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1 2 3 5 ª E T A P A 4 Copyright © Inspirali Educação. Todos os direitos reservados. Proibida a reprodução, mesmo que parcial, por qualquer meio e processo, sem a prévia autorização escrita da Inspirali Educação. 21-64147 CDD-610.07 NLM-WB 100 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Bússola inspirali [livro eletrônico] : aluno : 5ª etapa / [organização José Lúcio Machado, Lena Vânia Carneiro Peres, Débora Cristina Alavarce]. -- 1. ed. -- Santo André, SP : Difusão Editora : Inspirali Educação, 2021. -- (Bússola Inspirali ; 1) PDF ISBN 978-65-88166-22-2 1. Aprendizagem - Metodologia 2. Currículos 3. Estudantes de medicina 4. Medicina - Estudantes 5. Medicina - Estudo e ensino 6. Medicina e saúde I. Machado, José Lúcio. II. Peres, Lena Vânia Carneiro. III. Alavarce, Débora Cristina. IV. Série. Índices para catálogo sistemático: 1. Medicina e saúde : Estudo e ensino 610.07 Maria Alice Ferreira - Bibliotecária - CRB-8/7964 5 SUMÁRIO 5ª E T A P A HABILIDADES/ESTAÇÕES CLÍNICAS .....................................................................................7 Competências s e estratégias educacionais .............................................................8 O que o estudante aprende nesta etapa ....................................................................9 Competências e habilidades ......................................................................................10 Cognitivas ..........................................................................................................10 Psicomotoras ....................................................................................................11 Atitudinais .........................................................................................................12 Cronograma EC/HM .................................................................................................13 PRÁTICAS MÉDICAS NO SUS ..............................................................................................15 SITUAÇÕES-PROBLEMAS E ROTEIROS ...............................................................................17 Complexo temático I - Dor ........................................................................................................18 Árvore temática 1 .........................................................................................................20 Agenda para TBL .........................................................................................................120 Complexo temático II - Febre, inflamação e infecção familiar ........................................121 Árvore temática 2 .......................................................................................................123 Agenda para TBL .........................................................................................................212 Complexo temático III Dor abdominal, diarreia, vômitos e icterícia............................... 74 Árvore temática 3 .........................................................................................................76 Agenda para TBL ............................................................................................................99 6 ÍCONES ÍCONE SIGNIFICADO Vídeo disparador disponível na plataforma. Vídeoaula ou podcast disponível na plataforma. Vídeo interativo disponível na plataforma. Vídeo de animação disponível na plataforma. Aula interativa disponível na plataforma. Material de apoio disponível na plataforma. Tarefa, questionário ou caso disponível na plataforma. 7 HABILIDADES/ ESTAÇÕES CLÍNICAS 5ª E T A P A 8 OBJETIVOS E ESTRATÉGIAS EDUCACIONAIS HABILIDADES/ESTAÇÕES CLÍNICAS 9 As atividades de Estações Clínicas (EC) fazem parte da unidade curricular Habilidades Médicas (HM), da 1ª a 8ª etapa, divididas nos dois primeiros ciclos e abordam os elementos de comunicação em consulta, exame físico, raciocínio clínico e relacionamento médico+paciente, através de oficinas práticas, sala de aula invertida, simulações com pacientes padronizados, discussões em pequenos grupos (sínteses provisórias e novas sínteses). As ECs trabalham as competências cognitivas (compreender os elementos da consulta e como utilizá-los na proposta de cuidado), psicomotoras (realizar os exames físicos apropriados) e atitudinais (reconhecer a pessoa entrevistada, valorar o que lhe foi dito e compor estes valores na experiência terapêutica). Nesta etapa haverá uma interação maior com os temas de NCS e PM SUS, que deverão ser correlacionados com as vivências dos(as) estudantes no cenário de prática. DETALHAR, RELACIONAR E DIFERENCIAR Chegamos ao aprofundamento dos raciocínios etiológicos e diferenciais, aproveitando os módulos de queixas relacionadas à dor, febre e inflamação, nos quais os(as) estudantes iniciam pela propedêutica neurológica e ortopédica, procurando desenvolver as ferramentas para hierarquizar e embasar seus diagnósticos, e de sugerir os exames complementares para incrementar sua acurácia. Para trabalhar o aspecto psicossocial, os pacientes serão de comunidades ou segmentos populacionais vulneráveis. O segundo módulo traz pessoas com quadros febris, perda de peso e mal estar, com detalhes na história (pessoal e epidemiológica) e no exame físico que auxiliam quanto aos seus diagnósticos e escolha dos exames laboratoriais e de imagem. Objetivos e Estratégias educacionais 10 COMPETÊNCIAS ESPERADAS Ao final desta etapa espera-se que os(as) estudantes sejam capazes de demonstrar as seguintes competências, descritas aqui através da taxonomia de Bloom. COGNITIVAS 1. Aplicar de forma mais segura o Método Clínico Centrado na Pessoa, sendo capaz de aplicar os elementos do SIFE (Sentimentos, Ideias, Funcionamento e Expectativa). 2. Registrar esses dados no formato de história clínica, seja no modelo tradicional, seja no modelo SOAP, que permita discutir os elementos da entrevista em pequeno grupo. 3. Identificar a maioria dos problemas da pessoa entrevistada, e trazer ofertas - mais detalhadas e vinculadas à realidade da pessoa - de cuidados relacionados. 4. Utilizar o protocolo SPIKE de comunicação de más notícias quando necessário. 5. Organizar o seu raciocínio clínico a partir de diagnósticos sindrômicos e diferenciais, valorizando os dados epidemiológicos de cada caso. 6. Sugerir condutas farmacológicas básicas de tratamento. 7. Sugerir exames complementares que auxiliem na condução dos casos. Objetivos Específicos 11 PSICOMOTORAS 1. Realizar a aferição de peso, altura e circunferência abdominal em adultos. 2. Calcular e interpretar o Índice de Massa Corpórea a partir dos dados anteriores. 3. Aferir a pressão arterial, frequência cardíaca, frequência respiratória e temperatura, em pessoa adulta, de forma habilidosa. 4. Aplicar alguma escala de dor para pessoas que tragam essa queixa. 5. Realizar o exame físico quantitativo, de forma habilidosa. 6. Realizar exame de linfonodos, de forma habilidosa. 7. Realizar exame de orocospia, de forma habilidosa. 8. Realizar exame cardíaco, de forma habilidosa. 9. Realizar exame pulmonar, de forma habilidosa. 10. Realizar o exame abdominal, de forma mais habilidosa. 11. Realizar o exame de mamas, mesmo de forma mecanizada. 12. Realizar as principais manobras de exame ortopédico. 13. Realizar as principais manobras de exame neurológico. 14. Realizar de forma mecanizada a otoscopia. 15. Realizar o exame de tireoide, mesmo de forma mecanizada. 16. Ao final, consegue explicar à pessoa o significado desses achados. 12 ATITUDINAIS 1. Reconhecer e manter um diálogo com a pessoa entrevistada. 2. Acolher as informações obtidas sem juízo de valor. 3. Respeitar o sigilo da entrevista. 4. Aprofundar elementos da vida da pessoa, que impactem no seu processo de saúde e doença (condições de moradia, de trabalho,relacionamentos afetivos). 5. Valorar estes elementos de forma a promover uma melhor pactuação de cuidados. 6. Ser capaz de explicar, depois da entrevista, quem foi essa pessoa, sua vida, suas relações e como estas impactam em seus problemas. ESTAÇÃO TEMA 1 Apresentação dos professores e da Unidade Curricular Apresentação do cronograma e pactuações 1ª Oficina - Diagnóstico sindrômico e o diferencial 2 2ª Oficina - Exame físico ortopédico e neurológico 3ª Oficina - Exame otológico e oftalmológico 3 1ª Simulação - Vagner Santa Cruz 4 2ª Simulação - Luciana Cintra Gonçalves 5 3ª Simulação - Heitor Xavier 6 Síntese provisória 7 Nova síntese 8 APA meio semestre Reteste 9 4ª Oficina - Exame físico de pele 5ª Oficina - Interpretação clínica dos quadros febris e de intermação. 10 4ª Simulação - Samantha Alencar 11 5ª Simulação - Walmir Santana Cronograma EC/HM https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 12 6ª Simulação - Isadora Toledo 13 Síntese provisória 14 Nova síntese APA de final de etapa 15 Avaliação somativa das competências desenvolvidas. 16 Avaliação somativa das competências desenvolvidas. 17 Avaliação somativa das competências desenvolvidas. https://www.ulife.com.br/inspirali PRÁTICAS MÉDICAS NO SUS 5ª E T A P A D1 /AF Devolutiva de Avaliação Cognitiva D1, APA e portfólio 5 Nova síntese 4 6 Oficina de trabalho 5 - Atenção integral aos pacientes portadores de hanseníase Nova síntese 5 7 Mesa redonda - Atenção integral à população vulnerável D2/AF Avaliação Cognitiva D1 D2/AF Devolutiva de Avaliação Cognitiva D2, APA E portfólio TEMA INTENCIONALIDADE DATA (a ser definida pela coordenação) 1 Acolhimento dos(as) estudantes, divisão de grupos por diversidade (Reflexão da Prática). Discussão do funcionamento da 5a Etapa PMSUS (Reflexão da Prática, UBS e Estágio em Atenção Especializada e Urgência e Emergência). 2 Oficina de trabalho 1 - Atenção integral à saúde do adulto Nova síntese 1 3 Oficina de trabalho 2 - Atenção integral aos pacientes portadores de hipertensão arterial Nova Síntese 2 4 Oficina de trabalho 3 - Atenção integral aos pacientes portadores de diabetes mellitus. Nova Síntese 3 D1 /AF Avaliação Cognitiva - D1 5 Oficina de trabalho 4 - Atenção integral aos pacientes portadores de tuberculose Cronograma PMSUS 17 SITUAÇÕES - PROBLEMAS E ROTEIROS 5ª E T A P A 18 DOR COMPLEXO TEMÁTICO I 19 “Todo conhecimento comporta o risco do erro e da ilusão. A educação do futuro deve enfrentar o problema de dupla face do erro e da ilusão. O maior erro seria subestimar o problema do erro; a maior ilusão seria subestimar o problema da ilusão. ” (Edgar Morin) Árvore temática 1 https://www.ulife.com.br/inspirali 1 2 3 4 5 21 O QUE É O ATELIÊ DE FORMA E FUNÇÃO? O Ateliê de Forma e Função é um ecossistema de aprendizagem ativa e colaborativa. Por meio desta estratégia de aprendizagem, os conhecimentos adquiridos no Laboratório Morfofuncional e na Medicina Laboratorial serão potencializados. A partir de diferentes experiências de aprendizagem colaborativa, argumentaremos sobre a importância da cooperação para a formação médica. Além disso, buscamos evidenciar, com este ecossistema, a necessidade e as implicações de uma formação médica fundamentada numa perspectiva integral. Ou seja, com o Ateliê de Forma e Função, será possível reconhecer, por meio de uma diversidade de recursos, o quanto diferentes áreas das ciências importam para a Medicina e para os seus profissionais. Em relação à metodologia utilizada, a experiência de aprendizagem se dá por meio da “Rotação em Estações”. Nesta abordagem, os recursos tecnológicos e clínicos criam um ambiente dinâmico, em que o estudante assume protagonismo em seu processo de aprendizado. Para além disso, tais recursos de tecnologia asseguram um aprendizado contínuo e duradouro, já que a interatividade e o feedback imediato permitem autonomia e personalização da experiência, os quais são elementos essenciais para o desenvolvimento de diferentes habilidades e competências médicas e comportamentais. Na sequência, apresentamos uma síntese ilustrada sobre as principais características do Ateliê. Analise-a com atenção! 22 COMO FUNCIONA A EXPERIÊNCIA NO ATELIÊ DE FORMA E FUNÇÃO? O Ateliê está estruturado em cinco momentos: 23 COMO POSSO ENRIQUECER A EXPERIÊNCIA NO ATELIÊ DE FORMA E FUNÇÃO? Em cada sessão, há um passo a passo que servirá de guia para a trilha de aprendizagem. Para segui-lo, utilize os roteiros disponibilizados. Neles, os momentos do Ateliê estão representados com os números e os símbolos abaixo. Confira-os: Boa experiência! 1 Trilha de aprendizagem pré-aula 2 Abertura da sessão 3 Rotação em estações 4 Encerramento da sessão 5 Trilha de aprendizagem pós-aula 24 SP 1.1 Tá quente... Vias da dor: do receptor à analgesia medicamentosa por anti-inflamatórios não esteroidais 1 2 3 4 5 25 ATIVIDADE 1: LT KURACLOUD 1. Prezado(a) aluno(a), para que você tenha uma experiência produtiva, faça o login na plataforma LT Kuracloud e siga os próximos passos. (https://accounts. kuracloud.com/user/login?product=adinstruments) 2. No campo esquerdo da sua tela, você encontrará os cursos disponíveis ao seu login. Clique em Anatomia. 3. Abrirá um grande número de opções, clique na opção Sistema Tegumentar. 4. Entre na opção Histologia Tegumentar - Laboratório (imagem abaixo): Trilha de aprendizagem pré-aula 5. Pronto! Agora é só seguir as instruções da trilha de conhecimento. SP 1.1 1 2 3 4 5 26 ATIVIDADE 2: ASSISTIR AO VÍDEO EDUCATIVO 1. Assista aos vídeos de "A" a "C", no Ulife. A. Sinais cardinais da inflamação, necrose e infecção cutânea. B. Aspectos morfofuncionais das vias de dor aguda e crônica. C. Pele e nociceptores. 3. Após assistir ao vídeo, responda às questões: A. Explique por que sentimos dor. Em sua resposta, considere como seria a vida se não sentíssemos dor e dê exemplos de situações em que a dor é útil. B. Por que os nociceptores têm um limiar? Descreva o que acontece com esse limiar após uma lesão tecidual. C. Quais medicações são apresentadas para reduzir a dor? Qual o mecanismo no vídeo? Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 1.1 1 2 3 4 5 27 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: SITUAÇÃO-PROBLEMA 1. Ler a situação-problema relatada abaixo: Joana, com 33 anos, estava cozinhando e, ao mesmo tempo, interagindo com suas amigas no aplicativo de comunicação via celular. Acidentalmente, apoiou a mão esquerda na parte de metal da panela que estava fervendo alguns legumes. Devido à dor intensa que sentiu, sem se dar conta, fez um movimento brusco que resultou em entorse do tornozelo direito. Horas mais tarde, sentia, além da dor na mão, uma dor intensa no tornozelo machucado, tanto que o simples toque no local ou até a lembrança da cena a incomodavam. Considerando a dor apresentada, buscou atendimento médico, em que lhe foi prescrito um anti-inflamatório não esteroidal, além de orientações gerais para o cuidado do seu tipo de queimadura. Uma semana depois, Joana retornou para consulta de seguimento, apresentando movimentação normal, desaparecimento do edema do tornozelo e melhora do aspecto da área lesada na mão. 2. Considerando a situação-problema e de acordo com os conhecimentos obtidos na trilha pré-aula, discuta as questões a seguir: A. Quais estruturas tegumentares provavelmente foram acometidas com a queimadura? B. Por qual razão ela teve aumento da sensibilidade à dor após o acidente? C. Explique por que o médico prescreveu um anti-inflamatório para a Joana. Abertura da sessãoSP 1.1 1 2 3 4 5 28 Roteiro de laboratório morfofuncional Vias da dor: do receptor à analgesia medicamentosa por anti-inflamatórios não esteroidais LOCAL Laboratório Morfofuncional. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Correlacionar osaspectos microscópicos da pele com os receptores nervosos presentes no órgão. Classificar os receptores de dor, bem como suas principais vias. Diferenciar as fibras nervosas quanto à quantidade de mielina e as vias de dor aguda e dor crônica. ESTAÇÃO 1: MAPA DA APRENDIZAGEM Duração total: 37 minutos ATIVIDADE 1: EXPERIMENTO DE POTENCIAL DE AÇÃO 1. Acessar o QR Code ou link https://ilearn.med. monash.edu.au/physiology/action-potentials/axon- diameter#simulation. 2. Plotar no gráfico disponibilizado no site a velocidade de condução do impulso nervoso em axônio mielinizado e não mielinizado. SP 1.1 1 2 3 4 5 29 3. Preencher a tabela disponibilizada no site e comparar a relação entre diâmetro do axônio, mielinização e velocidade de condução do impulso nervoso. ATIVIDADE 2: FISIOLOGIA DA DOR 1. Complete a tabela abaixo e responda à pergunta: quais são as principais diferenças entre as vias espinotalâmicas e espinorreticulares? Fibras Nervosas - Tipo A (delta) Fibras Nervosas - Tipo C Em relação à mielinização Mielinizados Característica da dor Mais duradoura e difusa Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.1 ATIVIDADE 3: SITUAÇÃO-PROBLEMA 1. Ler a situação-problema relatada abaixo: Joana, com 33 anos, estava cozinhando e, ao mesmo tempo, interagindo com suas amigas no aplicativo de comunicação via celular. Acidentalmente, apoiou a mão esquerda na parte de metal da panela que estava fervendo alguns legumes. Considerando a dor apresentada, buscou atendimento médico, qem que lhe foi prescrito um anti-inflamatório não esteroidal, além de orientações gerais para o cuidado do seu tipo de queimadura. Os cuidados com queimadura e outros ferimentos na pele são importantes, já que este órgão tem uma maior chance de infecção. A partir deste disparador, responda: A. Qual o conceito de necrose e como se aplica a lesão da pele apresentada por Joana? B. Por que essa região teria maior chance de infecção? 1 2 3 4 5 30 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.1 MATERIAIS NECESSÁRIOS Tablets ou computadores com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS JUNQUEIRA, Luiz Carlos U.; CARNEIRO, José. Histologia Básica - Texto e Atlas. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2017. E-book. ISBN 9788527732178. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527732178/. Acesso em: 30 nov. 2022. BEAR, Mark F. Neurociências. Porto Alegre: Grupo A, 2017. E-book. ISBN 9788582714331. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788582714331/. Acesso em: 30 nov. 2022. 1 2 3 4 5 31 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.1 ESTAÇÃO 2: REPRESENTAÇÃO DAS VIAS PARA A DOR Duração total: 37 minutos ATIVIDADE 1: LEITURA DO LIVRO, REPRESENTAÇÃO DOS NEURÔNIOS E ESTRUTURAS ANATÔMICAS 1. Acessar em “Minha Biblioteca” o livro: Fundamentos da Neuroanatomia (4ª edição) de Ramon . Consenza; Link: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/ books/978-85-277-2218-6 2. Acessar a página 124 e ler a partir do tópico “Vias somatossensoriais” até a página 126 ao final do tópico “Vias para dor e temperatura do tronco e dos membros”. 3. Na bancada, encontram-se disponíveis modelos anatômicos do torso e da medula espinal. Considerando que a Joana (personagem da atividade de abertura) apresentou uma lesão no tornozelo, com barbantes e fitas adesivas, faça a representação dos neurônios que compõem as vias espinotalâmicas e as vias espinorreticulares a partir do local lesionado. 4. Em grupo, faça um fluxograma representando os caminhos neuronais da dor que você construiu na atividade anterior, descrevendo as estruturas anatômicas e os neurotransmissores envolvidos. MATERIAIS NECESSÁRIOS Computadores ou tablets com acesso à internet, modelos anatômicos (torso de luxo, masculino e feminino, com o dorso aberto, em 28 partes e Sistema de Medula Espinhal em seu Canal, em Placa), barbantes, tesouras, fitas adesivas (durex ou fita crepe) e, lápis e cartolinas. 1 2 3 4 5 32 Roteiro de medicina laboratorial Vias da dor: do receptor à analgesia medicamentosa por anti-inflamatórios não esteroidais LOCAL Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Analisar os aspectos farmacocinéticos e farmacodinâmicos dos anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs). Diferenciar as classes de fármacos anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs). Analisar a toxicidade e os efeitos adversos dos fármacos anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs). ESTAÇÃO 1: CASO CLÍNICO E MAPA MENTAL Duração total: 37 minutos 1. Leia o caso clínico a seguir: Caso clínico: Paciente chega à unidade de pronto-atendimento relatando queimadura na região do dorso da mão causada por acidente com água quente. Após analisar a área, o profissional médico observa grande parte da pele do dorso da mão do paciente com forte hiperemia e rubor, além de intensa sensibilidade dolorosa. O paciente relata que apenas aplicou água corrente em temperatura ambiente, mas, como a dor não cedeu, preferiu buscar atendimento. Após orientação, foi SP 1.1 1 2 3 4 5 33 indicado para o paciente o uso de um fármaco anti-inflamatório não esteroidal (AINEs) para a diminuição da dor e observação. 2. Após a leitura do caso, elabore um mapa mental contendo: necessidade da utilização de agentes farmacológicos anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs) para o tratamento de dor resultante de uma queimadura; aspectos farmacocinéticos e farmacodinâmicos desses agentes, correlação da atividade do nociceptor com a terapêutica envolvida. MATERIAIS NECESSÁRIOS Notebook ou tablet, folha de papel sulfite ou cartolina para a construção dos mapas mentais e canetas de diferentes cores. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS WHALEN, Karen; FINKELL, Richard; PANAVELIL, Thomas A. Farmacologia Ilustrada. Porto Alegre: Grupo A, 2016. E-book. ISBN 9788582713235. