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MÓDULO 5 - Princípios informativos do procedimento.
1 São princípios informativos do processo civil:
R. A economia processual, oralidade e da cooperação
2 Como regra geral no CPC antigo, o juiz que colheu prova oral em audiência fica vinculado ao julgamento do processo. Esta norma referia-se ao princípio da:
R identidade física do juiz.
3 Em matéria de defesa, entende-se por princípio da eventualidade:
R. A o dever do réu de alegar, na contestação, toda a matéria que lhe aproveita, sob pena de preclusão.
4 Compete ao réu alegar, na contestação, toda a matéria de defesa, expondo as razões de fato e de direito, com que impugna o pedido do autor e especificando as provas que pretende produzir. Esse enunciado legal concerne ao princípio;
R. processual da eventualidade.
5 Pelo princípio da eventualidade, deve o:
R. E réu alegar toda a defesa que tiver contra o autor, na contestação, de forma especificada.
6 O Código de Processo Civil prevê que o comparecimento espontâneo do réu aos autos supre a falta de sua citação. Nessa norma vislumbra-se o princípio processual:
R.A da economia.
7 Em relação aos princípios fundamentais do processo civil, o:
R. E. da demanda é o que determina que nenhum juiz prestará a tutela jurisdicional senão quando requerida pela parte.
8 São Princípios Constitucionais do Processo Civil:
I. Princípio da Inafastabilidade da Jurisdição.
II. Princípio do Juiz Natural.
III. Princípio da Inadmissibilidade de Provas Ilícitas.
IV. Princípio da Fundamentação das decisões.
V. Princípio da Celeridade Processual.
R. D Todas estão corretas.
9 Segundo o art. 5°, inciso XXXV, da Constituição Federal, a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito. Esta regra consagra o princípio:
R. B da inafastabilidade da jurisdição; 
10 O princípio geral do processo que atribui às partes toda a iniciativa, seja na instauração do processo, seja no seu impulso, é o princípio:
R. C dispositivo.
11 O artigo 6º do CPC aponta que “todos os sujeitos do processo devem cooperar entre si para que se obtenha, em tempo razoável, decisão de mérito justa e efetiva.” Tal dispositivo legal aponta para o princípio
R. C da cooperação.
12 Acerca dos princípios do procedimento e do processo civil, assinale a alternativa correta. 
R. O direito da parte de participar do contraditório pode ser alcançado pela preclusão.
13 Joãozinho e Mariazinha fizeram um acordo no processo com fundamento no art. 190, do CPC15, estabelecendo, entre outros pontos, que Joãozinho pagará à Mariazinha o valor de R$ 10.000,00 (Dez mil reais) em 10 (dez) parcelas de R$ 1.000,00 (Hum mil reais). No entanto, chegado o dia do pagamento da primeira parcela (que se daria apenas cinco dias depois de protocolado o acordo), Joãozinho viu-se sem o dinheiro que prometeu pagar e, para protelar, resolveu recorrer da decisão que Homologou o acordo, ou seja, da decisão que julgou válido o acordo, e interpôs o Recurso de Apelação alegando que o prazo fixado para pagamento era muito curto.
Além de ter seu recurso não conhecido, Joãozinho foi condenado a pagar uma multa. Com vistas desse quadro, quais dos princípios abaixo retratam corretamente o princípio de Joãozinho violou:
R. A A Boa-fé e da Cooperação;
14 Quais dos brocardos abaixo não retrata o princípio da boa-fé:
R. D Pacta Sunt Servanda;
15 Joãozinho firmara um contrato com Mariazinha para que ela realizasse, mediante pagamento em dinheiro, a pintura de uma quadro de família. No entanto, Mariazinha nunca entregou o quadro mesmo recebendo o valor devido e, por isso, Joãozinho viu-se obrigado a acionar a Mariazinha no Poder Judiciário cobrando a devolução do dinheiro ou a entrega do serviço contratado. No entanto, infelizmente, por um lapso e por Mariazinha ter um nome muito comum no Brasil, na qualificação acabou errando a digitação no número de CPF da Mariazinha e acabou chamando para o processo pessoa que nunca viu. Citada, essa Maria erroneamente incluída informou o erro de Joãozinho e solicitou ao juiz que a retirasse do processo e chamasse a Mariazinha correta que foi prontamente deferido pelo juiz conforme determina o art. 338, Parágrafo Único do CPC15.
