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2 Guimaraes e Barbosa (2012, p. 184) realizaram um estudo sobre a prevalência de alterações auditivas em recém-nascidos em hospital escola, no Centro-Oeste do Brasil. As autoras constataram que "dos 226 recém- nascidos avaliados, 2 (0,9%) tiveram diagnóstico de surdez confirmada. Assim, a prevalência de alterações auditivas na população estudada foi de 0,9% com estimativa de 9:1000 nativivos". Sobre o diagnóstico precoce da surdez, assinale a alternativa CORRETA: FONTE: GUIMARAES, Valeriana de Castro; BARBOSA, Maria Alves. Prevalência de alterações auditivas em recém-nascidos em hospital escola. Int. Arch. Otorhinolaryngol., São Paulo, V. 16, n. 2, 179-185, jun. 2012. Disponível em: Acesso em: 9 ago. 2018. A É desnecessário, já que todos os tratamentos medicamentosos e procedimentos cirúrgicos só podem ser iniciados na adolescência, quando o indivíduo surdo pode decidir fazê-los, ou não. É muito importante, pois pode-se, com isso, iniciar um tratamento adequado já nos primeiros meses de vida da criança, evitando tratamentos tardios e com menos eficácia. É imprescindível, afinal, constatada a surdez, a criança deve obrigatoriamente ser matriculada em uma escola bilíngue até o sexto mês de vida, para aprender Libras. D É desaconselhável, pois requer procedimentos diagnósticos invasivos, desconfortáveis, de alta complexidade que podem acarretar sequelas para as crianças.

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