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Tecnologia e 
protocolos de 
exames em 
tomografia 
computadorizada
O controle de qualidade e a segurança do paciente sempre vêm em primeiro lugar. No caso da 
tomografia computadorizada (TC), essa segurança está ligada às doses administradas de radiação.
Garantir a qualidade das imagens na TC é um passo à frente para diagnósticos mais acurados e 
assertivos ao paciente. Pensando nisso, é necessário um controle de qualidade e dosimetria nos exames 
tomográficos, além de entender as principais grandezas de dose e testes de controle de qualidade.
Nesta unidade, você vai aprender a avaliar a segurança e a proteção do paciente durante a 
realização dos exames de TC, discutindo as formas de prevenção de acidentes e o controle em 
situações adversas, assim como conhecer as ferramentas de manipulação de imagens tomográficas 
e controles de qualidade.
SEGURANÇA, 
CONTROLE DE QUALIDADE
E PÓS-EXAME
3T E C N O L O G I A E P R O T O C O L O S D E E X A M E S E M T O M O G R A F I A C O M P U T A D O R I Z A D A
Para iniciar seus estudos com o pé direito, acesse este link ou 
escaneando o QR Code ao lado e assista ao vídeo sobre esta unidade. 
Além disso, na atividade “O que eu pensava”, aproveite para deixar 
suas primeiras percepções sobre a situação descrita no vídeo.
Introdução à radioproteção 
e ao controle de qualidade
COM O
PÉ DIREITO
A modalidade de tomografia computadorizada 
vem proporcionando ao sistema de saúde muitas 
vantagens relacionadas ao radiodiagnóstico. 
Entre as modalidades de radiodiagnóstico, 
pode-se dizer que nos exames de TC são 
utilizadas altas doses de exposição. Na radiologia 
convencional, a própria imagem no filme 
restringe a dose a que o paciente é submetido, 
pois doses elevadas prejudicam a qualidade da 
imagem na radiologia convencional. Veja, no 
infográfico a seguir, mais informações acerca da 
dosagem na TC.
Figura 1. Tomografia computadorizada médica 
com um paciente no laboratório hospitalar
http://www.kaltura.com/tiny/05zbj
4T E C N O L O G I A E P R O T O C O L O S D E E X A M E S E M T O M O G R A F I A C O M P U T A D O R I Z A D A
5T E C N O L O G I A E P R O T O C O L O S D E E X A M E S E M T O M O G R A F I A C O M P U T A D O R I Z A D A
LOGO REFLITO
PENSO,
O critério relativo à dose se baseia no princípio Alara, isto é, em doses tão baixas quanto razoavelmente 
exequíveis, desde que não prejudiquem as informações clínicas desejadas. O princípio Alara define a 
otimização da dose. Você já parou para pensar como seriam os exames sem ele? Será que o paciente 
estaria em segurança realizando esses tipos de exames?
A otimização de um exame tomográfico envolve 
importantes aspectos, como a qualidade da 
imagem, as informações obtidas, a dose no 
paciente e a exposição a que os indivíduos 
ocupacionalmente expostos estão submetidos. 
Equipamentos como dosímetros ajudam nesse 
processo. É essencial que a imagem resultante da 
TC abranja os requisitos clínicos exigidos, ou seja, 
tornando possível realizar um diagnóstico a partir 
do exame adquirido. Mas pense: se precisamos 
otimizar as doses de radiação administradas e 
ainda assim fornecer um exame de qualidade 
diagnóstica, é importantíssimo garantir que 
todos os dispositivos e equipamentos utilizados 
no processo estejam funcionando corretamente, 
não é mesmo?
Figura 2. Tomografia computadorizada de um cérebro 
masculino apontada por uma mão de um médico
Dosímetro: Equipamento ou dispositivo utilizado em dosimetria para a medição de grandezas radiológicas e 
radiação ionizante.
Glossário
Por isso, a realização de testes, como os de 
calibração, de reprodutibilidade espacial, de 
ruído, de linearidade de número de TC, de 
resolução de alto e baixo contraste, de espessura 
de corte, de exatidão do número de TC e de 
artefatos auxiliam na garantia da qualidade. 
