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1
2
3
5 ª E T A P A
4
Copyright © Inspirali Educação. Todos os direitos reservados.
Proibida a reprodução, mesmo que parcial, por qualquer meio e processo, sem a prévia 
autorização escrita da Inspirali Educação. 
21-64147 CDD-610.07
NLM-WB 100
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)
(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)
Bússola inspirali [livro eletrônico] : aluno :
5ª etapa / [organização José Lúcio Machado, 
Lena Vânia Carneiro Peres, Débora Cristina 
Alavarce]. -- 1. ed. -- Santo André, SP : 
Difusão Editora : Inspirali Educação, 2021. --
(Bússola Inspirali ; 1)
PDF
ISBN 978-65-88166-22-2
1. Aprendizagem - Metodologia 2. Currículos
3. Estudantes de medicina 4. Medicina - Estudantes 
5. Medicina - Estudo e ensino 6. Medicina e saúde
I. Machado, José Lúcio. II. Peres, Lena Vânia 
Carneiro. III. Alavarce, Débora Cristina. IV. 
Série.
Índices para catálogo sistemático:
1. Medicina e saúde : Estudo e ensino 610.07
Maria Alice Ferreira - Bibliotecária - CRB-8/7964
5
SUMÁRIO 
5ª E T A P A
HABILIDADES/ESTAÇÕES CLÍNICAS .....................................................................................7
 Competências s e estratégias educacionais .............................................................8
 O que o estudante aprende nesta etapa ....................................................................9
 Competências e habilidades ......................................................................................10
 Cognitivas ..........................................................................................................10
 Psicomotoras ....................................................................................................11
 Atitudinais .........................................................................................................12
Cronograma EC/HM .................................................................................................13
PRÁTICAS MÉDICAS NO SUS ..............................................................................................15
SITUAÇÕES-PROBLEMAS E ROTEIROS ...............................................................................17
Complexo temático I - Dor ........................................................................................................18 
 Árvore temática 1 .........................................................................................................20 
 Agenda para TBL .........................................................................................................120
Complexo temático II - Febre, inflamação e infecção familiar ........................................121
 Árvore temática 2 .......................................................................................................123
 Agenda para TBL .........................................................................................................212
Complexo temático III Dor abdominal, diarreia, vômitos e icterícia............................... 74
 Árvore temática 3 .........................................................................................................76
 Agenda para TBL ............................................................................................................99
6
ÍCONES
ÍCONE SIGNIFICADO
Vídeo disparador disponível na plataforma.
Vídeoaula ou podcast disponível na plataforma.
Vídeo interativo disponível na plataforma.
Vídeo de animação disponível na plataforma.
Aula interativa disponível na plataforma.
Material de apoio disponível na plataforma.
Tarefa, questionário ou caso disponível na plataforma.
7
HABILIDADES/
ESTAÇÕES 
CLÍNICAS
5ª E T A P A
8
OBJETIVOS E 
ESTRATÉGIAS 
EDUCACIONAIS
HABILIDADES/ESTAÇÕES CLÍNICAS
9
As atividades de Estações Clínicas (EC) fazem parte da unidade curricular 
Habilidades Médicas (HM), da 1ª a 8ª etapa, divididas nos dois primeiros 
ciclos e abordam os elementos de comunicação em consulta, exame 
físico, raciocínio clínico e relacionamento médico+paciente, através 
de oficinas práticas, sala de aula invertida, simulações com pacientes 
padronizados, discussões em pequenos grupos (sínteses provisórias e 
novas sínteses).
As ECs trabalham as competências cognitivas (compreender os 
elementos da consulta e como utilizá-los na proposta de cuidado), 
psicomotoras (realizar os exames físicos apropriados) e atitudinais 
(reconhecer a pessoa entrevistada, valorar o que lhe foi dito e compor 
estes valores na experiência terapêutica).
Nesta etapa haverá uma interação maior com os temas de NCS e PM SUS, 
que deverão ser correlacionados com as vivências dos(as) estudantes 
no cenário de prática.
DETALHAR, RELACIONAR E DIFERENCIAR
Chegamos ao aprofundamento dos raciocínios etiológicos e diferenciais, 
aproveitando os módulos de queixas relacionadas à dor, febre e 
inflamação, nos quais os(as) estudantes iniciam pela propedêutica 
neurológica e ortopédica, procurando desenvolver as ferramentas 
para hierarquizar e embasar seus diagnósticos, e de sugerir os exames 
complementares para incrementar sua acurácia.
Para trabalhar o aspecto psicossocial, os pacientes serão de 
comunidades ou segmentos populacionais vulneráveis.
O segundo módulo traz pessoas com quadros febris, perda de peso e 
mal estar, com detalhes na história (pessoal e epidemiológica) e no 
exame físico que auxiliam quanto aos seus diagnósticos e escolha dos 
exames laboratoriais e de imagem.
Objetivos e 
Estratégias educacionais
10
COMPETÊNCIAS ESPERADAS
Ao final desta etapa espera-se que os(as) estudantes sejam capazes 
de demonstrar as seguintes competências, descritas aqui através da 
taxonomia de Bloom.
COGNITIVAS
1. Aplicar de forma mais segura o Método Clínico Centrado na Pessoa, 
sendo capaz de aplicar os elementos do SIFE (Sentimentos, Ideias, 
Funcionamento e Expectativa). 
2. Registrar esses dados no formato de história clínica, seja no modelo 
tradicional, seja no modelo SOAP, que permita discutir os elementos da 
entrevista em pequeno grupo. 
3. Identificar a maioria dos problemas da pessoa entrevistada, e trazer 
ofertas - mais detalhadas e vinculadas à realidade da pessoa - de 
cuidados relacionados. 
4. Utilizar o protocolo SPIKE de comunicação de más notícias quando 
necessário. 
5. Organizar o seu raciocínio clínico a partir de diagnósticos sindrômicos 
e diferenciais, valorizando os dados epidemiológicos de cada caso. 
6. Sugerir condutas farmacológicas básicas de tratamento. 
7. Sugerir exames complementares que auxiliem na condução dos 
casos.
Objetivos
Específicos
11
PSICOMOTORAS
1. Realizar a aferição de peso, altura e circunferência abdominal em 
adultos. 
2. Calcular e interpretar o Índice de Massa Corpórea a partir dos dados 
anteriores. 
3. Aferir a pressão arterial, frequência cardíaca, frequência respiratória 
e temperatura, em pessoa adulta, de forma habilidosa. 
4. Aplicar alguma escala de dor para pessoas que tragam essa queixa.
 
5. Realizar o exame físico quantitativo, de forma habilidosa. 
6. Realizar exame de linfonodos, de forma habilidosa. 
7. Realizar exame de orocospia, de forma habilidosa. 
8. Realizar exame cardíaco, de forma habilidosa. 
9. Realizar exame pulmonar, de forma habilidosa. 
10. Realizar o exame abdominal, de forma mais habilidosa. 
11. Realizar o exame de mamas, mesmo de forma mecanizada. 
12. Realizar as principais manobras de exame ortopédico. 
13. Realizar as principais manobras de exame neurológico. 
14. Realizar de forma mecanizada a otoscopia. 
15. Realizar o exame de tireoide, mesmo de forma mecanizada. 
16. Ao final, consegue explicar à pessoa o significado desses achados. 
12
ATITUDINAIS
1. Reconhecer e manter um diálogo com a pessoa entrevistada. 
2. Acolher as informações obtidas sem juízo de valor. 
3. Respeitar o sigilo da entrevista. 
4. Aprofundar elementos da vida da pessoa, que impactem no seu 
processo de saúde e doença (condições de moradia, de trabalho,relacionamentos afetivos). 
5. Valorar estes elementos de forma a promover uma melhor pactuação 
de cuidados. 
6. Ser capaz de explicar, depois da entrevista, quem foi essa pessoa, 
sua vida, suas relações e como estas impactam em seus problemas. 
ESTAÇÃO TEMA
1
Apresentação dos professores e da Unidade Curricular 
Apresentação do cronograma e pactuações 
1ª Oficina - Diagnóstico sindrômico e o diferencial
2
2ª Oficina - Exame físico ortopédico e neurológico
3ª Oficina - Exame otológico e oftalmológico
3 1ª Simulação - Vagner Santa Cruz
4 2ª Simulação - Luciana Cintra Gonçalves
5 3ª Simulação - Heitor Xavier
6 Síntese provisória
7 Nova síntese
8
APA meio semestre
Reteste
9
4ª Oficina - Exame físico de pele
5ª Oficina - Interpretação clínica dos quadros febris e de intermação.
10 4ª Simulação - Samantha Alencar
11 5ª Simulação - Walmir Santana
Cronograma
EC/HM
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
12 6ª Simulação - Isadora Toledo
13 Síntese provisória
14
Nova síntese
APA de final de etapa
15 Avaliação somativa das competências desenvolvidas. 
16 Avaliação somativa das competências desenvolvidas. 
17 Avaliação somativa das competências desenvolvidas. 
https://www.ulife.com.br/inspirali
PRÁTICAS 
MÉDICAS NO 
SUS
5ª E T A P A
D1 /AF Devolutiva de Avaliação Cognitiva D1, APA e portfólio
5 Nova síntese 4
6
Oficina de trabalho 5 - Atenção integral aos pacientes portadores de hanseníase
Nova síntese 5
7 Mesa redonda - Atenção integral à população vulnerável
D2/AF Avaliação Cognitiva D1
D2/AF Devolutiva de Avaliação Cognitiva D2, APA E portfólio
TEMA INTENCIONALIDADE DATA (a ser definida pela coordenação)
1
Acolhimento dos(as) estudantes, divisão de grupos por diversidade (Reflexão da Prática). 
Discussão do funcionamento da 5a Etapa PMSUS (Reflexão da Prática, UBS e Estágio em 
Atenção Especializada e Urgência e Emergência).
2
Oficina de trabalho 1 - Atenção integral à saúde 
do adulto
Nova síntese 1
3
Oficina de trabalho 2 - Atenção integral aos
 pacientes portadores de hipertensão arterial
Nova Síntese 2
4
Oficina de trabalho 3 - Atenção integral aos pacientes portadores de diabetes mellitus.
Nova Síntese 3
D1 /AF Avaliação Cognitiva - D1 
5 Oficina de trabalho 4 - Atenção integral aos pacientes portadores de tuberculose
Cronograma
PMSUS
17
SITUAÇÕES - 
PROBLEMAS 
E ROTEIROS
5ª E T A P A
18
DOR
COMPLEXO TEMÁTICO I
19
“Todo conhecimento comporta o risco do erro e 
da ilusão. A educação do futuro deve enfrentar o 
problema de dupla face do erro e da ilusão. O maior 
erro seria subestimar o problema do erro; a maior 
ilusão seria subestimar o problema da ilusão. ”
(Edgar Morin)
Árvore 
temática 1
https://www.ulife.com.br/inspirali
1 2 3 4 5
21
O QUE É O ATELIÊ DE FORMA E FUNÇÃO?
O Ateliê de Forma e Função é um ecossistema de aprendizagem ativa e 
colaborativa. Por meio desta estratégia de aprendizagem, os conhecimentos 
adquiridos no Laboratório Morfofuncional e na Medicina Laboratorial serão 
potencializados.
A partir de diferentes experiências de aprendizagem colaborativa, 
argumentaremos sobre a importância da cooperação para a formação médica. 
Além disso, buscamos evidenciar, com este ecossistema, a necessidade e 
as implicações de uma formação médica fundamentada numa perspectiva 
integral. Ou seja, com o Ateliê de Forma e Função, será possível reconhecer, por 
meio de uma diversidade de recursos, o quanto diferentes áreas das ciências 
importam para a Medicina e para os seus profissionais.
Em relação à metodologia utilizada, a experiência de aprendizagem se dá por 
meio da “Rotação em Estações”. Nesta abordagem, os recursos tecnológicos e 
clínicos criam um ambiente dinâmico, em que o estudante assume protagonismo 
em seu processo de aprendizado.
Para além disso, tais recursos de tecnologia asseguram um aprendizado 
contínuo e duradouro, já que a interatividade e o feedback imediato permitem 
autonomia e personalização da experiência, os quais são elementos essenciais 
para o desenvolvimento de diferentes habilidades e competências médicas e 
comportamentais.
Na sequência, apresentamos uma síntese ilustrada sobre as principais 
características do Ateliê. Analise-a com atenção!
22
COMO FUNCIONA A EXPERIÊNCIA NO ATELIÊ DE 
FORMA E FUNÇÃO?
O Ateliê está estruturado em cinco momentos:
23
COMO POSSO ENRIQUECER A EXPERIÊNCIA NO 
ATELIÊ DE FORMA E FUNÇÃO?
Em cada sessão, há um passo a passo que servirá de guia para a trilha de 
aprendizagem. Para segui-lo, utilize os roteiros disponibilizados. Neles, os 
momentos do Ateliê estão representados com os números e os símbolos 
abaixo. Confira-os:
Boa experiência!
1
Trilha de 
aprendizagem 
pré-aula
2
Abertura da 
sessão
3
Rotação em 
estações
4
Encerramento 
da sessão
5
Trilha de 
aprendizagem 
pós-aula
24
SP 1.1
Tá quente... 
Vias da dor: do receptor
à analgesia medicamentosa
por anti-inflamatórios
não esteroidais
1 2 3 4 5
25
ATIVIDADE 1: LT KURACLOUD
1. Prezado(a) aluno(a), para que você tenha uma experiência produtiva, faça o 
login na plataforma LT Kuracloud e siga os próximos passos. (https://accounts.
kuracloud.com/user/login?product=adinstruments)
2. No campo esquerdo da sua tela, você encontrará os cursos disponíveis ao seu 
login. Clique em Anatomia.
3. Abrirá um grande número de opções, clique na opção Sistema Tegumentar.
4. Entre na opção Histologia Tegumentar - Laboratório (imagem abaixo):
Trilha de aprendizagem pré-aula
5. Pronto! Agora é só seguir as instruções da trilha de conhecimento.
SP 1.1
1 2 3 4 5
26
ATIVIDADE 2: ASSISTIR AO VÍDEO EDUCATIVO
1. Assista aos vídeos de "A" a "C", no Ulife.
A. Sinais cardinais da inflamação, necrose e infecção cutânea. 
B. Aspectos morfofuncionais das vias de dor aguda e crônica.
C. Pele e nociceptores.
3. Após assistir ao vídeo, responda às questões:
A. Explique por que sentimos dor. Em sua resposta, considere como seria a 
vida se não sentíssemos dor e dê exemplos de situações em que a dor é 
útil.
B. Por que os nociceptores têm um limiar? Descreva o que acontece com esse 
limiar após uma lesão tecidual. 
C. Quais medicações são apresentadas para reduzir a dor? Qual o mecanismo 
no vídeo?
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 1.1
1 2 3 4 5
27
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: SITUAÇÃO-PROBLEMA
1. Ler a situação-problema relatada abaixo:
Joana, com 33 anos, estava cozinhando e, ao mesmo tempo, interagindo com 
suas amigas no aplicativo de comunicação via celular. Acidentalmente, apoiou a 
mão esquerda na parte de metal da panela que estava fervendo alguns legumes. 
Devido à dor intensa que sentiu, sem se dar conta, fez um movimento brusco 
que resultou em entorse do tornozelo direito. Horas mais tarde, sentia, além 
da dor na mão, uma dor intensa no tornozelo machucado, tanto que o simples 
toque no local ou até a lembrança da cena a incomodavam. Considerando a 
dor apresentada, buscou atendimento médico, em que lhe foi prescrito um 
anti-inflamatório não esteroidal, além de orientações gerais para o cuidado 
do seu tipo de queimadura. Uma semana depois, Joana retornou para consulta 
de seguimento, apresentando movimentação normal, desaparecimento do 
edema do tornozelo e melhora do aspecto da área lesada na mão.
2. Considerando a situação-problema e de acordo com os conhecimentos obtidos 
na trilha pré-aula, discuta as questões a seguir:
A. Quais estruturas tegumentares provavelmente foram acometidas com a 
queimadura?
B. Por qual razão ela teve aumento da sensibilidade à dor após o acidente?
C. Explique por que o médico prescreveu um anti-inflamatório para a Joana.
Abertura da sessãoSP 1.1
1 2 3 4 5
28
Roteiro de laboratório morfofuncional
Vias da dor: do receptor
à analgesia medicamentosa
por anti-inflamatórios
não esteroidais
LOCAL
Laboratório Morfofuncional.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Correlacionar osaspectos microscópicos da pele com os receptores nervosos 
presentes no órgão.
Classificar os receptores de dor, bem como suas principais vias.
Diferenciar as fibras nervosas quanto à quantidade de mielina e as vias de dor 
aguda e dor crônica.
ESTAÇÃO 1: MAPA DA APRENDIZAGEM
Duração total: 37 minutos
ATIVIDADE 1: EXPERIMENTO DE POTENCIAL DE AÇÃO
1. Acessar o QR Code ou link https://ilearn.med.
monash.edu.au/physiology/action-potentials/axon-
diameter#simulation.
2. Plotar no gráfico disponibilizado no site a velocidade de condução do impulso 
nervoso em axônio mielinizado e não mielinizado.
SP 1.1
1 2 3 4 5
29
3. Preencher a tabela disponibilizada no site e comparar a relação entre diâmetro 
do axônio, mielinização e velocidade de condução do impulso nervoso.
ATIVIDADE 2: FISIOLOGIA DA DOR
1. Complete a tabela abaixo e responda à pergunta: quais são as principais 
diferenças entre as vias espinotalâmicas e espinorreticulares?
Fibras Nervosas - Tipo 
A (delta) Fibras Nervosas - Tipo C
Em relação à mielinização Mielinizados
Característica da dor Mais duradoura e difusa
Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.1
ATIVIDADE 3: SITUAÇÃO-PROBLEMA
1. Ler a situação-problema relatada abaixo:
Joana, com 33 anos, estava cozinhando e, ao mesmo tempo, interagindo com 
suas amigas no aplicativo de comunicação via celular. Acidentalmente, apoiou 
a mão esquerda na parte de metal da panela que estava fervendo alguns 
legumes. Considerando a dor apresentada, buscou atendimento médico, qem 
que lhe foi prescrito um anti-inflamatório não esteroidal, além de orientações 
gerais para o cuidado do seu tipo de queimadura.
Os cuidados com queimadura e outros ferimentos na pele são importantes, já 
que este órgão tem uma maior chance de infecção. A partir deste disparador, 
responda:
A. Qual o conceito de necrose e como se aplica a lesão da pele apresentada 
por Joana?
B. Por que essa região teria maior chance de infecção? 
1 2 3 4 5
30
Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.1
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Tablets ou computadores com acesso à internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
JUNQUEIRA, Luiz Carlos U.; CARNEIRO, José. Histologia Básica - Texto e Atlas. Rio 
de Janeiro: Grupo GEN, 2017. E-book. ISBN 9788527732178. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527732178/. Acesso 
em: 30 nov. 2022. 
BEAR, Mark F. Neurociências. Porto Alegre: Grupo A, 2017. E-book. ISBN 
9788582714331. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9788582714331/. Acesso em: 30 nov. 2022.
1 2 3 4 5
31
Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.1
ESTAÇÃO 2: REPRESENTAÇÃO DAS VIAS PARA A DOR
Duração total: 37 minutos
ATIVIDADE 1: LEITURA DO LIVRO, REPRESENTAÇÃO DOS NEURÔNIOS E 
ESTRUTURAS ANATÔMICAS
1. Acessar em “Minha Biblioteca” o livro: Fundamentos da Neuroanatomia (4ª 
edição) de Ramon . Consenza; Link: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/
books/978-85-277-2218-6
2. Acessar a página 124 e ler a partir do tópico “Vias somatossensoriais” até a 
página 126 ao final do tópico “Vias para dor e temperatura do tronco e dos 
membros”.
3. Na bancada, encontram-se disponíveis modelos anatômicos do torso e da 
medula espinal. Considerando que a Joana (personagem da atividade de 
abertura) apresentou uma lesão no tornozelo, com barbantes e fitas adesivas, 
faça a representação dos neurônios que compõem as vias espinotalâmicas e 
as vias espinorreticulares a partir do local lesionado.
4. Em grupo, faça um fluxograma representando os caminhos neuronais da dor 
que você construiu na atividade anterior, descrevendo as estruturas anatômicas 
e os neurotransmissores envolvidos.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Computadores ou tablets com acesso à internet, modelos anatômicos (torso de 
luxo, masculino e feminino, com o dorso aberto, em 28 partes e Sistema de Medula 
Espinhal em seu Canal, em Placa), barbantes, tesouras, fitas adesivas (durex ou 
fita crepe) e, lápis e cartolinas.
1 2 3 4 5
32
Roteiro de medicina laboratorial
Vias da dor: do receptor à 
analgesia medicamentosa 
por anti-inflamatórios 
não esteroidais
LOCAL
Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Analisar os aspectos farmacocinéticos e farmacodinâmicos dos anti-inflamatórios 
não esteroidais (AINEs).
Diferenciar as classes de fármacos anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs).
Analisar a toxicidade e os efeitos adversos dos fármacos anti-inflamatórios 
não esteroidais (AINEs).
ESTAÇÃO 1: CASO CLÍNICO E MAPA MENTAL
Duração total: 37 minutos
1. Leia o caso clínico a seguir: 
Caso clínico:
Paciente chega à unidade de pronto-atendimento relatando queimadura na 
região do dorso da mão causada por acidente com água quente. Após analisar 
a área, o profissional médico observa grande parte da pele do dorso da mão do 
paciente com forte hiperemia e rubor, além de intensa sensibilidade dolorosa. 
O paciente relata que apenas aplicou água corrente em temperatura ambiente, 
mas, como a dor não cedeu, preferiu buscar atendimento. Após orientação, foi 
SP 1.1
1 2 3 4 5
33
indicado para o paciente o uso de um fármaco anti-inflamatório não esteroidal 
(AINEs) para a diminuição da dor e observação.
2. Após a leitura do caso, elabore um mapa mental contendo: necessidade da 
utilização de agentes farmacológicos anti-inflamatórios não esteroidais 
(AINEs) para o tratamento de dor resultante de uma queimadura; aspectos 
farmacocinéticos e farmacodinâmicos desses agentes, correlação da atividade 
do nociceptor com a terapêutica envolvida.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Notebook ou tablet, folha de papel sulfite ou cartolina para a construção dos 
mapas mentais e canetas de diferentes cores.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
WHALEN, Karen; FINKELL, Richard; PANAVELIL, Thomas A. Farmacologia Ilustrada. 
Porto Alegre: Grupo A, 2016. E-book. ISBN 9788582713235. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595025271/
pageid/0. Acesso em: 28 nov. 2022.
DYNAMED. Nonsteroidal Anti-inflammatory Drugs (NSAIDs) Overview. Disponível 
em: https://www.dynamed.com/drug-review/nonsteroidal-anti-inflammatory-
drugs-nsaids-overview Acessado em 28 de novembro de 2022.
