Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Curso Técnico em Análises Clinicas
UC 13: Processar amostras biológicas em 
Parasitologia
Introdução a Parasitologia
Professora Me. Tatiane dos Santos Fernandes
Coprologico funcional
DEFINIÇÃO
Os resíduos humanas são chamadas de fezes.
Fezes é plural do termo latino faex que significa RESÍDUO.
É o resíduo de materiais indigestos do trato digestivo de um animal expelido pelo ânus durante a defecação.
O mecônio é a primeira fezes do recém-nascido.
COPROLOGIA é o estudo das fezes.
3
COMPOSIÇÃO
3/4 água, 1/4 sólido
Alimentos não digeridos e não absorvidos
Secreções intestinais mucosas
Pigmentos e sais biliares
Produtos decompostos
Bactérias e materiais inorgânicos
Células epiteliais, leucócitos.
4
PRECAUÇÃO ANTES DA COLETA
O paciente deve evitar as seguintes coisas por pelo menos 48 horas antes da coleta de fezes:
Óleos minerais, bismuto, antidiarreicos não absorvíveis, antimaláricos, antibióticos, etc
Não deve fazer exame de deglutição com bário antes das fezes
Evite ferro, drogas, carne, peixe etc por pelo menos 48 horas antes das fezes para sangue oculto.
Em pacientes constipados usar apenas purgativo não residual
5
COLETA
Precauções universais
Pede-se que colete as fezes em um recipiente limpo.
As fezes devem ser coletadas em um recipiente esterilizado e de boca larga.
Ultima/porção contendo muco, sangue, etc. deve ser coletado em um frasco de boca larga.
Não deve estar contaminado com urina ou quaisquer outras secreções corporais.
>2gm é necessário.
Devidamente nomeado e sempre uma nova amostra deve ser testada.
Fezes líquidas a serem examinadas dentro de 1/2 hora
Fezes sólidas a serem examinadas dentro de 1 hora.
Se atrasar guarde em geladeira.
6
6
COLETA
3 amostras de fezes no prazo de 10 dias para excluir falsos negativos.
2 amostras a examinar em dias alternados após a defecação normal e 1 amostra após um purgativo para certos vermes.
A formalina é o melhor conservante. Mata as bactérias, mas preserva os protozoários e helmintos.
Para a cultura, não devem ser utilizados conservantes
7
8
TIPOS DE EXAME
EXAME FÍSICO: cor, volume, consistência, odor, muco, pus, concriações, helmintos. 
EXAME QUÍMICO: reações, sangue oculto, gordura, carboidrato, proteína, etc
EXAME MICROSCÓPICO: restos de alimentos, células de pus, macrófagos, hemácias, cristais, bactérias, leveduras, bolores, protozoários, helmintos.
COPROCULTURA:
9
Exame físico
QUANTIDADE
CONSISTÊNCIA
COR
ODOR
REAÇÃO
MUCO
CONCRETIZAÇÃO
SANGUE
PUS
RESTOS DE ALIMENTOS
COMPRIMIDOS NÃO DIGERIDOS
10
EXAME MACROSCÓPICO
QUANTIDADE
O normal é de 150 g a 200 g/dia
Aumento da esteatorreia, diarreia, indigestão de carboidratos.
11
CONSISTÊNCIA OU FORMA
O normal é macio, mas formado
Constipação excessiva dura/habitual
Ingestão achatada ou semelhante à fita de excesso de óleo mineral, carcinoma de reto, estenose do reto
Diarreia macia, mole, líquida e volumosa, ingestão de purgativos
Pequeno número, em grande parte muco e sangue com pequena quantidade de fezes - disenteria
Aquoso sem matéria fecal - Cólera
12
Stool examination by Dr. Priyanka Buragohain
13
ESCALA BRISTOL 
Cor
Cinza escuro - ingestão excessiva de cacau ou chocolate 
Marrom avermelhado ou enegrecido - grande quantidade de frutos
Verde – ingestão de vegetais de folhas verdes, 
Vermelho – ingestão de sangue fresco
Amarelo – ingestão de ruibarbo ou senna, fezes normais
14
Argila – icterícia obstrutiva, bário raio-x 
Chá preto – hemorragia no estômago/intestino superior
Castanho escuro a vermelho vivo – sangramento no reto ou cólon sigmoide
Estrias vermelhas de sangue na superfície das fezes- hemorroidas, fissuras, carcinoma, colite ulcerativa
15
Odor
O odor normal é aromático devido ao indol e ao 
Aumento - ingestão excessiva de proteínas
Ácido graxo rançoso azedo na indigestão do leite (em crianças e adultos), normal em lactentes
Diarreia pútrida - grave de malignidade, disenteria gangrenosa
16
Reação
O normal é neutro
O pH varia de 6,9 a 7,2
O pH é dependente da fermentação bacteriana e da putrefação no intestino. 