Esses testes são realizados sob orientação de 
protocolos internacionais e/ou recomendados 
pelos próprios fabricantes. Acesse o ambiente 
virtual de aprendizagem (AVA) e veja um pouco 
mais esses aspectos. Figura 3. Testes em tomógrafos
Acesse o conteúdo no AVA
6T E C N O L O G I A E P R O T O C O L O S D E E X A M E S E M T O M O G R A F I A C O M P U T A D O R I Z A D A
Os parâmetros responsáveis pelas doses em pacientes que se submetem a exames de TC estão 
associados à faixa de frequência e intensidade do feixe de raios X utilizado, às condições geométricas 
do equipamento, à seleção de protocolos de exames e às dimensões anatômicas do paciente. 
Continue nessa jornada para conhecer mais.
Dosimetria em tomografia computadorizada
A garantia de exames com qualidade em TC, 
além de ser uma necessidade operacional, é 
prevista e exigida pela Resolução de Diretoria 
Colegiada (RDC) nº 611/2022, do Ministério 
da Saúde. O art. 44 diz que as exposições 
médicas de pacientes devem ser otimizadas 
ao valor mínimo necessário à obtenção do 
objetivo radiológico. Isso reforça o princípio de 
otimização de dose, que é um dos princípios de 
proteção radiológica. Entre os itens presentes 
no art. 44, está a necessidade de seleção 
adequada de técnicas, de equipamentos e de 
acessórios para o exame, buscando a garantia 
de qualidade nos exames.
Figura 4. Dosimetrista segurando dosímetro 
pessoal para medir o nível de radiação
Os padrões de qualidade de imagem devem levar em consideração os níveis de referência de 
diagnóstico para pacientes adultos e pediátricos. As doses recebidas por pacientes em procedimentos 
de TC são relativamente altas. Por isso, uma atenção especial deve ser dada aos protocolos de 
dosimetria em TC. Há algumas grandezas de dose que podem ser medidas nos exames de TC. Veja 
a seguir quais são elas.
Índice de dose 
para tomografia 
computadorizada
De acordo com IAEA (2013), o índice de dose para tomografia 
computadorizada (CTDI), no meio, é dado por:
Onde:
• R = leitura em unidades de kerma no ar;
• Nk = fator de calibração da câmara em unidades de kerma, na qualidade 
de feixe apropriada;
7T E C N O L O G I A E P R O T O C O L O S D E E X A M E S E M T O M O G R A F I A C O M P U T A D O R I Z A D A
• Fc = fator de conversão de kerma no ar para dose absorvida no meio (acrílico);
• n = número de cortes tomográficos para cada varredura do sistema;
• L = comprimento ativo da câmara;
• T = espessura nominal do corte tomográfico.
Kerma versus 
dose absorvida
O kerma está relacionado, mas não é o mesmo que a dose absorvida: esta é 
definida como a quantidade de energia depositada pela radiação ionizante 
em uma substância. Já o kerma é a soma das energias cinéticas iniciais de 
todas as partículas carregadas liberadas por radiação ionizante não carregada 
em uma substância. Dosimetria de radiação.
Multiple scan 
average dose
A multiple scan average dose (MSAD) tem como tradução “dose média em 
cortes múltiplos” e é usada para determinar as quantidades absorvidas 
representativas dos procedimentos clínicos. Assim, ela é uma grandeza de uso 
exclusivo em procedimentos tomográficos, representando a dose média em 
um corte no centro de uma câmara de ionização tipo lápis, relativa a uma 
série de cortes tomográficos. Pode ser calculada a partir da seguinte equação:
Índice de dose 
volumétrico
O índice de dose volumétrico (CTDIvol) representa a dose de um protocolo 
específico que pode envolver uma série de varreduras. Esse valor é sempre 
associado a um simulador (phantom) de referência. Essa grandeza estima 
a dose média de radiação dentro de um volume irradiado para um objeto 
de atenuação semelhante ao objeto simulador. Portanto, não representa 
exatamente a dose média para os pacientes, pois estes diferem do objeto 
simulador em tamanho e formas de atenuação (ICRU, 2012).
