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7 ESCOLA ESTADUAL EM TEMPO INTEGRAL PROFESSORA MARIA ZENILDA GAMA TORRES ANTONIO CRISTIANO DE OLIVEIRA; ARNALDO FELIPE PEREIRA DA SILVA; CAIO FEITOSA DA COSTA; ERIK MAICON TARGINO GOMES; GUILHERME HENRIQUE CAVALCANTE DE ALMEIDA SILVA; GUSTAVO HENRIQUE CAVALCANTE DE ALMEIDA SILVA; WESLEY PEREIRA DA SILVA. PRODUÇÃO DE EXTRATO ETANÓLICO DA CASCA DE Anacardium occidentale, (CAJUEIRO) POR EXTRAÇÃO EXAUSTIVA APODI 2025 ANTONIO CRISTIANO DE OLIVEIRA; ARNALDO FELIPE PEREIRA DA SILVA; CAIO FEITOSA DA COSTA; ERIK MAICON TARGINO GOMES; GUILHERME HENRIQUE CAVALCANTE DE ALMEIDA SILVA; GUSTAVO HENRIQUE CAVALCANTE DE ALMEIDA SILVA; WESLEY PEREIRA DA SILVA. PRODUÇÃO DE EXTRATO ETANÓLICO DA CASCA DE Anacardium occidentale, (CAJUEIRO) POR EXTRAÇÃO EXAUSTIVA Relatório técnico-científico apresentado à Disciplina de Iniciação Científica da Escola Estadual em Tempo Integral Profª. Maria Zenilda Gama Torres, em cumprimento às exigências legais como requisito parcial à conclusão da Disciplina de Iniciação Científica. Orientador: Prof. Me. Júdson Cleber de Paiva Mota. APODI 2025 RESUMO Apresentação concisa dos pontos relevantes do documento, fornecendo uma visão rápida e clara do conteúdo. Deve ser informativo, conter de 150 a 500 palavras, apresentando finalidades, metodologia, resultados e conclusões. Deve-se usar o verbo no passado assim como no decorrer de todo o texto. Deve ser redigido em parágrafo único, com a mesma fonte do trabalho, e espaçamento entrelinhas 1,5. Palavras-chave: palavra 1; palavra 2; palavra 3. SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ........................................................................................... 7 2 OBJETIVOS ................................................................................................ 8 2.1 GERAL .......................................................................................................... 8 2.2 ESPECÍFICOS .............................................................................................. 8 3 METODOLOGIA ........................................................................................ 9 3.1 PRODUÇÃO DO EXTRATO ETANÓLICO ............................................... 9 3.1.1 Coleta do material botânico ........................................................................... 9 3.1.2 Produção do extrato etanólico ....................................................................... 9 4 RESULTADOS E DISCUSSÃO ................................................................ 11 5 CONCLUSÃO ............................................................................................. 12 REFERÊNCIAS .......................................................................................... 13 APÊNDICE A ............................................................................................. 14 1. INTRODUÇÃO O uso de plantas medicinais acompanha a história da humanidade desde os tempos mais remotos, representando uma importante alternativa de sobrevivência e cuidado com a saúde. Diferentes povos desenvolveram técnicas e saberes tradicionais sobre as propriedades curativas das plantas, transmitidos ao longo das gerações. Esse conhecimento popular, aliado ao interesse científico, contribuiu para a valorização da fitoterapia como prática terapêutica natural, voltada à prevenção e ao tratamento de diversas doenças. Assim, a relação entre o homem e a natureza permanece essencial para o desenvolvimento de recursos que auxiliam no bem-estar e na qualidade de vida. (REFERÊNCIA) A fitoterapia, definida como o uso de plantas medicinais e de suas partes com finalidade profilática, curativa ou paliativa, tem ganhado destaque tanto em contextos populares quanto institucionais. