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Pincel Atômico - 09/11/2025 10:47:58 1/9 ALESBELL ALVES CAMPELLO Avaliação Online - Capitulos/Referencias 1,2,3,4,5,6 (Curso Online - Automático) Atividade finalizada em 08/11/2025 13:27:33 (4213390 / 1) LEGENDA Resposta correta na questão # Resposta correta - Questão Anulada X Resposta selecionada pelo Aluno Disciplina: INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS HISTÓRICOS [1736228] - Avaliação com 20 questões, com o peso total de 50,00 pontos [capítulos - 1,2,3,4,5,6] Turma: Segunda Graduação: Licenciatura em História p/ Licenciados - Grupo: MAIO/2025 - SGice0A220525 [174630] Aluno(a): 91190136 - ALESBELL ALVES CAMPELLO - Respondeu 20 questões corretas, obtendo um total de 50,00 pontos como nota [355760_556 58] Questão 001 Sobre as relações entre passado e presente, avalie os itens I. A ignorância em relação ao presente implica uma ignorância em relação ao passado. II. A função do passado atualmente consiste em fornecer todos os modelos de conduta dos seres humanos no presente. III. A relação entre passado e presente se dá de maneira fluída, rejeitando mecanicismos. Os itens corretos são: II e III X I e III I e II I II [355760_569 98] Questão 002 Leia o texto. Não podemos deixar de pensar, por exemplo, que em regimes totalitários, a história é abertamente manipulada, regida por necessidades de Estado, e justificadora de determinadas decisões da esfera pública que acabam por interferir profundamente na esfera privada. Exemplos desse processo são aqueles de ordem institucional, inclusive no Brasil do regime militar pós-1964, que desarticulou cursos superiores de história, mesclando-os sob o nome de Estudos Sociais, quando disciplinas orientadas pelo Estado eram inseridas na matriz curricular. A Educação Moral e Cívica (EMC) e a Organização Social e Política Brasileira (OSPB) com conteúdos esvaziados de sentido crítico levam à conformidade ideológica e a comportamentos passivos. Segundo o texto, em regimes autoritários, a história X é alvo de manipulações políticas é transformada em disciplinas como Educação Moral e Cívica tem como vocação a adoção de valores de tolerância e respeito é objeto de intensos debates tem preservada suas matrizes curriculares Pincel Atômico - 09/11/2025 10:47:58 2/9 [355760_557 21] Questão 003 Leia o texto. “Esses elementos foram sintetizados em um dos pressupostos centrais para o ensino brasileiro pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), com base em um de seus temas transversais: a Pluralidade Cultural. Dessa forma os textos dos PCNs já incorporavam, no final da década de 1990, as mudanças teóricas de definição das identidades que circulavam nos meios acadêmicos e movimentos sociais há algumas décadas, criticando abertamente a percepção de que a Identidade Nacional seria entendida com base na adesão a um conjunto comum de valores culturais por um grupo homogêneo de pessoas. Pluralidade cultural, diversidade étnica, identidades plurais e trajetórias históricas distintas passaram a ser tratadas como formadores daquilo que se entendia por ‘povo brasileiro’. Ou seja, dissolvia-se a ideia de que existia ‘um povo brasileiro’, revelando-se que uma única Identidade Nacional só existia quando construíamos e compartilhávamos uma falsa imagem. No lugar dessa imagem deveria entrar outra: a do mosaico identitário, ou melhor, das Identidades Plurais e das Identidades Parciais.” OLIVA, Anderson R. . Entre máscaras e espelhos: reflexões sobre a Identidade e o ensino nas escolas brasileiras. Revista História. Hoje, v.1, nº1, p. 29-44. 2012. Segundo o texto, a desconstrução de uma noção de identidade cultural nacional acabou por fortalecer o entendimento de que o Brasil não passou por processos de reconstrução de identidade nacional no período recente X é um país com formação e contribuição de diferentes grupos e etnias é uma nação que tem desvalorizado a sua identidade nacional dissolveu uma falsa imagem de povo multiétnico construiu para si uma imagem de povo multifacetado e acolhedor [355760_556 72] Questão 004 Leia o trecho. “Na ilha, o conhecimento geral do tempo depende, bastante curiosamente, da direção do vento. Quase todas as cabanas construídas [...] com duas portas uma em frente da outra. […] Se o vento é norte, a porta do sul fica aberta, e o movimento