Roteiro de medicina laboratorialSP 1.1
1 2 3 4 5
34
ESTAÇÃO 2: ANÁLISE DA BULA DE MEDICAMENTOS
Duração total: 37 minutos
ATIVIDADE 1: BULA DE MEDICAMENTOS E ESTUDO DE CASO
1. Leia, nas bulas indicadas, a descrição do potencial de toxicidade e efeitos 
adversos de cada medicamento. Para acessar as bulas você deverá:
A. Acessar o site: https://consultas.anvisa.gov.br/#/bulario/
B. Na barra Medicamento, insira o nome do medicamento, que poderá ser: 
ibuprofeno, dipirona e diclofenaco, em seguida, clique em Consultar;
C. Escolha a primeira opção da lista e clique no PDF da opção Bula do 
Profissional;
E. Faça o mesmo processo para acessar as bulas dos outros medicamentos;
F. Após a leitura, analise as semelhanças e diferenças em cada um deles 
correlacionado com o mecanismo de ação (utilizem livros didáticos para 
apoiar a discussão caso considerem necessário) e complete a tabela abaixo:
Roteiro de medicina laboratorialSP 1.1
1 2 3 4 5
35
SP 1.1 Roteiro de medicina laboratorial
2. MHS, 16 anos de idade, foi ao consultório médico devido a fortes crises de 
cólicas menstruais. Sua menarca foi aos 13 anos de idade. Sua menstruação 
dura, em média, quatro a cinco dias com ciclos regulares de 28 dias. Durante 
os primeiros dois a três dias de sua menstruação, MHS tem cólicas muito 
fortes que, às vezes, limita suas atividades de rotina. As cólicas têm ocorrido 
desde a menarca e parecem ter piorado no último ano. MHS toma paracetamol 
e pílulas para "cólica menstrual", as quais não necessitam de prescrição, sem 
alívio efetivo da dor. A jovem não tem nenhuma história clínica significativa, 
não toma medicamentos regularmente e não é sexualmente ativa. O exame 
físico é normal. Você avalia o problema como dismenorreia primária e 
prescreve diclofenaco para ser usado quando necessário.A partir do caso 
clínico, responda às questões disparadoras da discussão: 
A. Baseando-se nos respectivos mecanismos de ação, justifique o uso do 
paracetamol e do diclofenaco? 
B. Qual é o mecanismo de ação e principais efeitos terapêuticos dos AINEs?
C. Como justifica-se a toxicidade e principais contraindicações dos AINEs? 
Ibuprofeno Dipirona Diclofenaco
Efeitos adversos
Toxicidade
1 2 3 4 5
36
Roteiro de medicina laboratorialSP 1.1
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Computadores ou tablets e tabela apresentada acima.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
DYNAMED. Nonsteroidal Anti-inflammatory Drugs (NSAIDs) Overview. Dispónível 
em: https://www.dynamed.com/drug-review/nonsteroidal-anti-inflammatory-
drugs-nsaids-overview. Acesso em 29 de novembro de 2022
WHALEN, Karen; FINKELL, Richard; PANAVELIL, Thomas A. Farmacologia Ilustrada. 
Porto Alegre: Grupo A, 2016. E-book. ISBN 9788582713235. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595025271/
pageid/0. Acesso em: 28 nov. 2022
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37
Encerramento da sessãoSP 1.1
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: FEEDBACK
1. Retomar os objetivos de aprendizagem e apresentar um feedback sobre as 
estações realizadas.
ATIVIDADE 2: PREENCHER AS LACUNAS
1. Um(a) representante do pequeno grupo irá retirar um envelope com o(a) 
Professor(a).
2. Dentro do envelope terá uma frase com lacunas:
A. Os neurotransmissores envolvidos com a sensação dolorosa são ________
_______________________.
B. As vias da dor lenta e rápida se diferenciam por 
_________________________. 
C. Os anti-inflamatórios não esteroidais modulam a via da dor, pois atuam 
diretamente nos __________________________________.
D. Os anti-inflamatórios não esteroidais inibem a ação da 
______________________ e impedem a formação de ______________________
_____________ diminuindo a ___________________________________.
E. Por serem inibidores da ______________________________, os 
anti-inflamatórios não esteroidais podem causar desconforto 
gástrico já que as ______________________, podem atuar como 
____________________________. 
3. Complete as lacunas da frase e junto com o grupo faça uma pequena explicação 
sobre o contexto da frase.
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38
ATIVIDADE 1: RESPONDA ÀS QUESTÕES
Para consolidar os conhecimentos adquiridos durante a aula, essa atividade 
deverá ser respondida no período extra-aula, responda as questões de múltipla 
escolha a seguir.
1. Os agentes farmacológicos anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs), atuam 
para diminuir o processo inflamatório, reduzindo, assim, os sinais de inflamação 
importantes como a dor. Analise as afirmações a seguir:
I. Os anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs) contribuem para a diminuição 
da produção de prostaglandinas, auxiliando na diminuição da percepção 
dolorosa PORQUE
II. Prostaglandinas e outros mediadores inflamatórios são capazes de ativar 
os nociceptores, responsáveis por realizar a transdução que resultará na 
formação de um potencial elétrico.
Assinale a alternativa que apresente a relação correta entre as afirmações I e 
II.
A) As afirmações I e II são verdadeiras e a afirmação II não justifica a afirmação 
I.
B) As afirmações I e II são verdadeiras e a afirmação II justiça a afirmação I.
C) A afirmação I é verdadeira e a afirmação II é falsa.
D) A afirmação I é falsa e a afirmação II é verdadeira.
2. Uma vez ativados, os nociceptores (receptores de dor) produzem um potencial 
elétrico, também conhecido como potencial gerador (ou potencial receptor). 
Estes receptores sensoriais marcam o início da via dor e, são componentes 
fundamentais para a percepção dolorosa. Sobre os nociceptores é correto 
afirmar:
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 1.1
1 2 3 4 5
39
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 1.1
A) Os nociceptores são receptores sensoriais classificados como receptores 
neurais, já que são terminações nervosas livres.
B) A pele apresenta poucos nociceptores, que são encontrados em abundância 
nas áreas de mucosa e na parede de alguns órgãos.
C) Receptores de dor estão presentes na tela subcutânea, sendo a derme e a 
epiderme pobre nestes tipos de receptores sensoriais.
D) Nociceptores são células epiteliais modificadas capazes de realizar a 
transdução, assim, estão presentes nos diferentes estratos da epiderme.
3. A percepção da dor está dentro da classe de estímulos somatossensoriais, 
também conhecidos como estímulos de sensibilidade geral. Os neurônios 
encarregados pela captação, condução e interpretação do estímulo doloroso 
constituem as vias de dor que podem ser divididas anatomicamente em via 
neoespinotalâmica e paleoespinotalâmica. Analise as afirmações a seguir 
sobre as vias sensoriais da dor.
I. A via neoespinotalâmica, também conhecida como a via “clássica” da dor e 
da temperatura, é constituída pelo trato espinotalâmico lateral e envolve 
basicamente uma via de três neurônios.
II. A via paleoespinotalâmica é constituída pelo trato espinorreticular e 
pelas fibras reticulotalâmicas, podendo ser considerada como via espino-
retículo-talâmica.
III. Os neurônios II (ou neurônio de segunda ordem) das vias de dor, estão 
localizados na coluna posterior da medula espinal e, seus axônios seguem 
pelo funículo lateral.
É correto o que se afirma apenas em:
A) I e II;
B) I e III;
C) II e III;
D) I, II e III.
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40
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 1.1
ATIVIDADE 2: LEITURA
1. Leia os seguintes capítulos de livros:
BRUM, Lucimar Filot da S.; ROCKENBACH, Liliana; BELLICANTA, Patricia L. 
Farmacologia básica. Porto Alegre: SAGAH, 2018. Unidade 4, capítulo: Anti-
inflamatório não esteroidais. p. 331. Disponível em: [https://integrada.
minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788595025271/pageid/330].
MARTIN, John H. Neuroanatomia. Porto Alegre: AMGH Editora Ltda, 2013. 
Capítulo 5: sensação somática: sistemas espinais para dor, temperatura e 
prurido. p. 117. Disponível em: [https://integrada.minhabiblioteca.com.br/
reader/books/9788580552645/pageid/116] 
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NOME DO AUTOR
INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO
CURRÍCULO LATTES
Wagner Fernandes USJT
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br/1724431750955997
Mike Yoshio Hamasaki Inspirali
http://lattes.cnpq.
br/0561215137490433
CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS 
DESTE MATERIAL DIDÁTICO
PARECERISTA
INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO
CURRÍCULO LATTES
Fernando Rodrigues UAM SP
http://lattes.cnpq.
br/6988411245716839
Letticia Rodrigues De 
Almeida Maurique
UNISUL Pedra 
Branca
http://lattes.cnpq.
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SP 1.2
Nem existe mais? 
Dor neuropática:
fenômenos fisiológicos,
estruturais e aplicação
terapêutica da gabapentina
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43
ATIVIDADE 1: ASSISTIR AO VÍDEO NO ULIFE
1. Prezado(a) aluno(a), para iniciar a sua trilha de aprendizagem, assista aos 
vídeos de "A" a "H".
A. Formação do plexo lombar.
B. Formação do plexo lombossacral.
C. Aspectos histológicos do gânglio espinal.
D. Psicossomática da dor.
E. Aspectos histológicos do nervo.
F. Aspectos morfofuncionais das vias de dor aguda e crônica.
G. Nocicepção.
H. Gapapentina.
ATIVIDADE 2: ATIVIDADE PREPARATÓRIA PRÉ-
LABORATÓRIO: FUNÇÃO DO NERVO ESPINAL – 
LTKURACLOUD
1. Acesse o site https://saeast1.kuracloud.com/ com o login e senha próprios.
2. Em seguida, clique no botão Fisiologia Humana presente no lado direito da 
tela.
3. Na barra de buscas, digite: Função do nervo periférico e, em seguida, clique no 
ícone com a descrição Função do nervo periférico.
4. Clique no ícone: Função do nervo periférico – Prep pré-lab e inicie a atividade.
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 1.2
5. Escreva uma breve reflexão sobre essa atividade no seu portfólio.
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Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: DISCUSSÃO EM GRUPO
Considerandoa intencionalidade deste roteiro e com base nos conhecimentos 
adquiridos com o desenvolvimento da trilha pré-aula, cada estudante irá discutir 
em seu pequeno grupo as seguintes questões disparadoras:
1. Como são organizados morfofuncionalmente os nervos e gânglios espinais?
2. De que maneira poderíamos relacionar a dor fantasma, com a facilitação 
periférica e a facilitação central que ocorrem após a amputação?
3. Como a gabapentina pode atuar para minimizar os efeitos da dor crônica 
relacionada à dor do membro fantasma?
ATIVIDADE 2
Após a discussão nos pequenos grupos aguarde a orientação do(a) seu(ua) 
Professor(a).
Abertura da sessãoSP 1.2
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45
Roteiro de laboratório morfofuncional
Dor neuropática: fenômenos 
fisiológicos, estruturais
e aplicação terapêutica
da gabapentina
LOCAL
Laboratório Morfofuncional.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Diferenciar gânglio e nervo espinal, e relacionar com a organização dos plexos 
lombar e lombossacral.
Analisar facilitação periférica e central da dor.
ESTAÇÃO 1: MEDULA ESPINAL, GÂNGLIOS, NERVOS E 
VIAS AFERENTES
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: MODELOS ANATÔMICOS
1. No modelo anatômico do corte horizontal da medula espinal, faça a atividade 
abaixo:
Com post-its, identifique as seguintes estruturas: 
A. Nervo espinal.
B. Raiz sensitiva.
C. Raiz motora.
D. Gânglio espinal.
E. Canal central.
F. Substância branca.
SP 1.2
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46
Roteiro de laboratório morfofuncional
G. Substância cinzenta.
H. Sulco mediano posterior.
I. Fissura mediana.
J. Corno posterior.
K. Corno anterior. 
ATIVIDADE 2: RECONHECER OS FUNÍCULOS, TRATOS E FASCÍCULOS
1. No seu post-it, além do nome da estrutura, escreva uma breve explicação sobre 
a principal função. 
2. Reconheça os funículos da medula espinal (anterior, posterior e laterais) e 
descreva os principais tratos e fascículos ascendentes (aferentes), preenchendo 
a tabela abaixo. 
SP 1.2
NOME DO TRATO/FASCÍCULO LOCALIZAÇÃO MEDULAR
Tratos espinocerebelares
funículo posterior
Fascículo grácil
Trato espinotalâmico medial
funículo lateral
Trato reticuloespinal lateral
funículo anterior
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Modelos anatômicos: Medula espinhal com terminações nervosas, post-it, canetas 
e tabela.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ROCHA, Marco A.; JÚNIOR, Marco Antônio R.; ROCHA, Cristiane F. Neuroanatomia. 
Rio de Janeiro: Thieme Brazil, 2015. E-book. ISBN 9788554651596. Disponível 
em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788554651596/.
Acesso em: 01 dez. 2022.
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47
Roteiro de laboratório morfofuncional
ESTAÇÃO 2: PLEXOS LOMBAR E LOMBOSSACRAL 
– REALIDADE VIRTUAL E PREENCHIMENTO DAS 
ESTRUTURAS ANATÔMICAS
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: REALIDADE VIRTUAL
O equipamento deverá estar configurado com nervos e ossos previamente. 
1. Antes de iniciar a atividade, os(as) estudantes devem se organizar da seguinte 
maneira:
• 1 estudante para ser o explorador (sua função será isolar os componentes 
do sistema nervoso na região lombar e sacral, e detalhar para os demais 
colegas, conforme solicitados por este roteiro).
• 1 estudante para ser o guia (sua função será garantir a segurança do 
explorador enquanto estiver imerso no software).
• 1 estudante para ser o tradutor (sua função será mostrar aos demais 
estudantes no aplicativo Visible Body as estruturas relatadas pelo 
explorador).
• 1 ou mais estudantes para serem os relatores (sua função será preencher 
a imagem abaixo com os nomes dos nervos, conforme detalhado pelo 
explorador e tradutor).
SP 1.2
1 2 3 4 5
48
Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.2
2. No Atrium e com a ajuda de um atlas, identifique os nervos que formam o 
plexo lombossacral, e preencha os espaços em branco:
A. L1: nervo ílio-hipogástrico e ______________________________.
B. L1 + L2: nervo: _______________________.
C. L2+L3: nervo: ________________________.
D. L2+L3+L4 (parte posterior): nervo: _____________________.
E. L2+L3+L4 (parte anterior): nervo obturatório.
F. L4+L5: tronco lombossacral.
G. Tronco lombossacral + S1+S2+S3: nervo ________________.
H. S1+S2+S3: nervo cutâneo posterior da coxa.
I. S2+S3+S4: nervo _________________.
J. L4+L5+S1: nervo glúteo superior.
K. L5+S1+S2: nervo glúteo inferior.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Equipamentos para a realidade virtual aumentada (Atrium - MedRoom) e tablets 
com o aplicativo Visible Body.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ROCHA, Marco A.; JÚNIOR, Marco Antônio R.; ROCHA, Cristiane F. Neuroanatomia. 
Rio de Janeiro: Thieme Brazil, 2015. E-book. ISBN 9788554651596. Disponível 
em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788554651596/. 
Acesso em: 01 dez. 2022.
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ESTAÇÃO 3: FACILITAÇÃO PERIFÉRICA E CENTRAL DA 
DOR
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: LEITURA DO LIVRO “NEUROCIÊNCIA DA MENTE E DO 
COMPORTAMENTO – ROBERTO LENT”
1. Prezado(a) aluno(a), acessar em "Minha Biblioteca" o livro “Neurociência 
da Mente e do Comportamento – Roberto Lent” e fazer a leitura a partir da 
página 199 (tópico: Dor no membro fantasma) até a página 200 (tópico: 
“Dor neuropática”). A seguir, responder às questões. Link de acesso: https://
integrada.minhabiblioteca.com.br/books/978-85-277-1994-0
ATIVIDADE 2: RESPONDER ÀS QUESTÕES
1. Como pode ocorrer a dor neuropática por amputação de membros, em especial 
em relação aos elementos celulares e a mediação química envolvida?
2. Ainda que um determinado paciente lesione um membro sem necessidade de 
amputação, ele ainda teria maior sensibilidade à dor no local? Justifique sua 
resposta utilizando um trecho de sua leitura.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Computadores ou tablets com acesso à internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
LENT, Roberto. Neurociência da Mente e do Comportamento. Rio de Janeiro: Grupo 
GEN, 2008. E-book. ISBN 978-85-277-1994-0. Disponível em: https://integrada.
minhabiblioteca.com.br/#/books/978-85-277-1994-0/. Acesso em: 01 dez. 
2022.
Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.2
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50
Dor neuropática: fenômenos 
fisiológicos, estruturais
e aplicação terapêutica
da gabapentina
LOCAL
Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Analisar o mecanismo de ação da gabapentina e sua aplicação clínica.
Correlacionar o efeito terapêutico da gabapentina desejado para o tratamento 
de dor crônica com os efeitos adversos deste fármaco.
Analisar a toxicidade e principais contraindicações do uso da gabapentina.
ESTAÇÃO 1: PROPAGAÇÃO DOS POTENCIAIS 
DE AÇÃO E CORRELAÇÃO COM A AÇÃO DA 
GABAPENTINA NO TRATAMENTO DE DOR CRÔNICA
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: ATIVIDADE NO SITE
1. Acesse o site https://saeast1.kuracloud.com/ com o login e senha próprios.
2. Em seguida, clique no botão Fisiologia Humana presente no lado direito da tela.
Roteiro de medicina laboratorialSP 1.2
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Roteiro de medicina laboratorialSP 1.2
3. Na barra de buscas, digite: Função do nervo periférico e, em seguida, clique no 
ícone com a descrição Potenciais de ação e inicie a atividade.
ATIVIDADE 2: MECANISMO DE AÇÃO GABAPENTINA
1. Após realizar a atividade, correlacione o potencial de ação com o mecanismo 
de ação da gabapentina.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Computadores e tablets com acesso à internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
SILVERTHORN, Dee U. Fisiologia Humana. Porto Alegre: Grupo A, 2017. E-book. 
ISBN 9788582714041. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.
br/reader/books/9788582714041/pageid/255. Acesso em: 29 nov. 2022.
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ESTAÇÃO 2: QUEBRA-CABEÇA DESCRITIVO SOBRE A 
AÇÃO DA GABAPENTINA
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: MONTAR A SEQUÊNCIA CORRETA DO MECANISMO DE 
AÇÃO DA GABAPENTINA
1. Cada grupo irá receber um saco plástico com pedaços de papéis que descrevem, 
em cada um deles, as etapas do principal mecanismo de ação da gabapentina.
2. Espalhe os papéis pela bancada.
3. Agora, junto com os colegas, monte a sequência correta dos eventos que 
descrevem o mecanismo de ação da gabapentina.
4. Para registraras etapas da sequência correta do mecanismo de ação, você 
pode tirar fotos ou construir um mapa mental.
ATIVIDADE 2: DISCUSSÃO EM GRUPO PEQUENO
1. Após realizarem a montagem da sequência correta, os(as) estudantes irão 
discutir em seu pequeno grupo as questões abaixo.
A. Quais as vantagens da prescrição de gabapentina para o tratamento de dor 
fantasma ou dor do coto?
B. Com base no conhecimento da ação farmacológica da gabapentina, quais 
possíveis efeitos adversos poderiam ocorrer após a administração deste 
agente? 
Roteiro de medicina laboratorialSP 1.2
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Roteiro de medicina laboratorialSP 1.2
ATIVIDADE 3: CASO CLÍNICO
1. Leia o caso clínico abaixo e responda à questão "A".
J. M. sexo masculino, 37 anos, trabalha na equipe de manutenção de trilhos 
de trem. Sofreu um acidente de trabalho quando uma barra de ferro de 50 kg 
caiu sobre seu braço esquerdo, provocando esmagamento deste membro. Foi 
levado ao hospital e, após avaliações, submeteram J.M. a uma cirurgia para 
amputação do membro esmagado. Após recuperação cirúrgica, o paciente 
recebeu alta e pode retornar para sua casa. 15 dias após a alta, J.M. retorna ao 
hospital com queixas de dores no membro amputado, o que tem lhe causado 
bastante desconforto. Como tratamento da dor, foi receitado para o paciente 
gabapentina. 
A. Qual o mecanismo de ação da gabapentina e como este agente pode auxiliar 
para o tratamento de dor crônica?
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Para o quebra-cabeça:
Recortes de papéis com as diferentes etapas do mecanismo de ação da 
gabapentina.
Folha de sulfite ou cartolina para construir os mapas mentais e canetas coloridas.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
WHALEN, Karen; FINKELL, Richard; PANAVELIL, Thomas A. Farmacologia Ilustrada. 
Porto Alegre: Grupo A, 2016. E-book. ISBN 9788582713235. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582713235/
pageid/166. Acesso em: 28 nov. 2022.
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Roteiro de medicina laboratorial
ESTAÇÃO 3: ANÁLISE DA BULA DA GABAPENTINA
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: LEITURA DA BULA
1. Para acessar a bula, você deverá acessar o site: https://consultas.anvisa.gov.
br/#/bulario/
2. Na barra Medicamento, insira o nome do medicamento gabapentina e clique 
no botão azul consultar.
3. Escolha a primeira opção da lista e clique no PDF da opção Bula do Profissional.
4. Leia na bula da gabapentina a descrição dos aspectos farmacocinéticos, do 
potencial de toxicidade e efeitos adversos. 
SP 1.2
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Roteiro de medicina laboratorialSP 1.2
ATIVIDADE 2: CASO CLÍNICO
1. Após a leitura, construa um mapa mental que contenha: via de administração, 
absorção, biodisponibilidade, metabolismo e excreção da gabapentina.
J.M. sexo masculino, 37 anos, trabalha na equipe de manutenção de trilhos 
de trem. Sofreu um acidente de trabalho quando uma barra de ferro de 50 kg 
caiu sobre seu braço esquerdo, provocando esmagamento deste membro. Foi 
levado ao hospital e, após avaliações, submeteram J.M. a uma cirurgia para 
amputação do membro esmagado. Após recuperação cirurgica, o paciente 
recebeu alta e pode retornar para sua casa. 15 dias após a alta, J.M. retorna ao 
hospital com queixas de dores no membro amputado, o que tem lhe causado 
bastante desconforto. Como tratamento da dor, foi receitado para o paciente 
gabapentina.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Computadores e tablets.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
WHALEN, Karen; FINKELL, Richard; PANAVELIL, Thomas A. Farmacologia Ilustrada. 
Porto Alegre: Grupo A, 2016. E-book. ISBN 9788582713235. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582713235/
pageid/166. Acesso em: 28 nov. 2022.
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Encerramento da sessãoSP 1.2
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: POST-IT SURPRESA
1. Discutir juntamente com seu grupo sobre o post-it surpresa e após, apresentar 
à turma.
ATIVIDADE 2: ORIENTAÇÕES GERAIS E REFLEXÃO NO PORTFÓLIO
1. Após apresentação dos grupos, o professor, como de praxe, encerra a atividade 
e incentiva a limpeza e organização da sala. 
2. Reforçar a necessidade de uma reflexão sobre a atividade no portfólio, 
disparando a trilha pós-aula.
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ATIVIDADE 1: RESPONDA AS QUESTÕES
1. Responda às questões abaixo:
A. Os sinais sensoriais são transmitidos do membro até o cérebro. Quais vias 
esses sinais percorrem para chegar ao córtex primário?
B. A imagem abaixo ilustra o Homúnculo de Penfield. Explique o que é e 
comente sobre a sua importância.
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 1.2
 
Fonte: Mpj29, Sensory Homunculus Figure, 2016. Licença Creative Comons 4.0. 
Disponível em https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Side-black.gif Acessado em 22 
de dezembro de 2022.
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NOME DO AUTOR
INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO
CURRÍCULO LATTES
Wagner Fernandes USJT
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br/1724431750955997
Mike Yoshio Hamasaki Inspirali
http://lattes.cnpq.
