Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

MAPEAMENTO DA SIGNIFICÂNCIA 
CULTURAL: VALORES E ATRIBUTOS
Oficina UNIFACS – UC Projeto de Reabilitação, Conservação e Restauro
Bruno Andrade, Paola Maia & Ana Pereira Roders
25-02-24
Valores e
Atributos
A paisagem urbana histórica é a área 
urbana compreendida como o 
resultado de uma sobreposição 
histórica de valores e atributos
culturais e naturais, estendendo-se 
além da noção de “centro histórico” ou 
“conjunto” para incluir o contexto 
urbano mais amplo e seu entorno 
geográfico
“Recomendação sobre a Paisagem Urbana 
Histórica” (UNESCO, 2011)
Valores: por que é importante
Atributos: o que é importante
Atitude • Controlar vieses, quando insensíveis 
a tal patrimônio
• Respeitar e valorizar o que outros 
reconhecem como patrimônio, 
tombado ou não
• Identificar e valorizar os valores (por 
que) e os atributos (o que) do 
patrimônio em seus projetos
• Reconhecer impactos, intencionais e 
não intencionais, positivos e 
negativos
• Adaptar seu processo e métodos
“Heritage: Management, Interpretation, Identity” (HOWARD, 2003)
Evolução do método: de Riegl aos pilares da 
Sustentabilidade
A Grade de Nara (ou Nara Grid) é uma ferramenta em 
formato de matriz que coloca em dialética 
ASPECTOS (ATRIBUTOS) e DIMENSÕES 
(VALORES) para ajudar a avaliar a autenticidade do 
patrimônio cultural com base nos princípios da Carta 
de Nara sobre Autenticidade (1994). 
Escola de Delft: Matriz de Valores para conduzir o 
processo de intervenção projetual. (Kuipers and De 
Jonge (2017, p. 87): Designing from Heritage: 
Strategies for Conservation and Conversion).
Por que conservar?
“Os valores na conservação do patrimônio têm sido
tradicionalmente tratados (…) como uma caixa preta,
com todos os aspectos do valor do patrimônio reduzidos
à "significância" (…), [o que] é problemático porque (…)
os diferentes tipos de valor do patrimônio são
mistificados ou tornados secundários e, assim,
negligenciados”.
MASON, R. Assessing Values in Conservation Planning: Methodological Issues and Choices. In
De la Torre, M.(eds.) Assessing the values of cultural heritage. Los Angeles: Getty
Conservation Institute.
ECOLÓGICO
ESPIRITUAL
ESSENCIAL
EXISTENCIAL
SOCIAL
ESPIRITUAL
EMOCIONAL (IND.)
EMOCIONAL (COL.)
ALEGÓRICO
ECONÔMICO
USO/FUNÇÃO
INUTILIDADE/NÃO-USO
ENTERTENIMENTO
ALEGÓRICO
ANTIGUIDADE
ARTESANAL
MATURIDADE
EXISTENCIAL
OUTROS POLÍTICO
EDUCACIONAL
GESTÃO
ENTRETENIMENTO
SIMBÓLICO
CIENTÍFICO
ARTESANAL
TECNOLÓGICO
CONCEITUAL
ESTÉTICO
ARTÍSTICO
NOTÁBILIDADE
CONCEITUAL
TESTEMUNHO
HISTÓRICO
EDUCACIONAL/ACADÊMIC
O
HISTÓRICO-ARTÍSTICO
HISTÓRICO-CONCEITUAL
SIMBÓLICO
ARQUEOLÓGICO
(PEREIRA RODERS, 2007; SPECKENS, 2010; 
TARRAFA SILVA e PEREIRA RODERS, 2011, 2021)
TARRAFA SILVA, A.; PEREIRA RODERS, A. Taxonomias do significado cultural do
património: valores e atributos. Gestão do Património Cultural: experiências e
desafios, n. 1, 2021.
