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PARACENTESE E TORACOCENTESE 1 PARACENTESE Aspiração líquido intra abdominal Procedimento diagnóstico e terapêutico seguro e eficaz usado na avaliação de vários problemas abdominais: Ascite Lesão abdominal Abdome agudo Peritonite INDICAÇÃO Avaliação do líquido ascítico Avaliação de lesão abdominal fechada ou penetrante Alívio de desconforto respiratorio Avaliação de abdome agudo Avaliação de peritonite aguda ou espontanea Avaliação de pancreatite aguda abdomen com ascite volumoso ⁃ ⁃ ◦ ◦ ◦ ◦ ⁃ ⁃ ⁃ ⁃ ⁃ ⁃ CONTRA INDICAÇÕES Abdome agudo que exige cirurgia imediata Trombocitopenia e coagulopatia Múltiplas operações abdominais prévias Gravidez Infecção no local de punção COMPLICAÇÕES Disfunção circulatória pós paracentese Perfuração de órgãos intra abdomianis Laceração de vasos, sangramento, hematomas Vazamento persistente do líquido ascítico Perda do fio guia Infecção PASSO A PASSO Passo 1 Consentimento informado Reconhecer a anatomia da parede abdominal ⁃ ⁃ ⁃ ⁃ ⁃ ⁃ ⁃ ⁃ ⁃ ⁃ ⁃ ⁃ ◦ ◦ Artéria epigástrica - corre por tras do musculo reto abdominal Local de punção - fora do músculo reto abdominal Abaixo do umbigo Passo 2 Esvaziar a bexiga e estômago Colocar paciente em posição supina horital (decubito dorsal), virando-o ligeiramente para o lado da coleta ⁃ ◦ ◦ Passo 3 Paramentação Assepsia e antissepsia Colocação de campos fenestrado estéreis Anestesia local ⁃ ◦ ◦ ◦ ◦ Passo 4 A mão não dominante traciona a pele lateralmente ao local da punção e a agulha é inserida para criar um trajeto em Z Inserir mandril e depois o cateter - tipo técnica de seldinger - coloca cateter e retira mandril Ultrassonografia guiada passo 5 Remover o mandril e conectar a seringa Aspirar liquido abdominal Passo 6 Apos procedimento, remover gentilmente o cateter Fazer curativo ⁃ ◦ ◦ ◦ ⁃ ◦ ◦ ⁃ ◦ ◦ CRICO E TRAQUEOSTOMIA 2 TORACOCENTESE Alívio Diagnóstico Procedimentos estéreis Procedimento realizado comumente para avaliar ou tratar as coleções de líquido no espaço pleural 10 a 20 ml de líquido normalmente estão presentes no espaço pleural Derrame pleural ⁃ ⁃ ⁃ ⁃ ⁃ ⁃ Normal de liquido: 10 - 20 ml 100 a 150 ml: obliteração do angulo costofrênico -> começa a ter sinais 1 a 1,5 L: opacificação da metade de um hemitórax 2,5 a 2 L: opacificação completa de um hemitórax Transudatos: desequilibrio nas pressões hidrostáticas e oncóticas Exsudatos: inflamação pleural e comprometimenro da drenagem linfática do espaço pleural Medicamentos: nitrofurantoína, dandrolene, metotrexato CARACTERISTICAS DOS EXSUDATOS PLEURAIS Nível de proteina no líquido pleural > 3g/dL Coeficiente de proteina líquido pelural: soro > 0,5 Nível de LDH no liquído pleural > 200 un (> 2/3 do limite sup no soro) Coeficiente de LDH líquido pleural: soro > 0,6 Critérios de Light Ph do liquido pleural > 7,3 Gravidade especifica do liquido pleural > 1.016 INDICAÇÕES Diagnóstico de derrame pleural recém descoberto, especialmente nas seguintes circunstancias: Derrame unilateral, particulamente do lado esquerdo Derrames bilaterais Evidencia de pleurisia - pleurite Paciente febril Silhueta cardiaca normal CONTRA- INDICAÇÕES Causa conhecida, exceto para alívio Coagulopatias Pequeno volume Ventilação mecânica Infecção cutänea COMPLICAÇÕES Pneumotorax Edema pulmonar por rexpansão Hemorragia