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DESTE MATERIAL DIDÁTICO
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INSTITUIÇÃO 
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SP 1.3
Não me toque
Histologia do tecido muscular, 
estrutura e função do músculo 
esquelético e introdução aos 
fármacos antidepressivos
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ATIVIDADE 1: COMPLETAR UMA TRILHA DO 
CONHECIMENTO DA PLATAFORMA LT KURACLOUD
1. Faça o login na plataforma LT Kuracloud (https://accounts.kuracloud.com/
user/login?product=adinstruments)
2. No campo esquerdo da sua tela, você encontrará os cursos disponíveis ao seu 
login. Clique em Anatomia.
3. Abrirá um grande número de opções, clique na opção Sistema Muscular.
4. Entre na opção Histologia dos tipos musculares - laboratório. 
Trilha de aprendizagem pré-aula
4. Pronto! Agora é só seguir as instruções da trilha de conhecimento.
SP 1.3
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ATIVIDADE 2: ASSISTIR AOS VÍDEOS
1. Prezado(a) aluno(a), assista aos vídeos de "A" a "E" e responda às questões 2 
e 3.
A. Fibromialgia - discussão de mecanismos patogênicos.
B. Junção neuromuscular.
C. Aspectos histológicos do fuso muscular.
D. Aspectos histológicos do músculo esquelético.
E. Músculos superficiais do dorso e músculos do ombro.
2. Após assistir ao vídeo, responda às questões:
A. Quais os principais mecanismos patogênicos relacionados à sensação 
dolorosa da fibromialgia, localizando anatomicamente os pontos-gatilho 
de dor.
B. Como funciona o fuso neuromuscular e qual o neurotransmissor envolvido?
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 1.3
1 2 3 4 5
62
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: METODOLOGIA KWL
1. A metodologia KWL permite a orientação dos(as) estudantes por meio do 
aprendizado de um conceito, dividindo o processo de aprendizado em três 
etapas: o que você já sabe, o que você quer saber e o que você aprendeu. A 
estratégia se desenvolverá a partir das seguintes etapas:
A. Preencha com post-its as colunas K (o que eu sei) e W (o que eu quero saber), 
em relação ao sistema muscular e transtorno depressivo.
Abertura da sessãoSP 1.3
ATIVIDADE 2
Aguarde a orientação do(a) seu(ua) Professor(a).
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63
Roteiro de laboratório morfofuncional
Histologia do tecido muscular, 
estrutura e função do músculo 
esquelético e introdução aos fármacos 
antidepressivos
LOCAL
Laboratório morfofuncional.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Diferenciar os componentes de uma célula muscular estriada esquelética, 
relacionando com o processo de contração muscular e com os órgãos sensoriais 
presentes no tecido muscular. 
Sintetizar o mecanismo de ativação dos receptores sensoriais presentes no 
músculo estriado esquelético. 
Analisaros músculos do tronco que atuam no cíngulo do membro superior.
ESTAÇÃO 1: PROJEÇÃO CORPORAL E PEÇAS 
SINTÉTICAS DO SISTEMA MUSCULAR
Duração total: 25 minutos
1. Acessar o site Zygote Body no notebook – link a seguir (ou algum 
outro aplicativo de anatomia tridimensional, como Visible Body). 
Link - https://www.zygotebody.com/
2. Projete e ajuste a imagem, representando os músculos esqueléticos no 
estudante (preferencialmente, com vestimentas na cor branca).
SP 1.3
1 2 3 4 5
64
Roteiro de laboratório morfofuncional
3. O(A) estudante deve reconhecer, na projeção corporal, apenas os músculos 
que estão destacados em negrito, utilize post-its para fazer a identificação:
Vista anterior: músculo reto do abdome, músculo oblíquo externo do abdome, 
músculo peitoral maior, músculo peitoral menor, músculo oblíquo interno do 
abdome, músculo transverso do abdome, músculo serrátil anterior, músculo 
esternocleidomastóideo, músculo deltoide, músculo bíceps braquial, músculo 
coracobraquial e músculo subescapular.
Vista posterior: músculo trapézio, músculo latíssimo do dorso, músculo 
tríceps braquial, músculo supraespinal, músculo infraespinal, músculo 
redondo maior, músculo redondo menor, músculo romboides (maior e menor), 
músculo serrátil posterior, músculo levantador da escápula, músculo esplênio 
(da cabeça e do pescoço), músculo eretores da espinha (músculos espinal, 
longuíssimo e iliocostal).
4. Na sua bancada, há disponível um modelo anatômico do sistema muscular 
(semelhante ao ilustrado na imagem abaixo). O estudante deve identificar 
com post-its na peça anatômica os músculos relatados no item 3 que não estão 
destacados em negrito (ou seja, as estruturas que não foram reconhecidas na 
projeção corporal).
5. Quais músculos fazem parte do manguito rotator? Qual a função desses 
músculos?
SP 1.3
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Modelos anatômicos - Esquelético, Articular, Muscular: Figura muscular masculina 
em tamanho natural, 37 partes, post-its, notebook com acesso à internet, projetor 
avulso e extensão elétrica.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
GRAAFF, Kent M. Van D. Anatomia Humana. São Paulo: Editora Manole, 2003. E-book. 
ISBN 9788520452677. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.
br/#/books/9788520452677/. Acesso em: 01 dez. 2022.
1 2 3 4 5
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Roteiro de laboratório morfofuncional
Eventos
Sequência 
em que 
ocorrem
1. Deslizamento entre actina e miosina e formação de pontes 
cruzadas
2. O potencial de ação se propaga pelos túbulos T
3. Neurônio motor libera acetilcolina na junção neuromuscular
4. Íons de sódio entram no meio intracelular a favor do seu 
gradiente de concentração
5. Tropomiosina libera o sítio de ligação da miosina com actina G
6. Cálcio se liga à troponina
7. Relaxamento muscular
8. Acetilcolina liga-se aos seus receptores que estão na 
membrana da fibra muscular
9. Onda de despolarização alcança um receptor DHP e abrem-se 
canais de cálcio no retículo sarcoplasmático
10. Cálcio é bombeado de volta para o retículo sarcoplasmático 
pela Ca+ATPase
11. Abrem-se canais iônicos de sódio e potássio
12. Início da contração muscular
13. Ocorre despolarização da fibra muscular 
ESTAÇÃO 2: EVENTOS QUE DETERMINAM A 
CONTRAÇÃO MUSCULAR E CASO CLÍNICO
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: EVENTOS ASSOCIADOS À CONTRAÇÃO MUSCULAR
1. Na tabela abaixo temos, na coluna 1, os eventos que estão associados à 
contração muscular, porém estão listados de forma aleatória. O estudante 
deve preencher a coluna 2 da tabela a seguir, ordenando numericamente os 
eventos da forma sequencial corretamente.
SP 1.3
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66
Roteiro de laboratório morfofuncional
ATIVIDADE 2: RELATO DE CASO SOBRE MIASTENIA GRAVIS
1. Leia o relato de caso a seguir associado a um diagnóstico de Miastenia Gravis:
Paciente relata que, há cerca de dois meses, notou “visão borrada” com piora 
à noite e ao fazer leituras prolongadas, com melhora ao acordar. Marido 
refere que, durante o mesmo período, percebeu que as pálpebras da paciente 
estavam ficando mais baixas. No último mês, passou a apresentar cansaço da 
mandíbula ao final das refeições e dificuldade de deglutição, engasgando-
se com alimentos sólidos. Há cerca de quinze dias, evoluiu com alteração na 
fala, fraqueza muscular progressiva iniciada em MMSS, com dificuldade para 
pentear o cabelo, que progrediu para MMII, prejudicando a deambulação a 
ponto de necessitar de cadeira de rodas. Relata quadro de fadiga e cansaço 
proeminentes ao final do dia, principalmente nos dias mais estressantes (caso 
clínico extraído de SanarMed).
2. Faça uma pesquisa bibliográfica para compreender a fisiopatologia da doença 
relatada no caso. Atenção, ao realizar sua pesquisa, utilize fontes acadêmicas 
confiáveis, para isso, você pode consultar os acervos disponíveis nas bibliotecas 
do Ulife. A seguir, responda à seguinte questão: considerando a atividade 1 
(realizada anteriormente nesta estação), relacionada à ordem dos eventos 
da contração muscular, explique qual etapa se apresenta comprometida na 
Miastenia Gravis. Justifique sua resposta.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Tablets ou notebooks com acesso à internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
SILVERTHORN, Dee U. Fisiologia Humana. Porto Alegre: Grupo A, 2017. E-book. 
ISBN 9788582714041. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.
br/reader/books/9788582714041/pageid/255. Acesso em: 29 nov. 2022.
SP 1.3
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67
ESTAÇÃO 3: REFLEXOS MUSCULARES
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: LEITURA “NEUROCIÊNCIAS DESVENDANDO O SISTEMA 
NERVOSO”
1. O(A) estudante deve acessar em “Minha Biblioteca” o livro “Neurociências 
desvendando o sistema nervoso – Mark F Bear” e fazer a leitura a partir da 
página 469, tópico: controle espinhal de unidades motoras, até o final da página 
471. Após, fazer a leitura da página 475, a partir do tópico propriocepção dos 
órgãos tendinosos de Golgi, até o final deste tópico, na página 476. Disponível 
em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/books/9788582714331
2. Com os conhecimentos obtidos em sua leitura, complete os quadros 
representados nas imagens a seguir (sobre reflexo mitático e reflexo miotático 
inverso). Note que o preenchimento deve ser realizado conforme a ordem 
identificada com os algarismos romanos.
Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.3
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Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.3
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Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.3
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Tablets ou notebooks com acesso à internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BEAR, Mark F. Neurociências. Porto Alegre: Grupo A, 2017. E-book. ISBN 
9788582714331. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9788582714331/. Acesso em: 01 dez. 2022.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714331/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582714331/
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Histologia do tecido muscular, 
estrutura e função do músculo 
esquelético e introdução aos fármacos 
antidepressivos
LOCAL
Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Analisar os aspectos farmacocinéticos e farmacodinâmicos, a toxicidade e 
efeitos adversos dos antidepressivos. 
Diferenciar as classes de antidepressivos, analisando a mais indicada para 
tratamento de fibromialgia. 
Analisar a importância terapêutica da combinação de fármacos antidepressivos 
e fármacos anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs) para o tratamento de 
fibromialgia.
Classificar os neurotransmissores e receptores de acordo com a estrutura de 
cada molécula.
Roteiro de medicina laboratorialSP 1.3
1 2 3 4 5
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ESTAÇÃO 1: COMPONENTES BÁSICOS DA SINAPSE 
QUÍMICA
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: COMPONENTES BÁSICOS DE UMA SINAPSE QUÍMICA
1. Cada grupo irá diferenciar os componentes básicos de uma sinapse química 
a partir dos modelos anatômicos ou utilizando a mesa anatômica, para 
acessar os modelos na mesa digital, basta acessar o Complete anatomy. 
2. Clique em models; Selecione SistemaNervoso; Clique em models no canto 
direito da tela. Em seguida, clique em synapse: Ou então, selecione “cells of 
nervous tissue”.
3. Preencha a tabela abaixo:
Roteiro de medicina laboratorialSP 1.3
Componente da sinapse química Função
Neurônio pré-sináptico
Vesícula sináptica
Neurotransmissores
Membrana pré-sináptica
Fenda sináptica
Membrana pré-sináptica
Receptor
Neurônio pós-sináptico
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ATIVIDADE 2: PREENCHER OS ESPAÇOS EM BRANCO NA TABELA, 
SOBRE NEUROTRANSMISSORES
1. Os neurotransmissores e os neuromoduladores atuam como sinalizadores 
parácrinos com as suas células-alvo localizadas próximas do neurônio que as 
secreta. A variedade de moléculas neurotransmissoras presentes no organismo 
e seus principais tipos de receptores é surpreendente. Para facilitar o estudo, 
agrupamos essas moléculas em sete classes diferentes, de acordo com a 
sua estrutura: (1) acetilcolina, (2) aminas, (3) aminoácidos, (4) peptídeos, (5) 
purinas, (6) gases e (7) lipídeos. 
Preencha os espaços em branco da tabela a seguir com essa classificação.
Roteiro de medicina laboratorialSP 1.3
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73
Roteiro de medicina laboratorialSP 1.3
Neurotransmissor Receptor Localização do receptor
Principais agonistas, 
antagonistas e 
potenciadores
Acetilcolina (ACh)
Colinérgico 
Nicotínico 
(nAChR) 
Agonista: nicotina
Antagonistas: curare, 
bungarotoxina
Músculos liso 
e cardíaco, 
glândulas 
endócrinas e 
exócrinas, SNC
Agonista: muscarina 
Antagonista: atropina
Aminas
Noradrenalina (NA) 
Adrenalina (A) Adrenérgico
Músculos lisos 
e cardíaco, 
glândulas, 
SNC
Antagonistas: receptores 
alfa: ergotamina, 
fentolamina; receptores 
beta: propranolol
Dopamina (D)
Agonista: bromocriptina 
Antagonistas: fármacos 
antipsicóticos
Serotonina 
(5-hidroxitriptamina, 
5-HT)
Agonista: sumatriptano 
Antagonista: LSD
Histamina (H)
Antagonistas: riantidina 
(Zantac®)
(Tagamet®) e cimetidina )
Aminoácidos
Glutamato
Glutaminérgico 
ionotrópico 
(iGluR)
AMPA 
 
Agonista: quisqualato
SNC Potenciador: serina
Glutaminérgico 
metabotrópico 
(mGluR)
Potenciador: glicina
GABA
Antagonista: picrotoxina 
Potenciadores: álcool, 
barbitúricos
Glicina Glicina (GlyR) RCI (Cl–) SNC Antagonista: estriquinina
Purinas: adenosina SNC -
Gases: óxido nitríco -
Obs. Neuropeptídeos não foram incluídos nesta tabela.
Fonte: SILVERTHORN, Dee U. Fisiologia Humana. Porto Alegre: Grupo A, 2017. E-book. 
ISBN 9788582714041. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/
books/9788582714041/pageid/255. Acesso em: 29 nov. 2022. Página 254 e 255.
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Roteiro de medicina laboratorialSP 1.3
Cada grupo pode se apoiar na descrição de livros didáticos e artigos científicos 
disponíveis na biblioteca.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Modelos anatômicos de sinapse, mesa anatômica, tablet ou notebook.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
SILVERTHORN, Dee U. Fisiologia Humana. Porto Alegre: Grupo A, 2017. E-book. 
ISBN 9788582714041. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.
br/reader/books/9788582714041/pageid/255. Acesso em: 29 nov. 2022. Página 
255.
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ESTAÇÃO 2: ANÁLISE DAS BULAS DE MEDICAMENTOS
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: LEITURA DAS BULAS
1. Leia, nas bulas de antidepressivos não seletivos (cloridrato de amitriptilina) 
e de antidepressivos seletivos (cloridrato de fluoxetina), a descrição dos 
aspectos farmacocinéticos e da ação destes agentes farmacológicos:
Para acessar a bula, você deverá acessar o site: 
https://consultas.anvisa.gov.br/#/bulario/
Na barra Medicamento insira o nome do medicamento: cloridrato de 
amitriptilina e clique no botão azul consultar.
2. Escolha a primeira opção da lista e clique no PDF da opção Bula do Profissional:
Roteiro de medicina laboratorialSP 1.3
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76
3. Faça o mesmo para pesquisar a bula do cloridrato de fluoxetina.
Após a leitura, preencha a tabela:
Roteiro de medicina laboratorialSP 1.3
Cloridrato de 
amitriptilina
Cloridrato de 
fluoxetina
Via de administração
Absorção
Distribuição
Ação
Metabolização
Excreção
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Computadores e tablets.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
WHALEN, Karen; FINKELL, Richard; PANAVELIL, Thomas A. Farmacologia Ilustrada. 
Porto Alegre: Grupo A, 2016. E-book. ISBN 9788582713235. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582713235/
pageid/166. Acesso em: 28 nov. 2022.
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Roteiro de medicina laboratorial
ESTAÇÃO 3: CONSTRUÇÃO DE MAPAS MENTAIS
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: MAPA MENTAL
1. Construa um mapa mental que ilustre a importância da combinação de 
antidepressivos e AINEs para o tratamento da fibromialgia que contenha: ação 
dos antidepressivos, ação dos AINEs, aplicação terapêutica para a fibromialgia. 
2. Para essa construção, você pode se apoiar nos conhecimentos prévios sobre 
os aspectos farmacocinéticos e farmacodinâmicos dos AINEs e sobre a 
ativação dos nociceptores, além de utilizar os conhecimentos sobre a ação 
dos antidepressivos e organização das sinapses químicas adquiridos durante 
a construção das estações deste roteiro.
3. Você também pode utilizar livros didáticos e artigos científicos disponibilizados 
na biblioteca. O mapa pode ser construído em folhas de papel, ou você pode 
construir acessando o site gratuito de construção de mapas: https://www.
goconqr.com/pt-BR
4. Para entender como se constrói um mapa neste site, você pode assistir ao 
seguinte tutorial do YouTube: https://www.youtube.com/
watch?v=StFPnMlUUXs
ATIVIDADE 2: CASO CLÍNICO
1. Leia o caso abaixo e responda às questões de "A" a "D".
Caso clínico:
L. D., 39 anos, sexo feminino. É professora e buscou atendimento médico 
reclamando de dores difusas e constantes na região da cabeça, ombros e 
braços. Relata que as dores têm impedido que consiga fazer suas atividades 
diárias, por vezes sente-se muito irritada e desmotivada, alegando sentir-se 
triste na maior parte do tempo devido às intensas dores. Após avaliação e 
realização de exames, foi diagnosticada com fibromialgia, e para o tratamento, 
foi receitada uma combinação de amitriptilina e cetoprofeno.
 
SP 1.3
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A. Qual o mecanismo de ação dos fármacos antidepressivos?
B. Quais as principais classes de antidepressivos e qual delas é a mais indicada 
para o tratamento de fibromialgia?
C. Quais os efeitos adversos resultantes do uso abusivo de fármacos 
antidepressivos?
D. Qual a importância da combinação de antidepressivos e antiinflamatórios 
não esteroidais (AINEs) para o tratamento de fibromialgia?
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Folha de papel sulfite ou cartolina para a construção dos mapas mentais, canetas 
de diferentes cores, computadores e tablets.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
WHALEN, Karen; FINKELL, Richard; PANAVELIL, Thomas A. Farmacologia Ilustrada. 
Porto Alegre: Grupo A, 2016. E-book. ISBN 9788582713235. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582713235/
pageid/166. Acesso em: 28 nov. 2022.
SILVERTHORN, Dee U. Fisiologia Humana. Porto Alegre: Grupo A, 2017. E-book. 
ISBN 9788582714041. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.
br/reader/books/9788582714041/pageid/255. Acesso em: 29 nov. 2022.
Roteiro de medicina laboratorialSP 1.3
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Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: FEEDBACK DO PROFESSOR
Aguarde a orientação do(a) seu(ua) Professor(a).
ATIVIDADE 2: SORTEIO DE TEMAS
1. Cada grupo irá retirar um papel com uma pergunta, que estará dentro de uma 
caixa junto ao(à) docente, e responder às questões de "A" a "E":
A. Quais os componentes básicos de um músculo estriado esquelético?
B. Como os fármacos antidepressivos atuam para regular as sinapses?
C. Quais os aspectos farmacocinéticos dos antidepressivos seletivos e não 
seletivos?
D. Como ocorre o reflexo miotático?
E. Qual a importância da combinação de agentes antidepressivos e AINEs para 
o tratamento de fibromialgia?
2. Após o sorteio, escolha a estratégia de apresentação da resposta da pergunta 
paraa turma.
A. Como estratégia você pode utilizar os modelos anatômicos, a mesa 
anatômica, as tabelas construídas e outras ferramentas disponíveis no 
laboratório. 
B. Em seguida, apresente sua resposta para toda turma.
Encerramento da sessãoSP 1.3
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80
ATIVIDADE 1: FUNÇÃO DO MÚSCULO ESTRIADO 
ESQUELÉTICO – LTKURACLOUD
1. Acesse o site https://saeast1.kuracloud.com/ com o login e senha próprios.
2. Em seguida, clique no botão Fisiologia Humana presente no lado direito da 
tela.
3. Na barra de buscas, digite: Função do músculo esquelético e, em seguida, 
clique no ícone com a descrição: Estrutura e função do músculo esquelético.
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 1.3
4. Agora inicie os estudos.
ATIVIDADE 2: LEITURA
1. Ler o capítulo do livro abaixo:
WHALEN, Karen; FINKELL, Richard; PANAVELIL, Thomas A. Farmacologia 
Ilustrada. [Porto Alegre, RS]: Grupo A, 2016. Capítulo 12. p. 157-167. E-book. 
ISBN 9788582713235. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/#/books/9788582713235/. Acesso em: 11 nov. 2022.
81
NOME DO AUTOR
INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO
CURRÍCULO LATTES
Wagner Fernandes USJT
http://lattes.cnpq.
br/1724431750955997
Mike Yoshio Hamasaki Inspirali
http://lattes.cnpq.
br/0561215137490433
CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS 
DESTE MATERIAL DIDÁTICO
PARECERISTA
INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO
CURRÍCULO LATTES
Diego Filgueira 
Albuquerque
UNP
http://lattes.cnpq.
br/8307318482222152
Robson de Jesus Ages Jacobina
http://lattes.cnpq.
br/3574190123354874
http://lattes.cnpq.br/1724431750955997
http://lattes.cnpq.br/1724431750955997
http://lattes.cnpq.br/0561215137490433
http://lattes.cnpq.br/0561215137490433
http://lattes.cnpq.br/8307318482222152
http://lattes.cnpq.br/8307318482222152
http://lattes.cnpq.br/3574190123354874
http://lattes.cnpq.br/3574190123354874
82
SP 1.4
"Uma pedra no caminho" 
Dor referida e dor irradiada: 
compreendendo os conceitos 
morfofuncionais do sistema 
urinário e farmacológicos dos 
agentes antiespasmódicos
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83
ATIVIDADE 1: ASSISTIR AO VÍDEO NO ULIFE
1. Prezado(a) aluno(a), para esta primeira atividade da trilha pré-aula, acesse o 
Ulife com login e senha próprios e assista aos vídeos:
A. Aspectos histológicos do Ureter.
B. Hidronefrose.
C. Anatomia dos ureteres e sua enervação. 
D. Agentes antiespasmódicos.
ATIVIDADE 2: LEITURA SOBRE ASPECTOS 
ANATÔMICOS DOS URETERES
1. Realize a leitura clicando no link a seguir.
GRAAFF, Kent M. Van D. Anatomia Humana. [Barueri, SP]: Editora Manole, 
2003. Cap. 19. p. 684-685. E-book. ISBN 9788520452677. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788520452677/
pageid/704. Acesso em: 16 nov. 2022.
ATIVIDADE 3: LEITURA SOBRE AÇÃO DOS AGENTES 
ANTIESPASMÓDICOS
1. Realize a leitura clicando no link a seguir.
FORD, Susan M. Farmacologia Clínica. [Rio de Janeiro]: Grupo GEN, 2019. E-book. 
ISBN 9788527735681. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/reader/books/9788527735681/epubcfi/6/92[%3Bvnd.vst.
idref%3Dcap-27]!/4/2. Acesso em: 16 nov. 2022. 
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 1.4
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Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: DISCUSSÃO EM PEQUENOS GRUPOS
1. Leia o caso a seguir para responder as questões "A" e "B".
Paciente chega ao pronto-socorro relatando dores na região lombar que se 
estendem até a região inguinal com característica de cólicas. A equipe médica 
solicita um ultrassom e o resultado indica a presença de cálculos renais. 