Onde:
• I = incremento entre cortes consecutivos.
Onde:
• CTDI = índice de dose no meio;
• pitch = movimento da mesa por rotação do tubo de raios X.
8T E C N O L O G I A E P R O T O C O L O S D E E X A M E S E M T O M O G R A F I A C O M P U T A D O R I Z A D A
Dose lenghtproduct
Associado ao CTDIvol, os fabricantes costumam trazer a informação de DLP. 
O DLP recebe essa sigla do termo em inglês “dose lenght product”, sendo 
que essa grandeza é um produto dose e comprimento.
Q
Em termos de qualidade de imagem, há uma grandeza que relaciona a dose e 
a qualidade da imagem. Ela é representada pela letra Q e é considerada o fator 
de qualidade da imagem, que pode ser medida pela razão de parâmetros de 
qualidade de imagem por parâmetro de dose como na equação a seguir:
Dose
efetiva
A partir do DLP, pode-se estimar a dose efetiva (E), utilizando a equação a 
seguir, com unidade de medida em mSv. O valor de DLP será multiplicado pelo 
coeficiente k, que considera a região anatômica de varredura.
O MSAD apresenta níveis de referência de dose média em cortes múltiplos em CT para paciente 
adulto típico (BRASIL, 2005). Acompanhe na imagem a seguir quais são esses números.
Onde:
• L = comprimento de varredura definido no topograma (scout).
A unidade de medida da grandeza DLP é mGycm.
Onde:
• RCR = razão contraste ruído da imagem adquirida.
9T E C N O L O G I A E P R O T O C O L O S D E E X A M E S E M T O M O G R A F I A C O M P U T A D O R I Z A D A
No caso dos índices de doses volumétricos, é importante saber que, embora existam valores 
representativos de dose média por regiões anatômicas, estes não representam limites estabelecidos: 
são apenas referências de doses a partir de estudos realizados com adultos típicos. Confira os valores 
representativos de dose média em TC no Brasil.
1 0T E C N O L O G I A E P R O T O C O L O S D E E X A M E S E M T O M O G R A F I A C O M P U T A D O R I Z A D A
LOGO REFLITO
PENSO,
Ao trabalhar com TC, é importante conhecer os protocolos e os valores de DLP e CTDIvol para 
cada região anatômica, verificando se estão compatíveis com os níveis médios de referência. Você 
imaginava isso? Para exames da cabeça, os fabricantes costumam utilizam um simulador de 16 cm 
como referência; já para os de tórax, abdome e pelve, são utilizados simuladores de 32 cm como 
referência para o CTDIvol.
Tanto o índice de dose volumétrico (CTDIvol) quanto o DLP serão relatados no relatório final do 
exame. Esse documento é gerado automaticamente no fim da realização de um protocolo e traz 
algumas informações referentes ao exame realizado. O relatório fica armazenado dentro da pasta de 
exame do paciente e é conhecido como relatório de dose. Veja, um exemplo:
1 1T E C N O L O G I A E P R O T O C O L O S D E E X A M E S E M T O M O G R A F I A C O M P U T A D O R I Z A D A
O uso de parâmetros de varredura exibidos 
rotineiramente, como mAs e kVp, não é 
bem-sucedido para a determinação de dose 
em TC. Em vez de depender de parâmetros, 
como mAs, kVp e pitch, o uso do CTDIvol 
fornece uma única medida de dose que os 
usuários podem comparar com medidas 
nacionais e internacionais, já tendo em conta 
os efeitos de pitch, colimação do detector, 
distância do tubo de raios X ao centro do 
gantry e outros parâmetros técnicos. Os 
níveis de referência não são limites de dose, 
mas alguns países já adotaram a postura de 
que os usuários que utilizarem doses acima 
dos valores de referência devem ter uma 
justificativa adequada.
