comprometidas pelo tétano. Se a doença não for tratada precocemente, pode haver uma parada respiratória devido ao comprometimento do diafragma, músculo responsável por boa parte da respiração, levando a morte. Ferir o pé com prego enferrujado que está no chão é uma das formas mais conhecidas do contágio do tétano. A primeira parte da vacinação contra difteria e tétano é feita em três doses, com intervalo de dois meses. Geralmente, essas três doses são tomadas na infância. O reforço deve ser feito a cada dez anos para que a imunização continue eficaz. É nesse momento que os adultos cometem um erro, deixando a vacina de lado. Fonte: Ativo Saude. Vacinas Existentes Vacina Tríplice-viral – para sarampo, caxumba e rubéola (Combinação de vírus vivos atenuados.) Sarampo Causado por um vírus, o sarampo é caracterizado por manchas vermelhas no corpo. A transmissão ocorre por via respiratória. De acordo com dados do Ministério da Saúde, a mortalidade entre crianças saudáveis é mínima, ficando abaixo de 0,2% dos casos. Nos adultos, essa doença é pouco observada, mas como a forma de contágio é simples, os adultos devem ser imunizados para proteger as crianças com quem convivem Vacinas Existentes Fonte: Superinteressante. Caxumba Conhecida por deixar o pescoço inchado, a caxumba também tem transmissão por via respiratória. Mesmo que seja mais comum em crianças, a caxumba apresenta casos mais graves em adultos, podendo causar meningite, encefalite, surdez, inflamação nos testículos ou dos ovários, e mais raramente no pâncreas. Vacinas Existentes Fonte: Universidade Federal de Pelotas. Rubéola Já a rubéola é caracterizada pelo aumento dos gânglios do pescoço e por manchas avermelhadas na pele, é mais perigosa para gestantes. O vírus pode levar à síndrome da rubéola congênita, que prejudica a formação do bebê nos três primeiros meses de gravidez. A síndrome pode causar surdez, má-formação cardíaca, catarata e atraso no desenvolvimento. Mulheres que pretendem ter filhos, que não foram imunizadas ou nunca tiveram rubéola devem tomar a vacina um mês antes de engravidar, já que a rubéola é bastante perigosa quando acomete gestantes, podendo causar deformidade no feto. Vacinas Existentes Fonte: Educa Mais Brasil. Vacina contra a hepatite B (componentes do vírus da Hepatite B) A Hepatite B é transmitida pelo sangue e relações sexuais , e em geral não apresenta sintomas. Alguns pacientes se curam naturalmente sem mesmo perceber que tem a doença. Em outros, a doença pode se tornar crônica, levando a lesões do fígado que podem evoluir para a cirrose ou câncer de fígado. Vacinas Existentes São necessárias três doses da vacina, em crianças: a primeira logo após o nascimento, a segunda trinta dias após a primeira, a terceira seis meses após a primeira. Em adolescentes: A primeira; a segunda, trinta dias após a primeira; e a terceira, seis meses após a primeira. Fonte: Associação de Gastroenterologia do RJ. Vacina contra a febre amarela (Constituída de vírus vivos atenuados) A febre amarela é transmitida pelo mesmo mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti. A doença tem como principais sintomas febre, dor de cabeça, calafrios, náuseas, vômito, dores no corpo, icterícia (pele e olhos amarelados) e hemorragias, sendo não tratada, pode levar a morte. Vacinas Existentes Por ser uma doença grave, e com alto índice de mortalidade, todas as pessoas que moram em locais de risco devem tomar a vacina a cada dez anos, durante toda a vida. Quem for para regiões endêmicas, precisam ser vacinados pelo menos dez dias antes da viagem. Fonte: MedPrev. Vacina contra o influenza (gripe) (Composta por vírus mortos) A gripe é transmitida por via respiratória, leva a dores musculares e a febres altas. Seu ciclo costuma ser de uma semana. Pessoas com mais de 60 anos podem tomar a vacina nos postos de saúde, enquanto os mais jovens podem ser vacinados em clínicas particulares. A vacina contra influenza deve ser tomada anualmente. Vacinas Existentes Fonte: Cora Residencial. HPV A vacina