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DIREITO PROCESSUAL DO 
TRABALHO
Data: 20/10/2025
OBS: FAREMOS 
FEEDBACK DO 
TRABALHO e DA
PROVA Professora: 
Paula Barreiros
Sequência do Ementário: 
UNIDADE 10 - Partes no Processo Trabalhista 
10.1 Denominações específicas do processo 
trabalhista
10.2 Capacidade das partes: representação e 
assistência
10.3 Sucessão Processual
10.4 Substituição processual 
10.5 Capacidade postulatória e o ius postulandi do 
Direito Processual do Trabalho
10.6 Litisconsórcio
TRABALHO – QUESTÃO 01 – ORIGEM HISTÓRICA E 
ORGANIZACIONAL DA JT
- 1917 e 1919 - primeiras grandes manifestações sociais,
durante os movimentos grevistas, principalmente em São
Paulo e no Rio de Janeiro, sendo que, em 1917 era
apresentado ao Parlamento para discussão, o primeiro
projeto de Código de Trabalho;
-1930 a 1943, foi elaborada toda a estrutura da Justiça do
Trabalho e da legislação do trabalho;
-A Justiça do Trabalho propriamente dita, já estava prevista
nas Constituições de 1934 (artigo 122) e de 1937 (artigo
139), mas só foi criada em 1939 (Decreto 1.237), sendo
regulamentada em 1940 (Decreto 6.596) e instalada em 1941.
TRABALHO – QUESTÃO 01 – ORIGEM HISTÓRICA E 
ORGANIZACIONAL DA JT
Em 1943 foi editada a Consolidação das Leis
Trabalhistas, que reuniu e ampliou a vasta e dispersa
legislação produzida ao longo de duas décadas.
Com a organização e instalação da Justiça do
Trabalho, estavam regulamentadas as relações
trabalhistas, cuja administração se dava em três
instÂncias:
a) as Juntas de Conciliação e Julgamento;
b) os Conselhos Regionais do Trabalho;
c) o Conselho Nacional do Trabalho.
TRABALHO – QUESTÃO 01 – ORIGEM HISTÓRICA E 
ORGANIZACIONAL DA JT
-Em 1946 a J. do Trabalho foi vinculada ao Poder
Judiciário da União (artigos 122 e 123, da seção VI,
capítulo III), dando-lhe competência para a execução
de suas condenações, transformando os Conselhos
Regionais em Tribunais Regionais do Trabalho e o
Conselho Nacional em Tribunal Superior do Trabalho.
Esta alteração deixou para a justiça ordinária a
competência para julgar os casos relativos a
acidentes do trabalho, mas manteve sob o manto da
justiça trabalhista, aquelas relacionadas à
previdência social até meados da década de 1960.
TRABALHO – QUESTÃO 01 – ORIGEM HISTÓRICA E 
ORGANIZACIONAL DA JT
Art. 111 da CF/88: São órgãos da Justiça do Trabalho:
I – o Tribunal Superior do Trabalho; (órgão de terceiro
grau – ministros do TST)
II – os Tribunais Regionais do Trabalho; (órgãos de
segundo grau – juízes/desembargadores do TRT – vide
regimento interno de cada tribunal)
III – os Juízes do Trabalho (órgãos de primeiro grau –
Varas do Trabalho)
Obs: JUIZ DO TRABALHO E VARAS DO TRABALHO
● Juiz do Trabalho atua nas Varas do trabalho como titular
(fixo) ou substituto (auxilia ou substitui o titular). Vide
art. 116 da CF/88 e a Lei OrgÂnica da Magistratura.
● As Varas do Trabalho são criadas por Lei, art. 112 da
CF/88, podendo nas localidades onde não há Varas do
Trabalho, o Juiz de Direito acumular a jurisdição
trabalhista e de cujas decisões, caberá recurso ao TRT.