Adaptado de material de aula da Profa. Ana Pereira Roders (TUDelft, Holanda)
2018 © MEXICAN INSURANCE STORE
V
A
LO
R
E
S 
H
IS
TÓ
R
IC
O
S
1CAMPOS CHAVE
História; História da Arte; Arqueologia
PRINCIPAIS PARTES INTERESSADAS
Especialistas
VALORES RELACIONADOS
Educacional; Histórico-Artístico; Histórico-
Conceitual; Simbólico; Arqueológico
DEFINITION
“Os valores históricos estão na raiz da própria 
noção de patrimônio. A capacidade de um local 
de transmitir, incorporar ou estimular uma 
relação ou reação ao passado faz parte da 
natureza fundamental e do significado do 
patrimônio…”
(MASON, 2002)
V
A
LO
R
E
S 
H
IS
TÓ
R
IC
O
S
1
“…um exemplo excepcional de uma cidade 
colonial espanhola cujo conjunto simboliza sua 
população multiétnica”.
(UNESCO, 1996)
2018 © MEXICAN INSURANCE STORE
Monumentos históricos de Queretaro, Mexico
V
A
LO
R
ES
 E
ST
ÉT
IC
O
S
2CAMPOS CHAVE
História da Arte; Arquitetura; Urbanismo; 
Filosofia
PRINCIPAIS PARTES INTERESSADAS
Especialistas
VALORES RELACIONADOS
Artístico; Notável; Conceitual; Evidencial
DEFINITION
“Em geral, estética refere-se às qualidades 
visuais do patrimônio. As muitas interpretações 
da beleza, do sublime, das ruínas e da qualidade 
das relações formais consideradas de maneira 
mais ampla...”
(MASON, 2002)
2006 © PILE
V
A
LO
R
ES
 E
ST
ÉT
IC
O
S
2
“…a maior conquista arquitetônica em todo o 
espectro da arquitetura indo-islâmica. Sua 
reconhecida beleza arquitetônica…”
(UNESCO, 1996) 
2006 © PILE
Taj Mahal, Agra, India
V
A
LO
R
ES
 S
O
C
IA
IS
3CAMPOS CHAVE
Ciências Sociais e Desenvolvimento
PARTES INETRESSADAS
Não-especialistas
VALORES RELACIONADOS
Espiritual; Emocional; Alegórico
DEFINIÇÃO
“O valor social abrange a importância do 
ambiente histórico para as comunidades
contemporâneas, incluindo o senso de 
identidade, pertencimento e lugar das pessoas, 
bem como formas de memória e associação 
espiritua”.
(JONES, 2017)
2018 © URBAN GUIDES
V
A
LO
R
ES
 S
O
C
IA
IS
3
“Kees van der Leeuw […] queria que a nova 
fábrica incorporasse suas convicções 
humanistas e sociais [….] para promover boas 
relações sociais no ambiente de trabalho.”
(ICOMOS, 2014) 
Van Nellefabriek, Roterdã, Holanda
2018 © URBAN GUIDES
V
A
LO
R
ES
 E
C
O
N
Ô
M
IC
O
S
4CAMPOS CHAVE
Economia e Gestão
PARTES INTERESSADAS
Não-especialistas
VALORES RELACIONADOS
Uso; Não-Uso; Entretenimento; Alegórico
DEFINIÇÃO
O valor econômico é “considerado como a 
integração tanto do seu valor de uso quanto do 
valor de não uso. O valor de uso refere-se aos 
benefícios do uso direto das instalações ou 
serviços pelos usuários […], enquanto o valor de 
não uso é derivado da valoração intangível […] 
dos recursos.”
(KIM ET AL, 2007)
2008 © STOVEL
V
A
LO
R
ES
 E
C
O
N
Ô
M
IC
O
S
4
“O testemunho arquitetônico […] são 
manifestações tangíveis dos principais papéis 
sociais e econômicos e das instituições 
associadas à sociedade do pearl diving 
(mergulho para extração de pérolas).”