da sombra do umbral sobre o chão da cozinha indica a hora; porém, assim que o vento muda para o sul, a outra porta é aberta […] Quando o vento é do Norte, a velha senhora prepara as minhas refeições com bastante regularidade; mas, nos outros dias, ela frequentemente prepara meu chá às três horas em vez das seis. ” (THOMPSON, 1998, p. 270-271) O trecho acima, assinala uma forma de contar o tempo ligada sinos X natureza relógios máquinas industriais ampulhetas [355760_557 34] Questão 005 A historiografia produzida pelo IHGB no século XX tinha como principal função espelhar-se naquilo que era feito em termos de produção de conhecimento histórico em Portugal para mostrar a validade da herança portuguesa. questionar a historiografia produzida em outros lugares na América do Sul. X a construção de uma história nacional. acirrar os regionalismos, procurando validá-los. validar o governo de D. Pedro II. Pincel Atômico - 09/11/2025 10:47:58 3/9 [355760_556 86] Questão 006 Sobre o ofício do historiador, marque a alternativa correta X Teoria e método são fundamentais para a análise do historiador Na antiguidade, as teorias que embasavam o ofício do historiador são as mesmas de hoje A aplicação de uma teoria é mais importante que os métodos de trabalho A parte mais importante do trabalho do historiador é conseguir se isolar da realidade em que vive para a análise O historiador deve usar somente dos recursos da escrita na análise histórica [355760_556 90] Questão 007 I. O objeto de trabalho do historiador é o passado dos seres humanos PORQUE II. Afirmar que o passado em si mesmo pode ser objeto de estudo é errôneo. Sobre as afirmativas: a II é verdadeira e a I falsa ambas são verdadeiras, mas a II não justifica a I ambas são falsas só a I é verdadeira e a II é falsa X ambas são verdadeiras, e a II justifica a I Pincel Atômico - 09/11/2025 10:47:58 4/9 [355760_557 14] Questão 008 Leia o texto. (ENADE) Destruídos todos os documentos sobre um determinado período, nada poderia ser dito por um historiador. Uma civilização da qual não tivéssemos nenhum vestígio arqueológico, nenhum texto e nenhuma referência por meio de outros povos, seria como uma civilização inexistente para o profissional de História? A categoria documento define uma parte importante do campo de atuação do historiador e a amplitude de sua busca. KARNAL, L.; TATSCH, F. G. A memória evanescente. In: PINSKI, C. B.; LUCA, T.R. O historiador e suas fontes. São Paulo: Contexto, 2009, p. 9. Por trás dos grandes vestígios sensíveis da paisagem, os artefatos ou as máquinas, por trás dos escritos aparentemente mais insípidos e as instituições aparentemente mais desligadas daqueles que as criaram, são os homens que a história quer capturar. Quem não conseguir isso será apenas, no máximo, um serviçal da erudição. Já o bom historiador se parece com o ogro da lenda. Onde fareja carne humana, sabe que ali está a sua caça. BLOCH, M. Apologia a história ou o ofício do historiador. São Paulo: Zahar, 1989, p. 54. Considerando a necessidade dos historiadores se valerem de registros documentais para produzir conhecimento e, paralelamente, o enorme alargamento de nossa compreensão atual do que sejam documentos históricos, avalie as seguintes afirmações. I. Apesar das transformações pelas quais passou o campo historiográfico ao longo do século XX, ainda são os documentos oficiais (via de regra emanados das instâncias de poder) aqueles que permitem as interpretações efetivamente confiáveis. II. Para a maioria dos historiadores, na atualidade, a compreensão que prevalecia no século XIX, de que o documento era portador da “verdade dos fatos” não é mais aceita, porque se entende que as interpretações sobre o passado se fundamentam no diálogoconstruído pelos historiadores envolvendo teoria, eventos e documentos. III. Durante o século XX ocorreu um alargamento em relação aos objetos de interesse dos historiadores, o que implicou na ampliação do que se pode considerar como fontes históricas, chegando-se a conceder o estudo de “fonte” a praticamente tudo que permita vislumbrar a ação humana. IV. Um documento histórico não se define como importante a partir de uma determinada visão de época, ou seja, os documentos existem e mantêm seu valor independentemente do meio social que os conversa. É correto apenas o que se afirma em