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1 3 Pré-aulaSP 1.1 2 ATELIÊ: VIAS DA DOR: DO RECEPTOR À TERAPÊUTICA MEDICAMENTOSA Realize a leitura dos textos indicados com direcionamento para as atividades pro- postas no roteiro da SP 1.1. • BEAR, M. F. Neurociências. 4. ed. Porto Alegre: ArtMed, 2017. Capítulo 12 – Dor. (p. 437-451). Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/ books/9788582714331/. Acesso em: 24 nov. 2025. • DYNAMED. Cefaleia - Abordagem ao paciente adulto. EBSCO Information Services. Disponível em: https://www.dynamed.com/approach-to/headache- approach-to-the-adult-patient. Acesso em: 24 nov. 2025. • JUNQUEIRA, L. C. U.; CARNEIRO, J. Histologia básica: texto e atlas. 14. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2023. Capítulo 9 – Tecido nervoso (p. 176-179). Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/ books/9788527739283/. Acesso em: 24 nov. 2025. • LENT, R. Neurociência da mente e do comportamento. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2023. Capítulo 4 – Medula espinal (p. 136-146). Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527739528/. Acesso em: 24 nov. 2025. • LOSCALZO, J.; et al. Medicina interna de Harrison. 21. ed. – Porto Alegre: AMGH, 2024. Capítulo 16 – Cefaleias. (p. 112-116). Disponível em: https://app. minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786558040231/. Acesso em: 24 nov. 2025. • WHALEN, K. L.; LERCHENFELDT, S. M.; GIORDANO, C. R. Farmacologia ilustrada. 8. ed. Porto Alegre: ArtMed, 2025. Capítulo 39 – Tópicos especiais em farmacologia. VI. Medicamentos usados para tratar cefaleia (p. 605-608). Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786558822899/. Acesso em: 24 nov. 2025. https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714331/ https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714331/ https://www.dynamed.com/approach-to/headache-approach-to-the-adult-patient https://www.dynamed.com/approach-to/headache-approach-to-the-adult-patient https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527739283/ https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527739283/ https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527739528/ https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786558040231/ https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786558040231/ https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786558822899/ MorfofuncionalSP 1.1 1 32 OBJETIVOS 1. Caracterizar os nociceptores e diferenciar as fibras nervosas quanto à quantidade de mielina. 2. Reconhecer os componentes anatômicos envolvidos na condução da dor, incluindo nociceptores, fibras nervosas (Aδ, C), raízes dorsais, medula espinhal e vias ascendentes. 3. Descrever a organização das vias espinotalâmicas, destacando os neurônios de primeira, segunda e terceira ordem e suas projeções corticais. ATIVIDADE 1: VELOCIDADE DE CONDUÇÃO DAS FIBRAS NERVOSAS A. Acesse o link a seguir e realize o que se pede na sequência: https://ilearn. med.monash.edu.au/physiology/experiments/action-potentials/axon- diameter#simulation 1. Plotar no gráfico disponibilizado no site a velocidade de condução do impulso nervoso em axônio mielinizado e não mielinizado. 2. Preencha o quadro disponibilizado no site e compare a relação entre diâmetro do axônio, mielinização e velocidade de condução do impulso nervoso. TAYLOR, A.; QUIROGA, M. M. Experimentos de potencial de ação - Efeito do diâ- metro do axônio e da mielinização na velocidade de condução. Monash Univer- sity [2025]. Disponível em: https://ilearn.med.monash.edu.au/physiology/experi- ments/action-potentials/axon-diameter#simulation. Acesso em: 05 jan. 2026. 3. RESPONDA Por que quanto maior a espessura da bainha de mielina, maior a velocidade de condução do impulso nervoso? https://ilearn.med.monash.edu.au/physiology/experiments/action-potentials/axon-diameter#simulation https://ilearn.med.monash.edu.au/physiology/experiments/action-potentials/axon-diameter#simulation https://ilearn.med.monash.edu.au/physiology/experiments/action-potentials/axon-diameter#simulation https://ilearn.med.monash.edu.au/physiology/experiments/action-potentials/axon-diameter#simulation https://ilearn.med.monash.edu.au/physiology/experiments/action-potentials/axon-diameter#simulation MorfofuncionalSP 1.1 1 32 B. PREENCHIMENTO DE QUADRO – FISIOLOGIA DA DOR 1. Complete o quadro a seguir e responda a pergunta: quais são as principais diferenças entre as vias espinotalâmicas (neoespinotalâmica) e espinorreticulares (paleoespinotalâmica)? Quadro 1: Vias espinotalâmicas x espinorreticulares Característica Via espinotalâmica (neoespinotalâmica) Via espinorreticular (paleoespinotalâmica) Função principal Destino principal Tipo de dor Velocidade de condução Aspecto clínico Fonte: Elaborado pelo autor, 2025. MATERIAIS NECESSÁRIOS Notebook ou tablet. REFERÊNCIAS JUNQUEIRA, L. C. U.; CARNEIRO, J. Histologia básica: texto e atlas. 