● Após a posse o Juiz do Trabalho é designado pelo
Presidente do TRT para auxiliar ou substituir nas Varas do
Trabalho. Após 2 anos de exercício, o juiz substituto
torna-se vitalício. Alternativamente, por antiguidade ou
merecimento será promovido a Juiz Titular de uma Vara do Trabalho e
pelo mesmo critério pode ser Juiz/Desembargador do TRT e até
Ministro do TST, preenchidos os requisitos constitucionais.
Obs: TRT´S – TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO
● Órgãos de segundo grau de jurisdição. Composto por juízes
do trabalho de carreira, promovidos por antiguidade e
merecimento e 1/5 dos assentos ocupados por membros do MP e
advogados.
▪ Competência e composição: Mínimo 07 desembargadores (art.
115 da CF) julgar recursos ordinários interpostos contra
decisões das Varas do Trabalho e originariamente ações
rescisórias, dissídios coletivos e de greve, MS impetrados
em face dos Juízes das Varas do Trabalho e outras ações
previstas na lei e no seu Regimento Interno.
Composição no Brasil atualmente: 24 TRTs e Minas Gerais é
o TRT da 3ª Região (abrange somente o nosso Estado), cuja
sede é B. Horizonte. No TRT3 temos 11 Turmas, cada uma com
4 Desembargadores.
Obs: TST – TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO
Órgão de cúpula da J. Trabalho, com jurisdição em todo território
nacional e integra o Poder Judiciário – art. 92 II-A da CF.
Composição e competência: 27 ministros (art. 111-A CF/88 redação
pela EC/45/2004), cabendo-lhe a uniformização da interpretação da
legislação trabalhista no âmbito de competência da J. do Trabalho e
dar a última palavra nas questões de ordem administrativa da J. do
Trabalho.
Composição, seções e funcionamento das turmas do TST disciplinadas
na CLT e no Regimento interno do TST.
Ministros: Oriundos dos Juízes dos TRTs nomeados pelo Presidente da
República após listas Tríplices elaboradas pelo próprio TST. 1/5
dos Ministros advém do quinto constitucional sendo 1/10 de
advogados e 1/10 de Membros do MPT (ambos com mais de dez anos de
exercício profissional – art. 94 CF/88).
Sobre a composição e estrutura da justiça do trabalho, é correto
afirmar que:
a) Os tribunais regionais do trabalho terão no mínimo 7
desembargadores, todos eles juízes de carreira, galgando o cargo
através de promoção por merecimento e antiguidade, em lista
alternada.
b) Se em uma determinada cidade não houver justiça do trabalho e a
competência para apreciar demandas trabalhistas não estiver
atrelada a justiça do trabalho de cidades adjacentes, ante a
competência residual, restará a justiça cível federal a atribuição
de apreciar a ação trabalhista. Atribuir a competência residual a
justiça federal se justifica por que a justiça especial do
trabalho também é federal. A sentença proferida pela justiça
cível federal, nesse caso, será passível de apelação no prazo de
15 dias. O recurso, por sua vez, será recebido pela justiça cível
federal e remetido ao tribunal regional federal e não ao tribunal
regional do trabalho.
c) Os juízes do trabalho são órgãos que compõem a justiça do
trabalho.
d) Os Tribunais Regionais do Trabalho, desde que composto por no
mínimo 2 turmas e por uma seção especial, poderão funcionar
descentralizadamente, constituindo Câmaras regionais, a fim de
assegurar o pleno acesso do jurisdicionado à justiça em todas as
fases do processo.
PARTES NO PROCESSO TRABALHISTA
10.1 Denominações específicas do processo 
trabalhista
10.2 Capacidade das partes: representação e 
assistência
10.3 Sucessão Processual
10.4 Substituição processual 
10.5 Capacidade postulatória e o ius postulandi
do Direito Processual do Trabalho
10.6 Litisconsórcio
PARTES NO PROCESSO TRABALHISTA
1 Denominações específicas do processo 
trabalhista
-Em geral, RECLAMANTE e RECLAMADO... MAS...
PARTES NO PROCESSO TRABALHISTA
1 Denominações específicas do processo 
trabalhista
-Em geral, RECLAMANTE e RECLAMADO... MAS...