Qual princípio do processo civil retrata corretamente o evento acima:
R. E Primazia do Mérito;
16 No Código de Processo Civil revogado (de 1973) havia o art. 132 que dizia "O juiz, titular ou substituto, que concluir a audiência julgará a lide, salvo se estiver convocado, licenciado, afastado por qualquer motivo, promovido ou aposentado, casos em que passará os autos ao seu sucessor", complementando em seu parágrafo único que "Em qualquer hipótese, o juiz que proferir a sentença, se entender necessário, poderá mandar repetir as provas já produzidas". Tal dispositivo não foi replicado no Novo CPC15, fazendo-se crer que os princípios aí protegidos tivessem sido excluídos definitivamente do Novo Código. No entanto, o art. 366, do Novo CPC15 dispôs que: "Encerrado o debate ou oferecidas as razões finais, o juiz proferirá sentença em audiência ou no prazo de 30 (trinta) dias" demonstrando, finalmente, que não houve uma revogação ou exclusão total, mas apenas uma mitigação de tais princípios.
Sobre quais princípios falam o enunciado acima:
R. C- Da Oralidade e Identidade Física do Juiz;
17- Nada dura para sempre e o tempo é um bem precioso tanto para a parte, como para o Poder Judiciário e, por isso, é necessário que o processo mantenha uma marcha para frente e evite-se regressos inúteis ou resultantes de má-condução anterior, como, por exemplo, a necessidade de fazer nova sentença porque a primeira estava contaminada por vício de falta de citação. Dois princípios informativos do processo civil são fundamentais para a interpretação do Código de Processo Civil nesse sentido, quais são:
R. D Os Princípios da Eventualidade e da Economia, pois o primeiro impõe que o processo siga sempre para frente evitando retorno desnecessários e o segundo impõe o dever de que os atos praticados sejam realizados de maneira correta e adequada para não ser necessário refazê-los;
18 O CPC15 em seu artigo 2º determinou que "O processo começa por iniciativa da parte e se desenvolve por impulso oficial, salvo as exceções previstas em lei". O referido artigo refere-se a quais princípios:
R. B Dispositivo e Inquisitivo;
MÓDULO 6 – Jurisdição. Conceito. Objetivos do Estado ao exercer a jurisdição. Características da jurisdição. Princípios fundamentais da jurisdição. Espécies de jurisdição. Limites da jurisdição.
1 São duas as espécies de jurisdição civil. Uma contenciosa; outra voluntária. A diferença entre jurisdição civil contenciosa e voluntária é:
I - que a contenciosa não implica propriamente um ato de julgar e a voluntária implica uma decisão;
II - que, na voluntária, a intervenção do juiz tem por escopo julgar a contenda, impedindo que as partes façam justiça com as próprias mãos, enquanto que a contenciosa, também chamada de jurisdição graciosa, a intervenção do juiz garante, com a sua assistência, ou com a sua autorização, legitimidade de um ato de interesse privado;
III - que a jurisdição civil contenciosa implica numa decisão, quanto que a jurisdição civil voluntária não implica propriamente um ato de julgar ou de decidir;
IV - que se subtende na contenciosa a não pré-existência de um litígio, ao contrário da voluntária que abrange uma contenda;
V - decidir é próprio da jurisdição contenciosa, porquanto os atos decisórios, por intermédio dos quais a lide é encerrada, caracteriza a essência da jurisdição voluntária.
Assinale a alternativa correta:
R B somente uma das alternativas está correta;
2 As chamadas funções do Estado são justamente as tarefas ou atribuições fundamentais que o Estado tem de executar para realizar os seus fins. Foi Montesquieu quem melhor sistematizou a chamada “repartição dos poderes” estatais. Nossa Constituição Federal usa a palavra “poder” com o sentido de função, de forma que, por exemplo, onde está escrito “o Poder Legislativo” deve-se ler a função legislativa. O poder que emana do Estado é uno; as funções e os órgãossão distintos, ou seja, a separação dos poderes é uma técnica para distribuir funções distintas entre órgãos relativamente separados.
Nesse sentido, temos que a jurisdição (Poder Judiciário, que ao lado do Poder legislativo e Poder Executivo contemplam as funções estatais) é justamente a função estatal que tem a finalidade de garantir a eficácia do direito em última instância no caso concreto, ou seja, a atuação terminal do direito exercida, preponderantemente, pelos órgãos do Poder Judiciário, independentes e imparciais, compondo conflitos de interesses mediante a aplicação da lei através do devido processo legal.
Cabe ao Poder Judiciário, sem a possibilidade de transferir essa função para qualquer outro poder estatal, a função de compor definitivamente a lide. Entretanto, os órgãos jurisdicionais são, por sua própria índole inertes, ou seja, para atuação dos órgãos, necessária a devida provocação do interessado. Isso porque aos interessados, salvo expressa previsão legal, não é possível a resolução dos conflitos (lide) por eles mesmos, ou seja, o Judiciário é chamado a atuar, em lugar das partes, para que se ponha fim ao respectivo conflito, resultando na paz social. Aliás, o artigo 126 do Diploma Processual Civil Brasileiro determina que “o juiz não se exime de sentenciar ou despachar, alegando lacuna ou obscuridade da lei.”