I, III e IV. X II e III. I e IV. II e IV. I, II e III. [355760_569 94] Questão 009 Sobre a relação entre história e etnocentrismo, marque a alternativa correta. X O questionamento ao etnocentrismo só foi possível devido ao novo entendimento do conceito de cultura, mais amplo Entre as sociedades mais etnocêntricas existentes, destacam-se as indígenas por não terem contato com outros povos Ao longo do tempo, o etnocentrismo sempre foi combatido pela história Na antiguidade, a história buscava principalmente compreender esses povos diferentes e não julgá-los Pincel Atômico - 09/11/2025 10:47:58 5/9 As religiões de matriz africana sempre tiveram destaque como religiões etnocêntricas [355760_556 93] Questão 010 Sobre a interdisciplinaridade, marque a alternativa correta. X Consiste numa abordagem que requer intercruzar áreas diferentes do conhecimento para o trabalho do historiador. Atualmente, tem sido bem criticada pelos historiadores neorromânticos. É o uso de ciências eruditas no trabalho do historiador. Foi largamente utilizada pelos historiadores gregos e latinos. Adquiriu importância a partir do materialismo histórico de Marx e Engels. [355761_569 90] Questão 011 Leia o texto. “Na ilha, o conhecimento geral do tempo depende, bastante curiosamente, da direção do vento. Quase todas as cabanas construídas [...] com duas portas uma em frente da outra. […] Se o vento é norte, a porta do sul fica aberta, e o movimento da sombra do umbral sobre o chão da cozinha indica a hora; porém, assim que o vento muda para o sul, a outra porta é aberta […] Quando o vento é do Norte, a velha senhora prepara as minhas refeições com bastante regularidade; mas, nos outros dias, ela frequentemente prepara meu chá às três horas em vez das seis. ” (THOMPSON, 1998. p: 270-271) A causa para a observação da direção do vento, no texto acima, é a de sinalizar o momento de preparo das refeições. revelar o hábito daquele povo de tomar chás. facilitar a convivência dos vizinhos. X organizar temporalmente a vida social. adquirir casas que sejam pouco afetadas pelo clima. [355761_569 86] Questão 012 “Haverá, sim, documentos relevantes no mundo medieval, que serão usados em hagiografias — as biografias dos santos. Não significa, também, que o mundo medieval europeu não produziu documentos que hoje são utilizados por historiadores; o mundo medieval produziu uma quantidade extremamente volumosa de documentos dos mais variados gêneros, cobrindo os mais diferentes campos especulativos, desde aspectos triviais da vida cotidiana até tratados políticos, elementos que, no século XX, redundaram em histórias interessantíssimas das vidas pública e privada, e dos mundos urbano e não urbano medievais que seriam difíceis de serem estruturados levando-se apenas poucos fragmentos, como é o caso de algumas regiões do mundo antigo.” FRANÇA, Cyntia Simioni. Introdução aos estudos históricos / Cyntia Simioni França, Evandro André de Souza, Julho Zamariam, Jó Klanovicz, Paulo César dos Santos. – Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2014. P.47-48. O objetivo do texto acima é o de X desconstruir a ideia de uma desvalorização das fontes no período medieval. o desconhecimento os arquivos como local social de arquivamento de documentos valorizar os relatos orais em detrimento dos escritos no mundo medieval a valorização das pessoas comuns como agentes da história a construção de narrativas focando povos oprimidos e sem cultura escrita Pincel Atômico - 09/11/2025 10:47:58 6/9 [355761_570 00] Questão 013 Leia o texto. Neste sentido, o historiador e a historiadora contribuem de forma direta no processo de construção de identidade, algumas vezes inventariando tradições, outras vezes inventariando memórias que poderiam se perder. A partir de suas intervenções é que os membros de uma sociedade podem se reconhecer como sujeitos históricos, ou alienar-se desse processo. FRANÇA, Cyntia Simioni. Introdução aos estudos históricos / Cyntia Simioni França, Evandro André de Souza, Julho Zamariam, Jó Klanovicz, Paulo César dos Santos. – Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2014. P.102. A função da história descrita no texto acima é a de intervir no processo histórico quando solicitado mostrar a importância das tradições na formação de identidades coesas reforçar os mecanismos imutáveis das identidades