PARTES NO PROCESSO TRABALHISTA
2 Capacidade das partes: representação e 
assistência
-CAPACIDADE DE DIREITO – CAPACIDADE DE “SER PARTE” – arts. 1 e 2º
CÓDIGO CIVIL PARA AS PESSOAS FÍSICAS= NASCIMENTO COM VIDA
-CAPACIDADE PROCESSUAL OU DE ESTAR JUÍZO/FATO – PARA AS PESSOAS
FÍSICAS = MAIORIDADE (MENOR DE 16 – REPRESENTADO; MAIOR DE 16/MENOR
DE 18 – ASSISTIDO); OU AINDA, A PARTIR DOS 16 SE EMANCIPADO;
-CAPACIDADE POSTULATÓRIA – OU SEJA, DEMANDAR EM JUÍZO – ADV, MAS,
TEMOS O IUS POSTULANDI...
PARTES NO PROCESSO TRABALHISTA
3 Sucessão das Partes no DPT (MORTE OU INTER 
VIVOS – SUCESSÃO TRABALHISTA):
3.1SUCESSÃO EM RELAÇÃO AO EMPREGADO
● Ocorre pela extinção da pessoa natural com a morte (causa mortis):
● MORTE ANTES DO AJUIZAMENTO DA AÇÃO:
● Se o reclamante for falecido, seu espólio pleiteará em juízo,
representado pelo inventariante, nos termos da legislação
processual;
● MORTE NO CURSO DA AÇÃO:
● Quando a morte do reclamante ocorrer no curso do processo, o
processo será suspenso (art. 313, I CPC) pelo juiz que determinará
prazo razoável para habilitação dos sucessores.
PARTESNO PROCESSO TRABALHISTA
3 Sucessão das Partes no DPT – EMPREGADO:
● A jurisprudência trabalhista admite a habilitação dos sucessores do
credor trabalhista por meio de certidão de dependentes junto ao INSS
(lei 6858/1980) ou alvará judicial obtido na J. Comum.
● OBS1: ASSIM, deve-se pagar aos dependentes habilitados perante a
Previdência Social e, na sua falta, aos sucessores previstos na lei
civil, indicados em alvará judicial, independentemente de inventário
ou arrolamento;
● OBS2: na falta ou dúvida, propor ação de consignação em pagamento
(prazo para pagar – 10 dias – ART. 477, 6º E 8º DA CLT)
● OBS3: Havendo dúvidas sobre a sucessão ou sobre a legitimidade dos
sucessores, deverá o juiz aguardar o desfecho do inventário na J.
Comum;
PARTES NO PROCESSO TRABALHISTA
3 Sucessão das Partes no DPT – EMPREGADO:
● A jurisprudência trabalhista admite a habilitação dos sucessores do
credor trabalhista por meio de certidão de dependentes junto ao INSS
(lei 6858/1980) ou alvará judicial obtido na J. Comum.
● OBS1: deve-se pagar aos dependentes habilitados perante a
Previdência Social e, na sua falta, aos sucessores previstos na lei
civil, indicados em alvará judicial, independentemente de inventário
ou arrolamento;
● OBS2: na falta ou dúvida, propor ação de consignação em pagamento
(prazo para pagar – 10 dias – ART. 477, 6º E 8º DA CLT)
● OBS3: Havendo dúvidas sobre a sucessão ou sobre a legitimidade dos
sucessores, deverá o juiz aguardar o desfecho do inventário na J.
Comum;
PARTES NO PROCESSO TRABALHISTA
3 Sucessão das Partes no DPT:
3.2 SUCESSÃO EM RELAÇÃO AO EMPREGADOR
● Havendo morte do sócio da empresa, não haverá alteração do
polo passivo, pois quem nele figura, é a empresa.
● Se o reclamado for pessoa física ou firma individual,
haverá sucessão causa mortis no polo passivo e o juiz
suspenderá o processo para regularização do espólio (art.