Alcalino – ingestão excessiva de proteínas
Ácido – ingestão excessiva de carboidratos
17
Muco
Pequena quantidade de muco é normal
Moderado – fezes do intestino delgado 
Quantidade excessiva – infecção do intestino
Inteiramente muco com pouca ou nenhuma fezes e estrias de sangue - disenteria, colite íleo, intussuscepção
18
Concretização
Em lactentes, coalhada esbranquiçada pode ser encontrada 
Cálculos na vesícula biliar podem ser raramente encontrados
19
Sangue
Ausente nas fezes normais 
Fezes formadas com estrias de sangue – lesão no cólon sigmoide, reto ou canal anal
Fezes líquidas com sangue vermelho vivo, pus e disenteria muco-bacilar, colite ulcerativa 
Fezes semi formadas com sangue preto de alcatrão profundo - melena 
Fezes soltas com sangue vermelho cereja profundo - melena
20
Pus
Normalmente ausente
Pus com colite ulcerativa mucosa sangrenta, disenteria bacilar, carcinoma ulcerativo
21
RESTOS ALIMENTARES BRUTOS PODEM ESTAR NAS FEZES NORMAIS
COMPRIMIDOS NÃO DIGERIDOS PODEM SER ENCONTRADOS
22
EXAME QUÍMICO
23
Exame químico das fezes
Acidez/basicidade
Gordura
Nitrogênio
Estercobilinogênio
Coproporfirina
Sangue oculto
Substâncias redutoras
N. B: exame químico mais comumente usado das fezes é pH, sangue oculto e substâncias redutoras
24
GORDURA
Normalmente até 20% dos sólidos totais
Os lipídios são medidos como ácidos graxos: 2-5 gm/24 horas
Ingestão dietética conhecida e coleta cronometrada de fezes.
Dieta contendo 100 g de gordura diariamente, coleta de fezes de 3 dias.
>6 gm/dia é anormal
Métodos quantitativos ou semiquantitativos: 
Método gravimétrico
Técnicas isotópicas (radioisótopos)
Método da capacitância elétrica
Método trimétrico de Van de Kamer
25
Interpretação
Aumento da gordura fecal em enterite e doença pancreática (falta de lipase)
Remoção cirúrgica de uma seção do intestino 
Síndrome de má absorção
Doença pancreática crônica (> 10 gm / 24 hr)
Aumento de gordura neutra em uso de supositórios retais 
Ingestão de óleo de mamona ou óleo mineral
Ingestão dietética de maionese de baixas calorias
26
Nitrogenio
Varia de acordo com a quantidade e natureza da dieta
O normal é de 1 a 1,5 gm /dia
Aumento do nitrogenio, aquilia pancreática, diarreia gordurosa pancreatógena, esteatorreia idiopática
27
Estercobilinogênio
O normal é de 40 a 280 mg/dia
A média é de 150 mg/dia
Dependente da quantidade de bilirrubina que passa para o intestino (icterícia)
28
Coproporfirina
O normal é de 300 a 1100 mg/dia
Tipo 1 – 70%
Tipo 3 – 10 a 30%
Anormalmente aumentada na porfiria congenecial
Doença hepática anormalmente diminuída como, hepatite, congestão venosa passiva, carcinoma metastático no fígado
29
Sangue oculto
Detectar sangue que está presente em quantidade ou forma não visível macroscopicamente
Normalmente nulo
Presença anormal em condição de hemorragia oculta no trato gastrointestinal 
TESTE DE BENZIDINA
TESTE GUAIAC
TESTE DE ORTOTOLIDINA
O teste mais comumente usado é o teste de benzidina
30
TESTE DE BENZIDINA
4 g de benzidina em 100 ml de ácido acético glacial
Emulsionar um pedaço de fezes do tamanho de ervilha em 5 ml de água.