Figura 5. Paciente sendo examinado na tomografia computadorizada
1 2T E C N O L O G I A E P R O T O C O L O S D E E X A M E S E M T O M O G R A F I A C O M P U T A D O R I Z A D A
LOGO REFLITO
PENSO,
Você sabia que a grandeza de dose efetiva foi introduzida para calcular a probabilidade de dano 
ao corpo humano, em virtude da combinação das probabilidades de danos aos tecidos e órgãos 
irradiados? A dose efetiva informa o risco global em longo prazo que uma pessoa tem em decorrência 
de um procedimento e é útil para comparar riscos de diferentes procedimentos.
O controle automático de exposição (CAE) é uma tecnologia com grandes possibilidades de diminuição 
de dose ao paciente. Alguns equipamentos de raios X, de mamografia e de TC já apresentam essa 
tecnologia acoplada, principalmente as máquinas mais modernas. A seguir, conheça mais o CAE.
Controle automático de exposição (CAE)
A ferramenta do CAE possibilita a modulação 
da corrente no tubo de raios X (mA) de acordo 
com a espessura do paciente, buscando uma 
quantidade ideal de fótons para cada região 
anatômica analisada. Estudos mostram 
uma redução do Índice de dose volumétrico 
(CTDIvol). O uso de comandos automáticos de 
exposição otimiza a dose utilizada nos exames 
de TC pediátricos e de adultos. Os aparelhos 
mais modernos e atuais de TC podem utilizar 
moduladores de dose, que basicamente é a 
capacidade do aparelho de controlar a dose 
conforme a densidade e o tamanho do paciente. 
Isso reduz efetivamente a dose recebida 
pelo paciente. Ficou curioso para saber mais 
detalhes? Acesse o AVA e veja.
Figura 6. Médica radiologista ajustando a máquina 
de scanner de tomografia computadorizada
São muitas observações que devem ser seguidas no processo de 
aquisição de imagens na TC. Compreenda melhor um exemplo 
desses processos acessando este link ou escaneando o QR Code 
ao lado.
NO PROFESSOR
DE OLHO
Acesse o conteúdo no AVA
http://www.kaltura.com/tiny/006kh
1 3T E C N O L O G I A E P R O T O C O L O S D E E X A M E S E M T O M O G R A F I A C O M P U T A D O R I Z A D A
TIRANDO A
PROVA DOS NOVE Acesse o conteúdo no AVA
Antes de continuar seus estudos, que tal um treino? Avalie seus conhecimentos acessando o AVA.
PAUSA PARA
UM CAFÉ
Aquela pausa estratégia nunca é demais nos estudos, não é mesmo? Então, pare, acesse o AVA e 
ouça a conversa da professora Juliana com a professora Flavia Del Claro antes de continuar.
Acesse o conteúdo no AVA
Controle de qualidade da imagem
Os testes de controle de qualidade para a TC no 
Brasil estão descritos no guia Radiodiagnóstico 
médico: segurança e desempenho de 
equipamentos, elaborado pela Anvisa em 2005. 
Os testes servem para analisar o desempenho dos 
equipamentos, descobrir possíveis falhas técnicas 
e evitar a operação de equipamentos que não 
atendam às condições exigidas e aos requisitos 
de desempenho. São três os principais grupos de 
testes de controle de qualidade em equipamentos 
de TC: de qualidade da imagem, os mecânicos e 
de dose. A qualidade da imagem é influenciada, 
principalmente, pela resolução espacial, pelo 
ruído e pela resolução de contraste. Acompanhe 
no AVA os respectivos testes.
Figura 7. Tomografia computadorizada com a tampa aberta
Resolução de contraste: Representa a capacidade de o equipamento diferenciar objetos com diferentes tamanhos, 
ou seja, é a diferença entre os valores de HU em tecidos adjacentes.
Glossário
TIRANDO A
PROVA DOS NOVE Acesse o conteúdo no AVA
Mais uma pausa. Que tal testar seu conhecimento? Responda a questão no AVA.
Acesse o conteúdo no AVA
1 4T E C N O L O G I A E P R O T O C O L O S D E E X A M E S E M T O M O G R A F I A C O M P U T A D O R I Z A D A
EU PENSO
O QUE
Agora que você já sabe um pouco mais sobre os parâmetros da TC, retorne ao AVA para rever o 
questionamento feito no começo da unidade e responda-o novamente.