313, I CPC). Se os herdeiros do falecido não abrirem o
inventário, poderá fazê-lo o trabalhador, para que nomeado
inventariante na J. Comum venha ele a representar o espólio
reclamado no processo trabalhista. (CAUSA MORTIS)
PARTES NO PROCESSO TRABALHISTA
3 Sucessão das Partes no DPT:
3.2 SUCESSÃO EM RELAÇÃO AO EMPREGADOR
● Havendo sucessão trabalhista, o sucessor responde integralmente
pela dívida, pois é o patrimônio a empresa que responderá pela
dívida. Não há necessidade do trabalhador ter prestado serviço para
a empresa sucessora, basta apenas que tenha havido transferência
total ou parcial de uma unidade de produção de uma empresa para
outra, para que esteja configurada a sucessão trabalhista. (SUCESSÃO
INTER VIVOS – VIDE ART. 448-A DA CLT)
● Ex: Banco real foi sucedido pelo Banco Santander.
● O sucessor responderá pela integralidade da dívida, salvo em caso 
de fraude em que a empresa sucedida responderá solidariamente, art. 
9º CLT e 942 do CC.
PARTES NO PROCESSO TRABALHISTA
4 Substituição processual:
● Chamada ainda de legitimidade extraordinária e é a possibilidade de
alguém vir a juízo postular em nome próprio, direito alheio. Vide
art. 18 CPC.
● É a transferência de Titularidade do direito de ação.
● A legitimidade do substituído é concorrente (pois o direito lhe
pertence) podendo integrar a lide na qualidade de assistente
litisconsorcial. Não há exigência legal de intimação do substituto
para querendo, integrar a lide. Por isso a intervenção do assistido
deve ser espontanea.
Substituição Processual pelo Sindicato: Art. 8º, III da CF consagra
a substituição processual pelo sindicato de forma ampla no processo
do trabalho.
PARTES NO PROCESSO TRABALHISTA
4 Substituição processual:
●Pela posição do STF com o art. 8º, III da CF consagrou a
substituição processual dos membros da categoria (associados ou não)
para os direitos individuais homogêneos (que se originam da mesma
situação fática ou jurídica, cujos titulares são determinados e o
interesse seja divisível e as questões comuns predominem sobre as
individuais – ex. pagamento de adicionais de insalubridade e
periculosidade, horas extras, etc) dos substituídos (os que tem
origem comum) se originam da mesma situação fática, os titulares são
determinados e o interesse é divisível.
●Proposta ação para defesa de interesses individuais homogêneos, o
sindicato deve publicar editais e dar ciência a todos os membros da
categoria para que se quiserem possam intervir no feito ou
requererem a suspensão das ações individuais sobre a mesma matéria
para aguardar o desfecho da ação coletiva nos termos do art. 94, Lei
8078/90.
PARTES NO PROCESSO TRABALHISTA
4 Substituição processual:
● Os trabalhadores substituídos podem integrar o feito como
litisconsortes passivos ou requeiram suspensão de suas ações
individuais com o mesmo objeto para que possam se valer dos
benefícios da coisa julgada na ação coletiva.
● A legitimidade do sindicato para atuar como substituto
processual não é exclusiva, mas concorrente com as demais
entidades mencionadas no art. 82 da Lei 8078/90 e não inibe que
cada lesado, individualmente, faça uso de ação individual.
• O rol de substituídos não precisa ser juntado com a inicial quando o sindicato atua como substituto
processual dos trabalhadores da categoria. Entretanto em algumas situações pode ser exigido,
quando houver necessidade de prova oral e envolver situação pessoal, para a possibilidade de
maior conhecimento da causa e não inviabilizar o direito de defesa do reclamado.
PARTES NO PROCESSO TRABALHISTA
4 Substituição processual - assim:
• O rol de substituídos não precisa ser juntado com a inicial quando o sindicato atua como substituto
processual dos trabalhadores da categoria.
• Entretanto em algumas situações pode ser exigido, quando houver necessidade de prova oral e
envolver situação pessoal, para a possibilidade de maior conhecimento da causa e não inviabilizar
o direito de defesa do reclamado.