A. Quais suas hipóteses para explicar a dor que o paciente relata?
B. Qual terapia farmacológica poderia ser indicada para esta condição?
Abertura da sessãoSP 1.4
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85
Roteiro de laboratório morfofuncional
Dor referida e dor irradiada: 
compreendendo os conceitos 
morfofuncionais do sistema urinário 
e farmacológicos dos agentes 
antiespasmódicos
LOCAL
Laboratório Morfofuncional.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Correlacionar a morfologia macro e microscópica do ureter aos órgãos 
adjacentes e inervação.
Diferenciar dor referida e dor irradiada.
Correlacionar o conceito de dermátomo à dor referida.
ESTAÇÃO 1: MODELOS ANATÔMICOS E ANATOMIA DE 
SUPERFÍCIE
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: EXPERIMENTO DE POTENCIAL DE AÇÃO
1. Identificar o trajeto da urina.
SP 1.4
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86
Estruturas do sistema Urinário Trajeto da urina
Medula renal, Pirâmides renais 
Raios medulares
Papila renal
Córtex renal 
Colunas renais
Cálices renais menores
Cálices renais maiores
Pelve renal
Seio renal
Ureter Parte abdominal
Ureter Parte pélvica
Ureter Parte intramural
Constrição do ureter: junção 
ureteropélvica
Constrição do ureter: margem da 
abertura
Constrição do ureter: passagem através 
da parede da bexiga urinária
Bexiga urinária
Uretra
Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.4
2. Responda à pergunta “A”: 
A. Como as constrições do ureter podem estar relacionadas à hidronefrose e 
à infecção urinária?
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87
Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.4
ATIVIDADE 3: EXERCÍCIO EM GRUPO
1. Organize-se em trios com seus colegas. Com a ajuda do atlas de anatomia, 
palpe as seguintes estruturas no dorso de um dos colegas do trio e desenhe o 
rim e o ureter:
Para desenhar o rim, palpe: 
• Processo espinhoso de TXII e de LIII.
• Corpo da XI costela.
• Crista ilíaca.
 
E considere que o rim:
• Está situado no retroperitônio.
• Entre TXII e LIII.
• Margem medial a cerca de 5cm da coluna vertebral.
• Polo superior na altura da XI costela.
• Rim direito está cerca de 2,5 cm abaixo que o esquerdo.
• Polo inferior aproximadamente a 1 dedo da crista ilíaca.
• Dimensões: 10 cm de altura, 5 cm de largura, 2,5 cm de espessura.
Para desenhar o ureter, palpe:
• Processo espinhoso de LI a LV.
• Espinha ilíaca póstero-superior.
 
E considere que:
• O trajeto do ureter se dá na direção da espinha ilíaca póstero superior, 
protegido pelos processos costiformes.
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88
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Modelo anatômico - Sistema urinário masculino e feminino 6 partes, material 
para pintura corporal, lenço umedecido, álcool gel, demaquilante, maca, lençol 
descartável para maca.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
GRAAFF, Kent M. Van D. Anatomia Humana. São Paulo: Editora Manole, 2003. E-book. 
ISBN 9788520452677. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.
br/#/books/9788520452677/. Acesso em: 01 dez. 2022.
Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.4
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89
Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.4
ESTAÇÃO 2: DOR REFERIDA
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: PREENCHER NA TABELA A INERVAÇÃO DO URETER
1. A inervação do ureter é proveniente dos plexos autonômicos renais, aórticos 
e hipogástrico superior e inferior. Correlacione na tabela abaixo a inervação 
com a parte do ureter.
ATIVIDADE 2: PREENCHER NA TABELA AS DEFINIÇÕES
1. Anote na tabela abaixo as definições.
Parte do ureter Inervação
Parte abdominal
Parte pélvica
Parte intramural
Tema Definição
Dermátomo
Dor referida
Dor irradiada
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ATIVIDADE 3: RESPONDER ÀS QUESTÕES
1. Paciente chega ao pronto-socorro relatando dores na região lombar que se 
estendem até a região inguinal com característica de cólicas. A equipe médica 
solicita um ultrassom, e o resultado indica a presença de cálculos renais. Neste 
paciente, a dor é referida, irradiada ou ambas?
2. Observação: para a imagem a seguir e responda à questão: um paciente vai ao 
médico e se queixa de dor na região inguinal e lombar. Isso sugere ao médico 
que o paciente pode ter um problema em quais estruturas? Justifique sua 
resposta.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Tablets ou notebooks com acesso à internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
SILVERTHORN, Dee U. Fisiologia Humana. Porto Alegre: Grupo A, 2017. E-book. 
ISBN 9788582714041. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.
br/reader/books/9788582714041/pageid/255. Acesso em: 29 nov. 2022.
Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.4
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Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.4
ESTAÇÃO 3: MICROSCOPIA DO URETER
Duração total: 25minutos
ATIVIDADE 1: ACESSAR HISTOLOGY GUIDE
1. Acesse o Histology Guide pelo link http://histologyguide.com/, selecione 
Urinary System e clique na lâmina MH 146 Ureter.
2. Esta é uma lâmina de ureter. Em um menor aumento, identifique as estruturas 
solicitadas abaixo e responda às perguntas:
A. Epitélio de transição.
B. Lâmina própria. Qual tecido é encontrado nesta camada? 
C. Mucosa urinária. Quais estruturas formam a mucosa urinária?
D. Camada muscular. Como se distribuem as fibras de músculo liso nesta 
camada?
E. Camada adventícia. Qual tecido é encontrado nesta camada?
3. Copie a imagem obtida em uma apresentação, identifique com setas as 
estruturas solicitadas acima e digite a resposta das perguntas.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Tablets ou notebooks com acesso à internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
JUNQUEIRA, Luiz Carlos U.; CARNEIRO, José. Histologia Básica - Texto e Atlas. Rio 
de Janeiro: Grupo GEN, 2017. E-book. ISBN 9788527732178. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527732178/.
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Roteiro de medicina laboratorial
Dor referida e dor irradiada: 
compreendendo os conceitos 
morfofuncionais do sistema urinário 
e farmacológicos dos agentes 
antiespasmódicos
LOCAL
Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Analisar os aspectos farmacocinéticos e farmacodinâmicos dos 
antiespasmódicos.
Analisar os efeitos adversos, indicações e contraindicações dos 
antiespasmódicos.
ESTAÇÃO 1: ANÁLISE DE BULAS DO MEDICAMENTO
Duração total: 37 minutos
ATIVIDADE 1: LEITURA DAS BULAS
1. Leia nas bulas indicadas a descrição dos aspectos farmacocinéticos e 
farmacodinâmicos deste medicamento: butilbrometo de escopolamina.
2. Para acessar as bulas, você deverá acessar o site: https://consultas.anvisa.gov.
br/#/bulario/.
3. Na barra Medicamento, insira o nome do medicamento antiespasmódico: 
Butilbrometo de escopolamina. Em seguida, clique no botão Consultar.
SP 1.4
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93
Roteiro de medicina laboratorialSP 1.4
4. Escolha a primeira opção da lista e clique no PDF da opção Bula do Profissional.
ATIVIDADE 2: PREENCHER A TABELA
1. Após a leitura da bula, preencha a tabela abaixo:
Farmacocinética
Vias de administração
Absorção
Distribuição
Metabolização
Excreção
Possíveis interações com outros 
medicamentos ou outras moléculas
Possíveis efeitos adversos
Farmacodinâmica
Ação
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MATERIAIS NECESSÁRIOS
Computadores e tablets, folha de sulfite ou cartolina para a construção do mapa, 
canetas esferográficas.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
D, Susan M. Farmacologia Clínica. [Rio de Janeiro]: Grupo GEN, 2019. E-book. 
ISBN 9788527735681. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/reader/books/9788527735681/epubcfi/6/92[%3Bvnd.vst .
idref%3Dcap-27]!/4/2. Acesso em: 16 nov. 2022.
Roteiro de medicina laboratorialSP 1.4
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95
ESTAÇÃO 2: CONSTRUÇÃO DE MAPAS MENTAIS
Duração total: 37 minutos
ATIVIDADE 1: MAPA MENTAL
1. Cada pequeno grupo irá receber a seguinte pergunta: como os agentes 
antiespasmódicos podem contribuir para o tratamento da dor irradiada 
relacionada à presença de cálculos nas vias urinárias?
Observação: Para esta construção, você pode se apoiar nos conhecimentos 
prévios sobre os aspectos farmacocinéticos e farmacodinâmicos dos 
antiespasmódicos.
2. O mapa pode ser construído em folhas de papel, ou você pode construí-lo 
acessando o site gratuito de construção de mapas:
https://www.goconqr.com/pt-BR
3. Para entender como se constrói um mapa neste site, você pode assistir ao 
seguinte tutorial do YouTube:
https://www.youtube.com/watch?v=StFPnMlUUXs
4. O mapa deve conter: ação do medicamento e relação da ação com o tratamento 
da dor.
Roteiro de medicina laboratorialSP 1.4
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96
Roteiro de medicina laboratorialSP 1.4
ATIVIDADE 2: CASO CLÍNICO
1. Leia o caso clínico a seguir e responda às questões disparadoras da discussão 
"A" e "B".
Caso clínico:
M. C., 27 anos, sexo masculino. Procurou atendimento médico com dor 
abdominal discreta, generalizada e mal definida que perdura por cerca 
de 48 horas e tornou-se mais forte na região do flanco direito nas últimas 
horas. Chegou ao PS do hospital, com queixa de náuseas e dor de grande 
intensidade, em cólica, que comprometia não apenas a região lombar, mas a 
virilha e o testículo ipsilateral. A punho-percussão à direita era extremamente 
dolorosa (Giordano positivo). Após avaliação e realização de exames, M. C. 
foi diagnosticado com pedras nos rins. Ao paciente foi receitado analgésicos, 
anti-inflamatório e antiespasmódico.
A. Qual é o mecanismo de ação e principais efeitos terapêuticos dos 
antiespasmódicos?
B. Quais os possíveis efeitos adversos que os antiespasmódicos podem 
causar? 
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Computadores com acesso à internet, folha de papel sulfite ou cartolina para a 
construção dos mapas mentais e canetas de diferentes cores.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
D, Susan M. Farmacologia Clínica. [Rio de Janeiro]: Grupo GEN, 2019. E-book. 
ISBN 9788527735681. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/reader/books/9788527735681/epubcfi/6/92[%3Bvnd.vst .
idref%3Dcap-27]!/4/2. Acesso em: 16 nov. 2022.
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97
Encerramento da sessãoSP 1.4
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: JOGO E FEEDBACK
Cada grupo de estudantes deve abrir o link a seguir e jogar por aproximadamente 
5 minutos.
1. Cada grupo de estudantes deve abrir o link a seguir e jogar por aproximadamente 
5 minutos.
Link: https://wordwall.net/resource/38447312
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ATIVIDADE 1: COMPLETAR UMA TRILHA DO 
CONHECIMENTO
1. Completar uma trilha do conhecimento da plataforma LT Kuracloud.
2. Faça o login na plataforma LT Kuracloud (https://accounts.kuracloud.com/
user/login?product=adinstruments).
3. No campo esquerdo da sua tela, você encontrará os cursos disponíveis ao seu 
login. Clique em Fisiologia Humana.
4. Abrirá um grande número de opções, clique na opção Rim e Urina.
5. Entre na opção Urina e Micção, conforme imagem abaixo.
6. Pronto! Agora é só seguir as instruções da trilha de conhecimento.
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 1.4
99
NOME DO AUTOR
INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO
CURRÍCULO LATTES
Wagner Fernandes USJT
http://lattes.cnpq.
br/1724431750955997
Mike Yoshio Hamasaki Inspirali
http://lattes.cnpq.
br/0561215137490433
CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS 
DESTE MATERIAL DIDÁTICO
PARECERISTA
INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO
CURRÍCULO LATTES
Diego Filgueira 
Albuquerque
UNP
http://lattes.cnpq.
br/8307318482222152
Robson de Jesus Ages Jacobina
http://lattes.cnpq.
br/3574190123354874
http://lattes.cnpq.br/1724431750955997
http://lattes.cnpq.br/1724431750955997
http://lattes.cnpq.br/0561215137490433
http://lattes.cnpq.br/0561215137490433
http://lattes.cnpq.br/8307318482222152
http://lattes.cnpq.br/8307318482222152
http://lattes.cnpq.br/3574190123354874
http://lattes.cnpq.br/3574190123354874
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SP 1.5
Cuidados, o quê? 
O estudo dos fármacos 
analgésicos opioides e os aspectos 
morfofuncionais do sistema 
esquelético com ênfase na coluna 
vertebral e no plexo 
venoso vertebral
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ATIVIDADE 1: TRILHA DO CONHECIMENTO NA 
PLATAFORMA LT
1. Faça o login na plataforma LT Kuracloud (https://accounts.kuracloud.com/
user/login?product=adinstruments)
2. No campo esquerdo da sua tela, você encontrará os cursos disponíveis ao seu 
login. Clique em Anatomia.
3. Abrirá um grande número de opções, clique na opção Sistema Esquelético. 
4. Entre na opção Histologia de ossos e cartilagens - laboratório, conforme 
imagem abaixo.
5. Faça a trilha a partir da introdução (item 1) até osso esponjoso (item 5).
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 1.5
ATIVIDADE 2: VÍDEO EDUCATIVO
1. Prezado(a) aluno(a), acesse o vídeo de aproximadamente 8 minutos pelo link e 
responda às questões "A e B" https://ed.ted.com/lessons/what-causes-opioid-
addiction-and-why-is-it-so-tough-to-combat-mike-davis
A. Por que opioides podem causar dependência?
B. Qual a relaçãoentre uso crônico de opioides e tolerância? Quais alterações 
fisiológicas são observadas nesta situação?
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Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: VÍDEOS SOBRE COMPONENTES 
ANATÔMICOS
1. Acesse os vídeos de "A" a "C":
A. Componentes anatômicos de uma vértebra típica e plexos venosos 
vertebrais.
B. Osso compacto e esponjoso.
C. Fundamentos de imagem oncológica e metástase óssea.
2. Após assistir aos vídeos, responda as questões:
A. Quais são as teorias que justificam a metástase?
B. Quais são as formas de metástase? Explique cada uma delas.
C. De acordo com os vídeos, quais são algumas maneiras para tratamento de 
cânceres metastáticos?
ATIVIDADE 2
Aguarde a orientação do(a) seu(ua) Professor(a).
Abertura da sessãoSP 1.5
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103
Roteiro de laboratório morfofuncional
O estudo dos fármacos 
analgésicos opioides e os aspectos 
morfofuncionais do sistema esquelético 
com ênfase na coluna vertebral e no 
plexo venoso vertebral
LOCAL
Laboratório Morfofuncional.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Justificar a indicação e a importância dos exames de imagem e de medicina  
nuclear na pesquisa, identificação e seguimento das metástases.
Classificar as estruturas anatômicas da coluna vertebral e correlacionar com a 
organização do plexo venoso vertebral.
ESTAÇÃO 1: ANATOMIA DA COLUNA VERTEBRAL E 
PALPAÇÃO
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: MODELOS ANATÔMICOS
1. Na sua bancada, há disponível um modelo anatômico da coluna vertebral ou 
vértebras soltas. O estudante deve identificar as estruturas listadas a seguir.
 
A. Coluna vertebral: Curvaturas primárias (Cifose torácica, Cifose sacral), 
Curvaturas secundárias (Lordose cervical, Lordose lombar), Canal vertebral.
A. Atlas (C1): arco anterior, fóvea do dente, arco posterior, sulco da artéria 
vertebral, processo transverso, forame transverso e o forame vertebral.
SP 1.5
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104
Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.5
B. Axis (C2): corpo, dente do áxis, ápice do dente, lâmina, processo transverso 
e forame transverso.
C. Vértebra cervical (C3 até C7): corpo, lâmina, pedículo, incisura vertebral 
superior, incisura vertebral inferior, arco, processo espinhoso, processo 
transverso, forame vertebral e forame transverso.
D. Vértebra torácica (T1 até T12): corpo, fóveas costais, pedículo, incisura 
vertebral superior, incisura vertebral inferior, processo espinhoso e 
processo transverso.
E. Vértebra lombar (L1 a L5): corpo, lâmina, pedículo, processo espinhoso e 
processo costiforme, processo acessório, processo mamilar.
F. Sacro (vértebras sacrais I - V).: Base do sacro, Promontório sacral, Asa do 
sacro, Face auricular, Tuberosidade sacral, Crista sacral mediana, Crista 
sacral medial, Crista sacral lateral, Canal sacral, Hiato sacral, Ápice do sacro.
ATIVIDADE 2: PALPAR AS ESTRUTURAS
1. Processo transverso do atlas, processo espinhoso das vértebras, processo 
espinhosos de CVII (vértebra proeminente), sacro.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Modelo anatômico - Coluna clássica flexível e/ou vértebras, notebook ou tablet 
com acesso à internet, maca, lençol descartável de maca e álcool em gel.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
GRAAFF, Kent M. Van D. Anatomia Humana. São Paulo: Editora Manole, 2003. E-book. 
ISBN 9788520452677. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.
br/#/books/9788520452677/. Acesso em: 01 dez. 2022.
PUDLES, Edson; DEFINO, Helton L A. A Coluna Vertebral. Porto Alegre: Grupo 
A, 2014. E-book. ISBN 9788582710463. Disponível em: https://integrada.
minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582710463/. Acesso em: 09 dez. 2022.
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105
Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.5
ESTAÇÃO 2: METÁSTASE ÓSSEA
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: DISCUTIR CASO CLÍNICO
1. Leia o caso a seguir e responda às questões de “A” a “E”.
Caso clínico:
Luiz, 87 anos apresentava quadro demencial moderado causado pela doença 
de Alzheimer e por um câncer de próstata, com metástase óssea. A metástase 
óssea, na coluna vertebral em 85% dos casos, ocorre por disseminação 
hematogênica através do fluxo retrógrado pelo plexo venoso de Batson. Neste 
momento, o paciente é encaminhado para os cuidados paliativos. Foi prescrito 
para o paciente Ultracet®, uma associação entre paracetamol e tramadol. No 
entanto, o controle da dor não foi suficiente. A partir do caso clínico, responda 
às questões disparadoras da discussão:
A. Quais neoplasias estão altamente relacionadas às metástases ósseas. 
 
B. Quais os tipos de lesões ósseas podem ocorrer por metástases? Por qual 
razão geram dor?
C. Quais exames de imagem (RX, US, TC, RM, PETSCAN) são úteis na identificação 
e seguimento das metástases?
D. Qual a importância do uso do meio de contraste (iodo e gadolínio) na 
caracterização de lesões metastáticas?
E. Como diferenciar nos exames de imagem lesões osteolíticas e 
osteoblásticas?
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Notebook ou tablet com acesso à internet. 
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Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.5
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ABRAHAMSOHN, Paulo. Histologia. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2016. E-book. ISBN 
9788527730105. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9788527730105/. Acesso em: 09 dez. 2022.
HAMILL, Joseph; KNUTZEN, Kathleen M.; DERRICK, Timothy R. Bases Biomecânicas 
do Movimento Humano. São Paulo: Editora Manole, 2016. E-book. ISBN 
9788520451311. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9788520451311/. Acesso em: 09 dez. 2022.
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Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.5
ESTAÇÃO 3: PLEXO VENOSO VERTEBRAL
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: LEITURA DE ARTIGO CIENTÍFICO
1. Leia o texto abaixo extraído do artigo científico “Vanishing bone metastasis: 
ensaio iconográfico” (Fukushima et al., 2020). Link: http://www.rb.org.br/
detalhe_aop.asp?id=3373&idioma=Portugues.
Batson classificou as veias vertebrais em: um plexo venoso vertebral interno 
dentro do canal vertebral que circunda a dura-máter da medula espinhal; as 
veias basivertebrais dentro dos corpos vertebrais; e um plexo venoso vertebral 
externo ao redor da coluna vertebral.
O plexo venoso vertebral interno e as veias basivertebrais não possuem 
válvulas, ou seja, têm direção de fluxo reversível. Em alguns casos, válvulas já 
foram descritas no plexo venoso vertebral externo.
O plexo venoso vertebral externo é dividido em anterior e posterior. O anterior 
faz anastomose com as veias basivertebrais, veias intervertebrais e tributárias 
dos corpos vertebrais. O posterior faz anastomose com o plexo venoso vertebral 
interno e termina nas veias vertebrais, lombares e intercostais posteriores.
O plexo venoso vertebral interno, conhecido como plexo de Batson, é 
responsável pela drenagem venosa do cérebro e da medula espinal, sendo 
dividido em duas veias longitudinais anteriores e duas posteriores.
O plexo venoso paravertebral forma múltiplas anastomoses por veias 
segmentares, comunicando-se com as veias braquiocefálica esquerda, ázigo-
hemiázigos e renal esquerda ou veia cava inferior.
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ATIVIDADE 2: CORRELACIONAR ESTRUTURAS
1. Acesse o aplicativo e-Anatomy (IMAIOS) https://www.imaios.com/br/e-
anatomy.
2. Clique em coluna vertebral e, depois, em Medula Espinal.
3. Com base nos seus conhecimentos e com auxílio do aplicativo, faça a correlação 
entre os números presentes na imagem abaixo e as estruturas de “A” a “E”.
A) Plexo venoso vertebral interno anterior.
B) Plexo venoso vertebral interno posterior.
C) Plexo venoso vertebral externo anterior.
D) Plexo venoso vertebral externo posterior.
E) Veias basivertebrais.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Notebook ou tablet com acesso à internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
PUDLES, Edson; DEFINO, Helton L A. A Coluna Vertebral. Porto Alegre: Grupo 
A, 2014. E-book. ISBN 9788582710463. Disponível em: https://integrada.
minhabiblioteca.com.br/#/books/9788582710463/. Acesso em: 09 dez. 2022.
Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 1.5
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Roteiro de medicina laboratorialO estudo dos fármacos 
analgésicos opioides e os aspectos 
morfofuncionais do sistema esquelético 
com ênfase na coluna vertebral e No 
plexo venoso vertebral
LOCAL
Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Analisar os aspectos farmacocinéticos e farmacodinâmicos dos analgésicos 
opioides e os possíveis efeitos adversos.
Sintetizar a importância do uso de analgésicos opioides para o tratamento de 
dor oncológica.
ESTAÇÃO 1: ANÁLISE DA LÂMINA HISTOLÓGICA DE 
MEDULA ESPINAL E CORRELAÇÃO COM A AÇÃO DOS 
ANALGÉSICOS OPIOIDES
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: CONSTRUIR MAPA MENTAL
1. Responda às questões “A” e “B” com o auxílio de livros didáticos disponíveis 
na biblioteca e com base nos estudos prévios construídos a partir da execução 
da trilha pré-aula. O mapa pode ser construído em folhas de papel, ou você 
pode construí-lo acessando o site de gratuito de construção de mapas: https://
www.goconqr.com/pt-BR
SP 1.5
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Roteiro de medicina laboratorialSP 1.5
2. Para entender como se constrói um mapa neste site, você pode assistir ao 
seguinte tutorial do YouTube: https://www.youtube.com/
watch?v=StFPnMlUUXs
A. Em quais receptores atuam os agentes analgésicos opioides?
B. Em qual região da medula espinhal são encontrados os receptores para os 
agentes analgésicos opioides?
ATIVIDADE 2: ANALISAR LÂMINAS
1. Acesse o site https://student.medroom.com.br, pelo link https://medroom.
com.br com login e senhas próprios.