14. ed. Rio de Ja- neiro: Guanabara Koogan, 2023. Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com. br/reader/books/9788527739283/. Acesso em: 25 nov. 2025. SPLITTGERBER, R. Snell – Neuroanatomia clínica. 8. ed. Rio de Janeiro: Guana- bara Koogan, 2021. Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/ books/9788527737913/. Acesso em: 25 nov. 2025. https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527739283/ https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527739283/ https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737913/ https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737913/ MorfofuncionalSP 1.1 1 32 ATIVIDADE 2: NOCICEPTOR E O ESTÍMULO NOCICEPTIVO A transdução do sinal elétrico é a transformação de um sinal inicial (mecânico, químico, luminoso etc.) em uma alteração elétrica na membrana celular neuronal, geralmente por meio da abertura ou fechamento de canais iônicos, modificando o potencial de membrana. Observe a figura a seguir e responda o que se pede. Figura 2: Sinal doloroso Fonte: Bear, 2017, p. 441. 1. O que significa dizer que as fibras do tipo C são multimodais? 2. Explique o que está ocorrendo na imagem anterior que leva à ativação do nociceptor. 3. Diferencie hiperalgesia primária de hiperalgesia secundária. MATERIAIS NECESSÁRIOS Notebook ou tablet. MorfofuncionalSP 1.1 1 32 REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA BEAR, M. F. Neurociências. 4. ed. Porto Alegre: ArtMed, 2017. Disponível em: ht- tps://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714331/. Acesso em: 24 nov. 2025. https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714331/ https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714331/ MorfofuncionalSP 1.1 1 32 ATIVIDADE 3: VIAS ASCENDENTES A. A imagem a seguir apresenta a organização das vias ascendentes e descendentes na medula espinal; analise a imagem e responda o que se pede. Figura 3: Vias ascendentes e descendentes Fonte: Splittgerber, 2021, p. 141. 1. Qual é o tipo de estímulo que é transmitido em cada uma das vias a seguir? Fascículo grácil Fascículo cuneiforme Trato espinocerebelar anterior e posterior Trato espinotalâmico lateral Trato espinotalâmico anterior B. Reconheça os funículos da medula espinal (anterior, posterior e laterais) e descreva os principais tratos e fascículos, preenchendo o quadro a seguir com as informações solicitadas. MorfofuncionalSP 1.1 1 32 Quadro 2: Principais tratos e fascículos Funículo Trato/ fascículo Origem Destino Função Anterior Posterior Lateral Fonte: Elaborado pelo autor, 2025. C. Em grupo, faça um fluxograma representando os caminhos neuronais da dor, descrevendo as estruturas anatômicas e os neurotransmissores envolvidos. (Descreva a localização dos neurônios primários, secundários, terciários etc. nas vias da dor espinotalâmica e espinorreticular). MATERIAIS NECESSÁRIOS Modelos anatômicos da medula espinal, atlas de anatomia humana, notebooks e tablets. REFERÊNCIA BEAR, M. F. Neurociências. 4. ed. Porto Alegre: ArtMed, 2017. Disponível em: ht- tps://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714331/. Acesso em: 24 nov. 2025. SPLITTGERBER,R. Snell – Neuroanatomia clínica. 8. ed. Rio de Janeiro: Guana- bara Koogan, 2021. Disponível em: https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/ books/9788527737913/. Acesso em: 25 nov. 2025. https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714331/ https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582714331/ https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737913/ https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527737913/ Medicina LaboratorialSP 1.1 1 32 OBJETIVOS 1. Descrever a farmacologia dos principais medicamentos utilizados no tratamento das cefaleias, incluindo dipirona, metoclopramida, diidroergotamina e sumatriptano: mecanismo de ação, doses terapêuticas, efeitos adversos e contraindicações, correlacionando-os à fisiopatologia da enxaqueca e da cefaleia tensional. 2. Discutir estratégias farmacológicas para manejo das cefaleias secundárias, considerando situações como hipertensão intracraniana, infecções e distúrbios metabólicos, com foco na escolha racional de analgésicos, antieméticos e medidas adjuvantes. 