existe tanto para homens quanto para mulheres e previne os quatros principais tipos do Papilomavírus Humano – o HPV. O vírus, transmitido durante a relação sexual, é responsável por 90% dos casos de câncer de colo do útero, além de provocar tumores de vulva, pênis, boca, ânus e pele. Apesar de existir a vacina bivalente, que protege dos tipos 16 e 18 de HPV e só é aplicada em mulheres, a quadrivalente é a mais indicada, pois protege desses dois tipos citados mais os tipos 6 e 11 e também serve para os homens. Vacinas Existentes A quadrivalente deve ser tomada em três doses, sendo a segunda dose após 30 dias da primeira e a terceira, seis meses depois da segunda. A Anvisa recomenda a vacinação em pessoas dos nove aos 26 anos – em especial para aquelas que ainda não iniciaram sua vida sexual, para garantir maior eficácia na proteção. Fonte: Tua Saúde. Pneumo 23 – Pneumonia (Obtida a partir de substância purificada da bactéria causadora da pneumonia.) O pneumococo, bactéria que pode causar a pneumonia, entre outras doenças, pode atacar pessoas de todas as idades, principalmente indivíduos com mais de 60 anos. A pneumonia é o nome dado a inflamação nos pulmões causada por agentes infecciosos (bactérias, vírus, fungos e reações alérgicas). Entre os principais sintomas dessa inflamação dos pulmões, estão febre alta, suor intenso, calafrios, falta de ar, dor no peito e tosse com catarro. Adultos com doenças crônicas em órgãos como pulmão e coração -alvos mais fáceis para o pneumococo. Em dose única, e precisa de uma dose de reforço cinco anos após a primeira dose Mesmo que ela seja uma das vacinas mais importantes para ser tomadas é a única vacina do calendário que não é oferecida em postos de saúde. Fonte: DreamsTime. Vacinas Existentes Vacina para Herpes Zóster Herpes zoster é uma infecção viral que provoca vesículas na pele e geralmente é acompanhada de dor intensa. É causado pelo vírus varicela-zoster – o mesmo agente da catapora – e acomete pessoas que tiveram catapora em algum momento da vida e ficaram com vírus latente (adormecido) em gânglios do corpo. Anos mais tarde, esse vírus pode reativar na forma de herpes zóster. Embora não seja uma condição de risco de vida, o herpes zóster pode ser muito doloroso. Como o vírus fica latente durante muitos anos, a doença é mais comum em idosos e pessoas acima dos 50 anos, sendo a vacinação indicada a partir desta idade. A vacina é administrada em esquema de dose única. A vacina ainda não é distribuída em postos de saúde. Fonte: APCD. Vacinas Existentes Assim como os seres humanos, os cães, gatos e gado também devem ter cuidados especiais de saúde. A vacinação é um cuidado essencial,pois por meio dela o animal fica protegido de doenças infecciosas e contagiosas que podem até ser fatais. Fonte: Zoetis Fonte: Super Interessante. Vacinas em Animais V8 A vacina V8, ou polivalente, protege o seu cãozinho de doenças consideradas graves e deve ser administrada quando ele tem entre 45 e 60 dias de vida. Essa proteção é feita em três doses, sendo que deve haver um intervalo de 25 dias entre uma e outra. Com ela, seu pet fica imunizado das seguintes patologias: Fonte: Secretaria Municipal de Saúde de Salvador Vacinas em Cachorros Cinomose: doença viral que atinge desde filhotes a adultos e pode levar à falência de diversos órgãos. Além de contagiosa, é altamente letal; Quatro tipos de leptospirose: atinge os rins e fígado dos cachorros e, além de ser letal, pode ser transmitida para humanos; Gripe canina: não é letal, mas pode causar grande desconforto no seu bichinho; Parainfluenza: provoca problemas respiratórios e é altamente contagiosa; Parvovirose: doença que pode ser fatal por atingir o coração e o sistema gastrointestinal; Coronavirose: infecção no trato gastrointestinal e contagiosa; Hepatite infecciosa canina: causa problemas no fígado e é muito agressiva. V10 A vacina V10 é uma atualização da V8. Ela imuniza o seu cão das mesmas doenças, porém o protege de mais dois tipos de leptospirose. Então, pode-se