Acesse o conteúdo no AVA
SE LIGA!
Chegando ao fim dessa unidade, não deixe de explorar ainda mais o assunto e acesse os materiais 
a seguir.
Radiologia básica 
Como olhar para dose em 
exames de tomografia 
computadorizada
Leia este livro e descubra mais discussões 
acerca da imagem diagnóstica.
Este vídeo traz as grandezas dosimétricas em 
exames de tomografia computadorizada.
Acesse aqui > Acesse aqui >
Entendendo a redução de 
dose na tomografia 
Otimização de dose 
na TC de tórax
Este vídeo discute a redução de dose em 
exames de tomografia computadorizada.
Assista ao vídeo sobre otimização 
de dose em exames de tomografia 
computadorizada na região do tórax.
Acesse aqui > Acesse aqui >
Encerramos por aqui, mas ainda há várias questões para você 
resolver. Então, não deixe de praticar e acesse já seu AVA para 
responder às questões de estudo.
Até mais!Acesse o conteúdo no AVA
https://viewer.bibliotecaa.binpar.com/viewer/9788580551099/36
https://www.youtube.com/watch?v=MHajp6RZ3bs&t=904s
https://www.youtube.com/watch?v=A50XkGxFT5c
https://www.youtube.com/watch?v=KFEBbOpySpY
1 5T E C N O L O G I A E P R O T O C O L O S D E E X A M E S E M T O M O G R A F I A C O M P U T A D O R I Z A D A
AMERICAN ASSOCIATON OF PHYSICISTS IN MEDICINE (AAPM). The measurement, reporting, 
and management of radiation dose in CT. Report 96: AAPM, 2008.
BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Instrução Normativa n° 93, de 27 de 
maio de 2021. Dispõe sobre requisitos sanitários para a garantia da qualidade e da segurança em 
sistemas de tomografia computadorizada médica, e dá outras providências. Brasília, DF: Anvisa, 
2021. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2020/in093_27_05_2021.
pdf. Acesso em: 1º out. 2022.
BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Procedimentos para tomógrafos 
computadorizados. In: BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Radiodiagnóstico 
médico: segurança e desempenho de equipamentos. Brasília, DF: Anvisa, 2005. p. 83-96. Disponível 
em: https://www.saude.go.gov.br/images/imagens_migradas/upload/arquivos/2013-08/manual_
radiodiagnostico.pdf. Acesso em: 1º out. 2022.
BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Resolução de Diretoria Colegiada nº 
611, de 9 de março de 2022. Brasília, DF: Anvisa, 2022. Disponível em: https://in.gov.br/en/web/
dou/-/resolucao-rdc-n-611-de-9-de-marco-de-2022-386107075. Acesso em 1º out. 2022.
BRASIL. Ministério da Ciência Tecnologia e Inovação. Comissão Nacional de Energia Nuclear 
(CNEN). Diretrizes básicas de proteção radiológica. Brasília, DF: CNEN, 2014. Disponível em: 
http://appasp.cnen.gov.br/seguranca/normas/normas.asp?grupo=3. Acesso em 1º out. 2022.
INTERNATIONAL ATOMIC ENERGY AGENCY (IAEA). International basic safety standards on 
protection against ionizing radiation and for safety of radiation sources. Safety Series n. 115. 
Vienna: IAEA, 1996. Disponível em: https://www-pub.iaea.org/MTCD/Publications/PDF/Pub1578_
web-57265295.pdf. Acesso em: 1º out. 2022.
INTERNATIONAL ATOMIC ENERGY AGENCY (IAEA). Quality assurance programme for computed 
tomography: diagnostic and therapy applications. Human Health Series 19: IAEA, 2013.
INTERNATIONAL COMMITTEE FOR RADIOLOGICAL UNITS (ICRU). Radiation dose and image 
quality assessment in computed tomography. Report 87: ICRU, 2012.
TAUHATA, L. et al. Radioproteção e dosimetria: fundamentos. 10. ed. Rio de Janeiro: IRD; CNEN, 2014.
Banco de imagens Pexels, Pixabay e Shutterstock.
SAGAH, 2022.
REFERÊNCIAS

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