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595025271/ pageid/0. Acesso em: 28 nov. 2022. DYNAMED. Nonsteroidal Anti-inflammatory Drugs (NSAIDs) Overview. Disponível em: https://www.dynamed.com/drug-review/nonsteroidal-anti-inflammatory- drugs-nsaids-overview Acessado em 28 de novembro de 2022. Roteiro de medicina laboratorialSP 1.1 1 2 3 4 5 34 ESTAÇÃO 2: ANÁLISE DA BULA DE MEDICAMENTOS Duração total: 37 minutos ATIVIDADE 1: BULA DE MEDICAMENTOS E ESTUDO DE CASO 1. Leia, nas bulas indicadas, a descrição do potencial de toxicidade e efeitos adversos de cada medicamento. Para acessar as bulas você deverá: A. Acessar o site: https://consultas.anvisa.gov.br/#/bulario/ B. Na barra Medicamento, insira o nome do medicamento, que poderá ser: ibuprofeno, dipirona e diclofenaco, em seguida, clique em Consultar; C. Escolha a primeira opção da lista e clique no PDF da opção Bula do Profissional; E. Faça o mesmo processo para acessar as bulas dos outros medicamentos; F. Após a leitura, analise as semelhanças e diferenças em cada um deles correlacionado com o mecanismo de ação (utilizem livros didáticos para apoiar a discussão caso considerem necessário) e complete a tabela abaixo: Roteiro de medicina laboratorialSP 1.1 1 2 3 4 5 35 SP 1.1 Roteiro de medicina laboratorial 2. MHS, 16 anos de idade, foi ao consultório médico devido a fortes crises de cólicas menstruais. Sua menarca foi aos 13 anos de idade. Sua menstruação dura, em média, quatro a cinco dias com ciclos regulares de 28 dias. Durante os primeiros dois a três dias de sua menstruação, MHS tem cólicas muito fortes que, às vezes, limita suas atividades de rotina. As cólicas têm ocorrido desde a menarca e parecem ter piorado no último ano. MHS toma paracetamol e pílulas para "cólica menstrual", as quais não necessitam de prescrição, sem alívio efetivo da dor. A jovem não tem nenhuma história clínica significativa, não toma medicamentos regularmente e não é sexualmente ativa. O exame físico é normal. Você avalia o problema como dismenorreia primária e prescreve diclofenaco para ser usado quando necessário.A partir do caso clínico, responda às questões disparadoras da discussão: A. Baseando-se nos respectivos mecanismos de ação, justifique o uso do paracetamol e do diclofenaco? B. Qual é o mecanismo de ação e principais efeitos terapêuticos dos AINEs? C. Como justifica-se a toxicidade e principais contraindicações dos AINEs? Ibuprofeno Dipirona Diclofenaco Efeitos adversos Toxicidade 1 2 3 4 5 36 Roteiro de medicina laboratorialSP 1.1 MATERIAIS NECESSÁRIOS Computadores ou tablets e tabela apresentada acima. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DYNAMED. Nonsteroidal Anti-inflammatory Drugs (NSAIDs) Overview. Dispónível em: https://www.dynamed.com/drug-review/nonsteroidal-anti-inflammatory- drugs-nsaids-overview. Acesso em 29 de novembro de 2022 WHALEN, Karen; FINKELL, Richard; PANAVELIL, Thomas A. Farmacologia Ilustrada. Porto Alegre: Grupo A, 2016. E-book. ISBN 9788582713235. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595025271/ pageid/0. Acesso em: 28 nov. 2022 1 2 3 4 5 37 Encerramento da sessãoSP 1.1 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: FEEDBACK 1. Retomar os objetivos de aprendizagem e apresentar um feedback sobre as estações realizadas. ATIVIDADE 2: PREENCHER AS LACUNAS 1. Um(a) representante do pequeno grupo irá retirar um envelope com o(a) Professor(a). 2. Dentro do envelope terá uma frase com lacunas: A. Os neurotransmissores envolvidos com a sensação dolorosa são ________ _______________________. B. As vias da dor lenta e rápida se diferenciam por _________________________. C. Os anti-inflamatórios não esteroidais modulam a via da dor, pois atuam diretamente nos __________________________________. D. Os anti-inflamatórios não esteroidais inibem a ação da ______________________ e impedem a formação de ______________________ _____________ diminuindo a ___________________________________. E. Por serem inibidores da ______________________________, os anti-inflamatórios não esteroidais podem causar desconforto gástrico já que as ______________________, podem atuar como ____________________________. 3. Complete as lacunas da frase e junto com o grupo faça uma pequena explicação sobre o contexto da frase. 1 2 3 4 5 38 ATIVIDADE 1: RESPONDA ÀS QUESTÕES Para consolidar os conhecimentos adquiridos durante a aula, essa atividade deverá ser respondida no período extra-aula, responda as questões de múltipla escolha a seguir. 1. Os agentes farmacológicos anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs), atuam para diminuir o processo inflamatório, reduzindo, assim, os sinais de inflamação importantes como a dor. Analise as afirmações a seguir: I. Os anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs) contribuem para a diminuição da produção de prostaglandinas, auxiliando na diminuição da percepção dolorosa PORQUE II. Prostaglandinas e outros mediadores inflamatórios são capazes de ativar os nociceptores, responsáveis por realizar a transdução que resultará na formação de um potencial elétrico. Assinale a alternativa que apresente a relação correta entre as afirmações I e II. A) As afirmações I e II são verdadeiras e a afirmação II não justifica a afirmação I. B) As afirmações I e II são verdadeiras e a afirmação II justiça a afirmação I. C) A afirmação I é verdadeira e a afirmação II é falsa. D) A afirmação I é falsa e a afirmação II é verdadeira. 2. Uma vez ativados, os nociceptores (receptores de dor) produzem um potencial elétrico, também conhecido como potencial gerador (ou potencial receptor). Estes receptores sensoriais marcam o início da via dor e, são componentes fundamentais para a percepção dolorosa. Sobre os nociceptores é correto afirmar: Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 1.1 1 2 3 4 5 39 Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 1.1 A) Os nociceptores são receptores sensoriais classificados como receptores neurais, já que são terminações nervosas livres. B) A pele apresenta poucos nociceptores, que são encontrados em abundância nas áreas de mucosa e na parede de alguns órgãos. C) Receptores de dor estão presentes na tela subcutânea, sendo a derme e a epiderme pobre nestes tipos de receptores sensoriais. D) Nociceptores são células epiteliais modificadas capazes de realizar a transdução, assim, estão presentes nos diferentes estratos da epiderme. 3. A percepção da dor está dentro da classe de estímulos somatossensoriais, também conhecidos como estímulos de sensibilidade geral. Os neurônios encarregados pela captação, condução e interpretação do estímulo doloroso constituem as vias de dor que podem ser divididas anatomicamente em via neoespinotalâmica e paleoespinotalâmica. Analise as afirmações a seguir sobre as vias sensoriais da dor. I. A via neoespinotalâmica, também conhecida como a via “clássica” da dor e da temperatura, é constituída pelo trato espinotalâmico lateral e envolve basicamente uma via de três neurônios. II. A via paleoespinotalâmica é constituída pelo trato espinorreticular e pelas fibras reticulotalâmicas, podendo ser considerada como via espino- retículo-talâmica. III. Os neurônios II (ou neurônio de segunda ordem) das vias de dor, estão localizados na coluna posterior da medula espinal e, seus axônios seguem pelo funículo lateral. É correto o que se afirma apenas em: A) I e II; B) I e III; C) II e III; D) I, II e III. 1 2 3 4 5 40 Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 1.1 ATIVIDADE 2: LEITURA 1. Leia os seguintes capítulos de livros: BRUM, Lucimar Filot da S.; ROCKENBACH, Liliana; BELLICANTA, Patricia L. Farmacologia básica. Porto Alegre: SAGAH, 2018. Unidade 4, capítulo: Anti- inflamatório não esteroidais. p. 331. Disponível em: [https://integrada. minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595025271/pageid/330]. MARTIN, John H. Neuroanatomia. Porto Alegre: AMGH Editora Ltda, 2013. Capítulo 5: sensação somática: sistemas espinais para dor, temperatura e prurido. p. 117. Disponível em: [https://integrada.minhabiblioteca.com.br/ reader/books/9788580552645/pageid/116] 41 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Wagner Fernandes USJT http://lattes.cnpq. br/1724431750955997 Mike Yoshio Hamasaki Inspirali http://lattes.cnpq. br/0561215137490433 CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS DESTE MATERIAL DIDÁTICO PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Fernando Rodrigues UAM SP http://lattes.cnpq. br/6988411245716839 Letticia Rodrigues De Almeida Maurique UNISUL Pedra Branca http://lattes.cnpq. br/1571861306643311 http://lattes.cnpq.br/1724431750955997 http://lattes.cnpq.br/1724431750955997 http://lattes.cnpq.br/0561215137490433 http://lattes.cnpq.br/0561215137490433 http://lattes.cnpq.br/6988411245716839 http://lattes.cnpq.br/6988411245716839 http://lattes.cnpq.br/1571861306643311 http://lattes.cnpq.br/1571861306643311 42 SP 1.2 Nem existe mais? Dor neuropática: fenômenos fisiológicos, estruturais e aplicação terapêutica da gabapentina 1 2 3 4 5 43 ATIVIDADE 1: ASSISTIR AO VÍDEO NO ULIFE 1. Prezado(a) aluno(a), para iniciar a sua trilha de aprendizagem, assista aos vídeos de "A" a "H". A. Formação do plexo lombar. B. Formação do plexo lombossacral. C. Aspectos histológicos do gânglio espinal. D. Psicossomática da dor. E. Aspectos histológicos do nervo. F. Aspectos morfofuncionais das vias de dor aguda e crônica. G. Nocicepção. H. Gapapentina. ATIVIDADE 2: ATIVIDADE PREPARATÓRIA PRÉ- LABORATÓRIO: FUNÇÃO DO NERVO ESPINAL – LTKURACLOUD 1. Acesse o site https://saeast1.kuracloud.com/ com o login e senha próprios. 2. Em seguida, clique no botão Fisiologia Humana presente no lado direito da tela. 3. Na barra de buscas, digite: Função do nervo periférico e, em seguida, clique no ícone com a descrição Função do nervo periférico. 4. Clique no ícone: Função do nervo periférico – Prep pré-lab e inicie a atividade. Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 1.2 5. Escreva uma breve reflexão sobre essa atividade no seu portfólio. 1 2 3 4 5 44 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: DISCUSSÃO EM GRUPO Considerandoa intencionalidade deste roteiro e com base nos conhecimentos adquiridos com o desenvolvimento da trilha pré-aula, cada estudante irá discutir em seu pequeno grupo as seguintes questões disparadoras: 1. Como são organizados morfofuncionalmente os nervos e gânglios espinais? 2. De que maneira poderíamos relacionar a dor fantasma, com a facilitação periférica e a facilitação central que ocorrem após a amputação? 3. Como a gabapentina pode atuar para minimizar os efeitos da dor crônica relacionada à dor do membro fantasma? ATIVIDADE 2 Após a discussão nos pequenos grupos aguarde a orientação do(a) seu(ua) Professor(a). Abertura da sessãoSP 1.2 1 2 3 4 5 45 Roteiro de laboratório morfofuncional Dor neuropática: fenômenos fisiológicos, estruturais e aplicação terapêutica da gabapentina LOCAL Laboratório Morfofuncional. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Diferenciar gânglio e nervo espinal, e relacionar com a organização dos plexos lombar e lombossacral. Analisar facilitação periférica e central da dor. ESTAÇÃO 1: MEDULA ESPINAL, GÂNGLIOS, NERVOS E VIAS AFERENTES Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: MODELOS ANATÔMICOS 1. No modelo anatômico do corte horizontal da medula espinal, faça a atividade abaixo: Com post-its, identifique as seguintes estruturas: A. Nervo espinal. B. Raiz sensitiva. C. Raiz motora. D. Gânglio espinal. E. Canal central. F. Substância branca. SP 1.2 1 2 3 4 5 46 Roteiro de laboratório morfofuncional G. Substância cinzenta. H. Sulco mediano posterior. I. Fissura mediana. J. Corno posterior. K. Corno anterior. ATIVIDADE 2: RECONHECER OS FUNÍCULOS, TRATOS E FASCÍCULOS 1. No seu post-it, além do nome da estrutura, escreva uma breve explicação sobre a principal função. 2. Reconheça os funículos da medula espinal (anterior, posterior e laterais) e descreva os principais tratos e fascículos ascendentes (aferentes), preenchendo a tabela abaixo. SP 1.2 NOME DO TRATO/FASCÍCULO LOCALIZAÇÃO MEDULAR Tratos espinocerebelares funículo posterior Fascículo grácil Trato espinotalâmico medial funículo lateral Trato reticuloespinal lateral funículo anterior MATERIAIS NECESSÁRIOS Modelos anatômicos: Medula espinhal com terminações nervosas, post-it, canetas e tabela. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ROCHA, Marco A.; JÚNIOR, Marco Antônio R.; ROCHA, Cristiane F. Neuroanatomia. Rio de Janeiro: Thieme Brazil, 2015. E-book. ISBN 9788554651596. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788554651596/. Acesso em: 01 dez. 2022. 1 2 3 4 5 47 Roteiro de laboratório morfofuncional ESTAÇÃO 2: PLEXOS LOMBAR E LOMBOSSACRAL – REALIDADE VIRTUAL E PREENCHIMENTO DAS ESTRUTURAS ANATÔMICAS Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: REALIDADE VIRTUAL O equipamento deverá estar configurado com nervos e ossos previamente. 1. Antes de iniciar a atividade, os(as) estudantes devem se organizar da seguinte maneira: • 1 estudante para ser o explorador (sua função será isolar os componentes do sistema nervoso na região lombar e sacral, e detalhar para os demais colegas, conforme solicitados por este roteiro). • 1 estudante para ser o guia (sua função será garantir a segurança do explorador enquanto estiver imerso no software). • 1 estudante para ser o tradutor (sua função será mostrar aos demais estudantes no aplicativo Visible Body as estruturas relatadas pelo explorador). • 1 ou mais estudantes para serem os relatores (sua função será preencher a imagem abaixo com os nomes dos nervos, conforme detalhado pelo explorador e tradutor). SP 1.2 1 2 3 4 5 48 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.2 2. No Atrium e com a ajuda de um atlas, identifique os nervos que formam o plexo lombossacral, e preencha os espaços em branco: A. L1: nervo ílio-hipogástrico e ______________________________. B. L1 + L2: nervo: _______________________. C. L2+L3: nervo: ________________________. D. L2+L3+L4 (parte posterior): nervo: _____________________. E. L2+L3+L4 (parte anterior): nervo obturatório. F. L4+L5: tronco lombossacral. G. Tronco lombossacral + S1+S2+S3: nervo ________________. H. S1+S2+S3: nervo cutâneo posterior da coxa. I. S2+S3+S4: nervo _________________. J. L4+L5+S1: nervo glúteo superior. K. L5+S1+S2: nervo glúteo inferior. MATERIAIS NECESSÁRIOS Equipamentos para a realidade virtual aumentada (Atrium - MedRoom) e tablets com o aplicativo Visible Body. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ROCHA, Marco A.; JÚNIOR, Marco Antônio R.; ROCHA, Cristiane F. Neuroanatomia. Rio de Janeiro: Thieme Brazil, 2015. E-book. ISBN 9788554651596. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788554651596/. Acesso em: 01 dez. 2022. 1 2 3 4 5 49 ESTAÇÃO 3: FACILITAÇÃO PERIFÉRICA E CENTRAL DA DOR Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: LEITURA DO LIVRO “NEUROCIÊNCIA DA MENTE E DO COMPORTAMENTO – ROBERTO LENT” 1. Prezado(a) aluno(a), acessar em "Minha Biblioteca" o livro “Neurociência da Mente e do Comportamento – Roberto Lent” e fazer a leitura a partir da página 199 (tópico: Dor no membro fantasma) até a página 200 (tópico: “Dor neuropática”). A seguir, responder às questões. Link de acesso: https:// integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-277-1994-0 ATIVIDADE 2: RESPONDER ÀS QUESTÕES 1. Como pode ocorrer a dor neuropática por amputação de membros, em especial em relação aos elementos celulares e a mediação química envolvida? 2. Ainda que um determinado paciente lesione um membro sem necessidade de amputação, ele ainda teria maior sensibilidade à dor no local? Justifique sua resposta utilizando um trecho de sua leitura. MATERIAIS NECESSÁRIOS Computadores ou tablets com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS LENT, Roberto. Neurociência da Mente e do Comportamento. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2008. E-book. ISBN 978-85-277-1994-0. Disponível em: https://integrada. minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-1994-0/. Acesso em: 01 dez. 2022. Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.2 1 2 3 4 5 50 Dor neuropática: fenômenos fisiológicos, estruturais e aplicação terapêutica da gabapentina LOCAL Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Analisar o mecanismo de ação da gabapentina e sua aplicação clínica. Correlacionar o efeito terapêutico da gabapentina desejado para o tratamento de dor crônica com os efeitos adversos deste fármaco. Analisar a toxicidade e principais contraindicações do uso da gabapentina. ESTAÇÃO 1: PROPAGAÇÃO DOS POTENCIAIS DE AÇÃO E CORRELAÇÃO COM A AÇÃO DA GABAPENTINA NO TRATAMENTO DE DOR CRÔNICA Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: ATIVIDADE NO SITE 1. Acesse o site https://saeast1.kuracloud.com/ com o login e senha próprios. 2. Em seguida, clique no botão Fisiologia Humana presente no lado direito da tela. Roteiro de medicina laboratorialSP 1.2 1 2 3 4 5 51 Roteiro de medicina laboratorialSP 1.2 3. Na barra de buscas, digite: Função do nervo periférico e, em seguida, clique no ícone com a descrição Potenciais de ação e inicie a atividade. ATIVIDADE 2: MECANISMO DE AÇÃO GABAPENTINA 1. Após realizar a atividade, correlacione o potencial de ação com o mecanismo de ação da gabapentina. MATERIAIS NECESSÁRIOS Computadores e tablets com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS SILVERTHORN, Dee U. Fisiologia Humana. Porto Alegre: Grupo A, 2017. E-book. ISBN 9788582714041. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com. br/reader/books/9788582714041/pageid/255. Acesso em: 29 nov. 2022. 1 2 3 4 5 52 ESTAÇÃO 2: QUEBRA-CABEÇA DESCRITIVO SOBRE A AÇÃO DA GABAPENTINA Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: MONTAR A SEQUÊNCIA CORRETA DO MECANISMO DE AÇÃO DA GABAPENTINA 1. Cada grupo irá receber um saco plástico com pedaços de papéis que descrevem, em cada um deles, as etapas do principal mecanismo de ação da gabapentina. 2. Espalhe os papéis pela bancada. 3. Agora, junto com os colegas, monte a sequência correta dos eventos que descrevem o mecanismo de ação da gabapentina. 4. Para registraras etapas da sequência correta do mecanismo de ação, você pode tirar fotos ou construir um mapa mental. ATIVIDADE 2: DISCUSSÃO EM GRUPO PEQUENO 1. Após realizarem a montagem da sequência correta, os(as) estudantes irão discutir em seu pequeno grupo as questões abaixo. A. Quais as vantagens da prescrição de gabapentina para o tratamento de dor fantasma ou dor do coto? B. Com base no conhecimento da ação farmacológica da gabapentina, quais possíveis efeitos adversos poderiam ocorrer após a administração deste agente? Roteiro de medicina laboratorialSP 1.2 1 2 3 4 5 53 Roteiro de medicina laboratorialSP 1.2 ATIVIDADE 3: CASO CLÍNICO 1. Leia o caso clínico abaixo e responda à questão "A". J. M. sexo masculino, 37 anos, trabalha na equipe de manutenção de trilhos de trem. Sofreu um acidente de trabalho quando uma barra de ferro de 50 kg caiu sobre seu braço esquerdo, provocando esmagamento deste membro. Foi levado ao hospital e, após avaliações, submeteram J.M. a uma cirurgia para amputação do membro esmagado. Após recuperação cirúrgica, o paciente recebeu alta e pode retornar para sua casa. 15 dias após a alta, J.M. retorna ao hospital com queixas de dores no membro amputado, o que tem lhe causado bastante desconforto. Como tratamento da dor, foi receitado para o paciente gabapentina. A. Qual o mecanismo de ação da gabapentina e como este agente pode auxiliar para o tratamento de dor crônica? MATERIAIS NECESSÁRIOS Para o quebra-cabeça: Recortes de papéis com as diferentes etapas do mecanismo de ação da gabapentina. Folha de sulfite ou cartolina para construir os mapas mentais e canetas coloridas. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS WHALEN, Karen; FINKELL, Richard; PANAVELIL, Thomas A. Farmacologia Ilustrada. Porto Alegre: Grupo A, 2016. E-book. ISBN 9788582713235. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582713235/ pageid/166. Acesso em: 28 nov. 2022. 1 2 3 4 5 54 Roteiro de medicina laboratorial ESTAÇÃO 3: ANÁLISE DA BULA DA GABAPENTINA Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: LEITURA DA BULA 1. Para acessar a bula, você deverá acessar o site: https://consultas.anvisa.gov. br/#/bulario/ 2. Na barra Medicamento, insira o nome do medicamento gabapentina e clique no botão azul consultar. 3. Escolha a primeira opção da lista e clique no PDF da opção Bula do Profissional. 4. Leia na bula da gabapentina a descrição dos aspectos farmacocinéticos, do potencial de toxicidade e efeitos adversos. SP 1.2 1 2 3 4 5 55 Roteiro de medicina laboratorialSP 1.2 ATIVIDADE 2: CASO CLÍNICO 1. Após a leitura, construa um mapa mental que contenha: via de administração, absorção, biodisponibilidade, metabolismo e excreção da gabapentina. J.M. sexo masculino, 37 anos, trabalha na equipe de manutenção de trilhos de trem. Sofreu um acidente de trabalho quando uma barra de ferro de 50 kg caiu sobre seu braço esquerdo, provocando esmagamento deste membro. Foi levado ao hospital e, após avaliações, submeteram J.M. a uma cirurgia para amputação do membro esmagado. Após recuperação cirurgica, o paciente recebeu alta e pode retornar para sua casa. 15 dias após a alta, J.M. retorna ao hospital com queixas de dores no membro amputado, o que tem lhe causado bastante desconforto. Como tratamento da dor, foi receitado para o paciente gabapentina. MATERIAIS NECESSÁRIOS Computadores e tablets. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS WHALEN, Karen; FINKELL, Richard; PANAVELIL, Thomas A. Farmacologia Ilustrada. Porto Alegre: Grupo A, 2016. E-book. ISBN 9788582713235. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582713235/ pageid/166. Acesso em: 28 nov. 2022. 1 2 3 4 5 56 Encerramento da sessãoSP 1.2 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: POST-IT SURPRESA 1. Discutir juntamente com seu grupo sobre o post-it surpresa e após, apresentar à turma. ATIVIDADE 2: ORIENTAÇÕES GERAIS E REFLEXÃO NO PORTFÓLIO 1. Após apresentação dos grupos, o professor, como de praxe, encerra a atividade e incentiva a limpeza e organização da sala. 2. Reforçar a necessidade de uma reflexão sobre a atividade no portfólio, disparando a trilha pós-aula. 1 2 3 4 5 57 ATIVIDADE 1: RESPONDA AS QUESTÕES 1. Responda às questões abaixo: A. Os sinais sensoriais são transmitidos do membro até o cérebro. Quais vias esses sinais percorrem para chegar ao córtex primário? B. A imagem abaixo ilustra o Homúnculo de Penfield. Explique o que é e comente sobre a sua importância. Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 1.2 Fonte: Mpj29, Sensory Homunculus Figure, 2016. Licença Creative Comons 4.0. Disponível em https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Side-black.gif Acessado em 22 de dezembro de 2022. 