Misturar 1 ml de emulsão e 1 ml de reagente em tubo de ensaio
Adicione várias gotas de H2O2
Cor azul indica reação positiva
31
Vestígio - cor azul fraca após 1 min
1+ - verde azul definido lentamente
2+ - verde azul rapidamente
3+ - azul quase imediatamente
4+ - azul escuro imediatamente
32
TESTE GUAIAC
Menos sensível
Com perda de 20 a 30 ml de sangue todos os testes serão positivos
O reagente Guaiac consiste em 1 g de Guaiac em 5 ml de etanol a 95%.
Faça uma pequena mancha de fezes em um papel de filtro
Adicione 2 a 3 gotas de guaiac +
 2 a 3 gotas de ácido acético glacial + 2 a 3 gotas de H2O2 a 3%
33
Traço- verde azul fraco em 1 min
1+ azul claro lentamente
2+ azul claro rapidamente
3 + azul profundo quase imediatamente
4+ azul profundo imediatamente
34
Teste ortotolidina
Sinsitividade intermediária
Esfregue as fezes em um papel de filtrocom um aplicador
Pipetar algumas gotas do reagente para o papel de filtro (peróxido de bário ortotolidina 200 mg+ ácido acético glacial 5 ml)
Após 30 segundos, examine a cor azul
Cor verde azul dentro de 30 segundos significa teste positivo
35
Interpretação
Doença gástrica, exemplo, úlcera crônica e malignidade
Doenças intestinais exemplo, disenteria, febre tifoide, carcinoma
Hemorróidas
36
Ensaio de substâncias redutoras fecais
Para diagnosticar a intolerância à lactose
Amostra de fezes de 5 gm é necessária
A amostra precisa ser entregue ao laboratório o mais rápido possível, de preferência dentro de 1 hora, porque a lactose nas fezes normalmente será quebrada por processos químicos dentro de 2-4 horas após a amostra ser produzida.
37
Interpretação
Negativo/traço- 0,5 g/dl
Encontrado na má absorção de carboidratos
38
EXAME MICROSCÓPICO
Stool examination by Dr. Priyanka Buragohain
39
NECESSIDADE DE EXAME MICROSCÓPICO
Para o diagnóstico de elementos microscópicos.
Trofozoítos e seus movimentos são melhor vistos na preparação sem manchas de um material fresco.
Formas císticas e caráter nuclear são melhor vistos na preparação corada (iodo)
40
Necessidade da técnica de concentração
Para ver se o tratamento do parasita é bem sucedido
Para encontrar ovos de S. Mansoni ou Taenia se poucos ou outros ovos e cisto não são vistos no exame de rotina
Examinar amostras de fezes de pacientes que não vêm de uma área onde um parasita específico é encontrado
41
TÉCNICA DE FLUTUAÇÃO
Utiliza soluções com maior gravidade específica (sulfato de zinco cloreto de sódio) do que os organismos a flutuar, de modo a que os organismos subam até ao topo e os detritos afundem para o fundo.
Vantagem – produzir um material mais limpo do que a técnica de sedimentação
Desvantagem – paredes de ovos e cisto muitas vezes colapsarão, dificultando a identificação.
Alguns ovos do parasita não flutuam.
42
TÉCNICA DE SEDIMETAÇÃO
Utilizar soluções de menor gravidade específica do que os organismos parasitas (técnica de acetato de formalina-etila)
Recomendado para laboratórios de diagnóstico geral devido à facilidade de execução e menor propensão a erros técnicos.
43
Técnicas de sedimentação
Misture um pequeno pedaço de fezes com 10 ml de água ou soro fisiológico em um tubo / garrafa
Peneire a suspensão em um copo através de um coador com pequenos furos.