PARTES NO PROCESSO TRABALHISTA
5 Litisconsórcio:
LITISCONSÓRCIO:
● É tratado num único artigo da CLT – 842 (regra de litisconsórcio
ativo facultativo) pois a opção do litisconsórcio cabe aos
trabalhadores.
LITISCONSÓRCIO NECESSÁRIO:
Justifica-se quando a lei exigir ou em razão da natureza da relação
jurídica ou dos efeitos da decisão que pode afetar a esfera jurídica
de terceiros, que estejam no polo ativo ou passivo.
PARTES NO PROCESSO TRABALHISTA
5 Litisconsórcio:No DPT não é frequente a exigência do
litisconsórcio necessário.
EX1: Ação Anulatória de Normas Convencionais em que devem figurar
como litisconsortes necessários os sindicatos que firmaram
instrumento normativo coletivo.
EX2. MS onde deve figurar como litisconsorte necessário a parte a
quem a concessão da ordem de segurança pode prejudicar.
PRAZO EM DOBRO DO ART. 229 DO CPC PARA OS LITISCONSORTES COM
PATRONOS DIFERENTES??
Jurisprudência trabalhista não julga aplicável o disposto no art.
229 do CPC atual em razão dos princípios:
A) da celeridade
B) da simplicidade
Vide OJ 310 SDI-I, do TST
Ano: 2017. Banca: Centro de Seleção e de Promoção 
de Eventos UnB - CESPE CEBRASPE. 
Prova: CESPE/CEBRASPE - PGM - Procurador do 
Município - 2017
Não se aplica ao processo do trabalho a regra
processual segundo a qual os litisconsortes que tiverem
diferentes procuradores de escritórios de advocacia
distintos terão prazos contados em dobro para todas as
suas manifestações.
a)Certo
b) Errado
Havendo morte do empregado, deverá ocorrer a 
substituição processual:
a)Certo
b) Errado
No caso de demanda ajuizada pelo Sindicato 
visando a cobrança de um adicional, por 
exemplo, não há exigência legal de intimação 
do substituto para querendo, integrar a 
lide.
a)Certo
b) Errado
	Slide 1
	Slide 2: DIREITO PROCESSUAL DO TRABALHO
	Slide 3: TRABALHO – QUESTÃO 01 – ORIGEM HISTÓRICA E ORGANIZACIONAL DA JT 
	Slide 4: TRABALHO – QUESTÃO 01 – ORIGEM HISTÓRICA E ORGANIZACIONAL DA JT 
	Slide 5: TRABALHO – QUESTÃO 01 – ORIGEM HISTÓRICA E ORGANIZACIONAL DA JT 
	Slide 6: TRABALHO – QUESTÃO 01 – ORIGEM HISTÓRICA E ORGANIZACIONAL DA JT 
	Slide 7: Obs: JUIZ DO TRABALHO E VARAS DO TRABALHO 
	Slide8: Obs: TRT´S – TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO 
	Slide 9: Obs: TST – TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO 
	Slide 10
	Slide 11: PARTES NO PROCESSO TRABALHISTA 
	Slide 12: PARTES NO PROCESSO TRABALHISTA 
	Slide 13: PARTES NO PROCESSO TRABALHISTA 
	Slide 14: PARTES NO PROCESSO TRABALHISTA 
	Slide 15: PARTES NO PROCESSO TRABALHISTA 
	Slide 16: PARTES NO PROCESSO TRABALHISTA 
	Slide 17: PARTES NO PROCESSO TRABALHISTA 
	Slide 18: PARTES NO PROCESSO TRABALHISTA 
	Slide 19: PARTES NO PROCESSO TRABALHISTA 
	Slide 20: PARTES NO PROCESSO TRABALHISTA 
	Slide 21: PARTES NO PROCESSO TRABALHISTA 
	Slide 22: PARTES NO PROCESSO TRABALHISTA 
	Slide 23: PARTES NO PROCESSO TRABALHISTA 
	Slide 24: PARTES NO PROCESSO TRABALHISTA 
	Slide 25: PARTES NO PROCESSO TRABALHISTA 
	Slide 26
	Slide 27
	Slide 28

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