58 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Wagner Fernandes USJT http://lattes.cnpq. br/1724431750955997 Mike Yoshio Hamasaki Inspirali http://lattes.cnpq. br/0561215137490433 CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS DESTE MATERIAL DIDÁTICO PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Fernando Rodrigues UAM SP http://lattes.cnpq. br/6988411245716839 Letticia Rodrigues De Almeida Maurique UNISUL Pedra Branca http://lattes.cnpq. br/1571861306643311 http://lattes.cnpq.br/1724431750955997 http://lattes.cnpq.br/1724431750955997 http://lattes.cnpq.br/0561215137490433 http://lattes.cnpq.br/0561215137490433 http://lattes.cnpq.br/6988411245716839 http://lattes.cnpq.br/6988411245716839 http://lattes.cnpq.br/1571861306643311 http://lattes.cnpq.br/1571861306643311 59 SP 1.3 Não me toque Histologia do tecido muscular, estrutura e função do músculo esquelético e introdução aos fármacos antidepressivos 1 2 3 4 5 60 ATIVIDADE 1: COMPLETAR UMA TRILHA DO CONHECIMENTO DA PLATAFORMA LT KURACLOUD 1. Faça o login na plataforma LT Kuracloud (https://accounts.kuracloud.com/ user/login?product=adinstruments) 2. No campo esquerdo da sua tela, você encontrará os cursos disponíveis ao seu login. Clique em Anatomia. 3. Abrirá um grande número de opções, clique na opção Sistema Muscular. 4. Entre na opção Histologia dos tipos musculares - laboratório. Trilha de aprendizagem pré-aula 4. Pronto! Agora é só seguir as instruções da trilha de conhecimento. SP 1.3 1 2 3 4 5 61 ATIVIDADE 2: ASSISTIR AOS VÍDEOS 1. Prezado(a) aluno(a), assista aos vídeos de "A" a "E" e responda às questões 2 e 3. A. Fibromialgia - discussão de mecanismos patogênicos. B. Junção neuromuscular. C. Aspectos histológicos do fuso muscular. D. Aspectos histológicos do músculo esquelético. E. Músculos superficiais do dorso e músculos do ombro. 2. Após assistir ao vídeo, responda às questões: A. Quais os principais mecanismos patogênicos relacionados à sensação dolorosa da fibromialgia, localizando anatomicamente os pontos-gatilho de dor. B. Como funciona o fuso neuromuscular e qual o neurotransmissor envolvido? Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 1.3 1 2 3 4 5 62 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: METODOLOGIA KWL 1. A metodologia KWL permite a orientação dos(as) estudantes por meio do aprendizado de um conceito, dividindo o processo de aprendizado em três etapas: o que você já sabe, o que você quer saber e o que você aprendeu. A estratégia se desenvolverá a partir das seguintes etapas: A. Preencha com post-its as colunas K (o que eu sei) e W (o que eu quero saber), em relação ao sistema muscular e transtorno depressivo. Abertura da sessãoSP 1.3 ATIVIDADE 2 Aguarde a orientação do(a) seu(ua) Professor(a). 1 2 3 4 5 63 Roteiro de laboratório morfofuncional Histologia do tecido muscular, estrutura e função do músculo esquelético e introdução aos fármacos antidepressivos LOCAL Laboratório morfofuncional. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Diferenciar os componentes de uma célula muscular estriada esquelética, relacionando com o processo de contração muscular e com os órgãos sensoriais presentes no tecido muscular. Sintetizar o mecanismo de ativação dos receptores sensoriais presentes no músculo estriado esquelético. Analisaros músculos do tronco que atuam no cíngulo do membro superior. ESTAÇÃO 1: PROJEÇÃO CORPORAL E PEÇAS SINTÉTICAS DO SISTEMA MUSCULAR Duração total: 25 minutos 1. Acessar o site Zygote Body no notebook – link a seguir (ou algum outro aplicativo de anatomia tridimensional, como Visible Body). Link - https://www.zygotebody.com/ 2. Projete e ajuste a imagem, representando os músculos esqueléticos no estudante (preferencialmente, com vestimentas na cor branca). SP 1.3 1 2 3 4 5 64 Roteiro de laboratório morfofuncional 3. O(A) estudante deve reconhecer, na projeção corporal, apenas os músculos que estão destacados em negrito, utilize post-its para fazer a identificação: Vista anterior: músculo reto do abdome, músculo oblíquo externo do abdome, músculo peitoral maior, músculo peitoral menor, músculo oblíquo interno do abdome, músculo transverso do abdome, músculo serrátil anterior, músculo esternocleidomastóideo, músculo deltoide, músculo bíceps braquial, músculo coracobraquial e músculo subescapular. Vista posterior: músculo trapézio, músculo latíssimo do dorso, músculo tríceps braquial, músculo supraespinal, músculo infraespinal, músculo redondo maior, músculo redondo menor, músculo romboides (maior e menor), músculo serrátil posterior, músculo levantador da escápula, músculo esplênio (da cabeça e do pescoço), músculo eretores da espinha (músculos espinal, longuíssimo e iliocostal). 4. Na sua bancada, há disponível um modelo anatômico do sistema muscular (semelhante ao ilustrado na imagem abaixo). O estudante deve identificar com post-its na peça anatômica os músculos relatados no item 3 que não estão destacados em negrito (ou seja, as estruturas que não foram reconhecidas na projeção corporal). 5. Quais músculos fazem parte do manguito rotator? Qual a função desses músculos? SP 1.3 MATERIAIS NECESSÁRIOS Modelos anatômicos - Esquelético, Articular, Muscular: Figura muscular masculina em tamanho natural, 37 partes, post-its, notebook com acesso à internet, projetor avulso e extensão elétrica. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS GRAAFF, Kent M. Van D. Anatomia Humana. São Paulo: Editora Manole, 2003. E-book. ISBN 9788520452677. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com. br/#/books/9788520452677/. Acesso em: 01 dez. 2022. 1 2 3 4 5 65 Roteiro de laboratório morfofuncional Eventos Sequência em que ocorrem 1. Deslizamento entre actina e miosina e formação de pontes cruzadas 2. O potencial de ação se propaga pelos túbulos T 3. Neurônio motor libera acetilcolina na junção neuromuscular 4. Íons de sódio entram no meio intracelular a favor do seu gradiente de concentração 5. Tropomiosina libera o sítio de ligação da miosina com actina G 6. Cálcio se liga à troponina 7. Relaxamento muscular 8. Acetilcolina liga-se aos seus receptores que estão na membrana da fibra muscular 9. Onda de despolarização alcança um receptor DHP e abrem-se canais de cálcio no retículo sarcoplasmático 10. Cálcio é bombeado de volta para o retículo sarcoplasmático pela Ca+ATPase 11. Abrem-se canais iônicos de sódio e potássio 12. Início da contração muscular 13. Ocorre despolarização da fibra muscular ESTAÇÃO 2: EVENTOS QUE DETERMINAM A CONTRAÇÃO MUSCULAR E CASO CLÍNICO Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: EVENTOS ASSOCIADOS À CONTRAÇÃO MUSCULAR 1. Na tabela abaixo temos, na coluna 1, os eventos que estão associados à contração muscular, porém estão listados de forma aleatória. O estudante deve preencher a coluna 2 da tabela a seguir, ordenando numericamente os eventos da forma sequencial corretamente. SP 1.3 1 2 3 4 5 66 Roteiro de laboratório morfofuncional ATIVIDADE 2: RELATO DE CASO SOBRE MIASTENIA GRAVIS 1. Leia o relato de caso a seguir associado a um diagnóstico de Miastenia Gravis: Paciente relata que, há cerca de dois meses, notou “visão borrada” com piora à noite e ao fazer leituras prolongadas, com melhora ao acordar. Marido refere que, durante o mesmo período, percebeu que as pálpebras da paciente estavam ficando mais baixas. No último mês, passou a apresentar cansaço da mandíbula ao final das refeições e dificuldade de deglutição, engasgando- se com alimentos sólidos. Há cerca de quinze dias, evoluiu com alteração na fala, fraqueza muscular progressiva iniciada em MMSS, com dificuldade para pentear o cabelo, que progrediu para MMII, prejudicando a deambulação a ponto de necessitar de cadeira de rodas. Relata quadro de fadiga e cansaço proeminentes ao final do dia, principalmente nos dias mais estressantes (caso clínico extraído de SanarMed). 2. Faça uma pesquisa bibliográfica para compreender a fisiopatologia da doença relatada no caso. Atenção, ao realizar sua pesquisa, utilize fontes acadêmicas confiáveis, para isso, você pode consultar os acervos disponíveis nas bibliotecas do Ulife. A seguir, responda à seguinte questão: considerando a atividade 1 (realizada anteriormente nesta estação), relacionada à ordem dos eventos da contração muscular, explique qual etapa se apresenta comprometida na Miastenia Gravis. Justifique sua resposta. MATERIAIS NECESSÁRIOS Tablets ou notebooks com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS SILVERTHORN, Dee U. Fisiologia Humana. Porto Alegre: Grupo A, 2017. E-book. ISBN 9788582714041. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com. br/reader/books/9788582714041/pageid/255. Acesso em: 29 nov. 2022. SP 1.3 1 2 3 4 5 67 ESTAÇÃO 3: REFLEXOS MUSCULARES Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: LEITURA “NEUROCIÊNCIAS DESVENDANDO O SISTEMA NERVOSO” 1. O(A) estudante deve acessar em “Minha Biblioteca” o livro “Neurociências desvendando o sistema nervoso – Mark F Bear” e fazer a leitura a partir da página 469, tópico: controle espinhal de unidades motoras, até o final da página 471. Após, fazer a leitura da página 475, a partir do tópico propriocepção dos órgãos tendinosos de Golgi, até o final deste tópico, na página 476. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788582714331 2. Com os conhecimentos obtidos em sua leitura, complete os quadros representados nas imagens a seguir (sobre reflexo mitático e reflexo miotático inverso). Note que o preenchimento deve ser realizado conforme a ordem identificada com os algarismos romanos. Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.3 1 2 3 4 5 68 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.3 1 2 3 4 5 69 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.3 MATERIAIS NECESSÁRIOS Tablets ou notebooks com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BEAR, Mark F. Neurociências. Porto Alegre: Grupo A, 2017. E-book. ISBN 9788582714331. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788582714331/. Acesso em: 01 dez. 2022. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714331/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714331/ 1 2 3 4 5 70 Histologia do tecido muscular, estrutura e função do músculo esquelético e introdução aos fármacos antidepressivos LOCAL Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Analisar os aspectos farmacocinéticos e farmacodinâmicos, a toxicidade e efeitos adversos dos antidepressivos. Diferenciar as classes de antidepressivos, analisando a mais indicada para tratamento de fibromialgia. Analisar a importância terapêutica da combinação de fármacos antidepressivos e fármacos anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs) para o tratamento de fibromialgia. Classificar os neurotransmissores e receptores de acordo com a estrutura de cada molécula. Roteiro de medicina laboratorialSP 1.3 1 2 3 4 5 71 ESTAÇÃO 1: COMPONENTES BÁSICOS DA SINAPSE QUÍMICA Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: COMPONENTES BÁSICOS DE UMA SINAPSE QUÍMICA 1. Cada grupo irá diferenciar os componentes básicos de uma sinapse química a partir dos modelos anatômicos ou utilizando a mesa anatômica, para acessar os modelos na mesa digital, basta acessar o Complete anatomy. 2. Clique em models; Selecione SistemaNervoso; Clique em models no canto direito da tela. Em seguida, clique em synapse: Ou então, selecione “cells of nervous tissue”. 3. Preencha a tabela abaixo: Roteiro de medicina laboratorialSP 1.3 Componente da sinapse química Função Neurônio pré-sináptico Vesícula sináptica Neurotransmissores Membrana pré-sináptica Fenda sináptica Membrana pré-sináptica Receptor Neurônio pós-sináptico 1 2 3 4 5 72 ATIVIDADE 2: PREENCHER OS ESPAÇOS EM BRANCO NA TABELA, SOBRE NEUROTRANSMISSORES 1. Os neurotransmissores e os neuromoduladores atuam como sinalizadores parácrinos com as suas células-alvo localizadas próximas do neurônio que as secreta. A variedade de moléculas neurotransmissoras presentes no organismo e seus principais tipos de receptores é surpreendente. Para facilitar o estudo, agrupamos essas moléculas em sete classes diferentes, de acordo com a sua estrutura: (1) acetilcolina, (2) aminas, (3) aminoácidos, (4) peptídeos, (5) purinas, (6) gases e (7) lipídeos. Preencha os espaços em branco da tabela a seguir com essa classificação. Roteiro de medicina laboratorialSP 1.3 1 2 3 4 5 73 Roteiro de medicina laboratorialSP 1.3 Neurotransmissor Receptor Localização do receptor Principais agonistas, antagonistas e potenciadores Acetilcolina (ACh) Colinérgico Nicotínico (nAChR) Agonista: nicotina Antagonistas: curare, bungarotoxina Músculos liso e cardíaco, glândulas endócrinas e exócrinas, SNC Agonista: muscarina Antagonista: atropina Aminas Noradrenalina (NA) Adrenalina (A) Adrenérgico Músculos lisos e cardíaco, glândulas, SNC Antagonistas: receptores alfa: ergotamina, fentolamina; receptores beta: propranolol Dopamina (D) Agonista: bromocriptina Antagonistas: fármacos antipsicóticos Serotonina (5-hidroxitriptamina, 5-HT) Agonista: sumatriptano Antagonista: LSD Histamina (H) Antagonistas: riantidina (Zantac®) (Tagamet®) e cimetidina ) Aminoácidos Glutamato Glutaminérgico ionotrópico (iGluR) AMPA Agonista: quisqualato SNC Potenciador: serina Glutaminérgico metabotrópico (mGluR) Potenciador: glicina GABA Antagonista: picrotoxina Potenciadores: álcool, barbitúricos Glicina Glicina (GlyR) RCI (Cl–) SNC Antagonista: estriquinina Purinas: adenosina SNC - Gases: óxido nitríco - Obs. Neuropeptídeos não foram incluídos nesta tabela. Fonte: SILVERTHORN, Dee U. Fisiologia Humana. Porto Alegre: Grupo A, 2017. E-book. ISBN 9788582714041. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/ books/9788582714041/pageid/255. Acesso em: 29 nov. 2022. Página 254 e 255. 1 2 3 4 5 74 Roteiro de medicina laboratorialSP 1.3 Cada grupo pode se apoiar na descrição de livros didáticos e artigos científicos disponíveis na biblioteca. MATERIAIS NECESSÁRIOS Modelos anatômicos de sinapse, mesa anatômica, tablet ou notebook. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS SILVERTHORN, Dee U. Fisiologia Humana. Porto Alegre: Grupo A, 2017. E-book. ISBN 9788582714041. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com. br/reader/books/9788582714041/pageid/255. Acesso em: 29 nov. 2022. Página 255. 1 2 3 4 5 75 ESTAÇÃO 2: ANÁLISE DAS BULAS DE MEDICAMENTOS Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: LEITURA DAS BULAS 1. Leia, nas bulas de antidepressivos não seletivos (cloridrato de amitriptilina) e de antidepressivos seletivos (cloridrato de fluoxetina), a descrição dos aspectos farmacocinéticos e da ação destes agentes farmacológicos: Para acessar a bula, você deverá acessar o site: https://consultas.anvisa.gov.br/#/bulario/ Na barra Medicamento insira o nome do medicamento: cloridrato de amitriptilina e clique no botão azul consultar. 2. Escolha a primeira opção da lista e clique no PDF da opção Bula do Profissional: Roteiro de medicina laboratorialSP 1.3 1 2 3 4 5 76 3. Faça o mesmo para pesquisar a bula do cloridrato de fluoxetina. Após a leitura, preencha a tabela: Roteiro de medicina laboratorialSP 1.3 Cloridrato de amitriptilina Cloridrato de fluoxetina Via de administração Absorção Distribuição Ação Metabolização Excreção MATERIAIS NECESSÁRIOS Computadores e tablets. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS WHALEN, Karen; FINKELL, Richard; PANAVELIL, Thomas A. Farmacologia Ilustrada. Porto Alegre: Grupo A, 2016. E-book. ISBN 9788582713235. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582713235/ pageid/166. Acesso em: 28 nov. 2022. 1 2 3 4 5 77 Roteiro de medicina laboratorial ESTAÇÃO 3: CONSTRUÇÃO DE MAPAS MENTAIS Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: MAPA MENTAL 1. Construa um mapa mental que ilustre a importância da combinação de antidepressivos e AINEs para o tratamento da fibromialgia que contenha: ação dos antidepressivos, ação dos AINEs, aplicação terapêutica para a fibromialgia. 2. Para essa construção, você pode se apoiar nos conhecimentos prévios sobre os aspectos farmacocinéticos e farmacodinâmicos dos AINEs e sobre a ativação dos nociceptores, além de utilizar os conhecimentos sobre a ação dos antidepressivos e organização das sinapses químicas adquiridos durante a construção das estações deste roteiro. 3. Você também pode utilizar livros didáticos e artigos científicos disponibilizados na biblioteca. O mapa pode ser construído em folhas de papel, ou você pode construir acessando o site gratuito de construção de mapas: https://www. goconqr.com/pt-BR 4. Para entender como se constrói um mapa neste site, você pode assistir ao seguinte tutorial do YouTube: https://www.youtube.com/ watch?v=StFPnMlUUXs ATIVIDADE 2: CASO CLÍNICO 1. Leia o caso abaixo e responda às questões de "A" a "D". Caso clínico: L. D., 39 anos, sexo feminino. É professora e buscou atendimento médico reclamando de dores difusas e constantes na região da cabeça, ombros e braços. Relata que as dores têm impedido que consiga fazer suas atividades diárias, por vezes sente-se muito irritada e desmotivada, alegando sentir-se triste na maior parte do tempo devido às intensas dores. Após avaliação e realização de exames, foi diagnosticada com fibromialgia, e para o tratamento, foi receitada uma combinação de amitriptilina e cetoprofeno. SP 1.3 1 2 3 4 5 78 A. Qual o mecanismo de ação dos fármacos antidepressivos? B. Quais as principais classes de antidepressivos e qual delas é a mais indicada para o tratamento de fibromialgia? C. Quais os efeitos adversos resultantes do uso abusivo de fármacos antidepressivos? D. Qual a importância da combinação de antidepressivos e antiinflamatórios não esteroidais (AINEs) para o tratamento de fibromialgia? MATERIAIS NECESSÁRIOS Folha de papel sulfite ou cartolina para a construção dos mapas mentais, canetas de diferentes cores, computadores e tablets. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS WHALEN, Karen; FINKELL, Richard; PANAVELIL, Thomas A. Farmacologia Ilustrada. Porto Alegre: Grupo A, 2016. E-book. ISBN 9788582713235. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582713235/ pageid/166. Acesso em: 28 nov. 2022. SILVERTHORN, Dee U. Fisiologia Humana. Porto Alegre: Grupo A, 2017. E-book. ISBN 9788582714041. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com. br/reader/books/9788582714041/pageid/255. Acesso em: 29 nov. 2022. Roteiro de medicina laboratorialSP 1.3 1 2 3 4 5 79 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: FEEDBACK DO PROFESSOR Aguarde a orientação do(a) seu(ua) Professor(a). ATIVIDADE 2: SORTEIO DE TEMAS 1. Cada grupo irá retirar um papel com uma pergunta, que estará dentro de uma caixa junto ao(à) docente, e responder às questões de "A" a "E": A. Quais os componentes básicos de um músculo estriado esquelético? B. Como os fármacos antidepressivos atuam para regular as sinapses? C. Quais os aspectos farmacocinéticos dos antidepressivos seletivos e não seletivos? D. Como ocorre o reflexo miotático? E. Qual a importância da combinação de agentes antidepressivos e AINEs para o tratamento de fibromialgia? 2. Após o sorteio, escolha a estratégia de apresentação da resposta da pergunta paraa turma. A. Como estratégia você pode utilizar os modelos anatômicos, a mesa anatômica, as tabelas construídas e outras ferramentas disponíveis no laboratório. B. Em seguida, apresente sua resposta para toda turma. Encerramento da sessãoSP 1.3 1 2 3 4 5 80 ATIVIDADE 1: FUNÇÃO DO MÚSCULO ESTRIADO ESQUELÉTICO – LTKURACLOUD 1. Acesse o site https://saeast1.kuracloud.com/ com o login e senha próprios. 2. Em seguida, clique no botão Fisiologia Humana presente no lado direito da tela. 3. Na barra de buscas, digite: Função do músculo esquelético e, em seguida, clique no ícone com a descrição: Estrutura e função do músculo esquelético. Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 1.3 4. Agora inicie os estudos. ATIVIDADE 2: LEITURA 1. Ler o capítulo do livro abaixo: WHALEN, Karen; FINKELL, Richard; PANAVELIL, Thomas A. Farmacologia Ilustrada. [Porto Alegre, RS]: Grupo A, 2016. Capítulo 12. p. 157-167. E-book. ISBN 9788582713235. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/#/books/9788582713235/. Acesso em: 11 nov. 2022. 81 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Wagner Fernandes USJT http://lattes.cnpq. br/1724431750955997 Mike Yoshio Hamasaki Inspirali http://lattes.cnpq. br/0561215137490433 CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS DESTE MATERIAL DIDÁTICO PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Diego Filgueira Albuquerque UNP http://lattes.cnpq. br/8307318482222152 Robson de Jesus Ages Jacobina http://lattes.cnpq. br/3574190123354874 http://lattes.cnpq.br/1724431750955997 http://lattes.cnpq.br/1724431750955997 http://lattes.cnpq.br/0561215137490433 http://lattes.cnpq.br/0561215137490433 http://lattes.cnpq.br/8307318482222152 http://lattes.cnpq.br/8307318482222152 http://lattes.cnpq.br/3574190123354874 http://lattes.cnpq.br/3574190123354874 82 SP 1.4 "Uma pedra no caminho" Dor referida e dor irradiada: compreendendo os conceitos morfofuncionais do sistema urinário e farmacológicos dos agentes antiespasmódicos 1 2 3 4 5 83 ATIVIDADE 1: ASSISTIR AO VÍDEO NO ULIFE 1. Prezado(a) aluno(a), para esta primeira atividade da trilha pré-aula, acesse o Ulife com login e senha próprios e assista aos vídeos: A. Aspectos histológicos do Ureter. B. Hidronefrose. C. Anatomia dos ureteres e sua enervação. D. Agentes antiespasmódicos. ATIVIDADE 2: LEITURA SOBRE ASPECTOS ANATÔMICOS DOS URETERES 1. Realize a leitura clicando no link a seguir. GRAAFF, Kent M. Van D. Anatomia Humana. [Barueri, SP]: Editora Manole, 2003. Cap. 19. p. 684-685. E-book. ISBN 9788520452677. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788520452677/ pageid/704. Acesso em: 16 nov. 2022. ATIVIDADE 3: LEITURA SOBRE AÇÃO DOS AGENTES ANTIESPASMÓDICOS 1. Realize a leitura clicando no link a seguir. FORD, Susan M. Farmacologia Clínica. [Rio de Janeiro]: Grupo GEN, 2019. E-book. ISBN 9788527735681. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/reader/books/9788527735681/epubcfi/6/92[%3Bvnd.vst. idref%3Dcap-27]!/4/2. Acesso em: 16 nov. 2022. Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 1.4 1 2 3 4 5 84 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: DISCUSSÃO EM PEQUENOS GRUPOS 1. Leia o caso a seguir para responder as questões "A" e "B". Paciente chega ao pronto-socorro relatando dores na região lombar que se estendem até a região inguinal com característica de cólicas. A equipe médica solicita um ultrassom e o resultado indica a presença de cálculos renais. A. Quais suas hipóteses para explicar a dor que o paciente relata? B. Qual terapia farmacológica poderia ser indicada para esta condição? Abertura da sessãoSP 1.4 1 2 3 4 5 85 Roteiro de laboratório morfofuncional Dor referida e dor irradiada: compreendendo os conceitos morfofuncionais do sistema urinário e farmacológicos dos agentes antiespasmódicos LOCAL Laboratório Morfofuncional. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Correlacionar a morfologia macro e microscópica do ureter aos órgãos adjacentes e inervação. Diferenciar dor referida e dor irradiada. Correlacionar o conceito de dermátomo à dor referida. ESTAÇÃO 1: MODELOS ANATÔMICOS E ANATOMIA DE SUPERFÍCIE Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: EXPERIMENTO DE POTENCIAL DE AÇÃO 1. Identificar o trajeto da urina. SP 1.4 1 2 3 4 5 86 Estruturas do sistema Urinário Trajeto da urina Medula renal, Pirâmides renais Raios medulares Papila renal Córtex renal Colunas renais Cálices renais menores Cálices renais maiores Pelve renal Seio renal Ureter Parte abdominal Ureter Parte pélvica Ureter Parte intramural Constrição do ureter: junção ureteropélvica Constrição do ureter: margem da abertura Constrição do ureter: passagem através da parede da bexiga urinária Bexiga urinária Uretra Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.4 2. Responda à pergunta “A”: A. Como as constrições do ureter podem estar relacionadas à hidronefrose e à infecção urinária? 1 2 3 4 5 87 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.4 ATIVIDADE 3: EXERCÍCIO EM GRUPO 1. Organize-se em trios com seus colegas. Com a ajuda do atlas de anatomia, palpe as seguintes estruturas no dorso de um dos colegas do trio e desenhe o rim e o ureter: Para desenhar o rim, palpe: • Processo espinhoso de TXII e de LIII. • Corpo da XI costela. • Crista ilíaca. E considere que o rim: • Está situado no retroperitônio. • Entre TXII e LIII. • Margem medial a cerca de 5cm da coluna vertebral. • Polo superior na altura da XI costela. • Rim direito está cerca de 2,5 cm abaixo que o esquerdo. • Polo inferior aproximadamente a 1 dedo da crista ilíaca. • Dimensões: 10 cm de altura, 5 cm de largura, 2,5 cm de espessura. Para desenhar o ureter, palpe: • Processo espinhoso de LI a LV. • Espinha ilíaca póstero-superior. E considere que: • O trajeto do ureter se dá na direção da espinha ilíaca póstero superior, protegido pelos processos costiformes. 1 2 3 4 5 88 MATERIAIS NECESSÁRIOS Modelo anatômico - Sistema urinário masculino e feminino 6 partes, material para pintura corporal, lenço umedecido, álcool gel, demaquilante, maca, lençol descartável para maca. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS GRAAFF, Kent M. Van D. Anatomia Humana. São Paulo: Editora Manole, 2003. E-book. ISBN 9788520452677. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com. br/#/books/9788520452677/. Acesso em: 01 dez. 2022. Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.4 1 2 3 4 5 89 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.4 ESTAÇÃO 2: DOR REFERIDA Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: PREENCHER NA TABELA A INERVAÇÃO DO URETER 1. A inervação do ureter é proveniente dos plexos autonômicos renais, aórticos e hipogástrico superior e inferior. Correlacione na tabela abaixo a inervação com a parte do ureter. ATIVIDADE 2: PREENCHER NA TABELA AS DEFINIÇÕES 1. Anote na tabela abaixo as definições. Parte do ureter Inervação Parte abdominal Parte pélvica Parte intramural Tema Definição Dermátomo Dor referida Dor irradiada 1 2 3 4 5 90 ATIVIDADE 3: RESPONDER ÀS QUESTÕES 1. Paciente chega ao pronto-socorro relatando dores na região lombar que se estendem até a região inguinal com característica de cólicas. A equipe médica solicita um ultrassom, e o resultado indica a presença de cálculos renais. Neste paciente, a dor é referida, irradiada ou ambas? 2. Observação: para a imagem a seguir e responda à questão: um paciente vai ao médico e se queixa de dor na região inguinal e lombar. Isso sugere ao médico que o paciente pode ter um problema em quais estruturas? Justifique sua resposta. MATERIAIS NECESSÁRIOS Tablets ou notebooks com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS SILVERTHORN, Dee U. Fisiologia Humana. Porto Alegre: Grupo A, 2017. E-book. ISBN 9788582714041. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com. br/reader/books/9788582714041/pageid/255. Acesso em: 29 nov. 2022. Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.4 1 2 3 4 5 91 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.4 ESTAÇÃO 3: MICROSCOPIA DO URETER Duração total: 25minutos ATIVIDADE 1: ACESSAR HISTOLOGY GUIDE 1. Acesse o Histology Guide pelo link http://histologyguide.com/, selecione Urinary System e clique na lâmina MH 146 Ureter. 2. Esta é uma lâmina de ureter. Em um menor aumento, identifique as estruturas solicitadas abaixo e responda às perguntas: A. Epitélio de transição. B. Lâmina própria. Qual tecido é encontrado nesta camada? C. Mucosa urinária. Quais estruturas formam a mucosa urinária? D. Camada muscular. Como se distribuem as fibras de músculo liso nesta camada? E. Camada adventícia. Qual tecido é encontrado nesta camada? 3. Copie a imagem obtida em uma apresentação, identifique com setas as estruturas solicitadas acima e digite a resposta das perguntas. MATERIAIS NECESSÁRIOS Tablets ou notebooks com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS JUNQUEIRA, Luiz Carlos U.; CARNEIRO, José. Histologia Básica - Texto e Atlas. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2017. E-book. ISBN 9788527732178. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527732178/. 1 2 3 4 5 92 Roteiro de medicina laboratorial Dor referida e dor irradiada: compreendendo os conceitos morfofuncionais do sistema urinário e farmacológicos dos agentes antiespasmódicos LOCAL Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Analisar os aspectos farmacocinéticos e farmacodinâmicos dos antiespasmódicos. Analisar os efeitos adversos, indicações e contraindicações dos antiespasmódicos. ESTAÇÃO 1: ANÁLISE DE BULAS DO MEDICAMENTO Duração total: 37 minutos ATIVIDADE 1: LEITURA DAS BULAS 1. Leia nas bulas indicadas a descrição dos aspectos farmacocinéticos e farmacodinâmicos deste medicamento: butilbrometo de escopolamina. 2. Para acessar as bulas, você deverá acessar o site: https://consultas.anvisa.gov. br/#/bulario/. 3. Na barra Medicamento, insira o nome do medicamento antiespasmódico: Butilbrometo de escopolamina. Em seguida, clique no botão Consultar. SP 1.4 1 2 3 4 5 93 Roteiro de medicina laboratorialSP 1.4 4. Escolha a primeira opção da lista e clique no PDF da opção Bula do Profissional. ATIVIDADE 2: PREENCHER A TABELA 1. Após a leitura da bula, preencha a tabela abaixo: Farmacocinética Vias de administração Absorção Distribuição Metabolização Excreção Possíveis interações com outros medicamentos ou outras moléculas Possíveis efeitos adversos Farmacodinâmica Ação 1 2 3 4 5 94 MATERIAIS NECESSÁRIOS Computadores e tablets, folha de sulfite ou cartolina para a construção do mapa, canetas esferográficas. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS D, Susan M. Farmacologia Clínica. [Rio de Janeiro]: Grupo GEN, 2019. E-book. ISBN 9788527735681. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/reader/books/9788527735681/epubcfi/6/92[%3Bvnd.vst . idref%3Dcap-27]!/4/2. Acesso em: 16 nov. 2022. Roteiro de medicina laboratorialSP 1.4 1 2 3 4 5 95 ESTAÇÃO 2: CONSTRUÇÃO DE MAPAS MENTAIS Duração total: 37 minutos ATIVIDADE 1: MAPA MENTAL 1. Cada pequeno grupo irá receber a seguinte pergunta: como os agentes antiespasmódicos podem contribuir para o tratamento da dor irradiada relacionada à presença de cálculos nas vias urinárias? Observação: Para esta construção, você pode se apoiar nos conhecimentos prévios sobre os aspectos farmacocinéticos e farmacodinâmicos dos antiespasmódicos. 2. O mapa pode ser construído em folhas de papel, ou você pode construí-lo acessando o site gratuito de construção de mapas: https://www.goconqr.com/pt-BR 3. Para entender como se constrói um mapa neste site, você pode assistir ao seguinte tutorial do YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=StFPnMlUUXs 4. O mapa deve conter: ação do medicamento e relação da ação com o tratamento da dor. Roteiro de medicina laboratorialSP 1.4 1 2 3 4 5 96 Roteiro de medicina laboratorialSP 1.4 ATIVIDADE 2: CASO CLÍNICO 1. Leia o caso clínico a seguir e responda às questões disparadoras da discussão "A" e "B". Caso clínico: M. C., 27 anos, sexo masculino. Procurou atendimento médico com dor abdominal discreta, generalizada e mal definida que perdura por cerca de 48 horas e tornou-se mais forte na região do flanco direito nas últimas horas. Chegou ao PS do hospital, com queixa de náuseas e dor de grande intensidade, em cólica, que comprometia não apenas a região lombar, mas a virilha e o testículo ipsilateral. A punho-percussão à direita era extremamente dolorosa (Giordano positivo). Após avaliação e realização de exames, M. C. foi diagnosticado com pedras nos rins. Ao paciente foi receitado analgésicos, anti-inflamatório e antiespasmódico. A. Qual é o mecanismo de ação e principais efeitos terapêuticos dos antiespasmódicos? B. Quais os possíveis efeitos adversos que os antiespasmódicos podem causar? MATERIAIS NECESSÁRIOS Computadores com acesso à internet, folha de papel sulfite ou cartolina para a construção dos mapas mentais e canetas de diferentes cores. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS D, Susan M. Farmacologia Clínica. [Rio de Janeiro]: Grupo GEN, 2019. E-book. ISBN 9788527735681. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/reader/books/9788527735681/epubcfi/6/92[%3Bvnd.vst . idref%3Dcap-27]!/4/2. Acesso em: 16 nov. 2022. 1 2 3 4 5 97 Encerramento da sessãoSP 1.4 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: JOGO E FEEDBACK Cada grupo de estudantes deve abrir o link a seguir e jogar por aproximadamente 5 minutos. 1. Cada grupo de estudantes deve abrir o link a seguir e jogar por aproximadamente 5 minutos. Link: https://wordwall.net/resource/38447312 1 2 3 4 5 98 ATIVIDADE 1: COMPLETAR UMA TRILHA DO CONHECIMENTO 1. Completar uma trilha do conhecimento da plataforma LT Kuracloud. 2. Faça o login na plataforma LT Kuracloud (https://accounts.kuracloud.com/ user/login?product=adinstruments). 3. No campo esquerdo da sua tela, você encontrará os cursos disponíveis ao seu login. Clique em Fisiologia Humana. 4. Abrirá um grande número de opções, clique na opção Rim e Urina. 5. Entre na opção Urina e Micção, conforme imagem abaixo. 6. Pronto! Agora é só seguir as instruções da trilha de conhecimento. Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 1.4 99 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Wagner Fernandes USJT http://lattes.cnpq. br/1724431750955997 Mike Yoshio Hamasaki Inspirali http://lattes.cnpq. br/0561215137490433 CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS DESTE MATERIAL DIDÁTICO PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Diego Filgueira Albuquerque UNP http://lattes.cnpq. br/8307318482222152 Robson de Jesus Ages Jacobina http://lattes.cnpq. br/3574190123354874 http://lattes.cnpq.br/1724431750955997 http://lattes.cnpq.br/1724431750955997 http://lattes.cnpq.br/0561215137490433 http://lattes.cnpq.br/0561215137490433 http://lattes.cnpq.br/8307318482222152 http://lattes.cnpq.br/8307318482222152 http://lattes.cnpq.br/3574190123354874 http://lattes.cnpq.br/3574190123354874 100 SP 1.5 Cuidados, o quê? O estudo dos fármacos analgésicos opioides e os aspectos morfofuncionais do sistema esquelético com ênfase na coluna vertebral e no plexo venoso vertebral 1 2 3 4 5 101 ATIVIDADE 1: TRILHA DO CONHECIMENTO NA PLATAFORMA LT 1. Faça o login na plataforma LT Kuracloud (https://accounts.kuracloud.com/ user/login?product=adinstruments) 2. No campo esquerdo da sua tela, você encontrará os cursos disponíveis ao seu login. Clique em Anatomia. 3. Abrirá um grande número de opções, clique na opção Sistema Esquelético. 4. Entre na opção Histologia de ossos e cartilagens - laboratório, conforme imagem abaixo. 5. Faça a trilha a partir da introdução (item 1) até osso esponjoso (item 5). Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 1.5 ATIVIDADE 2: VÍDEO EDUCATIVO 1. Prezado(a) aluno(a), acesse o vídeo de aproximadamente 8 minutos pelo link e responda às questões "A e B" https://ed.ted.com/lessons/what-causes-opioid- addiction-and-why-is-it-so-tough-to-combat-mike-davis A. Por que opioides podem causar dependência? B. Qual a relaçãoentre uso crônico de opioides e tolerância? Quais alterações fisiológicas são observadas nesta situação? 1 2 3 4 5 102 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: VÍDEOS SOBRE COMPONENTES ANATÔMICOS 1. Acesse os vídeos de "A" a "C": A. Componentes anatômicos de uma vértebra típica e plexos venosos vertebrais. B. Osso compacto e esponjoso. C. Fundamentos de imagem oncológica e metástase óssea. 2. Após assistir aos vídeos, responda as questões: A. Quais são as teorias que justificam a metástase? B. Quais são as formas de metástase? Explique cada uma delas. C. De acordo com os vídeos, quais são algumas maneiras para tratamento de cânceres metastáticos? ATIVIDADE 2 Aguarde a orientação do(a) seu(ua) Professor(a). Abertura da sessãoSP 1.5 1 2 3 4 5 103 Roteiro de laboratório morfofuncional O estudo dos fármacos analgésicos opioides e os aspectos morfofuncionais do sistema esquelético com ênfase na coluna vertebral e no plexo venoso vertebral LOCAL Laboratório Morfofuncional. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Justificar a indicação e a importância dos exames de imagem e de medicina nuclear na pesquisa, identificação e seguimento das metástases. Classificar as estruturas anatômicas da coluna vertebral e correlacionar com a organização do plexo venoso vertebral. ESTAÇÃO 1: ANATOMIA DA COLUNA VERTEBRAL E PALPAÇÃO Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: MODELOS ANATÔMICOS 1. Na sua bancada, há disponível um modelo anatômico da coluna vertebral ou vértebras soltas. O estudante deve identificar as estruturas listadas a seguir. A. Coluna vertebral: Curvaturas primárias (Cifose torácica, Cifose sacral), Curvaturas secundárias (Lordose cervical, Lordose lombar), Canal vertebral. A. Atlas (C1): arco anterior, fóvea do dente, arco posterior, sulco da artéria vertebral, processo transverso, forame transverso e o forame vertebral. SP 1.5 1 2 3 4 5 104 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.5 B. Axis (C2): corpo, dente do áxis, ápice do dente, lâmina, processo transverso e forame transverso. C. Vértebra cervical (C3 até C7): corpo, lâmina, pedículo, incisura vertebral superior, incisura vertebral inferior, arco, processo espinhoso, processo transverso, forame vertebral e forame transverso. D. Vértebra torácica (T1 até T12): corpo, fóveas costais, pedículo, incisura vertebral superior, incisura vertebral inferior, processo espinhoso e processo transverso. E. Vértebra lombar (L1 a L5): corpo, lâmina, pedículo, processo espinhoso e processo costiforme, processo acessório, processo mamilar. F. Sacro (vértebras sacrais I - V).: Base do sacro, Promontório sacral, Asa do sacro, Face auricular, Tuberosidade sacral, Crista sacral mediana, Crista sacral medial, Crista sacral lateral, Canal sacral, Hiato sacral, Ápice do sacro. ATIVIDADE 2: PALPAR AS ESTRUTURAS 1. Processo transverso do atlas, processo espinhoso das vértebras, processo espinhosos de CVII (vértebra proeminente), sacro. MATERIAIS NECESSÁRIOS Modelo anatômico - Coluna clássica flexível e/ou vértebras, notebook ou tablet com acesso à internet, maca, lençol descartável de maca e álcool em gel. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS GRAAFF, Kent M. Van D. Anatomia Humana. São Paulo: Editora Manole, 2003. E-book. ISBN 9788520452677. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com. br/#/books/9788520452677/. Acesso em: 01 dez. 2022. PUDLES, Edson; DEFINO, Helton L A. A Coluna Vertebral. Porto Alegre: Grupo A, 2014. E-book. ISBN 9788582710463. Disponível em: https://integrada. minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582710463/. Acesso em: 09 dez. 2022. 1 2 3 4 5 105 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.5 ESTAÇÃO 2: METÁSTASE ÓSSEA Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: DISCUTIR CASO CLÍNICO 1. Leia o caso a seguir e responda às questões de “A” a “E”. Caso clínico: Luiz, 87 anos apresentava quadro demencial moderado causado pela doença de Alzheimer e por um câncer de próstata, com metástase óssea. A metástase óssea, na coluna vertebral em 85% dos casos, ocorre por disseminação hematogênica através do fluxo retrógrado pelo plexo venoso de Batson. Neste momento, o paciente é encaminhado para os cuidados paliativos. Foi prescrito para o paciente Ultracet®, uma associação entre paracetamol e tramadol. No entanto, o controle da dor não foi suficiente. A partir do caso clínico, responda às questões disparadoras da discussão: A. Quais neoplasias estão altamente relacionadas às metástases ósseas. B. Quais os tipos de lesões ósseas podem ocorrer por metástases? Por qual razão geram dor? C. Quais exames de imagem (RX, US, TC, RM, PETSCAN) são úteis na identificação e seguimento das metástases? D. Qual a importância do uso do meio de contraste (iodo e gadolínio) na caracterização de lesões metastáticas? E. Como diferenciar nos exames de imagem lesões osteolíticas e osteoblásticas? MATERIAIS NECESSÁRIOS Notebook ou tablet com acesso à internet. 1 2 3 4 5 106 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.5 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ABRAHAMSOHN, Paulo. Histologia. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2016. E-book. ISBN 9788527730105. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788527730105/. Acesso em: 09 dez. 2022. HAMILL, Joseph; KNUTZEN, Kathleen M.; DERRICK, Timothy R. Bases Biomecânicas do Movimento Humano. São Paulo: Editora Manole, 2016. E-book. ISBN 9788520451311. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788520451311/. Acesso em: 09 dez. 2022. 1 2 3 4 5 107 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.5 ESTAÇÃO 3: PLEXO VENOSO VERTEBRAL Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: LEITURA DE ARTIGO CIENTÍFICO 1. Leia o texto abaixo extraído do artigo científico “Vanishing bone metastasis: ensaio iconográfico” (Fukushima et al., 2020). Link: http://www.rb.org.br/ detalhe_aop.asp?id=3373&idioma=Portugues. Batson classificou as veias vertebrais em: um plexo venoso vertebral interno dentro do canal vertebral que circunda a dura-máter da medula espinhal; as veias basivertebrais dentro dos corpos vertebrais; e um plexo venoso vertebral externo ao redor da coluna vertebral. O plexo venoso vertebral interno e as veias basivertebrais não possuem válvulas, ou seja, têm direção de fluxo reversível. Em alguns casos, válvulas já foram descritas no plexo venoso vertebral externo. O plexo venoso vertebral externo é dividido em anterior e posterior. O anterior faz anastomose com as veias basivertebrais, veias intervertebrais e tributárias dos corpos vertebrais. O posterior faz anastomose com o plexo venoso vertebral interno e termina nas veias vertebrais, lombares e intercostais posteriores. O plexo venoso vertebral interno, conhecido como plexo de Batson, é responsável pela drenagem venosa do cérebro e da medula espinal, sendo dividido em duas veias longitudinais anteriores e duas posteriores. O plexo venoso paravertebral forma múltiplas anastomoses por veias segmentares, comunicando-se com as veias braquiocefálica esquerda, ázigo- hemiázigos e renal esquerda ou veia cava inferior. 1 2 3 4 5 108 ATIVIDADE 2: CORRELACIONAR ESTRUTURAS 1. Acesse o aplicativo e-Anatomy (IMAIOS) https://www.imaios.com/br/e- anatomy. 2. Clique em coluna vertebral e, depois, em Medula Espinal. 3. Com base nos seus conhecimentos e com auxílio do aplicativo, faça a correlação entre os números presentes na imagem abaixo e as estruturas de “A” a “E”. A) Plexo venoso vertebral interno anterior. B) Plexo venoso vertebral interno posterior. C) Plexo venoso vertebral externo anterior. D) Plexo venoso vertebral externo posterior. E) Veias basivertebrais. MATERIAIS NECESSÁRIOS Notebook ou tablet com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PUDLES, Edson; DEFINO, Helton L A. A Coluna Vertebral. Porto Alegre: Grupo A, 2014. E-book. ISBN 9788582710463. Disponível em: https://integrada. minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582710463/. Acesso em: 09 dez. 2022. Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.5 1 2 3 4 5 109 Roteiro de medicina laboratorialO estudo dos fármacos analgésicos opioides e os aspectos morfofuncionais do sistema esquelético com ênfase na coluna vertebral e No plexo venoso vertebral LOCAL Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Analisar os aspectos farmacocinéticos e farmacodinâmicos dos analgésicos opioides e os possíveis efeitos adversos. Sintetizar a importância do uso de analgésicos opioides para o tratamento de dor oncológica. ESTAÇÃO 1: ANÁLISE DA LÂMINA HISTOLÓGICA DE MEDULA ESPINAL E CORRELAÇÃO COM A AÇÃO DOS ANALGÉSICOS OPIOIDES Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: CONSTRUIR MAPA MENTAL 1. Responda às questões “A” e “B” com o auxílio de livros didáticos disponíveis na biblioteca e com base nos estudos prévios construídos a partir da execução da trilha pré-aula. O mapa pode ser construído em folhas de papel, ou você pode construí-lo acessando o site de gratuito de construção de mapas: https:// www.goconqr.com/pt-BR SP 1.5 1 2 3 4 5 110 Roteiro de medicina laboratorialSP 1.5 2. Para entender como se constrói um mapa neste site, você pode assistir ao seguinte tutorial do YouTube: https://www.youtube.com/ watch?v=StFPnMlUUXs A. Em quais receptores atuam os agentes analgésicos opioides? B. Em qual região da medula espinhal são encontrados os receptores para os agentes analgésicos opioides? ATIVIDADE 2: ANALISAR LÂMINAS 1. Acesse o site https://student.medroom.com.br, pelo link https://medroom. com.br com login e senhas próprios. 2. Uma vez logado, clique no botão lâminas localizado no canto esquerdo da tela; 3. Em seguida, digite o nome da lâmina a ser analisada na barra de busca localizada no canto superior da tela: medula. 4. Clique nas seguintes lâminas: A. Medula (HE): https://student.medroom.com.br/slides/de17e83b-d7af- 4dc0-ae59-108781174134. B. Medula Espinhal: https://student.medroom.com.br/slides/81d09ee8- 066b-4c8c-ad4c-f4e900dff6e6. 