O texto em questão faz referência a vários princípios e características fundamentais da Jurisdição. São eles:
R. A inércia, inevitabilidade e substitutividade;
3 Leia o texto abaixo com atenção e responda a questão a seguir:
Em seu sentido próprio, a jurisdição compete apenas aos órgãos do Poder Judiciário, embora em direito administrativo também se fale em "jurisdição administrativa", bem como em "jurisdição" simplesmente como o limite da competência administrativa de um órgão público.
Do ponto de vista da teoria da separação dos poderes, a jurisdição é a função precípua do Poder Judiciário, sendo-lhe acrescida, em alguns sistemas jurídicos nacionais, a função do controle de constitucionalidade.
Como regra, a função jurisdicional é exercida somente diante de casos concretos de conflitos de interesses, quando provocada pelos interessados.
No sentido coloquial, a palavra jurisdição designa o território (estado ou província, município, região, país, países-membros etc.) sobre o qual este poder é exercido por determinada autoridade ou Juízo.
O tema da jurisdição é objeto de estudo das disciplinas de direito constitucional, direito internacional privado, direito processual e direito administrativo, dentre outras.
 Sobre jurisdição, assinale a resposta incorreta:
E  A jurisdição civil, contenciosa e voluntária é exercida somente pelo Poder Judiciário.
4 “A lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito”. Tal dispositivo consagra o princípio:
da tutela jurisdicional;
5 A jurisdição, como poder ou função estatal, é una e abrange todos os litígios que se possam instaurar em torno de quaisquer assuntos de direito. A diferença de matéria jurídica a ser manipulada pelos juízes, na composição dos litígios, conduz à necessidade prática da especialização não só dos julgadores, como das próprias leis que regulam a atividade jurisdicional. Desta forma, o que não couber na jurisdição penal e nas jurisdições especiais, cabe a: 
A- jurisdição civil.
6 É o poder, função ou atividade de aplicar o direito a um fato concreto, pelos órgãos públicos destinados a tal, obtendo a justa composição da lide. Poder, porque é a manifestação do poder estatal, porque atua cogentemente (manifestação de força) como manifestação de potestade do estado e o faz definitivamente em face das partes em conflito; função, porque cumpre a finalidade de fazer valer a ordem jurídica posta em dúvida em virtude de uma pretensão resistida; e atividade, porque consiste numa série de atos e manifestações externas de declaração de direitos e de concretização de obrigações consagradas num título. Trata-se:
C jurisdição.
7 Este princípio corresponde à limitação da própria soberania nacional ao território do país. A jurisdição pressupõe um território em que ela é exercida. Os magistrados só têm autoridade nos limites territoriais do Estado. Além disso, como os juízes são muitos no mesmo País, distribuídos em comarcas (Justiças Estaduais) ou seções judiciárias (Justiça Federal), também se infere daí que cada juiz só exerce a sua autoridade nos limites do território sujeito por lei à sua jurisdição. Assim, por exemplo, o STF e o STJ exerce a jurisdição sobre todo o país, o Tribunal de Justiça de cada Estado-membro sobre o território deste. Atos fora do território em que o juiz exerce a jurisdição depende da cooperação do juiz do lugar (carta precatória e rogatória). Neste pensamento, o princípio da jurisdição é:
D da aderência ao território.
8 Em relação à jurisdição, considere os seguintes princípios e características:
II. Pelo princípio da indeclinabilidade, a prestação jurisdicional não é discricionária e sim obrigatória para o Estado.
III. Pelo princípio da inevitabilidade, tem-se que a jurisdição é atividade pública que cria um estado de sujeição às partes do processo.
Está correto o que se afirma apenas em:
 II e III.
9 Assinale a alternativa correta acerca da jurisdição e de sua natureza, seus princípios e suas características:
E O juiz natural é princípio jurisdicional que visa a resguardar a imparcialidade e que pode ser desmembrado em tripla significação: no plano da fonte, cabe à lei instituir o juiz e fixar-lhe a competência; no plano temporal, juiz e competência devem preexistir ao tempo do caso concreto objeto do processo a ser submetido à apreciação; e no plano da competência, a lei, anterior, deve prever taxativamente a competência, excluindo juízos ad hoc ou de exceção.
10 Em relação à jurisdição, examine os enunciados seguintes:
I. Pelo princípio da aderência, os juízes e tribunais exercem a atividade jurisdicional apenas no território nacional, repartida essa atividade entre os juízes, de acordo com as regras de determinação de competência. 
III. O princípio da congruência, decorrência própria do princípio dispositivo, não incide no tocante às questões de ordem pública, que o juiz deve examinar de ofício, por incidência do princípio inquisitório.