2. Uma vez logado, clique no botão lâminas localizado no canto esquerdo da 
tela;
3. Em seguida, digite o nome da lâmina a ser analisada na barra de busca localizada 
no canto superior da tela: medula.
4. Clique nas seguintes lâminas:
A. Medula (HE): https://student.medroom.com.br/slides/de17e83b-d7af-
4dc0-ae59-108781174134.
B. Medula Espinhal: https://student.medroom.com.br/slides/81d09ee8-
066b-4c8c-ad4c-f4e900dff6e6.
5. Agora, analise as lâminas para correlacionar com a região onde estão localizados 
os receptores para os agentes analgésicos opioides.
https://student.medroom.com.br
https://medroom.com.br
https://medroom.com.br
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Roteiro de medicina laboratorialSP 1.5
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Perguntas orientadoras entregues em papéis ou em arquivo de computador, 
computadores com acesso à internet e material para construir o mapa mental 
(papel sulfite e canetas esferográficas).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MARTIN, John H. Neuroanatomia. Porto Alegre: Grupo A, 2014. E-book. ISBN 
9788580552645. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/
reader/books/9788580552645/pageid/122. Acesso em: 06 dez. 2022.
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ESTAÇÃO 2: QUEBRA-CABEÇA DE PALAVRAS E CASO 
CLÍNICO
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: EXERCÍCIO INTERATIVO EM GRUPO
1. Você receberá um saco plástico com diversas palavras em recortes de papéis. 
Espalhe essas palavras na mesa e, junto com os(as) demais estudantes do 
grupo, construa um fluxograma que sintetize o mecanismo de ação dos 
agentes analgésicos opioides. É importante destacar que, dentro do saco, 
estão palavras que não farão parte do fluxograma, então, algumas delas irão 
sobrar.
2. Após a confecção do fluxograma, registre a construção do grupo por meio de 
fotografia ou reproduzindo o fluxograma em uma folha de papel sulfite.
ATIVIDADE 2: RESPONDER QUESTÕES A PARTIR DE UM CASO CLÍNICO
1. Leia o caso a seguir e responda às questões de “A” a “C”. 
Luiz, 87 anos apresentava quadro demencial moderado causado pela doença de 
Alzheimer e por um câncer de próstata, com metástase óssea. Neste momento, 
o paciente é encaminhado para os cuidados paliativos. Fora prescrito para o 
paciente Ultracet®, uma associação entre paracetamol e tramadol. No entanto, 
o controle da dor não foi suficiente.
A. Qual o mecanismo de ação dos analgésicos opioides? 
B. Quais efeitos adversos podem ocorrer a partir do abuso de analgésicos 
opioides? 
C. Discuta a importância dos analgésicos opioides no tratamento de dor 
oncológica.
Roteiro de medicina laboratorialSP 1.5
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Roteiro de medicina laboratorialSP 1.5
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Saco plástico, recortes de papéis com as palavras que auxiliem a construção do 
fluxograma, sugestões: canais de potássio, potássio, receptores metabotrópicos, 
abertura, fechamento, canais de cálcio, neurotransmissores, entre outras. Folha 
de sulfite e canetas esferográficas.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
WHALEN, Karen; FINKELL, Richard; PANAVELIL, Thomas A. Farmacologia Ilustrada. 
Porto Alegre: Grupo A, 2016. E-book. ISBN 9788582713235. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582713235/
pageid/200. Acesso em: 06 dez. 2022.
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114
ESTAÇÃO 3: ANÁLISE DE BULAS DO MEDICAMENTO
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: LEITURA DAS BULAS
1. Leia, nas bulas indicadas, a descrição dos aspectos farmacocinéticos e 
possíveis efeitos adversos do medicamento sulfato de morfina.
2. Para acessar as bulas, você deverá acessar o site: https://consultas.anvisa.gov.
br/#/bulario/
3. Na barra Medicamento, insira o nome do medicamento antiespasmódico: 
sulfato de morfina. Em seguida, clique no botão Consultar.
4. Escolha a primeira opção da lista e clique no PDF da opção Bula do Profissional.
Roteiro de medicina laboratorialSP 1.5
5. Após a leitura, preencha a tabela a seguir.
1 2 3 4 5
115
Roteiro de medicina laboratorialSP 1.5
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Computadores e tablets, folha de sulfite ou cartolina para a construção do mapa 
e canetas esferográficas.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
WHALEN, Karen; FINKELL, Richard; PANAVELIL, Thomas A. Farmacologia Ilustrada. 
Porto Alegre: Grupo A, 2016. E-book. ISBN 9788582713235. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582713235/
pageid/200. Acesso em: 06 dez. 2022.
Farmacocinética
Vias de administração
Absorção
Distribuição
Metabolização
Excreção
Efeitos adversos
Efeitos
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116
Encerramento da sessãoSP 1.5
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: FEEDBACK DO PROFESSOR 
Aguarde a orientação do(a) seu(ua) Professor(a).
ATIVIDADE 2: SALA DE AULA INVERTIDA
1. Utilizando como ferramenta a estratégia de sala de aula invertida, os(as) 
estudantes podem ser convidados(as) a expor sua compreensão e verificar, 
a partir do que foi analisado durante as práticas do ateliê, as conquistas 
alcançadas.
2. Para isso, cada grupo receberá uma pergunta:
A. Quais os principais acidentes anatômicos de uma vértebra típica?
B. Como está organizada a coluna vertebral e quais as principais diferenças 
entre uma vértebra cervical típica, uma vértebra torácica e uma vértebra 
lombar?
C. Onde o plexo venoso vertebral interno está localizado e com quais outros 
plexos venosos ele se comunica?
D. Quais os aspectos farmacocinéticos dos analgésicos opioides?
E. Qual o mecanismo de ação dos analgésicos opioides e onde os receptores 
opioidérgicos podem ser encontrados?
• Os(as) estudantes podem utilizar os mapas mentais construídos, os 
modelos dos laboratórios e as ferramentas tecnológicas para expor o seu 
conhecimento.
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117
ATIVIDADE 1: EXPERIMENTO ANATOMIA COLUNA 
VERTEBRAL
1. Acesse o laboratório Sistema Locomotor (Algetec)
2. No menu central, é importante que você comece a navegar a partir do primeiro 
ícone, Home – o ícone de casa, deste menu para compreender todas as etapas 
da tarefa e, em seguida, vá mudando as etapas clicando nos ícones seguintes.
3. Quando clicar no penúltimo ícone, Experimento – o ícone de Erlenmeyer, uma 
nova tela surgirá e você deverá clicar no botão Anatomia – Sistema Locomotor. 
Uma nova página abrirá, o experimento irá carregar (pode levar alguns minutos 
até o experimento carregar) e o modelo anatômico de esqueleto surgirá.
4. Agora, você poderá estudar utilizando as ferramentas do experimento. Foque 
no estudo anatômico da coluna vertebral.
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 1.5
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118
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 1.5
ATIVIDADE2: LEITURA SOBRE ANALGÉSICOS 
OPIOIDES E LÂMINAS DE REXED NA MEDULA 
ESPINHAL
1. Leia os capítulos indicados:
A. Analgésicos opioides:
WHALEN, Karen; FINKELL, Richard; PANAVELIL, Thomas A. Farmacologia 
Ilustrada. [Porto Alegre, RS]: Grupo A, 2016. Unidade III, capítulo 14. p. 
191-204. Capítulo E-book. ISBN 9788582713235. Disponível em: https://
integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788582713235/
pageid/200. Acesso em: 24 nov. 2022.
B. Lâminas de Rexed da medula espinal:
MARTIN, John H. Neuroanatomia. [Digite o Local da Editora]: Grupo 
A, 2014. Capítulo 5. p. 123-124. E-book. ISBN 9788580552645. 
Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/
books/9788580552645/pageid/122. Acesso em: 24 nov. 2022.
119
NOME DO AUTOR
INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO
CURRÍCULO LATTES
Wagner Fernandes USJT
http://lattes.cnpq.
br/1724431750955997
Mike Yoshio Hamasaki Inspirali
http://lattes.cnpq.
br/0561215137490433
CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS 
DESTE MATERIAL DIDÁTICO
PARECERISTA
INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO
CURRÍCULO LATTES
Diego Filgueira 
Albuquerque
UNP
http://lattes.cnpq.
br/8307318482222152
Robson de Jesus Ages Jacobina
http://lattes.cnpq.
br/3574190123354874
http://lattes.cnpq.br/1724431750955997
http://lattes.cnpq.br/1724431750955997
http://lattes.cnpq.br/0561215137490433
http://lattes.cnpq.br/0561215137490433
http://lattes.cnpq.br/8307318482222152
http://lattes.cnpq.br/8307318482222152
http://lattes.cnpq.br/3574190123354874
http://lattes.cnpq.br/3574190123354874
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Agenda
para TBL
TBL TEMA
1
2
3
4
5
TBLs produzidos e publicados no U-Life
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
https://www.ulife.com.br/inspirali
121
FEBRE, INFLAMAÇÃO E 
INFECÇÃO
COMPLEXO TEMÁTICO II
122
“Eu não nasci rodeada de livros, e sim rodeada de 
palavras.”
Conceição Evaristo.
Árvore 
temática 2 
https://www.ulife.com.br/inspirali
124
SP 2.1
Tem que esperar... 
Infecções bacterianas em
vias aéreas superiores e
a drenagem linfática da
cabeça e do pescoço
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Prezado(a) aluno(a), antes de iniciar a trilha reflita: você já passou por algum 
processo infeccioso? Talvez uma amigdalite? Como se sentiu? Surgiram 
protuberâncias arredondadas na região da axila ou do pescoço? Você se perguntou 
o que era isso? 
ATIVIDADE 1: INFECÇÕES, LINFONODOS E 
FÁRMACOS
1. Prezado(a) aluno(a), para iniciar a sua trilha de aprendizagem, assista às 
videoaulas de “A” a “F”, disponíveis no Ulife:
A. Aspectos farmacológicos dos antibióticos;
B. Aspectos histológicos dos linfonodos;
C. Aspectos histológicos das tonsilas;
D. Imagem em infecções de vias aéreas superiores;
E. Infecções de partes moles.
2. Enquanto assiste aos vídeos, anote:
A. Conceito de antibiótico;
B. Classificação e principais categorias dos fármacos antibacterianos;
C. Partes que compõem um linfonodo e uma tonsila e respectivas funções.
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 2.1
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126
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 2.1
Linfonodos submentuais
Linfonodos submandibulares
Linfonodos pré-laríngeos
Linfonodos pré-traqueais
Linfonodos paratraqueais
Linfonodos retrofaríngeos
Linfonodo jugulo-digástrico
Linfonodo jugulo-omo-hióideo
Linfonodos supraclaviculares
Dica: Utilize a Figura 8.26 Drenagem linfática da face e do couro cabeludo. 
Página 843 e a Figura 9.51 Drenagem linfática da cabeça e do pescoço. Página 
1018 do livro MOORE, K L.; DALLEY, A F.; AGUR, A M R. Anatomia Orientada para 
Clínica, 8ª edição. [Digite o Local da Editora]: Grupo GEN, 2018. E-book. ISBN 
9788527734608. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.
br/#/books/9788527734608/. Acesso em: 05 jan. 2023.
Grupo de linfonodos Território de drenagem
Linfonodos occipitais
Linfonodos mastóideos
Linfonodos retroauriculares
Linfonodos parotídeos
Linfonodos bucais
3. Preencha a tabela abaixo:
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/
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Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: INTERAÇÃO EM GRUPO
1. Divida-se em grupo, conforme a orientação do(a) professor(a) e siga as 
orientações a seguir: 
A. Um grupo ficará responsável por representar, em uma folha de cartolina, a 
localização das tonsilas e a estrutura de uma bactéria Gram-positiva. 
B. O outro grupo deverá representar, também em uma folha de cartolina, a 
histologia dos linfonodos e a estrutura de uma bactéria Gram-negativa.
 
C. As representações deverão ser feitas com canetinhas coloridas, para melhor 
visualização. Em seguida, 1 representante de cada grupo deverá apresentar 
para a turma o que foi construído.
D. Após as apresentações, todos(as) os(as) alunos(as) deverão discutir as 
principais diferenças entre bactérias gram-positivas e gram-negativas e o 
impacto delas nos mecanismos de agressão e defesa bacterianos.
Abertura da sessãoSP 2.1
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128
Roteiro de laboratório morfofuncional
Infecções bacterianas em
vias aéreas superiores e
a drenagem linfática da
cabeça e do pescoço
LOCAL
Laboratório Morfofuncional.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Analisar as características morfológicas macro e microscópicas de linfonodos 
e tonsilas.
Caracterizar a localização do anel de Waldeyer e dos linfonodos cervicais e 
profundos.
Examinar o trajeto da linfa da cabeça e do pescoço, do órgão alvo até a corrente 
sanguínea.
ESTAÇÃO 1: MICROSCOPIA DE LINFONODOS E 
TONSILAS E MACROSCOPIA DO ANEL DE WALDEYER
Duração total: 37 minutos
ATIVIDADE 1: LAMINÁRIO VIRTUAL MEDROOM
1. Acesse o Laminário Virtual MedRoom pelo link https://student.medroom.com.
br/ Clique na lâmina Linfonodos. Esta é uma lâmina de um linfonodo. 
Os linfonodos são órgãos pequenos, riniformes, envolvidos por tecido 
conjuntivo frouxo. Pela face convexa de seu formato de rim entram os vasos 
linfáticos aferentes, trazendo a linfa, e pela face côncava saem os vasos 
SP 2.1
https://student.medroom.com.br/
https://student.medroom.com.br/
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129
Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.1
linfáticos eferentes. Na face côncava forma-se uma abertura, chamada de hilo. 
Os linfonodos são formados por duas regiões bem distintas: a região cortical 
na periferia da face convexa e a região medular próxima à face achatada do 
órgão.
2. Em um aumento médio, identifique:
A. Córtex: cápsula, cortical, paracortical, nódulos linfáticos.
B. Medula: cordões celulares (medulares) e seios medulares.
3. Após identificar as estruturas acima, responda às questões “A” e “B”:
A. O que ocorre nos cordões e seios medulares?
B. “No linfonodo ocorre a fagocitose de antígenos e a iniciação de importantes 
respostas imunes. Linfonodos nos quais os linfócitos estão respondendo 
a antígenos frequentemente aumentam de tamanho. Esse fenômeno é 
observado com frequência nos linfonodos do pescoço, em resposta a 
uma infecção nasal ou orofaríngea, e nas regiões axilares e inguinais, 
devido à infecção nos membros. Linfadenite, que consiste em aumento 
reativo (inflamatório) dos linfonodos, constitui uma complicação comum 
de infecções microbianas. Esses linfonodos aumentados são comumente 
designados como linfadenopatia” e, popularmente chamados de ínguas. 
Fonte: PAWLINA, W. Ross Histologia - Texto e Atlas. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 
2021. E-book. ISBN 9788527737241. Disponível em: https://integrada.
minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737241/. Acesso em: 04 jan. 
2023.
Que eventos morfológicos ocorrem dentro do linfonodo que causam o seu 
aumento de tamanho?
ATIVIDADE 2: TONSILAS
1. Leia o texto a seguir e realize as questões “A” e “B”.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737241/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737241/
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Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.1
Ao redor das cavidades oral e nasal, agrupam-se órgãos chamados de 
“tonsilas”. As tonsilas são uma massa de tecido linfático com função de 
proteção das aberturasda face. As tonsilas faríngeas (popularmente chamadas 
de adenoides), as tonsilas linguais e as tonsilas palatinas (popularmente 
chamadas de amígdalas) formam um anel chamado de anel de Waldeyer. As 
tonsilas não contêm vasos linfáticos aferentes, porém a linfa do tecido linfático 
tonsilar é drenada através dos vasos linfáticos eferentes.
A. Identifique nos modelos anatômicos:
• Tonsilas palatinas;
• Arco palatoglosso;
• Arco palatofaríngeo;
• Fossa tonsilar;
• Tonsilas linguais;
• Tonsilas faríngeas.
B. Quando os procedimentos de tonsilectomia e adenoidectomia são 
necessários?
ATIVIDADE 3: MICROSCÓPIO VIRTUAL
1. Acesse o microscópio virtual Histology Guide através do link http://
histologyguide.com/slideview/MH-081a-palatine-tonsil/10-slide-1.html. 
Selecione o Sistema Linfático e a lâmina MH 081A Tonsila Palatina.
A. Epitélio estratificado pavimentoso.
B. Criptas.
C. Nódulos linfáticos.
2. Por que as tonsilas palatinas são cobertas por um epitélio estratificado?
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Tablets ou notebooks. Modelos anatômicos: hemicabeça, corte sagital de cabeça 
e pescoço, língua.
http://histologyguide.com/slideview/MH-081a-palatine-tonsil/10-slide-1.html
http://histologyguide.com/slideview/MH-081a-palatine-tonsil/10-slide-1.html
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Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.1
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
PAWLINA, W. Ross Histologia - Texto e Atlas. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2021. 
E-book. ISBN 9788527737241. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/#/books/9788527737241/. Acesso em: 04 jan. 2023.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737241/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527737241/
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Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.1
ESTAÇÃO 2: DRENAGEM LINFÁTICA DA CABEÇA E DO 
PESCOÇO
Duração total: 37 minutos
ATIVIDADE 1: IDENTIFICAÇÃO DOS LINFONODOS CERVICAIS 
SUPERFICIAIS E PROFUNDOS
1. Leia o texto a seguir para iniciar essa atividade.
A drenagem linfática da cabeça e do pescoço é feita pelos linfonodos cervicais 
superficiais, situados ao longo do trajeto da veia jugular externa. Os linfonodos 
cervicais superficiais captam a linfa e a drenam para os linfonodos cervicais 
profundos, situados no trajeto da veia jugular interna. Os linfonodos cervicais 
profundos drenam a linfa para os troncos jugulares, os quais drenarão para os 
ductos linfáticos de cada lado e daí para a corrente sanguínea. Veja o fluxo a 
seguir.
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Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.1
Fonte: Elaborado pela autora (2023).
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Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.1
ATIVIDADE 2: MODELOS ANATÔMICOS
1. Após a leitura do texto, identifique os linfonodos no App Visible Body ou em 
modelos anatômicos:
Linfonodos cervicais superficiais:
• Linfonodos occipitais;
• Linfonodos mastóideos;
• Linfonodos retroauriculares;
• Linfonodos parotídeos;
• Linfonodos bucais;
• Linfonodos submentuais;
• Linfonodos submandibulares.
Linfonodos cervicais profundos:
• Linfonodos pré-laríngeos;
• Linfonodos pré-traqueais;
• Linfonodos paratraqueais;
• Linfonodos retrofaríngeos;
• Linfonodo jugulo-digástrico;
• Linfonodo jugulo-oomo-hióideo;
• Linfonodos supraclaviculares.
ATIVIDADE 3: PINTURA CORPORAL ENTRE PARES E PALPAÇÃO DOS 
LINFONODOS DA CABEÇA E DO PESCOÇO
1. Execute o seguinte procedimento:
A. Formem trios.
B. Em cada trio, definam quem começará no papel de examinador, de paciente 
e de instrutor.
C. Lave as mãos e prenda o cabelo.
D. Prepare as mãos para o toque: aqueça, movimente e alongue.
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135
Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.1
Para o examinador:
• Cubra a maca com lençol descartável.
• Posicione seu paciente (sentado ou em pé, com os pés paralelos e com o 
tronco e cabeça alinhados).
• Aborde o paciente de maneira ética e objetiva.
• Com a mão espalmada e firme palpe a região do corpo onde se situa a 
estrutura que deseja estudar.
• Se necessário, reposicione o paciente para melhor palpar cada estrutura.
Para o paciente:
• Perceba o toque do colega. Gentilmente, forneça a ele informações que 
revele qual a sua percepção sobre o exame. Por exemplo, se a mão está fria, 
dura, áspera, unhas cortantes, suada, pesada etc.
• Observe se o examinador de fato está palpando a estrutura estudada ou se 
está equivocado. Gentilmente, forneça a ele informações que o ajudem a 
atingir a estrutura estudada.
Para o instrutor:
• Leia as instruções do roteiro para o examinador e o ajude a executar a 
palpação.
Após o examinador finalizar o exame, os papéis devem se inverter e o paciente 
passará a ser examinador. Sugestão: mude periodicamente a sua dupla de aula 
de palpação, procurando colegas de gêneros e biótipos diferentes.
Instrução: 
Parte 1: Com o lápis de maquiagem, o examinador desenha no paciente os 
seguintes grupos de linfonodos:
• Linfonodos occipitais.
• Linfonodos mastóideos.
• Linfonodos retroauriculares.
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• Linfonodos parotídeos.
• Linfonodos bucais.
• Linfonodos submentuais.
• Linfonodos submandibulares.
• Linfonodos pré-laríngeos.
• Linfonodos pré-traqueais.
• Linfonodos paratraqueais.
• Linfonodos retrofaríngeos.
• Linfonodo jugulo-digástrico.
• Linfonodo jugulo-omo-hióideo.
• Linfonodos supraclaviculares.
Parte 2: Palpação sistemática dos linfonodos cervicais
• Palpação dos linfonodos da cadeia submentual e submandibular: deslize as 
mãos da região submentual até o ângulo da mandíbula.
• Palpação dos linfonodos da cadeia cervical anterior: deslize as mãos 
descendo na margem anterior do m. esternocleidomastóideo.
• Palpação dos linfonodos da cadeia cervical posterior: deslize as mãos 
subindo na região do trígono do pescoço.
• Palpação dos linfonodos da cadeia nucal: deslize as mãos passando pelos 
linfonodos dos grupos occipital, mastóideo e retroauricular.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Tablets, modelo anatômico de sistema linfático em placa, torso, kit de pintura 
corporal (lápis de maquiagem, lenço umedecido, demaquilante, maca, lençol 
descartável para maca e álcool em gel 70%. 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.1
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137
MOORE, K L.; DALLEY, A F.; AGUR, A M R. Anatomia Orientada para Clínica, 8ª edição. 
Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2018. E-book. ISBN 9788527734608. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/. Acesso 
em: 05 jan. 2023.
Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.1
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/
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Roteiro de medicina laboratorial
Infecções bacterianas em
vias aéreas superiores e
a drenagem linfática da
cabeça e do pescoço
LOCAL
Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Analisar os aspectos farmacocinéticos e farmacodinâmicos dos antibióticos.
Diferenciar o mecanismo de ação das diferentes classes de antibióticos.
Correlacionar a toxicidade e os efeitos adversos dos fármacos antibióticos.
ESTAÇÃO 1: IDENTIFICAÇÃO BACTERIANA
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: EXPERIMENTO VIRTUAL
1. Em grupos de 5 a 6 alunos (as), utilize o acesso ao laboratório virtual da Algetec, 
acesse na Área de Microbiologia, e Imunologia e após, na prática Antibiograma 
(ID: 534). Siga as etapas na sequência correta, até a realização do experimento 
virtual:
A. 1° Etapa: Apresentação. Nesta prática, será realizado o antibiograma para 
análise dos padrões de resistência ou susceptibilidade de uma bactéria 
específica a vários antibióticos;
B. 2° Etapa: Acesso ao Sumário Teórico: Leitura Prévia;
SP 2.1
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C. 3° Etapa: Roteiro de Experimento;
D. 4° Etapa: Realize o Pré-Teste (Questões de Aprendizagem Pré-Experimento);
E. 5° Etapa: Realize o experimento;
F. 6° Etapa: Realize o Pós-Teste (Questões de Aprendizagem Pós-Experimento).
2. Após a realização da prática, responda às questões abaixo:
A. O que é o exame antibiograma?
B. O que faz um antibiograma?
C. O que é um antibiograma positivo?
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Computadorescom acesso à internet ou tablets.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
LEVINSON, W; CHIN-HONG, P; JOYCE, E; et al. Microbiologia Médica e Imunologia: 
um manual clínico para doenças infecciosas. Porto Alegre: Grupo A, 2021. E-book. 