5. Agora, analise as lâminas para correlacionar com a região onde estão localizados os receptores para os agentes analgésicos opioides. https://student.medroom.com.br https://medroom.com.br https://medroom.com.br 1 2 3 4 5 111 Roteiro de medicina laboratorialSP 1.5 MATERIAIS NECESSÁRIOS Perguntas orientadoras entregues em papéis ou em arquivo de computador, computadores com acesso à internet e material para construir o mapa mental (papel sulfite e canetas esferográficas). REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MARTIN, John H. Neuroanatomia. Porto Alegre: Grupo A, 2014. E-book. ISBN 9788580552645. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/ reader/books/9788580552645/pageid/122. Acesso em: 06 dez. 2022. 1 2 3 4 5 112 ESTAÇÃO 2: QUEBRA-CABEÇA DE PALAVRAS E CASO CLÍNICO Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO INTERATIVO EM GRUPO 1. Você receberá um saco plástico com diversas palavras em recortes de papéis. Espalhe essas palavras na mesa e, junto com os(as) demais estudantes do grupo, construa um fluxograma que sintetize o mecanismo de ação dos agentes analgésicos opioides. É importante destacar que, dentro do saco, estão palavras que não farão parte do fluxograma, então, algumas delas irão sobrar. 2. Após a confecção do fluxograma, registre a construção do grupo por meio de fotografia ou reproduzindo o fluxograma em uma folha de papel sulfite. ATIVIDADE 2: RESPONDER QUESTÕES A PARTIR DE UM CASO CLÍNICO 1. Leia o caso a seguir e responda às questões de “A” a “C”. Luiz, 87 anos apresentava quadro demencial moderado causado pela doença de Alzheimer e por um câncer de próstata, com metástase óssea. Neste momento, o paciente é encaminhado para os cuidados paliativos. Fora prescrito para o paciente Ultracet®, uma associação entre paracetamol e tramadol. No entanto, o controle da dor não foi suficiente. A. Qual o mecanismo de ação dos analgésicos opioides? B. Quais efeitos adversos podem ocorrer a partir do abuso de analgésicos opioides? C. Discuta a importância dos analgésicos opioides no tratamento de dor oncológica. Roteiro de medicina laboratorialSP 1.5 1 2 3 4 5 113 Roteiro de medicina laboratorialSP 1.5 MATERIAIS NECESSÁRIOS Saco plástico, recortes de papéis com as palavras que auxiliem a construção do fluxograma, sugestões: canais de potássio, potássio, receptores metabotrópicos, abertura, fechamento, canais de cálcio, neurotransmissores, entre outras. Folha de sulfite e canetas esferográficas. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS WHALEN, Karen; FINKELL, Richard; PANAVELIL, Thomas A. Farmacologia Ilustrada. Porto Alegre: Grupo A, 2016. E-book. ISBN 9788582713235. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582713235/ pageid/200. Acesso em: 06 dez. 2022. 1 2 3 4 5 114 ESTAÇÃO 3: ANÁLISE DE BULAS DO MEDICAMENTO Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: LEITURA DAS BULAS 1. Leia, nas bulas indicadas, a descrição dos aspectos farmacocinéticos e possíveis efeitos adversos do medicamento sulfato de morfina. 2. Para acessar as bulas, você deverá acessar o site: https://consultas.anvisa.gov. br/#/bulario/ 3. Na barra Medicamento, insira o nome do medicamento antiespasmódico: sulfato de morfina. Em seguida, clique no botão Consultar. 4. Escolha a primeira opção da lista e clique no PDF da opção Bula do Profissional. Roteiro de medicina laboratorialSP 1.5 5. Após a leitura, preencha a tabela a seguir. 1 2 3 4 5 115 Roteiro de medicina laboratorialSP 1.5 MATERIAIS NECESSÁRIOS Computadores e tablets, folha de sulfite ou cartolina para a construção do mapa e canetas esferográficas. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS WHALEN, Karen; FINKELL, Richard; PANAVELIL, Thomas A. Farmacologia Ilustrada. Porto Alegre: Grupo A, 2016. E-book. ISBN 9788582713235. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582713235/ pageid/200. Acesso em: 06 dez. 2022. Farmacocinética Vias de administração Absorção Distribuição Metabolização Excreção Efeitos adversos Efeitos 1 2 3 4 5 116 Encerramento da sessãoSP 1.5 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: FEEDBACK DO PROFESSOR Aguarde a orientação do(a) seu(ua) Professor(a). ATIVIDADE 2: SALA DE AULA INVERTIDA 1. Utilizando como ferramenta a estratégia de sala de aula invertida, os(as) estudantes podem ser convidados(as) a expor sua compreensão e verificar, a partir do que foi analisado durante as práticas do ateliê, as conquistas alcançadas. 2. Para isso, cada grupo receberá uma pergunta: A. Quais os principais acidentes anatômicos de uma vértebra típica? B. Como está organizada a coluna vertebral e quais as principais diferenças entre uma vértebra cervical típica, uma vértebra torácica e uma vértebra lombar? C. Onde o plexo venoso vertebral interno está localizado e com quais outros plexos venosos ele se comunica? D. Quais os aspectos farmacocinéticos dos analgésicos opioides? E. Qual o mecanismo de ação dos analgésicos opioides e onde os receptores opioidérgicos podem ser encontrados? • Os(as) estudantes podem utilizar os mapas mentais construídos, os modelos dos laboratórios e as ferramentas tecnológicas para expor o seu conhecimento. 1 2 3 4 5 117 ATIVIDADE 1: EXPERIMENTO ANATOMIA COLUNA VERTEBRAL 1. Acesse o laboratório Sistema Locomotor (Algetec) 2. No menu central, é importante que você comece a navegar a partir do primeiro ícone, Home – o ícone de casa, deste menu para compreender todas as etapas da tarefa e, em seguida, vá mudando as etapas clicando nos ícones seguintes. 3. Quando clicar no penúltimo ícone, Experimento – o ícone de Erlenmeyer, uma nova tela surgirá e você deverá clicar no botão Anatomia – Sistema Locomotor. Uma nova página abrirá, o experimento irá carregar (pode levar alguns minutos até o experimento carregar) e o modelo anatômico de esqueleto surgirá. 4. Agora, você poderá estudar utilizando as ferramentas do experimento. Foque no estudo anatômico da coluna vertebral. Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 1.5 1 2 3 4 5 118 Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 1.5 ATIVIDADE2: LEITURA SOBRE ANALGÉSICOS OPIOIDES E LÂMINAS DE REXED NA MEDULA ESPINHAL 1. Leia os capítulos indicados: A. Analgésicos opioides: WHALEN, Karen; FINKELL, Richard; PANAVELIL, Thomas A. Farmacologia Ilustrada. [Porto Alegre, RS]: Grupo A, 2016. Unidade III, capítulo 14. p. 191-204. Capítulo E-book. ISBN 9788582713235. Disponível em: https:// integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582713235/ pageid/200. Acesso em: 24 nov. 2022. B. Lâminas de Rexed da medula espinal: MARTIN, John H. Neuroanatomia. [Digite o Local da Editora]: Grupo A, 2014. Capítulo 5. p. 123-124. E-book. ISBN 9788580552645. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/ books/9788580552645/pageid/122. Acesso em: 24 nov. 2022. 119 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Wagner Fernandes USJT http://lattes.cnpq. br/1724431750955997 Mike Yoshio Hamasaki Inspirali http://lattes.cnpq. br/0561215137490433 CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS DESTE MATERIAL DIDÁTICO PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Diego Filgueira Albuquerque UNP http://lattes.cnpq. br/8307318482222152 Robson de Jesus Ages Jacobina http://lattes.cnpq. br/3574190123354874 http://lattes.cnpq.br/1724431750955997 http://lattes.cnpq.br/1724431750955997 http://lattes.cnpq.br/0561215137490433 http://lattes.cnpq.br/0561215137490433 http://lattes.cnpq.br/8307318482222152 http://lattes.cnpq.br/8307318482222152 http://lattes.cnpq.br/3574190123354874 http://lattes.cnpq.br/3574190123354874 120 Agenda para TBL TBL TEMA 1 2 3 4 5 TBLs produzidos e publicados no U-Life https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 121 FEBRE, INFLAMAÇÃO E INFECÇÃO COMPLEXO TEMÁTICO II 122 “Eu não nasci rodeada de livros, e sim rodeada de palavras.” Conceição Evaristo. Árvore temática 2 https://www.ulife.com.br/inspirali 124 SP 2.1 Tem que esperar... Infecções bacterianas em vias aéreas superiores e a drenagem linfática da cabeça e do pescoço 1 2 3 4 5 125 Prezado(a) aluno(a), antes de iniciar a trilha reflita: você já passou por algum processo infeccioso? Talvez uma amigdalite? Como se sentiu? Surgiram protuberâncias arredondadas na região da axila ou do pescoço? Você se perguntou o que era isso? ATIVIDADE 1: INFECÇÕES, LINFONODOS E FÁRMACOS 1. Prezado(a) aluno(a), para iniciar a sua trilha de aprendizagem, assista às videoaulas de “A” a “F”, disponíveis no Ulife: A. Aspectos farmacológicos dos antibióticos; B. Aspectos histológicos dos linfonodos; C. Aspectos histológicos das tonsilas; D. Imagem em infecções de vias aéreas superiores; E. Infecções de partes moles. 2. Enquanto assiste aos vídeos, anote: A. Conceito de antibiótico; B. Classificação e principais categorias dos fármacos antibacterianos; C. Partes que compõem um linfonodo e uma tonsila e respectivas funções. Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 2.1 1 2 3 4 5 126 Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 2.1 Linfonodos submentuais Linfonodos submandibulares Linfonodos pré-laríngeos Linfonodos pré-traqueais Linfonodos paratraqueais Linfonodos retrofaríngeos Linfonodo jugulo-digástrico Linfonodo jugulo-omo-hióideo Linfonodos supraclaviculares Dica: Utilize a Figura 8.26 Drenagem linfática da face e do couro cabeludo. Página 843 e a Figura 9.51 Drenagem linfática da cabeça e do pescoço. Página 1018 do livro MOORE, K L.; DALLEY, A F.; AGUR, A M R. Anatomia Orientada para Clínica, 8ª edição. [Digite o Local da Editora]: Grupo GEN, 2018. E-book. ISBN 9788527734608. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com. br/#/books/9788527734608/. Acesso em: 05 jan. 2023. Grupo de linfonodos Território de drenagem Linfonodos occipitais Linfonodos mastóideos Linfonodos retroauriculares Linfonodos parotídeos Linfonodos bucais 3. Preencha a tabela abaixo: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/ 1 2 3 4 5 127 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: INTERAÇÃO EM GRUPO 1. Divida-se em grupo, conforme a orientação do(a) professor(a) e siga as orientações a seguir: A. Um grupo ficará responsável por representar, em uma folha de cartolina, a localização das tonsilas e a estrutura de uma bactéria Gram-positiva. B. O outro grupo deverá representar, também em uma folha de cartolina, a histologia dos linfonodos e a estrutura de uma bactéria Gram-negativa. C. As representações deverão ser feitas com canetinhas coloridas, para melhor visualização. Em seguida, 1 representante de cada grupo deverá apresentar para a turma o que foi construído. D. Após as apresentações, todos(as) os(as) alunos(as) deverão discutir as principais diferenças entre bactérias gram-positivas e gram-negativas e o impacto delas nos mecanismos de agressão e defesa bacterianos. Abertura da sessãoSP 2.1 1 2 3 4 5 128 Roteiro de laboratório morfofuncional Infecções bacterianas em vias aéreas superiores e a drenagem linfática da cabeça e do pescoço LOCAL Laboratório Morfofuncional. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Analisar as características morfológicas macro e microscópicas de linfonodos e tonsilas. Caracterizar a localização do anel de Waldeyer e dos linfonodos cervicais e profundos. Examinar o trajeto da linfa da cabeça e do pescoço, do órgão alvo até a corrente sanguínea. ESTAÇÃO 1: MICROSCOPIA DE LINFONODOS E TONSILAS E MACROSCOPIA DO ANEL DE WALDEYER Duração total: 37 minutos ATIVIDADE 1: LAMINÁRIO VIRTUAL MEDROOM 1. Acesse o Laminário Virtual MedRoom pelo link https://student.medroom.com. br/ Clique na lâmina Linfonodos. Esta é uma lâmina de um linfonodo. Os linfonodos são órgãos pequenos, riniformes, envolvidos por tecido conjuntivo frouxo. Pela face convexa de seu formato de rim entram os vasos linfáticos aferentes, trazendo a linfa, e pela face côncava saem os vasos SP 2.1 https://student.medroom.com.br/ https://student.medroom.com.br/ 1 2 3 4 5 129 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.1 linfáticos eferentes. Na face côncava forma-se uma abertura, chamada de hilo. Os linfonodos são formados por duas regiões bem distintas: a região cortical na periferia da face convexa e a região medular próxima à face achatada do órgão. 2. Em um aumento médio, identifique: A. Córtex: cápsula, cortical, paracortical, nódulos linfáticos. B. Medula: cordões celulares (medulares) e seios medulares. 3. Após identificar as estruturas acima, responda às questões “A” e “B”: A. O que ocorre nos cordões e seios medulares? B. “No linfonodo ocorre a fagocitose de antígenos e a iniciação de importantes respostas imunes. Linfonodos nos quais os linfócitos estão respondendo a antígenos frequentemente aumentam de tamanho. Esse fenômeno é observado com frequência nos linfonodos do pescoço, em resposta a uma infecção nasal ou orofaríngea, e nas regiões axilares e inguinais, devido à infecção nos membros. Linfadenite, que consiste em aumento reativo (inflamatório) dos linfonodos, constitui uma complicação comum de infecções microbianas. Esses linfonodos aumentados são comumente designados como linfadenopatia” e, popularmente chamados de ínguas. Fonte: PAWLINA, W. Ross Histologia - Texto e Atlas. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2021. E-book. ISBN 9788527737241. Disponível em: https://integrada. minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737241/. Acesso em: 04 jan. 2023. Que eventos morfológicos ocorrem dentro do linfonodo que causam o seu aumento de tamanho? ATIVIDADE 2: TONSILAS 1. Leia o texto a seguir e realize as questões “A” e “B”. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737241/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737241/ 1 2 3 4 5 130 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.1 Ao redor das cavidades oral e nasal, agrupam-se órgãos chamados de “tonsilas”. As tonsilas são uma massa de tecido linfático com função de proteção das aberturasda face. As tonsilas faríngeas (popularmente chamadas de adenoides), as tonsilas linguais e as tonsilas palatinas (popularmente chamadas de amígdalas) formam um anel chamado de anel de Waldeyer. As tonsilas não contêm vasos linfáticos aferentes, porém a linfa do tecido linfático tonsilar é drenada através dos vasos linfáticos eferentes. A. Identifique nos modelos anatômicos: • Tonsilas palatinas; • Arco palatoglosso; • Arco palatofaríngeo; • Fossa tonsilar; • Tonsilas linguais; • Tonsilas faríngeas. B. Quando os procedimentos de tonsilectomia e adenoidectomia são necessários? ATIVIDADE 3: MICROSCÓPIO VIRTUAL 1. Acesse o microscópio virtual Histology Guide através do link http:// histologyguide.com/slideview/MH-081a-palatine-tonsil/10-slide-1.html. Selecione o Sistema Linfático e a lâmina MH 081A Tonsila Palatina. A. Epitélio estratificado pavimentoso. B. Criptas. C. Nódulos linfáticos. 2. Por que as tonsilas palatinas são cobertas por um epitélio estratificado? MATERIAIS NECESSÁRIOS Tablets ou notebooks. Modelos anatômicos: hemicabeça, corte sagital de cabeça e pescoço, língua. http://histologyguide.com/slideview/MH-081a-palatine-tonsil/10-slide-1.html http://histologyguide.com/slideview/MH-081a-palatine-tonsil/10-slide-1.html 1 2 3 4 5 131 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.1 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PAWLINA, W. Ross Histologia - Texto e Atlas. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2021. E-book. ISBN 9788527737241. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca. com.br/#/books/9788527737241/. Acesso em: 04 jan. 2023. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737241/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737241/ 1 2 3 4 5 132 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.1 ESTAÇÃO 2: DRENAGEM LINFÁTICA DA CABEÇA E DO PESCOÇO Duração total: 37 minutos ATIVIDADE 1: IDENTIFICAÇÃO DOS LINFONODOS CERVICAIS SUPERFICIAIS E PROFUNDOS 1. Leia o texto a seguir para iniciar essa atividade. A drenagem linfática da cabeça e do pescoço é feita pelos linfonodos cervicais superficiais, situados ao longo do trajeto da veia jugular externa. Os linfonodos cervicais superficiais captam a linfa e a drenam para os linfonodos cervicais profundos, situados no trajeto da veia jugular interna. Os linfonodos cervicais profundos drenam a linfa para os troncos jugulares, os quais drenarão para os ductos linfáticos de cada lado e daí para a corrente sanguínea. Veja o fluxo a seguir. 1 2 3 4 5 133 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.1 Fonte: Elaborado pela autora (2023). 1 2 3 4 5 134 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.1 ATIVIDADE 2: MODELOS ANATÔMICOS 1. Após a leitura do texto, identifique os linfonodos no App Visible Body ou em modelos anatômicos: Linfonodos cervicais superficiais: • Linfonodos occipitais; • Linfonodos mastóideos; • Linfonodos retroauriculares; • Linfonodos parotídeos; • Linfonodos bucais; • Linfonodos submentuais; • Linfonodos submandibulares. Linfonodos cervicais profundos: • Linfonodos pré-laríngeos; • Linfonodos pré-traqueais; • Linfonodos paratraqueais; • Linfonodos retrofaríngeos; • Linfonodo jugulo-digástrico; • Linfonodo jugulo-oomo-hióideo; • Linfonodos supraclaviculares. ATIVIDADE 3: PINTURA CORPORAL ENTRE PARES E PALPAÇÃO DOS LINFONODOS DA CABEÇA E DO PESCOÇO 1. Execute o seguinte procedimento: A. Formem trios. B. Em cada trio, definam quem começará no papel de examinador, de paciente e de instrutor. C. Lave as mãos e prenda o cabelo. D. Prepare as mãos para o toque: aqueça, movimente e alongue. 1 2 3 4 5 135 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.1 Para o examinador: • Cubra a maca com lençol descartável. • Posicione seu paciente (sentado ou em pé, com os pés paralelos e com o tronco e cabeça alinhados). • Aborde o paciente de maneira ética e objetiva. • Com a mão espalmada e firme palpe a região do corpo onde se situa a estrutura que deseja estudar. • Se necessário, reposicione o paciente para melhor palpar cada estrutura. Para o paciente: • Perceba o toque do colega. Gentilmente, forneça a ele informações que revele qual a sua percepção sobre o exame. Por exemplo, se a mão está fria, dura, áspera, unhas cortantes, suada, pesada etc. • Observe se o examinador de fato está palpando a estrutura estudada ou se está equivocado. Gentilmente, forneça a ele informações que o ajudem a atingir a estrutura estudada. Para o instrutor: • Leia as instruções do roteiro para o examinador e o ajude a executar a palpação. Após o examinador finalizar o exame, os papéis devem se inverter e o paciente passará a ser examinador. Sugestão: mude periodicamente a sua dupla de aula de palpação, procurando colegas de gêneros e biótipos diferentes. Instrução: Parte 1: Com o lápis de maquiagem, o examinador desenha no paciente os seguintes grupos de linfonodos: • Linfonodos occipitais. • Linfonodos mastóideos. • Linfonodos retroauriculares. 1 2 3 4 5 136 • Linfonodos parotídeos. • Linfonodos bucais. • Linfonodos submentuais. • Linfonodos submandibulares. • Linfonodos pré-laríngeos. • Linfonodos pré-traqueais. • Linfonodos paratraqueais. • Linfonodos retrofaríngeos. • Linfonodo jugulo-digástrico. • Linfonodo jugulo-omo-hióideo. • Linfonodos supraclaviculares. Parte 2: Palpação sistemática dos linfonodos cervicais • Palpação dos linfonodos da cadeia submentual e submandibular: deslize as mãos da região submentual até o ângulo da mandíbula. • Palpação dos linfonodos da cadeia cervical anterior: deslize as mãos descendo na margem anterior do m. esternocleidomastóideo. • Palpação dos linfonodos da cadeia cervical posterior: deslize as mãos subindo na região do trígono do pescoço. • Palpação dos linfonodos da cadeia nucal: deslize as mãos passando pelos linfonodos dos grupos occipital, mastóideo e retroauricular. MATERIAIS NECESSÁRIOS Tablets, modelo anatômico de sistema linfático em placa, torso, kit de pintura corporal (lápis de maquiagem, lenço umedecido, demaquilante, maca, lençol descartável para maca e álcool em gel 70%. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.1 1 2 3 4 5 137 MOORE, K L.; DALLEY, A F.; AGUR, A M R. Anatomia Orientada para Clínica, 8ª edição. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2018. E-book. ISBN 9788527734608. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/. Acesso em: 05 jan. 2023. Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.1 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/ 1 2 3 4 5 138 Roteiro de medicina laboratorial Infecções bacterianas em vias aéreas superiores e a drenagem linfática da cabeça e do pescoço LOCAL Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Analisar os aspectos farmacocinéticos e farmacodinâmicos dos antibióticos. Diferenciar o mecanismo de ação das diferentes classes de antibióticos. Correlacionar a toxicidade e os efeitos adversos dos fármacos antibióticos. ESTAÇÃO 1: IDENTIFICAÇÃO BACTERIANA Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: EXPERIMENTO VIRTUAL 1. Em grupos de 5 a 6 alunos (as), utilize o acesso ao laboratório virtual da Algetec, acesse na Área de Microbiologia, e Imunologia e após, na prática Antibiograma (ID: 534). Siga as etapas na sequência correta, até a realização do experimento virtual: A. 1° Etapa: Apresentação. Nesta prática, será realizado o antibiograma para análise dos padrões de resistência ou susceptibilidade de uma bactéria específica a vários antibióticos; B. 2° Etapa: Acesso ao Sumário Teórico: Leitura Prévia; SP 2.1 1 2 3 4 5 139 C. 3° Etapa: Roteiro de Experimento; D. 4° Etapa: Realize o Pré-Teste (Questões de Aprendizagem Pré-Experimento); E. 5° Etapa: Realize o experimento; F. 6° Etapa: Realize o Pós-Teste (Questões de Aprendizagem Pós-Experimento). 2. Após a realização da prática, responda às questões abaixo: A. O que é o exame antibiograma? B. O que faz um antibiograma? C. O que é um antibiograma positivo? MATERIAIS NECESSÁRIOS Computadorescom acesso à internet ou tablets. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS LEVINSON, W; CHIN-HONG, P; JOYCE, E; et al. Microbiologia Médica e Imunologia: um manual clínico para doenças infecciosas. Porto Alegre: Grupo A, 2021. E-book. ISBN 9786558040156. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com. br/#/books/9786558040156/. Roteiro de medicina laboratorialSP 2.1 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786558040156/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786558040156/ 1 2 3 4 5 140 ESTAÇÃO 2: FARMACOCINÉTICA E FARMACODINÂMICA DOS ANTIBIÓTICOS Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: LINHA DO TEMPO 1. Leia o texto a seguir para realizar a atividade proposta. A monitorização terapêutica dos antibióticos betalactâmicos é uma estratégia clínica importante que visa analisar as alterações laboratoriais relacionadas à inefetividade medicamentosa ou ao aparecimento de reações adversas. Para tal compreensão, realize os passos abaixo: A. Acesse a Minha Biblioteca e/ou internet e construa uma linha do tempo do caminho de um fármaco beta lactâmico (Amoxicilina, por exemplo) e descreva a sua administração, absorção, distribuição e metabolismo. Atenção: Cada etapa deverá ser identificada com uma cor de caneta. ATIVIDADE 2: BULA DE ANTIBIÓTICOS 1. Acesse a internet pelo computador ou tablet e separe 1 bula para cada um dos seguintes antibióticos: A. Betalactâmico; B. Vancomicina; C. Gentamicina; D. Eritromicina; E. Trimetoprima. Observação: Busque as bulas no site Bulário da ANVISA, no link: https:// consultas.anvisa.gov.br/#/bulario/. Esse site possibilitará o encontro de bulas originais e atualizadas. Roteiro de medicina laboratorialSP 2.1 https://consultas.anvisa.gov.br/#/bulario/ https://consultas.anvisa.gov.br/#/bulario/ 1 2 3 4 5 141 Roteiro de medicina laboratorialSP 2.1 2. Compare os mecanismos de ação de cada um deles. 3. Analise os efeitos adversos. 4. As interações podem comprometer a farmacodinâmica e a farmacocinética de fármacos; sabendo disso, cite possíveis interações entre os antibióticos acima listados com alimentos e/ou outros medicamentos. MATERIAIS NECESSÁRIOS Computadores e/ou tablets com acesso à internet, folhas de sulfite e canetas coloridas (azul, preta, vermelha e verde). REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS HILAL-DANDAN, R; BRUNTON, L. Manual de Farmacologia e Terapêutica de Goodman & Gilman. Porto Alegre: Grupo A, 2015. E-book. ISBN 9788580555066. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555066/. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555066/ 1 2 3 4 5 142 ESTAÇÃO 3: CASO CLÍNICO Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO 1. Leia com atenção o caso clínico e responda às questões “A” a “C”. Caso clínico: Paciente de 54 anos, sexo masculino, em quadro de sequela pós-traumatismo cranioencefálico grave, está internado no Hospital há 40 dias e em ventilação mecânica. No momento, evolui com quadro de pneumonia associada à ventilação mecânica. A cultura quantitativa de secreção traqueal diagnosticou uma bactéria Gram-negativa: Acinetobacter baumannii. Iniciou-se a terapêutica com Amoxacilina, porém não houve melhora do quadro, sendo necessário o escalonamento da antibioticoterapia para Piperacilina com Tazobactam, desta vez respondendo satisfatoriamente ao tratamento. A partir do caso clínico, responda às questões disparadoras da discussão: A. Qual a diferença entre as moléculas do caso, considerando seu mecanismo de ação? B. Quais suas reações adversas? C. Qual a importância do uso combinado de antibióticos e AINEs para o tratamento de infecções? MATERIAIS NECESSÁRIOS Notebook ou tablets com acesso à internet. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS HILAL-DANDAN, R. BRUNTON, L. Manual de Farmacologia e Terapêutica de Goodman & Gilman. Porto Alegre: Grupo A, 2015. E-book. ISBN 9788580555066. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555066/. Roteiro de medicina laboratorialSP 2.1 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555066/ 1 2 3 4 5 143 Encerramento da sessãoSP 2.1 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO 1. Leia o caso a seguir e responda às questões abaixo. Caso clínico: Joaquim é um menino de 7 anos, apresenta febre, dor de garganta e secreção purulenta nas tonsilas palatinas. O médico prescreve tratamento com amoxicilina. Sobre o caso de Joaquim, responda, com sua turma, às questões disparadoras: A. Comente a escolha terapêutica do médico. B. Desenhe o trajeto da linfa da tonsila palatina direita de Joaquim até a corrente sanguínea. Fonte: NASA Human Male Line Art. 10/06/2022. Public Domain. Disponível em https://freesvg. org/1546460242. Acessado em 04 de janeiro de 2023. https://freesvg.org/1546460242 https://freesvg.org/1546460242 1 2 3 4 5 144 ATIVIDADE 1: COMPREENDER AS CAUSAS E OS MECANISMOS ENVOLVIDOS NA RESISTÊNCIA BACTERIANA 1. Leia o texto abaixo para responder as questões “A” a “C”. Manoel, 82 anos de idade, morador de casa de repouso, foi internado após episódio de queda de escada associada a fratura fechada de fíbula. No prontuário hospitalar, constavam duas internações anteriores no mesmo hospital para tratamento de pneumonia. Na última internação foi tratado com meropenem, após ineficácia terapêutica com o uso de ceftriaxona. Na presente internação, foi realizado tratamento conservador da fratura de fíbula, e no terceiro dia de internação, Manoel começou a apresentar febre e o médico iniciou administração de meropenem. No sexto dia de internação, a cultura do escarro indicou crescimento de Klebsiella pneumoniae na ordem de 107 UFC/mL, resistente a diversas classes de antimicrobianos, incluindo carbapenêmicos. O antibiograma foi acompanhado de uma observação anexa: teste de Hodge positivo. O esquema terapêutico foi então substituído por uma associação entre meropenem e polimixina B. Com a instituição do novo tratamento, as culturas de secreção começaram a ter sua contagem reduzida até o teste se tornar negativo. A. Quais mecanismos provocam o fenótipo de resistência aos carbapenêmicos? B. O que é o teste de Hodge? C. Caso essa cepa seja resistente à ação dos carbapenêmicos, por que o esquema terapêutico envolvendo meropenem foi efetivo? Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 2.1 145 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Sandra Regina Mota Ortiz USJT http://lattes.cnpq. br/5473750086356603 Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq. br/2073575970699504 CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS DESTE MATERIAL DIDÁTICO PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq. br/2073575970699504 Robson de Jesus AGES - Jacobina http://lattes.cnpq. br/3574190123354874 http://lattes.cnpq.br/5473750086356603 http://lattes.cnpq.br/5473750086356603 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/3574190123354874 http://lattes.cnpq.br/3574190123354874 146 SP 2.2 Logo agora?! Doenças febris agudas: alterações morfológicas e tratamento farmacológico 1 2 3 4 5 147 Antes de iniciar a trilha pré-aula, reflita sobre os sintomas da febre. Como se sente a pessoa com febre alta? Quais sinais são visíveis nestes pacientes? Após, siga para a trilha pré-aula. ATIVIDADE 1: DENGUE E ANALGÉSICO NÃO OPIOIDE 1. Prezado(a) aluno(a), para dar início à sua trilha de aprendizagem, assista às videoaulas “Aspectos farmacológicos dos analgésicos não opioides”, disponível no Ulife. Na sequência, realize as questões “A a D”. • Plexo coróide. • Nervo trigêmeo. • Aspectos farmacológicos dos analgésicos não opioides. • Artéria e veias centrais da retina. A. Descreva o conceito de analgésico não opioide; B. Anote a classificação e principais categorias dos fármacos analgésicos não opioides; C. Anote o trajeto do nervo trigêmeo; D. Anote a vascularização do globoocular. 2. Leia sobre Dengue na página 1538 até 1540 do livro FILHO, Geraldo B. Bogliolo - Patologia. Rio de janeiro: Grupo GEN, 2021. E-book. ISBN 9788527738378. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com. br/#/books/9788527738378/. Acesso em: 05 jan. 2023. A. Anote os aspectos morfológicos que diferenciam a dengue clássica da dengue grave. Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 2.2 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527738378/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527738378/ 1 2 3 4 5 148 Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 2.2 3. Acesse o LT no link https://accounts.kuracloud.com/user/login, clique em Anatomia/ Sistema Nervoso Central/ Exame do nervo craniano - Laboratório e faça a lição 6 Nervo Trigêmeo (NC V). https://accounts.kuracloud.com/user/login 1 2 3 4 5 149 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: DISCUSSÃO EM GRUPO 1. Os(as) alunos(as) serão divididos em 2 grupos onde irão compartilhar as questões desenvolvidas durante a trilha de aprendizagem pré-aula. Após o compartilhamento, realize as atividades “A” e “B”. A. Escolha um relator para cada grupo e compartilhe os pontos mais relevantes levantados durante a discussão em grupo. B. Escolha outro aluno para colocar as palavras-chave no quadro branco ou no flipchart e construa um mapa mental. Abertura da sessãoSP 2.2 1 2 3 4 5 150 Roteiro de laboratório morfofuncional Doenças febris agudas: alterações morfológicas e tratamento farmacológico LOCAL Laboratório Morfofuncional. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Correlacionar os movimentos oculares aos músculos extrínsecos do olho e sua respectiva inervação. Diferenciar o trajeto dos ramos do nervo trigêmeo na cavidade orbital e na face. Analisar a vascularização do globo ocular quanto a sua origem e distribuição. ESTAÇÃO 1: VASCULARIZAÇÃO DO GLOBO OCULAR E MUSCULATURA EXTRÍNSECA DO OLHO Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: REALIDADE VIRTUAL 1. Siga o passo a passo: A. Higienize os óculos e controles manuais. B. O grupo distribui-se nos seguintes papéis: SP 2.2 1 2 3 4 5 151 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.2 • 1 estudante para ser leitor (sua função é ler o roteiro e garantir a segurança do explorador). • 1 estudante para ser relator (sua função é anotar no roteiro as descobertas do grupo). • 1 estudante para ser explorador (sua função é explorar no Atrium conforme as orientações do leitor). • 3 pesquisadores (buscam no App Visible Body as estruturas anatômicas solicitadas pelo leitor e ajudam o explorador a encontrá-las no Atrium). 2. Identifique as estruturas listadas abaixo: • Músculos extrínsecos do olho; • Músculo reto superior; • Músculo reto inferior; • Músculo reto medial; • Músculo reto lateral; • Músculo oblíquo superior; • Músculo oblíquo inferior; • Músculo levantador da pálpebra superior. • Vascularização do bulbo do olho; • Artéria carótida interna; • Artéria oftálmica; • Artéria central da retina e artérias ciliares; • Veia central da retina; • Veias oftálmicas. ATIVIDADE 2: ANATOMIA VIVA 1. Execute com os olhos os movimentos realizados por cada um dos músculos extrínsecos do olho. Utilize a Figura 8.54 Músculos extrínsecos do bulbo do olho e seus movimentos e o Quadro 8.8 Músculos extrínsecos do bulbo do olho, na página 882, no link https://integrada.minhabiblioteca. com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/42%5B%3Bvnd.vst. idref%3Dchapter08%5D!/4/878/2%4050:90. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/42%5B%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter08%5D!/4/878/2%4050:90 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/42%5B%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter08%5D!/4/878/2%4050:90 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/42%5B%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter08%5D!/4/878/2%4050:90 1 2 3 4 5 152 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.2 MATERIAIS NECESSÁRIOS Atrium MedRoom, kit de higienização dos óculos, tablets ou notebooks. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MOORE, K L.; DALLEY, A F.; AGUR, A M R. Anatomia Orientada para Clínica, 8ª edição. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2018. E-book. ISBN 9788527734608. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/. Acesso em: 05 jan. 2023. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/ 1 2 3 4 5 153 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.2 ESTAÇÃO 2: NERVO TRIGÊMEO (V) Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: ORIGENS DO NERVO TRIGÊMEO (V PAR DE NERVO CRANIANO) 1. Identificar no tronco encefálico e no crânio: A. Origem aparente do nervo trigêmeo (V) no encéfalo: entre o pedúnculo cerebelar médio e a ponte. B. Localização do gânglio trigeminal: impressão trigeminal. C. Origem aparente do nervo trigêmeo (V) no crânio: Nervo oftálmico (V1) – fissura orbital superior; Nervo maxilar (V2) – forame redondo; Nervo mandibular (V3) – forame oval. ATIVIDADE 2: TRAJETO DO NERVO TRIGÊMEO NA FACE 1. Utilize barbantes, um crânio e fita adesiva para representar o trajeto dos três ramos do Nervo Trigêmeo (V) até os forames supra orbital, infraorbital e mentual. MATERIAIS NECESSÁRIOS Modelos anatômicos do encéfalo, do tronco encefálico e do crânio em corte horizontal, Barbante, fita adesiva, tesoura sem ponta. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MOORE, K L.; DALLEY, A F.; AGUR, A M R. Anatomia Orientada para Clínica, 8ª edição. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2018. E-book. ISBN 9788527734608. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788527734608/. Acesso em: 05 jan. 2023. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/ 1 2 3 4 5 154 ESTAÇÃO 3: DOR RETROCULAR Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: RAMOS DO NERVO OFTÁLMICO (V1) 1. Identifique com ajuda do App Visible Body, os ramos do nervo oftálmico: N. Oftálmico (V1): • Nervo lacrimal; • Nervo frontal; • Nervo supraorbital; • Nervo supratroclear; • Nervo nasociliar. 2. Após a identificação, responda: A. Qual o território alvo e função de cada ramo? B. Qual dos ramos do nervo oftálmico pode conduzir a sensação de dor retrocular? ATIVIDADE 2: TERRITÓRIO ALVO DO NERVO TRIGÊMEO NA FACE 1. Com um lápis apropriado de maquiagem, macio, desenhe no rosto do colega os ramos terminais do nervo trigêmeo, conforme orientações abaixo: • Palpe a fissura/incisura suprarorbital e desenhe o nervo supraorbital passando por ela. • Localize a região medial da órbita e desenhe o nervo supratroclear se distribuindo para a glabela e fronte. • Palpe a fissura infraorbital e desenhe o nervo infraorbital passando por ela. • Palpe a fissura mentual e desenhe o nervo mentual passando por ela. Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.2 1 2 3 4 5 155 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.2 MATERIAIS NECESSÁRIOS Tablets, modelo anatômico da cabeça com nervos, kit para pintura corporal: lápis de maquiagem, lenço umedecido, demaquilante e álcool em gel 70%. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MOORE, K L.; DALLEY, A F.; AGUR, A M R. Anatomia Orientada para Clínica, 8ª edição. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2018. E-book. ISBN 9788527734608. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788527734608/. Acesso em: 05 jan. 2023. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/ 1 2 3 4 5 156 Roteiro de medicina laboratorial Doenças febris agudas: alterações morfológicas e tratamento farmacológico LOCAL Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Examinar os aspectos farmacocinéticos e farmacodinâmicos do paracetamol: analgésico não opioide. Caracterizar toxicidade e efeitos adversos do paracetamol. Analisar a importância do uso dos fármacos analgésicos não opioides e AINEs para o tratamento de doenças febris agudas. ESTAÇÃO 1: ANALGÉSICOS NÃO OPIOIDES - PARACETAMOL E DIPIRONA Duração total: 25 minutos ATIVIDADE1: ANALGÉSICOS 1. Leia o texto a seguir e realize a atividade proposta. O paracetamol e a dipirona são fármacos com propriedades analgésicas e antipiréticas, utilizados para tratar a febre e a dor leve e moderada, tais como: dores associadas a gripes e a resfriados comuns, à dor de cabeça, à dor de dente, à dor nas costas, a dores musculares, a dores associadas a artrites e a cólicas menstruais. SP 2.2 1 2 3 4 5 157 A. Utilize as bulas do paracetamol e da dipirona, construa uma linha do tempo, para cada fármaco, descrevendo a sua administração, absorção, distribuição e metabolismo. • Cada etapa deverá ser identificada com uma cor de caneta. ATIVIDADE 2: OUTROS AINES 1. Além do paracetamol, outros AINEs são utilizados como analgésicos e antipiréticos, sendo amplamente utilizados na prática clínica. Acesse a Minha Biblioteca e/ou internet e faça uma listagem dos AINEs mais utilizados. 2. Quais as principais interações dos AINEs listados com alimentos e/ou outros medicamentos? ATIVIDADE 3: ESTUDO DE CASO 1. Leia o caso a seguir e responda às questões motivadoras: L. C., 38 anos, sexo feminino. Procurou atendimento médico após viagem para uma cidade do interior de São Paulo, cujos índices de casos de dengue aumentaram significativamente. Relatou febre, cefaleia, astenia, anorexia, dor lombar, dores nos membros inferiores e hiperestesia cutânea há 3 dias. Negava prurido, queixas digestivas, respiratórias ou urinárias. A. Qual o mecanismo de ação dos analgésicos não opioides? B. Como os AINEs atuam para diminuir a febre? C. Como podemos justificar a toxicidade e as principais contraindicações dos analgésicos não opioides? Roteiro de medicina laboratorialSP 2.2 1 2 3 4 5 158 Roteiro de medicina laboratorialSP 2.2 MATERIAIS NECESSÁRIOS Computadores e/ou tablets com acesso à internet, bulas do paracetamol impressas e plastificadas, folhas de sulfite e canetinhas coloridas. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS HILAL-DANDAN, R. BRUNTON, L. Manual de Farmacologia e Terapêutica de Goodman & Gilman. Porto Alegre: Grupo A, 2015. E-book. ISBN 9788580555066. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555066/. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555066/ 1 2 3 4 5 159 ESTAÇÃO 2: TOXICIDADE POR ANALGÉSICOS NÃO OPIOIDES - PARACETAMOL, FEBRE E ANTIPIRÉTICOS Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: PARACETAMOL 1. Leia o caso clínico a seguir para responder às questões abaixo. Joana, 14 anos, estudante, residente da cidade do Rio de Janeiro, é trazida à emergência após exposição voluntária de paracetamol. Confidenciou ao médico a ingesta de 50 comprimidos, após uma briga na escola. A. Quais os efeitos tóxicos da superdosagem de paracetamol? B. Liste os principais efeitos adversos do paracetamol em doses terapêuticas. 2. Acesse a Minha Biblioteca e/ou internet e construa um mapa conceitual dos mecanismos de ação do paracetamol e seus efeitos adversos. ATIVIDADE 2: FEBRE E ANTIPIRÉTICOS 1. Leia o texto abaixo para seguir com as atividades propostas. O antipirético ou antitérmico, é um medicamento que previne ou reduz a febre, diminuindo a temperatura corporal, no caso de elevação acima de 37º C. A. Para compreensão do mecanismo de ação do medicamento, acesse a Minha Biblioteca e/ou internet e construa um fluxograma do mecanismo da febre, com os mediadores químicos envolvidos, e identifique onde atuam os antipiréticos. B. Quais os antipiréticos mais utilizados no Brasil? Roteiro de medicina laboratorialSP 2.2 1 2 3 4 5 160 MATERIAIS NECESSÁRIOS Computadores e/ou tablets, folhas de sulfite e canetas coloridas (azul, preta, vermelha e verde). REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS HILAL-DANDAN, R. BRUNTON, L. Manual de Farmacologia e Terapêutica de Goodman & Gilman. Porto Alegre: Grupo A, 2015. E-book. ISBN 9788580555066. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555066/. Roteiro de medicina laboratorialSP 2.2 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555066/ 1 2 3 4 5 161 ESTAÇÃO 3: DENGUE, INFECÇÃO VIRAL TRANSFORMANTE E HEMORRAGIAS Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: LEITURA E QUESTÕES 1. A partir do texto, percebe-se que as manifestações hemorrágicas são observadas em todas as apresentações da dengue. Com ajuda da bibliografia recomendada, responda às perguntas abaixo: Segundo o Ministério da Saúde (2013) “A infecção pelo vírus da dengue causa uma doença de amplo espectro clínico, incluindo desde formas oligossintomáticas até quadros graves, podendo evoluir para o óbito.... O sangramento de mucosas e as manifestações hemorrágicas, como epistaxe, gengivorragia, metrorragia, hematêmese, melena, hematúria e outros, bem como a queda abrupta de plaquetas, podem ser observadas em todas as apresentações clínicas de dengue, devendo, quando presentes, alertar o médico para o risco de o paciente evoluir para as formas graves da doença, sendo considerados sinais de alarme... o fator determinante das formas graves da dengue são as alterações do endotélio vascular, com extravasamento plasmático, que leva ao choque, expressos por meio da hemoconcentração, hipoalbuminemia e/ou derrames cavitários.” Fonte: Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Diretoria Técnica de Gestão. Dengue: diagnóstico e manejo clínico: adulto e criança / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Diretoria Técnica de Gestão. – 4. ed. – Brasília: Ministério da Saúde, 2013. 80 p.: il. Disponível em https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/ dengue_diagnostico_manejo_clinico_adulto.pdf Acessado em: 04/01/2023. Roteiro de medicina laboratorialSP 2.2 https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/dengue_diagnostico_manejo_clinico_adulto.pdf https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/dengue_diagnostico_manejo_clinico_adulto.pdf 1 2 3 4 5 162 Roteiro de medicina laboratorialSP 2.2 A. Descreva os conceitos de: • Equimoses; • Epistaxe; • Gengivorragia; • Hematêmese; • Hematoma; • Hematúria; • Metrorragia; • Melenas; • Petéquias; • Púrpuras; B. No caso da dengue, quais são as alterações morfológicas observadas nos pulmões, fígado, rim, encéfalo, baço, linfonodos e medula óssea? Existe algum achado patognomônico? C. Por que infecções virais podem causar alterações morfológicas em vísceras? MATERIAIS NECESSÁRIOS Notebooks ou tablets. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS FILHO, G. B. B. - Patologia. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2021. E-book. ISBN 9788527738378. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/ books/9788527738378/. Acesso em: 05 jan. 2023. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527738378/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527738378/ 1 2 3 4 5 163 Encerramento da sessãoSP 2.2 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: POST-IT SURPRESA 1. Discuta, juntamente com seu grupo, sobre o post-it surpresa e após, apresentar à turma. 