dizer que essa é uma forma mais completa da V8. O reforço de ambas deve ser feito em dose única e anualmente. Vacinas em Cachorros Fonte: Veja Saúde. Antirrábica Outra vacina para cachorro extremamente importante é a antirrábica. A raiva é uma doença viral e transmissível para os seres humanos. Ela fica alojada nas glândulas salivares dos animais, por isso, o principal sintoma é uma espuma que sai pela boca. Atualmente, ela é considerada como rara, justamente pelas campanhas de imunização feitas pelas cidades. No entanto, ainda é importante que o seu cãozinho seja protegido, pois ela é fatal em praticamente 100% dos casos. Vacinas em Cachorros Após 14 dias da vacinação, o seu cachorro já estará protegido, sendo que a primeira aplicação deve ser feita quando ele tem, pelo menos, quatro meses de vida, pois antes disso ela é ineficaz para proteção. Além disso, o reforço deve ser feito anualmente. Todos os anos, as prefeituras fazem campanhas para vacinação gratuita de antirrábica, então, fique de olho no calendário. Fonte: Nutri Pet. Leishmaniose A leishmaniose canina é uma doença causada por um parasita. Ela afeta o sistema imunológico do seu peludo e pode ser transmitida para os humanos por meio de um mosquito que pica o cão contaminado e depois a pessoa. As regiões do interior de São Paulo, Nordeste e Centro Oeste do Brasil são mais afetadas por essa doença, mas isso não quer dizer que somente esses locais devem se preocupar em vacinar o cachorro, pois em grande parte dos casos ela é letal. Vacinas em Cachorros A proteção deve ser feita por meio da vacina em cães que tenham pelo menos quatro meses de vida, que estejam saudáveis e não tenham a leishmaniose. A imunização é feita por meio de três doses, que são administradas em um intervalo de 21 dias, e o reforço deve ser feito anualmente. Fonte: A arte de ser Vet. Gripe Canina A gripe canina, ou tosse dos canis, é mais comum no inverno, pois é causada por vírus que se dão bem em dias frios. Os sintomas são bem parecidos com o da gripe que nós temos, como tosse, espirro, secreção no nariz e até mesmo falta de apetite. Com o tratamento adequado, os pets podem se recuperar em poucos dias, mas prevenir é melhor do que remediar, não é mesmo? Vacinas em Cachorros A vacina para o seu cachorro não ter esse problema pode ser administrada a partir de oito semanas de vida, sendo que é preciso aplicar uma segunda dose com um intervalo entre duas e quatro semanas. O seu peludo ficará protegido após 21 dias da segunda dose e ela deve ser reforçada anualmente. Fonte: Veja. Giárdia A giárdia é uma infecção causa por um parasita que fica no intestino. O contágio acontece quando o cachorro come algo contaminado, normalmente, água ou contato com fezes contaminadas. Os sintomas são diarreia, perda de peso, desidratação, dores abdominais e bastante vômito. Vacinas em Cachorros Quando ela é assintomática, pode evoluir rapidamente para quadros letais, por isso a prevenção é tão importante. A vacina para o cachorro ficar protegido é administrada quando ele tem 12 semanas de idade. São aplicadas duas doses com intervalo de três a quatro semanas e deve ser feito um reforço anual de dose única. Fonte: Vet Smart. Vacina V3 A vacina V3 protege contra três doenças graves: Panleucopenia: causada pelo Parvovírus (FPV) – mesmo vírus que causa a Parvovirose canina – a Panleucopenia pode ter mortalidade alta em filhotes e leva a quadros de febre alta, falta de apetite, diarreia, vômito, depressão e queda no número de leucócitos. Calicivirose felina: infecção viral provocada pelo calicivirus (FCV), que afeta o sistema respiratório dos gatos, causando úlceras e feridas na região da boca, febre, salivação excessiva, doenças oftalmológicas e outros sintomas. É altamente contagiosa e, por isso, a vacina é tão importante. Vacinas em Gatos Rinotraqueíte viral felina: causada pelo Herpesvírus felino 1 (HVF-1), da família Herpesviridae e uma das principais causas das infecções respiratórias em gatos. Pode provocar espirros, febre, conjuntivite, coriza