(UNESCO, 2012) 
2008 © STOVEL
Pérolas, Testemunho de Economia Insular, 
Bahrein
V
A
LO
R
E
S 
P
O
LÍ
TI
CO
S
5
2005 © BANDARIN
CAMPOS CHAVE
Planejamento; Ciências Políticas; Direito
PARTES INTERESSADAS
Especialistas
VALORES RELACIONADOS
Educacional; Gestão; Entretenimento; Simbólico
DEFINIÇÃO
“O valor político — o uso do patrimônio para 
construir ou sustentar relações civis, 
legitimidade governamental, protesto ou causas 
ideológicas — é um tipo específico de valor 
cultural/simbólico.”
(MASON, 2002)
V
A
LO
R
E
S 
P
O
LÍ
TI
CO
S
5
“… e seus edifícios prisionais simbolizam o 
triunfo do espírito humano, da liberdade e da 
democracia sobre a opressão.”
(UNESCO, 1999) 
2005 © BANDARIN
Ilha Robben, África do Sul
V
A
LO
R
ES
 D
E 
A
N
TI
G
U
ID
A
D
E
6CAMPOS CHAVE
Arqueologia; Antropologia; Química
PARTES INTERESSADAS
Especialistas
VALORES RELACIONADOS
Trabalho artesanal / saber-fazer; Material; 
Existencial (Pátina)
DEFINITION
“A categoria de monumentos de valor de 
antiguidade abrange todo artefato, 
independentemente de sua significação e 
propósito originais, desde que revele a passagem 
de um período considerável de tempo.”
(RIEGL, 1903)
2002 © BOCCARDI
6
“There are few cities in the 
world with (UNESCO, 2007) 
2002 © BOCCARDI
“Há poucas cidades no mundo que sejam tão 
ricas quanto o Cairo em edifícios antigos, […] 
datando do século VII ao século XX”.
(ICOMOS, 1979)
Centro Histórico de Cairo, Cairo, Egito
V
A
LO
R
ES
 D
E 
A
N
TI
G
U
ID
A
D
E
V
A
LO
R
E
S 
C
IE
N
TÍ
FI
C
O
S
7
2007 © BANDARIN
CAMPOS CHAVE
Arquitetura; Tecnologia da Construção; 
Engenharia Civil
PARTES INTERESSADAS
Especialistas
VALORES RELACIONADOS
Trabalho artesanal / saber-fazer; Tecnológico; 
Cocneitual
DEFINITION
“O valor científico ou de pesquisa de um lugar 
dependerá da importância dos dados envolvidos, 
de sua raridade, qualidade ou 
representatividade...”
(ICOMOS AUSTRALIA, 1999)
“…ele representa múltiplas vertentes de 
criatividade, tanto na forma arquitetônica 
quanto no projeto estrutural…”(UNESCO, 2007)
7
2007 © BANDARIN
Casa de Ópera de Sidney, Sydney, Austrália
V
A
LO
R
E
S 
C
IE
N
TÍ
FI
C
O
S
2012 © CHENSIYUAN
V
A
LO
R
ES
 E
C
O
LÓ
G
IC
O
S
8KEY FIELDS
Arquitetos da Paisagem; Ecologistas; Geógrafos; 
Planejadores
KEY STAKEHOLDERS
Especialistas; Não-especialistas
VALORES RELACIONADOS
Espiritual; Essencial; Existencial
DEFINIÇÃO
“…Os valores ecológicos, dentro dos valores 
culturais, dizem respeito ao edifício e sua relação 
com o meio ambiente”.
(PEREIRA RODERS, 2007)
V
A
LO
R
ES
 E
C
O
LÓ
G
IC
O
S
8
“…integrou as montanhas, rios, árvores e 
arquitetura para criar um habitat humano que 
apresenta a unidade entre o homem e a 
natureza.”