Despeje o conteúdo em um tubo de centrífuga
Centrífuga a 2000-3000/rpm por 1 min
Despeje a parte sobrenadante
Ressuspenda o depósito em água limpa e adicione água suficiente para encher o tubo.
Misture bem e rescentrífugo
Despeje a parte sobrenadante
Ressuspender em solução de sulfato de zinco, encher o tubo com a solução
Centrífuga em alta velocidade por 1 min
Transfira o conteúdo da superfície do tubo para uma lâmina, usando uma alça de fio bacteriológico
Adicione pequenas gotas de soro fisiológico e misture
Cubra com uma tampa
Examinar abaixo dos objetivos de 10x e 40x
44
Stool examination by Dr. Priyanka Buragohain
45
achados microscópicos
RESTOS DE ALIMENTOS
células vegetais
Fibras musculares
Grânulos de amido
Glóbulos de gordura
Tecido conjuntivo/ fibras elásticas
Óleo mineral ou glóbulos de mamona
CÉLULAS
Células epiteliais
Células de pus
Macrófagos
Células fantasmas 
Corpos pyknotic
Eosinofilos
ERITRÓCITO
Cristais
Leveduras e bolores
Protozoários
Parasitas helmínticos
46
Célula vegetal
Às vezes causa confusão com, ovos, cisto ou corpos celulares
MARGEM EXTERNA IRREGULAR
Excesso de quantidade é visto na ingestão excessiva de vegetais ou indigestão
47
Fibras musculares
Ingestão excessiva de proteínas ou indigestão
Seu excesso de excreção é chamado de (fluxo de carne)
48
Grânulos de amido
De tamanho variável, de forma redonda a poligonal, incolor, circular ou em forma de Y no centro
Confundido com ovos de helmintos
Encontrado na dispepsia de carboidratos
Melhor visto na preparação de iodo
49
Glóbulos de gordura
Parecem semelhantes ao cisto parasita ou corpos celulares
Agentes emulsificantes são usados para eliminar a confusão 
Confundido com ovos de helmintos
Encontrado na dispepsia gordurosa
50
Tecido conjuntivo/fibras elásticas
Significa indigestão
51
Óleo mineral/glóbulos de mamona
Quando tomado como purgativo
Pode ser confundido com ovos de helmintos
52
Células epiteliais
Presença excessiva devido a condições inflamatórias do cólon, reto, canal anal
53
Células de pus
Comumente encontrado em fezes normais, ajuda a facilitar a passagem das fezes
Normalmente não é visível ao olho humano.
Se visível indica doença
Disenteria bacilar, RCU, disenteria amebiana aguda, malignidade do reto, enterocilite induzida por drogas
54
Macrófagos
Grandes células mononucleares com núcleo vesicular e materiais ingeridos, incluindo hemácias
Confundido com cisto de E. Histolytica ou cisto de E. Coli
Excesso de disenteria amebiana ou bacilar
55
Células fantasmas
Forma degenerativa de macrófagos, células epiteliais
É uma célula epitelial eosinofílica aumentada/edemaciada com apenas contorno citoplasmático eosinofílico, mas sem núcleo
Característica da disenteria bacilar
56
Corpos pyknotic
Restos nucleares de células teciduais e leucócitos
Característica da disenteria amebiana aguda
57
Eosinófilos
Na alergia intestinal
Fluido de diluição usado - fluido de diluição de Randolph, 
Técnica de cromotrópico Carbol
Uma quantidade medida do depósito é tomada e diluída com o fluido diluidor 1:10 ou 1:20 de acordo com a concentração do resíduo e contada no hemocitômetro.
