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Funções do Que e do Se
Janaína Souto
Somos estimulados a sonhar, a buscar objetivos e a nos orientar em direção ao
que desejamos. Às vezes, o problema é que não sabemos o que queremos. É o
que tenho observado em muitas pessoas, até em mim mesma. A dúvida aparece
quando terminamos uma etapa, como concluir alguns estudos ou finalizar um
trabalho. Também surge quando estamos cansados de uma determinada
situação, quando temos de nos reinventar devido às circunstâncias ou quando
nos deparamos com um fracasso ou um contratempo. [...] Um pequeno exercício
de reflexão pode nos ajudar a recuperar sonhos e a definir objetivos que nos
animem. Vejamos algumas dicas práticas.
Primeiro, não devemos confundir nossos sonhos com fantasias. Um sonho é
um projeto que nos anima, como estudar algo novo, comprar um carro ou ter um
filho. Pode ser mais ou menos ambicioso, mas nos impulsiona a nos esforçar
para conseguir realizá-lo. Já uma fantasia é algo que vive em nossa mente, que
gostamos de imaginar, mas que, no fundo, sabemos que nunca vamos dedicar
muita energia para alcançá-lo. [...] Dar a volta ao mundo, viver nas ilhas
paradisíacas do Pacífico ou se tornar diretor de cinema em Hollywood poderiam
ser alguns exemplos. Aprender a diferenciar os sonhos das fantasias nos faz ser
honestos conosco mesmos e nos alivia da pressão de conseguir estas últimas,
das quais, insistimos, não necessitamos.
[...] Quando não sabemos o que queremos ou não temos um sonho claro,
podemos fazer várias coisas. Por um lado, podemos recuperar sonhos do
passado como forma de inspiração. A adolescência é uma época muito frutífera
de ideias. Valeria a pena lembrar do que gostávamos ou o que nos animava. O
objetivo não é realizar os sonhos ao pé da letra. Talvez tenham ficado um pouco
desatualizados ou, simplesmente, sejam impossíveis de alcançar, como se
queríamos ser astronautas e agora temos 40 anos. Os velhos sonhos atuam
como faróis, não são cartas de navegação, daí a importância de recuperá-los.
Retomando o exemplo anterior do astronauta, obtemos informações sobre nós
mesmos. Com esse exercício simples, lembramos que gostávamos de aventuras
ou de estudar as estrelas. Dessa forma, podemos nos matricular em um curso de
astronomia, comprar um telescópio ou acessar os recursos da NASA para
conhecer mais a respeito. E você, o que gostava de fazer quando era mais
jovem? O que pode extrair daquilo?
Outra forma de nos orientarmos é pensar naquilo que não queremos. Talvez
este exercício não seja tão atraente quanto imaginar a si mesmo no futuro, mas é
um passo válido. O que eu quero parar de fazer? Pode ser no âmbito pessoal ou
profissional, como evitar me irritar por alguma coisa, não continuar neste trabalho
ou manter uma amizade.
Quando estamos em uma dúvida profunda sobre o que fazer ou quais são
nossos sonhos, temos outra opção: refletir sobre com quem gostaríamos de
parecer, mesmo que seja um personagem de ficção. Mais uma vez, isso funciona
como farol, mas volta a nos dar pistas sobre nós mesmos. Com este exercício,
podemos tirar conclusões que nos ajudem a aterrissar na realidade e a definir
objetivos concretos.
Questão
Em qual alternativa o termo “que” é um pronome relativo?
A) “[...] podemos tirar conclusões que nos ajudem a aterrissar na realidade [...]”.
B) “[...] sabemos que nunca vamos dedicar muita energia [...]”.
C) “[...] mesmo que seja um personagem de ficção.”.
D) “O que pode extrair daquilo?”.
E) “[...] lembramos que gostávamos de aventuras [...]”.
Questão
Gatos somem no Rio de Janeiro. Dizia-se que o fenômeno se relacionava com a
indústria doméstica das cuícas, localizada nos morros. Agora ouço dizer que se
relaciona com a vida cara e a escassez de alimentos. À falta de uma fatia de
vitela, há indivíduos que se consolam comendo carne de gato, caça tão esquiva
quanto a outra (3º parágrafo).
No trecho acima, o pronome relativo “que” retoma o seguinte termo
antecedente:
A) Gatos.
B) fenômeno.
C) indústria.
D) alimentos.
E) indivíduos.