3. Avaliar os efeitos adversos, interações medicamentosas e riscos do uso crônico dos fármacos empregados no tratamento das cefaleias, incluindo potencial para abuso, toxicidade e impacto na qualidade de vida. 4. Integrar terapias farmacológicas e não farmacológicas no plano terapêutico, discutindo evidências de eficácia e aplicabilidade clínica. 5. Descrever a farmacologia dos principais medicamentos utilizados na profilaxia das cefaleias primárias, incluindo topiramato, propranolol, amitriptilina, nortriptilina, valproato, anticorpos monoclonais anti-CGRP e toxina botulínica: mecanismo de ação, doses terapêuticas, efeitos adversos e contraindicações. ATIVIDADE 1: CONSTRUÇÃO DE EVIDÊNCIAS SOBRE TERAPIAS NÃO FARMACOLÓGICAS 1. Divisão em pequenos grupos Cada grupo receberá um tema específico relacionado ao tratamento não farmaco- lógico: A - técnicas de relaxamento e manejo do estresse; B - acupuntura; C - mudanças de estilo de vida (sono, dieta, atividade física); D - biofeedback e terapia cognitivo-comportamental; E - suplementos nutricionais (magnésio, riboflavina, coenzima Q10). Medicina LaboratorialSP 1.1 1 32 2. Tarefa do grupo Pesquisar rapidamente em bases confiáveis (DynaMed, PubMed) evidências sobre: A - grau de recomendação (forte, moderada, fraca); B - qualidade da evidência (alta, moderada, baixa); C - benefícios e limitações. Sintetizar as informações em um quadro-resumo com: Intervenção → Evidência → Aplicabilidade clínica. 3. Apresentação rápida A - Cada pequeno grupo compartilha suas conclusões. B - Debate sobre quais estratégias têm maior suporte científico e como podem ser integradas ao plano terapêutico. MATERIAIS NECESSÁRIOS • Acesso à internet (DynaMed, UpToDate, PubMed). • Ferramenta colaborativa (Padlet, Jamboard ou Google Docs). Medicina LaboratorialSP 1.1 1 32 ATIVIDADE 2 - SIMULAÇÃO DE COMITÊ TERAPÊUTICO Analisar casos clínicos e propor esquemas farmacológicos fundamentados em di- retrizes e evidências científicas. 1. Contexto da atividade A turma será dividida em grupos que atuarão como um Comitê de Avaliação Tera- pêutica. Cada grupo receberá um dossiê clínico com informações sobre um paciente com cefaleia (aguda ou crônica), incluindo histórico, exames e tratamentos prévios. Casos sugeridos Caso 1: Paciente com enxaqueca episódica, crises mensais, sem comorbidades. Caso 2: Paciente com cefaleia tensional crônica, histórico de depressão leve. Caso 3: Paciente com enxaqueca crônica refratária, já em uso de topiramato, apre- sentando efeitos adversos. 2. Tarefas do grupo Analisar o caso e identificar os problemas farmacológicos (uso inadequado, risco de abuso, interações). Selecionar os fármacos mais adequados para tratamento agudo e/ ou profilático, justificando: • mecanismo de ação; • dose terapêutica; • efeitos adversos e contraindicações. Integrar medidas não farmacológicas quando aplicável. Apresentar uma proposta terapêutica completa (com racional científico). 3. Apresentação e debate Cada grupo apresenta sua proposta em cinco minutos. Debate orientado pelo professor sobre escolhas, evidências e alternativas. MATERIAIS NECESSÁRIOS • Acesso à internet (DynaMed, PubMed). • Ferramenta colaborativa (Padlet, Jamboard ou Google Docs). Medicina LaboratorialSP 1.1 1 32 REFERÊNCIAS DYNAMED. Cefaleia – Abordagem ao paciente adulto. EBSCO Information Services, 2025. Disponível em: https://www.dynamed.com/approach-to/headache-approa- ch-to-the-adult-patient. Acesso em: 24 nov. 2025. TURKEL, C. C.; et al. Tratamento da enxaqueca crônica com botox (onabotulinum- toxina A): Desenvolvimento, descobertas e impacto. Medicine, Baltimore, v. 102(S1), e32600, 2023. Disponível em: https://journals.lww.com/md-journal/ fulltext/2023/07011/Treatment_of_chronic_migraine_with_Botox.10.aspx. Aces- so em: 24 nov. 2025. WHALEN, K. L.; LERCHENFELDT, S. M.; GIORDANO, C. R. Farmacologia ilustrada. 8. ed. Porto Alegre: ArtMed, 2025. Capítulo 39 – Tópicos especiais em farmacologia. VI. Medicamentos usados para tratar cefaleia (p. 605-608). Disponível em: https:// app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786558822899/. Acesso em: 24 nov. 2025. https://www.dynamed.com/approach-to/headache-approach-to-the-adult-patient https://www.dynamed.com/approach-to/headache-approach-to-the-adult-patient https://journals.lww.com/md-journal/fulltext/2023/07011/Treatment_of_chronic_migraine_with_Botox.10.aspx https://journals.lww.com/md-journal/fulltext/2023/07011/Treatment_of_chronic_migraine_with_Botox.10.aspx https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786558822899/ https://app.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9786558822899/