ISBN 9786558040156. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.
br/#/books/9786558040156/. 
Roteiro de medicina laboratorialSP 2.1
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786558040156/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786558040156/
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ESTAÇÃO 2: FARMACOCINÉTICA E 
FARMACODINÂMICA DOS ANTIBIÓTICOS
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: LINHA DO TEMPO
1. Leia o texto a seguir para realizar a atividade proposta.
A monitorização terapêutica dos antibióticos betalactâmicos é uma estratégia 
clínica importante que visa analisar as alterações laboratoriais relacionadas à 
inefetividade medicamentosa ou ao aparecimento de reações adversas. Para 
tal compreensão, realize os passos abaixo:
A. Acesse a Minha Biblioteca e/ou internet e construa uma linha do tempo 
do caminho de um fármaco beta lactâmico (Amoxicilina, por exemplo) e 
descreva a sua administração, absorção, distribuição e metabolismo.
Atenção: Cada etapa deverá ser identificada com uma cor de caneta.
ATIVIDADE 2: BULA DE ANTIBIÓTICOS
1. Acesse a internet pelo computador ou tablet e separe 1 bula para cada um dos 
seguintes antibióticos:
A. Betalactâmico;
B. Vancomicina;
C. Gentamicina;
D. Eritromicina;
E. Trimetoprima.
Observação: Busque as bulas no site Bulário da ANVISA, no link: https://
consultas.anvisa.gov.br/#/bulario/. Esse site possibilitará o encontro de bulas 
originais e atualizadas.
Roteiro de medicina laboratorialSP 2.1
https://consultas.anvisa.gov.br/#/bulario/
https://consultas.anvisa.gov.br/#/bulario/
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141
Roteiro de medicina laboratorialSP 2.1
2. Compare os mecanismos de ação de cada um deles.
3. Analise os efeitos adversos.
4. As interações podem comprometer a farmacodinâmica e a farmacocinética de 
fármacos; sabendo disso, cite possíveis interações entre os antibióticos acima 
listados com alimentos e/ou outros medicamentos.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Computadores e/ou tablets com acesso à internet, folhas de sulfite e canetas 
coloridas (azul, preta, vermelha e verde).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
HILAL-DANDAN, R; BRUNTON, L. Manual de Farmacologia e Terapêutica de Goodman 
& Gilman. Porto Alegre: Grupo A, 2015. E-book. ISBN 9788580555066. Disponível 
em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555066/.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555066/
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ESTAÇÃO 3: CASO CLÍNICO
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO
1. Leia com atenção o caso clínico e responda às questões “A” a “C”.
Caso clínico:
Paciente de 54 anos, sexo masculino, em quadro de sequela pós-traumatismo 
cranioencefálico grave, está internado no Hospital há 40 dias e em ventilação 
mecânica. No momento, evolui com quadro de pneumonia associada à 
ventilação mecânica. A cultura quantitativa de secreção traqueal diagnosticou 
uma bactéria Gram-negativa: Acinetobacter baumannii. Iniciou-se a terapêutica 
com Amoxacilina, porém não houve melhora do quadro, sendo necessário o 
escalonamento da antibioticoterapia para Piperacilina com Tazobactam, desta 
vez respondendo satisfatoriamente ao tratamento. A partir do caso clínico, 
responda às questões disparadoras da discussão:
A. Qual a diferença entre as moléculas do caso, considerando seu mecanismo 
de ação?
B. Quais suas reações adversas?
C. Qual a importância do uso combinado de antibióticos e AINEs para o 
tratamento de infecções?
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Notebook ou tablets com acesso à internet.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
HILAL-DANDAN, R. BRUNTON, L. Manual de Farmacologia e Terapêutica de Goodman 
& Gilman. Porto Alegre: Grupo A, 2015. E-book. ISBN 9788580555066. Disponível 
em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555066/. 
Roteiro de medicina laboratorialSP 2.1
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555066/
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Encerramento da sessãoSP 2.1
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO
1. Leia o caso a seguir e responda às questões abaixo. 
Caso clínico:
Joaquim é um menino de 7 anos, apresenta febre, dor de garganta e secreção 
purulenta nas tonsilas palatinas. O médico prescreve tratamento com 
amoxicilina. Sobre o caso de Joaquim, responda, com sua turma, às questões 
disparadoras:
A. Comente a escolha terapêutica do médico.
B. Desenhe o trajeto da linfa da tonsila palatina direita de Joaquim até a 
corrente sanguínea.
Fonte: NASA Human Male Line Art. 10/06/2022. Public Domain. Disponível em https://freesvg.
org/1546460242. Acessado em 04 de janeiro de 2023.
https://freesvg.org/1546460242
https://freesvg.org/1546460242
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ATIVIDADE 1: COMPREENDER AS CAUSAS E OS 
MECANISMOS ENVOLVIDOS NA RESISTÊNCIA 
BACTERIANA
1. Leia o texto abaixo para responder as questões “A” a “C”.
Manoel, 82 anos de idade, morador de casa de repouso, foi internado após 
episódio de queda de escada associada a fratura fechada de fíbula. No 
prontuário hospitalar, constavam duas internações anteriores no mesmo 
hospital para tratamento de pneumonia. Na última internação foi tratado 
com meropenem, após ineficácia terapêutica com o uso de ceftriaxona. Na 
presente internação, foi realizado tratamento conservador da fratura de 
fíbula, e no terceiro dia de internação, Manoel começou a apresentar febre e 
o médico iniciou administração de meropenem. No sexto dia de internação, 
a cultura do escarro indicou crescimento de Klebsiella pneumoniae na ordem 
de 107 UFC/mL, resistente a diversas classes de antimicrobianos, incluindo 
carbapenêmicos. O antibiograma foi acompanhado de uma observação anexa: 
teste de Hodge positivo. O esquema terapêutico foi então substituído por 
uma associação entre meropenem e polimixina B. Com a instituição do novo 
tratamento, as culturas de secreção começaram a ter sua contagem reduzida 
até o teste se tornar negativo.
A. Quais mecanismos provocam o fenótipo de resistência aos carbapenêmicos?
B. O que é o teste de Hodge?
C. Caso essa cepa seja resistente à ação dos carbapenêmicos, por que o 
esquema terapêutico envolvendo meropenem foi efetivo?
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 2.1
145
NOME DO AUTOR
INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO
CURRÍCULO LATTES
Sandra Regina Mota Ortiz USJT
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Vivian Alessandra Silva Inspirali
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CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS
DESTE MATERIAL DIDÁTICO
PARECERISTA
INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO
CURRÍCULO LATTES
Vivian Alessandra Silva Inspirali
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Robson de Jesus AGES - Jacobina
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SP 2.2
Logo agora?! 
Doenças febris
agudas: alterações
morfológicas e tratamento 
farmacológico
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Antes de iniciar a trilha pré-aula, reflita sobre os sintomas da febre. Como se 
sente a pessoa com febre alta? Quais sinais são visíveis nestes pacientes? Após, 
siga para a trilha pré-aula. 
ATIVIDADE 1: DENGUE E ANALGÉSICO NÃO OPIOIDE 
1. Prezado(a) aluno(a), para dar início à sua trilha de aprendizagem, assista 
às videoaulas “Aspectos farmacológicos dos analgésicos não opioides”, 
disponível no Ulife. Na sequência, realize as questões “A a D”.
• Plexo coróide.
• Nervo trigêmeo.
• Aspectos farmacológicos dos analgésicos não opioides.
• Artéria e veias centrais da retina.
A. Descreva o conceito de analgésico não opioide;
B. Anote a classificação e principais categorias dos fármacos analgésicos não 
opioides;
C. Anote o trajeto do nervo trigêmeo;
D. Anote a vascularização do globoocular.
2. Leia sobre Dengue na página 1538 até 1540 do livro FILHO, Geraldo 
B. Bogliolo - Patologia. Rio de janeiro: Grupo GEN, 2021. E-book. ISBN 
9788527738378. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.
br/#/books/9788527738378/. Acesso em: 05 jan. 2023.
A. Anote os aspectos morfológicos que diferenciam a dengue clássica da 
dengue grave.
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 2.2
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527738378/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527738378/
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Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 2.2
3. Acesse o LT no link https://accounts.kuracloud.com/user/login, clique em 
Anatomia/ Sistema Nervoso Central/ Exame do nervo craniano - Laboratório e 
faça a lição 6 Nervo Trigêmeo (NC V).
https://accounts.kuracloud.com/user/login
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Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: DISCUSSÃO EM GRUPO
1. Os(as) alunos(as) serão divididos em 2 grupos onde irão compartilhar as 
questões desenvolvidas durante a trilha de aprendizagem pré-aula. Após o 
compartilhamento, realize as atividades “A” e “B”.
A. Escolha um relator para cada grupo e compartilhe os pontos mais relevantes 
levantados durante a discussão em grupo.
B. Escolha outro aluno para colocar as palavras-chave no quadro branco ou no 
flipchart e construa um mapa mental.
Abertura da sessãoSP 2.2
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Roteiro de laboratório morfofuncional
Doenças febris
agudas: alterações
morfológicas e tratamento 
farmacológico
LOCAL
Laboratório Morfofuncional.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Correlacionar os movimentos oculares aos músculos extrínsecos do olho e 
sua respectiva inervação.
Diferenciar o trajeto dos ramos do nervo trigêmeo na cavidade orbital e na 
face.
Analisar a vascularização do globo ocular quanto a sua origem e distribuição.
ESTAÇÃO 1: VASCULARIZAÇÃO DO GLOBO OCULAR E 
MUSCULATURA EXTRÍNSECA DO OLHO
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: REALIDADE VIRTUAL
1. Siga o passo a passo:
A. Higienize os óculos e controles manuais.
B. O grupo distribui-se nos seguintes papéis:
SP 2.2
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Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.2
• 1 estudante para ser leitor (sua função é ler o roteiro e garantir a 
segurança do explorador).
• 1 estudante para ser relator (sua função é anotar no roteiro as 
descobertas do grupo).
• 1 estudante para ser explorador (sua função é explorar no Atrium 
conforme as orientações do leitor).
• 3 pesquisadores (buscam no App Visible Body as estruturas anatômicas 
solicitadas pelo leitor e ajudam o explorador a encontrá-las no Atrium).
2. Identifique as estruturas listadas abaixo:
• Músculos extrínsecos do olho;
• Músculo reto superior;
• Músculo reto inferior;
• Músculo reto medial;
• Músculo reto lateral;
• Músculo oblíquo superior;
• Músculo oblíquo inferior;
• Músculo levantador da pálpebra superior.
• Vascularização do bulbo do olho;
• Artéria carótida interna;
• Artéria oftálmica;
• Artéria central da retina e artérias ciliares;
• Veia central da retina;
• Veias oftálmicas.
ATIVIDADE 2: ANATOMIA VIVA
1. Execute com os olhos os movimentos realizados por cada um dos músculos 
extrínsecos do olho. Utilize a Figura 8.54 Músculos extrínsecos do bulbo 
do olho e seus movimentos e o Quadro 8.8 Músculos extrínsecos do 
bulbo do olho, na página 882, no link https://integrada.minhabiblioteca.
com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/42%5B%3Bvnd.vst.
idref%3Dchapter08%5D!/4/878/2%4050:90.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/42%5B%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter08%5D!/4/878/2%4050:90
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/42%5B%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter08%5D!/4/878/2%4050:90
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/reader/books/9788527734608/epubcfi/6/42%5B%3Bvnd.vst.idref%3Dchapter08%5D!/4/878/2%4050:90
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Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.2
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Atrium MedRoom, kit de higienização dos óculos, tablets ou notebooks.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MOORE, K L.; DALLEY, A F.; AGUR, A M R. Anatomia Orientada para Clínica, 8ª edição. 
Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2018. E-book. ISBN 9788527734608. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/. Acesso 
em: 05 jan. 2023.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/
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Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.2
ESTAÇÃO 2: NERVO TRIGÊMEO (V)
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: ORIGENS DO NERVO TRIGÊMEO (V PAR DE NERVO 
CRANIANO)
1. Identificar no tronco encefálico e no crânio:
A. Origem aparente do nervo trigêmeo (V) no encéfalo: entre o pedúnculo 
cerebelar médio e a ponte. 
B. Localização do gânglio trigeminal: impressão trigeminal. 
C. Origem aparente do nervo trigêmeo (V) no crânio: Nervo oftálmico (V1) 
– fissura orbital superior; Nervo maxilar (V2) – forame redondo; Nervo 
mandibular (V3) – forame oval.
ATIVIDADE 2: TRAJETO DO NERVO TRIGÊMEO NA FACE
1. Utilize barbantes, um crânio e fita adesiva para representar o trajeto dos 
três ramos do Nervo Trigêmeo (V) até os forames supra orbital, infraorbital e 
mentual.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Modelos anatômicos do encéfalo, do tronco encefálico e do crânio em corte 
horizontal, Barbante, fita adesiva, tesoura sem ponta.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MOORE, K L.; DALLEY, A F.; AGUR, A M R. Anatomia Orientada para Clínica, 8ª edição. 
Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2018. E-book. ISBN 9788527734608. 
Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9788527734608/. Acesso em: 05 jan. 2023.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/
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ESTAÇÃO 3: DOR RETROCULAR
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: RAMOS DO NERVO OFTÁLMICO (V1)
1. Identifique com ajuda do App Visible Body, os ramos do nervo oftálmico:
N. Oftálmico (V1):
• Nervo lacrimal;
• Nervo frontal;
• Nervo supraorbital;
• Nervo supratroclear;
• Nervo nasociliar.
2. Após a identificação, responda:
A. Qual o território alvo e função de cada ramo?
B. Qual dos ramos do nervo oftálmico pode conduzir a sensação de dor 
retrocular?
ATIVIDADE 2: TERRITÓRIO ALVO DO NERVO TRIGÊMEO NA FACE
1. Com um lápis apropriado de maquiagem, macio, desenhe no rosto do colega 
os ramos terminais do nervo trigêmeo, conforme orientações abaixo:
• Palpe a fissura/incisura suprarorbital e desenhe o nervo supraorbital 
passando por ela.
• Localize a região medial da órbita e desenhe o nervo supratroclear se 
distribuindo para a glabela e fronte.
• Palpe a fissura infraorbital e desenhe o nervo infraorbital passando por ela.
• Palpe a fissura mentual e desenhe o nervo mentual passando por ela.
Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.2
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Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.2
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Tablets, modelo anatômico da cabeça com nervos, kit para pintura corporal: lápis 
de maquiagem, lenço umedecido, demaquilante e álcool em gel 70%.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MOORE, K L.; DALLEY, A F.; AGUR, A M R. Anatomia Orientada para Clínica, 8ª edição. 
Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2018. E-book. ISBN 9788527734608. 
Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9788527734608/. Acesso em: 05 jan. 2023.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/
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Roteiro de medicina laboratorial
Doenças febris
agudas: alterações
morfológicas e tratamento 
farmacológico
LOCAL
Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Examinar os aspectos farmacocinéticos e farmacodinâmicos do paracetamol: 
analgésico não opioide.
Caracterizar toxicidade e efeitos adversos do paracetamol.
Analisar a importância do uso dos fármacos analgésicos não opioides e AINEs 
para o tratamento de doenças febris agudas.
ESTAÇÃO 1: ANALGÉSICOS NÃO OPIOIDES - 
PARACETAMOL E DIPIRONA
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE1: ANALGÉSICOS
1. Leia o texto a seguir e realize a atividade proposta. 
O paracetamol e a dipirona são fármacos com propriedades analgésicas e 
antipiréticas, utilizados para tratar a febre e a dor leve e moderada, tais como: 
dores associadas a gripes e a resfriados comuns, à dor de cabeça, à dor de 
dente, à dor nas costas, a dores musculares, a dores associadas a artrites e a 
cólicas menstruais.
SP 2.2
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A. Utilize as bulas do paracetamol e da dipirona, construa uma linha do tempo, 
para cada fármaco, descrevendo a sua administração, absorção, distribuição 
e metabolismo.
• Cada etapa deverá ser identificada com uma cor de caneta.
ATIVIDADE 2: OUTROS AINES
1. Além do paracetamol, outros AINEs são utilizados como analgésicos e 
antipiréticos, sendo amplamente utilizados na prática clínica. Acesse a Minha 
Biblioteca e/ou internet e faça uma listagem dos AINEs mais utilizados.
2. Quais as principais interações dos AINEs listados com alimentos e/ou outros 
medicamentos?
ATIVIDADE 3: ESTUDO DE CASO
1. Leia o caso a seguir e responda às questões motivadoras: 
L. C., 38 anos, sexo feminino. Procurou atendimento médico após viagem 
para uma cidade do interior de São Paulo, cujos índices de casos de dengue 
aumentaram significativamente. Relatou febre, cefaleia, astenia, anorexia, 
dor lombar, dores nos membros inferiores e hiperestesia cutânea há 3 dias. 
Negava prurido, queixas digestivas, respiratórias ou urinárias. 
A. Qual o mecanismo de ação dos analgésicos não opioides? 
B. Como os AINEs atuam para diminuir a febre? 
C. Como podemos justificar a toxicidade e as principais contraindicações dos 
analgésicos não opioides? 
Roteiro de medicina laboratorialSP 2.2
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Roteiro de medicina laboratorialSP 2.2
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Computadores e/ou tablets com acesso à internet, bulas do paracetamol impressas 
e plastificadas, folhas de sulfite e canetinhas coloridas.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
HILAL-DANDAN, R. BRUNTON, L. Manual de Farmacologia e Terapêutica de Goodman 
& Gilman. Porto Alegre: Grupo A, 2015. E-book. ISBN 9788580555066. Disponível 
em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555066/. 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555066/
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ESTAÇÃO 2: TOXICIDADE POR ANALGÉSICOS NÃO 
OPIOIDES - PARACETAMOL, FEBRE E ANTIPIRÉTICOS
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: PARACETAMOL
1. Leia o caso clínico a seguir para responder às questões abaixo.
Joana, 14 anos, estudante, residente da cidade do Rio de Janeiro, é trazida 
à emergência após exposição voluntária de paracetamol. Confidenciou ao 
médico a ingesta de 50 comprimidos, após uma briga na escola.
A. Quais os efeitos tóxicos da superdosagem de paracetamol?
B. Liste os principais efeitos adversos do paracetamol em doses terapêuticas.
2. Acesse a Minha Biblioteca e/ou internet e construa um mapa conceitual dos 
mecanismos de ação do paracetamol e seus efeitos adversos.
ATIVIDADE 2: FEBRE E ANTIPIRÉTICOS
1. Leia o texto abaixo para seguir com as atividades propostas.
O antipirético ou antitérmico, é um medicamento que previne ou reduz a febre, 
diminuindo a temperatura corporal, no caso de elevação acima de 37º C. 
A. Para compreensão do mecanismo de ação do medicamento, acesse a Minha 
Biblioteca e/ou internet e construa um fluxograma do mecanismo da febre, 
com os mediadores químicos envolvidos, e identifique onde atuam os 
antipiréticos.
B. Quais os antipiréticos mais utilizados no Brasil?
Roteiro de medicina laboratorialSP 2.2
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MATERIAIS NECESSÁRIOS
Computadores e/ou tablets, folhas de sulfite e canetas coloridas (azul, preta, 
vermelha e verde).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
HILAL-DANDAN, R. BRUNTON, L. Manual de Farmacologia e Terapêutica de Goodman 
& Gilman. Porto Alegre: Grupo A, 2015. E-book. ISBN 9788580555066. Disponível 
em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555066/. 
Roteiro de medicina laboratorialSP 2.2
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ESTAÇÃO 3: DENGUE, INFECÇÃO VIRAL 
TRANSFORMANTE E HEMORRAGIAS
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: LEITURA E QUESTÕES
1. A partir do texto, percebe-se que as manifestações hemorrágicas são 
observadas em todas as apresentações da dengue. Com ajuda da bibliografia 
recomendada, responda às perguntas abaixo:
Segundo o Ministério da Saúde (2013) “A infecção pelo vírus da dengue 
causa uma doença de amplo espectro clínico, incluindo desde formas 
oligossintomáticas até quadros graves, podendo evoluir para o óbito.... O 
sangramento de mucosas e as manifestações hemorrágicas, como epistaxe, 
gengivorragia, metrorragia, hematêmese, melena, hematúria e outros, bem 
como a queda abrupta de plaquetas, podem ser observadas em todas as 
apresentações clínicas de dengue, devendo, quando presentes, alertar o 
médico para o risco de o paciente evoluir para as formas graves da doença, 
sendo considerados sinais de alarme... o fator determinante das formas graves 
da dengue são as alterações do endotélio vascular, com extravasamento 
plasmático, que leva ao choque, expressos por meio da hemoconcentração, 
hipoalbuminemia e/ou derrames cavitários.”
Fonte: Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Diretoria Técnica 
de Gestão. Dengue: diagnóstico e manejo clínico: adulto e criança / Ministério da Saúde, 
Secretaria de Vigilância em Saúde, Diretoria Técnica de Gestão. – 4. ed. – Brasília: Ministério 
da Saúde, 2013. 80 p.: il. Disponível em https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/
dengue_diagnostico_manejo_clinico_adulto.pdf Acessado em: 04/01/2023.
Roteiro de medicina laboratorialSP 2.2
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/dengue_diagnostico_manejo_clinico_adulto.pdf
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/dengue_diagnostico_manejo_clinico_adulto.pdf
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Roteiro de medicina laboratorialSP 2.2
A. Descreva os conceitos de: 
• Equimoses;
• Epistaxe;
• Gengivorragia;
• Hematêmese;
• Hematoma;
• Hematúria;
• Metrorragia;
• Melenas;
• Petéquias;
• Púrpuras;
B. No caso da dengue, quais são as alterações morfológicas observadas nos 
pulmões, fígado, rim, encéfalo, baço, linfonodos e medula óssea? Existe 
algum achado patognomônico?
C. Por que infecções virais podem causar alterações morfológicas em vísceras?
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Notebooks ou tablets.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
FILHO, G. B. B. - Patologia. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2021. E-book. ISBN 
9788527738378. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/
books/9788527738378/. Acesso em: 05 jan. 2023.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527738378/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527738378/
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Encerramento da sessãoSP 2.2
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: POST-IT SURPRESA
1. Discuta, juntamente com seu grupo, sobre o post-it surpresa e após, apresentar 
à turma.
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ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO
1. Leia o caso abaixo e, na sequência, responda às questões motivadoras: 
L. C., 38 anos, sexo feminino. Procurou atendimento médico após viagem 
para uma cidade do interior de São Paulo, cujos índices de casos de dengue 
aumentaram significativamente. Relatou febre, cefaléia, astenia, anorexia, dor 
lombar, dores nos membros inferiores e hiperestesia cutânea há 3 dias. Nega 
prurido, queixas digestivas, respiratórias ou urinárias. 
A. Qual o mecanismo de ação dos analgésicos não opioides? 
B. Como os AINEs atuam para diminuir a febre? 
C. Como podemos justificar a toxicidade e as principais contraindicações dos 
analgésicos não opioides? 
ATIVIDADE 2: ATIVIDADE COMPLEMENTAR NA 
PLATAFORMA LT
1. Prezado(a) aluno(a), para complementar o conteúdo da aula, acesse a 
plataforma LT no link https://accounts.kuracloud.com/user/login. Clique em 
Fisiologia Humana > Termorregulação > Lição 8 Febre. Faça as atividades 
propostas nesta aba.