e outros sintomas. Fonte: Zoetis. Vacina V4 A vacina para gatos quádrupla (V4) é capaz de prevenir contra as mesmas doenças da vacina anterior, porém também imuniza contra a Clamidiose Felina. Vacinas em Gatos Esta é uma infecção bacteriana que afeta sobretudo o globo ocular, evoluindo para o sistema respiratório. Com isso, pode causar conjuntivite, corrimento ocular e nasal constante, espirros, apatia, falta de apetite, dificuldade de respirar, febre e pode ocasionar uma pneumonia. Fonte: Canal Pet - IG. Vacina V5 Já a vacina quíntupla (V5), tem as mesmas funções da V4, acrescendo a imunização contra a Leucemia Felina (FeLV). Esta é uma doença muito grave, que compromete o sistema imunológico do gato, tornando-o mais vulnerável a infecções, problemas reprodutivos, lesões na pele, desnutrição (já que ele perde a vontade de comer, em estágios mais avançados), cicatrização lenta e outros sintomas. Vacinas em Gatos É a doença que mais mata gatos no Brasil - o índice de mortalidade chega a 85% - e a expectativa de vida do animal infectado diminui consideravelmente, chegando a apenas três anos. Fonte: Diário da Manhã. Vacina para raiva gatos Uma doença sem cura e com índice de mortalidade de 100%, a Raiva é uma zoonose (transmitida de animais para seres humanos), que só pode ser prevenida com a vacina. Trata-se de uma infecção que atinge o sistema neurológico do animal e evolui de forma muito rápida, levando ao óbito em poucos dias. Vacinas em Gatos O gato pode apresentar medo de água, de luz, falta de apetite e ficar extremamente agressivo, dentre outros sintomas. A vacina antirrábica deve ser dada em dose única, com quatro meses de vida (120 dias). Depois, deve-se fazer o reforço anual da vacina. Fonte: Adote um Romron. Aftosa: a mais conhecida no Brasil devido à alta incidência, causa grandes prejuízos econômicos por ser uma doença viral contagiosa. As feridas são o sintoma primário, seguida de fraqueza e falta de apetite. Cada estado tem um calendário próprio de vacinação e cabe ao produtor ficar atento às indicações das datas de cada Secretaria Estadual de Agricultura. Na maioria dos estados, a vacinação é no mês de maio em animais adultos e no mês de novembro em animais abaixo de 24 meses. Dependendo da região, a vacinação acontece duas vezes ao ano. Vacinas em Gados Doenças que acometem animais, quando não prevenidas, causam grandes prejuízos ao proprietário desde consultas a veterinários, medicamentos e até mortes de todo rebanho, já que muitas são virais, transmitidas pela saliva, água e ar. Fonte: Jornal Diário do Aço. Brucelose: doença infecciosanos animais que causa aborto. A vacina para prevenção da doença é a B19. Deve ser aplicada somente nas fêmeas entre três a oito meses. Raiva: doença viral que ataca o sistema neurológico do gado. Para a prevenção, todos os animais devem ser vacinados, a partir do terceiro mês de vida. Carbúnculo: conhecida como manqueira, é uma doença infecto-contagiosa que causa inflamação nos músculos, o que leva o animal a mancar. A aplicação da vacina deve ser em todos os animais a partir do terceiro mês de vida. Repeti-la a cada seis meses, até completar dois anos. Vacinas em Gados Fonte: Boi Saúde. Infelizmente, observa-se que muitas informações incorretas são diariamente compartilhadas, sendo verificado um crescente aumento do número de pessoas que não acreditam na eficácia ou temem os efeitos da vacina. Com isso, algumas doenças que estavam erradicadas no país, acabam retornando. Devido a grande importância da vacinação e da grande quantidade de notícias falsas que circulam sobre o tema. Fonte: Brasil de Fato RS Mitos sobre as vacinas As vacinas causam autismo? As vacinas NÃO causam autismo. Esse mito se iniciou quando, em 1998, um trabalho foi apresentado relacionando o autismo com a vacina tríplice viral. Obviamente, esse estudo causou muito pânico entre a população, porém o próprio autor do trabalho se retratou posteriormente, na revista em que o estudo tinha sido publicado, por ter cometido alguns