X servir como guia na construção das identidades coletivas retirar às pessoas da alienação [355761_569 66] Questão 014 Leia os textos. Texto 1 “No século XVIII, com os iluministas e o contexto da Revolução Industrial, a noção de progresso tomou conta dos estudos históricos. Nesse sentido, a História era concebida como uma evidência do progresso humano, oriundo das mudanças nos modelos de produção e sistemas da sociedade.” ARAÚJO, Sandra. Introdução aos estudos históricos. Recife: 2017, p. 8. Texto 2 “Assim, os pensadores iluministas como Montesquieu, Voltaire e Rousseau buscam na história dos povos, não apenas o espetáculo das diferentes religiões e dos costumes, mas o significado de um mundo liberto da sagrada escritura e livre ao progresso.” FRANÇA, Cyntia Simioni. Introdução aos estudos históricos / Cyntia Simioni França, Evandro André de Souza, Julho Zamariam, Jó Klanovicz, Paulo César dos Santos. – Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2014. P9. Segundo os textos, um elemento central nos estudos históricos durante o século XVIII foi a compreensão dos diferentes tipos de sociedade. a continuidade com um passado de gregos e romanos. a valorização das sagradas escrituras. X a noção de progresso contínuo. a evidência do papel fundamental das religiões. Pincel Atômico - 09/11/2025 10:47:58 7/9 [355761_569 72] Questão 015 Leia o texto. É que formular um problema é precisamente o começo e o fim de toda a história. Se não há problemas, não há história. Apenas narrações, compilações. Lembrem-se: se não falei de “ciência da história, falei de “estudo cientificamente conduzido”. Estas duas palavras não estavam lá para compor a frase. A fórmula cientificamente conduzida implica duas operações, as mesmas que se encontram na base de qualquer trabalho científico moderno: indicar problemas e formular hipóteses. Duas operações que já os homens do meu tempo se revelavam especialmente perigosas. Porque pôr problemas, ou formular hipóteses, era muito simplesmente trair. Nesse tempo, os historiadores viviam num respeito pueril e devoto pelos “fatos”. Habitava-os a convicção ingênua e tocante de que o sábio era um homem que, ao olhar pelo seu microscópio, aprendia logo uma braçada de fatos (FEBVRE, 1989, p. 31-32). A corrente historiográfica a que pertence o texto acima é Marxista. Iluminismo. X escola dos Annales. escola positivista. Humanista. [355762_570 09] Questão 016 O que faz que a história surja como disciplina e compreendida como produção das relações humanas não está ligado unicamente à ânsia da sociedade em buscar respostas para questões econômicas e políticas, ou da necessidade de reunir documentos e elaborar registros. Outras questões perpassam o ofício e o universo do historiador. De que forma se explica essa busca que é oriunda do ofício e do universo do historiador? Trata-se da necessidade de conseguir elaborar pesquisas e reflexões a partir da história e do passado, e delas extrair explicações econômicas, no sentido de justificar as ações dos mercadores de valores e do mundo dosnegócios contemporâneos. Trata-se da necessidade de extrair orientação geográfica e temporal com relação a todas as dimensões do planeta Trata-se da necessidade de conseguir elaborar reflexões da história, e delas extrair orientações e sentidos diante das questões e angústias exclusivamente filosóficas que acompanharam o homem ao longo da história da humanidade Trata-se da necessidade de conseguir elaborar pesquisas sobre o passado e delas não necessariamente extrair conceitos e sentidos para problemáticas do presente X Trata-se da necessidade de conseguir elaborar pesquisas da história e do passado, e delas extrair sentidos e significações às questões do presente, passado e futuro, concomitantemente [355760_557 32] Questão 017 Sobre a produção de conhecimento histórico no período colonial, destacam-se obras escritas por viajantes naturalistas com uma ampla compreensão do Outro. obras de caráter apologético e político, com erros factuais. obras sofisticadas do ponto de vista teórico, mas que não recorreram a fontes históricas. obras como Diálogos das grandezas do Brasil e Cultura e Opulência do Brasil, mas hoje deixadas de lado pela historiografia. Pincel Atômico - 09/11/2025 10:47:58 8/9 X obras como Diálogos das grandezas do Brasil e Cultura e Opulência do