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 2.2
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165
NOMEDO AUTOR
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br/2073575970699504
Jose Manoel dos Santos UAM – SP
http://lattes.cnpq.
br/3125945007925613
Robson de Jesus AGES - Jacobina
http://lattes.cnpq.
br/3574190123354874
http://lattes.cnpq.br/5473750086356603
http://lattes.cnpq.br/5473750086356603
http://lattes.cnpq.br/4530929492625680
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SP 2.3
Complicou 
Infecções bacterianas de 
vias aéreas superiores 
(IVAS): alterações 
morfológicas e tratamento 
farmacológico
1 2 3 4 5
167
Prezado(a) aluno(a), na meningite ocorre um processo infeccioso no interior do 
crânio. Você já refletiu sobre como os agentes patogênicos conseguem alcançar 
uma região tão protegida do organismo? Para ajudá-lo nessa reflexão, faça as 
atividades a seguir.
ATIVIDADE 1: VIDEOAULA NO ULIFE
1. Assista as vídeo aulas citadas abaixo, disponíveis no Ulife.
A. Aspectos farmacológicos anti-inflamatórios esteroides;
B. Aspectos histológicos dos seios paranasais;
C. Aspectos histológicos das meninges;
D. Pregas e seios da dura-máter;
E. Afecções das vias aéreas superiores;
F. Infecções de vias aéreas superiores;
G. Imagem em infecções de vias aéreas superiores;
H. Infecções de partes moles;
I. Meningite agentes etiológicos e fisiopatologia.
 
2. Responda às questões “A” a “F”.
A. Conceito de anti-inflamatório esteroidal;
B. Diferença entre glicocorticoide e cortisona;
C. Seios paranasais e vias de drenagem para a cavidade nasal;
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 2.3
1 2 3 4 5
168
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 2.3
D. Formação do plexo pterigóideo;
E. Partes da dura-máter e trajeto de drenagem dos seios;
F. O que é o triângulo perigoso da face?
ATIVIDADE 2: PLATAFORMA LT
1. Acesse a plataforma LT > clique em Anatomia > Sistema Nervoso Central > 
Dissecação Cerebral Laboratório > e faça a lição 4 O cérebro e as meninges.
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169
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: FATO OU FAKE?
1. Leia a afirmação abaixo e responda se é Fato ou Fake. Siga as orientações 
fornecidas pelo seu(ua) professor(a).
A. Sinusite pode virar meningite.
Abertura da sessãoSP 2.3
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170
Roteiro de laboratório morfofuncional
Infecções bacterianas de vias 
aéreas superiores (IVAS): alterações 
morfológicas e tratamento 
farmacológico
LOCAL
Laboratório Morfofuncional.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Correlacionar a drenagem venosa dos seios paranasais e os seios da dura-
máter.
Comparar exames de imagem normais e alterados em indivíduos com sinusite 
e meningite.
ESTAÇÃO 1: SEIOS PARANASAIS E DURA-MÁTER
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: ATRIUM MEDROOM
1. Prezado(a) aluno(a), com o equipamento de realidade virtual, realize as Etapas 
1 e 2.
Seguir o passo a passo:
1. Higienize os óculos e controles manuais.
SP 2.3
1 2 3 4 5
171
Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.3
2. O grupo distribui-se nos seguintes papéis:
• 1 estudante para ser leitor (sua função é ler o roteiro e garantir a segurança 
do explorador).
• 1 estudante para ser relator (sua função é anotar no roteiro as 
descobertas do grupo).
• 1 estudante para ser explorador (sua função é explorar no Atrium conforme 
as orientações do leitor).
• 3 pesquisadores (buscam no App Visible Body OU SIMILAR as estruturas 
anatômicas solicitadas pelo leitor e ajudam o explorador a encontrá-las 
no Atrium).
Etapa 1: Seios paranasais
Os seios paranasais são extensões cheias de ar da parte respiratória da cavidade 
nasal. São revestidos por epitélio respiratório e se abrem para alguns ossos 
do crânio. Seu tamanho aumenta com a idade e o processo infeccioso que 
acomete estas estruturas é a sinusite. Nos modelos anatômicos, identifique:
• Seios paranasais.
• Seio maxilar.
• Seio esfenoidal.
• Seio frontal.
• Células etmoidais.
• Células etmoidais anteriores;
• Células etmoidais médias:
• Hiato semilunar;
• Bolha etmoidal;
• Células etmoidais posteriores;
Etapa 2: Dura-máter
A dura-máter é uma membrana conjuntiva que reveste internamente a cavidade 
craniana e o canal vertebral, protegendo o encéfalo a medula espinal. A dura-
máter craniana é bilaminar, composta por uma camada periosteal externa, 
formada pelo periósteo que cobre a face interna da calvária, e uma camada 
1 2 3 4 5
172
Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.3
meníngea interna, uma membrana fibrosa contínua com a parte espinal da dura-
máter que reveste a medula espinal. Nos modelos anatômicos, identifique:
Dura-máter:
Parte encefálica da dura-máter:
• Foice do cérebro;
• Foice do cerebelo;
• Tentório do cerebelo;
• Diafragma da sela.
Parte espinal da dura-máter:
• Espaço extradural (peridural).
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Tablets, Atrium MedRoom, Kit de higienização do Atrium, modelos anatômicos 
com vasos da cabeça e do pescoço e meninges.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MOORE, K L.; DALLEY, A F.; AGUR, A M R. Anatomia Orientada para Clínica, 8ª edição. 
Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2018. E-book. ISBN 9788527734608. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/. Acesso 
em: 05 jan. 2023.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/
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173
Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.3
ESTAÇÃO 2: DRENAGEM VENOSA DOS SEIOS 
PARANASAIS E SEIOS DA DURA-MATER
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: SEIOS DA DURA MÁTER
1. A partir da leitura do texto a seguir, identifique as estruturas abaixo nos 
modelos anatômicos.
Os seios venosos da dura-máter são espaços revestidos por endotélio 
(semelhantes a veias) entre as lâminas periosteal e meníngea da dura-máter. 
Grandes veias da superfície do encéfalo drenam para esses seios e a maior 
parte do sangue do encéfalo drena através deles para as veias jugulares 
internas (VJI).
• Seio sagital superior;
• Seio sagital inferior;
• Seio reto;
• Seio occipital;
• Confluência dos seios;
• Seio transverso;
• Seio sigmóideo;
• Seio cavernoso;
• Seios petrosos superior e inferior;
• Seio esfenoparietal.
2. Abra Acesse o App iMaios E-anatomy, Cérebro, Ilustrações https://www.imaios.
com/br/e-anatomy e identifique os seios da dura máter nas lâminas 64, 65 e 
66.
https://www.imaios.com/br/e-anatomy
https://www.imaios.com/br/e-anatomy
1 2 3 4 5
174
Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.3
3. As setas nas imagens abaixo representam o sentido de drenagem do sangue 
dos seios da dura-máter para a veia jugular interna. Preencha o mapa mental 
com o nome de cada seio da dura-máter.
Fonte: Modificado de SNELL, R.S. Anatomia clínica para estudantes de medicina. 5a Ed. Editora 
Guanabara Koogan Ltda: Rio de Janeiro: 1999.
1 2 3 4 5
175
Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.3
Fonte: Elaborado pela autora (2023).
Seio sagital 
superior
Seio 
occipital
Seio reto
Seio sigmoide
1 2 3 4 5
176
Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.3
Fonte: Modificado de NETTER, Frank H.. Atlas de anatomia humana. 7ª RIO DE JANEIRO: 
Elsevier, 2019, 602 p
ATIVIDADE 2: PLEXO PTERIGÓIDEO E SEIO CAVERNOSO
1. Leia o texto abaixo para seguir com a atividade.
Os seios paranasais apresentam em sua mucosa um extenso plexo venoso 
submucoso responsável pelo aquecimento do ar em seu interior. As pequenas 
veias desse plexo drenam para o plexo pterigóideo. O plexo pterigóideo é um 
emaranhado de veias situado na fossa pterigóidea,o qual forma a veia maxilar. 
Assim, do plexo petrigóideo o sangue drenado dos seios paranasais vai para a 
veia maxilar e daí para a veia jugular interna. 
A. Nos modelos anatômicos, identifique:
• Plexo pterigóideo.
• V. maxilar.
• V. jugular interna.
2. Leia o texto a seguir para continuar com a atividade.
O Seio cavernoso é um seio da dura-máter situado lateralmente a sela turca. 
Na posição ortostática o seio cavernoso drena para o plexo pterigoideo, em 
decúbito o plexo pterigoideo passa a drenar para o seio cavernoso, pois suas 
veias não possuem valvas.
1 2 3 4 5
177
Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.3
A. Observe a imagem anterior e responda: a comunicação entre o plexo 
pterigóideo e o seio cavernoso podem ser uma via de disseminação de 
infecção da cavidade nasal para as meninges?
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Tablets, modelos anatômicos com vasos da cabeça e do pescoço, meninges e 
crânios.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MOORE, K L.; DALLEY, A F.; AGUR, A M R. Anatomia Orientada para Clínica, 8ª edição. 
Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2018. E-book. ISBN 9788527734608. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/. Acesso 
em: 05 jan. 2023.
https://www.imaios.com/br/e-anatomy
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178
ESTAÇÃO 3: EXAMES DE IMAGEM
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: COMPARAÇÃO DOS SEIOS PARANASAIS DE UMA 
PACIENTE SAUDÁVEL E UM PACIENTE COM SINUSITE 
1. Acesse o App iMaios E-Anatomy https://www.imaios.com/br/e-anatomy / 
Cabeça e Pescoço para captar imagens normais dos seios paranasais.
• Seios paranasais.
• Seio maxilar.
• Seio esfenoidal.
• Seio frontal.
• Células etmoidais.
2. Acesse o link para captar imagens de um paciente com sinusite maxilar https://
radiopaedia.org/cases/acute-sinusitis-2?lang=us.
3. Preencha a tabela abaixo:
Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.3
Seio Paranasal Sem sinusite Com sinusite Aspectos que 
permitiram 
diferenciar o 
seio paranasal 
acometido pela 
sinusite
Seio maxilar Cole aqui uma 
imagem do seio 
maxilar
Cole aqui uma 
imagem do seio 
maxilar
Preencha aqui
https://www.imaios.com/br/e-anatomy
https://radiopaedia.org/cases/acute-sinusitis-2?lang=us
https://radiopaedia.org/cases/acute-sinusitis-2?lang=us
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Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.3
ATIVIDADE 2: COMPARAÇÃO DAS MENINGES DE UMA PACIENTE 
SAUDÁVEL E OUTRO COM MENINGITE
1. Acesse o App iMaios E-Anatomy https://www.imaios.com/br/e-anatomy/ 
Cabeça e Pescoço para captar imagens normais dos seios da dura-máter e das 
meninges.
• Seio sagital superior.
• Seio sagital inferior.
• Seio reto.
• Seio occipital.
• Confluência dos seios.
• Seio transverso.
• Seio sigmóideo.
• Seio cavernoso.
• Seios petrosos superior e inferior.
• Seio esfenoparietal.
2. Acesse o link para captar imagens de um paciente com meningite https://
radiopaedia.org/articles/pyogenic-meningitis?lang=us.
3. Preencha a tabela abaixo:
Espaços 
meníngeos
Sem meningite Com meningite Aspectos que 
permitiram 
diferenciar 
os espaços 
meníngeos 
acometido pela 
meningite
Seio maxilar Cole aqui uma 
imagem do seio 
maxilar 
Cole aqui uma 
imagem do seio 
maxilar 
Preencha aqui
https://www.imaios.com/br/e-anatomy
https://radiopaedia.org/articles/pyogenic-meningitis?lang=us
https://radiopaedia.org/articles/pyogenic-meningitis?lang=us
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180
Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.3
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Tablets ou notebooks.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MOORE, K L.; DALLEY, A F.; AGUR, A M R. Anatomia Orientada para Clínica, 8ª edição. 
Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2018. E-book. ISBN 9788527734608. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/. Acesso 
em: 05 jan. 2023.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/
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181
Roteiro de medicina laboratorial
Infecções bacterianas de vias 
aéreas superiores (IVAS): alterações 
morfológicas e tratamento 
farmacológico
LOCAL
Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Analisar os aspectos farmacocinéticos e farmacodinâmicos dos anti-
inflamatórios esteroidais (AIEs). 
Caracterizar toxicidade e efeitos adversos dos anti-inflamatórios esteroidais 
(AIEs).
Correlacionar a importância do uso terapêutico dos dos anti-inflamatórios 
esteroidais (AIEs) em combinação com os fármacos antibióticos.
ESTAÇÃO 1: ANTI-INFLAMATÓRIOS ESTEROIDAIS - 
PREDNISONA
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO
1. Leia o texto a seguir e realize a atividade “A”.
Aos 9 anos de idade, João começa a perceber que, algumas vezes, mal consegue 
manter a respiração, especialmente quando faz exercícios. Apresenta 
sucessivas crises de asma e nenhum tratamento parece surtir efeito. O médico, 
SP 2.3
1 2 3 4 5
182
mesmo preocupado com uma possível parada de crescimento de João, acaba 
prescrevendo prednisona oral e pede aos pais que verifiquem se o medicamento 
está sendo tomado diariamente. Depois de algumas semanas, as crises de João 
começam a ceder. Durante esse período, o médico acompanha atentamente o 
crescimento linear de João. Dois anos mais tarde, ele chega à conclusão de 
que um novo glicocorticoide inalado pode ser uma medicação mais segura. 
João muda, então, para o glicorticoide inalado e suspende a prednisona oral.
A. Construa uma linha do tempo desde os sintomas iniciais que levaram João a 
procurar o médico às hipóteses levantadas que determinaram as escolhas 
terapêuticas.
Atenção: Cada etapa deverá ser identificada com uma cor de caneta.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Computadores e/ou tablets com acesso à internet folhas de sulfite e canetinhas 
coloridas.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
HILAL-DANDAN, R.; BRUNTON, L. Manual de Farmacologia e Terapêutica de Goodman 
& Gilman. Porto Alegre: Grupo A, 2015. E-book. ISBN 9788580555066. Disponível 
em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555066/. 
Roteiro de medicina laboratorialSP 2.3
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555066/
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183
ESTAÇÃO 2: TOXICIDADE POR ANTI-INFLAMATÓRIOS 
ESTEROIDAIS - PREDNISONA
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: PREDNISONA - INDICAÇÕES E SEUS EFEITOS ADVERSOS
1. Leia o texto a seguir e responda às questões “A e B”.
A prednisona é indicada para o tratamento de várias doenças endócrinas, 
osteomusculares, reumáticas, dermatológicas, alérgicas, oftalmológicas, 
respiratórias, hematológicas, neoplásicas e outras que respondam ao 
tratamento com corticosteroides.
A. Considere uma paciente com artrite reumatoide que faça uso diário de 
60mg de prednisona e construa um mapa conceitual do seu mecanismo de 
ação e de seus efeitos adversos. Para responder, acesse a Minha Biblioteca 
e/ou internet.
B. Quais os efeitos tóxicos da superdosagem da prednisona?
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Computadores e/ou tablets com acesso à internet. Folhas de sulfite e canetas 
coloridas (azul, preta, vermelha e verde).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
HILAL-DANDAN, R. BRUNTON, L. Manual de Farmacologia e Terapêutica de Goodman 
& Gilman. Porto Alegre: Grupo A, 2015. E-book. ISBN 9788580555066. Disponível 
em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555066/. 
Roteiro de medicina laboratorialSP 2.3
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555066/
1 2 3 4 5
184
ESTAÇÃO 3: PRESCRIÇÃO AIES
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO
1. Considere os casos clínicos abaixo e responda às questões “A” e “B”.
Caso clínico A
Maria, 18 anos, chega ao Pronto Atendimento queixando-se de mal-estar, dor 
no corpo, febre e dor de garganta, não conseguindo se alimentar direito. Relata 
que os sintomas começaram há 2 dias.
Caso clínico B
Dora, 25 anos, chega ao Pronto Atendimento queixando-se de dor ao deglutir 
e mal-estar. Relata que esteve no hospital há 10 dias, quando foi diagnosticada 
com amigdalite, sendo prescrito antibiótico por 7 dias. Salienta que as dores 
de garganta são diárias e causam bastante desconforto.
A. Em que situação é mais indicadoo uso do AIE?
B. Uma vez que as interações podem comprometer a farmacodinâmica e a 
farmacocinética de fármacos, cite possíveis interações entre antibióticos 
listados com alimentos e/ou outros medicamentos.
C. Como é calculada a dosagem adequada da prednisona? Quais os efeitos da 
superdosagem?
Para justificar a escolha, construa um mapa mental com a farmacocinética e a 
farmacodinâmica dos fármacos em questão.
Roteiro de medicina laboratorialSP 2.3
1 2 3 4 5
185
Roteiro de medicina laboratorialSP 2.3
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Computadores e/ou tablets com acesso à internet, folhas de sulfite e canetas 
coloridas (azul, preta, vermelha e verde).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
HILAL-DANDAN, R; BRUNTON, L. Manual de Farmacologia e Terapêutica de Goodman 
& Gilman. Porto Alegre: Grupo A, 2015. E-book. ISBN 9788580555066. Disponível 
em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555066/. 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555066/
1 2 3 4 5
186
Encerramento da sessãoSP 2.3
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: FATO OU FAKE?
1. Retome os pontos levantados na abertura da aula para responder se a afirmativa 
abaixo é verdadeira ou falsa. Justifique sua resposta.
Sinusite pode virar meningite.
ATIVIDADE 2: AINES OU AIES?
1. Você será dividido em grupo. 1 grupo representará os AINEs e outro, os AIEs. 
Em cada grupo, um estudante irá representar o(a) paciente, e o outro, o(a) 
médico(a). Em seguida o(a) médico(a) do grupo AINEs deverá explicar para o(a) 
paciente do grupo AIEs a escolha pela prescrição do AINEs e não do AIEs, e este, 
por usa vez, deverá questioná-lo(a). Já o(a) médico(a) do grupo AIEs deverá 
explicar para o(a) paciente do grupo AINEs a sua escolha pela prescrição do 
AIEs e não do AINEs, sendo também questionado(a), quando necessário.
1 2 3 4 5
187
ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO
1. Leia o texto abaixo para seguir com as atividades propostas.
L. I. O., 56 anos de idade, sexo masculino, casado. Iniciou, há 10 dias, com 
queixa de mialgia generalizada leve, congestão nasal, cefaleia holocraniana 
leve e astenia, sem febre. Evoluiu com tosse produtiva, expectoração clara 
que se tornou amarelada, e a cefaleia passou a ser frontal, contínua, com 
“sensação de peso” no rosto. Hipertenso há 4 anos em uso de atenolol 50 mg 
de 12/12h. Ao exame físico, apresentou dor à palpação de seios maxiliares; 
oroscopia: rinorreia posterior amarelada, amídalas sem alterações; campos 
pleuro-pulmonares livres, sem ruídos adventícios. Após anamnese e exame 
físico, o paciente foi diagnosticado com sinusite bacteriana e foi iniciado 
moxifloxacino 400 mg/dia, por um período de 10 dias. Depois de 3 dias 
do início do tratamento, evoluiu com melhora dos sintomas. No 5º dia, o 
paciente começou a apresentar tonturas, astenia, inapetência e náuseas. Foi 
então internado e, nos exames admissionais (hemograma, bioquímica e ECG), 
apresentou:
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 2.3
HEMOGRAMA / BIOQUÍMICA
Valores obtidos Valores referência
Hemoglobina 12,8 11,5 - 16 g/dL
Hematócito 40 36 - 47%
Leucócitos 8.650 4.000 - 11.000/mm3
Bastões 1 1-5%
Plaquetas 300.000 150.000 - 450.000/mm3
Na+ 145 135 - 145 mEgl/L
K+ 3,8 3,5 - 5,5 mEg/L
Creatina 1.0 0,6 - 1,2 mEg/L
ECG
Bradicardia sinusal (FC: 46 bpm)
1 2 3 4 5
188
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 2.3
No 2º dia de internação, evoluiu com agitação, ansiedade, formigamento em 
MMSS. Foram quantificadas enzimas cardíacas, cujos resultados mostraram-se 
normais. No 3º dia, houve piora da ansiedade e leve confusão mental. Nesse 
dia, foi suspenso o antibiótico e mantido apenas a hidratação oral. No 4º dia, 
o paciente evoluiu com melhora dos sintomas, relatando apenas sensação de 
“boca amarga”. Dessa forma, recebeu alta hospitalar e retornou ao médico 
dois dias depois apresentando melhora completa dos sintomas. Realizou 
então novo hemograma (com resultado normal) e ECG com ritmo sinusal e FC: 
68 bpm.
A. Quais microrganismos estão mais relacionados à sinusite bacteriana?
B. Quais antibióticos são de escolha no tratamento da sinusite bacteriana?
C. Qual o mecanismo de ação das quinolonas?
D. Quais eventos adversos mais comuns estão associados às quinolonas?
E. Baseado nos eventos adversos causados pelo moxifloxacino, o que deve ter 
acontecido com esse paciente?
189
NOME DO AUTOR
INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO
CURRÍCULO LATTES
Sandra Regina Mota Ortiz USJT
http://lattes.cnpq.
br/5473750086356603
Vivian Alessandra Silva Inspirali
http://lattes.cnpq.
br/2073575970699504
CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS
DESTE MATERIAL DIDÁTICO
PARECERISTA
INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO
CURRÍCULO LATTES
Vivian Alessandra Silva Inspirali
http://lattes.cnpq.
br/2073575970699504
Robson de Jesus AGES - Jacobina
http://lattes.cnpq.
br/3574190123354874
http://lattes.cnpq.br/5473750086356603
http://lattes.cnpq.br/5473750086356603
http://lattes.cnpq.br/2073575970699504
http://lattes.cnpq.br/2073575970699504
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190
SP 2.4
Hospital, nunca mais! 
Quadros infecciosos:
sepse e choque
séptico
1 2 3 4 5
191
ATIVIDADE 1: VIDEOAULAS NO ULIFE
O termo infecção generalizada é utilizado muitas vezes por leigos para indicar 
uma grave infecção que acomete diferentes regiões do corpo. Reflita sobre qual 
o significado clínico desse termo e, depois, siga para a trilha de aprendizagem.
1. Prezado(a) aluno(a), para dar início à sua trilha de aprendizagem, assista às 
videoaulas abaixo, disponíveis no Ulife.
A. Eventos anatomopatológicos vistos em pacientes com sepse;
B. Infecções de partes moles;
C. Resistência a antimicrobianos (AMR) e infecção relacionada à assistência à 
saúde (IRAS);
D. Resistência bacteriana aos antibióticos.
2. Descreva sobre a definição de sepse e choque séptico. 
3. Leia o livro MOORE, K L.; DALLEY, A F.; AGUR, A M R. Anatomia Orientada 
para Clínica, 8ª edição. Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2018. E-book. ISBN 
9788527734608. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.
br/#/books/9788527734608/. Acesso em: 07 jan. 2023. Leia da página 399 
até a página 400 e faça uma anotação sobre os tópicos abaixo:
A. Limite superior da cavidade abdominal;
B. Limite inferior da cavidade abdominal;
C. Músculos que formam a parede anterolateral da cavidade abdominal.
Trilha de aprendizagem pré-aulaSP 2.4
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/
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Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: LINHA DO TEMPO SEPSE E CHOQUE 
SÉPTICO
Os(as) alunos(as) deverão se dividir em 2 grupos. Um grupo ficará responsável 
por representar uma linha do tempo da evolução da sepse, e o outro grupo ficará 
responsável por representar uma linha do tempo da evolução do choque séptico. 