erros metodológicos. O problema é que mesmo depois de provado o erro no trabalho e outros estudos serem realizados e comprovarem que a relação não existe, o trabalho desacreditado pela ciência continuou a ser divulgado. Fonte: Medprev Mitos sobre as vacinas As vacinas provocam uma série de efeitos colaterais perigosos que são mais perigosos que a própria doença. As vacinas, assim como os medicamentos, podem gerar algumas reações, porém essas reações são normalmente pouco preocupantes e somem rapidamente. Dentre as reações que podem ocorrer, destacam-se a febre e a dor no local da aplicação. Efeitos colaterais mais graves ocasionados por vacinas são muito raros, entretanto, complicações em decorrência de certas doenças são bastante comuns. Um ponto que merece destaque é que as vacinas antes de serem liberadas para a população passam por uma série de testes que garantem a sua eficácia e segurança. Fonte: Unicoo Mitos sobre as vacinas Se uma pessoa apresenta uma vida saudável, não é necessário vacinar. Uma vida saudável é fundamental para a prevenção de uma grande quantidade de doenças, porém não garante proteção efetiva contra todas elas. Isso significa que mesmo que a pessoa se alimente bem, tenha bons hábitos de higiene e pratique exercícios, ela deve ter o seu cartão de vacinação em dia. Fonte: Fatos desconhecidos Mitos sobre as vacinas Mulheres grávidas não devem se vacinar. As mulheres grávidas podem se vacinar contra algumas doenças, entretanto, outras vacinas não são recomendadas para gestantes. Dentre as vacinas que a gestante pode tomar, está a vacina contra a gripe, a vacina contra a hepatite B e a dTpa (difteria, tétano e coqueluch). Já dentre as vacinas contraindicadas podemos citar a vacina contra a varicela e a contra HPV. Fonte: BBC Mitos sobre as vacinas Bill Gates quer implantar um chip com a vacina contra covid-19 Embora tenha criado sua fortuna no ramo de desenvolvimento de softwares com a Microsoft, o empresário fundou a fundação filantrópica Bill e Melinda Gates, que financia projetos de saúde pública, incluindo o desenvolvimento e distribuição de vacinas. O nome de Gates está associado a um plano que teria originado a covid-19, em virtude de uma observação dele em uma palestra em um TED talk em 2015, com o título: "O próximo surto? Não estamos preparados", em que ele descrevia o risco de a humanidade enfrentar uma pandemia e como seria o cenário. Outra bastante associada ao seu nome é a de implantação de microchips para monitorar a população. Essa teoria surgiu pelo fato dele ter comentado sobre a possibilidade de aplicação de uma tinta invisível nanotecnológica na pele para registrar as vacinas aplicadas no paciente, como se fosse uma carteirinha de vacinação. Segundo o movimento antivacinas, a pandemia de covid-19 seria então aproveitada para implantar microchips na população mundial através das vacinas, permitindo o controle das pessoas com antenas 5G e não permitindo que as pessoas com chips implantados fosse monitoradas pelos governos. Fonte : Estadão Mitos sobre as vacinas Vacinas são usadas para controle populacional As vacinas nunca foram usadas para controle populacional e não causam infertilidade. Esta tese provavelmente teve origem em uma das tantas teorias de conspiração envolvendo o nome de Bill Gates e um projeto da fundação Bill e Melinda Gates de conscientização pelo planejamento familiar na África. Algumas alas da Igreja Católica, juntamente com o forte movimento antiaborto presente na África e nos EUA, disseminaram mentiras sobre hormônios sendo injetados em vacinas antitetânicas em mulheres africanas, para controle populacional, e agora a Fake News se espalhou. Fonte : Mundo Educação - UOL Mitos sobre as vacinas Vacinas são preparadas com fetos abortados Esta é uma das maiores mentiras criadas pelo movimento antivacinas e explora o aborto, um tema sensível e um tabu da nossa sociedade. De maneira bem resumida, a história real é a seguinte: a partir da década de 1960, cientistas passaram a extrair algumas