Questão
Antigamente a vida era outra aqui neste lugar onde o rio, dando areia, cobra-
d’água inocente, e indo ao mar, dividia o campo em que os filhos de portugueses
e da escravatura pisaram.
Couro de pé roçando pele de flor. Mangas engordando, bambuzais rebentando
vento, uma lagoa, um lago, um laguinho, amendoeiras, pés de jamelão e o
bosque de Eucaliptos. Tudo isso do lado de lá. Do lado de cá, os morrinhos,
casarões mal-assombrados, as hortas de Portugal Pequeno e boiada pra lá e pra
cá na paz de quem não sabe da morte.
Questão
Em diagonal, os braços do rio, desprendidos lá pela Taquara, cortavam o
campo: o direito ao meio; o esquerdo, que hoje separa os Apês das casas e
sobre o qual está a ponte por onde escoa o tráfego da principal rua do bairro, na
parte de baixo. E, como o bom braço ao rio volta, o rio totalmente abraçado, ia
ziguezagueando água, esse forasteiro que viaja parado, levando íris soltas em
seu leito, deixando o coração bater em pedras, doando mililitros para os corpos
que o ousaram, para as bocas que morderam seu dorso. Ria o rio, mas Busca-
Pé bem sabia que todo rio nasce para morrer um dia.
Questão
Um dia essas terras foram cobertas de verde com carro de boi desafiando
estradas de terra, gargantas de negros cantando samba duro, escavação de
poços de água salobra, legumes e verduras enchendo caminhões, cobra
alisando o mato, redes armadas nas águas. Aos domingos, jogo de futebol no
campo do Paúra e bebedeira de vinho sob a luz das noites cheias.
[...]
Os dois filhos de portugueses tratavam das hortas de Portugal Pequeno nas
terras herdadas. Sabiam que aquela região seria destinada à construção de um
conjunto habitacional, mas não que as obras estavam para começar em tão
pouco tempo.
Questão
Em todas as alternativas abaixo o vocábulo “que” encontra-se destacado.
Assinale a opção em que sua classificação morfológica é diferente da dos
demais.
A) “dividia o campo em que os filhos de portugueses”(1º§).
B) “o esquerdo, que hoje separa os Apês das casas” (3º§).
C) “esse forasteiro que viaja parado,” (3º§).
D) “para as bocas que morderam seu dorso.” (3º§).
E) “Busca-Pé bem sabia que todo rio nasce para morrer um dia” (3º§).
Questão
Em todas as alternativas abaixo o vocábulo “que” encontra-se destacado.
Assinale a opção em que sua classificação morfológica é diferente da dos
demais.
A) “dividia o campo em que os filhos de portugueses”(1º§).
B) “o esquerdo, que hoje separa os Apês das casas” (3º§).
C) “esse forasteiro que viaja parado,” (3º§).
D) “para as bocas que morderam seu dorso.” (3º§).
E) “Busca-Pé bem sabia que todo rio nasce para morrer um dia” (3º§).
Questão
Assinale a alternativa em que o termo sublinhado exerce a mesma função
sintática que a palavra “que” em “Nas últimas duas décadas, houve um aumento
na procura e na oferta de sistemas hidráulicos que facilitem o aproveitamento de
águas pluviais e o reúso de águas cinzas em diversos usos não potáveis nas
mais variadas tipologias de edificações em prol da sustentabilidade.” (linhas de 6
a 10).
A) “ou até mesmo reutilizar água do enxague de máquinas de lavar roupa”
(linhas 1 e 2)
B) “O Distrito Federal (DF) vivenciou uma crise hídrica sem precedentes em sua
história.” (linhas 21 e 22)
Questão
C) “A seca de 2016 reduziu drasticamente os níveis dos principais reservatórios,
o que fez com que a Barragem do Descoberto, que abastece cerca de 65% da
região, chegasse a menos de 20% de sua capacidade (ADASA, 2016).” (linhas
de 22 a 26)
D) “Evidentemente, qualquer aumento drástico no consumo de água ou redução
significativa no regime de chuva pode gerar um colapso em partes do sistema
público de abastecimento.” (linhas de 37 a 40)
E) “a concessionária local está promovendo a construção de novos sistemas
produtores para captação de água no Ribeirão Bananal, no Lago Paranoá e na
Usina Hidrelétrica Corumbá IV (CAESB, 2014).” (linhas de 45 a 49)
Questão
Fonte: Arial
Tamanho:18Alinhamento: Justificado, exceto para títulos
Sem numeração nas questões
( ) CERTO ( ) ERRADO
Questão
Questão
Questão
O conector que classifica-se diferentemente do que se destaca em “coisas que
você deve fazer” (l 1-2) em:
A) “Eu, que não apostei na Mega-Sena” (l 36)
B) “coisas que a gente precisa porque precisa fazer” (l 13)
C) “lugares que você deve conhecer” (l 2-3)
D) “os cem pratos que você deve provar” (l 3-4)
E) “terem a certeza absoluta de que você vai morrer” (l 5-6)
Questão
Funções do SE
A palavra se destacada contém a ideia de condição em:
A) “e os mecanismos com os quais podemos minimizá-los têm pouquíssimo
destaque se comparados aos de outros tipos de poluição.”