1 2 3 4 5 164 ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO 1. Leia o caso abaixo e, na sequência, responda às questões motivadoras: L. C., 38 anos, sexo feminino. Procurou atendimento médico após viagem para uma cidade do interior de São Paulo, cujos índices de casos de dengue aumentaram significativamente. Relatou febre, cefaléia, astenia, anorexia, dor lombar, dores nos membros inferiores e hiperestesia cutânea há 3 dias. Nega prurido, queixas digestivas, respiratórias ou urinárias. A. Qual o mecanismo de ação dos analgésicos não opioides? B. Como os AINEs atuam para diminuir a febre? C. Como podemos justificar a toxicidade e as principais contraindicações dos analgésicos não opioides? ATIVIDADE 2: ATIVIDADE COMPLEMENTAR NA PLATAFORMA LT 1. Prezado(a) aluno(a), para complementar o conteúdo da aula, acesse a plataforma LT no link https://accounts.kuracloud.com/user/login. Clique em Fisiologia Humana > Termorregulação > Lição 8 Febre. Faça as atividades propostas nesta aba. Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 2.2 https://accounts.kuracloud.com/user/login 165 NOMEDO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Sandra Regina Mota Ortiz USJT http://lattes.cnpq. br/5473750086356603 Thiago Cesar Martins UNISUL - Pedra Branca http://lattes.cnpq. br/4530929492625680 Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq. br/2073575970699504 CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS DESTE MATERIAL DIDÁTICO PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq. br/2073575970699504 Jose Manoel dos Santos UAM – SP http://lattes.cnpq. br/3125945007925613 Robson de Jesus AGES - Jacobina http://lattes.cnpq. br/3574190123354874 http://lattes.cnpq.br/5473750086356603 http://lattes.cnpq.br/5473750086356603 http://lattes.cnpq.br/4530929492625680 http://lattes.cnpq.br/4530929492625680 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/3125945007925613 http://lattes.cnpq.br/3125945007925613 http://lattes.cnpq.br/3574190123354874 http://lattes.cnpq.br/3574190123354874 166 SP 2.3 Complicou Infecções bacterianas de vias aéreas superiores (IVAS): alterações morfológicas e tratamento farmacológico 1 2 3 4 5 167 Prezado(a) aluno(a), na meningite ocorre um processo infeccioso no interior do crânio. Você já refletiu sobre como os agentes patogênicos conseguem alcançar uma região tão protegida do organismo? Para ajudá-lo nessa reflexão, faça as atividades a seguir. ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE 1. Assista as vídeo aulas citadas abaixo, disponíveis no Ulife. A. Aspectos farmacológicos anti-inflamatórios esteroides; B. Aspectos histológicos dos seios paranasais; C. Aspectos histológicos das meninges; D. Pregas e seios da dura-máter; E. Afecções das vias aéreas superiores; F. Infecções de vias aéreas superiores; G. Imagem em infecções de vias aéreas superiores; H. Infecções de partes moles; I. Meningite agentes etiológicos e fisiopatologia. 2. Responda às questões “A” a “F”. A. Conceito de anti-inflamatório esteroidal; B. Diferença entre glicocorticoide e cortisona; C. Seios paranasais e vias de drenagem para a cavidade nasal; Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 2.3 1 2 3 4 5 168 Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 2.3 D. Formação do plexo pterigóideo; E. Partes da dura-máter e trajeto de drenagem dos seios; F. O que é o triângulo perigoso da face? ATIVIDADE 2: PLATAFORMA LT 1. Acesse a plataforma LT > clique em Anatomia > Sistema Nervoso Central > Dissecação Cerebral Laboratório > e faça a lição 4 O cérebro e as meninges. 1 2 3 4 5 169 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: FATO OU FAKE? 1. Leia a afirmação abaixo e responda se é Fato ou Fake. Siga as orientações fornecidas pelo seu(ua) professor(a). A. Sinusite pode virar meningite. Abertura da sessãoSP 2.3 1 2 3 4 5 170 Roteiro de laboratório morfofuncional Infecções bacterianas de vias aéreas superiores (IVAS): alterações morfológicas e tratamento farmacológico LOCAL Laboratório Morfofuncional. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Correlacionar a drenagem venosa dos seios paranasais e os seios da dura- máter. Comparar exames de imagem normais e alterados em indivíduos com sinusite e meningite. ESTAÇÃO 1: SEIOS PARANASAIS E DURA-MÁTER Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: ATRIUM MEDROOM 1. Prezado(a) aluno(a), com o equipamento de realidade virtual, realize as Etapas 1 e 2. Seguir o passo a passo: 1. Higienize os óculos e controles manuais. SP 2.3 1 2 3 4 5 171 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.3 2. O grupo distribui-se nos seguintes papéis: • 1 estudante para ser leitor (sua função é ler o roteiro e garantir a segurança do explorador). • 1 estudante para ser relator (sua função é anotar no roteiro as descobertas do grupo). • 1 estudante para ser explorador (sua função é explorar no Atrium conforme as orientações do leitor). • 3 pesquisadores (buscam no App Visible Body OU SIMILAR as estruturas anatômicas solicitadas pelo leitor e ajudam o explorador a encontrá-las no Atrium). Etapa 1: Seios paranasais Os seios paranasais são extensões cheias de ar da parte respiratória da cavidade nasal. São revestidos por epitélio respiratório e se abrem para alguns ossos do crânio. Seu tamanho aumenta com a idade e o processo infeccioso que acomete estas estruturas é a sinusite. Nos modelos anatômicos, identifique: • Seios paranasais. • Seio maxilar. • Seio esfenoidal. • Seio frontal. • Células etmoidais. • Células etmoidais anteriores; • Células etmoidais médias: • Hiato semilunar; • Bolha etmoidal; • Células etmoidais posteriores; Etapa 2: Dura-máter A dura-máter é uma membrana conjuntiva que reveste internamente a cavidade craniana e o canal vertebral, protegendo o encéfalo a medula espinal. A dura- máter craniana é bilaminar, composta por uma camada periosteal externa, formada pelo periósteo que cobre a face interna da calvária, e uma camada 1 2 3 4 5 172 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.3 meníngea interna, uma membrana fibrosa contínua com a parte espinal da dura- máter que reveste a medula espinal. Nos modelos anatômicos, identifique: Dura-máter: Parte encefálica da dura-máter: • Foice do cérebro; • Foice do cerebelo; • Tentório do cerebelo; • Diafragma da sela. Parte espinal da dura-máter: • Espaço extradural (peridural). MATERIAIS NECESSÁRIOS Tablets, Atrium MedRoom, Kit de higienização do Atrium, modelos anatômicos com vasos da cabeça e do pescoço e meninges. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MOORE, K L.; DALLEY, A F.; AGUR, A M R. Anatomia Orientada para Clínica, 8ª edição. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2018. E-book. ISBN 9788527734608. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/. Acesso em: 05 jan. 2023. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/ 1 2 3 4 5 173 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.3 ESTAÇÃO 2: DRENAGEM VENOSA DOS SEIOS PARANASAIS E SEIOS DA DURA-MATER Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: SEIOS DA DURA MÁTER 1. A partir da leitura do texto a seguir, identifique as estruturas abaixo nos modelos anatômicos. Os seios venosos da dura-máter são espaços revestidos por endotélio (semelhantes a veias) entre as lâminas periosteal e meníngea da dura-máter. Grandes veias da superfície do encéfalo drenam para esses seios e a maior parte do sangue do encéfalo drena através deles para as veias jugulares internas (VJI). • Seio sagital superior; • Seio sagital inferior; • Seio reto; • Seio occipital; • Confluência dos seios; • Seio transverso; • Seio sigmóideo; • Seio cavernoso; • Seios petrosos superior e inferior; • Seio esfenoparietal. 2. Abra Acesse o App iMaios E-anatomy, Cérebro, Ilustrações https://www.imaios. com/br/e-anatomy e identifique os seios da dura máter nas lâminas 64, 65 e 66. https://www.imaios.com/br/e-anatomy https://www.imaios.com/br/e-anatomy 1 2 3 4 5 174 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.3 3. As setas nas imagens abaixo representam o sentido de drenagem do sangue dos seios da dura-máter para a veia jugular interna. Preencha o mapa mental com o nome de cada seio da dura-máter. Fonte: Modificado de SNELL, R.S. Anatomia clínica para estudantes de medicina. 5a Ed. Editora Guanabara Koogan Ltda: Rio de Janeiro: 1999. 1 2 3 4 5 175 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.3 Fonte: Elaborado pela autora (2023). Seio sagital superior Seio occipital Seio reto Seio sigmoide 1 2 3 4 5 176 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.3 Fonte: Modificado de NETTER, Frank H.. Atlas de anatomia humana. 7ª RIO DE JANEIRO: Elsevier, 2019, 602 p ATIVIDADE 2: PLEXO PTERIGÓIDEO E SEIO CAVERNOSO 1. Leia o texto abaixo para seguir com a atividade. Os seios paranasais apresentam em sua mucosa um extenso plexo venoso submucoso responsável pelo aquecimento do ar em seu interior. As pequenas veias desse plexo drenam para o plexo pterigóideo. O plexo pterigóideo é um emaranhado de veias situado na fossa pterigóidea,o qual forma a veia maxilar. Assim, do plexo petrigóideo o sangue drenado dos seios paranasais vai para a veia maxilar e daí para a veia jugular interna. A. Nos modelos anatômicos, identifique: • Plexo pterigóideo. • V. maxilar. • V. jugular interna. 2. Leia o texto a seguir para continuar com a atividade. O Seio cavernoso é um seio da dura-máter situado lateralmente a sela turca. Na posição ortostática o seio cavernoso drena para o plexo pterigoideo, em decúbito o plexo pterigoideo passa a drenar para o seio cavernoso, pois suas veias não possuem valvas. 1 2 3 4 5 177 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.3 A. Observe a imagem anterior e responda: a comunicação entre o plexo pterigóideo e o seio cavernoso podem ser uma via de disseminação de infecção da cavidade nasal para as meninges? MATERIAIS NECESSÁRIOS Tablets, modelos anatômicos com vasos da cabeça e do pescoço, meninges e crânios. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MOORE, K L.; DALLEY, A F.; AGUR, A M R. Anatomia Orientada para Clínica, 8ª edição. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2018. E-book. ISBN 9788527734608. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/. Acesso em: 05 jan. 2023. https://www.imaios.com/br/e-anatomy 1 2 3 4 5 178 ESTAÇÃO 3: EXAMES DE IMAGEM Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: COMPARAÇÃO DOS SEIOS PARANASAIS DE UMA PACIENTE SAUDÁVEL E UM PACIENTE COM SINUSITE 1. Acesse o App iMaios E-Anatomy https://www.imaios.com/br/e-anatomy / Cabeça e Pescoço para captar imagens normais dos seios paranasais. • Seios paranasais. • Seio maxilar. • Seio esfenoidal. • Seio frontal. • Células etmoidais. 2. Acesse o link para captar imagens de um paciente com sinusite maxilar https:// radiopaedia.org/cases/acute-sinusitis-2?lang=us. 3. Preencha a tabela abaixo: Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.3 Seio Paranasal Sem sinusite Com sinusite Aspectos que permitiram diferenciar o seio paranasal acometido pela sinusite Seio maxilar Cole aqui uma imagem do seio maxilar Cole aqui uma imagem do seio maxilar Preencha aqui https://www.imaios.com/br/e-anatomy https://radiopaedia.org/cases/acute-sinusitis-2?lang=us https://radiopaedia.org/cases/acute-sinusitis-2?lang=us 1 2 3 4 5 179 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.3 ATIVIDADE 2: COMPARAÇÃO DAS MENINGES DE UMA PACIENTE SAUDÁVEL E OUTRO COM MENINGITE 1. Acesse o App iMaios E-Anatomy https://www.imaios.com/br/e-anatomy/ Cabeça e Pescoço para captar imagens normais dos seios da dura-máter e das meninges. • Seio sagital superior. • Seio sagital inferior. • Seio reto. • Seio occipital. • Confluência dos seios. • Seio transverso. • Seio sigmóideo. • Seio cavernoso. • Seios petrosos superior e inferior. • Seio esfenoparietal. 2. Acesse o link para captar imagens de um paciente com meningite https:// radiopaedia.org/articles/pyogenic-meningitis?lang=us. 3. Preencha a tabela abaixo: Espaços meníngeos Sem meningite Com meningite Aspectos que permitiram diferenciar os espaços meníngeos acometido pela meningite Seio maxilar Cole aqui uma imagem do seio maxilar Cole aqui uma imagem do seio maxilar Preencha aqui https://www.imaios.com/br/e-anatomy https://radiopaedia.org/articles/pyogenic-meningitis?lang=us https://radiopaedia.org/articles/pyogenic-meningitis?lang=us 1 2 3 4 5 180 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.3 MATERIAIS NECESSÁRIOS Tablets ou notebooks. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MOORE, K L.; DALLEY, A F.; AGUR, A M R. Anatomia Orientada para Clínica, 8ª edição. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2018. E-book. ISBN 9788527734608. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/. Acesso em: 05 jan. 2023. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/ 1 2 3 4 5 181 Roteiro de medicina laboratorial Infecções bacterianas de vias aéreas superiores (IVAS): alterações morfológicas e tratamento farmacológico LOCAL Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Analisar os aspectos farmacocinéticos e farmacodinâmicos dos anti- inflamatórios esteroidais (AIEs). Caracterizar toxicidade e efeitos adversos dos anti-inflamatórios esteroidais (AIEs). Correlacionar a importância do uso terapêutico dos dos anti-inflamatórios esteroidais (AIEs) em combinação com os fármacos antibióticos. ESTAÇÃO 1: ANTI-INFLAMATÓRIOS ESTEROIDAIS - PREDNISONA Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO 1. Leia o texto a seguir e realize a atividade “A”. Aos 9 anos de idade, João começa a perceber que, algumas vezes, mal consegue manter a respiração, especialmente quando faz exercícios. Apresenta sucessivas crises de asma e nenhum tratamento parece surtir efeito. O médico, SP 2.3 1 2 3 4 5 182 mesmo preocupado com uma possível parada de crescimento de João, acaba prescrevendo prednisona oral e pede aos pais que verifiquem se o medicamento está sendo tomado diariamente. Depois de algumas semanas, as crises de João começam a ceder. Durante esse período, o médico acompanha atentamente o crescimento linear de João. Dois anos mais tarde, ele chega à conclusão de que um novo glicocorticoide inalado pode ser uma medicação mais segura. João muda, então, para o glicorticoide inalado e suspende a prednisona oral. A. Construa uma linha do tempo desde os sintomas iniciais que levaram João a procurar o médico às hipóteses levantadas que determinaram as escolhas terapêuticas. Atenção: Cada etapa deverá ser identificada com uma cor de caneta. MATERIAIS NECESSÁRIOS Computadores e/ou tablets com acesso à internet folhas de sulfite e canetinhas coloridas. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS HILAL-DANDAN, R.; BRUNTON, L. Manual de Farmacologia e Terapêutica de Goodman & Gilman. Porto Alegre: Grupo A, 2015. E-book. ISBN 9788580555066. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555066/. Roteiro de medicina laboratorialSP 2.3 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555066/ 1 2 3 4 5 183 ESTAÇÃO 2: TOXICIDADE POR ANTI-INFLAMATÓRIOS ESTEROIDAIS - PREDNISONA Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: PREDNISONA - INDICAÇÕES E SEUS EFEITOS ADVERSOS 1. Leia o texto a seguir e responda às questões “A e B”. A prednisona é indicada para o tratamento de várias doenças endócrinas, osteomusculares, reumáticas, dermatológicas, alérgicas, oftalmológicas, respiratórias, hematológicas, neoplásicas e outras que respondam ao tratamento com corticosteroides. A. Considere uma paciente com artrite reumatoide que faça uso diário de 60mg de prednisona e construa um mapa conceitual do seu mecanismo de ação e de seus efeitos adversos. Para responder, acesse a Minha Biblioteca e/ou internet. B. Quais os efeitos tóxicos da superdosagem da prednisona? MATERIAIS NECESSÁRIOS Computadores e/ou tablets com acesso à internet. Folhas de sulfite e canetas coloridas (azul, preta, vermelha e verde). REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS HILAL-DANDAN, R. BRUNTON, L. Manual de Farmacologia e Terapêutica de Goodman & Gilman. Porto Alegre: Grupo A, 2015. E-book. ISBN 9788580555066. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555066/. Roteiro de medicina laboratorialSP 2.3 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555066/ 1 2 3 4 5 184 ESTAÇÃO 3: PRESCRIÇÃO AIES Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO 1. Considere os casos clínicos abaixo e responda às questões “A” e “B”. Caso clínico A Maria, 18 anos, chega ao Pronto Atendimento queixando-se de mal-estar, dor no corpo, febre e dor de garganta, não conseguindo se alimentar direito. Relata que os sintomas começaram há 2 dias. Caso clínico B Dora, 25 anos, chega ao Pronto Atendimento queixando-se de dor ao deglutir e mal-estar. Relata que esteve no hospital há 10 dias, quando foi diagnosticada com amigdalite, sendo prescrito antibiótico por 7 dias. Salienta que as dores de garganta são diárias e causam bastante desconforto. A. Em que situação é mais indicadoo uso do AIE? B. Uma vez que as interações podem comprometer a farmacodinâmica e a farmacocinética de fármacos, cite possíveis interações entre antibióticos listados com alimentos e/ou outros medicamentos. C. Como é calculada a dosagem adequada da prednisona? Quais os efeitos da superdosagem? Para justificar a escolha, construa um mapa mental com a farmacocinética e a farmacodinâmica dos fármacos em questão. Roteiro de medicina laboratorialSP 2.3 1 2 3 4 5 185 Roteiro de medicina laboratorialSP 2.3 MATERIAIS NECESSÁRIOS Computadores e/ou tablets com acesso à internet, folhas de sulfite e canetas coloridas (azul, preta, vermelha e verde). REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS HILAL-DANDAN, R; BRUNTON, L. Manual de Farmacologia e Terapêutica de Goodman & Gilman. Porto Alegre: Grupo A, 2015. E-book. ISBN 9788580555066. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555066/. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555066/ 1 2 3 4 5 186 Encerramento da sessãoSP 2.3 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: FATO OU FAKE? 1. Retome os pontos levantados na abertura da aula para responder se a afirmativa abaixo é verdadeira ou falsa. Justifique sua resposta. Sinusite pode virar meningite. ATIVIDADE 2: AINES OU AIES? 1. Você será dividido em grupo. 1 grupo representará os AINEs e outro, os AIEs. Em cada grupo, um estudante irá representar o(a) paciente, e o outro, o(a) médico(a). Em seguida o(a) médico(a) do grupo AINEs deverá explicar para o(a) paciente do grupo AIEs a escolha pela prescrição do AINEs e não do AIEs, e este, por usa vez, deverá questioná-lo(a). Já o(a) médico(a) do grupo AIEs deverá explicar para o(a) paciente do grupo AINEs a sua escolha pela prescrição do AIEs e não do AINEs, sendo também questionado(a), quando necessário. 1 2 3 4 5 187 ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO 1. Leia o texto abaixo para seguir com as atividades propostas. L. I. O., 56 anos de idade, sexo masculino, casado. Iniciou, há 10 dias, com queixa de mialgia generalizada leve, congestão nasal, cefaleia holocraniana leve e astenia, sem febre. Evoluiu com tosse produtiva, expectoração clara que se tornou amarelada, e a cefaleia passou a ser frontal, contínua, com “sensação de peso” no rosto. Hipertenso há 4 anos em uso de atenolol 50 mg de 12/12h. Ao exame físico, apresentou dor à palpação de seios maxiliares; oroscopia: rinorreia posterior amarelada, amídalas sem alterações; campos pleuro-pulmonares livres, sem ruídos adventícios. Após anamnese e exame físico, o paciente foi diagnosticado com sinusite bacteriana e foi iniciado moxifloxacino 400 mg/dia, por um período de 10 dias. Depois de 3 dias do início do tratamento, evoluiu com melhora dos sintomas. No 5º dia, o paciente começou a apresentar tonturas, astenia, inapetência e náuseas. Foi então internado e, nos exames admissionais (hemograma, bioquímica e ECG), apresentou: Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 2.3 HEMOGRAMA / BIOQUÍMICA Valores obtidos Valores referência Hemoglobina 12,8 11,5 - 16 g/dL Hematócito 40 36 - 47% Leucócitos 8.650 4.000 - 11.000/mm3 Bastões 1 1-5% Plaquetas 300.000 150.000 - 450.000/mm3 Na+ 145 135 - 145 mEgl/L K+ 3,8 3,5 - 5,5 mEg/L Creatina 1.0 0,6 - 1,2 mEg/L ECG Bradicardia sinusal (FC: 46 bpm) 1 2 3 4 5 188 Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 2.3 No 2º dia de internação, evoluiu com agitação, ansiedade, formigamento em MMSS. Foram quantificadas enzimas cardíacas, cujos resultados mostraram-se normais. No 3º dia, houve piora da ansiedade e leve confusão mental. Nesse dia, foi suspenso o antibiótico e mantido apenas a hidratação oral. No 4º dia, o paciente evoluiu com melhora dos sintomas, relatando apenas sensação de “boca amarga”. Dessa forma, recebeu alta hospitalar e retornou ao médico dois dias depois apresentando melhora completa dos sintomas. Realizou então novo hemograma (com resultado normal) e ECG com ritmo sinusal e FC: 68 bpm. A. Quais microrganismos estão mais relacionados à sinusite bacteriana? B. Quais antibióticos são de escolha no tratamento da sinusite bacteriana? C. Qual o mecanismo de ação das quinolonas? D. Quais eventos adversos mais comuns estão associados às quinolonas? E. Baseado nos eventos adversos causados pelo moxifloxacino, o que deve ter acontecido com esse paciente? 189 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Sandra Regina Mota Ortiz USJT http://lattes.cnpq. br/5473750086356603 Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq. br/2073575970699504 CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS DESTE MATERIAL DIDÁTICO PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq. br/2073575970699504 Robson de Jesus AGES - Jacobina http://lattes.cnpq. br/3574190123354874 http://lattes.cnpq.br/5473750086356603 http://lattes.cnpq.br/5473750086356603 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/3574190123354874 http://lattes.cnpq.br/3574190123354874 190 SP 2.4 Hospital, nunca mais! Quadros infecciosos: sepse e choque séptico 1 2 3 4 5 191 ATIVIDADE 1: VIDEOAULAS NO ULIFE O termo infecção generalizada é utilizado muitas vezes por leigos para indicar uma grave infecção que acomete diferentes regiões do corpo. Reflita sobre qual o significado clínico desse termo e, depois, siga para a trilha de aprendizagem. 1. Prezado(a) aluno(a), para dar início à sua trilha de aprendizagem, assista às videoaulas abaixo, disponíveis no Ulife. A. Eventos anatomopatológicos vistos em pacientes com sepse; B. Infecções de partes moles; C. Resistência a antimicrobianos (AMR) e infecção relacionada à assistência à saúde (IRAS); D. Resistência bacteriana aos antibióticos. 