(UNESCO, 1997)
Old Town of Lijiang, China
2012 © CHENSIYUAN
(VELDPAUS, 2015; FOROUGHI, 2020)
O que conservar? ATRIBUTOS
O que 
conservar?
“Tanto os atributos 
tangíveis como os 
intangíveis são hoje 
considerados patrimônio 
devido aos valores culturais 
que lhes estão associados. 
(...) os atributos tangíveis 
podem representar 
diretamente um valor 
cultural, ou representar um 
atributo intangível ...”.
Tangível
Objeto Elemento
Construído
Edifício Elemento
Urbano
Elemento 
Natural
Área Conjunto Contexto Área
Todo Paisagem Sobreposição
Intangível
Relacional Caráter Relação 
Objeto-Objeto
Conceitual
Societal Uso Saberes Associação Comunidade
Processo Planejado Espontâneo
VELDPAUS, L. Historic Urban Landscapes: Framing the Integration of Urban and Heritage 
Planning in Multilevel Governance. Tese de Doutorado. Eindhoven University of Technology. 
2015.
Codificação – explicação do método
Centro Histórico do Porto| Portugal
«Situada na foz do Douro e construída nas encostas das colinas voltadas ao rio, a cidade do Porto oferece
uma paisagem urbana excepcional que testemunha os seus dois mil anos de história. Chamada “Portus”
pelos romanos, a cidade sempre esteve intimamente ligada à atividade marítima, fonte da sua
prosperidade secular, como o atestam os seus numerosos monumentos, desde a catedral com o seu coro
românico ao edifício neoclássico da Bolsa, passando pela igreja de Santa Clara, de estilo manuelino
tipicamente português.
(t)área:
área
(i)processo: 
espontâneo
(i)relacional: 
objeto-objeto
(i)relacional: 
conceitual
(t)objeto: 
elemento 
natural
(UNESCO: https://whc.unesco.org/en/list/755)
(t)todo: 
paisagem
(t)objeto: 
edifício(t)objeto: 
edifício
(t)objeto: 
edifício
(t)área:
área
(t)todo: 
paisagem
(t)todo: 
sobreposição
(i)societal: 
uso
https://whc.unesco.org/en/list/755
Codificação – mapa relacional de valores e atributos
Cidade do Porto
colinas
Paisagem 
urbana
fozrio Douro
testemunha
marítima
[Romanos, Portus, porto]
ligada
monumentos
catedral
prosperidade
igreja Santa 
Clara
coro românico
neoclássico
manuelino
construída
voltada
numerosos
Codificação: matriz de hierarquia
TANGIBLEINTANGIBL
E
(FOROUGHI, ANDRADE E PEREIRA RODERS, 2011)
1
2
3
4
9
SOCIAL
SPIRITUAL
EMOTIONAL (IND.)
EMOTIONAL (COL.)
ALLEGORICAL
ECONOMIC
USE
NON-USE
ENTERTAINMENT
ALLEGORICAL
POLITICAL
EDUCATIONAL
MANAGEMENT
ENTERTAINMENT
SYMBOLIC
HISTORIC
EDUCATIONAL
HISTORIC-ARTISTIC
HISTORIC-CONCEPTUAL
SYMBOLIC
ARCHAEOLOGICAL
AESTHETICAL
ARTISTIC
NOTABLE
CONCEPTUAL
EVIDENTIAL
SCIENTIFIC
WORKMANSHIP
TECHNOLOGICAL
CONCEPTUAL
AGE
WORKMANSHIP
EXISTENTIAL
MATURITY
ECOLOGICAL
SPIRITUAL
ESSENTIAL
EXISTENTIAL
Codificando – método explicado
Ilha de Moçambique
Pra quê 
codificar? 
Qual é o 
ganho?