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) regulamenta a utilização de fitoterápicos, reforçando a importância da padronização e do uso seguro dessas substâncias. Além disso, o Sistema Único de Saúde (SUS) incorpora políticas voltadas às práticas integrativas, que reconhecem a fitoterapia como recurso complementar de grande relevância. Desse modo, a ciência e a tradição dialogam, fortalecendo o papel das plantas no cuidado à saúde coletiva. (REFERÊNCIA) Os compostos bioativos encontrados em diferentes espécies vegetais, como flavonoides, taninos e fenóis, apresentam reconhecida atividade antioxidante, anti-inflamatória, antimicrobiana e até antitumoral. Esses componentes exercem ação protetora contra radicais livres e microrganismos patogênicos, tornando-se aliados no combate e na prevenção de diversas doenças. O estudo desses metabólitos secundários tem se intensificado na pesquisa científica, visando identificar e isolar substâncias com potencial farmacológico. Nesse contexto, as plantas medicinais emergem como fontes naturais promissoras para o desenvolvimento de novos medicamentos e terapias alternativas. (REFERÊNCIA) Entre as espécies de destaque, encontram-se representantes do gênero Anacardium, pertencente à família Anacardiaceae, amplamente estudados por suas propriedades terapêuticas. O Anacardium occidentale, popularmente conhecido como cajueiro, possui grande valor etnobotânico e medicinal, sendo utilizado em diversas regiões do mundo, incluindo a Amazônia. Suas cascas, folhas e frutos são empregados no tratamento de inflamações, diabetes, infecções de pele e outras condições. Estudos apontam que os efeitos benéficos dessas partes da planta estão associados, principalmente, à presença de compostos fenólicos com ação bioativa significativa. (REFERÊNCIA) Outra espécie relevante é o Anacardium microcarpum, conhecido como cajuí, uma planta nativa do nordeste brasileiro. Rica em vitamina C, polifenóis e minerais, apresenta diferenciações morfológicas em relação ao A. occidentale, mas também compartilha suas propriedades medicinais. Na medicina popular, é utilizada no preparo de infusões e extratos voltados ao tratamento de inflamações, problemas digestivos e doenças infecciosas. Pesquisas científicas reforçam o potencial terapêutico do cajuí, destacando sua atividade antioxidante e antimicrobiana. Assim, as espécies do gênero Anacardium consolidam-se como importantes recursos farmacológicos naturais. O interesse crescente pelo estudo das plantas medicinais reflete a busca por alternativas terapêuticas eficazes, seguras e acessíveis, especialmente em comunidades carentes de atendimento básico de saúde. Ao reunir o saber tradicional e as descobertas científicas, a fitoterapia amplia o leque de opções disponíveis para a prevenção e o tratamento de doenças, contribuindo para a promoção da saúde integral. Nesse sentido, compreender os potenciais do gênero Anacardium e de outras espécies vegetais torna-se fundamental para o desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas, fortalecendo o elo entre ciência, natureza e sociedade. 2. OBJETIVOS 2.1 GERAL · Descrever o objetivo geral da pesquisa. 2.2 ESPECÍFICOS · Descrever os objetivos específicos (o que foi feito); · Usar verbos no passado (produzir, extrair, analisar, avaliar). 3. METODOLOGIA 3.1 PRODUÇÃO DO EXTRATO ETANÓLICO 3.1.1 Coleta do material botânico A metodologia é o estudo dos métodos e procedimentos utilizados para realizar uma pesquisa, projeto ou trabalho. Ela descreve como a pesquisa será conduzida, incluindo as estratégias, técnicas de coleta e análise de dados. Em essência, a metodologia é o "caminho" escolhido para se alcançar os objetivos de um estudo, fornecendo uma estrutura lógica e sistemática para a investigação. 3.1.2 Produção do estrato etanólico Além da definição do método sugere-se descrever como foi realizada a pesquisa, ou seja, as datas de coleta dos dados, a operacionalização do processo de pesquisa, a descrição do método de coleta dos dados, das ferramentas utilizadas nas análises, além de como os dados foram interpretados. A ilustração é a designação genérica das imagens que ilustram ou elucidam o texto. E devem ser identificadaspor seu título específico: desenho, esquema, fluxogramas, fotografia, gráfico, mapa, organograma, planta, quadro, retrato, figura e outros. Sua identificação deve vir na parte superior da ilustração em tamanho 10, espaçamento simples, precedido por numeral arábico conforme sua sequência no texto, seguido por travessão e o seu respectivo título. A fonte deve vir na parte inferior da ilustração em tamanho 10 (Times New Roman). Figura 1 - Fachada do Campus Natal-Central Fonte: Nicácio (2017). Nas ilustrações elaboradas pelo autor do trabalho, indicar da seguinte forma: Fonte: autoria própria. Observação 1: fazer uso de ilustrações e tabelas editáveis, ou seja, não usar print. Observação 2: a diferença de quadro para tabela é que o quadro não possui dados estatísticos e a tabela sim. Observação 3: alinhar a identificação e a fonte da ilustração e da tabela centralizado. Quadro 1 – Um recorte dos livros mais emprestados em 2019 na BCSF. TÍTULO Fundamentos de engenharia de petróleo Fundamento de física – Mecânica Inspeção predial – Check-up predial: guia da boa manutenção Cálculo Cálculo A – Funções, limite, derivado e integração Estatística fácil Engenharia de sistemas de controle Geologia geral Termodinâmica Fonte: Adaptado do Sistema de Automação de Bibliotecas (2019). 