Está correto o que se afirma apenas em
 I e III.:
11 Em se tratando da Lei Processual Civil, a jurisdição é exercida em todo o território nacional conforme os dispositivos legais. Com relação à jurisdição voluntária e à contenciosa civil, assinale a alternativa que apresenta quem a exerce em todo o território nacional:
R D A jurisdição contenciosa e voluntária é exercida pelos juízes.
12 A propósito da jurisdição, assinale a alternativa incorreta, considerando as proposições abaixo: A jurisdição, como manifestação da soberania do Estado, é una e indivisível. Porém, levando em conta particularidades que impõem a repartição das atribuições jurisdicionais entre diferentes órgãos, bem como o aspecto de sua abordagem e outras peculiaridades, a doutrina costuma admitir sua classificação por espécies;
B Ao classificar a jurisdição, quanto ao objeto, em penal e civil, a doutrina atribui a esta última, em sentido amplo, todas as lides não penais;
C Por “jurisdição comum” entende-se todas as “justiças”, com exceção das chamadas “justiças especiais”, que são: a Trabalhista, A Militar e a Eleitoral;
D Na jurisdição voluntária, ao contrário da contenciosa, não há partes, porque não há controvérsia, antagonismos ou conflitos de interesses, apenas “interessados”;
E todas as alternativas acima contêm afirmações não verdadeiras.
13 Caio ajuizou ação de reparação de perdas e danos em face da Fazenda Pública do Estado de São Paulo na 3ª Vara da Fazenda Pública da Capital. Após o devido processo legal a ação foi julgada procedente e a Fazenda Pública foi condenada a pagar uma indenização milionária. A Fazenda Pública recorreu ao Tribunal de Justiça que manteve a decisão de primeira instância. Ocorre que a decisão do tribunal já transitou em julgado. Sabendo-seque dessa decisão aplica-se a chamada “reserva de sentença”, pode-se dizer que ela está ligada à seguinte característica da jurisdição:
E Definitiva e imutável.
14 Glauco ajuizou ação em face de Roberto perante a 8ª Vara Cível da Comarca do Rio de Janeiro. Roberto foi citado para comparecer à audiência de conciliação. Não houve autocomposição e Roberto contestou o feito. Após a contestação houve a necessidade de se fazer prova pericial na Comarca de Santos, no Estado de São Paulo. Nessa hipótese, o juiz da 8ª Vara Cível da Comarca do Rio de Janeiro não poderá praticar o ato na Comarca de Santos pelo princípio da:
B Aderência ao território.
15 João ajuizou determinada ação em face de Marcos perante a 7ª Vara Cível da Comarca de São Paulo. Marcos foi citado para comparecer à audiência de conciliação. Não houve autocomposição e Marcos contestou a ação e uma das alegações foi que não há previsão legal sobre a pretensão apresentada por João. Após a instrução processual, com a colheita de provas orais, o juiz, em vez de proferir sentença, deixou de decidir alegando lacuna da lei. Essa situação violou o seguinte princípio:
D Da inafastabilidade da jurisdição.
16 A Associação Esportiva Madureira celebrou contrato com a Construtora Constrói Tudo S/A para a construção do seu novo estádio de futebol. Em uma das cláusulas contratuais, há a previsão da convenção de arbitragem para a solução de qualquer litígio decorrente da execução do contrato. Ocorre, porém, que houve inexecução do contrato por uma das partes. Sobre a convenção de arbitragem é correto afirmar que:
B A solução do litígio pode ser dirigida ao juízo arbitral, uma vez que se trata de direito disponível ou patrimonial.
17 Marcelo recebeu autuação do Departamento de Trânsito por ter ultrapassado o semáforo vermelho. Ele recorreu do auto de infração, multa e perda de pontos na carteira de habilitação. Para tanto, utilizou-se do chamado “processo administrativo” junto ao órgão competente, onde teve a oportunidade de se utilizar do contraditório e ampla defesa. Ao final, o auto de infração foi mantido. Marcelo recorreu até a última instância do órgão administrativo que manteve a decisão. Nessa situação hipotética, é possível aferir-se que:
Marcelo poderá acionar o Poder Judiciário para questionar a decisão do órgão administrativo, em razão do princípio da inafastabilidade da jurisdição.
18 A Empresa ABC S/A ajuizou pedido de recuperação judicial perante a 1ª Vara de Recuperação Judicial e Falência do Mato Grosso. No curso do processo, o juiz convolou a recuperação judicial em falência, pois a empresa não cumpriu com os requisitos legais. A transformação da recuperação judicial da empresa em falência decretada pelo juiz é exceção ao princípio: 
Da inércia da jurisdição.
MÓDULO 7 – Ação. Generalidades. Conceito de ação. Natureza Jurídica. Condições da Ação. Conceito. Carência da ação. Classificação das ações.
MÓDULO 8 – Competência. Conceito e critério determinativos. Cooperação internacional. Cooperação nacional.

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