B) “Mais de perto, a poluição luminosa pode ser notada quando se observa uma
‘aura’ de luz no horizonte”
Questão
C) “Mariposas e besouros têm seus ciclos de vida alterados e são atraídos e
desorientados pela luz, tornando-se vítimas fáceis de aves, morcegos e outros
predadores.”
D) “mudanças na duração dos dias causadas por luminárias provocam confusão
em relação à estação do ano em que se encontram.”
E) “Com o desenvolvimento tecnológico das lâmpadas LED (sigla em inglês para
diodo emissor de luz), a iluminação artificial torna-se mais eficiente
energeticamente.”
Questão
Referente ao excerto “Procura-se um martelinho de ouro. Aceitam-se
indicações de profissionais pacientes [...]”, assinale a alternativa correta.
A) Em ambos os casos, o pronome “se” exerce a mesma função.
B) A expressão “aceitam-se” poderia ser substituída por “aceita-se” sem que isso
causasse prejuízo sintático ou semântico ao período.
C) Ambas as orações estão na voz ativa.
D) Em “aceitam-se”, o pronome indica que o sujeito do verbo é indeterminado.
E) Em “procura-se”, “eu” é sujeito oculto do verbo, sendo a oração parafraseável
por “eu procuro um martelinho de ouro”.
Questão
O pronome “se” presente em “O homem que se cuida” deve ser
classificado, em função do papel que exerce como:
A) pronome apassivador.
B) parte integrante do verbo.
C) pronome reflexivo.
D) índice de indeterminação do sujeito.
E) pronome recíproco.
Questão
A opção por uma linguagem informal, em algumas passagens do texto, permite jogos de
palavras como o que se verifica no emprego de Se nas seguintes frases:
“Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço.” (L.
48-49)
“Se acostuma para evitar feridas, sangramentos.” (L. 55-56)
Nos trechos acima, as palavras em destaque classificam-se, respectivamente, como
A) conjunção e pronome
B) conjunção e preposição
C) pronome e preposição
D) pronome e conjunção
E) conjunção e conjunção
Questão
Na língua portuguesa, uma das formas de expressar a voz passiva é por meio de
verbo na terceira pessoa do singular ou do plural, acompanhado pelo pronome
apassivador se, constituindo o que se chama de voz passiva sintética, como
pode ser observado no seguinte trecho do Texto I:
“Nas batalhas comerciais, usa-se, hoje, um arsenal variado, que inclui subsídios
diretos a empresas selecionadas.” (L 26-28)
A construção de voz passiva sintética pode ser encontrada nas seguintes
frases, EXCETO em:
A) Com o aumento da dívida pública, gerou-se enorme desgaste na credibilidade
do governo americano.
B) Na luta por resistir à crise econômica, combate-se o desemprego em todos os
países, mesmo nas grandes potências.
Questão
C) Para conter o excesso de globalização, precisa-se de uma série de medidas
protecionistas rígidas e abrangentes.
D) Nas últimas décadas, perde-se uma batalha comercial a cada dia, devido a
barreiras econômicas e subsídios fiscais.
E) Nos dias atuais, para resistir à redistribuição do poder, provoca-se uma crise
artificial de proporções assustadoras.
Questão
A palavra se, empregada em “Que me aconteceria se eu dissesse a uma bela
dama” ( l 32-33), tem a mesma classe gramatical do que se destaca em:
A) Não se sabe quão fundamental é dominar a norma-padrão da língua.
B) Se não dominamos o idioma, não conseguimos nos expressar bem.
C) Cria-se muita polêmica em relação ao uso da língua portuguesa.
D) Não se precisa de todas as regras gramaticais para usar bem o idioma.
E) É normal não se dominarem todas as regras da norma-padrão.
Questão
Gabarito
1. A
2. E
3. E
4. E
5. C
6. E
7. A
8. A
9. C
10. A
11. C
12. B

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