4. RESULTADOS E DISCUSSÃO As tabelas são elementos demonstrativos de síntese e o dado numérico é seu destaque central. Quando utilizadas seguem uma norma própria[footnoteRef:1] apresentação tabular do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). [1: O endereço na web da Norma de apresentação tabular do IBGE encontra-se na lista de referências. ] As tabelas se diferenciam dos quadros por não apresentarem molduras laterais. Sua identificação deve vir na parte superior da tabela em tamanho 10, espaçamento simples, precedido por numeral arábico conforme sua sequência no texto, seguido por travessão em negrito e o seu respectivo título, centralizado e sem negrito. A fonte deve vir na parte inferior da ilustração em tamanho 10, conforme Tabela 1. Tabela 1 – Exportações no Brasil Exportação Brasil Feijão 20% Arroz 45% Milho 52% Fonte: autoria própria. 5. CONCLUSÃO Momento final do trabalho em que o autor apresenta suas conclusões correspondentes aos objetivos. Texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto. Texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto. 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NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro: ABNT, 2018. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2012. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2003. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2012. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6033: ordem alfabética. Rio de Janeiro: ABNT, 1989. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2002. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro: ABNT, 2011. IBGE. Centro de Documentação e Disseminação de Informações. Normas de apresentação tabular. 3. ed. Rio de Janeiro: IBGE, 1993. Disponível em: http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv23907.pdf. Acesso em: 2 maio 2019. INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE. Política de funcionamento do sistema de bibliotecas. Resolução nº 33/2015-CONSUP, de 20/11/2015. Natal: IFRN, 2015. INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE. Guia de normalização: trabalhos acadêmicos, monografias, dissertações e teses. Natal: IFRN, 2017. NICÁCIO, Rafael. IFRN: Fachada do Campus Natal-Central. In: NICÁCIO, Rafael. PORTALN10, [S. l.], 24 out. 2016. Disponível em: http://oportaln10.com.br/ifrn-gabarito-oficial-do-exame-de-selecao-2017-53735. Acesso em: 16 jun. 2017. VASCONCELLOS, Maria José Esteves de. Pensando o pensamento sistêmico como o novo paradigma da ciência: o cientista novo-paradigmático. In: VASCONCELLOS, Maria José Esteves de. Pensamento sistêmico. 6. ed. Campinas: Papirus, 2007. p. 147-184. APÊNDICE A (elemento opcional) QUESTIONÁRIO *Obrigatório 1) Qual o Campus em que você trabalha? * __________________________________________________________________________ 2) A biblioteca em que você atua oferece que tipo de serviço de normalização? * ___________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ 3) No Campus em que você atua há demanda de normalização? * ( ) Sim ( ) Não Se sim, que tipo de documentos são normalizados? ___________________________________________________________________________ ___________________________________________________________________________ 4) Possui guia de normalização próprio? * ( ) Sim ( ) Não Se sim, qual? ___________________________________________________________________________ 5) Faz uso dos guias de normalização das Bibliotecas do Campus Natal-Central? * ( ) Sim ( ) Não 6) Fez alguma adaptação nos guias de normalização das Bibliotecas do Campus Natal-Central? * ( ) Sim ( ) Não Se sim, qual? ___________________________________________________________________________ 7) Descreva como funciona o fluxo do serviço de normalização na biblioteca em que você atua. * _________________________________________________________________________ _________________________________________________________________________ image1.jpg