Aumento em condições alérgicas, infestação parasitária e alergia a drogas, colite ulcerativa
58
Hemácias
observada em casos de lesões ulcrativas do intestino
na disenteria bacilar – discreta amarelada
Disenteria amebiana – esverdeada e em touceiras
59
Cristais
Cristais de ácidos graxos
Cristais de oxalato de cálcio
Cristais de fosfato triplo
Cristais de Charcot Leyden
Cristais de hemotoidina
Cristais de drogas
60
Cristal Charcot Leyden: 
Esbeltas e pontiagudas em ambas as extremidades, estruturas bipiramidais hexagonais localizadas nos granues primários do citoplasma de eosinófilos e basófilos
Evidência de infiltrado parasitário por exemplo, ameba, ascaris, ancilostomíase, fasciola
cristais em forma de diamante 
Normalmente incolor, manchado de vermelho-arroxeado por tricoma
Variam em tamanho e podem ser tão grandes quanto 50 μm de comprimento
Encontrado na RCU, disenteria, úlceras malignas, esquistossomose etc
61
Cristais de hematoidina:
Pigmento sem ferro derivado da hemoglobina e formado dentro dos tecidos (células reticuloendoteliais), mas encontrado extracelularmente após 5-7 dias em focos de hemorragia prévia.
Ocorre como grânulos refrácteis, amarelo-marrom e laranja-vermelho
Caracteristicamente como placas romboides dispostas em um padrão radial, as chamadas rebarbas de hematoidina.
62
Leveduras e bolores
Leveduras estão normalmente presentes
Excesso em casos de AIDS
Os fungos são raros, mas podem ser vistos em condições de imunodeficiência
63
Helmintos que flutuam/não flutuam em solução saturada de soro fisiológico
Eggs that float
A. Duodenale
N. Americanas
E. Vermicularis
H. Nana
A. Lumbricoids
T. Trichuria
H. Diminuta
Eggs that do not float
A. Lumbricoids
T. solium
T. Saginata
Trematodes
F. Buski
F. Hepatica
C. Sinensis
64
65
66
67
Pelos de plantas podem ser confundidos com larvas 
 ancilostomíase ou Strongyloides stercoralis
Pelos vegetais semelhantes a S. strongiloids
68
Parasita de invertebrados
Grão de pólen semelhante a 
ovo fértil de A. lumbricoids
Pólen apícola semelhante a Ovo de trichúria
69
CULTURA DAS FEZES
Usado para detectar a presença de bactérias causadoras de doenças (patogênicas)
Ajuda a diagnosticar uma infecção do sistema digestivo
Usado em conjunto com o teste de fezes
O intervalo de referência para coprocultura é negativo
70
Bactérias mais comuns para cultura de fezes
Espécies de Campylobacter
Espécies de Salmonella
Espécies de Shigella
Espéciesde Yersinia
Espécies de Vibrio 
Algumas bactérias causam doenças através da produção de toxinas (PCR, teste de antígeno devem ser feitos com teste de fezes)
Escherichia coli
Clostridium difficile
71
Coleta
Espécime coletado via swab retal (em bebes)
Recipiente de coleta estéril 
Nenhum detergente ou conservante deve estar presente no recipiente
A amostra deve ser imediatamente transportada para o laboratório
Se o transporte estiver atrasado por mais de 2 horas, recomenda-se meios de transporte (por exemplo, Cary-Blair)
As amostras devem ser enviadas em um recipiente selado e à prova de vazamentos marcado com um adesivo de risco biológico
72
Ágar usados com frequência
Ágar MacConkey- Espécies de Salmonella, espécies de shigella
Ágar azul de etileno eosina
Ferro de açúcar triplo (TSI) - diferenciar salmonela e shigella
Ágar Sabouraud
Ágar entérico Hekteon
Caldo de selenita
73
Stool examination by Dr. Priyanka Buragohain
74
image1.png
image2.jpeg
image3.png
image4.png
image5.png
image6.jpeg
image7.jpeg
image8.jpeg
image9.png
image10.jpeg
image11.jpeg
image12.jpeg
image13.png
image14.png
image15.png
image16.png
image17.png
image18.png
image19.png
image20.png
image21.jpeg
image22.jpeg
image23.jpeg
image24.png
image25.jpeg
image26.png
image27.png
image28.png
image29.png
image30.png
image31.png
image32.png
image33.png
image34.png
image35.png
image36.png
image37.png
image38.png
image39.png
image40.png
image41.png
image42.png
image43.png
image44.png
image45.png
image46.png
image47.png
image48.png
image49.png