• Revelar a significância cultural 
do bem / sítio;
• Revisar e aprimorar as 
definições apresentadas;
• Ampliar a interdisciplinaridade 
(por exemplo, psicologia, 
linguística, antropologia etc.);
• Evidenciar a natureza dinâmica 
dos valores/atributos;
• Distinguir valores 
inerentes/intrínsecos de valores 
atribuídos/extrínsecos;
Valores: Por que é importante
Atributos: O que é importante
Codificação – exercício de aplicação do método
Centro Histórico de Salvador da Bahia, Brasil
“Como a primeira capital do Brasil, de 1549 a 1763, Salvador da Bahia testemunhou a mistura das culturas
europeia, africana e ameríndia. Foi também, a partir de 1558, o primeiro mercado de escravizados no Novo
Mundo, com escravizados chegando para trabalhar nas plantações de açúcar. A cidade conseguiu
preservar muitos edifícios renascentistas de destaque. Uma característica especial do centro histórico são
as casas de cores vivas, muitas vezes decoradas com finos trabalhos em estuque.”
(UNESCO: https://whc.unesco.org/en/list/309/)
https://whc.unesco.org/en/list/309/
Codificação – exercício de aplicação do método
Ilê Axé Iyá Nassô Oká, Terreiro da Casa Branca do Engenho Velho 
O Ilê Axé Iyá Nassô Oká, Terreiro da Casa Branca do Engenho Velho, é tradicionalmente considerado, nos
meios populares, o mais antigo templo afro-brasileiro ainda em funcionamento. (...) Sua comunidade de culto
segue o rito nagô e se auto-identifica como um “candomblé ketu”, ou “de nação ketu”. (...) O Terreiro (...) de
valor histórico e etnográfico (...) pode ser considerado um monumento vivo e um precioso legado que se
conserva no Brasil da grande civilização iorubana, as origens de cujo florescimento remontam ao século IX.
(...) Fica numa encosta a edificação principal, prédio que compreende o salão de festas, sacrários, cômodos de
uso residencial de hierarcas do egbé, clausura, sala de refeições e cozinha ritual; na mesma encosta se
implantam santuários destacados (ilê orixá) e também casas onde residem membros da comunidade”.
(SERRA, O. Laudo Antropológico: 
Exposição de Motivos para Instrução de 
Pedido de Tombamento)
Codificação – exercício de aplicação do método
Ilê Axé Iá Omin Iamassê, Terreiro do Gantois
“O primeiro testemunho a invocar, quando se postula o reconhecimento do elevado valor histórico e cultural do
Terreiro do Gantois — Ilê Axé Iá Omin Iamassê, é o |de que| (...) representa um dos mais antigos e notáveis
templos afro-brasileiros ainda hoje em atividade, importantíssimo centro de difusão do rito (...) que alcança
todo o Brasil. (...) costuma-se designá-lo como Ebé Oxossi (...) segue o rito ketu, a tradição religiosa nagô. O
nome nagô é o gentílico mais frequentemente aplicado (...) a povos iorubafones da costa ocidental africana e a
seus descendentes dispersos na diáspora negro-americana. (...) existem no Terreiro outros sacra: monumenta
não edificados (naturais), que integram o conjunto (...): arbustos e árvores sagradas, fonte, mancha de
vegetação — (...) investidos de papel simbólico (...) segundo o modelo de uma cosmologia tradicional.
(SERRA, O. Laudo Antropológico: 
Exposição de Motivos para Instrução de 
Pedido de Tombamento)
	Slide 1
	Slide 2
	Slide 3
	Slide 4: Evolução do método: de Riegl aos pilares da Sustentabilidade
	Slide 5
	Slide 6
	Slide 7
	Slide 8
	Slide 9
	Slide 10
	Slide 11
	Slide 12
	Slide 13
	Slide 14
	Slide 15
	Slide 16
	Slide 17
	Slide 18
	Slide 19
	Slide 20
	Slide 21
	Slide 22
	Slide 23
	Slide 24
	Slide 25
	Slide 26
	Slide 27
	Slide 28
	Slide 29
	Slide 30
	Slide 31
	Slide 32
	Slide 33
	Slide 34
	Slide 35

Mais conteúdos dessa disciplina