Brasil, importantes fontes de estudos do período. [355762_596 18] Questão 018 “O desenvolvimento de diferentes áreas de estudo e a sofisticação das pesquisas elaboradas tornam complexa a tarefa de mapear as diversas tendências históricas que se entrecruzam no país, marcadas por uma grande variedade e riqueza, desde então. Das questões femininas e do gênero à masculinidade, da sexualidade às relações raciais, da história do público ao privado, da ciência à religiosidade e à magia, da cultura erudita à cultura popular e à mídia, da história social à história cultural, assistimos a uma crescente produção acadêmica, criativa, instigante e polêmica, nas últimas décadas. De modo geral, essa produção acadêmica procura acompanhar e atualizar-se com os desenvolvimentos teóricos e temáticos que se produzem no exterior, em especial, na França, Inglaterra, Itália, Estados Unidos, de onde vêm nossas principais referências teóricas, metodológicas e temáticas. Contudo, também fica clara a preocupação de trabalharem-se as especificidades locais das experiências históricas tal qual se constituem no país, nos diferentes estados, cidades e municípios e outras regiões, diferindo radicalmente, daquelas vivenciadas em outros contextos históricos. RAGO, Margareth. A ‘nova’ historiografia brasileira. Anos 90, Porto Alegre, nº11, julho 1999. P. 74. O texto acima, de Margareth Rago, analisa a historiografia brasileira dos anos 1990. A ideia central defendida pela autora é a de que a historiografia dos anos 1990 no Brasil militou junto aos movimentos sociais ao defender determinadas pautas e temas historicamente negados aos estudos históricos advogou uma especificidade nas suas temáticas e objetos de estudo frente ao que era feito em outros países promoveu ampliação das temáticas ligadas à diversidade e o recrudescimento dos objetos de estudo X caracterizou-se por uma pluralidade de temas, perspectivas teóricas e influências ampliou seu repertório de temas e abordagens, a partir de um desenvolvimento isolado dos historiadores nacionais [355762_569 78] Questão 019 Leia o texto. “Uma segunda característica do trabalho dos historiadores é que este se faz em três momentos diferentes. Não é o mesmo momento. O primeiro é investigar. É possível passar anos nos arquivos como muitos de vocês estão fazendo, buscando coisas, desordenadamente, porque a documentação não é organizada pelos historiadores. Para o historiador, é uma quantidade de notas e informações com muitos problemas. Depois, deve-se transformar isso em algo comunicável, que possa ser informado ao leitor. E, antes, é preciso resumir milhares de páginas de anotações, feitas em arquivos, a 200, 250 páginas. São três tarefas: pesquisar, resumir e comunicar.” LEVI, Giovanni. O trabalho do historiador: pesquisar, resumir, comunicar. Revista Tempo, vol. 20 – 2014:1-20. A leitura do texto sugere que o trabalho do historiador pressupõe a inexistência dos arquivos requer neutralidade no manejo das fontes X é desenvolvido a partir de consistente método inexiste um processo de seleção e escolha dispensa na atualidade o papel narrativo Pincel Atômico - 09/11/2025 10:47:58 9/9 [355762_569 76] Questão 020 Leia o texto. “Para o autor mencionado, o documento histórico é um caminho para o historiador, haja vista a necessidade de fazer perguntas a ele e reunir todos aqueles que são necessários à pesquisa, sendo procedimentos relevantes que contribuiriam para diminuir ou elevar a escrita da história. Já que o documento é portador de um discurso, que, assim considerado, não pode ser visto como algo transparente; por isso, o historiador deve atentar-se para o modo com que se apresenta o conteúdo histórico e questioná-lo, então a importância de utilizar-se de um método crítico, para jamais aceitar cegamente os testemunhos escritos, visto que nem todos os relatos são verídicos e os materiais podem ser falsificados; assim somente através da crítica se consegue distinguir o verdadeiro do falso (BLOCH, 2001).” FRANÇA, Cyntia Simioni. Introdução aos estudos históricos / Cyntia Simioni França, Evandro André de Souza, Julho Zamariam, Jó Klanovicz, Paulo César dos Santos. – Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2014. P.17. O papel do historiador descrito no texto acima remete à escola histórica Metódica Antiquária X dos Annales Marxista Romântica