2. Descreva sobre a definição de sepse e choque séptico. 3. Leia o livro MOORE, K L.; DALLEY, A F.; AGUR, A M R. Anatomia Orientada para Clínica, 8ª edição. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2018. E-book. ISBN 9788527734608. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com. br/#/books/9788527734608/. Acesso em: 07 jan. 2023. Leia da página 399 até a página 400 e faça uma anotação sobre os tópicos abaixo: A. Limite superior da cavidade abdominal; B. Limite inferior da cavidade abdominal; C. Músculos que formam a parede anterolateral da cavidade abdominal. Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 2.4 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/ 1 2 3 4 5 192 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: LINHA DO TEMPO SEPSE E CHOQUE SÉPTICO Os(as) alunos(as) deverão se dividir em 2 grupos. Um grupo ficará responsável por representar uma linha do tempo da evolução da sepse, e o outro grupo ficará responsável por representar uma linha do tempo da evolução do choque séptico. 1. Após as apresentações dos grupos, os(as) alunos(as) deverão discutir: A. As duas linhas do tempo; B. As possíveis intervenções medicamentosas; C. Como a infecção pode se propagar entre as cavidades corpóreas e quais os órgãos mais afetados pelo aumento da permeabilidade vascular e lesão endotelial. Abertura da sessãoSP 2.4 1 2 3 4 5 193 Roteiro de laboratório morfofuncional Quadros infecciosos: sepse e choque séptico LOCAL Laboratório Morfofuncional. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Delimitar as regiões da cavidade abdominal, a partir de critérios anatômicos. Diferenciar as regiões da cavidade abdominal a partir de seu conteúdo. Comparar exames de imagem normais e alterados em indivíduos com pielonefrite e pneumonia. ESTAÇÃO 1: REGIÕES DA CAVIDADE ABDOMINAL Duração total: 37 minutos ATIVIDADE 1: PINTURA CORPORAL ENTRE PARES - REGIÕES ABDOMINAIS 1. Execute o procedimento abaixo: A. Formem trios; B. Em cada trio, definam quem começará no papel de examinador, de paciente e de instrutor; C. Lave as mãos e prenda o cabelo; D. Preparar as mãos para o toque: aqueça, movimente e alongue.SP 2.4 1 2 3 4 5 194 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.4 Para o(a) examinador(a): Cubra a maca com lençol descartável. • Posicione seu paciente (sentado ou em pé, com os pés paralelos e com o tronco e cabeça alinhados). • Aborde o paciente de maneira ética e objetiva. • Com a mão espalmada e firme, palpe a região do corpo onde se situa a estrutura que deseja estudar. • Se necessário, reposicione o paciente para melhor palpar cada estrutura. Para o(a) paciente: • Perceba o toque do colega. Gentilmente, forneça a ele informações que revele qual a sua percepção sobre o exame. Por exemplo, se a mão está fria, dura, áspera, unhas cortantes, suada, pesada etc. • Observe se o examinador de fato está palpando a estrutura estudada ou se está equivocado. Gentilmente, forneça a ele informações que o ajudem a atingir a estrutura estudada. Para o(a) instrutor: • Leia as instruções do roteiro para o examinador e o ajude a executar a palpação. Após o examinador finalizar o exame, os papéis devem se inverter e o paciente passará a ser examinador. Sugestão: mude periodicamente a sua dupla de aula de palpação, procurando colegas de gêneros e biótipos diferentes. 2. Com o lápis de maquiagem, o(a) examinador(a) desenha no paciente: • Plano medioclavicular direito e esquerdo; • Plano subcostal (atravessa a margem inferior da X cartilagem costal); 1 2 3 4 5 195 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.4 • Plano intertubercular (atravessa os tubérculos ilíacos, aproximadamente 5 cm posterior às espinhas ilíacas; ântero-superiores de cada lado, e o corpo de L5). 3. Com o lápis de maquiagem, o(a) examinador(a) delimita no paciente as seguintes regiões: • Regiões clínicas superiores; • hipocôndrio direito; • epigástrio; • hipocôndrio esquerdo; • Regiões clínicas médias: • lateral direito (popularmente chamada de flanco direito); • umbilical (popularmente chamada de mesogástrio); • lateral esquerdo (popularmente chamada de flanco esquerdo). • Regiões clínicas inferiores: • Inguinal direita (popularmente chamada de fossa ilíaca direita); • Púbica (popularmente chamada de hipogástrio); • Inguinal esquerda (popularmente chamada de fossa ilíaca esquerda). ATIVIDADE 2: PINTURA CORPORAL ENTRE PARES - QUADRANTES ABDOMINAIS 1. Inverta o papel do examinador e do paciente. Com o lápis de maquiagem, o(a) examinador desenha no paciente: Plano T trans umbilical: atravessa o umbigo (entre l3 e 4). Plano mediano. Delimite com o lápis no abdome do paciente os seguintes quadrantes: • Quadrante superior direito; • Quadrante superior esquerdo; • Quadrante inferior direito; • Quadrante inferior esquerdo. 1 2 3 4 5 196 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.4 ATIVIDADE 3: COMPLETE A TABELA 1. Complete a tabela abaixo com as vísceras contida em cada quadrante abdominal. Utilize o torso para ajudar no preenchimento da tabela. Espaços Conteúdo Quadrante superior direito Quadrante superior esquerdo Quadrante inferior direito Quadrante inferior esquerdo MATERIAIS NECESSÁRIOS Kit para pintura corporal: lápis de maquiagem, demaquilante, lenço umedecido, maca e lenço descartável para maca. Modelo anatômico: torso. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MOORE, K L.; DALLEY, A F.; AGUR, A M R. Anatomia Orientada para Clínica, 8ª edição. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2018. E-book. ISBN 9788527734608. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/. Acesso em: 05 jan. 2023. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/ 1 2 3 4 5 197 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.4 ESTAÇÃO 2: EXAMES DE IMAGEM DA CAVIDADE ABDOMINAL E TORÁCICA Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: EXAMES DE IMAGEM DA CAVIDADE ABDOMINAL (TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA) 1. Acesse o App iMaios E-Anatomy https://www.imaios.com/br/e-anatomy/ Abdômen e Pelve/ TC da cavidade peritoneal para captar imagens normais do rim. Identifique: • Rim direito e esquerdo. • Medula renal. • Pirâmide renal. • Córtex renal. • Coluna renal. • Seio renal. • Pelve renal. • Ureter. 2. Acesse o link https://radiopaedia.org/cases/pyelonephritis-3?lang=us para captar imagens do rim de um paciente com pielonefrite. https://www.imaios.com/br/e-anatomy https://radiopaedia.org/cases/pyelonephritis-3?lang=us 1 2 3 4 5 198 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.4 ATIVIDADE 2: EXAMES DE IMAGEM DO TÓRAX (RADIOGRAFIA) 1. Acesse o App iMaios E-Anatomy https://www.imaios.com/br/e-anatomy / Corpo Inteiro / Radiografias do tórax e abdome-pelve para analisar imagens normais do tórax. Acesse o link https://radiopaedia.org/cases/pneumonia- right-middle-lobe-1?lang=us para analisar imagens do tórax em paciente com pneumonia. 2. Preencha a tabela a seguir. 3. Preencha a tabela abaixo: Estrutura anatômica Sem pielonefrite Com pielonefrite Aspectos que permitiram diferenciar o rim esquerdo acometido pela pielonefrite Rim esquerdo Cole aqui uma imagem do rim esquerdo Cole aqui uma imagem do rim esquerdo Preencha aqui Pelve renal (esquerda) Cole aqui uma imagem da pelve renal esquerda Cole aqui uma imagem da pelve renal esquerda Preencha aqui https://www.imaios.com/br/e-anatomy https://radiopaedia.org/cases/pneumonia-right-middle-lobe-1?lang=us https://radiopaedia.org/cases/pneumonia-right-middle-lobe-1?lang=us 1 2 3 4 5 199 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.4 Estrutura anatômica Normal Pneumonia Partes moles Há alterações das partes moles torácicas (pele, subcutâneo, músculos, mamas, como a presença de calcificações, assimetria mamária ou enfisema? Há alterações do abdome superior ou região cervical? Sem alterações ou com alterações? Sem alterações ou com alterações? Arcabouço ósseo É possível identificar alterações na coluna, arcos costais, clavículas, ossos dos ombros e demais componentes ósseos (alterações mais comumente identificadas: alterações degenerativas, fraturas, por vezes, lesões suspeitas)? Íntegro ou com alterações? Íntegro ou com alterações? Mediastino e traqueia Há alargamento mediastinal, desvio da traqueia e estruturas mediastinais? Estruturas centradas ou deslocadas? Estruturas centradas ou deslocadas? Hilos e trama vascular pulmonar Há aumento vascular ou linfonodal do hilo pulmonar, deslocamento hilar, redistribuição ou cefalização da trama vascular pulmonar? Aspecto habitual ou alterado? Aspecto habitual ou alterado? 1 2 3 4 5 200 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.4 Parênquima pulmonar Há opacidades pulmonares, difusas ou focais? Transparência normal, sem opacidades ou com opacidades alveolares, intersticiais, nódulos, massas e cavidades, entre outros? Transparência normal, sem opacidades ou com opacidades alveolares, intersticiais, nódulos, massas e cavidades, entre outros? Cúpulas e seios costofrênicos Há doença pleural (derrame, espessamento)? Há obliteração das cúpulas diafragmáticas e dos seios costofrênicos? Livres ou obliterados? Livres ou obliterados? Coração Analisar a silhueta cardíaca. A área cardíaca é medida pelo índice cardio-torácico (relação do maior diâmetro transverso do coração sobre o diâmetro interno da caixa torácica ao nível cardíaco), que no adulto é menor ou igual a 50%, quando aferido na imagem em PA (inspirada e em ortostase). Há alteração da silhueta e área cardíaca ou aumento isolado de câmara cardíaca ou hipertensão pulmonar? Morfologia e índice cardiotorácico normais ou alterados? Morfologia e índice cardiotorácico normais ou alterados? Aorta Analisar a aorta torácica. Há ectasia, ateromatose aórtica ou outras alterações? Com ou sem alterações? Com ou sem alterações? 1 2 3 4 5 201 Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.4 MATERIAIS NECESSÁRIOS Tablets ou notebooks. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DAFFNER, R H. Radiologia Clínica Básica. [Digite o Local da Editora]: Editora Manole, 2013. E-book. ISBN 9788520451809. Disponível em: https://integrada. minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520451809/.Acesso em: 07 jan. 2023. Página 334. WADA, D. T.; RODRIGUES, J. A. H.; SANTOS, M. K. Aspectos técnicos e roteiro de análise da radiografia de tórax. Medicina (Ribeirão Preto), [S. l.], v. 52, n. supl1., p. 5-15, 2019. DOI: 10.11606/issn.2176-7262.v52isupl1.p5-15. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/rmrp/article/view/154763. Acesso em: 7 jan. 2023. https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520451809/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520451809/ https://www.revistas.usp.br/rmrp/article/view/154763 1 2 3 4 5 202 Roteiro de medicina laboratorial Quadros infecciosos: sepse e choque séptico LOCAL Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar. OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM Analisar o conceito, a classificação, a fisiopatogenia e a farmacoterapia na sepse. Analisar o conceito, a classificação, a fisiopatogenia e a farmacoterapia no choque séptico. Sintetizar o diagnóstico diferencial entre sepse e choque séptico. ESTAÇÃO 1: FISIOPATOGENIA E FARMACOTERAPIA Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO 1. Paciente do sexo masculino, 42 anos, morador do interior de São Paulo, trabalhador rural, hipertenso controlado. Foi atendido em Unidade de Emergência da região apresentando tosse com expectoração, dispneia, sudorese e dor pleurítica há dois dias. Há duas semanas, tem relatado sintomas de infecção de vias aéreas superiores. No exame físico geral, encontrava-se desconfortável, agitado, sudoreico, taquidispneico; exame do aparelho respiratório com murmúrio vesicular diminuído bilateralmente no SP 2.4 1 2 3 4 5 203 tórax com estertores crepitantes e apresentou opacidade em terço médio e inferior de hemotórax direito, borrando o contorno da cúpula costo-frênica (derrame pleural). A análise laboratorial do sangue, no momento da admissão, revelou contagem parenquimatosa e nódulos com atenuação de partes moles em campo pulmonar direito, derrame pleural bilateral e opacidades lineares subpleurais em bases pulmonares. Paciente evoluiu com sinais de desconforto respiratório. Foi realizada drenagem torácica bilateral em centro cirúrgico, com saída de grande quantidade de líquido purulento e fétido (empiema), e o paciente seguiu encaminhado para Unidade de Tratamento Intensivo, sendo intubado, colhido lavado broncoalveolar e enviado para cultura que apresentou crescimento de Staphylococcus aureus oxacilina resistente (MRSA). O quadro evoluiu de forma rápida e grave, paciente recebeu tratamento com teicoplamina e piperacilina-tazobactam, apresentando cultura de lavado broncoalveolar negativa em 24h, porém evoluiu com insuficiência respiratória e óbito, 48h da entrada no hospital. A. Construa uma linha do tempo, considerando os eventos ocorridos, os sinais e sintomas e as condutas tomadas que justifiquem um quadro de sepse. MATERIAIS NECESSÁRIOS Computadores e/ou tablets com acesso à internet, folhas de sulfite e canetas coloridas (azul, preta, vermelha e verde). REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS LEVINSON, W. CHIN-HONG, P. JOYCE, E. et al. Microbiologia Médica e Imunologia: um manual clínico para doenças infecciosas. Porto Alegre: Grupo A, 2021. E-book. ISBN 9786558040156. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com. br/#/books/9786558040156/. Roteiro de medicina laboratorialSP 2.4 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786558040156/ https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786558040156/ 1 2 3 4 5 204 ESTAÇÃO 2: CHOQUE SÉPTICO - FISIOPATOGENIA E FARMACOTERAPIA Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: MAPA MENTAL 1. Leia o texto abaixo, acesse a Minha Biblioteca e construa um mapa mental indicando as principais alterações que levam à evolução da sepse para um choque séptico. No choque séptico, há uma redução crítica da perfusão tecidual, podendo ocorrer falência aguda de múltiplos órgãos, incluindo pulmões, rins e fígado. MATERIAIS NECESSÁRIOS Computadores e/ou tablets com acesso à internet, folhas de sulfite e canetas coloridas (azul, preta, vermelha e verde). REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS HILAL-DANDAN, R. BRUNTON, L. Manual de Farmacologia e Terapêutica de Goodman & Gilman. Porto Alegre: Grupo A, 2015. E-book. ISBN 9788580555066. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555066/. Roteiro de medicina laboratorialSP 2.4 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555066/ 1 2 3 4 5 205 ESTAÇÃO 3: DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL - SEPSE VERSUS CHOQUE SÉPTICO Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL ENTRE SEPSE E CHOQUE SÉPTICO 1. Acesse a Minha Biblioteca e, em uma folha de sulfite, identifique usando os post-its coloridos o que deve ser considerado para o diagnóstico diferencial entre sepse e choque séptico. Utilize apenas palavras-chave. 2. Conceitue score SOFA e exemplifique um paciente que possa ser diagnosticado com sepse. ATIVIDADE 2: CASO CLÍNICO 1. Leia o texto e responda às questões disparadoras da discussão. “Pesquisadores e médicos atentos ao problema da resistência de bactérias e fungos acreditam que o uso desenfreado de antibióticos no tratamento de covid-19 tornará ainda mais drástico o cenário atual, em que já há falta de antibióticos capazes de combater certas doenças e microrganismos, que por vários fatores, têm se mostrado fortes e hábeis em driblar esses medicamentos. Antes da Pandemia, a situação já era preocupante: no cenário mais drástico, até 2050, a chamada resistência microbiana (doenças resistentes a antibióticos) poderá estar associada a 10 milhões de mortes anuais, afirmou a Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2019. Hoje, acredita-se que pelo menos 700 mil pessoas morrem por ano devido à essa resistência microbiana” (https://www. bbc.com/portuguese/ geral-54532598). Acesso em: 19/11/20). A. Quais mecanismos favorecem a resistência bacteriana a antibióticos? Roteiro de medicina laboratorialSP 2.4 https://www.bbc.com/portuguese/ geral-54532598 https://www.bbc.com/portuguese/ geral-54532598 1 2 3 4 5 206 MATERIAIS NECESSÁRIOS Computadores e/ou tablets com acesso à internet, folhas de sulfite e post-it coloridos. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS HILAL-DANDAN, R. BRUNTON, L. Manual de Farmacologia e Terapêutica de Goodman & Gilman. Porto Alegre: Grupo A, 2015. E-book. ISBN 9788580555066. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555066/. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. Relação nacional de medicamentos essenciais: Rename / Ministério da Saúde, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos, 7. ed. Brasília, 2010. Roteiro de medicina laboratorialSP 2.4 https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555066/ 1 2 3 4 5 207 Encerramento da sessãoSP 2.4 Duração total: 25 minutos ATIVIDADE 1: POST-IT SURPRESA 1. Realizar uma discussão com os grupos com base nas questões abordadas 1. Discutir juntamente com seu grupo sobre o post-it surpresa e após, apresentar à turma. 1 2 3 4 5 208 ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO 1. Leia o caso clínico a seguir para responder às questões de “A” a “D”. Caso clínico D.S.G, 54 anos de idade, sexo feminino, diabética, dislipidêmica e asmática. Relata inapetência, diarreia muco sanguinolenta de odor fétido, náuseas, vômitos e febre há 3 dias após ingesta de alimento de procedência desconhecida. Paciente procurou atendimento em UBS em duas ocasiões, sendo prescrita hidratação ambulatorial e sintomáticos. No 3º dia após início dos sintomas, foi ao serviço de emergência hospitalar com quadro clínico de hipotensão e taquicardia. DSG foi transferida para a UTI devido à hipotensão refratária à infusão de 1000 mL de cristaloide associada á noradrenalina a 0,4 mcg/kg/min ainda em acesso periférico. Outros 15 familiares apresentaram sintomas semelhantes com menor severidade. Refere diarreiaem grande quantidade com aspecto purulento e perda do controle esfincteriano. Foi iniciado antibiótico endovenoso (Amoxacilina com Clavulanato em dose plena). Puncionado acesso venoso central, feito mais 30 mL/kg de Ringer Lactato. Constatada PVC de 5 mmHg. Realizada IOT e iniciada Hidrocortisona 50 mg de 6/6h. Em exames iniciais na UTI, apresentou hiperlactatemia. Já em Ventilação Mecânica, apresentou: SaO2: 72%, PaCO2: 40 mmHg, HCO3-: 13,6 mEq/L, BE: - 10,5, revelando acidose metabólica. Optado por troca precoce do antibiótico para Ceftriaxona, de modo a melhorar a cobertura empírica para Salmonella ssp. e Metronidazol para manter a cobertura anaerobicida. Evoluiu para choque refratário, anúria e foi a óbito 18h após dar entrada na UTI com noradrenalina a 2,4 mcg/kg/min, em assistolia. Exame físico: Geral: mal estado geral, lúcida e orientada na chegada ao hospital. SSVV: FC: 130 bpm, FR: 24 ipm, Tax: 38,1 ºC, PAM: 54 mmHg, SaO2: 96% (O2 a 2 L/min). Face: sem achados dignos de nota em orelhas, olhos, nariz e cavidade oral. Ausência de linfonodomegalias palpáveis. Neurológico: ausência de sinais focais. Pulmonar: MV+ em AHT com presença de sibilos expiratórios. Cardíaco: BNFR em 2T, s/S. Abdome: flácido, distendido, RHA aumentados, depressível. Dor difusa à palpação com pouca defesa, sem sinais de peritonismo. Membros: tempo de enchimento capilar de 10s, ausência de cianose ou edema. Articulações: ausência de sinais dignos de nota. Em relação ao caso clínico, responda. Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 2.4 1 2 3 4 5 209 Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 2.4 Hemograma Valores obtidos Valores referência HB 11,5 11,5 — 16 g/dL Ht 36 36 — 47 % Leucócitos 18.000 4.500 — 11.000 /mm3 Mielócitos 8% - Metamielócitos 24% - Neutrófilos 54 50 — 70 % Bastonetes 44 1 — 3% Linfócitos 10 20-47% Bioquímica Ureia 33 15 — 50 mg/dL Na+ 142 135 — 145 mEg/L Mg2+ 2,1 1,5 — 2,5 mEg/L K+ 4,5 3,5 — 5,5 mEg/L Bilirrubina Total 0,94 0,3 — 1,2 mg/dl TGO 31 15 — 40 U/L TGP 25 10 — 40 U/L FA 96 25 — 100 U/L GGT 20 15 — 63 U/L TP (conc.) 18,5s (40%) 11,6s (100%) Cr 1,5 0,6 — 1,2 mg/dL Lac 3,1 0,5 — 2,2 mmol/L 1 2 3 4 5 210 Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 2.4 Gasometria Arterial pH 7,34 7,35 — 7,45 PaO2 76,7 80 — 100 mmHg PaCO2 25,3 35 — 45 mmHg HCO2 13,6 22 — 26 mEg/L Exames Bacteriológicos Hemocultura Posiliva Salmonala ssp (Não Typhi) Coprocultura Posiliva Salmonala ssp (Não Typhi) Negativo Crypiosporidium ssp Negativo Campylobacter sp Leucócitos focais Positivo Antibiograma Sem resistência bacteriana Legenda: Hb: hemoglobina, Ht: hematócrito, TGO: transaminase glutâmico oxalacética, TGP: transaminase glutâmico-pirúvica, FA: fosfatase alcalina, GGT: gama glutamil transferase, TP: tempo de protrombina, Cr: creatinina, Lac: lactato. A. É necessário mais algum exame para o diagnóstico? B. A conduta terapêutica inicial do caso foi adequada? C. Qual a conduta terapêutica mais adequada? 211 NOME DO AUTOR INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Sandra Regina Mota Ortiz USJT http://lattes.cnpq. br/5473750086356603 Thiago Cesar Martins UNISUL - Pedra Branca http://lattes.cnpq. br/4530929492625680 Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq. br/2073575970699504 CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS DESTE MATERIAL DIDÁTICO PARECERISTA INSTITUIÇÃO DE ENSINO CURRÍCULO LATTES Vivian Alessandra Silva Inspirali http://lattes.cnpq. br/2073575970699504 Robson de Jesus AGES - Jacobina http://lattes.cnpq. br/3574190123354874 Bruno Santos Souza AGES https://lattes.cnpq. br/3797714737481727 http://lattes.cnpq.br/5473750086356603 http://lattes.cnpq.br/5473750086356603 http://lattes.cnpq.br/4530929492625680 http://lattes.cnpq.br/4530929492625680 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/2073575970699504 http://lattes.cnpq.br/3574190123354874 http://lattes.cnpq.br/3574190123354874 https://lattes.cnpq.br/3797714737481727 https://lattes.cnpq.br/3797714737481727 212 Agenda para TBL TBL TEMA 1 2 3 4 TBLs produzidos e publicados no U-Life https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali https://www.ulife.com.br/inspirali 213