células de fetos submetidos a abortos legais para replicá-las dentro do aboratório. E sim, essas linhagens que descendem das células fetais foram e são usadas até hoje na produção de vacinas. Imunizantes contra hepatite A, rubéola, herpes-zóster, raiva e sarampo, por exemplo, são produzidas a partir delas.Mas muita atenção: não estamos falando dos fetos em si, tampouco das células originais deles. “São linhagens descendentes, que se multiplicam e são mantidas vivas desde então em laboratório”. Fonte : Sou Mãe Fonte : CanalTech Mitos sobre as vacinas Vacinas de tecnologia genética alteram nosso DNA Esta teoria sem fundamento teve origem em uma declaração da osteopata norte-americana Carrie Madej, que afirmou em um vídeo na internet que “esta tecnologia vai criar uma nova espécie e, talvez, destrua a nossa". As vacinas de DNA e RNA não alteram o nosso material genético e não nos transformam em espécies diferentes. As vacinas de DNA inserem no nosso organismo apenas um pedaço muito pequeno do código, chamado de plasmídeo, onde ocorrem modificações e inserções de genes do próprio agente causador da doença (patógeno). Quando ocorrer a introdução da vacina de DNA no nosso organismo, normalmente através de um processo conhecido como eletroporação, este pedaço de DNA será lido pela maquinaria celular no núcleo de células do paciente, produzindo a proteína codificada pelo gene, que esperamos seja reconhecida como estranha pelo sistema imune, induzindo imunidade contra aquela proteína. Nas vacinas de RNA, o mRNA (RNA mensageiro) é incorporado em nanopartículas lipídicas (gorduras), que carregam a fita de mRNA para dentro do citoplasma. Elas seguem um princípio muito semelhante às vacinas de DNA, mas não necessitam que o mRNA seja inserido no núcleo, visto que a tradução dessa molécula é realizada no citoplasma. Não existe possibilidade de que vacinas de DNA e de mRNA alterem nosso DNA, pois não são inseridos dentro do genoma humano e não vão nos tornar seres humanos geneticamente modificados. Fonte : Veja São Paulo Mitos sobre as vacinas Vacinas contêm ‘luciferase’ Não é verdade. A enzima luciferase não faz parte da composição de nenhuma vacina. Os grupos antivacinas disseminaram a mentira de que vacinas a contêm a em sua composição, associando as vacinas com a marca da besta. Claro que, ao ler o nome luciferase, logo vem à mente a lembrança de Lúcifer. Porém a luciferase existe (não em vacinas). A palavra é derivada do latim lux fero, que significa portador de luz. A luciferase foi caracterizada pelo cientista francêsRaphaël Dubois, por sua função no mecanismo de bioluminescência (emissão de luz por seres vivos), sendo a enzima responsável por catalisar a linda reação biológica de oxidação da luciferina por oxigênio, transformando energia química em energia luminosa e fazendo com que vagalumes brilhem no escuro. Fonte : ScienceDirect. com Mitos sobre as vacinas Se uma doença está erradicada em nosso país, não há necessidade de vacinação. Mesmo que uma doença seja considerada erradicada em nosso país, a vacinação é fundamental, uma vez que a doença pode ainda existir em outros lugares e outras pessoas podem trazer o agente causador para nossa região. As pessoas que não foram vacinadas podem então contrair a doença e novos casos podem surgir no país. Fonte : BBC Mitos sobre as vacinas Percebemos, portanto, que a vacinação é essencial e não podemos acreditar em informações sem comprovação científica. A vacinação garante a nossa proteção e também a de outras pessoas, uma vez que evita que muitas doenças fiquem em circulação. Sendo assim, mantenha sempre seu cartão de vacinação em dia. BAWWAW. Conheça as 6 principais vacinas de cachorro para proteger seu pet. Blog Saúde, 2020. Disponível em: https://www.racoesreis.com.br/blog/saude/vacinas-de-cachorro/. Acesso em: 12 de jun. 2021. BIO EM FOCO. Como são feitos os diferentes tipos de vacina?. Bio em Foco, 2021. Disponível em:. Acesso em: 10 de jun.2021. BOI SAÚDE. 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