1. Após as apresentações dos grupos, os(as) alunos(as) deverão discutir:
A. As duas linhas do tempo;
B. As possíveis intervenções medicamentosas;
C. Como a infecção pode se propagar entre as cavidades corpóreas e quais 
os órgãos mais afetados pelo aumento da permeabilidade vascular e lesão 
endotelial.
Abertura da sessãoSP 2.4
1 2 3 4 5
193
Roteiro de laboratório morfofuncional
Quadros infecciosos:
sepse e choque
séptico
 
LOCAL
Laboratório Morfofuncional.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Delimitar as regiões da cavidade abdominal, a partir de critérios anatômicos.
Diferenciar as regiões da cavidade abdominal a partir de seu conteúdo. 
Comparar exames de imagem normais e alterados em indivíduos com 
pielonefrite e pneumonia.
ESTAÇÃO 1: REGIÕES DA CAVIDADE ABDOMINAL
Duração total: 37 minutos
ATIVIDADE 1: PINTURA CORPORAL ENTRE PARES - REGIÕES 
ABDOMINAIS
1. Execute o procedimento abaixo:
A. Formem trios;
B. Em cada trio, definam quem começará no papel de examinador, de paciente 
e de instrutor;
C. Lave as mãos e prenda o cabelo;
D. Preparar as mãos para o toque: aqueça, movimente e alongue.SP 2.4
1 2 3 4 5
194
Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.4
Para o(a) examinador(a): Cubra a maca com lençol descartável.
• Posicione seu paciente (sentado ou em pé, com os pés paralelos e com o 
tronco e cabeça alinhados).
• Aborde o paciente de maneira ética e objetiva.
• Com a mão espalmada e firme, palpe a região do corpo onde se situa a 
estrutura que deseja estudar.
• Se necessário, reposicione o paciente para melhor palpar cada estrutura.
Para o(a) paciente:
• Perceba o toque do colega. Gentilmente, forneça a ele informações que 
revele qual a sua percepção sobre o exame. Por exemplo, se a mão está fria, 
dura, áspera, unhas cortantes, suada, pesada etc.
• Observe se o examinador de fato está palpando a estrutura estudada ou se 
está equivocado. Gentilmente, forneça a ele informações que o ajudem a 
atingir a estrutura estudada.
Para o(a) instrutor:
• Leia as instruções do roteiro para o examinador e o ajude a executar a 
palpação.
Após o examinador finalizar o exame, os papéis devem se inverter e o paciente 
passará a ser examinador. Sugestão: mude periodicamente a sua dupla de aula 
de palpação, procurando colegas de gêneros e biótipos diferentes.
2. Com o lápis de maquiagem, o(a) examinador(a) desenha no paciente:
• Plano medioclavicular direito e esquerdo;
• Plano subcostal (atravessa a margem inferior da X cartilagem costal);
1 2 3 4 5
195
Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.4
• Plano intertubercular (atravessa os tubérculos ilíacos, aproximadamente 5 
cm posterior às espinhas ilíacas; ântero-superiores de cada lado, e o corpo 
de L5).
3. Com o lápis de maquiagem, o(a) examinador(a) delimita no paciente as 
seguintes regiões:
• Regiões clínicas superiores;
• hipocôndrio direito;
• epigástrio;
• hipocôndrio esquerdo;
• Regiões clínicas médias:
• lateral direito (popularmente chamada de flanco direito);
• umbilical (popularmente chamada de mesogástrio);
• lateral esquerdo (popularmente chamada de flanco esquerdo).
• Regiões clínicas inferiores:
• Inguinal direita (popularmente chamada de fossa ilíaca direita);
• Púbica (popularmente chamada de hipogástrio);
• Inguinal esquerda (popularmente chamada de fossa ilíaca esquerda).
ATIVIDADE 2: PINTURA CORPORAL ENTRE PARES - QUADRANTES 
ABDOMINAIS
1. Inverta o papel do examinador e do paciente. Com o lápis de maquiagem, o(a) 
examinador desenha no paciente: 
Plano T trans umbilical: atravessa o umbigo (entre l3 e 4).
Plano mediano.
Delimite com o lápis no abdome do paciente os seguintes quadrantes:
• Quadrante superior direito;
• Quadrante superior esquerdo;
• Quadrante inferior direito;
• Quadrante inferior esquerdo.
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196
Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.4
ATIVIDADE 3: COMPLETE A TABELA
1. Complete a tabela abaixo com as vísceras contida em cada quadrante 
abdominal. Utilize o torso para ajudar no preenchimento da tabela.
Espaços Conteúdo
Quadrante superior direito
Quadrante superior esquerdo
Quadrante inferior direito
Quadrante inferior esquerdo
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Kit para pintura corporal: lápis de maquiagem, demaquilante, lenço umedecido, 
maca e lenço descartável para maca. Modelo anatômico: torso.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
MOORE, K L.; DALLEY, A F.; AGUR, A M R. Anatomia Orientada para Clínica, 8ª edição. 
Rio de Janeiro: Grupo GEN, 2018. E-book. ISBN 9788527734608. Disponível em: 
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/. Acesso 
em: 05 jan. 2023.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788527734608/
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197
Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.4
ESTAÇÃO 2: EXAMES DE IMAGEM DA CAVIDADE 
ABDOMINAL E TORÁCICA
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: EXAMES DE IMAGEM DA CAVIDADE ABDOMINAL 
(TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA)
1. Acesse o App iMaios E-Anatomy https://www.imaios.com/br/e-anatomy/ 
Abdômen e Pelve/ TC da cavidade peritoneal para captar imagens normais do 
rim.
Identifique:
• Rim direito e esquerdo.
• Medula renal.
• Pirâmide renal.
• Córtex renal.
• Coluna renal.
• Seio renal.
• Pelve renal. 
• Ureter.
2. Acesse o link https://radiopaedia.org/cases/pyelonephritis-3?lang=us para 
captar imagens do rim de um paciente com pielonefrite.
https://www.imaios.com/br/e-anatomy
https://radiopaedia.org/cases/pyelonephritis-3?lang=us
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198
Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.4
ATIVIDADE 2: EXAMES DE IMAGEM DO TÓRAX (RADIOGRAFIA)
1. Acesse o App iMaios E-Anatomy https://www.imaios.com/br/e-anatomy / 
Corpo Inteiro / Radiografias do tórax e abdome-pelve para analisar imagens 
normais do tórax. Acesse o link https://radiopaedia.org/cases/pneumonia-
right-middle-lobe-1?lang=us para analisar imagens do tórax em paciente com 
pneumonia.
2. Preencha a tabela a seguir.
3. Preencha a tabela abaixo:
Estrutura 
anatômica
Sem 
pielonefrite
Com 
pielonefrite
Aspectos que permitiram 
diferenciar o rim 
esquerdo acometido pela 
pielonefrite
Rim esquerdo Cole aqui uma 
imagem do rim 
esquerdo
Cole aqui uma 
imagem do rim 
esquerdo
Preencha aqui
Pelve renal 
(esquerda)
Cole aqui uma 
imagem da pelve 
renal esquerda
Cole aqui uma 
imagem da pelve 
renal esquerda
Preencha aqui
https://www.imaios.com/br/e-anatomy
https://radiopaedia.org/cases/pneumonia-right-middle-lobe-1?lang=us
https://radiopaedia.org/cases/pneumonia-right-middle-lobe-1?lang=us
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199
Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.4
Estrutura anatômica Normal Pneumonia
Partes moles
Há alterações das partes moles 
torácicas (pele, subcutâneo, 
músculos, mamas, como a 
presença de calcificações, 
assimetria mamária ou enfisema? 
Há alterações do abdome 
superior ou região cervical?
Sem alterações ou 
com alterações?
Sem alterações ou 
com alterações?
Arcabouço ósseo 
É possível identificar alterações 
na coluna, arcos costais, 
clavículas, ossos dos ombros e 
demais componentes ósseos 
(alterações mais comumente 
identificadas: alterações 
degenerativas, fraturas, por 
vezes, lesões suspeitas)?
Íntegro ou com 
alterações?
Íntegro ou com 
alterações?
Mediastino e traqueia
Há alargamento mediastinal, 
desvio da traqueia e estruturas 
mediastinais?
Estruturas 
centradas ou 
deslocadas?
Estruturas 
centradas ou 
deslocadas?
Hilos e trama vascular pulmonar
Há aumento vascular ou 
linfonodal do hilo pulmonar, 
deslocamento hilar, redistribuição 
ou cefalização da trama vascular 
pulmonar?
Aspecto habitual ou 
alterado?
Aspecto habitual ou 
alterado?
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200
Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.4
Parênquima pulmonar
Há opacidades pulmonares, 
difusas ou focais?
Transparência 
normal, sem 
opacidades ou 
com opacidades 
alveolares, 
intersticiais, 
nódulos, massas e 
cavidades, entre 
outros?
Transparência 
normal, sem 
opacidades ou 
com opacidades 
alveolares, 
intersticiais, 
nódulos, massas e 
cavidades, entre 
outros?
Cúpulas e seios costofrênicos
Há doença pleural (derrame, 
espessamento)? Há obliteração 
das cúpulas diafragmáticas e dos 
seios costofrênicos?
Livres ou 
obliterados?
Livres ou 
obliterados?
Coração
Analisar a silhueta cardíaca. A 
área cardíaca é medida pelo 
índice cardio-torácico (relação 
do maior diâmetro transverso 
do coração sobre o diâmetro 
interno da caixa torácica ao 
nível cardíaco), que no adulto é 
menor ou igual a 50%, quando 
aferido na imagem em PA 
(inspirada e em ortostase). Há 
alteração da silhueta e área 
cardíaca ou aumento isolado de 
câmara cardíaca ou hipertensão 
pulmonar?
Morfologia e índice 
cardiotorácico 
normais ou 
alterados?
Morfologia e índice 
cardiotorácico 
normais ou 
alterados?
Aorta
Analisar a aorta torácica. Há 
ectasia, ateromatose aórtica ou 
outras alterações?
Com ou sem 
alterações?
Com ou sem 
alterações?
1 2 3 4 5
201
Roteiro de laboratório morfofuncionalSP 2.4
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Tablets ou notebooks.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
DAFFNER, R H. Radiologia Clínica Básica. [Digite o Local da Editora]: Editora 
Manole, 2013. E-book. ISBN 9788520451809. Disponível em: https://integrada.
minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520451809/.Acesso em: 07 jan. 2023. 
Página 334.
WADA, D. T.; RODRIGUES, J. A. H.; SANTOS, M. K. Aspectos técnicos e roteiro de 
análise da radiografia de tórax. Medicina (Ribeirão Preto), [S. l.], v. 52, n. supl1., 
p. 5-15, 2019. DOI: 10.11606/issn.2176-7262.v52isupl1.p5-15. Disponível em: 
https://www.revistas.usp.br/rmrp/article/view/154763. Acesso em: 7 jan. 2023.
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520451809/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520451809/
https://www.revistas.usp.br/rmrp/article/view/154763
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202
Roteiro de medicina laboratorial
Quadros infecciosos:
sepse e choque
séptico
 
LOCAL
Laboratório de Medicina Laboratorial ou Laboratório Multidisciplinar.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM
Analisar o conceito, a classificação, a fisiopatogenia e a farmacoterapia na 
sepse.
Analisar o conceito, a classificação, a fisiopatogenia e a farmacoterapia no 
choque séptico. 
Sintetizar o diagnóstico diferencial entre sepse e choque séptico. 
ESTAÇÃO 1: FISIOPATOGENIA E FARMACOTERAPIA
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO
1. Paciente do sexo masculino, 42 anos, morador do interior de São Paulo, 
trabalhador rural, hipertenso controlado. Foi atendido em Unidade de 
Emergência da região apresentando tosse com expectoração, dispneia, 
sudorese e dor pleurítica há dois dias. Há duas semanas, tem relatado 
sintomas de infecção de vias aéreas superiores. No exame físico geral, 
encontrava-se desconfortável, agitado, sudoreico, taquidispneico; exame do 
aparelho respiratório com murmúrio vesicular diminuído bilateralmente no 
SP 2.4
1 2 3 4 5
203
tórax com estertores crepitantes e apresentou opacidade em terço médio e 
inferior de hemotórax direito, borrando o contorno da cúpula costo-frênica 
(derrame pleural). A análise laboratorial do sangue, no momento da admissão, 
revelou contagem parenquimatosa e nódulos com atenuação de partes moles 
em campo pulmonar direito, derrame pleural bilateral e opacidades lineares 
subpleurais em bases pulmonares. Paciente evoluiu com sinais de desconforto 
respiratório. Foi realizada drenagem torácica bilateral em centro cirúrgico, 
com saída de grande quantidade de líquido purulento e fétido (empiema), 
e o paciente seguiu encaminhado para Unidade de Tratamento Intensivo, 
sendo intubado, colhido lavado broncoalveolar e enviado para cultura que 
apresentou crescimento de Staphylococcus aureus oxacilina resistente (MRSA). 
O quadro evoluiu de forma rápida e grave, paciente recebeu tratamento com 
teicoplamina e piperacilina-tazobactam, apresentando cultura de lavado 
broncoalveolar negativa em 24h, porém evoluiu com insuficiência respiratória 
e óbito, 48h da entrada no hospital.
A. Construa uma linha do tempo, considerando os eventos ocorridos, os sinais 
e sintomas e as condutas tomadas que justifiquem um quadro de sepse.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Computadores e/ou tablets com acesso à internet, folhas de sulfite e canetas 
coloridas (azul, preta, vermelha e verde).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
LEVINSON, W. CHIN-HONG, P. JOYCE, E. et al. Microbiologia Médica e Imunologia: 
um manual clínico para doenças infecciosas. Porto Alegre: Grupo A, 2021. E-book. 
ISBN 9786558040156. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.
br/#/books/9786558040156/. 
Roteiro de medicina laboratorialSP 2.4
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786558040156/
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9786558040156/
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ESTAÇÃO 2: CHOQUE SÉPTICO - FISIOPATOGENIA E 
FARMACOTERAPIA
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: MAPA MENTAL
1. Leia o texto abaixo, acesse a Minha Biblioteca e construa um mapa mental 
indicando as principais alterações que levam à evolução da sepse para um 
choque séptico.
No choque séptico, há uma redução crítica da perfusão tecidual, podendo 
ocorrer falência aguda de múltiplos órgãos, incluindo pulmões, rins e 
fígado.
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Computadores e/ou tablets com acesso à internet, folhas de sulfite e canetas 
coloridas (azul, preta, vermelha e verde).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
HILAL-DANDAN, R. BRUNTON, L. Manual de Farmacologia e Terapêutica de Goodman 
& Gilman. Porto Alegre: Grupo A, 2015. E-book. ISBN 9788580555066. Disponível 
em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555066/. 
Roteiro de medicina laboratorialSP 2.4
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555066/
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ESTAÇÃO 3: DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL - SEPSE 
VERSUS CHOQUE SÉPTICO
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL ENTRE SEPSE E CHOQUE 
SÉPTICO
1. Acesse a Minha Biblioteca e, em uma folha de sulfite, identifique usando os 
post-its coloridos o que deve ser considerado para o diagnóstico diferencial 
entre sepse e choque séptico. Utilize apenas palavras-chave.
2. Conceitue score SOFA e exemplifique um paciente que possa ser diagnosticado 
com sepse.
ATIVIDADE 2: CASO CLÍNICO
1. Leia o texto e responda às questões disparadoras da discussão.
“Pesquisadores e médicos atentos ao problema da resistência de bactérias 
e fungos acreditam que o uso desenfreado de antibióticos no tratamento de 
covid-19 tornará ainda mais drástico o cenário atual, em que já há falta de 
antibióticos capazes de combater certas doenças e microrganismos, que por 
vários fatores, têm se mostrado fortes e hábeis em driblar esses medicamentos. 
Antes da Pandemia, a situação já era preocupante: no cenário mais drástico, até 
2050, a chamada resistência microbiana (doenças resistentes a antibióticos) 
poderá estar associada a 10 milhões de mortes anuais, afirmou a Organização 
Mundial da Saúde (OMS) em 2019. Hoje, acredita-se que pelo menos 700 mil 
pessoas morrem por ano devido à essa resistência microbiana” (https://www.
bbc.com/portuguese/ geral-54532598). Acesso em: 19/11/20). 
A. Quais mecanismos favorecem a resistência bacteriana a antibióticos? 
Roteiro de medicina laboratorialSP 2.4
https://www.bbc.com/portuguese/ geral-54532598
https://www.bbc.com/portuguese/ geral-54532598
1 2 3 4 5
206
MATERIAIS NECESSÁRIOS
Computadores e/ou tablets com acesso à internet, folhas de sulfite e post-it 
coloridos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
HILAL-DANDAN, R. BRUNTON, L. Manual de Farmacologia e Terapêutica de Goodman 
& Gilman. Porto Alegre: Grupo A, 2015. E-book. ISBN 9788580555066. Disponível 
em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555066/. 
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos. 
Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos. Relação 
nacional de medicamentos essenciais: Rename / Ministério da Saúde, Secretaria 
de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Departamento de Assistência 
Farmacêutica e Insumos Estratégicos, 7. ed. Brasília, 2010. 
Roteiro de medicina laboratorialSP 2.4
https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788580555066/
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207
Encerramento da sessãoSP 2.4
Duração total: 25 minutos
ATIVIDADE 1: POST-IT SURPRESA
1. Realizar uma discussão com os grupos com base nas questões abordadas 1. 
Discutir juntamente com seu grupo sobre o post-it surpresa e após, apresentar 
à turma.
1 2 3 4 5
208
ATIVIDADE 1: CASO CLÍNICO
1. Leia o caso clínico a seguir para responder às questões de “A” a “D”.
Caso clínico
D.S.G, 54 anos de idade, sexo feminino, diabética, dislipidêmica e asmática. 
Relata inapetência, diarreia muco sanguinolenta de odor fétido, náuseas, 
vômitos e febre há 3 dias após ingesta de alimento de procedência 
desconhecida. Paciente procurou atendimento em UBS em duas ocasiões, 
sendo prescrita hidratação ambulatorial e sintomáticos. No 3º dia após início 
dos sintomas, foi ao serviço de emergência hospitalar com quadro clínico de 
hipotensão e taquicardia. DSG foi transferida para a UTI devido à hipotensão 
refratária à infusão de 1000 mL de cristaloide associada á noradrenalina a 0,4 
mcg/kg/min ainda em acesso periférico. Outros 15 familiares apresentaram 
sintomas semelhantes com menor severidade. Refere diarreiaem grande 
quantidade com aspecto purulento e perda do controle esfincteriano. Foi 
iniciado antibiótico endovenoso (Amoxacilina com Clavulanato em dose plena). 
Puncionado acesso venoso central, feito mais 30 mL/kg de Ringer Lactato. 
Constatada PVC de 5 mmHg. Realizada IOT e iniciada Hidrocortisona 50 mg de 
6/6h. Em exames iniciais na UTI, apresentou hiperlactatemia. Já em Ventilação 
Mecânica, apresentou: SaO2: 72%, PaCO2: 40 mmHg, HCO3-: 13,6 mEq/L, BE: 
- 10,5, revelando acidose metabólica. Optado por troca precoce do antibiótico 
para Ceftriaxona, de modo a melhorar a cobertura empírica para Salmonella 
ssp. e Metronidazol para manter a cobertura anaerobicida. Evoluiu para choque 
refratário, anúria e foi a óbito 18h após dar entrada na UTI com noradrenalina 
a 2,4 mcg/kg/min, em assistolia. Exame físico: Geral: mal estado geral, lúcida 
e orientada na chegada ao hospital. SSVV: FC: 130 bpm, FR: 24 ipm, Tax: 38,1 
ºC, PAM: 54 mmHg, SaO2: 96% (O2 a 2 L/min). Face: sem achados dignos de 
nota em orelhas, olhos, nariz e cavidade oral. Ausência de linfonodomegalias 
palpáveis. Neurológico: ausência de sinais focais. Pulmonar: MV+ em AHT com 
presença de sibilos expiratórios. Cardíaco: BNFR em 2T, s/S. Abdome: flácido, 
distendido, RHA aumentados, depressível. Dor difusa à palpação com pouca 
defesa, sem sinais de peritonismo. Membros: tempo de enchimento capilar de 
10s, ausência de cianose ou edema. Articulações: ausência de sinais dignos de 
nota. Em relação ao caso clínico, responda.
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 2.4
1 2 3 4 5
209
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 2.4
Hemograma
Valores obtidos Valores referência
HB 11,5 11,5 — 16 g/dL
Ht 36 36 — 47 %
Leucócitos 18.000 4.500 — 11.000 /mm3
Mielócitos 8% -
Metamielócitos 24% -
Neutrófilos 54 50 — 70 %
Bastonetes 44 1 — 3%
Linfócitos 10 20-47%
Bioquímica
Ureia 33 15 — 50 mg/dL
Na+ 142 135 — 145 mEg/L
Mg2+ 2,1 1,5 — 2,5 mEg/L 
K+ 4,5 3,5 — 5,5 mEg/L 
Bilirrubina Total 0,94 0,3 — 1,2 mg/dl 
TGO 31 15 — 40 U/L
TGP 25 10 — 40 U/L 
FA 96 25 — 100 U/L 
GGT 20 15 — 63 U/L 
TP (conc.) 18,5s (40%) 11,6s (100%) 
Cr 1,5 0,6 — 1,2 mg/dL 
Lac 3,1 0,5 — 2,2 mmol/L 
1 2 3 4 5
210
Trilha de aprendizagem pós-aulaSP 2.4
Gasometria Arterial 
pH 7,34 7,35 — 7,45
PaO2 76,7 80 — 100 mmHg
PaCO2 25,3 35 — 45 mmHg
HCO2 13,6 22 — 26 mEg/L
Exames Bacteriológicos
Hemocultura Posiliva
Salmonala ssp (Não 
Typhi)
Coprocultura
Posiliva
Salmonala ssp (Não 
Typhi)
Negativo Crypiosporidium ssp
Negativo Campylobacter sp 
Leucócitos focais Positivo 
Antibiograma Sem resistência bacteriana
Legenda: Hb: hemoglobina, Ht: hematócrito, TGO: transaminase glutâmico 
oxalacética, TGP: transaminase glutâmico-pirúvica, FA: fosfatase alcalina, 
GGT: gama glutamil transferase, TP: tempo de protrombina, Cr: creatinina, 
Lac: lactato.
A. É necessário mais algum exame para o diagnóstico?
B. A conduta terapêutica inicial do caso foi adequada?
C. Qual a conduta terapêutica mais adequada?
211
NOME DO AUTOR
INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO
CURRÍCULO LATTES
Sandra Regina Mota Ortiz USJT
http://lattes.cnpq.
br/5473750086356603
Thiago Cesar Martins
UNISUL - Pedra 
Branca
http://lattes.cnpq.
br/4530929492625680
Vivian Alessandra Silva Inspirali
http://lattes.cnpq.
br/2073575970699504
CONHEÇA OS AUTORES E PARECERISTAS
DESTE MATERIAL DIDÁTICO
PARECERISTA
INSTITUIÇÃO 
DE ENSINO
CURRÍCULO LATTES
Vivian Alessandra Silva Inspirali
http://lattes.cnpq.
br/2073575970699504
Robson de Jesus AGES - Jacobina
http://lattes.cnpq.
br/3574190123354874
Bruno Santos Souza AGES
https://lattes.cnpq.
br/3797714737481727
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